HarryPotter
E o Principe Mestio

J. K. Rowling




Captulo 1
Captulo 1 -
O outro ministro


Era quase meia-noite e o Primeiro Ministro estava sentado sozinho em seu escritrio, lendo um longo memorando que percorria seu crebro sem deixar vestgios de qualquer
significado. Ele esperava por uma ligao do Presidente de um pas bem distante e, entre o pensamento de quando aquele homem desprezvel ligaria e a tentativa de
esqueceras memrias desagradveis do que tinha sido uma longa,cansativa e difcil semana, no havia mais espao algum em sua mente para qualquer outra coisa. Quanto
mais ele tentava concentrar-se no texto da pginny em sua frente,mais claramente o Primeiro Ministro podia ver o rosto triunfante de um dos seus oponentes polticos.
Esse oponente em particular, havia aparecido nas notcias naquele dia,no apenas para enumerar todas as coisas terrveis que haviam acontecido na ltima semana (como
se algum precisasse ser lembrado) mas tambm para explicar que toda e qualquer uma delas era culpa do governo. O pulso do Primeiro Ministro acelerou-se diante de
todas aquelas acusaes, que no eram nem justas nem verdadeiras.Como podia seu governo deter o derrubamento daquela ponte? Era ultrajante para qualquer um sugerir
que eles no estavam investindo o suficiente em pontes. A ponte tinha pouco menos de dez anos, e nem os especialistas conseguiam explicar como ela havia se partido
em dois, lanando uma dzia de carros s profundezas aquosas do rio abaixo.E como algum poderia ter a ousadia de insinuar que a falta de policiais que havia resultado
naqueles dois srdidos e afamados assassinos? Ou que o governo havia de alguma maneira previsto o furaco anormal no Oeste que havia causado danos tanto s pessoas
quanto s propriedades?Era sua culpa se um dos seus Jovens Ministros, Herbert Chorley, havia escolhido essa semana para agir to peculiarmente que ia estar passando
muito mais tempo com sua famlia?"Um terrvel estado de esprito assolou o pas", o oponente havia concludo, mal ocultando sua larga expresso.E, infelizmente,
isso era perfeitamente verdade. O Primeiro-Ministro mesmo sentia isso; as pessoas realmente pareciam mais miserveis que o normal. At o tempo estava sombrio;toda
essa fria neblina no meio de Julho...isso no estava certo...isso no era normal... Ele acabou a segunda pginny do memorando, viu o quo longe tinha ido e desistiu
de uma vez desse mau trabalho feito. Alongando seus braos acima de sua cabea, olhou em torno do seu escritrio desapontado. Era uma bonita sala, com uma fina lareira
de granito em frente s longas janelas uniformes, fechadas firmemente contra neblina fora de estao. Com um leve tremor, o Primeiro Ministro levantou-se e seguiu
em direo  janela, observando a fina neblina pressionando-se contra o vidro. As hestood with his back to the room , ele ouviu uma fraca tosse atrs de si. Ele
congelou, frente a frente com sua prpria expresso de medo refletida no escuro vidro. Ele reconheceu aquela tosse. Ele j a tinha ouvido antes. Ele se virou, bem
lentamente, encontrando com a sala vazia. "Ol?" ele tentou soar mais bravo do que se sentia.Por um curto momento ele se permitiu apegar-se a uma impossvel esperana
de que ningum pudesse responder.Entretanto, uma voz respondeu primeiro, rpida, a voz decisiva soou apesar de estar lendo um relato preparado.Estava vindo - como
o Primeiro Ministro j tinha conhecimento desde a primeira tosse - o pequeno homem froglike(sapo)vestindo uma longa peruca prata a qual estava pintada em uma pequena
e suja imagem a leo na outra extremidade do quarto. "Para o Primeiro Ministro dos mugles.  urgente nosso encontro. Por gentileza responda imediatamente. Sinceramente.Fudge."
O homem na pintura olhou investigando o Primeiro-Ministro. "Er..." disse o Primeiro Ministro "escute...essa no  uma boa hora para mim...eu estou esperando um telefonema,voc
entende...do presente do..." "Isso ter que ser remarcado" disse o quadro de uma vez.O corao do Primeiro Ministro parou. Ele estava apavorado com aquilo. "Mas
eu realmente estava de preferncia esperando falar...""Que tal arranjarmos que o Presidente esquea de telefonar?Ele ligar amanh  noite ao invs de hoje." disse
o pequeno homem "Gentilmente responda imediatamente para o Sr. Fudge." "Eu...ah...muito bem." Disse o Primeiro Ministro fragilmente"Sim. Eu verei Fudge." Ele apressou-se
de volta a sua mesa arrumando sua mesa ento partiu. Ele tinha apenas retomado a sua cadeira,e arrumado em sua face o que ele esperava uma relaxada expresso, quando
brilhantes chamas verdes explodiu em sua vida dentro da lareira vazia, abaixo de sua abbada de granito. Ele assistiu, tentando no denunciar a centelha de surpresa
ou alarme, ento um distinto homem apareceu por entre as chamas girando to rpido at o topo. Segundos depois, ele tinha escalado para fora encima de um fino tapete
antigo, escovando a cinza e longa manga listrada de sua capa, um cal e verde chapu amassado em suas mos."Ah...Primeiro Ministro..." disse Cornlio Fudge, caminhando,com
a mo estendida a frente " bom, v-lo de novo.O Primeiro Ministro no poderia honestamente escapar satisfeito para ver Fudge, que em suas ocasionais aparies,aparte
sendo um correto alarme em ambos, geralmente tenciona que ele estava ouvindo algumas ms notcias. Alm disso,Fudge estava lanando um olhar distintamente ansioso.Ele
estava mais magro, mais calbus e grisalho e sua face tinha uma enrugada expresso. O Primeiro Ministro tinha visto aquele tipo de expresso em polticos antes, e
nunca  um bom sinal. "Como eu posso ajud-lo?" ele disse, apertando a mo de Fudge brevemente gesticulando em direo a mais difcil das cadeiras em frente  mesa.
"Difcil saber por onde comear" murmurou Fudge, arrastando a cadeira, sentando e depositando o chapu em seus joelhos"O que uma semana, o que uma semana..." "Tive
uma pssima semana tambm, e voc?" perguntou o Primeiro Ministro com rigor, esperando conduzir a conversa que ele j entendia por encerrada e apanhou um objeto
na mesa j sem nenhuma expectativa de ajudar Fudge."Sim,  claro." disse Fudge, esfregando seus olhos cansadamente e olhou de forma impertinente para o Primeiro
Ministro"Eu tenho tido a mesma semana que voc teve, primeiro-ministro. A ponte de Broakdale...os assassinos Bonse Vance...sem mencionar a desordem em West Country...""Voc
- er - seu - eu quero dizer, alguns do seu pessoal estiveram - estiveram envolvidas com estes - estes acontecimentos,no ?" Fudge fitou o Primeiro Ministro com
um especial carrancudo olhar. "Claro que eles estiveram" ele disse "Certamente, voc percebeu o que vem acontecendo?" "Eu..." hesitou o Primeiro Ministro. Isso era
precisamente um tipo de comportamento que o fazia apreciar muito menos, as visitas de Fudge. Ele era, apesar de tudo, o Primeiro Ministro e no apreciava ser feito
de ignorante, como um garoto de escola. Mas claro, ele estava apreciando isso desde sua primeira visita com Fudge, em sua primeira noite como primeiro-ministro.
Ele lembrou-se como se fosse ontem e sabia que isso o amedrontaria at seus ltimos dias. Ele permaneceu em p sozinho em seu escritrio, saboreando o triunfo que
era seu depois de tantos anos de sonho e planejamento, quando ele tinha ouvido a fraca tosse as suas costas, apenas como hoje a noite, e virou-separa encontrar aquele
pequeno e feito retrato falando com ele, anunciando que o Ministro da Magia tinha chegado e estava sendo introduzido. Naturalmente, ele tinha pensado que a longa
campanha e tenso que as eleies tinham causado nele o levariam a loucura. Ele estava aterrorizado para encontrar o retrato falando com ele, apesar de este no
ter sido nada comparado em como ele tinha se sentido quando um autoproclamado bruxo saltou da lareira e apertou sua mo. Ele ficou mudo durante a amigvel explicao
de Fudge de que havia bruxas e bruxos ainda morando em secretas partes do mundo,e seu ato seguro de que ele no estava incomodando sua cabea sobre eles o Ministro
da Magia se sentiu na responsabilidade sobre toda a comunidade mgica e preveniu a populao no-mgica de no ter conscincia deles. Isso era, Fudge disse, um trabalho
difcil que engloba todos os regulamentos de responsabilidade no uso de vassouras para manter a populao de drages sob controle (o Primeiro Ministro lembrou de
ter agarrado com fora o suporte da mesa nesse ponto). Fudge ento deu um tapinha no ombro do ainda abismado Primeiro Ministro de uma maneira paternal."No se preocupe."
ele tinha dito "H chances de voc nunca me ver de novo. Eu apenas o incomodarei caso alguma coisa realmente sria acontea, algo que possa afetar os Mugles - a
populao no-mgica, eu deveria dizer. De qualquer forma, viva e deixe viver. E eu devo dizer,voc est aceitando isso muito melhor que seu antecessor.Ele tentou
me jogar para fora da janela, pensou que era trote planejado pela oposio." Neste ponto, o Primeiro Ministro havia encontrado a voz que se perdera. "Voc - voc
no  um trote, ento?" Isso tinha sido sua ltima desesperada esperana. "No." disse Fudge gentilmente "No. Eu receio que eu no sou. Veja." E ele transformou
a xcara de ch do Primeiro Ministro em um rato. "Mas." disse o Primeiro Ministro ofegante, assistindo a sua xcara de ch roer a ponta de seu discurso "Mas, por
que - por que ningum me disse - ?" "O Ministro da Magia apenas se revela para o primeiro-ministro Mugle do Dia" disse Fudge, guardando sua varinhade volta em sua
jaqueta "Ns achamos que  o melhor jeito de se manter o segredo." "Mas, ento..." balbuciou o Primeiro Ministro "mas porque no tem uma preparao para o Primeiro
Ministro prevenira mim -?" Ento, nesse ponto, Fudge realmente riu. "Meu querido Primeiro Ministro, voc no vai contara a ningum?" Ainda gargalhando, Fudge jogou
um pouco de p na lareira,encaminhando-se para dentro das chamas esmeraldas e desapareceu com um forte som de um sopro. O Primeiro Ministro ps-sede p, permanecendo
completamente imvel, e percebeu que ele nunca, no importava o quanto vivesse, ousaria mencionar esse encontro a nenhuma alma viva, pois quem em todo esse vasto
planeta acreditaria nele? O choque o pegou de surpresa por um momento enquanto desaparecia. Por um tempo ele tentou se convencer de que Fudge tinha realmente sido
uma alucinao provocada pela carncia de sono devido  campanha de eleio.Em uma intil tentativa de livrar-se das lembranas desse desconfortvel encontro, ele
deu o rato para sua alegre sobrinha e instruiu seu secretrio pessoal de tirar aquele quadro do homem feio que anunciou a vinda de Fudge.Para o pavor do Primeiro
Ministro, entretanto, o quadro tornou-se impossvel de ser retirado. Quando vrios carpinteiros do tesouro pblico acabaram com suas tentativas, sem sucesso, de
arrancar o quadro da parede, o Primeiro Ministro desistiu da idia e simplesmente resolveu ter esperana de que a coisa permanecesse imvel e em silncio pelo resto
de seus servios naquele escritrio. Ocasionalmente,ele poderia jurar que avistou, pelo canto do olho, o ocupante do quadro bocejar, ou coar seu nariz; mesmo que,
na primeira ou segunda vez, simplesmente andando pela sua imagem, e deixando nada, apenas uma esticada lona enlameada. Contudo, ele havia treinado a si mesmo,muito
bem, para no olhar para a pintura, e sempre dizia firmemente para ele mesmo que seus olhos estavam brincandocom ele, quando alguma coisa como essa acontecia. Ento,
trs anos depois, em uma noite muito parecidacom essa, o Primeiro Ministro estava sozinho em seu escritrio quando o quadro mais uma vez, anunciou a iminente chegadade
Fudge, que explodiu por entre a lareira, encharcado em um estado de considervel pnico. Antes que o Primeiro Ministro pudesse perguntar por que ele estava pingando
por todo o seu Axminster, Fudge comeou falando alto sobre uma priso que o Primeiro Ministro nunca tinha ouvido falar, sobre um homem chamado "Sirious" Black,algo
que soou como Hogwarts e um menino chamado Harry Potter, sendo que nada disso fazia o menor sentido parao Primeiro Ministro. "Eu acabo de vir de Azkaban.." Fudge
ofegou, derramando um monte de gua da borda de seu chapu para dentro de seu bolso. "No meio do Oceano Norte, voc sabe, vo asqueroso...os Dementores esto em
uma baderna." ele estremeceu "Eles nunca tiveram uma fuga antes. De qualquer modo, eu tive que vir at voc, Black  um conhecido assassino de mugle se deve estar
planejando a se reunir a Voc - Sabe -Quem...mas claro, voc no sabe quem Voc-Sabe-Quem !" ele observou esperanoso o Primeiro Ministro por um momento, ento
disse "Bem, sente-se, sente-se,  melhor contar tudo a voc...tem um usque..." O Primeiro Ministro, particularmente, sentiu-se ofendido por ser mandado sentar-se
em seu escritrio, deixar de oferecer seu prprio usque, mas ele sentou-se, no entanto. Fudge tinha puxado sua varinha, conjurando dois grandes copos cheios de
um lquido mbar que soltava uma fina fumaa, levou um deles as mos do Primeiro Ministro epuxou uma cadeira. Fudge falou por mais de uma hora. Em um ponto, ele
se recusou a dizer um nome em voz alta, e o escreveu instantaneamente em um pedao de papel, que ele empurrou para a mo livre do Primeiro Ministro. Quando por fim
Fudge levantou-se prestes a partir, o Primeiro Ministro ps-se de p tambm."Ento, voc acha que..." ele deu uma olhada para baixo e fitou o nome em sua mo esquerda
"Lord Vol..." "Aquele que no deve ser nomeado!" rangeu Fudge entreos dentes. "Desculpe-me...voc acha que aquele que no deve ser nomeado continua vivo, ento?"
"Bem, Dumbledore diz que sim." disse Fudge enquanto puxava sua capa listrada para baixo do queixo "mas nunca o encontramos.Se voc me perguntar, ele no  perigoso,
a menos que, ele no tenha um suporte, ento com o Black, ns devemos ter cuidado. Sinalizaremos o perigo, ento? Excelente. Bom, eu espero que no nos vejamos novamente,
Primeiro Ministro! Boa-noite." Mas se encontrar novamente. Menos de um ano depois,comum olhar perturbado, Fudge apareceu no fino ar no Gabinete do Primeiro Ministro
para inform-lo que houve um pequeno aborrecimento durante o "Kiditch" (ou algo parecido) na Copa Mundial e que muitos mugles estavam "envolvidos", mas que o Primeiro
Ministro no precisava se preocupar, o fato de que a marca de Voc-Sabe-Quem foi vista novamete no significa nada; Fudge estava certo de que estavam isolados e
que a ligao com o escritrio mugle estava partindo-se, com todas as modificaes que eles falaram."Oh, e eu quase me esqueci" Fudge acrescentou "Ns estamos importando
trs drages estrangeiros e uma esfinge parao Torneio Tribruxo, apenas rotina, mas o Departamentode Regulamentao e Controle de Criaturas Mgicas medisse que est
no livro de regras que eu devo notificar voc caso ns trouxer mos criaturas muito perigosas para dentro do pas." "Eu - o que - drages?" balbuciou o Primeiro Ministro."Sim,
trs deles." Disse Fudge "E uma esfinge. Bom,tenhaum bom dia." O Primeiro Ministro apegando-se a um fio de esperanade que os drages e a esfinge fossem o pior disso
tudo, mas no. Menos de dois anos mais tarde, Fudge explodiuem sua lareira novamente, dessa vez com notcias sobre uma fuga em massa de Azkaban. "Uma fuga em massa?"
o Primeiro Ministro repetiu rouco."Mas no se preocupe, no precisa se preocupar!" Fudge gritou, j com um dos ps das chamas. "Ns iremos cuidar disso - eu apenas
pensei que seria bom inform-lo!" E antes que o Primeiro Ministro pudesse dizer alguma coisa, "Agora, s espere um momento!" Fudge partiu por entre as chuvas de
chamas verdes. Sem se importar com a presso e tudo o que a oposio dizia, o Primeiro Ministro no era um tolo. Essas notcias no tinham escapado de sua sala,
nem as maliciosas garantias de Fudge desde o primeiro encontro, eles estavam agorase vendo mais freqentemente, nem o fato de que Fudge aparecia cada vez mais nervoso
nas visitas posteriores. Apesar dele gostar de toda essa coisa sobre o Ministro da Magia (ou, como ele sempre chamava Fudge, o Outro Ministro), o Primeiro Ministro
no poderia ajudar, mas sentia que da prxima vez que Fudge aparecesse as notcias seriam muito mais graves. A viso, ento, de Fudge caminhando para fora do fogo
uma vez mais, seu olhar confuso e nervoso e extremamente surpreso, fez com que o Primeiro Ministro no soubesse exatamente a razo dele estar ali, era sobre a pior
coisa que poderia acontecer no curso dessa sombria semana. "Como eu deveria saber o que anda acontecendo - er -comunidade bruxa?" estourou o Primeiro Ministro agora."Eu
tenho um pas para fazer andar e eu estou carregado de problemas agora, sem..." "Ns temos os mesmo problemas," Fudge interrompeu "Aponte de Brockdale ainda no
apareceu. E aquela no foi somente uma tempestade. Aqueles assassinos no eram trabalhos para mugles. E a famlia de Herbert Chorley seria salva sem ele. Ns estamos,
no presente momento, fazendo acordos para que ele seja transferido para o Hospital St. Mungospara Doenas e Danos Mgicos. A transferncia deve serfeita essa noite."
"O que voc...eu receio...eu...o que?" rosnou o Primeiro Ministro. Fudge respirou longa e profundamente e disse "Primeiro Ministro, eu sinto muito ter de lhe dizer
que ele voltou. Aquele que no deve ser nomeado." "Voltou? Quando voc diz  "voltou"...ele est vivo? Euquero dizer -" O Primeiro Ministro buscou em sua memria
por detalhes daquela horrvel conversa de trs anos atrs, quando Fudge lhe disse sobre o bruxo que estava acima de todos os outros, o bruxo que havia cometido milhares
de terrveis crimes antes de seu misterioso desaparecimento h 15anos" "Sim, vivo," disse Fudge "Isso  - eu no sei - h um homem que no pode ser morto? Eu no
sei realmente explicarisso, e Dumbledore, provavelmente, no ir explicar isso- mas de qualquer forma, ela certamente conseguiu seu corpo de volta e est andando,
falando e matando, eu suponho,o motivo dessa nossa discusso, sim, ele est vivo. "O Primeiro Ministro no sabia o que dizer quanto isso, mas um persistente hbito
de querer se parecer bem-informado em qualquer assunto, ele o obrigou a se lembrar de qualquerdetalhes das conversas anteriores." Sirius Black est com - er - aquele
que no deve sernomeado?" "Black? Black?"disse Fudge distrado, girando seu chapel repetidas vezes em seus dedos" Sirius Black, voc querdizer? Pelas barbas de Merlin,
no. Black est morto. Digamos que ns - ah - estvamos enganados a respeito dele. Ele era inocente depois de tudo. E ele no eraum partidrio dAquele que no deve
ser nomeado tambm. Eu quero dizer, "ele acrescentou defensivamente, girandoo chapu ainda mais rpido," todas as evidncias apontavam- ns tnhamos mais de 50 testemunhas
oculares - masde qualquer forma, como eu disse, ele est morto. Assassinado, se quer saber. Dentro do Ministrio da Magia. Isso ser investigado, evidentemente..."Para
sua grande surpresa, o Primeiro Ministro sentiu-se apunhalado por Fudge neste momento. Isso foi, entretanto,quase escurecido por uma enorme bola de desapontamento
enquanto pensava sobre isso, deficiente apesar de queele deveria estar em uma das reas de materializaode lareiras, nunca houve um assassino em qualquer departamento
do governo acima das leis... No ainda, de qualquer modo...Enquanto o Primeiro Ministro disfaradamente tocavano tampo de madeira de sua mesa, Fudge continuou, "Mas
esquea Black por agora. O fato , ns estamos em uma guerra, Primeiro Ministro, e aes tm que ser feitas. "Uma Guerra?" repetiu o Primeiro Ministro nervovos.
"Certamente, isso no  um exagero?" "Aquele que no deve ser nomeado tem se unido aos seus seguidos que escaparam de Azkaban em Janeiro," disse Fudge, falando mais
e mais rapidamente, e rodando seu chapu to rpido que ele transformara-se em um cinza e verde distorcido "Desde de que eles tiveram a liberdade, eles tm trazido
a destruio. A ponte de Broakdale - ele fez isso, Primeiro Ministro, ele ps em risco uma grande parte dos Mugles at eu tomar partido dele e-" "Que sujeira, ento
isto tudo  sua culpa, todas essas pessoas esto sendo mortas e eu estou tendo que responder sobre cordames enferrujados e ligaes corrompidas e eu no sei o que
mais?" disse o Primeiro Ministro furiosamente."Minha culpa!" disse Fudge, ruborizado. "Voc est dizendoque voc teria pegado um chantagista? "Talvez no," disse
o Primeiro Ministro, levantando-se e caminhando lentamente pela sala, "mas eu teria colocado todo o meu poder para pegar o chantagista antes que ele cometesse qualquer
outra atrocidade!" "Voc realmente acha que eu no estou j fazendo todo o possvel?" reclamou Fudge com o corao escapando pela boca. "Todo auror do Ministrio
estava - e est - tentando encontr-lo, alm de todos os seus seguidores, mas ns estamos falando sobre um dos mais poderosos bruxos detodos os tempos, um bruxo,
o qual, tem nos iludido sobre a sua posio por quase trs dcadas!" "Ento, eu suponho que voc ir me dizer que ele causou o ciclone no West Country, tambm?"
disse o Primeiro Ministro, seu temperamento se elevando a cada vez que respirava. Isso o enfurecia, enquanto tentava descobrira razo de todos aqueles terrveis
desastres e no era certo dizer isso ao pblico; quase pior do que dizer que tudo isso era culpa do governo. "Aquilo no foi um ciclone," disse Fudge miseravelmente."Desculpe-me!"
gritou o Primeiro Ministro, agora positivamenteandando de um lado para o outro. "Trs rvores desraigadas,pedra arrancadas, postes de rua quebrados, horrveis danos
-" "Isso foi feito pelos Comensais da Morte," disse Fudge,"os seguidores dAquele que no deve ser nomeado. E...e ns suspeitamos de um enorme envolvimento." O Primeiro
ministro parou de caminhar como se houvesse colidido com uma parede invisvel. "Que envolvimento?"  Fudge fez uma careta, "Ele usou gigantes da ltima vez, quando
ele queria causar um grande efeito. O Escritrio do Departamento de Mistrios (talvez) est trabalhando contra o relgio, ns tivemos times de Obliviadores tentando
modificar as memrias de todos os Mugles que viram o que realmente aconteceu, ns tivemos todo o Departamento de Regulamentao e Controle de Criaturas Mgicas rondando
Sumerset, mas ns no conseguimos encontrar o gigante- isso  um desastre!" "No diga isso!" falou o primeiro ministro furiosamente."Eu no direi que a tica est
inabalada no Ministrio,"disse Fudge. "Que depois depois de tudo isso, ns ainda perdemos Amlia Boones," "Perderam quem?" "Amelia Boones. Chefe do Departamente
de Aplicao dasLeis Mgicas. Ns pensamos que aquele que no deve sernomeado enfureceu-se com ela, porque ela uma talentosa bruxa e - e todas as evidencias eram
de que ela se meteuem uma terrvel briga." Fudge limpou sua garganta e, com um esforo, e pareceuparar de rodar seu chapu. "Mas o assassinos estava nos noticirios,"
disse o Primeiro Ministro, momentaneamente divertindo-se com sua fria."Nossos jornais. Amlia Boones...apenas disse que ela era uma mulher de meia-idade que vivia
sozinha. Como um - um asqueroso assassinato, no ? Isso tinha uma nota especial de publicidade. A polcia est perplexa,voc pode ver." Fudge suspirou. "Bem, claro
que eles esto. Morta em uma sala que for a trancada por dentro, no ? Ns,poroutro lado, sabemos exatamente quem fez isso, no que isso nos auxilie a peg-lo.
E ento houve Emmeline Vancem talvez voc no tenha ouvido sobre o que -" "Oh sim eu ouvi!" disse o Primeiro Ministro. "Aconteceu apenas h uma quadra daqui, como
voc deve saber. Os papeis tinham um campo de data com esse: Quebra de Leis e Ordem no jardim do primeiro ministro -" "E como se no bastasse," disse Fudge, dificilmente
ouvindo o primeiro ministro, "ns temos Dementores por todosos lados, atacando pessoas pela esquerda, direita e no centro..." Pela primeira vez essa frase soou incompreensvel
para o primeiro ministro, mas ele no se alertou. "Eu pensei que os Dementores guardavam a priso deAzkaban." ele disse cuidadosamente. "Eles guardavam," disse Fudge
"mas no o fazem mais.Eles deixaram a priso e se aliaram quele que no deveser nomeado. Eu no pretendia levar essa bofetada.""Mas," disse o primeiro ministro,
com um senso de profundo horror, "no lhe contei que eles so criaturas que sugara esperana e a felicidade das pessoas?" "Est certo. E esto se proliferando. E
 o que est causando toda essa neblina." O primeiro ministro afundou-se, com os joelhos bambos,para a cadeira mais prxima. A idia de invisveis criaturas descendo
pelas cidade a caminho do campo, dispersando tristeza e desesperana em seus votos, o fizeram se sentir completamente fraco. "Agora veja aqui, Fudge - voc fez tudo
isso! Isso sua responsabilidade como Ministro da Magia!" "Meu querido primeiro ministro, voc no pode honestamente pensar que eu ainda sou Ministro da Magia depois
de tudo isso. Eu fui demitido h trs dias! Toda a comunidade bruxa gritou pela minha resignao por uma quinzena.Eu nunca os vi to unidos em todo o meu perodo
como Ministro!" disse Fudge, sorrindo depois de um grande esforo. O primeiro ministro ficou momentaneamente sem palavras. Despistada sua indignao a posio que
lhe foi dada,ele ainda sentiu-se particularmente mal com o olhar contradodo homem sentado a sua frente. "Eu sinto muito," ele disse finalizando, "Se houver algo
que eu possa fazer?" "Isso  muito gentil da sua parte, Primeiro Ministro, mas no h nada. Eu fui enviado essa noite para contar-lhe sobre os recentes eventos e
introduzi-lo a meu sucessor. Ele deveria estar aqui agora, mas  claro que ele est muito ocupado no momento com tudo o que vem acontecendo."Fudge olhou a sua volta
parando em direo ao quadro do pequenino homem feio vestindo uma longa peruca de cachos prata, que estava atrs de sua orelha em um ponto preso por uma pena. Capturando
o olhar de Fudge o quadro disse, "Ele estar aqui em um momento, ele s est terminando uma carta para Dumbledore." "Eu desejo-lhe sorte," disse Fudge, soando amargura,
pela primeira vez. "Eu estou escrevendo a Dumbledore duas vezes por dia desde a ltima quinzena, mas ele no mudou sua opinio. Se ele apenas se preparou para persuadir
o garoto, eu devo ainda ser...bem, talvez Scrimgeour ter melhor sucesso." Fudge afundou-se no que bvio e ferido silncio, masele foi quebrado quase imediatamente
pelo quadro, que repentinamente falou rapidamente em sua voz oficial."Ao Primeiro Ministro dos Mugles. Requerimento a uma reunio. Urgente. Por gentileza responda
imediatamente.Rufus Scrimgeour, Ministro da Magia." "Sim, sim, timo," disse o primeiro ministro distrado, e lentamente as chamas da lareira tornaram-se verde-esmeralda,
levantaram-se e revelaram um segundo bruxo se dilatando em seus coraes(?), arremessando de volta seus momentos depois de uma antiga corrida(?). Fudge juntou seus
ps,e depois de alguns momentos de hesitao o primeiro ministro fez o mesmo, assistindo a nova entrada endireitada, afastou o p de sua longa capa preta e olhou
a sua volta. O primeiro tolo pensamento do primeiro minsitro foi de que Rufus Scrimgeou parecia um velho leo. Havia mechas grisalhas em sua espcie de juba marrom-amarelada;ele
tinha olhos penetrantes e tambm amarelados por tr sdos culos de armao metlica, e uma certa maneira de se movimentar encorpada e galopada, mesmo sendo ligeiramente
manco. Houve uma impresso imediata de tenacidade e resistncia, o primeiro ministro pensou que ele entendia o porqu da comunidade bruxa preferir Scimgeour a Fudge
comoumlider, nesses tempos perigosos. "Como vai voc?" disse o primeiro ministro polidamente estendendo sua mo. Scrimgeour a agarrou brevemente, seus olhos varrendoa
sala at puxar a varinha de dentro de sua capa. "Fudge lhe contou tudo?" ele perguntou, encaminhando-se at a porta e espremer sua varinha dentro do buraco da fechadura.
O primeiro ministro ouviu um clique. "Er - sim," disse o Primeiro Ministro. "E se voc no se importa, eu prefiro que a porta permanea aberta.""Eu prefiro no ser
interrompido," disse Scrimgeour de imediato, "ou assista," ele acrescentou, apontando para as janelas ento as cortinas se arrastaram por ela."Certo, bom, eu sou
um homem muito ocupado, ento vamos aos negcios. Antes de tudo, ns precisamos discutir sua segurana. "O primeiro ministro afastou uma mecha de cabelo e respondeu,"Eu
estou perfeitamente feliz com a segurana que eu j tenho, muito obrigado -" "Bom, ns no." Scrimgeour o cortou. "Isso ser uma pequena vigilncia para os Mugles
se o Primeiro Ministro deles sofrer um feitio Imperius. O novo secretrio no seu prprio escritrio -" "Eu no me livrarei de Kingsley Shackebolt, se  isso que
voc est sugerindo!" disse o primeiro ministro estrondoso."Ele  muito eficiente, faz duas vezes o trabalho que fazem os outros -" "Isso porque ele  um bruxo,"
disse Scrimgeour, sem uma nica fasca de um sorriso. "Vrios aurores treinados, que esto determinando-se a proteg-lo." "Agora, espero um momento!" declarou o
primeiro ministro."Voc no pode colocar o seu pessoal no meu escritrio. Eu (******) "Eu pensei que voc estivesse satisfeito com Shackebolt?" disse Scrimgeour
sem cordialidade. "Eu estou - eu quero dizer, estava -" "Ento h um problema, no h?" disse Scrimgeour. "Eu...bem, se o trabalho de Shacklebolt continuar aser...er...excelente,"d







isse o primeiro ministro lamentando, mas Scrimgeour dificilmente pareceu ouvi-lo. "Agora, sobre Herbert Chortley - seu acessor junior,"ele continuou. "Aquele que
vem entretendo o pblico comoum impressionante pato." "O que tem sobre ele?" perguntou o primeiro ministro."Ele tem evidentimente uma mediocre performace de um Imperious,
- disse Scrimgeour. "Estragaram seu crebro,mAs ele ainda poderia ser perigoso." "Ele s est grasnindo!" disse o primeiro ministro fracamente."Certamente uma parte
de todo o resto... talvez acontea facilmente pela bebida..." "Um time de Curandeiros do Hospital St. Mungus para Doenase Danos Mgicos est examinando ele, enquanto
conversamos. Uma pena, que ele tenha se esforado para estrangular trs deles," disse Scrimgeour. "Eu acho que  melhor, ns o removemos da sociedade Mugle por um
tempo." "Eu...Bem...ele ficar bem, certo?" disse o primeiro ministro ansioso. Scrimegeour somente deu de ombros,j se movendo em direo a lareira. "Bom, isso 
tudo o que eu tinha para dizer. Eu mantere icontato sobre o desenvolvimento, primeiro ministro -ou, por ultimo, e acho que, provavelmente, estarei muito ocupado
para faze-lo pessoalmente, e nesse caso eu penso que mandarei Fudge vir aqui. Ele consentiu em permanecer tendo uma capacidade consultiva." Fudge forou um sorriso,
mas sem sucesso; ele apenasolhou como se estivesse com dor de dente. Scrimgeour j estava procurando em seu bolso por algo de misterioso poder que atirou no fogo
verde. O primeiro ministro contemplou esperanoso os dois por um momento, ento as palavras lutaram com a surpresa de tudo explodiu nele por fim." Mas a propsito
- voc so bruxos! Vocs no podem fazer mgica! De repente voc pode ordenar - bem - qualquer coisa!" Scimgeour virou lentamente at um ponto e trocou um olhar
duvidoso com Fudge, que realmente obteve sucesso em um sorriso naquele momento e ele disse gentilmente, "O problema  o outro lado que pode fazer magia tambm, primeiro
ministro." E com isso, os dois bruxos caminharam um aps o outro para dentro das chamas verdes e sumiram.


































Captulo 2
Captulo Dois - Spinners End


Muitas milhas dali, a nvoa glida que comprimia a janela do Primeiro Ministro se espalhava e ventava sobre um rio imundo entre bancos enormes de lixo. Uma imensa
chamin, resqucio de uma usina desativada, se erguia, sombriae agourenta. No havia som seno a da gua escura e nenhum sinal de vida sem ser uma raposa que havia
sado dos montes para buscar alguma embalagem velha de peixe com batatas-fritas no mato alto. Mas ento, com um leve estalido,uma figura magra toda coberta apareceu
do ar rarefeitodo outro lado do rio. A raposa congelou, seus olhos atentos fixos naquele estranho fenmeno. A figura manteve sua conduta por algum tempo,ento se
moveu com luz, passos largos, e sua longa capa se arrastando pelo cho. Com um segundo e mais alto estalido, outra pessoa coberta se materializou. Espere! O grito
alto assustou a raposa, agora se encolhendo quase plana no cho. Ela pulou de seu esconderijo para os montes.Ouve um lampejo de luz verde, um ganido, e a raposa
caiu ao cho, morta. A outra figura encostou seu sapato naraposa. S uma raposa,  disse uma voz de mulher com tom de rejeio debaixo da capa. Pensei que talvez
fosse um auror - Cissy, espere!  Mas sua caa, que havia parado e olhado de volta ao fleche de luz, j estava subindo o monte onde a raposa havia acabado de cair.
Cissy - Narcisa - me oua - A segunda mulher alcanou a primeira e agarrou o seu brao, mas a outra se esquivou. Volte, Bella! Voc deve me ouvir! Eu j ouvi. Eu
j tirei a minha concluso. Deixe-me s! A mulher chamada Narcisa alcanou o topo dos montes,onde uma linha de velhos trilhos separava o rio de uma estreita rua
de pedras. A outra mulher, Bella, a seguiu. Lado a lado, elas ficaram olhando para as fileiras e fileiras de velhas casas de tijolos, suas janelas escuras e escondidas
nas sombras. Ele mora aqui? Perguntou Bella em uma voz de desdm.Aqui? Nessa imundice de mugles? Ns devemos ser as primeiras do nosso tipo a pisar aqui- Mas Narcisa
no estava ouvindo; ela tinha passado por uma abertura nas grades enferrujadas e j estava do outro lado da rua. Cissy, espere! Bella a seguiu, seu casaco ondeando
atrs de si, e viu Narcisa correndo para uma ruela entra as casas em uma segunda, quase idntica, rua. Algumas das lamparinas estavam quebradas. As duas mulheres
estavam correndo entre pedaos iluminados e outros com profunda escurido.A perseguidora atingiu seu objetivo assim que ela virou outra esquina, dando certo a tempo
de agarrar o seu brao segurando-a oscilante para que uma ficasse de frente para a outra. Cissy, voc no deve fazer isso - voc no pode confiar nele - O Lord Negro
confia nele, no confia? O Lord Negro ... Eu creio... Enganado. Bella ofegou,e seus olhos vislumbraram momentaneamente debaixo dacapa enquanto ela olhava em volta
para checar que estavam sozinhas. De qualquer modo, nos mandaram no dizerem do plano para ningum. Isso  uma traio ao Lorde Negro-Esquea, Bella! Rosnou Narcisa
e ela tirou uma varinhade sua capa, segurando-a ameaadoramente na cara daoutra. Bella quase deu risadas. Cissy, sua prpria irm? Voc no- `No h nada mais que
eu no faria! Narcisa respirou,um tom de histeria na sua voz, e enquanto ela abaixoua varinha como uma faca, houve outro lampejo de luz.Bella largou o brao de sua
irm como se estivesse em chamas. Narcisa! Mas Narcisa j havia corrido. Esfregando as mos, a perseguidora a seguia mais uma vez, mantendo certa distancia agora,enquanto
elas entravam no deserto labirinto das casasde tijolos. Ao fim, Narcisa correu at uma rua chamada Spinners End, sobre a qual a chamin da usina parecia flutuar
como um gigante dedo repreensivo. Seus passos ecoavam na pavimentao enquanto ela passava por janelas de madeira quebradas, at que ela atingiu a ltima casa,de
onde emanava uma luz fraca pela cortina de um aposento da parte de baixo. Ela bateu na porta antes que Bella, praguejando sua respirao,tivesse alcanado-a. Juntas
elas esperaram, ofegando fracamente, sentindo o cheiro do rio imundo que era levado at elas pela brisa da noite. Aps alguns segundos,elas ouviram movimentao
atrs da porta e ela se abriu comum estalo. Uma parte de um homem pode ser vista olhando para elas,um homem com longos cabelos pretos cobrindo um rostoplido e olhos
negros. Narcisa tirou seu capuz. Ela estava to plida que pareciabrilhar na escurido, o longo cabelo loiro descendo por suas costas dava a ela a aparncia de uma
pessoa afogada. Narcisa! Disse o homem, abrindo um pouco mais a porta,para que a luz casse sobre ela e sua irm. `Que doce surpresa! Severus, ela disse em um suspiro
cansado. `Posso falar com voc?  urgente Mas  claro. Ele deu um passo atrs para que ela pudesse entrar na casa. Sua irm ainda encapuzada a seguiu sem ser convidada.Snape,
disse curtamente quando passou. Bellatrix, ele respondeu, sua boca fina se ondulandoem um sorriso zombeteiro enquanto ele fechava a porta com um estalo atrs deles.
Eles foram direto a uma minscula sala de estar, que dava a sensao de uma cela escura para loucos. As paredes eram completamente cobertas de livros, a maioria
deles encadernados com um velho couro preto ou marrom; um sof surrado, uma velha poltrona e uma mesa raqutica ficavam agrupadas juntas em uma poa de luz fraga
vinda de uma lmpada cheia de velas pendurada no teto. O lugar tinhaum ar de negligncia, mesmo que no estivesse sempre desabitado. Snape indicou o sof para Narcisa.
Ela tirou a sua capa,a colocou de lado e se sentou, olhando para suas mos brancas e tremidas no seu colo. Bellatrix tirou sua capa mais vagarosamente. Em dvidas
com a honestidade de sua irm, com olhos pesarosos e o queixo firme, ela no desviouo olhar de Snape enquanto ele se movia para ficar atrs de Narcisa. Ento, o
que eu posso fazer por voc? Snape perguntou, se sentando na poltrona de frente para as duas irms.Ns... ns estamos sozinhos, no estamos? Nascisa perguntouem
voz baixa. Sim,  claro. Bem, Rabicho est aqui, mas ns no estamos contando os vermes, estamos? Ele apontou sua varinha para a parede de livros atrsde si e, com
um estalo, uma porta escondida se abriu,revelando uma estreita escadaria na qual um pequeno homem jazia congelado. Como voc j deve ter notado, Rabicho, ns temos
visitas.disse Snape vagarosamente. O homem rastejou de um modo corcunda os ltimos degrause se moveu pela sala. Ele tinha os olhos pequenos e aquosos,nariz pontudo
e tinha um sorriso desagradvel. Sua mo esquerda estava acariciando a sua direita, que parecia estar em uma luva prateada. Narcisa! ele disse, em uma voz guinchante,
`e Bellatrix! Que encantador-` Rabicho vai nos preparar drinques, se vocs quiserem, disse Snape. E depois ele voltar para o seu quarto. Rabicho se assustou como
se Snape tivesse jogado algo nele. Eu no sou seu criado! ele chiou, desviando o olharde Snape. Mesmo? Eu tive a impresso que o Lord o colocou aqui para me auxiliar.
Auxiliar, sim - mas no para preparar as suas bebidase - e limpar sua casa! Eu no tinha idia, Rabicho, que voc desejava servios mais perigosos, disse Snape com
uma voz suave. Isso pode facilmente arrumado; eu posso falar com o Lord das Trevas - `Eu mesmo posso falar com ele se eu quiser! ` claro que pode, disse Snape,
zombeteiro. Mas enquanto isso, nos traga drinques. Um pouco de vinho feito por elfos deve servir. Rabicho esitou por um momento, olhando como se quisesse argumentar,
mas depois se virou e foi em direo a uma segunda porta secreta. Eles ouviram barulhos e batidas de copos. Em segundos ele estava de volta, carregandouma garrafa
empoeirada e trs taas em uma bandeja. Ele as colocou na mesinha instvel e correu da presena deles, batendo a porta coberta de livros atrs de si. Snape despejou
duas taas de vinho vermelho-sangue e entregou duas delas s irms. Narcisa murmurou uma palavrade agradecimento, enquanto Bellatrix no disse nada,mas continuou
a encarar Snape. Isso no pareceu o perturbar; pelo contrrio, ele parecia entretido. O Lord Negro, ele disse, tirando os culos e secando-os. As irms o copiaram.
Snape encheu suas taas. Assim que Narcisa tomou seu Segundo copo. Ela disse depressa,`Severus, me desculpe vir aqui assim, mas eu tinha que ver voc. Eu acho que
voc  o nico que pode me ajudar-`Snape levantou a mo para faze-la parar, ento apontou sua varinha para a porta oculta das escadas. Houve umestalido alto e um
guincho, seguido do som de Rabicho subindo as escadas correndo. Meus perdes, disse Snape. Ele ultimamente tem ouvido atrs das portas, eu no sei o que deu nele...
Voc dizia, Narcisa...? Ela tomou um grande, estremecido golpe de ar e comeou novamente. Severus, eu sei que eu no deveria estar aqui, me foi dito para no dizer
para ningum mas - Ento voc manter sua boca fechada! rosnou Bellatrix. Ainda mais na presente companhia! "Presente companhia"? repetiu Snape ironicamente. E o
que eu devo entender por isso, Bellatrix? Que eu no confio em voc, Snape, como voc bem sabe!Narcisa deixou escapar um som que soou como um soluo molhado e cobriu
seu rosto com as mos. Snape colocou seu copo na mesa e se recostou novamente, suas mos sobreos braos da poltrona, sorrindo ao olhar furioso de Bellatrix.Narcisa,
eu acho que ns devemos ouvir o que Bellatrix tem a dizer; isso vai nos poupar algumas interrupes tediosas. Bem, continue, Bellatrix. Disse Snape. `Porque  que
voc no confia em mim? Por cem motivos! ela disse em voz alta, dando um passolargo de trs do sof para colocar seu copo sob a mesa.`Por onde comear? Onde voc
estava quando o Lord Negro caiu? Porque voc nunca tentou ach-lo quando ele desapareceu? O que voc tem feito durante todos esses anos em que voc ficou no bolso
de Dumbledore? Porque voc impediuo Lord Negro de alcanar a Pedra Filosofal? Porque voc no retornou depois que o Lord Negro renasceu? Onde voc estava algumas
semanas atrs, quando batalhamos para reaver a profecia para o Lord? E porque, Snape, Harry Potter ainda est vivo, quando voc o teve  sua merc por cinco anos?
Ela pausou, seu trax subindo alto e descendo rapidamente,a cor forte em suas bochechas. Atrs dela, Narcisa estavasem emoes, sue rosto ainda Escondido entre suas
mos.Snape sorriu. Ante de eu te responder - oh, sim, Bellatrix, eu vou responder! Voc pode levar a minha palavra at os outros que sussurram s minhas costas,
e carregam falsas histrias da minha dedicao ao Lord Negro. Eu te respondo, eu digo, deixe-me fazer uma pergunta antes. Voc realmente acha que o Lord Negro no
me fez cada uma dessas perguntas?E voc realmente acha que, se eu no tivesse dado respostas satisfatrias, eu estaria aqui conversando com voc? Ela hesitou. `Eu
sei que ele acredita em voc, mas- Voc acha que ele est errado? Eu que eu o passei aperna de alguma forma? Enganar o Lord Negro, o grande bruxo, o maior cmplice
da Legilimncia que o mundo jviu? Bellatrix no disse nada, mas parecia, pela primeira vez, um pouco derrubada. Snape no pressionou. Ele pegouo seu drinque novamente,
deu um gole, e continuou. `Voc me pergunta onde eu estava quando o Lord Negro caiu. Eu estava onde ele me ordenou que estivesse, na Escolade Bruxaria e Magia de
Hogwarts, porque ele me queria espionando Albus Dumbledore. Voc sabe, eu presumo, que foi por ordens do Lord Negro que eu assumi o posto? Ela afirmou quase imperceptivelmente
e ento abriu aboca, mas Snape foi mais rpido que ela. Voc me pergunta por que eu no tentei encontr-lo quando ele sumiu. Pela mesma razo que Avery, Yaxley,
os Carrows,Greyback, Lucius ele inclinou sua cabea um pouco para Narcisa, `e muitos outros no tentaram acha-lo. Eu acreditei que ele estivesse morto. No tenho
orgulho disso, eu estava errado, mas  isso... Se ele no tivesse perdoado aqueles que perderam a f naqueles tempos, ele teria muitos poucos seguidores agora. Ele
teria a mim! disse Bellatrix com veemncia. Eu,que passei muitos anos em Askaban por ele! Sim, de fato, muito admirvel, disse Snape em uma voz entediada. ` claro,
voc no foi de muito uso para ele na priso, mas o gesto foi sem dvida admirvel- Espere! ela riu; na sua fria ela parecia um pouco louca. Enquanto eu suportava
os Dementores, voc ficou em Hogwarts, confortavelmente brincando de ser o bichinho de estimao de Dumbledore! `No necessariamente. Disse Snape calmamente. Ele
no iria me dar o cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, voc sabe. Parecia pensar que, ah, me traria de volta aos meus velhos modos. Esse foi
o seu sacrifcio pelo Lord Negro? No ensinar sua matria favorita? ela zombou. `Porque voc ficou l todo esse tempo, Snape? Ainda espiando Dumbledore para um mestre
que voc acreditava estar morto? Quase, disse Snape, embora o Lord Negro esteja agradecido que eu no tenha deixado o meu posto; eu tinha dezesseis anos de informaes
sobre Dumbledore para dar a elequando ele retornasse, um presente de boas vindas um pouco mais til do que imensas lembranas de como horrvel Askaban ...` Mas
voc ficou- `Sim Bellatrix, eu fiquei, disse Snape, demonstrando um pouco de impacincia pela primeira vez. `Eu tinhaum trabalho confortvel. Eles estavam na cola
dos Comensais da Morte, voc sabe. A proteo de Dumbledore me manteve fora da cadeia, foi muito conveniente e eu usei isso. Eu repito: o Lord Negro no achou ruim
de eu ter ficado,ento eu no vejo porque voc acha. `Eu acho que a prxima coisa que voc queria saber,ele continuou, um pouco mais alto, para que Bellatrix no
demonstrasse sinais de o interromper, porque eu fiquei entre o Lord Negro e a Pedra Filosofal. Isso  facilmente respondido. Ele no sabia se podia confiarem mim.
Ele pensou, como voc, que eu tinha passado de um grande Comensal da Morte a servente de Dumbledore. Ele estava num estado lastimvel, muito fraco, usando o corpo
de um bruxo medocre. Ele no se atreveria a se mostrar para seus aliados se esses aliados pudessem troc-lo por Dumbledore ou pelo Ministrio. Eu sinto muito que
ele no confiasse em mim. Ele teria retornado ao poder trs anos mais cedo. E como foi, eu s vi um voraz e indigno Quirell tentando roubar a Pedra e, eu admito,
eu fiz tudo que eu pude para impedi-lo. A boca de Bellatrix tremeu como se ela tivesse tomado uma indesejada dose de medicamentos. Mas voc no voltou quando ele
retornou, voc no voou de volta a ele quando voc sentiu a Marca Negra queimando-`Correto. Eu retornei duas horas depois. Eu voltei sobas ordens de Dumbledore.
Sob Dumbledore? ela comeou, em tons de ultraje. Pense! disse Snape, impaciente novamente. Pense! Ao esperar duas horas, eu garanti que eu iria ficar em Hogwarts
como um espio! Ao fazer Dumbledore acreditar que eu s estava voltando para o lado do Lord Negro porque ele me ordenou, eu fui capaz de passar informaes sobre
Dumbledore e a Ordem da Fnix desde sempre! Considere, Bellatrix: a Marca Negra vinha queimando h meses, eu sabia que ele iria retornar, todos os Comensais sabiam!
Eu tinha muito tempo para pensar no que eu queria fazer, ento planejar meu prximo passo, e ento fugir como Karakaroff, no tive?  O desgosto do Lord Nego ao meu
atraso desapareceu completamente, eu lhe asseguro, quando eu lhe explique que eu continuava fiel, mesmo Dumbledore pensando que eu era o seu homem. Sim, o Lord Negro
achou que eu o tinha deixado para sempre,mas ele estava enganado. Mas voc foi de que uso? zombou Bellatrix. `Que informaes teis nos recebemos de voc? Minha
informao tem sido entregue diretamente ao Lord, disse Snape. `Se ele decide no dividir com voc-` Ele divide tudo comigo! disse Bellatrix, pegando fogo de uma
vez. Ele me chama de sua mais leal, sua mais fiel-` `Ele chama? disse Snape, sua voz mudada delicadamentepara mostrar sua desconfiana. Ele ainda chama depois do
fiasco no Ministrio? `Aquilo no foi minha culpa! disse Bellatrix, ficando vermelha. O Lord Negro confiou em mim, no passado,seu mais precioso - se Lucius no tivesse-`
Voc no ouse - no ouse culpar meu marido! disse Narcisa, em uma voz baixa e aptica, olhando para sua irm..No h porque culpar ningum, disse Snape com calma.O
que est feito est feito. Mas no por voc! disse Bellatrix furiosa. No, mais uma vez voc estava ausente enquanto o resto de ns corria perigo, no estava, Snape?
Minhas ordens foram para ficar atrs, disse Snape.Talvez voc discorde com o Lord Negro, talvez voc ache que Dumbledore no teria notado se eu tivesse me unido
aos Comensais da Morte para lutar com a Ordem da Fnix? E - perdoe-me - voc fala de perigo... Vocs estavam enfrentando seis adolescentes, no estavam? Eles estavam
juntos, como voc bem sabe, com metadeda Ordem pra comear! rosnou Bellatrix. `E, enquanto voc est falando da Ordem, voc ainda diz que no pode revelar o paradeiro
do quartel-general deles, no ? Eu no sou o Guardador do Segredo, eu no posso falar o nome do lugar. Voc entende como o encantamento funciona,eu acho? O Lord
Negro est satisfeito com as informaes que eu passei para ele sobre a Ordem. Elas permitiram,como talvez voc tenha adivinhado, a recente captura e assassinato
de Emmeline Vance, e certamente ajudou a se livrar de Sirius Black, apesar de eu te dar todos os crditos por acabar com ele. Ele inclinou sua cabea e a encarou.
Sua expresso no se amenizou. Voc est fugindo da minha ltima pergunta, Snape.Harry Potter. Voc podia t-lo matado a qualquer momento nos ltimos cinco anos.
Voc no o fez. Por qu? Voc discutiu esse ponto com o Lord negro? perguntou Snape. Ele... ultimamente, ns... Eu estou perguntando a voc,Snape! Se eu tivesse
assassinado Harry Potter, o Lord Negro no poderia ter usado o seu sangue para regenerar, fazendo-o invencvel - Ento voc previu esse uso do garoto! ela zombou.
Eu no previ; eu no tinha idia de seus planos; eu j havia confessado que eu pensei que ele estava morto.Eu estou simplesmente tentando explicar porque o Lord
Negro no est triste que Harry Potter tenha sobrevivido,pelo menos at um ano atrs... Mas porque voc o manteve vivo? Voc no me entendeu? Era somente a proteo
de Dumbledoreque estava me mantendo fora de Askaban! Voc discorda que assassinar o seu aluno predileto podia o ter colocado contra mim? Mas havia mais a fazer do
que isso. Eu devo lembr-la que quando Potter chegou a Hogwarts pela primeira vez, ainda haviam muitas histrias circulando sobre ele,rumores de que ele por ele
mesmo era um bruxo do mal,que era o porqu dele ter sobrevivido ao ataque do Lord Negro. De fato, muitos dos antigo seguidores do Lord negro pensaram que Potter
fosse um padro no qual poderamosnos apoiar mais uma vez. Eu estava curioso, eu admito,eu no iria mat-lo no momento em que o vi colocar op no castelo.  claro,
se tornou aparente para mim bem rapidamenteque ele no tinha nenhum talento extraordinrio. Ele se safou se de grandes perigos por uma simples combinao de muita
sorte e amigos talentosos. Ele  um medocre do ultimo nvel, to odioso e desprezvel quanto seu pai era. Eu fiz o meu mximo para jog-lo para fora de Hogwarts,
onde eu acredito que ele raramente ficar, mas mata-lo, ou permitir que ele fosse morto na minha frente? Eu teria sido um tolo de arriscar, com Dumbledore to prximo.
E ns devemos acreditar que Dumbledore nunca suspeitou de voc? Bellatrix perguntou. Ele no tem idia da sua verdadeira obedincia, ele confia cegamente em voc?Eu
atuei bem, disse Snape. E voc negligencia a maior fraqueza de Dumbledore: ele sempre acredita no melhor das pessoas. Eu senti nele um toque de profundo remorso
quando eu me juntei ao seu grupo, fresco dos dias de Comensal da Morte, e ele me recebeu de braos abertos- embora, como eu disse, me mantendo ao mximo afastado
das Artes do Mal. Dumbledore tem sido um grande mago- oh sim, ele tem (Bellatrix havia feito um barulho sarcstico) `o Lord Negro reconhece isso. Eu tenho prazerem
dizer, contanto, que Dumbledore est ficando velho.O duelo com o Lord Negro no ultimo ms mostrou isso. Ele tem ficado em grande prejuzo porque suas reaes so
mais lentas do que eram antes. Mas por todos esses anos,ele no deixou de acreditar em Severus Snape, e  nisso que est o meu grande valor para o Lorde Negro. Bellatrix
ainda parecia infeliz, embora ela aparecesse insegura de como atacar Snape agora. Tirando vantagem do seu silncio, Snape se voltou para sua irm. Agora... voc
veio me pedir ajuda, Narcisa? Narcisa olhou para ele, seu rosto demonstrando seu desespero.Sim, Severus. Eu - Eu acho que voc  o nico que podeme ajudar, eu no
tenho mais para onde ir. Lucius est preso e... Ela fechou seus olhos e duas grossas lgrimas desceram de suas plpebras. O Lord Negro me proibiu de falar disso,
Narcisa continuou,seus olhos ainda fechados. Ele no quer que ningum saiba do plano. Ele ... muito secreto. Mas- Se ele proibiu, voc no deve dizer, disse Snape
de uma vez. `A palavra do Lord Negro  lei. Narcisa ofegou como se ele lhe tivesse atirado gua gelada.Bellatrix parecia satisfeita pela primeira vez desde que ela
tinha entrado na casa. Isso! ela disse triunfante para sua irm. At Snape concorda: te disseram para no falar, ento no fale! Mas Snape havia se levantado e ido
at a pequena janela,olhou pelas cortinas para a rua deserta, ento as fechoucom um empurro. Ele se virou para Narcisa, franzindoas sobrancelhas. O que acontece
 que eu j sei do plano,ele disse em voz baixa. `Eu sou para os quais o Lord  Negro contou. Entretanto, se eu no estivesse sabendo, Narcisa, voc seria culpada
de traio ao Lord Negro.Eu achei que voc sabia! disse Narcisa, respirando mais livremente. Ele confia tanto em voc, Severus...`Voc sabe do plano? disse Bellatrix,
sua rpida expressode satisfao substituda por um ar de ultraje. Voc sabe? Certamente, disse Snape. Mas de que ajuda voc precisa, Narcisa? Se voc imaginny
que eu posso persuadir o Lord Negro a mudar de opinio, eu receio que no haja esperana. Nenhuma mesmo. Severus, ela sussurrou, lgrimas descendo por seu rosto.Meu
filho... Meu nico filho... Draco deveria estar orgulhoso, disse Bellatrix, indiferente.O Lord Negro est dando a ele uma grande honra. E eudigo isto por ele: ele
no se retraindo do seu dever, ele parece feliz de ter a chance se mostrar capaz, excito na idia de-` Narcisa comeou a chorar energeticamente, olhando suplicante
para Snape. Isso  porque ele s tem dezesseis anos e no tem idiado que o espera! Porque, Severus? Porque o meu filho? muito perigoso! Isso  vingana pelo erro
de Lucius. Eu sei disso! Snape no disse nada. Ele desviava o olhar das lgrimas como se elas fossem indecentes, mas no podia fingir que no a ouvia.  por isso
que ele escolheu o Draco, no ? Ela persistiu.Para punir o Lucius? Se o Draco tiver sucesso, disse Snape, ainda desviandoo olhar dela, `ela ser honrado acima de
todos os outros.Mas ele no vai conseguir! soluou Narcisa. Como ele poderia, quando o prprio Lord Negro -? Bellatrix ofegou; Narcisa pareceu perder a energia.Eu
s quis dizer que... Que ningum conseguiu ainda...Severus... Por favor... Voc , e sempre foi, o professor favorito do Draco... Voc  um velho amigo do Lucius...
Eu te imploro... Voc  o favorito do Lord, seu aconselhador mais confivel... Voc falar com ele, o convencer-?`O Lord Negro no ser convencido, e eu no sou
burro o suficiente para tentar, disse Snape, vagamente. Euno poso fingir que o Lord Negro no est zangado com Lucius. Lucius deveria estar comandando. Ele se deixou
ser capturado, junto com muitos outros, e falhou em recuperara profecia. Sim, o Lord Negro est com raiva, Narcisa, realmente com muita raiva. Ento eu estou certa,
ele escolheu o Draco por vingana! ofegou Narcisa. Ele no quer que ele consiga, ele querque ele morra tentando! Quando Snape no disse nada, Narcisa pareceu perder
o pouco de autocontrole que ainda tinha. De p, ela cambaleou at Snape e agarrou a frente de suas vestes. Seu rosto perto do dele, suas lgrimas caindo no seu peito,
ela suspirou. Voc poderia. Voc poderia fazer no lugar do Draco, Severus. Voc iria conseguir,  lgico que iria, e ele iria te recompensar por todos ns- Snape
segurou o seu pulso e retirou suas mos apertadas. Olhando fundo em seu rosto cheio de lgrimas, ele disse vagarosamente. Ele quer que eu tente no final, eu acho.
Mas ele est determinado que Draco tente antes. Veja voc, se Draco suceder, eu vou ser capaz de ficar em Hogwarts por mais algum tempo, completando meu til trabalho
como espio.Em outras palavras, no importa se Draco vai ser morto! O Lorde Negro est muito furioso, repetiu Snape lentamente. `Ele falhou ao ouvir a profecia.
Voc sabe to bem quanto eu, Narcisa, que ele no esquece to facilmente. Ela se dobrou, caindo a seus ps, chorando e gemendo no cho. Meu nico filho... Meu nico
filho... Voc deveria estar orgulhosa! disse Bellatrix cruelmente. Se eu tivesse filhos, eu estaria feliz em v-los a servio do Lord Negro! Narcisa deu um pequeno
grito de desespero e agarrou seus longos cabelos loiros. Snape parou, segurando seus braos,a levantou e a colocou de volta no sof. Ele ento adeu mais vinho e
forou o copo nas suas mos. Narcisa, chega. Beba isso. Me oua. Ela se acalmou um pouco; derramando vinho nela mesma,ela tomou um gole tremido. Pode ser possvel...
Que eu ajude Draco. Ela se levantou, seu rosto plido, seus olhos enormes. Severus - oh, Severus - voc o ajudaria? Voc tomaria conta dele, mant-lo longe do perigo?
Eu posso tentar Ela se jogou para longe do copo; passou pela mesinha at cair em uma confortvel posio aos ps de Snape,pegou suas mo com as suas duas e apertou
seus lpis nelas. Se voc estiver l para proteg-lo... Severus, voc juraria? Voc faria o Juramento Inquebrvel? O Juramento Inquebrvel? a expresso de Snape
era vaga,ilegvel; Bellatrix, entretanto, deu uma risada triunfante.Voc no est ouvindo, Narcisa? Oh, ele ir tentar,eu tenho certeza... As mesmas palavras vazias,
a mesma deslizada fora do ar... Oh, sob as ordens do Lord Negro,com certeza! Snape no olhou para Bellatrix. Seus olhos negros estavam fixados nos olhos azuis cheios
de lgrimas de Narcisa,e ela continuava a segurar sua mo.. Certamente, Narcisa, eu farei o Juramento Inquebrvel. Ele disse vagarosamente. `Talvez, sua irm queira
sero nosso Elo de Ligao. A boca de Bellatrix estava escancarada. Snape se abaixou para que ele estivesse ajoelhado ao contrrio de Narcisa.Sob o olhar fixo atnito
de Bellatrix, eles deram asmos. Voc vai precisar da sua varinha, Bellatrix, disse Snape friamente, Ela a pegou, ainda parecendo atnita, E voc vai precisar chegar
um pouco mais perto, ele disse. Ela deu alguns passados para que ficasse prxima a eles,e colocou a ponta de sua varinha nas suas mos dadas.Narcisa falou. Ir voc,
Severus, cuidar do meu filho Draco ao satisfazer os pedidos do Lord Negro? Eu irei. disse Snape Uma fina labareda saiu da varinha e serpenteou-se envoltadas mos
como um vinho vermelho-fogo. E ir voc, com o melhor de suas habilidades, protege-lo do perigo? Eu irei. disse Snape Uma segunda labareda de fogo saiu da varinha
e se ligou  primeira, formando uma bela cadeira de lampejos. E, devo prov-lo necessrio... Se voc sentir que Draco ir falhar... sussurrou Narcisa (a mo de Snape
repeliu-seda dela, mas elas no se separaram) ir voc carregar o fardo que o Lord Negro ordenou a Draco cumprir? Houve um momento de silncio. Bellatrix assistiu,
sua varinha sob suas mos unidas, seus olhos bem abertos.Eu irei. disse Snape. O rosto pasmo de Bellatrix ficou vermelho com a chama de uma terceira labareda, que
saiu da varinha, se misturou com as outras e ricocheteou envolta de suas mos unidas,como uma corda, como uma cobra cor de fogo.


 Captulo 3
Captulo 3: Vai ou No Vai


Harry potter estava roncando baixo. ele estava sentado em uma cadeira em seu quarto por bem umas 4 horas, olhando para fora na rua escura, e tinha final mente cado
no sono com um lado de seu rosto contra o gelado vidro da janela, seus culos estavam cados e sua boca meio aberta. seu hlito embaada a janela que dava para uma
lmpada alaranjada na rua l fora, a luz artificial iluminava seu rosto fazendo-o parecer um tanto fantasmagrico, em grande contraste com seu cabelo muito negro.
o quarto estava cheio com varias possesses e um bom tinteiro. muita comida, bagaos de mas meio podres entulhavam o cho, um numero de livros-texto pendiam de
sua cama, e uma baguna de jornais embaixo de um abajur em sua mesa. a linha de um sublinhada: HARRY POTTER O ESCOLHIDO? rumores continuavam a voar sobre o recente
e misterioso distrbio com o ministro da magia, durante o qual, aquele que no deve ser nomeado havia voltado, uma vez mais. "ns no estamos autorizados a falar
sobre isso, no me pergunte nada"disse um obliviador agitado, que se recusou a dar seu nome enquanto deixava o ministrio ontem a noite. contudo, uma pessoa do alto
escalo do ministrio, confirmou que o foco da perturbao foi salo da profecia. "spokewizards" de dentro do ministrio se recusaram ate mesmo a confirmar a existncia
desse lugar, um grande numero da comunidade bruxa acredita que os comensais da morte agora servem sentenas em Azkaban para ultrapassar e intimidar aqueles que tentam
roubar a profecia. a natureza dessa profecia  desconhecida, grandes especulaes dizem que se concentra em harry potter, a nica pessoa conhecida a sobreviver ao
curso mortal, e que tambm  sabido que esteve com o ministro na noite em questo. alguns esto indo longe e chamando harry potter de o "escolhido", acreditando
segundo a profecia, ele seria o nico que conseguiria nos livrar daquele que no deve ser nomeado. os correntes boatos sobre a profecia, se  que ela existe, so
desconhecido, largamente (cont, pag. 2, coluna 5) um segundo jornal estava ao lado do primeiro. esse tinha o cabealho: SCRIMGEOUR SUCEDE FUDGE a maior parte da
primeira paginny estava coberta por uma foto preto-e-branco de um homem com uma juba de cabelos marrom-amarelados e um rosto um tanto quanto arruinado. a foto estava
em movimento -o homem estava se movendo na foto. rufus scrimgeour, antes Cabea do quartel dos Aurores no departamento da aplicao das leis magicas, est sucedendo
Cornelius Fudge como ministro da magia. a nomeao tem sido largamente tomada com entusiasmo pela populao bruxa, houve rumores de uma richa entre o novo minstro
e albus Dumbledore, novo Chefe Warlock do Wizengamot, com horas no escritorio de Scrimgeour. representantes de Scrimgeour admitiram que ele tinha se encontrado com
dumbledore uma vez, tomando posse do melhor emprego, mas se recusaram comentar sobre os tpicos em discusso. Albus Dumbledore  conhecido como (cont. pag 3, coluna
2) Na esquerda de outra pginny, a qual havia sido anexada uma reportagem com o ttulo "MINISTRO GARANTE A SEGURANA DOS ESTUDANTES" visvel. Novamente questionado,
o Ministro da Magia, Rufus Scrimgeour, falou hoje sobre as novas medidas pelo ministrio para garantir com segurana a volta dos alunos  Escola de Magia e Bruxaria
de Hogwarts neste outono. "Por bvias razes, o ministrio no vai entrar em detalhes sobre os novos planos de segurana", disse o ministro, apesar de que uma pessoa
de dentro do ministrio confirmou que essas medidas incluem feitios e magias defensivas, uma complexa disposio de "counter-curses" e uma pequena fora-tarefa
de aurores dedicados somente para a proteo de Hogwarts A maioria parece tranquilizada pelo discurso do novo ministro sobre a segurana dos alunos. A senhora Augusta
Longbottom disse: "Meu neto, Neville -, um grande amigo de Harry Potter, que lutou contra os comensais da morte ao lado de Harry no minstrio em Junho e - Mas o
resto da reportagem estava escondido embaixo de uma grande gaiola. Dentro tinha uma magnfica coruja nevada. Seus olhos mbares examinavam o quarto imperiosamente,
sua cabea girava sobre seu pescoo ocasionalmente para olhar seu dono roncar. Uma ou duas vezes ela bateu seu bico impacentemente, mas Harry est num sono muito
profundo para ouvi-la. Um grande ba estava bem no meio do quarto. Sua tampa estava aberta: j estava quase vazio a no ser por roupas de baixo (cuecas) velhas,
doces, frascos de tinta vazios e penas quebradas que revestiam o fundo. Prximo a isso, no cho, estava jogado um folheto brasonado (com braso) com as palavras:
EMITIDO EM NOME DE O MINISTRIO DA MAGIA Protegendo sua casa e sua famlia contra a arte das trevas A comunidade bruxa est atualmente sob a ameaa de uma organizao
chamada de Os Comensais da Morte. O seguinte guia ir ajud-lo a proteger sua casa, sua famlias e a s mesmo de um possvel ataque 1. Voc  aconselhado a no sair
sozinho de casa 2. Cuidado nas horas de escurido (de noite). Sempre que possvel, completem suas viagens antes do anoitecer. 3. Revise as condies de segurana
ao redor de sua casa, tendo certeza de que todos os membros de sua famlia esto cientes das medidas de segurana como feitios escudo e de desilusoe, no caso de
membros da famlia menores de idade, Side-Along-Apparitions 4. Faa perguntas pessoais para seus amigos mais prximos e familiares para detectas comensais que possam
estar mascarados pela poo polisuco (veja pag 2) 5. Caso voc sinta que um membro da famlia, colega, amigo ou vizinho esta agindo de maneira estranha, avise o
Esquadro mgico de reforo  lei o mais rpido possvel. Eles podem estar agindo sobre a maldio Imperius (veja pag 4) 6. Se a marca negra aparecer sobre qualquer
moradia ou outra construo, NO ENTRE, mas avise o escritrio dos aurores o mais rpido possvel 7. Boatos sugerem que o comensais podem estar usando agora "Inferi"
(veja pag 10). Qualquer sinal de algum "Inferious", ou encontro comum semelhante, deve ser comunicado ao ministro IMEDIATAMENTE. Harry grunhiu em seu sono e sua
cara escorregou na janela uma polegada, fazendo seu culos ficar mais torto, mas ele no acordou. Um despertador, consertado por Harry alguns anos atrs, estava
"tiquetaqueando" alto na cabeceira de sua cama, mostrando 10:59. Ao lado disso, preso no lugar por uma mo relaxada de Harry, estava um pedao de pergaminho coberto
por uma fina e inclinada escrita. Harry tinha lido este pergaminho to repetidamente desde sua chegada a 3 dias, que apesar de o mesmo ter sido entregue firmemente
enrolado, agora estava reto. Querido Harry, Se isso for conveniente para voc, eu chamar no nmero quatro, no estacionamento nessa sexta-feira s 11 para te escoltar
at a toca, onde voc est sendo convidado para passar o resto de suas frias. Se voc aceitar, e devo tambm estar contente de ser o seu assistente numa matria
em que eu espero ajudar no caminho para a toca, esplicarei melhor quando nos vermos. Enviei sua resposta pelo retorno desta coruja. Espero te ver na sexta. Albus
Dumbledore Embora ele j a conhecesse de cor, Harry tinha estado lanando olhares a esta carta a cada poucos minutos desde as sete da noite, quando ele tinha se
posicionado pela primeira vez ao lado da janela de seu quarto, onde tinha uma viso razovel da rua dos Alfeneiros. Ele sabia que era insensato reler novamente as
palavras de Dumbledore; Harry tinha mandado de volta o seu "sim" com a coruja, como pedido, e tudo que ele poderia fazer agora era esperar: Ou Dumbledore estava
vindo, ou ele no estava. Mas Harry no tinha arrumado as malas. Apenas parecia muito bom para ser verdade que ele ia ser salbus dos Dursleys depois de uma mera
quinzena na companhia deles. Ele no pde ignorar o sentimento que algo ia sair errado - a sua resposta para a carta de Dumbledore poderia ter sido desviada; Dumbledore
poderia ter sido impedido de recolh-la; a carta poderia no se mostrar nada para Dumbledore, mas um truque ou piada ou armadilha. Harry no tinha se mostrado capaz
de arrumar as malas e ento ficar desapontado e desarrum-las novamente. O nico gesto que ele tinha feito  possibilidade de uma viagem foi fechar a sua coruja
nevada, Edwirges, seguramente na gaiola dela. O ponteiro dos minutos do despertador alcanou o nmero doze e, naquele momento preciso, as lmpadas da rua l fora,
se apagaram. Harry despertou como se a escurido sbita fosse um alarme. Endireitando rapidamente os seus culos e descolando sua face do vidro, ele apertou seu
nariz contra a janela e deu uma olhada para a calada. Uma figura alta em uma longa, ondulada capa estava caminhando no jardim. Harry saltou como se ele tivesse
recebido um choque eltrico, golpeado em cima de sua cadeira, comeou arrebatando qualquer coisa dentro de alcance do cho e lanando dentro de seu ba. At mesmo
ele jogou um jogo de mantos, dois livros de feitios, e um pacote de "crisps" pelo quarto, a campainha da porta tocou. Na escadaria da sala de estar o Tio Valter
gritou, " Quem, infernos, est chamando a esta hora da noite? Harry gelou com um telescpio de metal em uma mo e um par de "trainers" na outra. Ele tinha esquecido
avisar os Dursleys que Dumbledore poderia estar vindo. Sentindo se apavorado e ao mesmo tempo perto de rir, ele subiu em cima do ba e puxou-o aberto pelo seu quarto
para ouvir uma voz profunda dizer, "boa noite. Voc deve ser Sr. Dursley. Eu imagino que Harry lhes contou que eu estaria vindo por ele"? Harry correu descendo dois
degraus por vez, parando repentinamente a alguns passos do piso, como sua experincia longa tinha lhe ensinado a permanecer fora do alcance dos braos do seu tio
sempre que possvel. L na entrada estava um homem alto, magro com cabelo comprido at na cintura prateado e barba. Tinha culos meio-lua no seu nariz dobrado, e
ele estava usando uma longa capa negra de viagem e chapu pontiagudo. Valter Dursley, cujo bigode estava quase to espesso quanto o de Dumbledore, entretanto negro,
e que estava usando um roupo castanho-escuro, estava encarando a visita como se ele seus olhos minsculos no pudessem acreditar no que viam. "Julgando por seu
olhar de impressionada descrena, Harry no o advertiu que eu estaria vindo, Dumbledore " disse agradavelmente. " Porm, deixe-me supor que voc me convidou cordialmente
em sua casa. No  inteligente demorar demais no degrau de entrada da porta nestes tempos difceis". Ele pisou inteligentemente em cima do umbral e fechou a porta
s suas costas. "Faz muito tempo desde minha ultima visita" disse Dumbledore, olhando sobre seu nariz curvo para o Tio Valter. " Eu tenho que dizer, seus agapanthus
esto florescendo ". Valter Dursley no disse nada. Harry no duvidou que a fala retornasse a ele, e logo - a veia que pulsava no pescoo de seu tio estava alcanando
pontos de perigo - mas algo sobre Dumbledore parecia ter o roubado temporariamente o flego. Poderia ter sido o "wizardishness" grosseiro de sua aparncia, mas talvez,
tambm, o Tio Valter pudesse sentir que ali era um homem quem seria muito difcil ameaar. " Ah, boa noite Harry", disse Dumbledore, o olhando pelos seus culos
meia-lua com uma expresso mais satisfeita. " Excelente, excelente ". Estas palavras pareceram despertar Tio Valter. Estava claro que no que lhe diz respeito, qualquer
homem que pudesse olhar Harry e dizer " excelente " era um homem com quem ele nunca poderia olhar olho para olho. " Eu no pretendo ser rude - " ele comeou, em
um tom que ameaou grosseria em cada slaba. "--contudo, tristemente, grosseria acidental acontece inquietantemente com freqncia, " Dumbledore terminou a orao
gravemente. " Melhor no dizer nada, meu querido homem. Ah, e esta deve ser Petnia ". A porta de cozinha tinha aberto, e l estava a tia de Harry, usando luvas
de borracha e um avental sobre sua camisola, claramente a meio tempo entre a hora de dormir e sua habitual limpeza de todas as superfcies de cozinha. Sua face "com
traos de cavalo" no registrou nada mais que choque. " Albus Dumbledore", disse Dumbledore, quando Tio Valter no efetuou uma introduo. " Ns correspondemos,
claro ". Harry pensou que este era um modo estranho de recordar Tia Petnia, que ele tinha lhe enviado uma vez uma carta explosiva, mas Tia Petnia no desafiou
o termo. " E este deve ser seu filho, Dudley "? Dudley tinha naquele momento espreitado em volta da porta de sala de estar. A sua cabea grande, loira subindo fora
do colarinho de "stripy" do seu pijama olhou desligado, boquiaberto de surpresa e "I car"??. Dumbledore esperou um momento ou dois, aparentemente para ver se qualquer
dos Dursleys iria dizer qualquer coisa, mas como o "o.ilcncc"?? estirou nele sorriu. Ns assumiremos que voc me convide para sua sala de estar? Dudley se mexeu
fora do normal  medida que Dumbledore passava por ele. Harry, ainda agarrando com fora seu telescpio e trainers, saltou os ltimos degraus e seguiu Dumbledore,
que tinha se ajeitado poltrona mais prxima ao fogo e estava olhando as coisas em volta com agradvel interesse. Ele olhou totalmente e extraordinariamente fora
de lugar. "Ns no --ns no estamos partindo, senhor "? Harry perguntou ansiosamente. " Sim, realmente ns estamos, mas h algumas questes que ns precisamos discutir
primeiro" disse Dumbledore. "E eu preferiria no fazer to ao ar livre. Ns s infringiremos um pouco mais a hospitalidade de sua tia". " Voc vai, voc vai?" Valter
Dursley tinha entrado na sala, Petnia ao encalo dele, e Duda escapando por trs dos dois. " Sim", Dumbledore disse simplesmente, " eu devo ". Ele puxou sua varinha
to rapidamente que Harry custou a ver; com um estalido casual, o sof zuniu adiante e bateu os joelhos dos trs do Dursleys de forma que eles desmoronaram sobre
ele. Outro estalido da varinha e o sof zuniu atrs a sua posio originnyl. " Ns podemos tambm estar confortveis", disse Dumbledore agradavelmente.  medida
que ele recolocou sua varinha no bolso, Harry viu que a mo dele estava enegrecida e murcha; parecia como se a carne tivesse sido queimada. " Senhor - o que aconteceu
com sua-?" " Depois, Harry", disse Dumbledore. " Por favor sente se". Harry pegou a poltrona restante e escolhendo no olhar os Dursleys que pareciam atordoados
em silncio. " Eu suporia que voc fosse me oferecer refresco, " Dumbledore disse ao Tio Valter, " mas as evidncias at aqui sugerem que no deveria ser otimista
ao ponto desse tolice ". Um terceiro agito da varinha, e uma garrafa empoeirada e cinco copos apareceram  meia altura. A garrafa inclinou e derramou uma medida
generosa de lquido mel-colorido em cada dos copos que ento flutuaram para cada pessoa na sala. "O mais fino Hidromel curtido em carvalho sa Madame Rosmerta", disse
Dumbledore, elevando seu copo para Harry, que pegou o seu prprio e bebericou. Ele nunca tinha tido experimentado qualquer coisa parecida antes, mas desfrutou imensamente.
Os Dursleys, depois de olhares rpidos, assustados de um ao outro, tentaram ignorar os seus copos completamente, um feito difcil, como eles estavam os cutucando
com suavidade nos lados de suas cabeas. Harry no pde suprimir uma suspeita que Dumbledore estava se desfrutando bastante. " Bem, Harry", Dumbledore disse, dirigindo
em direo a ele, "uma dificuldade surgiu, a qual espero eu que voc possa resolver para ns. Por ns, eu quero dizer a Ordem da Fnix. Mas em primeiro lugar eu
lhe tenho que falar que o testamento de Sirius foi descoberto uma semana atrs e que ele deixou tudo que ele possua para voc". Em cima de no sof, Tio a cabea
de Vernon virou, mas Harry no o olhou, nem ele poderia pensar que de qualquer coisa que diz exclua, " Oh. Direito ". " Isto , o principal, bastante direto, " Dumbledore
continuou. " Voc possui uma quantia razovel de ouro em sua conta no Gringotes, e voc herda todas as posses pessoais de Sirius. A parte ligeiramente problemtica
do legado -" O padrinho dele est morto? disse Tio Valter em voz alta do sof. Dumbledore e Harry ambos viraram para o olhar. O copo de hidromel estava batendo agora
bastante insistentemente ao lado da cabea de Valter; ele tentou tirar fora. " Ele est morto? O padrinho dele?" " Sim", disse Dumbledore. Ele no perguntou para
Harry por que ele no havia confiado nos Dursleys. " Nosso problema, " ele continuou a Harry, como se no tivesse havido nenhuma interrupo,"  que Sirius deixou
pra voc o Largo Grimmauld, numero doze. " Ele est ficando com uma casa "? disse Tio Valter ambiciosamente, com seus pequenos olhos se estreitando, mas ningum
lhe respondeu. " Vocs podem continuar usando-a como sede", Harry disse. " Eu no me importo. Vocs podem ficar com ela, eu realmente no a quero". Harry nunca quis
botar os ps no Largo Grimmauld, nmero doze, novamente, se ele pudesse ajudar. Ele pensou que ele sempre seria assombrado pela memria de Sirius que ronda seus
quartos bolorentos escuros solitrio, encarcerado dentro do lugar que ele tinha querido partir to desesperadamente. " Isso  generoso, " Dumbledore disse. "Porm,
ns desocupamos o edifcio temporariamente ". Por que "? " Bem," Dumbledore disse, ignorando o murmrio do Tio Valter que estava sendo golpeado inteligentemente
em sua cabea pelo persistente copo de hidromel tradio familiar " A tradio da famlia Black decretou que a casa fosse passada para as prximas geraes da linhagem
direta, para o prximo homem com o nome de Black. Sirius era o ltimo da linhagem, como o irmo mais jovem dele, Regulus, e faleceram ambos sem terem filhos. Enquanto
o seu testamento faz perfeitamente que voc tenha a casa,  no obstante possvel que algum feitio ou encanto que foi fixo no lugar assegurar que no pode ser possudo
por qualquer um diferente de um puro sangue". Uma imagem vvida do grito, saindo do retrato da me de Sirius que se manteve o corredor do Largo Grimmauld, nmero
doze, brilhou na mente de Harry. " Eu aposto que l tem, " ele disse. " Perfeitamente", disse Dumbledore. " E se tal um encanto existe, ento a propriedade da casa
 provvel passar para o mais antigo parente de Sirius vivo, que seria a prima dele, Bellatrix Lestrange ". Sem perceber o que ele estava fazendo, Harry pulou sobre
seus ps; o telescpio e trainers no seu colo rolaram pelo cho. Bellatrix Lestrange, a assassina de Sirius, herda a casa dele? " No, " ele disse. " Bem, obviamente
ns preferiramos que ela ou no a adquirisse", disse Dumbledore calmamente. " A situao est carregada de complicaes. Ns no sabemos se os encantos que ns
mesmos colocamos l, por exemplo, fazendo-a "Unplottable"(ilocalizvel, talvez), se mantero agora aquela propriedade passou das mos de Sirius. Poderia ser que
Bellatrix chegue no degrau de entrada a qualquer momento. Naturalmente ns tivemos que nos mudar at esclarecermos esta posio," " Mas como voc vai descobrir se
me permitem possu-la"? " Felizmente" disse Dumbledore, "h um teste simples." Ele colocou seu copo vazio em uma mesa pequena ao lado de sua cadeira, mas antes de
ele pudesse fazer qualquer outra coisa, Tio Valter gritou, " voc receberia estas coisas coradas sem ns "? Harry deu uma olhada; todos os trs Dursleys estavam
se encolhendo com seus braos em cima das suas cabeas com os copos saltando de cima para baixo nos seus crnios, os contedos deles voando pra todos os lugares.
" Oh, desculpe-me", Dumbledore disse educadamente, e ele elevou sua varinha novamente. -todos trs copos desapareceram. " Mas teria sido de melhor tom beber isto,
voc sabe ". Parecia como se o Tio Vernon fosse explodir com qualquer nmero de respostas desagradveis, mas ele somente encolheu atrs nas almofadas com Tia Petnia
e Duda e no disse nada, mantendo seus pequenos olhos de porco na varinha de Dumbledore. " Veja voc, " Dumbledore disse, voltando a Harry e falando novamente como
se o Tio Valter no tivesse se pronunciado, " se voc herdou a casa realmente, voc tambm herdou -" Ele sacudiu sua varinha pela quinta vez. Havia um estalo alto,
e um elfo domstico apareceu, com um focinho para um nariz, as orelhas de morcego gigante, e olhos sanguinolentos enormes, sobre o carpete felpudo dos Dursleys e
coberto em trapos encardidos. Tia Petnia deixou sair um grito agudo horrvel; nada to imundo havia entrado em sua casa em sua memria vivente. Duda puxou o seu
grande, desnudo, p rosa para fora do cho e se sentou com eles elevados quase sobre a cabea dele, como se ele pensasse que a criatura poderia aumentar suas calas
compridas de pijama, e Tio Vernon berrou, isso que infernos  isso"? " Monstro," finalizou Dumbledore. "Monstro no, Monstro no, Monstro no!" resmungava o elfo-domstico,
quase to ruidosamente quanto o Tio Valter, estampando seus ps longos, nodosos e puxando as suas orelhas. " Mostro pertence  Senhorita Bellatrix, oh sim, Monstro
pertence aos Black, Monstro querer sua nova mestra, Monstro no querer ir com Potter pirralho, Monstro no vai, no v, no -" " Como voc pode ver, Harry", Dumbledore
disse ruidosamente, por cima do resmungo de Monstro" no, no ir, no ir," " Monstro est mostrando uma certa relutncia para passar para sua propriedade ". "
Eu no me preocupo", disse Harry novamente, olhando com desgosto o elfo domstico se retorcendo e esperniando. " Eu no o quero". "No, no, no, no -" " Voc preferiria
que ele passasse para s propriedade de Bellatrix Lestrange? Levando em considerao que ele viveu na sede da Ordem da Fnix todo o ano passado? "No, no , no,
no -" Harry encarou Dumbledore. Ele sabia que Monstro no poderia ser permitido ir e viver com Bellatrix Lestrange, mas a idia de o possuir, de ter responsabilidade
pela criatura que tinha trado Sirius, era repugnante. "D a ele uma ordem," disse Dumbledore. " Se ele passou para sua propriedade, ele ter que obedecer. Se no,
ento ns teremos que pensar em alguns outros meios de mant-lo em seu mestre legtimo. "No, no, no, no!" A voz de Monstro tinha se elevado a um grito. Harry
poderia pensar que de nada para dizer a no ser, " Monstro, cale-se"! Passou um momento como se Monstro fosse se sufocar. Ele agarrou sua garganta, sua boca ainda
trabalhando furiosamente, seus olhos inchando. Depois de alguns segundos de tragar frentico, ele se lanou adiante sobre o tapete (Tia Petnia choramingou) e bateu
o cho com as mos e ps para um violento, mas completamente silencioso, acesso de raiva. " Bem, isso simplifica as coisas", disse Dumbledore animadamente. " Parece
que Sirius sabia o que ele estava fazendo. Voc  o dono legtimo do Largo Grimmauld nmero doze e de Monstro". " Eu - eu tenho que mant-lo comigo"? Harry perguntou,
espantado, ns Monstro batia ao redor de seus ps. " No se voc no quer", disse Dumbledore. " Se eu poder dar sugesto, voc poderia o enviar a Hogwarts para trabalhar
l na cozinha. Daquele modo, os outros elfos-domsticos poderiam ficar de olho nele ". " Yeah," disse Harry em alvio, " yeah, eu farei isso. Er - Monstro - eu o
quero que voc v para Hogwarts e trabalhar l na cozinha com os outros elfos-domsticos". Monstro que estava agora deitado de costas com seus braos e pernas no
ar de a Harry um mentindo agora no ar apartamento na parte de trs dele com os braos dele e pernas no ar deu a Harry um olhar de profunda abominao e, com outro
estampido alto, desapareceu. "Bom", Dumbledore disse. H tambm a questo do hipogrifo, Bucbeac. Hagrid tem cuidado dele desde que Sirius morreu, mas Bucbeac agora
 seu, assim se voc preferisse fazer arranjos diferentes -" " No, "Harry disse imediatamente, " ele pode ficar com Hagrid. Eu penso que Bucbeac preferiria isso
". " Hagrid ficar encantado," Dumbledore disse, sorrindo. " Ele estava excitado para ver Bucbeac novamente. Incidentemente, ns decidimos, pelos interesses da segurana
de Bucbeac, rebatiz-lo de  Witherwings por enquanto, embora eu duvide que o Ministrio adivinharia que ele  o hipogrifo que eles condenaram uma vez a morte. Agora,
Harry, seu ba est arrumado"? Erm. .. " Difcil de descobrir"? Disse Dumbledore com sagacidade. " Eu apenas irei e - er - termino" disse Harry apressadamente, se
apressando para apanhar o telescpio e os trainers cados. Levou um pouco mais de dez minutos para localizar tudo que ele precisava; afinal ele tinha conseguido
tirar a Capa de Invisibilidade debaixo da cama, atarraxada ao topo de trs do seu jarro de tinta, e forou a tampa do seu ba fechou seu caldeiro. Ento, levantando
se ba em uma mo e contendo a gaiola de Edwirges em outra, ele retornou escada abaixo, Ele foi desapontado em descobrir que Dumbledore no estava esperando no corredor
o que significou que ele teve que voltar  sala de estar. Ningum estava falando. Dumbledore estava sussurrando calmamente, aparentemente totalmente com sua facilidade,
mas a atmosfera era mais espessa que pudim frio, e Harry no ousou olhar para os Dursleys, e ele disse, "Professor - eu estou pronto agora". "Bom" disse Dumbledore.
" Apenas uma ltima coisa, ento ". E ele virou para falar mais uma vez aos Dursleys. " Como voc estar indubitavelmente atento, Harry chega na maturidade em um
ano -" " No, " disse Tia Petnia, falando pela primeira vez desde a chegada de Dumbledore. " Eu sinto muito"? disse Dumbledore educadamente. " No, ele no faz".
Ele  um ms mais jovem que Dudley, e Duda no ter dezoito at o ano depois do prximo. " Ah, " Dumbledore disse agradavelmente, " mas no mundo da Magia, ns chegamos
 maturidade aos dezessete ". Tio Valter murmurou, "Absurdo, " mas Dumbledore o ignorou, " Agora, como vocs j sabem, o mago chamado Lord Voldemort retornou a este
pas. A comunidade da Magia est atualmente em um estado de guerra aberta. Harry, a quem Lord Voldemort j tentou matar em vrias ocasies, est agora at em maior
perigo que o dia em que eu o deixei quinze anos atrs em seu degrau da porta de entrada, com uma carta explicando sobre o assassinato dos pais dele e expressando
a esperana que vocs tomariam conta dele; apesar de que ele j estaria entre os seus". Dumbledore pausou, e embora a voz dele permanecesse clara e calma, e ele
desse nenhum sinal bvio de raiva, Harry sentia um tipo de frio que emanava dele e notou que os Dursleys se juntaram muito ligeiramente uns aos outros. " Voc no
fez como eu pedi. Voc nunca tratou Harry como um filho. Ele conheceu nada mais que negligncia e freqentemente crueldade sob suas mos. E o melhor que pode ser
dito  que ele pelo menos escapou do dano apavorante que voc infligiu ao infeliz menino que est entre vocs ". Ambos Tia Petnia e Tio Valter deram uma olhada
instintivamente, como se esperando ver algum diferente de Duda se apertando entre eles. " Ns - maltratar Duda? Que voc-"? comeou Tio Valter furiosamente, mas
Dumbledore elevou o seu tom para silncio, um silncio que se caiu como se ele tivesse golpeado Tio Valter mudo. " A magia eu evoquei quinze anos atrs para que
Harry tivesse poderosa proteo enquanto ele ainda pudesse chamar esta casa de lar. Porm miservel ele esteve aqui, indesejado e tratado mal de qualquer forma,
vocs tem pelo menos, rancorosamente, lhe permitido houseroom. Esta magia deixar de operar no momento que Harry atingir dezessete; em outras palavras, no momento
ele se torna um homem. Eu peo s isto: que vocs permitam a Harry voltar, uma vez mais, para esta casa, antes do dcimo stimo aniversrio dele, que assegurar
que a proteo continue at aquele tempo ". Nenhum dos Dursleys disse qualquer coisa. Duda estava franzindo as sobrancelhas ligeiramente, como se ele ainda estivesse
tentando concluir quando ele fora alguma vez maltratado. Tio Valter olhou como se ele tivesse algo entalado em sua garganta; Tia Petnia, porm, corou de forma estranha.
" Bem, Harry. . . tempo para ns cairmos fora," Dumbledore disse afinal, se levantando e endireitando a sua longa capa preta. " At nos encontramos novamente, "
ele disse aos Dursleys, que pareceram como se aquele momento pudesse durar pra sempre at o ponto em que eles se preocuparam, e depois de tirar o seu chapu, ele
arrastou da sala. " Adeus", disse Harry apressadamente para os Dursleys, e seguiu Dumbledore que parou ao lado do ba de Harry no qual a gaiola de Edwirges estava
presa. " Ns no queremos ficar sobrecarregados com isso justo agora, " ele disse, tirando sua varinha novamente. " Eu os enviarei para A TOCA para esperar por ns
l. Porm, eu gostaria de voc trouxesse sua Capa de Invisibilidade. . . por via das dvidas". Harry extraiu a sua capa do ba com alguma dificuldade, tentando no
mostrar a Dumbledore a baguna dentro dele. Quando ele tinha colocado-a em um bolso interior da sua jaqueta, Dumbledore ondulou sua varinha e o ba, a gaiola, e
Edwirges desapareceram. Dumbledore ento ondulando a varinha novamente, e a porta da frente se abriu sobre escurido fresca, nublada. " E agora, Harry, vamos sair
na noite e seguir aquela excntrica e sedutora aventura ".
































Captulo 4
Captulo 4 - Horcio Slughorn


Apesar do fato dele ter gasto todo o tempo dos ltimos dias esperando desesperadamente que Dumbledore viesse busc-lo, Harry sentiu-se distintamente inbil enquanto
eles desciam a Rua dos Alferneiros juntos.Ele nunca tinha tido uma conversa com Dumbledore fora de Hogwarts antes; geralmente havia uma escrivaninha entre eles.
A lembrana do seu ultimo cara a cara deixou uma sensao embaraosa em Harry, pois ele quebrou a maioria das coisas de Dumbledore. Contudo, Dumbledore parecia completamente
relaxado."Deixe sua varinha sempre preparada Harry" ele disse finalmente."Mas eu pensei que no podia usar mgica fora da escola, senhor?"."Se houver um ataque,"
disse Dumbledore, "eu lhe dou permisso para usar qualquer azarao ou maldio que for melhor para voc. Contudo, eu no acho que voc tem que se preocupar com
algum ataque hoje  noite.""Por que no senhor?""Voc esta comigo Harry," falou Dumbledore, "isso j basta".Ele caminhou at o final da Rua dos Alferneiros."Voc
no passou no teste para apartar, passou Harry?""No, eu achei que eu tinha que ter 17 anos."" mesmo, voc tem que, ento, segurar forte no meu brao, no esquerdo,
se voc no se importa, como voc sabe, minha varinha esta muito frgil nesse momento".Harry segurou o brao como Dumbledore mandou."Muito bem, aqui vamos ns."Harry
teve que soltar o brao de Dumbledore quando comeou a girar, tudo ficou preto e ele no conseguiu mais respirar, ele girou em todas as direes, seus olhos foram
forados contra sua cabea, seus tmpanos estavam sendo empurrados profundamente em seu crnio e ento...Ele sentiu o ar frio e abriu seus olhos que ainda estavam
tremendo. Ele e Dumbledore estavam agora de p em uma praa de uma vila deserta, no centro havia um memorial de guerra e alguns bancos. Harry percebeu que essa foi
a primeira vez que ele aparatou na sua vida."Voc esta bem?" perguntou Dumbledore olhando para baixo. "A sensao no  das melhores, no ?""Eu estou bem, mas ainda
prefiro as vassouras"Dumbledore sorriu, ele deu a seu relgio de viagens um pouco mais de luz, em volta de seu pescoo e disse "Por aqui".Passaram por lugares vazios
e algumas casas. De acordo com o relgio de Dumbledore, j era quase meia noite."Ento, me conte Harry, sua cicatriz, ela tem dodo ultimamente?""No, e eu estou
pensando muito sobre isso ultimamente, eu pensei que agora que Voldemort voltou, ela iria doer muito"Ele olhou de relance para Dumbledore e viu uma expresso de
satisfao em seu rosto."Agora que Voldemort percebeu como era perigoso voc ter acendido s suas sensaes e sentimentos, parece que ele esta usando a Oclumncia
contra voc"."Bem, eu que no estou reclamando," disse Harry, que agora percebeu que no tinha mais sensaes estranhas e via as coisas que Voldemort via.Eles viraram
uma esquina, passaram por um ponto de nibus e um orelho. Harry virou sua cabea para Dumbledore."Professor?""Harry?""Hmm, onde exatamente ns estamos?""Essa, Harry,
 a vila dos Budleigh Babberton.""E o que ns estamos fazendo aqui?""Ah, claro, eu no falei para voc" disse Dumbledore "Eu j perdi as contas de quantas vezes
eu j falei isso nos recentes anos. Ns estamos aqui para visitar um velho amigo meu e tentar convence-lo a voltar para Hogwarts" "E como eu posso ajudar, senhor?""Humm,
eu acho que nos vamos encontrar algum uso para voc Harry, s espere."Harry deu uma olhada em volta, todas as janelas eram escuras, pensando nos dementores, Harry
segurou firme sua varinha no seu bolso."Professor, por que ns simplesmente no apartamos na casa de seu amigo?""Isso seria to rude quanto chutar a porta da frente
e sentar em seu sof, Harry, e tambm, a maioria dos bruxos tem feitios anti-aparatamento em suas casas, Hogwarts por exemplo...""...Voc no pode apartar para
os quartos ou salas, Mione me falou isso.""E ela esta totalmente certa (de novo), viramos  esquerda aqui."O relgio da Igreja marcava 8 horas atrs deles. Harry
se perguntava por que Dumbledore no tinha simplesmente ligado para seu amigo, mais ele tinha perguntas mais urgentes para fazer."Professor, eu vi no Profeta dirio
que Fudge foi demitido...""Verdade," falou Dumbledore, "ele foi substitudo, como eu tenho certeza que voc tambm viu, por Rufus Scrimgeour, que costumava ser o
chefe do Departamento dos Aurores no Ministrio""Ele ... Voc acha que ele  bom?""Pergunta interessante... Ele com certeza  mais forte e decidido que Cornelius.""Sim,
mais eu quero dizer...""Eu sei o que voc quer dizer, ele  um homem de atitude, lutou contra bruxos das trevas sua vida inteira e ele no subestima Voldemort."Harry
esperou, mas Dumbledore no disse nada sobre o desentendimento com Scrimgeor que o Profeta Dirio havia reportado, e ele no teve coragem de puxar o assunto, ento
ele o mudou. "E... senhor... Eu vi sobre a Madame Bones.""Sim," disse Dumbledore calmamente. "Uma perda terrvel. Ela era uma grande bruxa.  por aqui. Eu acho -
ai."Ele havia apontado com sua mo machucada."Professor, o que aconteceu com sua-?""Eu no tenho tempo para explicar agora," disse Dumbledore, " uma histria interessante,
Eu queria lhe fazer jus."Ele sorriu para Harry, que entendeu que ele no estava ficando chateado, e que podia continuar a fazer perguntas."Senhor, eu recebi uma
coruja do ministrio sobre precaues que devemos ter contra os Comensais...""Eu recebi uma tambm, voc achou ela til?""No...""No, eu achei que no mesmo, voc
no precisa me perguntar qual meu sabor favorito de gelia para saber se sou eu mesmo Harry.""No, eu no..." Harry no sabia se isso foi uma represso ou no."S
pra garantir Harry,  framboesa, claro que se eu fosse um comensal eu no saberia isso e teria q pesquisar mais...""Er... ok... Bom, no folheto eles falaram alguma
coisa sobre Inferi, o que  exatamente isso?""So as pessoas mortas que o Voldemort enfeitiou para ajudar ele. Claro, ele matou muita gente para conseguir isso."
Esse  o lugar, Harry, por aqui.Eles estavam se aproximando de uma casa de pedra pequena, limpa, que comeava em seu prprio jardim. Harry estava muito ocupado digerindo
a horrvel idia do Inferi para prestar ateno em qualquer outra coisa, mas  medida que eles alcanaram o porto da frente, Dumbledore parou completamente e Harry
bateu nele. " Oh querido. Oh querido, querido, querido ". Harry desviou seu olhar para o caminho da frente, cuidadosamente tendido e sentiu seu corao partido.
A porta dianteira estava pendurando suas dobradias. Dumbledore deu uma olhada pra cima e pra baixo na rua. Parecia totalmente deserta. " Saque a varinha e me siga,
Harry," ele disse quietamente. Ele abriu o porto e caminhou rapidamente e silenciosamente no caminho do jardim, Harry aos seus calcanhares, ento empurrou a porta
da frente muito lentamente, a varinha dele elevou e pronto. "Lumos ".A varinha de Dumbledore acendeu jorrando luz no corredor estreito.  esquerda, outra porta estava
aberta. Segurando a sua varinha iluminada no alto, Dumbledore entrou na sala de estar com Harry bem atrs dele. Uma cena de devastao total se encontrou aos olhos
deles. Um relgio de pndulo estilhaado aos ps deles, com sua parte frontal rachada, seu pndulo cado um pouco mais distante como uma espada abandonada. Um piano
estava em seu lado, com suas teclas espalhadas pelo cho. Os destroos de um candelabro cado figuravam ali perto. Almofadas esvaziadas, penas que escoam de golpes
que elas tinham sofrido; fragmentos de vidro e porcelana estavam como p em cima de tudo. Dumbledore elevou sua varinha um pouco mais alto, de forma que sua luz
foi lanada nas paredes onde algo vermelho escuro e viscoso foi respingado sobre o papel de parede. A respirao de Harry fez Dumbledore dar uma olhada em volta.
" Nada legal, no ?" ele disse pesadamente. " Sim, algo horrvel aconteceu aqui ". Dumbledore moveu-se cuidadosamente para o meio da sala, examinando os destroos
aos seus ps. Harry o seguiu olhando ao redor, meio-assustado com o que ele poderia ver escondido atrs dos destroos do piano ou o sof destrudo, mas havia nenhum
sinal de um corpo. " Talvez houve uma luta e - e eles o arrastaram fora, Professor "? Harry sugeriu, tentando no imaginnyr quo gravemente ferido um homem ficaria
para deixar essas manchas respingadas nas paredes. " Eu no acho", disse Dumbledore quietamente, espreitando atrs de uma poltrona estufada cada ao seu lado. "
Voc acha que ele est...?" " Ainda aqui em algum lugar? Sim ".E sem aviso, Dumbledore abaixou, mergulhando a ponta de sua varinha no assento da poltrona, que gritou
"Ai "! " Boa noite, Horcio," disse Dumbledore, se endireitando novamente para cima. A mandbula de Harry caiu. Onde em uma frao de segundo atrs havia uma poltrona,
agora estava um encurvado e enormemente gordo, careca e velho homem que estava massageando sua barriga e piscando para Dumbledore com um olho entristecido e mido.
"No havia necessidade de cravar a varinha to duramente, " ele disse irritado, se endireitando. " Doeu ". A luz da varinha cintilou em sua cabea brilhante, seus
olhos salientes, o bigode enorme, prateado,"como uma morsa", e os botes altamente polidos na jaqueta aveludada castanha que ele estava usando em cima de um par
de pijamas de seda lils. O topo de sua cabea alcanou apenas o queixo de Dumbledore. " O que  isto? ele grunhiu  medida que cambaleou aos seus ps, ainda esfregando
sua barriga. Ele parecia notavelmente imperturbvel para um homem que tinha sido descoberto h pouco fingindo ser uma poltrona. " Meu caro Horcio," disse Dumbledore,
olhando entretido, "se os Comensais da Morte realmente tivessem sido chamados, a Marca Negra tivesse sido colocada sobre a casa ". O mago deu um tapa com uma mo
gorducha na frente de sua vasta testa. " A Marca Negra," ele murmurou. " Sabia que havia algo... ah bem. No teria tido tempo de qualquer maneira, eu apenas dei
uns toques finais na minha tapearia quando voc entrou na sala". Ele inspirou um grande suspiro que fez as pontas do bigode dele tremularem. "Voc gostaria de minha
ajuda?" perguntou Dumbledore educadamente . " Por favor, " disse o outro. Eles ficaram de p, um de costas para o outro, o bruxo magro e alto e o baixo e gordo,
e balanando suas varinhas em um idntico e envolvente movimento.A moblia voou de volta para seus lugares originnyis; ornamentos reformaram no ar, as penas zuniram
para suas almofadas; livros rasgados se consertaram e aterrissaram nas estantes; lanternas de leo planaram sobre mesas e reacenderam; uma coleo vasta de armaes
de quadro prateadas lascadas voou reluzindo pela sala, e desceu, inteira e limpa, em uma escrivaninha; rasgos, rachas, e buracos se regeneraram em todos os lugares,
e as paredes se limparam. " Que tipo de sangue era aquele, casualmente "? perguntou Dumbledore em voz alta para em cima do barulho do recentemente nao-quebrado relgio
de pndulo. " Nas paredes? Drago, " gritou o mago chamou Horcio, a medida que, com um tilintar ensurdecedor, o candelabro se atarraxava no teto. Houve um som final
do piano, e silncio. " Sim, drago, " repetiu o bruxo na conversa. " Minha ltima garrafa, e os preos esto pela nas alturas atualmente. Ainda, poderia ser reutilizvel
". Ele discursava sobre uma garrafa cristalina pequena que estava sobre um buffet e levantou-a em direao  luz, examinando o lquido espesso dentro. " Hmm. Um pouco
empoeirada ". Ele colocou a garrafa de volta no buffet e suspirou. Foi ento que o seu olhar caiu sobre Harry." Oh, " ele disse, com seus redondos e grandes olhos
voando para testa de Harry e para a cicatriz em forma de raio. "Oh "! " Este", Dumbledore disse, indo para frente pra fazer a introduo " ... Harry Potter". Harry,
este  um velho Amigo e meu colega, Horcio Slughorn ". Slughorn virou-se para Dumbledore, com expresso sagaz. " Ento  dessa forma que voc pensa em me persuadir,
no ? Bem, a resposta  no, Albus ". Ele empurrou Harry para trs, a sua face se virou decididamente com o ar de um homem que tenta resistir a tentao. " Eu suponho
ns podemos ter uma bebida, ao menos "? perguntou Dumbledore. " Pelos bons e velhos tempos?" Slughorn vacilou. " Certo ento, uma bebida, " ele disse de forma descorts.
Dumbledore sorriu a Harry e o dirigiu para uma cadeira bem distinta daquela que Slughorn tinha recentemente se personificado, ao lado direito do fogo que recentemente
queimava e brilhavam uma lamparina de leo. Harry pegou o assento com a ligeira impresso de que Dumbledore, por alguma razo, o queria to visvel quanto fosse
possvel manter. Certamente quando Slughor,n que tinha estado ocupado com garrafas e copos, voltou-se para a sala novamente, seus olhos caram imediatamente em Harry.
" Hmpf, " ele disse, olhando pra outro lugar rapidamente como se tivesse amedrontado ou ferido seus olhos. " Aqui - " Ele deu uma bebida a Dumbledore que tinha se
sentado sem nenhum convite, empurrou a bandeja a Harry, e ento afundou nas almofadas do sof consertado e um decepcionado silncio. As pernas dele eram to pequenas
que elas no tocaram o cho. " Bem, como voc tem estado, Horcio"? Dumbledore perguntou. " No to bem," Slughorn disse imediatamente. "Peito fraco. Ofegante. Reumatismo
tambm. No posso me mover como eu costumava. Bem, era o esperado. Velhice. Fadiga ". " E ainda voc tem que se mover bastante depressa para preparar as boas-vindas
para ns," Dumbledore disse. " Voc no pode ter tido mais que trs minutos de advertncia? Slughorn disse, de modo irritante, meio orgulhosamente, " Dois. no ouviu
para meu Encanto de Intrusos explodir, eu estava tomando um banho. Ainda, " ele completou com severidade, com aparncia de trazer de volta a si mesmo, " o fato que
resta  que sou um homem velho, Albus. Um homem velho cansado que conseguiu o direito de uma vida tranqila e alguns confortos. Ele certamente os tinha, pensou Harry,
dando uma olhada ao redor da sala. Ela era sufocante e desordenada, contudo ningum poderia dizer que era desconfortvel; havia cadeiras suaves e banquetas, bebidas
e livros, caixas de chocolates e almofadas rechonchudas. Se Harry no tivesse conhecido quem vivia l, ele teria imaginnydo que seria uma exigente senhora, velha
e rica. " Voc no est contudo to velho quanto eu estou, Horcio," disse Dumbledore. " Bem, talvez voc deva pensar em sua aposentadoria," Slughorn disse abruptamente.Seus
plidos olhos de framboesa haviam visto a mo ferida de Dumbledore. "Reaes que eles no foram, eu vejo "."Voc est certo," disse Dumbledore serenamente, balanando
sua manga para revelar as pontas daquelas argolas queimados e escurecidos; a viso deles fez a nuca de Harry espetar indesejavelmente. "Eu sou, sem dvida, mas lento
que eu era. Mas em compensao..."Ele encolheu os ombros e balanou as suas mos, como para dizer que aquela idade tinha suas compensaes, e Harry notou um anel
na sua mo machucada que ele nunca havia visto Dumbledore usando antes; era largo, desajeitado e feito de algo que parecia ouro, e tinha uma pesada pedra preta que
estava quebrada ao meio. O olho de Slughorn demorou-se um tempo no anel tambm, e Harry viu um pequeno franzir de sobrancelhas na sua testa."Ento, todas essas precaues
contra intrusos, Horcio... Eles so para o benefcio dos Comensais da Morte ou para o meu?" perguntou Dumbledore."O que os Comensais da Morte iriam querer com um
pobre velho decado como eu?" reclamou Slughorn."Eu imagino que eles fossem querer os seus considerveis talentos em repreenso, tortura e assassinatos," disse Dumbledore.
"Voc est realmente me dizendo que eles ainda no vieram te recrutar?"Slughorn olhou para Dumbledore malignamente por um momento, ento murmurou, "Eu no os dei
a chance. Eu estive me mudando por um ano. Nunca ficando em lugares por mais de uma semana. Mudando de casa de Mugle para casa de Mugle - os donos desse lugar esto
de frias nas Ilhas Canrias - tem sido bem legal, eu vou me sentir triste em sair.  bem simples quando voc sabe como, um simples Feitio do Congelamento nesses
sistemas absurdos de alarmes para ladres que eles usam em vez Espioscpios e ter certeza que os vizinhos no te vejam trazendo o piano para dentro.""Ingnuos,"
disse Dumbledore. "Mas parece um pouco cansativo para um pobre velho decado em busca de uma vida sossegada. Agora, se voc voltasse a Hogwarts-""Se voc vai me
dizer que minha vida ia ter mais paz naquela escola incmoda, voc pode ficar sem falar, Albus! Eu posso ter estado escondido, mas alguns rumores engraados me alcanaram
desde que Dolores Umbridge saiu! Se  assim que voc trata os professores atualmente-""A professora Umbridge entrou em conflito com nosso bando de centauros," disse
Dumbledore. "Eu acho que voc, Horcio, teria sabido melhor como entrar na floresta e chamar uma multido de centauros furiosos de bastardos imundos.""Foi isso que
ela disse, foi?" disse Slughorn. "Mulher idiota. Nunca gostei dela."Harry deu uma risada e tanto Dumbledore quanto Slughorn olharam para ele."Desculpa-me," Harry
disse apressadamente. " que - Eu tambm no gostava dela."Dumbledore se levantou repentinamente."Voc vai embora?" perguntou Slughorn de uma vez, parecendo esperanoso."No,
eu estava me perguntando se eu poderia usar o seu banheiro," disse Dumbledore."Oh," disse Slughorn, claramente desapontado. "Segunda  esquerda no hall."Dumbledore
saiu a passos largos da sala. Uma vez que a porta havia fechado atrs dele, houve silncio. Aps alguns momentos, Slughorn se levantou, mas parecia incerto de o
que fazer. Ele olhou furtivamente para Harry, ento saiu e se virou de costas para ele, aquecendo suas largas costas."No pense que eu no sei por que ele trouxe
voc," ele disse abruptamente.Harry simplesmente olhou para Slughorn. Seus olhos aguados Slughorn passaram pela cicatriz de Harry, dessa vez analisando o resto de
seu rosto."Voc parece muito com seu pai."", j me disseram," disse Harry."Tirando seus olhos. Voc tem -"."Os olhos da minha me, ." Harry ouvia isso com tanta
freqncia que achava um pouco inconveniente."Hump. Sim, bem. Voc no deveria ter favoritos sendo um professor,  claro, mas ela era uma das minhas. Sua me," Slughorn
acrescentou, em resposta ao olhar de questionamento de Harry. "Llian Evans. Uma das mais brilhantes que eu j ensinei. Vivaz, voc sabe. Garota encantadora. Eu
costumava dizer que ela tinha que estar na minha Casa. Eu costumava receber respostas bem imprudentes.""Qual era sua Casa?""Era o Chefe da Seleterim," disse Slughorn.
"Oh, agora," ele foi rpido, vendo a expresso no rosto de Harry e sacudindo uma dura argola nele, "no v usando isso contra mim! Voc deve ser da Grefindor, como
ela, creio eu? Sim, realmente vai de famlia em famlia. Nem sempre, entretanto. J ouvir falar de Sirius Black? Deve ter - esteve nos jornais nos ltimos anos -
e morreu h algumas semanas -" Foi como se uma mo invisvel tivesse revirado o intestino de Harry e o apertado forte."Bem, de qualquer forma, ele era um grande
amigo de seu pai na escola. Toda a famlia Black esteve na minha casa, mas o Sirius acabou na Grefindor! Vergonha - ele era um garoto talentoso. Eu peguei o irmo
dele, Rebolos, quando ele entrou, mas eu gostaria de ter tido todos."Ele parecia um colecionador que tinha dado o lance mais alto em um leilo. Aparentemente perdido
em memrias, ele olhou atentamente para a parede oposta, se perdendo no lugar para assegurar um ardor nas suas ndega."Sua me era sangue-ruim,  claro. No pude
acreditar quando eu descobri. Achei que ela fosse puro-sangue, ela era to boa.""Uma das minhas melhores amigas  sangue-ruim," disse Harry, "e ela  a melhor do
nosso ano.""Engraado como isso s vezes acontece, no ?" disse Slughorn."No realmente," disse Harry friamente.Slughorn olhou para ele surpreso. "Voc deve pensar
que eu sou preconceituoso!" ele disse. "No, no, no! Eu no acabei de dizer que sua me  uma das melhores alunas que eu j tive? E tambm havia Dirk Cresswell
no ano seguinte tambm - agora chefe do Departamento Ligao de Duendes,  claro - outra sangue-ruim, uma aluna muito talentosa, e ainda me d grandes informaes
do que ocorre no interior do Gringotes!"Ele deu um pulinho, sorrindo de um modo bem satisfeito, e apontou para as muitas fotos brilhantes na cmoda, cada uma com
minsculos ocupantes se mexendo."Todos ex-alunos, todos autografados. Voc ver Barnabas Cuffe, editor do Profeta Dirio, ele est sempre interessado em ouvir a
minha opinio sobre a edio do dia. E Ambrosius Flume, da Dedosmedel - uma grande cesta a cada aniversrio, e tudo porque fui eu quem o apresentou para Ciceron
Harkisss que lhe deu o seu primeiro emprego! E na parte de trs - voc ver se voc estender o seu pescoo - aquela  Gwenog Jones, que,  claro, comanda o Holyhead
Harpies... A pessoas esto sempre surpresas ao ouvir que eu estou nas listas dos primeiros dos Harpiers, e eu ganho ingressos de graa sempre que eu quero!"Esse
pensamento pareceu alegr-lo tremendamente."Todas essas pessoas sabem como te encontrar? Como te mandar coisas?" perguntou Harry, que no podia deixar de pensar
em como os Comensais da Morte ainda no haviam encontrado Slughorn com tantos cestos de doces, ingressos de Kiditch, e visitantes pedindo seus conselhos e opinies.O
sorriso sumiu do rosto de Slughorn to rapidamente quanto o sangue das suas paredes." claro que no," ele disse, olhando com desprezo para Harry. "Eu estive sem
contato com ningum por um ano."Harry teve a impresso que as palavras chocaram at mesmo Slughornf; ele parecia bem inseguro por um momento, e ento ele abaixou
os ombros."Mesmo assim... bruxos prudentes tem que manter-se de cabea baixa s vezes.  muito legal do Dumbledore chamar, mas assumir um posto em Hogwarts agora
seria igual a declarar publicamente que eu tenho alianas com a Ordem da Fnix! E enquanto eu tenho certeza que eles so bem admirveis e bravos e todo o resto,
eu no consigo imaginnyr a taxa de mortalidade -""Voc no tem que se juntar  Ordem para ser professor em Hogwarts," disse Harry, que no conseguia esconder um
tom de ridculo na sua voz: era difcil se simpatizar com a existncia mimada de Slughorn quando ele se lembrava de Sirius, agachado em uma caverna e vivendo com
ratos. "A maioria dos professores no est nela, e nenhum deles jamais foi assassinado - bem, a menos que voc conte o Quirrell, mas ele recebeu o que ele merecia
por se aliar a Voldemort."Harry tinha certeza que Slughorn seria um daqueles bruxos que no agentavam ouvir o nome de Voldemort em voz alta, e no se desapontou:
Slughorn tremeu e deu um grito em protesto, o que Harry ignorou."Eu reconheo que os funcionrios esto mais seguros que a maioria das pessoas enquanto Dumbledore
for o diretor; ele parece ser o nico que Voldemort jamais temeu, no "? Harry continuou."Bem, sim,  verdade que Aquele-Que-No-Deve-Ser-Nomeado nunca travou uma
luta com Dumbledore," ele murmurou de m vontade. "E eu suponho que algum possa argumentar que como eu no me juntei aos Comensais da Morte, Ele-Que-No-Deve-Ser-Nomeado
pode dificilmente contar comigo como amigo... Nesse caso, eu devo estar mais a salbus perto de Albus... Eu no posso fingir que a morte de Amelia Bones no balanou
comigo... Se ela, com todo o contato com o Ministrio e proteo..."Dumbledore entrou na sala e Slughorn pulou como se ele tivesse esquecido que ele estava em casa."Oh,
a est voc, Albus," l disse. "Voc demorou muito. Dor de estmago?""No, eu estava s lendo algumas revistas de Mugles," disse Dumbledore. "Eu adoro amostras
de tric. Bem, Harry, ns j abusamos da hospitalidade de Horcio; eu acho que ns devemos ir embora."Sem nenhuma relutncia em obedecer, Harry se ps de p. Slughorn
surpreendeu-se com a ofensa."Voc est saindo?""Sim, certamente. Eu reconheo uma causa perdida quando eu vejo uma.""Perdida...?"Slughorn parecia agitado. Ele brincou
com seus dedos gordos enquanto ele via Dumbledore apertar seu casaco de viajem, e Harry fechar sua jaqueta."Bem, Eu sinto muito que voc no queira o trabalho, Horcio."
Disse Dumbledore, usando seu brao machucado para dar uma ltima despedida. "Hogwarts estaria feliz em ver voc de volta novamente. Nossa grande segurana no obstante,
voc sempre ser bem vindo para visitas, se voc quiser.""Sim... bem... Muito gentil ... Como e digo ...""Adeus ento.""Tchau," disse Harry.Eles estavam na porta
da frente quando houve um grito alto bem atrs deles."Tudo bem, tudo bem, eu aceito!"Dumbledore para ver Slughorn se ar na porta da sala se estar."Voc vai sair
do seu esconderijo?""Sim, sim," disse Slughorn impaciente. "Eu devo estar louco, mas sim.""Maravilhoso," disse Dumbledore, radiante. "Ento, Horcio, ns nos veremos
no dia primeiro de Setembro.""Sim, eu suponho que nos veremos," grunhiu Slughorn.Assim que eles saram do jardim, a voz de Slughorn veio atrs deles, "Eu vou querer
um aumento, Dumbledore!"Dumbledore riu. O porto do jardim se fechou atrs deles, assim que eles saram para a rua pelas sombras e redemoinhos."Muito bem, Harry,"
disse Dumbledore."Eu no fiz nada," disse Harry surpreso."Oh sim voc fez. Voc mostrou a Horcio exatamente o que ele tem a ganhar para voltar para Hogwarts. Voc
gosta dele?""Er..."Harry no tinha certeza se ele gostava de Slughorn ou no. Ele achava que ele tinha sido agradecido de sua forma, mas ele tambm parecia convencido
e, mesmo ele tendo dito o contrrio, muito surpreso de que um sangue-ruim pudesse ser um bruxo exemplar."Horcio," disse Dumbledore, tirando de Harry a responsabilidade
de Harry de dizer qualquer uma dessas, "Gosta do seu conforto. Ele tambm gosta da companhia dos famosos, aqueles que se deram bem, e os poderosos. Ele gosta do
sentimento que ele influencia essas pessoas. Ele nunca quis ocupar o trono ele mesmo; ele prefere o banco de trs - mais espao para se divulgar, voc v. Ele costumava
escolher os seus preferidos em Hogwarts, alguns pela ambio de seus crebros, s vezes por seu charme ou talento, ele tinha um gosto especial por aqueles que se
tornariam destaques em seus vrios campos. Horcio formava um tipo de clube de seus favoritos com ele mesmo no centro, fazendo apresentaes, realizando contatos
teis entre membros, e sempre colhendo algum tipo de benefcio em troca, seja uma caixa de graa de seu abacaxi cristalizado favorito ou a chance de recomendar o
prximo membro jnior do Departamento de Ligao de Duendes."Harry teve uma rpida e vvida imagem de uma enorme aranha, fazendo uma teia em volta de si, fazendo
uma troca aqui e ali para trazer seus fios um pouco mais pertos um do outro."Eu te digo isso," Dumbledore continuou, "para no se voltar contra Horcio - ou, como
ns o devemos chamar agora, Professor Slughorn - mas se colocar na sua prpria defesa. Ele vai sem dvidas tentar colecionar voc, Harry. Voc seria jia da sua
coleo; o Garoto Que Sobreviveu... ou, como eles dizem agora, o Escolhido."Com essas palavras, um arrepio que nada tinha a ver com aquela nvoa caiu sob Harry.
Ele se lembrou de palavras que ele havia ouvido algumas semanas atrs, palavras que tinham em terrvel e peculiar sentido para ele: Um no pode viver enquanto o
outro sobrevive...Dumbledore parou de caminhar, perto da Igreja onde eles passaram mais cedo."Isso vai ser suficiente, Harry. Se voc puder segurar no meu brao."Segurando
forte dessa vez, Harry estava pronto para Aparatar, mas ainda assim a achou desconfortvel. Quando a presso cessou e ele se viu capaz de respirar novamente, ele
estava em uma alameda rural ao lado de Dumbledore e olhando adiante para a silhueta torta do seu segundo lugar favorito no mundo: a Toca. Ao contrrio do esprito
de medo que o havia pegado antes, ele no conseguia deixar de se sentir feliz com essa viso. Rony estava aqui... e tambm a Sra. Weasley, que cozinhava melhor que
qualquer outra pessoa que ele conhecesse..."Se voc no se importar, Harry," disse Dumbledore, enquanto eles passaram pelo porto, "Eu gostaria de dar uma palavrinha
com voc antes de partir. Em particular. Aqui, talvez?".Dumbledore apontou uma um lugar em estado precrio onde os Wealeys costumavam guardar suas vassouras. Um
pouco confuso, Harry seguiu Dumbledore pela porta rangida at um espao menor que um guarda-roupas. Dumbledore iluminou a ponta de sua varinha, para que esta ficasse
parecendo uma tocha, e sorriu para Harry."I Espero que voc me desculpe por falar isso, Harry, mas eu estou bem satisfeito e orgulhoso do modo como voc parece estar
lidando aps tudo que aconteceu no Ministrio. Me permita dizer que eu creio que Sirius estaria orgulhoso de voc."Harry engoliu em seco; sua voz parecia ter sido
levada com ele. Ele no achava que seria capaz se falar sobre Sirius; j tinha sido doloroso demais ouvir seu tio Valter dizer "O padrinho dele morreu?" e ainda
pior ouvir o nome de Sirius dito casualmente por Slughorn."Foi cruel," disse Dumbledore com a voz doce, "que voc e Sirius tenham tido um tempo to curto juntos.
Um fim brutal para o que deveria ter sido uma convivncia longa e feliz.".Harry concordou com a cabea, seus olhos fixos na aranha no chapu de Dumbledore. Ele poderia
dizer que Dumbledore entendia, ele poderia at suspeitar disso at sua carta chegar, Harry tinha gastado praticamente todo o seu tempo na casa dos Dursley, jogado
na sua cama, recusando comida e olhando para a janela embaada, cheio que nvoa que eu aposto que ele associava com os Dementores." to difcil," Harry disse finalmente,
em voz baixa, "ter certeza que ele nunca mais vai escrever para mim."Seus olhos arderam de repente e ele piscou. Ele se sentiu idiota por admitir isso, mas o fato
dele ter algum fora de Hogwarts que se importasse com o que acontecia com ele, quase um parente, foi uma das melhores coisas de descobrir o seu padrinho... E agora
as corujas de correio nunca mais iriam lhe trazer aquele reconfortamento..."Sirius representou para voc muito do que voc nunca havia tido antes," disse Dumbledore
gentilmente. "Naturalmente, sua perda ser devastadora...""Mas enquanto eu estava nos Dursleys..." interrompeu Harry, sua voz ficando mais forte, "Eu percebi que
eu no posso me abater - ou desistir. Sirius no iria querer isso para mim, iria? E de qualquer forma, a vide  muito curta... Olhe para a Madame Bones, olhe para
Emmeline Vance... Eu poderia ser o prximo, no poderia? Mas se for," ele disse violentamente, "Eu vou me assegurar de que eu leve quantos Comensais da Morte comigo
quanto eu puder e, se for possvel, Voldemort tambm.""Falou ao mesmo tempo como filho de seus pais e afilhado de Sirius!" disse Dumbledore, com um tapinha de aprovao
nas costas de Harry. "Eu tiro o meu chapu para voc - eu tiraria, se eu temesse lhe mostrar algumas aranhas.""E agora, Harry, um acontecimento mais recente... Eu
creio que voc tenha lido o Profeta Dirio nas duas ltimas semanas?""Sim," disse Harry, e seu corao bateu um pouco mais rpido."Ento voc deve ter visto que
no haviam tantas notas e comentrios sobre Voc na Sala da profecia?""Sim," disse Harry novamente. "E agora todos sabem que eu sou o Escolhido -""No, eles no
sabem," interrompeu Dumbledore. "S existem duas pessoas em todo esse mundo que sabem do total contedo daquela profecia relacionando voc e Lord Voldemort, e as
duas esto aqui nesse armrio fedorento e cheio de aranhas.  verdade, porm, que mito j adivinharam, corretamente, que Voldemort mandou seus Comensais para roubar
uma profecia, e essa profecia fala de Voc."Agora, eu devo estar certo em dizer que voc no contou para ningum o contedo da profecia, contou?""No," disse Harry.""Uma
sbia deciso, no fim," disse Dumbledore. "Embora eu ache que voc deva relaxar com os seus amigos, Mr. Ronald Weasley e Miss Hermione Granger. Sim," ele continuou,
quando Harry olhou para ele assustado, "Eu acho que ele devem saber. Voc seria injusto se no confidenciasse algo importante com eles.""Eu no queria -""- assust-los
ou preocup-los?" disse Dumbledore, vislumbrando Harry pelo topo de seus culos de meia-lua. "Ou talvez, confessar que voc est assustado e preocupado? Voc precisa
de seus amigos, Harry. Como voc mesmo disse, Sirius no iria querer que voc se abatesse."Harry no disse nada, mas Dumbledore no aprecia pedir uma resposta. Ele
continuou, "Falando se outro assunto, eu gostaria que voc tivesse algumas lies particulares comigo esse ano.""Particulares - com voc?" disse Harry, surpreso
com o seu silncio preocupado."Sim, eu acho que  hora de investir mais na sua educao.""O que voc vai me ensinar, senhor?""Oh, um pouco disso, um pouco daquilo,"
disse Dumbledore vagamente.Harry esperou esperanoso, mas Dumbledore no continuou, ento ele perguntou outra coisa que o vinha perturbando bastante."Se eu vou ter
aulas com voc, ento eu no vou precisar das aulas de Oclumncia com Snape, vou?"""Professor Snape, Harry - e no, voc no vai.""Bem," disse Harry, aliviado, "porque
elas eram um pouco -"Ele parou, tomando cuidado para no dizer o que ele realmente pensava."Eu acho que a palavra "fiasco" se encaixaria bem aqui," disse Dumbledore,
concordando.Harry riu."Bem, isso quer dizer que eu no devo ver tanto o Professor Snape agora," ele disse, "porque ele no vai me deixar ter Poes se eu tirar "Excepcional"
no meu NOM, o que eu sei que eu no tirei.""No conte nas suas corujas antes delas serem entregues," disse Dumbledore gravemente. "O que agora, eu acho, eu estou
um pouco atrasado. Agora, mais duas coisas Harry, antes de partirmos."."Primeiramente, eu gostaria que de agora em diante voc levasse sempre a sua Capa Invisvel
com voc. Mesmo dentro de Hogwarts. S no caso de, voc me entende?"Harry confirmou."E por fim, enquanto voc fica aqui, a Toca recebeu a maior segurana que o Ministrio
da Magia pode oferecer. Essas mudanas causaram um pouco de inconvenincia para Arthur e Molly - todos os seus cargos, por enquanto, esto sendo vigiados no Ministrio.
Eles no se sentem desprezados, para eles o maior objetivo  a sua segurana. Mesmo assim, seria injusto voc se meter em confuso enquanto est aqui com eles.""Eu
entendo," disse Harry rapidamente."Muito bem, ento," disse Dumbledore, segurando a porta do lugar aberta para o jardim. "Eu vejo uma luz na cozinha. No vamos privar
mais a Molly de implicar com o quo magro voc est."







Captulo 5
Captulo 5: Um Excesso De Muco


Harry e Dumbledore se aproximaram da porta dos fundos da Toca, que era rodeada pela maca familiar do velho Wellington, botas velhas e caldeires enferrujados; Harry
podia ouvir o leve cacarejo de galinhas sonolentas que vinha de um abrigo distante. Dumbledore bateu trs vezes e Harry viu um movimento sbito atrs da janela de
cozinha. "Quem est a?" disse uma voz nervosa que ele reconheceu ser a Sra. Weasley. "Se apresente!" "Sou eu, Dumbledore, trazendo o Harry". A porta abriu imediatamente.
L estava de p a Sra. Weasley, pequena, gorda, e usando um velho roupo verde . "Harry, querido! Disse a Sra Weasley graciosamente "Albus, voc me deu um susto,
voc disse para no o esperar antes que amanhecesse! " "Ns tivemos sorte", disse Dumbledore, enquanto conduzia Harry sobre a soleira da porta . "Slughorn provou
ser muito mais persuadvel que eu imaginnyva. Harry que fez isso,  claro. Ah, oi, Ninfadora! " Harry deu uma olhada e viu que Sra. Weasley no estava s, apesar
da hora. Uma bruxa jovem com uma face plida, com formato decorao e com um cabelo marrom parecido com o de um camundongo estava sentando  mesa, segurando uma
grande caneca de cerveja entre suas mos. "Oi, Professor", ela disse. " Oh, Harry". "Oi, Tonks". Harry pensou que ela parecia cansada, at mesmo doente, e haviaalgo
forado no sorriso dela. Certamente sua aparncia era menoscolorida que habitual sem a sombra do seu cabelo rosa chamativo. "Eu melhoraria se estivesse fora" ela
disse depressa, enquanto se levantava puxando a capa por cima dos ombros. "Obrigado pelo che simpatia, Molly" "Por favor no v por minha causa", disse Dumbledore
cortesmente, "eu no posso ficar, eu tenho assuntos urgentes para discutir com Rufus Scrimgeour." "No, no, eu preciso continuar", disse Tonks, sem olharDumbledore
nos olhos. " "Noite -" "Querida, por que no vem ao jantar no fim de semana, Remus e Olho tonto esto vindo -?" "No, realmente, Molly. . . obrigado de qualquer
maneira. . . Boa noite a todos!"Tonks acelerou e passou por Dumbledore e Harry na entrada ; alguns passos alm do degrau da porta, ela se virou e desapareceu no
ar rarefeito. Harry notou que Sra. Weasley parecia preocupada. "Bem, eu o verei em Hogwarts, Harry", disse Dumbledore. "Se cuide. Molly, seu criado". Ele fez para
Sra. Weasley um arco e seguiu Tonks, desaparecendo no mesmo lugar. Sra. Weasley fechou a porta da entrada, agora vazia, e guiou Harry pelos ombros e o levou at
mesa para examinar a aparencia dele. "Voc est como Rony", ela suspirou, enquanto o olhava de cima a baixo. "Ambos vocs parecem que receberam uma azarao de alongamento,
o Rony cresceu quatro polegadas desde que eu lhe comprei os ltimos roupes escolares. Voc est faminto, Harry? " "Sim, eu estou", disse Harry percebendo agora
o quo famintoestava."Se sente, querido, eu vou fazer algo." Quando Harry se sentou, um gato peludo de cor alaranjada saltou sobre os joelhos dele ficou l, ronronando.
"Ento Hermione est aqui? " ele perguntou alegre enquanto acariciava atrs das orelhas de Crooksants. "Oh sim, ela chegou antes de ontem", disse Sra. Weasley, enquanto
batia em uma grande panela com sua varinha. Ela saltou sobre ofogo com um tinido alto e comeou a borbulhar imediatamente. "Estotodos na cama,  claro que ns
no os espervamos a essa hora.Aqui est " Ela bateu a panela novamente; a elevou ao ar , voou para Harry, e derrubou a sopa para Harry; a Sra. Weasley deslizou
s uma tigela para pegar o fluxo grosso da sopa de cebola, que estava soltando grande quantidade de vapores. "Po, querido? " "Obrigado, Sra. Weasley." Ela levantou
a varinha sobre seu ombro; alguns pes e uma faca planaram graciosamente sobre a mesa, logo os pes foram fatiados pela faca, a panela voltou ao fogo. Sra. Weasley
se sentou de frente para harry "Ento voc persuadiu Horace Slughorn para aceitar o trabalho?" Harry acenou com a cabea, com a boca cheia de sopa quente eleno
pde falar. "Ele ensinou a mim e ao Arthur", disse Sra. Weasley. "Ele esteveem Hogwarts por anos, comeou por volta da mesma poca queDumbledore, eu acho. Voc gostou
dele? " A boca dele agora estava cheia de po, Harry ento encolheu os ombros e fez um gesto reservado com a cabea."Eu sei o que voc quer dizer", disse Sra. Weasley,
enquantoacenava com a cabea sabiamente. "Claro que ele pode encantar quando quer, mas o Arthur nunca gostou muito dele. O Ministrio acabou com os velhos favorito
de Slughorn, ele sempre foi bom em passar a perna , mas ele nunca teve bom tempo para Arthur - parecia pensar queele era bastante areo. Bem, s estou lhe mostrando
que Slughorntambm comete erros. Eu no sei se o Rony lhe falou em quaisquer dascartas dele - aconteceu h pouco tempo - mas o Arthur foi promovido! " No poderia
ter estado mais claro que Sra. Weasley tinha estado estourando para dizer isto. Harry engoliu uma quantia grande de sopa muito quente e ele podia sentir a garganta
dele empolando . "Isso  timo! " ele ofegou. "Voc  um doce", irradiou a Sra. Weasley, com seus olhos possivelmente molhados pela emoo da noticia. "Sim, Rufus
Scrimgeour montou vrios escritrios novos com respeito situao presente, e o Arthur est indo para o Escritrio de Descobertae Confisco de Falsos Feitios de
Defensiva e Objetos Protetores. um trabalho grande, ele adquiriu dez pessoas que informam agora a ele! " "O que exatamente -? " "Bem, voc v, em todo o pnico
sobre Voc-sabe-quem,coisas estranhas tm estado  venda em todos lugares , coisas quedizem vigiar contra Voc-saber-quem e os Comensais da Morte. Vocpode imaginnyr
o tipo de coisa - poes protetoras que tem nomes chamativos, mas que realmente so molho com um pouco de pus de Bobotuberas, ou instrues para fazer contra maldies
que atualmente fazem sua orelha cair. . . . Bem, na maioria das vezes os criadores so s pessoas como o Mundungus que nunca fez um trabalho honesto nem em um s
dia de suas vidas, eles tmlevado vantagem no medo das pessoas, mas de vez em quando aparece algo realmente srdido. O outro dia o Arthur confiscou uma caixa de
Sneakoscopes amaldioado que quase foi plantado certamente por um Comensal da morte. Ento voc v,  um trabalho muitoimportante, como lhe falei h pouco  tolo
perder tempo com velas deignio e carregadores e todo o resto daquele lixo de mugles." A Sra.Weasley terminou a fala dela com um olhar duro, como se tivesse sido
Harry que sugerira que era natural perder tempo com velas de ignio. "Sr. Weasley ainda est no trabalho? " Harry perguntou. "Sim, ele est. De fato, ele est um
pouco atrasado. ... Eledisse que ele estaria de volta por volta de meia-noite. . . . " Ela virou o olhar para um relgio grande que foi empoleirado semjeito em cima
de uma pilha de folhas no cesto de lavagem ao trmino da mesa. Harry reconheceu isto imediatamente: Tinha nove ponteiros, em cada um estava inscrito o nome de um
membro da famlia ,normalmente ele ficava na parede da sala de estar dos Weasleys, sua atual posio indicava que a Sr Weasley andara com ele por toda parte. No
instante que Harry o observava todos os ponteiros indicavam perigo mortal"Tem estado assim durante todo tempo agora", disse Sra. Weasley, em uma inconvincente voz
casual, "desde que Voc-sabe-quem voltou". Eu suponho que todo o mundo agora est em perigo mortal. ... Euno acho que seja s com a nossa famlia. . . mas eu no
sei,pois no conheo qualquer outro que tenha tido um relgio assim,ento eu no posso conferir. Oh! " Com uma exclamao sbita ela apontou  face do relgio.O
ponteiro do Sr. Weasley tinha trocado para "viajar." "Ele est vindo! " Ela disse segura o bastante, um momento depois eles ouviram uma batida na porta dos fundos.
A Sra. Weasley se levantou apressada, foi em direo a porta; com uma mo na maaneta e a face apertada contra a madeira ela perguntou suavemente "Arthur,  voc?
" "Sim", veio a voz cansada do Sr. Weasley. "Mas eu diria que era, at mesmo se eu fosse um Comensal da Morte, querida. Faa a pergunta! " "Oh, honestamente... "
"Molly! " "Certo, certo. . . Qual a sua mais querida ambio? " "Descobrir como avies ficam acordado." Sra. Weasley segurou e girou a maaneta, mas aparentemente
Sr. Weasley estava segurando a outra parte da maaneta, a apertando, porque a porta permaneceu firmemente fechada. "Molly! eu tenho que lhe fazer primeiro sua pergunta!
" "Arthur, realmente, isto h pouco  tolo. ... " "Como voc gosta que eu lhe chame quando estamos sozinhos?"At mesmo pela luz fraca da lanterna, Harry poderia
dizer que a Sra. Weasley tinha ficado vermelho luminoso; Ele se sentiu repentinamente quente, principalmente ao redor das orelhas e no pescoo, e apressadamente
tragou sopa, enquanto movia a sua colher ruidosamente quanto ele podia contra a tigela. "Mollywobbles", sussurrou uma mortificada Sra. Weasley na rachadura  extremidade
da porta. "Certo", disse Sr. Weasley. "Agora voc pode me deixar entrar." A Sra. Weasley abriu a porta para revelar o marido dela, um bruxo magro, calbus, ruivo
que usava culos com chifres nas bordas e uma capa de viajem longa e parda."Eu ainda no entendo o porqu de fazer isso toda vez que voc chega em casa", disse Sra.
Weasley, ainda cor-de-rosa na face, ajudando o marido a tirar a capa. "Eu quero dizer, um Comensal da Morte poderia ter forado voc a lhe dar a resposta antes de
se personificar! " "Eu sei, querida, mas  procedimento de Ministrio, e eu tenho que fixar um exemplo. Algo cheira bem, sopa de cebola? " O Sr. Weasley virou esperanosamente
na direo da mesa. "Harry! Ns no o espervamos at de manh! " Eles deram um aperto de mo, e Sr. Weasley se sentou na cadeira ao lado de Harry, enquanto a Sra.
Weasley colocava uma tigela de sopa em frente a ele tambm. "Obrigado, Molly. , tem sido uma noite dura. Alguns idiotas comearam a vender as "Medalhas-Metamorfas"
. coloque-as ao redor do pescoo e voc poder mudar sua aparncia  vontade. Cem mil disfarces, tudo por dez Galees! " "E o que realmente acontece quando voc
os coloca? " "Geralmente voc ganha uma tonalidade laranja bem desagradvel, mas um par de pessoas tambm ganharam tentculos e verrugas brotando por todo os seus
corpos. Como se St. Mungo j no tivesse o bastante para fazer! " "Parece o tipo de coisa que o Fred e George achariam engraado", disse Sra. Weasley indecisamente.
"Voc est seguro? " "Claro que eu estou! " dito Sr. Weasley. "Os meninos no fariam nada assim agora, no quando as pessoas esto desesperadas por proteo! " "Ento
 por isso que est atrasado, Medalhas-Metamorfas? " "No, Ns tivemos montes de azaraes srdidas de exploso em Elefante e Castelo, mas afortunadamente a Esquadra
de Execuo de Lei Mgica tinha ordenado isto at a nossa chegada ... " Harry abafou um bocejo atrs de sua mo. "Cama", disse a Sra. Weasley imediatamente. "O quarto
de Fred e Jorge est pronto para voc, ele  s seu." "Por que, onde eles esto? " "Oh, eles esto no Beco Diagonal, esto dormindo no pequeno apartamento em cima
da loja de logros deles, pois esto muito ocupados", disse Sra. Weasley. "Eu tenho que dizer, eu no aprovei no princpio, mas eles parecem ter um pouco de talento
para o negcio! Venha, querido, seu calo de banho j l em cima." ""Noite, Sr. Weasley", disse Harry, empurrando a cadeira dele para atrs. Crooksants saltou ligeiramente
do colo dele e se esquivou para fora da sala. "Boa Noite, Harry", disse o Sr. Weasley. Harry viu a Sra. Weasley olhar o relgio quando eles deixaram a cozinha. Todos
os ponteiros estavam, mais uma vez em "perigo mortal." O quarto de Fred e Jorge era no segundo andar. A Sra. Weasley apontou a varinha dela a um abajur na mesa do
lado da cama, que acendeu imediatamente, banhando o quarto com uma agradvel luz dourada. Embora um grande vaso de flores tivesse sido colocado em uma escrivaninha
em frente  janela pequena, o perfume delas no pde disfarar o cheiro prolongado do que harry achava ser plvora. Uma quantia considervel de espao no cho foi
dedicada a um nmero vasto de caixas de papelo sem marca, lacradas entre qual estava de p malo escolar de Harry. O quarto parecia estar sendo usado como um armazm
temporrio. Hedwings piou felizmente para Harry do poleiro dela em cima de um guarda-roupa grande, ento se foi pela janela; O Harry soube que ela tinha estado esperando
para o ver antes de ir caar. Harry desejou a Sra. Weasley boa noite, vestiu seu pijama, e deitou em um das camas. Havia algo duro dentro da fronha. Ele procurou
no escuro por dentro da fronha e tirou de l uma doura roxo-e-laranja pegajosa que ele reconheceu como uma Pastilha pra Vomitar. Sorrindo pra si mesmo, ele girou
na cama e logo estava cochilando.Segundos depois, ou assim parecia a Harry, ele foi despertado pelo que pareceu um tiro de canho, enquanto a porta se abria num
estouro. Sentando, ele ouviu a carrilha de cortinas ser retirada. A luz sol deslumbrando, parecia cutucar-lhe duro em ambos os olhos. Os protegendo com uma mo,
ele procurou no escuro desesperadamente os culos dele com a outra mo. "Oqueestaacontecendo", "Ns no soubemos que voc j estava aqui!" dito uma voz alta e entusiasmada,
e ele recebeu um soco ao topo da cabea. "Rony, no bata nele! " disse a voz reprovadora de uma garota. A mo de Harry achou os seus culos e ele os colocou, entretanto
a luz era to clara que ele quase no poderia ver .Uma grande sombra tremeu em frente a ele por um momento; ele piscou e Rony Weasley entrou em foco, enquanto sorria
abaixo a ele. "Tudo Certo? " "Nunca tinha estado melhor", disse Harry, enquanto esfregava o topo da cabea e caindo atrs de seus travesseiros. "E Voc? " "No ruim",
disse o Rony, enquanto tirava uma caixa de papelo e sentando nisto. "Quando voc chegou aqui? Mame no nos falou! ""Mais ou menos 1 da manh.""Os mugles fizeram
tudo certo? Te trataram bem?""Como sempre," disse Harry, enquanto Hermione se acomodava na ponta da cama. " Eles no falaram muito comigo , mas eu prefiro assim.
Tudo bem com voc Hermione?"" Ah, eu estou bem," disse Hermione, que estava olhando para Harry como se ele estivesse doente. Ele sabia o que estava por trs disso;
como ele no queria falar sobre a morte de Sirius nem sobre qualquer assunto triste, ele disse, "Que horas so? Eu j perdi o caf?""No se preocupe com isso, mame
est subindo com a sua bandeja, ela acha que voc est muito mal-alimentado," disse Rony, girando os olhos. "Ento, o que me conta?""Nada demais, eu estive preso
com meu primo e meus tios, no fiquei?"" Se liga!" disse Rony. "Voc saiu de l com o Dumbledore!""Isso no foi muito excitante. Ele s quis minha ajuda para convencer
um outro professor para sair da aposentadoria. Ele se chama Horace Slunghorn.""Oh," disse Rony, olhando desapontado. "Ns pensvamos-"Hermione laou um olhar de
Rony e ele mudou de assunto rapidamente,"- ns pensvamos que seria algo desse tipo.""Tem certeza?" disse Harry, divertindo-se." Sim.....claro, agora que a Umbridge
foi embora, obviamente ns precisamos de um novo professor de Defesa Contra Artes das Trevas, no ? Ento, hum... como ele ?"" Ele parece uma morsa e era o diretor
da seleterim," disse Harry. "Algo errado, Hermione?"Ela estava olhando para ele como se esperasse que alguma coisa estranha fosse acontecer com ele a qualqur momento.
Ela desfez a expresso rapidamente e abriu m sorriso pouco convincente."No, claro queno! Ento, hum... Slunghorn parece ser um bom professor?""No sei," disse
Harry. " Ele no pode ser pior que a Umbridge, pode?""Eu conheo algum pior que a Umbridge," disse uma voz na porta. A irm mais nova de Rony entrou no quarto parecendo
irritada. "Ol Harry.""O que acontece com voc?", perguntou Rony"  ELA," disse Ginny, se jogando na cama de Harry. "Ela est me deixando louca.""O que ela fez agora?"
perguntou Hermione condecendentemente." o geito que ela fala comigo - ela pensa que eu tenho 3 anos!""Eu sei," disse Hermione, abaixando o tom de voz. " Ela est
cheia de si mesma."Harry ficou impressionado de ouvir Hermione falando da Sra. Weasley daquele geito e no pode culpar Rony de dizer nervoso, "Vocs no podem deixar
ela em paz por 5 segundos?""Oh, tudo bem, defenda ela," disse Ginny. " Todos ns sabemos que voc no pode com ela."Isso pareceu um comentrio desnecessrio sobre
a me de Rony; parecia que ele estava perdendo algo, Harry disse, "Quem  voc - ?"Mas a pergunta foi respondida antes que ele pudesse acab-la. A porta se abriu
violentamente novamente e Harry instintivamente puxou seu edredon para perto do queixo to forte que Hermione e Ginny cara no cho .Uma jove mulher estava de p
naporta, uma mulher to linda que o quarto parecia ter ficado abafado momentaneamente. Ela era alta e magra com um longo cabelo loiro e parecia emanar um brilho
prateado reluzente. Para completar a viso de perfeio, ela estaa carregando uma grande bandeja de caf da manh."Arry," ela disse com uma voz rouca. "Cuanto tempo!"Quando
ela andou um pouco a Srs. Weasley apareceu, andando atrs da jovem, parecendo um pouco rabugenta."No precisava trazer aqui, e posso fazer isso sozinho!""Non ttem
prroblema," disse Fleur Delacour, colocando a bandeja sobre os joelhos de Harry e dando-lhe um beijo em cada bochecha: ele sentiu os lugares onde ela o beijou queimarem
. "Eu stava h moito tempo dessejando te verr. Lembrra da minia irrm, Gabrielle? Ela no parra de falarr sobrre Arry Potterr. Ela querrendo moito v-lo de novo.""Ah....
ela est aqui tambm?" Harry perguntou"No, no, bobinho," disse Fleur com um leve sorriso, "Eu querro dizerr no prrximo verro, cuando ns - mas voc no sabe?Ela
arregalou seus olhos azuis e olhou repreensivamente para a Sra. Weasley, que disse, " Ns ainda no contamos  ele."Fleur virou para Harry, balanando seu cabelo
prateado, que bateu na cara da Sra. Weasley."Gui e eu vamos nos casarr!" "Oh," disse Harry inexpressivamente. Ele no pode dizer mais nada ao notar como a Sra. Weasley,
Hermione e Ginny estavam evitando outros olhares. "Wow, hum- felicidades!"Ela abaixou sobre ele e lhe deu um beijo novamente"Bill estarr moito ocupado no momento,
trrabalhando durro, e eu s trrabalho meio perrodo no Grringotes parra melhorrarr meu ingls, ento ele me trrouxe para ca por alguns dias parra conhecer sua famlia.
Eu fiquei muito feliz em saberr que voc viria - Aqui no tem muitacoisa parra fazerr, s se vc gostar de cozinhar e de frangos! Bem - aproveite seu caf da manh
Arry!"Com essas palavras ela se virou graciosamente e saiu do quarto, fechando a porta atrs dela.Sra. Weasley fez um barulho parecido com "tchah!""Mame odeia ela,"
disse baixinho Ginny" Eu no odeo ela!" disse a Sra. Weasley cochichando. "Eu s acho que eles fora muito apressados e assumir este compromisso, s isso!" "Eles
se conheceram h um ano," disse Rony, que parecia esquisitamente embreagad e ficava olhando para a porta fechada"Bem, no faz muito tempo! Eu sei por que aconteceu,
 claro. Isso aconteceu certamente por que Voc-sabe-quem est voltando, as pessoas acham que podem morrer amanh, ento elas tomam algumas decises que normalmente
demorariam um bom tempo para tmar.  a mesma coisa que aconteceu da ltima vez q ele era poderoso, as pessoas fugiam com os namorados a torto e a direita-""Incluindo
voc e o papai," disse Ginny."Sim, bem, seu pai e eu fomos feitos um para o outro, para que esperar?" disse a Sra. Weasley. "Quanto abille Fleur.... bem.... o que
eles tem realmente em comum? Ele  trabalhador, uma pessoa humilde, enquanto ela -""Uma vaca," disse Ginny, concordando com a cabea. "Masbillno  to humilde quanto
voc fala, ele gosta de um pouco de aventura, de um pouco de glamour.... acho que foi por isso que ele foi para o Phlegm.""Pare de chamar ela assim Ginny," disse
a Sa. Weasley, quando Hermione e Harry comearam a gargalhar. "Bem,  melhor eu ir.... Harry, coma seus ovos enquanto eles esto quentes!"Parecendo aflita, ela saiu
do quarto. Rony, ainda parecendo bbado; sacudiu a cabea como um cachorro tentando tirar gua das orelhas. "Voc no se acostumou com ela morando na sua casa?"
Harry perguntou."Bem, voc ja..." disse Rony, "mas se ela pula inesperadamente em cima de voc, como agora...""Isso  ridculo," disse Hermione furiosa, se afastand
de Rony o mais longe que podia e virando a cara para ele, se protegendo com os braos pois havia chegado na parede."Voc no quer ela morando aqui para sempre, quer?"
Ginny perguntou incredulosamente para Rony. Quando ele gaguejou, ela disse, "Bem, mame vai acabar com ela assim qe ela puder, aposto qualquer coisa.""Como ela vai
controlar isso?" perguntou Harry"Ela continua tentando trazer Tonks para jantar. Eu acho que ela pensa quebillvai se interessar em Tonks. Eu tambm espero que isso
acontea, eu prefiro ela na famlia." "Sim, isso vai funcionar," disse Rony sarcasticamente. "Oua, nenhum homem so iria olhar para Tonks enquanto Fleur est por
perto. Quer dizer, Tonks  bonita quando no fica fazendo aquelas coisas estpidas com o cabelo e com o nariz, mas-""Ela com a aparncia horrorosa eh mais agradvel
que Fleur" disse Ginny"E ela  mais inteligente, ela  uma Aurora!" disse Hermione do canto do quarto."Fleur no  estpida, ela foi boa o suficiente par
a
entrar no torneio Tribruxo," disse Harry."No to boa quanto voc!" disse Hermione amargamente"Eu aposto que voc gosta do jeito que Fleur diz "Arry", no gosta?"
Perguntou Ginny desdenhosa."No," disse Harry, desejando no ter falado nada, "Eu s disse que, muco - quer dizer - Fleur -""Eu preferiria ter Tonks na famlia,"
disse Ginny. "Ao menos ela  engraada!""Ela no tem sido muito engraada," disse Rony. "Toda hora que eu olho para ela, ela est parecendo mais a Murta que geme""Isso
no  justo!" disse Hermione. "Ela anda no superou o que aconteceu.... voc sabe... quer dizer, ele era primo dela!"O corao de Harry bateu mais forte. Eles tinham
chegado no assunto de Sirius. Ele pegou o garfo e comeou a comer os ovos mexidos, esperando no receber nenhum convite para entrar na conversa."Tonks e Sirius souberam
que eram paretes h pouco tempo!" disse Rony. "Sirius estava em Azkaban durante metade da vida dela e antes disso as famlias deles nunca haviam se encontrado-""Isso
no tem nada a ver," disse Hermione. "Ela pensa que a morte dele foi culpa dela!""Por que ela pensa isso?" Peguntou Harry"Bem, ela estava lutando com a Belatriz
Lestrange, no estava? Eu acho que ela pensa que se ela tivesse acabado com a Belatriz, ela no teria matado o Sirius""Isso  estpido" Disse Rony" a culpa de sobrevivente,"
disse Hermione. " Eu sei que Lupin est tentando acalm-la, mas ela est realmente triste. Agora ela est tendo problemas com sua metamorfose!""Com a sua metamorfose
?""Ela no         consegue mais mudar sua aparncia como antes," explicou Hermione. "Eu ach        o que seus poderes devem ter sido afetados pelo choque, ou algo
assim.""Eu no acho que isso possa acontecer," disse Harry"Eu no tenho certeza," disse Hermione, " mas eu suponho que se voc est realmente deprimido..."A porta
se abriu novamente e a Sra. Weasley colocou sua cabea para dentro."Ginny," ela cochichou, "desa aqui e me ajude com o almoo"Mas eu estou conversando!" disse Ginny
enfurecida"Agora!" disse a Sra. Weasley, e desapareceu."Ela s quer que eu desa para no ter que ficar sozinha com a muco!" Disse Ginny. Ela jogou seus longos cabelos
vermelhos para imitar a Fleur e atravessou o quarto com os braos cruzados como se fosse uma bailarina."Seria melhor se voc descesse rpido tambm," Disse a Sra.
Weasley enquanto ia saindo.Harry aproveitou o silncio para comer. Hermione estava examinando as caixas de Fred e Jorge, olhando de vez em quando para Harry. Rony,
que agora estava ajudando Harry a comer as torradas, estava olhando para a porta destraidamente."O que  isso?" Hermione perguntou, levantando o que parecia um pequeno
telescpio."No sei," disse Rony, " mas Fred e Jorge deixaram isso aqui, talvez ainda no esteja pronto para vender, ento cuidado!""Sua me disse que a loja est
indo bem," disse Harry. "Disse que Fred e Jorge levam jeito para negcios.""Ela foi modesta," disse Rony. "Eles esto nadando em galees! Eu mal poso esperar para
ver o lugar. Ns ainda no fomos para o beco diagonal, pois mame disse que papai conseguiu segurana extra para ir para la e agora ele est cheio de trabalho, mas
isso  excelente!" "E o Percy?" perguntou Harry; o terceiro irmo mais velho dos Weasleys se separou do resto da famlia. "Ele voltou a falar com seus pais?" "No,"
disse Rony"Mas ele sabe que seu pai estava certo sobre a volta de Voldemort-""Dumbledore disse que as pessoas acham mais fcil as pessoas perdoarem quando o outro
est errado do que quando est certo," disse Hermione. "Eu ouvi ele falando isso para sua me Rony,""Parece coisa da cabea de Dumbledore," disse Rony"Ele me dar
aulas particulares neste ano," disse Harry convencionalmente.Rony engasgou com um pedao de torrada e Hermione suspirou."E voc nos escondeu isso?" disse Rony" Acabei
de me lembrar disso," disse Harry honestamente. "Ele me falou ontem a noite em seu abrigo de vassouras.""Nossa..... aulas particulares com Dumbledore!" disse Rony,
parecendo impressionado. "Queria saber por que ele....?Sua voz cessou. Harry viu ele e Hermione trocarem olhares. Harry abaixou seus talheres, seu corao batia
mais rpido considerando que todos estavam sentados na cama. Dumbledore havia dito isso... mas no havia explicado por que! Ele fixou seus olhos no garfo, que estava
refletindo a luz do sol em seu colo, e disse, "Eu no sei exatamente por que ele vai me dar aulas, mas acho que deve ser por causa da profecia."Nem Rony nem Hermione
falaram. Harry teve a impresso de que os dois estavam congelados. Ele continuou, ainda conversando com seu garfo, "vocs sabem, aquela que tentaram roubar no ministrio.""Ningu
sabe o que ela dizia, entretanto," disse Hermione rapidamente. "Ela foi esmagada.""Mas o Profeta diz -" Rony comeou, mas Hermione fez "Shhhhh!""O Profeta est certo,"
disse Harry, olhando para os dois com grande esforo: Hermione pareceu assustada e Rony pasmou. " Aquela bola de vidro que foi destruda no era a nica coisa que
guardava a profecia. Eu ouvi tudo no escritrio de Dumbledore, ele foi a pessoa que ouviu a profecia, ento ele pode me dizer. Ele disse que," Harry respirou fundo,
"parece que eu sou o nico que pode acabar com Voldemort... e ento, ele disse que um no pode viver enquanto o outro estiver vivo."Os trs se olharam rapidamente
em silncio por um momento. Ento surgiu um rudo alto e Hermione desapareceu atrs de uma fumaa negra"Hermione!" gritou Harry e Rony; a bandeja de caf da manh
escorregou e caiu no cho espatifando-se.Hermione surgiu, tossindo, fora da fumaa, segurando o telescpio q apresentando um reluzente olho roxo."Eu apertei isso
e isso - isso me esmurrou!" ela disse indignada Eles puderam observar um pequeno punho em uma grande mola pulando na extremidade do telescpioNo se preocupe," disse
Rony, que estava tentando claramente no rir, do reparo de curimentos pequenos mal-sucedido de sua me. - Bem, no se culpe agora ! Hermione disse sussurando "Harry,
oh, Harry.. . "Sentou-se na borda de sua cama outra vez."ns quisemos saber, depois que voltamos. . . Claro, ns no quisemos dizer-lhe qualquer coisa, mas o que
Lucio Malfoy disse sobre a profecia, sobre voc e Voldemort, bem, ns pensamos que podia ser algo como isso. . . Oh, Harry. . . " Olhou fixamente nele, a seguir
sussurrado, "Voc est assustado?""No mais que antes" disse Harry. "quando eu ouvi da primeira vez eu era. . . mas agora, parece que eu sempre soube que teria que
enfrenta-lo no fim. . . ""quando ns nos soubemos que Dumbledore foi busca-lo pessoa, ns pensamos que ele iria dizer ou mostrar-lhe algo sobre o que fazer com a
profecia," disse Rony ansiosamente. "e ns estvmos com voc, no estvamos? Ele no estaria lhe dando lies se pensasse voc iria morrer, no desperdiaria seu
tempo - deve pensar que voc tem uma possibilidade!""O que  verdade" disse Hermione. "Ser maravilhoso o que ele lhe ensinar, Harry! Mgica defensiva realmente
avanada, provavelmente. . contra-feitios poderosos, contra azaraes"Harry no escutou realmente. Um calor estava espalhando atravs dele que no tinha anda haver
com a luz solar; uma dor eu seu peito pareceu dissolve-lo. Soube que Rony e Hermione estavam mais chocados do que ele estava, mas o mero fato que ainda estavam l
ao seu lado, falando palavras de apoio e conforto, no se escondendo dele como se estivesse contaminado ou fosse perigoso, valeu pena mais do que ele poderia dizer-lhes."...
e os encantamentos ento" concluiu Hermione. "bem, ao menos voc sabe uma lio que voc estar tendo este ano, o que  um mais do que eu e Rony. Eu quero saber
quando as corujas com nossos resultados viro.."No pode faltar muito agora..foi a um ms" disse Rony."pendure isso," disse Harry, porque uma outra parte da conversa
da ltima noite lhe voltou a mente. "eu acho que Dumbledore disse que as corujas com nossos resultados estariam chegando hoje!""hoje?" Hermione gritou. "hoje? Mas
porque voc no - oh meu deus - voc devia ter dito - "Pulando de p."eu estou indo ver se alguma coruja veio..."Mas quando Harry chegou ao andar de baixo dez minutos
mais tarde, vestido inteiramente e carregando sua bandeja vazia do pequeno almoo, encontrou Hermione sentada  mesa da cozinha em uma grande agitao, e examinou
a sra. Wesley que parecia uma joaninha. "apenas no se mova" a Sra. Weasley estava dizendo ansiosamente, para Hermione que tinha sua varinha em uma das mos e uma
cpia da Curandeira do Lar na outra, aberta em "manchas roxas, em cortes, e em abrases." "isto sempre esteve aqui antes, eu que apenas no pode compreend-la.""ser
que  essa a idia que Fred e George tem de uma brincadeira, certificando-se que ela nunca sair" disse Ginny."mas tem que sair!" Hermione rangiu. "eu no posso
ficar com o olho assim para sempre!""voc no vai , claro, ns encontraremos um antidoto, no se preocupe" disse a Sra. Weasley sorrindo."Gui me disse que Fred e
George esto se divertindo muito! Fleur disse sorrindo serenamente."sim, eu mal posso esperar para rir tambm" Hermione falou.Saltou e comeou a andar em crculos
pela cozinha, torcendo seus dedos."Sra. Weasley, a sra. tem certeza que nenhuma coruja chegou esta manh?""Sim, querido, eu teria notado," disse a Sra. Weasley paciente.
"Mas ele s tem nove anos, ainda h bastante tempo...""Eu sei que devo ter mistura as Runas,"murmurou Hermione freneticamente, "Eu definitivamente devo ter bagunado
tudo. Ainda tem Defesa contra as Artes das Trevas que no fui nada bem. Pensei que em transfiguraes pelo menos estava tudo certo, mais olhando bem...""Hermione
, d pra parar com isso? Voc no  a unica que estava nervosa!"rangiu Rony "Voc ainda deve ter tido uns onze "Excede as Expectativas"nos N.O.M"s" "No, no, no!"disse
Hermione, agitando suas mos histricamente. "Eu fracassei em tudo , eu sei""E o que acontecer se ns no conseguimos?" perguntou Harry, e novamente foi Hermione
quem respondeu."Ns vemos com a diretora da Grefindor, quais so nossas opes. Eu perguntei a Prof McGonagall no final do ano passado. "O estomago de Harry revirou.
Desejou que tivesse comido menos."Em Beauxbatons,"disse Fleur se queixando "Temos um modo diferente de ver as coisas. Pensamos que  melhor prestar os exames depois
do sexto ano e no do quinto, mas de qualquer form..."As proxima palavras de Fleur foram abafadas por um grito. Hermione apontava para a janela da cozinha. Tres
pontos pretos eram visveis no cu, ficando maior a cada segundo."So corujas, tenho certeza,"disse Rony ansioso, pulando at a janela junto com Hermione."E so
trs, tem trs delas,"disse Harry correndo em direo a janela tambm." deve ser uma para cada um de ns," disse Hermione num sussurro apavorado. "Oh No...No...No..."Ela
agarrou com fora Rony e Harry.As corujas estavam voando para o Trs, bonitas corujas-das-torres, voando baixo agora em direo aos trs , e todas elas seguravam
um envelope."Ai no,"guinchou Hermione.A Sra. Weasley se espremeu entre eles e abriu a janela da cozinha. Um , Dois, Trs, as corujas foram pousando em linha em
frente seus ps, com os envelopes.Harry correu a apanhar seu envelope. A carta de harry estava na coruja do meio, ele comeou a tentar tirar a carta da coruja desastrosamente.
A sua esqueda, Rony tentava pegar a sua tambm; e a sua direita as mos de Hermione agitavam tanto que fazia com que sua coruja balana-se.A cozinha estava silenciosa,
quando finalmente Harry conseguiu pegar sua carta. Abriu o Envelope e desenrroulou o pergaminho.RESULTADO DO SEUS NIVEIS EXTRAORDINARIOS EM MAGIA.NOTAS PASSAVEIStimo
(O)Excede as Expectativas (E)Aceitavel (A)NOTAS REPROVAVEIS.Passavel (P)Deploravel (D)Trasgo (T)Harry James PotterAstronomia (A)Trato de Criaturas Mgicas (E)Feitios
(E)Defesa contra as Artes das Trevas (O)Advinhao (P)Herbologia (E)Histria da Magia (D)Poes (E)Transfigurao (E)Harry leu varias vezes seus notas, sua respirao
agora voltava ao normal. "Eu consegui", pensou ele, sempre soube que iria mal em Adivinhao, e tambm sabia que no passaria em Histria da Magia j que ele tinha
desmaiado na hora do exame, mas ele conseguiu passar em todo o resto! Tinha se dado bem em Transigurao e Herbologia, tinha excedido as expectativas at em Poes!
E o melhor de tudo, tinha conseguido um "timo" em Defesa Contra as Artes das Trevas! Ele olhou ao seu redor. Hermione estava olhando pra trs, e o Rony estava com
um brilho nos olhos."Falhamos somente em adivinhao e Histria da Magia, quem se importa com isso?"disse feliz a Harry. "Aqui..." Deixa eu ver.Harry olhou atentamente
as notas de Rony: E no havia nenhum "Otimo" l..."Sempre soube que voc teria nota maxima em Defesa Contra as Artes das Trevas,"disse Rony , dando um soco no ombro
de harry. "Ns fizemos tudo certo afinal, no ?""Muito bom!"disse a Sra. Weasley cheia de orgulho, passando a mo nos cabelos de rony. "Sete N.O.M"s mais do que
Fred e Jorge juntos!""Hermione?"perguntou Ginny, j que Hermione ainda continua de costas. "Como voc foi?""Eu? nada mal", falou Hermione com sua voz baixa."Ahh,
para com isso,"disse Rony puxando o pergaminho da mo de Hermione. " - Dez "Otimos" e um "Excede as Expectativas" de Defesa contra as Artes das Trevas.Ele olhou
pra ela, ela estava meio feliz, meio chatiada. "Voc no est desapontada , est?"Hermione balanou a cabea, e harry riu." somos alunos de N.I.E.M"s agora!"disse
Rony sorrindo. "Me, tem mais salsichas?"Harry no entando olhou novamente para seus resultados. Eram to bons quanto ele esperava. Sentiu-se apenas um pouco triste...
Este era o fim de sua ambio de um dia se tornar Auror. No conseguira a nota necessaria em Poes. Ele j havia imagindo varias vezes que no conseguiria, mas
agora que tinha certeza era pior, sentiu seu estomago se afundar quando olhou novamente para aquele pequeno (E) na frente das escritas POESEra estranho mesmo sendo
um Comensal da Morte desfarado que havia dito a Harry para ele seguir a carreira de auror, ele havia gostado da ideia, no conseguia pensar em outra coisas para
se tornar. Alm disso, parece que este  o destino certo para ele desde que ele ouviu a profecia no ms passado.... um no pode viver enquanto o outro estiver vivo....Ele
no estaria cumprindo a profecia e se dando uma maior chance de sobrevivncia se ele se unisse aos mais bem treinados bruxos que tem a misso de achar e matar Voldemort?







































Captulo 6
Captulo 6: O Desvio de Draco


Harry permaneceu dentro dos limites do jardim da Toca durante as semanas seguintes. Ele passou a maioria dos dias jogando Kiditch dois contra dois no pomar dos Weasleys
(ele e Hermione contra o Rony eginny; Hermione era terrvel eginny boa, assim eles ficaram razoavelmente bem equilibrados) e as noites comendo o triplo de tudo Sra.
Weasley colocava na frente dele.Teriam sido frias felizes e calmos, se no fossem pontuadas por desaparecimentos, acidentes estranhos, at mesmo de mortes que apareciam
agora quase diariamente no Profeta Dirio. s vezesbille Sr. Weasley traziam notcias para casa antes mesmo de sarem no jornal. Para desgosto da Sra. Weasley, as
comemoraes pelo dcimo sexto aniversrio de Harry foram arruinadas por novidades horrveis trazidas  festa por Remo Lupin que parecia mais magro e severo, que
os cabelos castanhos dele estavam praticamente grisalhos, as roupas dele mais esfarrapadas e remendadas que nunca."Houve outro par de ataques de dementores," ele
anunciou, quando a Sra. Weasley passou uma fatia grande de bolo de aniversrio para ele. "E eles acharam o corpo de Igor Karkaroff no norte em uma cabana. A Marca
Negra estava acima da cabana - bem, francamente, eu estou surpreso por ele ter ficado vivo durante um ano depois de abandonar os Comensais da Morte. O irmo de Sirius,
Regulus, s sobreviveu alguns dias at onde eu posso me lembrar.""Sim, bem", disse Sra. Weasley, carrancuda, "talvez ns devessemos falar sobre outro assu - ""Voc
ouviu falar de Florean Fortescue, Remo? "billperguntou enquanto servia vinho para Fleur. "O homem que correu - ""- da sorveteria no Beco Diagonal? " Harry interrompeu,
com uma sensao desagradvel, de vazio no estmago dele. "Ele me dava sorvetes grtis. O que aconteceu com ele? ""O expulsaram da sorveteria dele. ""Por que? "
Rony perguntou, enquanto Sra. Weasley olhava sugestivamente parabill."Quem sabe? Ele devia estar os incomodando de alguma maneira. Ele era um homem bom, Florean"."Falando
do Beco Diagonal" , disse Sr. Weasley, "parece que aconteceu o mesmo com o Olivaras. ""O vendedor de varinhas? " disseginny, olhando assustada." o que parece. A
loja est vazia. Nenhum sinal de luta. Ningum sabe se ele partiu voluntariamente ou foi seqestrado.""Mas varinhas - como faro as pessoas com as varinhas? ""Eles
sobrevivero com outros fabricantes", disse Lupin. "Mas Olivaras era o melhor e se o outro lado o tem, isso no  to bom para ns."No dia depois deste melanclico
aniversrio, as cartas e lista de livros deles chegaram de Hogwarts. Harry teve uma surpresa: ele tinha sido nomeado o Capito de Kiditch."Isso lhe d status igual
aos monitores! " Hermione chorava feliz. "Agora, voc pode usar nosso banheiro especial e tudo! ""Eu me lembro quando o Charles usou um destes", disse o Rony, enquanto
examinava o distintivo com alegria. "Harry, isto to legal, voc  meu Capito - se voc me deixou continuar no time, eu suponho, ha ha. . . . ""Bem, eu suponho
ns no podemos evitar uma viagem ao Beco Diagonal mais tempo agora que voc receberam isso", suspirou a Sra. Weasley, olhando para a lista de livros do Rony. "Ns
iremos no sbado contanto que seu pai no tenha que trabalhar novamente. Eu no vou sem ele.""Me, vocs no pensam, honestamente, que Voc - sabe - quem vai estar
escondido atrs de uma estante na Floreios e Borres? " Rony riu baixinho."Fortescue e Olivaras no saram de frias, saram? " disse brava a Sra. Weasley. "Se voc
pensa que segurana  uma questo de brincadeira, voc pode ficar aqui que eu mesma compro suas coisas - ""No, eu quero ir, eu quero ver a loja do Fred e George!
" disse Rony apressadamente."Ento voc refreie suas idias, rapaz, antes que eu decidia que voc  muito imaturo para para vir conosco! " disse furiosamente a Sra.
Weasley, pegando o relgio dela, no qual todas as nove mos ainda estavam apontando para "perigo mortal", e equilibrando em cima de uma pilha de toalhas sujas. "E
isso tambm vale para quando voltar a Hogwarts! "Rony encarou Harry incrdulo enquanto a me dele pegava a cesta de roupa suja, o relgio balanando nos braos dela
e reclamando furiosamente para fora do quarto."Cara. . nem ouse fazer uma piada sobre isso. . . . "Mas o Rony foi cuidadoso em no ser impertinente sobre Voldemort
durante os prximos dias. Sbado amanheceu sem quaisquer exploses da Sra. Weasley, entretanto ela parecia muito tensa ao caf da manh.billque ficaria em casa com
Fleur (para o deleite de Hermione eginny), passou uma bolsa de dinheiro cheia pela mesa para Harry."Onde  a mina ? " Rony quis saber imediatamente, os olhos arregalados."Isso
j  do Harry, idiota", dissebill. "Eu retirei isso de seu cofre para voc, Harry, porque est levando aproximadamente cinco horas para o pblico retirar o ouro
deles no momento, os duendes aumentaram muito a segurana. Dois dias atrs Arkie Philpott teve uma Probity Probe aderida nele... Bem, confie em mim, deste modo 
mais fcil.""Obrigado, Gui", disse Harry, guardando o ouro.""E nem sempre est to prestativo", ronronou Fleur, acariciando o nariz debill.ginny fingiu vomitar o
cereal dela atrs de Fleur. O Harry engasgou com os flocos de milho dele, e o Rony bateu em suas costas.Era um dia nublado e escuro. Um dos carros especiais do Ministrio
da Magia nos quais Harry tinha andado uma vez, estava os esperando na frente do jardim quando eles saram da casa, arruamndo as capas deles." bom Deus que conseguiu-
os novamente", disse Ron apreciativamente, se esticando luxuriosamente, enquanto o carro se movia suavemente para longe da Toca e Bill e Fleur acenavam da janela
da cozinha. Ele, Harry, Hermione, eginny estavam todos sentados com conforto e espao no assento largo."No se acostume, isso  s por causa de Harry", disse o Sr.
Weasley por cima do ombro. Ele e Sra. Weasley estavam na frente com o motorista do Ministrio; o assento de passageiro dianteiro estava estirado com o que se parecia
a um sof de dois lugares. "Ele est com nvel de segurana elevado. E ns tambm encontraremos com a segurana adicional no Caldeiro Furado. "Harry no disse nada;
ele no se imaginnyva fazendo compras cercado por um batalho de aurores. Ele tinha guardado a capa da Invisibilidade na mochila e acreditava que, se isso fosse
bom o bastante para Dumbledore, deveria ser bom bastante para o Ministrio, entretanto agora ele que ele pensava nisto, ele no estava certo se o Ministrio sabia
sobre a capa dele."Chegamos", disse o motorista, num tempo surpreendentemente curto, falando pela primeira vez quando ele reduziu a velocidade na Rua Charing Cross
e parando no CaldeiroFurado. "Eu vou esperar por vocs, tem idia de quanto tempo voc levar? ""Duas horas, eu imagino", disse o Sr. Weasley. "Ah, bom, ele est
aqui! "O Harry imitou o Sr. Weasley e olhou pela janela; o corao dele saltou. No havia nenhum auror esperando por eles do lado de fora da hospedaria, mas ao invs
disso, havia a forma gigantesca e barbuda de Rbeo Hagrid, o guarda - caas de Hogwarts, usando um longo casaco de peles, olhando para o rosto de Harry e inconsciente
aos olhares fixos e assustados dos mugles."Harry! " ele estrondou, apertando Harry em um abrao de esmagar os ossos no momento em que Harry saiu do carro. "Bucbeac
- Witherwings, eu quero dizer - sim deveriam ver ele, Harry, est to feliz ao ar livre - ""Fico feliz j que ele est contente", disse Harry, sorrindo enquanto
massageava as costelas. "Ns no sabamos que segurana significava voc! ""Eu sei,  como os velhos tempos , sabe? Veja, o Ministrio queria enviar um grupo de
aurores, mas Dumbledore disse que eu faria", disse Hagrid orgulhosamente, enquanto estufava o peito e comprimia os dedos polegares nos bolsos. "Eles permitiram,
ento - depois de , Molly, Arthur - "O Caldeiro Furado estava, pela primeira vez na memria de Harry, completamente vazio. S Tom o proprietrio, seco e desdentado,
permaneceu da antiga multido. Ele observou esperanosamente quando entraram eles, mas antes de ele pudesse falar, Hagrid disse importante, "S passando hoje, Tom,
sim, segurana entende, negcio de Hogwarts, sabe."O Tom balanou a cabea tristemente e voltou a lavar os copos; Harry, Hermione, Hagrid, e os Weasleys caminharam
para o pequeno ptio frio na parte de trs, onde as ficavam as latas de lixo. Hagrid elevou o guarda-chuva rosa dele e bateu num certo tijolo na parede que abriu
para formar uma arcada para uma sinuosa e remendada rua. Eles pisaram pela entrada e pararam, dando uma olhada.O Beco Diagonal tinha mudado. As coloridas e brilhantes
vitrines de livros, ingredientes de poes e caldeires para ver, estavam perdidos, escondido atrs de grandes cartazes do Ministrio da Magia que tinham sido colados
em cima deles. A maioria destes cartazes roxos e sombrios eram verses dos conselhos de segurana nos folhetos do Ministrio que tinham sido enviados durante o vero,
mas outros tinham fotografias preto e branco dos Comensais da Morte que estavam livres. Bellatrix Lestrange estava olhando com desprezo da frente de um herbrio.
Algumas janelas foram fechadas com tbuas, entre essas a sorveteria de Florean Fortescue. Por outro lado, vrias baias tinham aparecido ao longo da rua. A mais prximo
tinha sido erguida fora da Floreios e Borres debaixo de um toldo listrado, manchado, com uma placa de papelo fixada a sua frente:AMULETOSEfetivo Contra Lobisomens,
- = - dementores - = - inferi!Um pequeno bruxo ambulante estava balanando braadas de smbolos prateados."Um para sua menininha, senhora? " ele chamou a Sra. Weasley
quando passaram por ele, olhando de soslaio aginny. "Proteja o bonito pescoo dela? ""Se eu estivesse em servio. . . " disse Sr. Weasley, olhando fixa e furiosamente
para o vendedor de amuleto."Sim, mas no vai prender qualquer um agora, querido, ns estamos com pressa, disse Sra. Weasley, consultando a lista nervosamente. "Eu
penso faramos melhor indo a Madame Malkin, Hermione quer tnicas novas, e os tornozelos do Rony esto aparecendo nas roupas escolares dele, e voc tambm deve precisar
de algo novo, Harry, voc cresceu tanto - venha, todo o mundo - ""Molly, no faz sentido ns todos irmos para Madame Malkin, disse o Sr. Weasley. "Por que esses
trs no vo com Hagrid, e ns podemos ir Floreios e Borres e comprar os livros escolares de todo mundo? ""Eu no sei", disse a Sra. Weasley ansiosa, claramente
dividida entre o desejo de terminar a compra depressa e o desejo de ficarem todos juntos. "Hagrid, voc acha--? " "No se preocupe, eles estaro bem comigo, Molly",
disse Hagrid ternamente, acenando uma mo do tamanho de uma tampa de lata de lixo. A Sra. Weasley no parecia completamente convencida, mas permitiu a separao,
correndo para a Floreios e Borres com o marido dela eginny enquanto o Harry, Ron, Hermione, e Hagrid iam para Madame Malkin.O Harry notou que muitas pessoas que
passaram tinham o mesmo olhar aflito e ansioso da Sra. Weasley, e que ningum estava parando para falar mais; os compradores ficavam juntos em grupos, enquanto faziam
os negcio deles atentamente. Ningum parecia estar fazendo compras sozinho."Talvez seja um pouco apertado l dentro para todos ns", disse Hagrid, parando do lado
da Madame Malkin e se curvando junto a janela. "Eu estarei em p de guarda aqui fora, certo?"Assim o Harry, Ron e Hermione entraram juntos na pequena loja. Se apareceu,
 primeira vista, estar vazio, mas logo que a porta fechou atrs deles, eles ouviram uma voz familiar falando por detrs de uma prateleira de tnicas com lantejoulas
verde e azul.". . no sou uma criana, no caso de voc no perceber, me. Eu sou perfeitamente capaz de fazer minhas compras sozinho."Houve um barulho de cacarejo
e uma voz que Harry reconheceu como sendo de Madame Malkin, a dona, disse, "Agora, querido, sua me totalmente, se supe que nenhum de ns vai perambular sozinho,
no  nada a ver com ser uma criana - ""Veja onde voc est espetando este alfinete! "Um menino adolescente com uma face plida, pontuda e cabelos loiros apareceu
por detrs da prateleira, usando um jogo bonito de roupas verde escuro que brilharam com alfinetes ao redor da bainha e nas mangas. Ele escarranchou ao espelho e
se examinou por alguns momentos antes de notar que Harry, Ron e Hermione estavam refletidos acima do ombro dele. Os olhos cinzas claros dele estreitaram."Se voc
est desejando saber que cheiro , me, um sangue ruim entrou h pouco, disse Draco Malfoy."Eu no penso h necessidade de falar assim! " disse Madame Malkin, correndo
detrs do monte de roupas segurando uma fita mtrica e varinha. "E eu no quero varinhas de qualquer um em minha loja! " ela completou rapidamente, depois de um
relance para a porta onde Harry e Ron tinham se posicionado com a varinha, apontando a Malfoy. Hermione que estava ligeiramente parado atrs deles, sussurrou, "No,
no faa, honestamente, no vale a pena. ""Sim, como voc ousaria fazer magia fora da escola", zombou Malfoy. "Quem acertou seu olho, Granger? Eu quero lhes enviar
flores.""J chega! " disse nitidamente Madame Malkin, olhando pelo ombro dela em busca de apoio. "Senhora - por favor - "Narcissa Malfoy saiu detrs a prateleira
de roupas."Guarde isso, ela disse friamente para Harry e Ron. "Se voc azarar meu filho novamente, eu assegurarei que j ser a ltima coisa que voc far.""Realmente?
" disse o Harry, dando um passo adiante e contemplando a face calmamente arrogante que, apesar de toda sua palidez, ainda se assemelhava a irm. Ele era to alto
quanto ela era agora. "Ir conseguir que alguns amigos de Comensais da Morte nos faa isso, no ?"Madame Malkin gritou e ps a mo sobre o peito."Realmente, voc
no deveria acusar -  uma coisa perigosa para dizer - varinhas fora, por favor! " Mas o Harry no abaixou a vara dele. Narcisa Malfoy sorriu desagradavelmente.
"Eu vejo que ser o favorito de Dumbledore lhe deu uma falsa sensao de segurana, Harry Potter. Mas Dumbledore no estar sempre l para o proteger.Harry deu uma
olhada zombeteira ao redor da loja. "Uau. . olhe para isso. . . ele no est aqui agora! Assim por que no tenta? Eles poderiam achar uma cela dupla em Azkaban com
o perdedor do seu marido! " Malfoy fez um movimento bravo para Harry, mas tropeou em cima do roupo dele. Rony riu ruidosamente. "No ouse falar a minha me assim,
Potter! " Malfoy rosnou. "Est certo, Draco", disse Narcisa, segurando com os dedos brancos magros os ombros dele. "Eu espero que Potter se reuna seu com querido
Sirius antes que eu me reuna com Lucius." " Harry ergueu a varinha mais alto. "Harry, no! " gemeu Hermione, agarrando o brao dele e tentando abaix-lo. "Pense.
. . Voc no deve. . . Voc estar em dificuldade. ... " Madame Malkin tremeu naquele mesmo lugar por um momento, ento pareceu se decidir a agir como se nada estivesse
acontecendo. Ela se curvou para Malfoy que ainda estava olhando fixamente para Harry. "Eu acho que isso rasgou abriu a manga um pouco mais, querido, me deixe s
- " "Ai! " Malfoy gritou, esbofeteando a mo dela. "Veja onde voc coloca seus alfinetes, mulher! Me - eu acho que eu no quero estes mais - " Ele puxou as roupas
por cima da cabea e os lanou ao cho aos ps da Madame Malkin. "Voc tem razo, Draco", disse Narcisa, com um relance depreciativo a Hermione, "agora eu sei o
tipo de pessoa faz compras aqui. . . . Ns faremos melhor na Twilfitt e Tatting. " E com isso, os dois saram da loja, Malfoy em esbarrar to forte em Ron quando
estava saindo. "Bem, realmente?" Disse Madame Malkin, apanhando as roupas cadas no cho e a ponta da varinha como um aspirador de p, limpando-as.Ela estava distrada
ajustando as tnicas novas de Ron e Harry, tentando vender um vestido de feiticeira em vez de um de bruxa para Hermione e quando ela, finalmente, os mandou para
fora da loja, estava com um ar alegre de ver livre deles. "Compraram tudo? " Hagrid perguntou quando eles reapareceram ao lado dele. "Quase", disse o Harry. "Voc
viu o Malfoys? " "Sim", disse Hagrid, desinteressado. "Mas eles no criaram problemas no Beco Diagonal, Harry. No se preocupe com eles." Harry, Ron, e Hermione
trocaram olhares, mas antes de eles pudessem alertar Hagrid sobre esta noo confortvel, o Sr. e a Sra. Weasley eginny apareceram, segurando vrios pacotes pesados
de livros. "Todo o mundo bem? " disse a Sra. Weasley. "Compraram as roupas? Certo, ento, ns podemos ir a farmcia e ao Emprio das Corujas a caminho de Fred e
George - agora. . . . " Nem Harry nem Ron compraram qualquer ingrediente do Farmacutico, uma vez que eles j no estavam estudando Poes, mas ambas as caixas grandes
compradas de coruja louco para Edwiges e Pitchinho no Emprio das Corujas. Ento, com a Sra. Weasley que conferia o relgio dela todos os minutos, eles andaram ao
longo da rua  procura do Gemialidades Weasleys, a loja de logros de Fred e George. "Ns, realmente, no temos muito tempo", Sra. Weasley disse. "Assim ns teremos
que olhar rpido e ir atrs d o carro. Ns devemos estar prximos,  o nmero noventa e dois. . . noventa e quatro. . . " "O que, "disse o Ron, parando atrs deles.Fixado
contra a loja sombria, um cartaz na fachada deles, Fred e George bateram o olho como uma exibio de fogo de artifcio na vitrine. Um transeunte estava examinando
pelos ombros deles atravs da vitrine, e alguns pessoas bastante atordoadas paravam. A janela  esquerda era cheio de um sortimento de bens que remexeram, estourou,
flamejou, saltou, e gritou, os olhos de Harry lacrimejaram um pouco olhando para isto. A vitrine a direita estava coberta com um cartaz gigantesco, roxo como os
do Ministrio, mas pintado com letras amarelas brilhantes: POR QUE  VOC PREOCUPADOCOM VOC-SABE-QUEM?VOC DEVERIA ESTAR PREOCUPADOU-NO-POO--A SENSAO DE CONSTIPAOISSO
EST ACABANDO COM A NAO!Harry comeou a rir. Ele ouviu um tipo fraco de gemido ao lado dele e deu uma olhada para ver a Sra. Weasley contemplando, pasmada, o cartaz.
Os lbios dela moveram silenciosamente, enquanto declamando o nome " U-NO-POO--. " "Eles sero assassinados nas camas deles! " ela sussurrou. "Nenhum deles vai!
" diz o Rony que, como Harry, estava rindo. "Isto  brilhante! " E ele e Harry entraram na loja. Estava cheia de clientes; Harry no pde chegar perto das estantes.
Ele fitou ao redor, olhando para as caixas empilharam ao teto: Aqui eram o Kit mata aula que os gmeos tinham aperfeioado durante o ltimo ano inacabado deles,
em Hogwarts, Harry notou que Nosebleed Nougat era muito popular, com somente uma caixa na estante. Havia caixas cheio de varinhas de truque, que se transforma em
galinhas de borracha ou pares de sumrios quando agitado, golpeia o usurio imprudente ao redor da cabea e pescoo, e vrias caixas de penas com Self-Inking, Spell-Checking
e Smart-Answer. Um espao abriu na multido e o Harry empurrou em direo onde um gago deleitado de dez anos assistia a um minsculo homem de madeira que subia lentamente
os degraus para um real jogo de forca, ambos empoleirados em uma caixa que se lia: carrasco reutilizvel - soletre ou ele balanar! "Patenteado Sonhos encantados"Hermione
tinha conseguido se apertar para ver um grande mostrador perto do balco e estava lendo as informaes na parte de trs da caixa com uma figura altamente colorida
de um jovem bonito e uma menina desmaiando que estavam no convs de um navio de pirata." Um simples encantamento e voc entraro num sonho de alta qualidade, altamente
realista, por trinta minutos, fcil ajustar dentro da lio escolar comum e virtualmente indetectavl (efeitos colaterais incluem baba e expresso vaga). No  vendido
para menores de 16 anos." "Voc sabe", disse Hermione, olhando para Harry, " isto  uma magia realmente extraordinria!" Este, Hermione, " disse uma voz atrs deles,
" voc pode ter um de graa".Um Fred radiante se levantou antes deles, usando roupas magenta que contrastavam magnificamente com os cabelos flamejantes dele." Como
voc est, Harry "? Eles deram um aperto de mo. " E o que  aconteceu a seu olho, Hermione "?" Seu telescpio perfurante, " ela disse." Oh, eu me esqueci desses",
Fred disse. " Aqui -"Ele arrancou um tubo do bolso e deu a ela; ela abriu cautelosamente para revelar uma pasta amarela espessa." Passe levemente na contuso que
ela sumir dentro da hora", Fred disse. " Ns tivemos que achar um removedor de contuso decente. Ns testamos a maioria de nossos produtos em ns mesmos ".Hermione
parecia nervosa. "  seguro, no ?" ela perguntou." Claro que ", Fred disse. " Venha, Harry, eu lhe mostrarei a loja.".Harry deixou Hermione passando de leve a
pasta no olho preto e seguiu Fred para a parte de trs da loja, onde ele viu um posto de carto e truques de corda." Mugles truques mgicos!" disse Fred feliz, apontando
para eles. " Porque tem aberraes como Papai, voc sabe, que amam coisas de mugle. No  muito lucrativo, mas ns firmamos um negcio razovel, eles so grandes
novidades. . . . Oh, aqui est o George. ..O gmeo de Fred apertou a mo de Harrys energicamente."Conhecendo a loja? Passe pela parte de trs, Harry, que  onde
ns estamos ganhando o dinheiro de verdade e voc pagar em mais que Galees! " Ele acrescentou a um menino pequeno que apressadamente retirou a mo dele para fora
da banheira e etiquetou "escurido comestvel".MARCAS----ELES FARO QUALQUER UM DOENTE!George empurrou uma cortina atrs ao lado do mugle falso e Harry viu um quarto
mais escuro, menos abarrotado. O pacotes dos produtos que enfileiram estas estantes eram mais conquistado." Ns desenvolvemos uma linha mais sria," Fred disse.
" Engraado como aconteceu. . ."" Voc no acreditaria quantas pessoas, at mesmo as pessoas que trabalham ao Ministrio, no podem fazer um Feitio de Proteo
decente," George disse. "Claro, eles no aprenderam com voc, Harry ""Isso  certo... Bem, ns pensamos que Chapus de Proteo eram engraados, voc sabe, desafia
seu companheiro a te azarar e quando isso acontece voc v a cara dele quando a azarao ricochetear. Mas o Ministrio comprou quinhentos para todos seu pessoal
de apoio! E ns ainda estamos recebendo ordens de compras volumosas! ""Assim ns expandimos em uma gama de Capas de Proteo, Luvas de Proteo... ""... Eu quero
dizer, eles no ajudariam muito contra as Maldies Imperdoveis, mas para feitios mais fracos ou azaraes... ""E ento ns pensamos em entrar na rea inteira
de Defesa Contra as Artes das Trevas, porque  tal um filo de dinheiro",George continuado entusiasmado. "Isto est novo. Olhe, "P de Escurido Instantnea", ns
estamos importando isto do Peru.  mo se voc quiser fazer uma fuga rpida.""E nossos "Detonador Enganador" que esto sair para fora das estantes, olhe", disse
Fred, apontando vrios objetos estranhos de chifre pretos que estavam, realmente, tentando correr para longe da vista. "Voc derruba um discretamente e ele escapar
, fazendo um barulho alto agradvel longe de voc, enquanto lhe dando a distrao que precisa."" mo", disse Harry, impressionado."Aqui", disse George, pegando
um par e lanando a Harry.Uma jovem bruxa de cabelo loiro curto enfiou a cabea pela cortina; Harry viu que ela tambm usava o uniforme magenta."H um cliente aqui
fora procurando um caldeiro de piada, Senhores. Weasley ", ela disse.Harry achou muito estranho ouvir Fred e George serem chamados de "Sr. Weasley", mas eles aceitaram
isso sem dificuldades."Voc est certa, Verdade, eu estou indo", disse George prontamente. "Harry, voc escolhe qualquer coisa que voc quiser, certo? Sem custo.""Eu
no posso fazer isso! " disse Harry que j tinha tirado a bolsa de dinheiro para pagar pelos "Detonadores Enganadores"."Aqui, voc no paga", disse Fred firmemente,
no aceitando ao ouro de Harry."Mas - ""Voc nos deu nosso primeiro emprstimo, ns no esquecemos", disse George. "Leve tudo que voc gosta, e no se esquea de
falar para as pessoas onde voc adquiriu tudo, se eles perguntam."O George saiu pela cortina para ajudar com os clientes, e o Fred levou Harry para a parte principal
da loja para encontrar Hermione eginny que ainda se concentravam nos "Patenteado Sonhos encantados"."As meninas acharam nossos produtos de "WonderWitch" especiais?
" Fred perguntou. "Senhoras, sigam-me. . . . "Aproximaram-se de um balco onde todos os produtos ao redor eram violentamente rosas com um agrupamento de meninas
entusiasmadas dando risada entusiasmadas. Hermione eginny pareceram cautelosas."L voc vai", disse Fred orgulhosamente. "achar a maior gama de filtros do amor que
em qualquer lugar."Ginna ergueu a sobrancelha. "Eles funcionam? " ela perguntou."Certamente, eles funcionam, por at vinte e quatro horas dependendo de quantas vez,
do peso do menino em questo - ""- e a atratividade da menina", disse George, reaparecendo de repente ao lado deles. "Mas ns no os estamos vendendo a nossa irm",
ele adicionou, ficando repentinamente duro, "no quando ela j obteve mais atividade aproximadamente com cinco meninos do que ns temos - ""As notcias do Ron so
uma mentira gorda grande", disseginny calmamente, se apoiando para pegar um pote rosa pequeno na outra estante. "O que  isto? ""Dez segundos garantidos removedor
de espinhas", disse Fred. "Excelente em todo tipo de cravos, mas no muda o assunto. Voc est ou voc no est saindo atualmente com um menino chamado Dino Thomas?
""Sim, eu estou", disseginny. "E d ltima vez que vi, ele definitivamente era um menino, no cinco. O que so esses? "Ela estava apontando para vrias bolas de
penugem em sombras cor-de-rosa e roxo, todas rolando ao redor do fundo de uma gaiola e emitindo gritos altos."Bolos folhados pigmeus", disse George. ""Puffskeins"
de miniatura, ns no os podemos criar rpido bastante. Assim o que sobre Miguel Corner? ""Eu terminei, ele era um pssimo perdedor", disseginny, pondo um dedo pelas
barras da gaiola e assistindo os "Bolos folhados Pigmeus" aglomeram redor. "Eles so realmente bonitinhos! ""Eles so razoavelmente bonitos, sim", Fred concedeu.
"Mas voc tem trocando um pouco de namorado, no ? "Ginna virou para olhar para ele, as mos nos quadris. Havia um tal olhar de Sra. Weasley- no rosto dela que
Harry ficou surpreso de Fred no recuar."No  seu negcio. E eu lhe agradecerei "" ela acrescentou furiosamente a Ron que h pouco tinha aparecido ao lado de George
carregado com mercadoria, "se no contar sobre mim para estes dois! ""Isso so trs Galees, nove sicles e um Knut", disse Fred, examinando as muitas caixas nos
braos de Ron."Eu sou seu irmo! ""E isso  no nosso negcio que voc est comprando. Trs Galees, nove sicles. Eu dou um desconto no Knut.""Mas eu tenho trs Galees,
nove sicles! ""Voc melhor voc devolver isso, ento, e colocar nas estantes  direita."O Ron derrubou vrias caixas, jurou, e fez um gesto de mo rude a Fred, infelizmente
a Sra. Weasley tinha escolhido aquele momento para aparecer."Se eu o vejo fazer isso novamente eu lanarei uma azarao para deixar seus dedos colados", ela disse
nitidamente."Me, eu posso ter um "Bolo folhado Pigmeu"? " disseginny imediatamente."Um o que? " disse a Sra. Weasley cautelosamente."Olhe, eles so to doces. .
. . "Sra. Weasley se moveu para olhar para os "Bolos folhados Pigmeus", e o Harry, Ron, e Hermione tiveram uma viso momentaneamente desimpedida do lado de fora
da janela. Draco Malfoy estava se sozinho e apressado. Quando ele passou pelas Gemialiades"s Weasley, ele olhou por cima do ombro. Alguns segundos depois, ele se
moveu alm da extenso da janela e eles o perderam de vista."Onde a mame dele est? " disse Harry, carrancudo."Deve ter escapado dela", disse Ron."Por que, entretanto?
" disse Hermione.Harry no disse nada; ele estava pensando muito. Narcisa Malfoy no teria deixado filho precioso sair, de boa vontade, da vista dela; Malfoy devia
ter feito um esforo real para se livrar das amarras dela.Harry, sendo Malfoy astuto e detestvel, estava seguro que a razo no podia ser inocente.Ele olhou ao
redor. Sra. Weasley e Ginny estavam entretidas com os "Bolos folhados Pigmeus". Sr. Weasley estava distrado examinando um pacote de mugles jogando baralho. Fred
e George estavam ajudando os clientes. No outro lado do copo, Hagrid fazia a parte, vigiando a rua para cima e para baixo."Chegue aqui debaixo, rpido", disse Harry,
arrancando a capa da invisibilidade do bolso dele."Oh - eu no sei, Harry", disse Hermione, olhando em dvida para a Sra. Weasley."Venha " disse Ron.Ela hesitou
durante um segundo mais longo, ento entrou debaixo da capa com Harry e Ron. Ningum notou que eles desaparecem; eles estavam todos muito interessados em Fred e
os produtos de George. Harry, Ron, e Hermione se apertaram para fora da porta to depressa quanto puderam , mas at que eles ganhassem a rua, Malfoy tinha desaparecido
to completamente da mesma maneira como eles fizeram."Ele estava indo naquela direo", Harry murmurou to baixo quanto possvel, de forma que o zumbido no seria
ouvido por Hagrid "Vamos."Eles correram juntos, olhando a esquerda e direita, por vitrinas e portas, at que Hermione apontou  frente."Aquele ele , no ? " ela
sussurrou. "Virando  esquerda? ""Grande surpresa", Ron sussurrou.Malfoy tinha olhado ao redor, ento deslizou para a Travessa do Tranco, longe de vista."Rpido
ou ns o perderemos", disse Harry, acelerando."Nossos ps sero vistos! " disse Hermione ansiosa, quando a capa se enrolou nos tornozelos deles; hoje estava mais
difcil esconde-los debaixo da capa."No importa", disse o Harry impaciente. "Se apressem! "Mas a Travessa do Tranco, a rua lateral dedicada s Artes das Ttrevas,
estava completamente abandonado. Eles olharam pelas janelas que passavam por eles, mas nenhum das lojas parecia ter qualquer cliente. Harry sups era um pouco de
um fora de propsito, nestes tempos perigosos e suspeitos, comprar artefatos das trevas - ou pelo menos, ser visto comprando.Hermione deu um belisco forte no brao
dele."Ai! ""Shh! Olha! Ele est l! " ela cochichou na orelha de Harry.Eles tinham emparelhado com a nica loja na Travessa do Tranco que Harry alguma vez tinha
visitado, "Borgin e Burkes" que vendia uma grande variedade de objetos sinistros. L no meio das caixas cheias de crnios e garrafas velhas estava de p Draco Malfoy
de costas para eles, visvel um pouco alm do mesmo armrio preto e grande no qual Harry tinha se escondido para evitar Malfoy e o pai dele uma vez. Julgando pelos
movimentos das mos de Malfoy, ele estava falando animadamente. O proprietrio da loja, Sr. Borgin, um cabelo oleoso, meio inclinado, de frente para Malfoy. Ele
tinha uma expresso curiosa de ressentimento e medo."Se s ns pudssemos ouvir o que eles esto dizendo! " disse Hermione."Ns podemos! " disse Ron excitado. "Agente
- maldio - "Ele derrubou algumas caixas que ele ainda estava apertando quando ele tateava."Olhe, orelhas extensveis! ""Fantstico! " disse Hermione, com Ron mostrando
um longo fio cor de carne e comeou a esticar para o fundo da porta. "Oh, eu espero que a porta no seja Imperturbvel - ""No! " disse Ron. "Escute! "Eles se consultaram
mutuamente e escutaram os fios pelos quais a voz de Malfoy poderia ser ouvida atentamente em voz alta e clara, como se um rdio tinha sido ligado.". . voc sabe
como resolver isto? ""Possivelmente", disse Borgin, em um tom que sugeriu ele estava pouco disposto a fazer. "Entretanto, eu precisarei ver . Por que voc no traz
na loja? ""Eu no posso, disse Malfoy. " conseguiu ficar posto. Eu preciso que voc me conte como fazer isto."Harry viu Borgin lamber os lbios dele nervosamente."Bem,
sem ver, tenho que dizer que ser um trabalho muito difcil, talvez impossvel. Eu no posso garantir nada.""No? " disse Malfoy, e Harry soube, s pelo tom dele,
que Malfoy estava zombando. "Talvez isto o far mais confiante."Ele se moveu para Borgin e a viso deles foi bloqueada pelo armrio. Harry, Ron e Hermione tentaram
se arrastar e manter a viso lateral, mas tudo que eles poderiam ver eram Borgin, olhando muito amedrontado."Conte para qualquer um", disse Maifoy, "e haver retaliao.
Voc conhece Fenrir Greyback? Ele  um amigo da famlia. Ele estar derrubando de vez quando tiver certeza que voc est prestando ao problema com sua ateno completa."No
haver nenhuma necessidade de - ""Eu decidirei isso", disse Malfoy. "Bem, eu iria melhor. E no esquece de manter isso seguro, eu precisarei disto.""Talvez voc
gostaria de levar isto agora? ""No, claro que eu no vou, voc  um homem estpido, pequeno, como eu olharia e levaria isso rua abaixo?? S no venda.""Claro que
no. . . senhor."Borgin fez uma mesura to funda quanto Harry tinha visto ele dazer para Lucius Malfoy uma vez."No uma palavra para qualquer um, Borgin, e isso
inclui minha me, entende? ""Naturalmente, naturalmente", Borgin murmurou, se curvando novamente.Logo, o sino em cima da porta tilintou ruidosamente enquanto Malfoy
espiava para fora da loja e parecia muito contente com ele. Ele passou to perto de Harry, Ron e Hermione que eles sentiram, novamente, ao redor dos joelhos deles
a agitao da capa. Dentro da loja, Borgin permaneceu parado; o sorriso insincero dele tinha desaparecido; ele parecia preocupado."Sobre o que era isso? " Ron sussurrou,
recolhendo as Orelhas Extensiveis."Dunno", disse Harry, pensando. "Ele quer algo consertado. . . e ele quer reservar algo l... Voc conseguiu ver o que ele apontou
quando ele disse "aquele"? ""No, ele estava atrs daquele armrio - ""Voc dois permaneam aqui", Hermione sussurrou."O que voc vai-? "Mas Hermione j tinha sado
de debaixo da capa. Ela conferiu o cabelo no reflexo da vitrine, ento marchando para loja, fixando o sino que tilintava novamente. Ron esticou apressadamente as
Orelhas Extensivis debaixo da porta e passou um dos fios a Harry."Oi, manh horrvel, no ? " Hermione disse a Borgin que no respondeu, mas lanou um olhar suspeito.
Hermione passeou  mostra pela confuso de objetos."Este colar est  venda?" ela perguntou, parando ao lado de um balco."Se voc tem um mil e quinhentos galees",
disse o Sr. Borgin friamente."Oh - er - no, eu no posso gastar tanto", disse Hermione, caminhando em. "E. . . este adorvel - um - crnio? ""Dezesseis Galees.""Assim
est  venda, ento? No est... reservado para algum? "O sr. Borgin piscou para ela. Harry teve um pressentimento que ele sabia exatamente o que Hermione queria.
Aparentemente, Hermione sentia o mesmo porque ela lanou a precauo, de repente aos 4 ventos. "A coisa , que - er - o menino que estava agora mesmo aqui, Draco
Malfoy, bem, ele  um amigo meu, e eu quero o adquirir um presente de aniversrio, mas se ele j estiver reservado alguma coisa, eu no quero o adquirir a mesma
coisa, obviamente, assim... um..." Era uma histria bem fraca na opinio de Harry e, aparentemente, Borgin tambm pensou. "Fora", ele disse nitidamente. "Saia fora!
" Hermione no esperou duas vezes, mas se apressou  porta com Borgin atrs dela. Quando o sino tilintou novamente, Borgin bateu a porta atrs dela e virou para
cima a placa de fechado. "Ah, bem", disse Ron, puxando a capa para cima da Hermione. "Boa tentativa, mas voc foi um pouco bvia - " "Bem, da prxima vez, voc pode
mostrar para mim como  que faz, Mestre do Mistrio! " ela falou. Ron e Hermione brigaram todo tempo at a Gemialidades Weasley, onde eles foram forados a parar
de forma que eles poderia evitar o olhar anciosa em volta da Sra. Weasley e Hagrid que tinham notado a ausncia deles claramente. Uma vez na loja, Harry retirou
a Capa da Invisibilidade, escondeu no bolso dele e se uniu com os outros dois quando eles insistiram, em resposta as acusaes da Sra. Weasley, que eles estavam
desde o princpio no quarto dos fundos e que ela no deveria ter olhado corretamente.



































Captulo 7
Capitulo 7- O Clube do Slug


Harry gastou muito tempo de sua ultima semana de frias refletindo sobre o comportamento de Malfoy no Beco Diagonal.O que mais o perturbou foi o olhar de satisfao
do Malfoy, pois nada naquele olhar poderia significar algo bom. Para seu desapontamento, entretanto, nem Ron nem Hermione pareceram se perturbar com aquilo; No mnimo,
eles ficavam chateados sempre que ele tocava no assunto, poucos dias depois."Sim, eu realmente acho que aquilo foi suspeito, Harry", falou Hermione um pouco impaciente.
Ela estava sentada no peitoril da janela do quarto de Fred e Jorge com os ps em cima de algumas caixas de papelo e olhando por cima de seu novo exemplar, Traduo
Avanada de Runas."Mas temos que aceitar que  possvel existir varias explicaes no?"."Talvez ele quebrou sua "gloriosa mo"" Disse Ron incerto, se esforando
para conseguir por em ordem o cabo de sua vassoura."Mas o que ele queria dizer sobre "No se esquea de manter isso em segredo..."?" falou Harry pela milsima vez.
" Me soou como se Borgin, alm dos objetos quebrados ele queria pegar outros.""Voc acha?" disse Ron, agora tentando tirar uma sujeira do brao de sua vassoura."Eu,
sim" disse Harry. Quando nem Ron nem Hermione responderam, ele disse "mandei o pai de Malfoy para azkaban, no acham que ele vai querer se vingar?"Rony olhou pra
cima piscando. "Malfoy, se vingar? Mas o que ele poderia fazer sobre isso?""Isso  o estranho, eu no fao a mnima idia tambm" disse Harry frustrado. "Mas  algo
para ns termos cuidado e ficarmos atentos. J que o seu pai  um comensal da morte e..." Harry parou de falar, seus olhos fixados na janela atrs de Hermione, e
sua boca aberta. Um pensamento tinha acabado de lhe ocorrer."Harry?" disse Hermione com uma voz ansiosa. "O que aconteceu?"Sua cicatriz no est doendo de novo?Est?
em Harry? perguntou Ron nervoso."Malfoy  um comensal da morte," disse harry lentamente. " Se tornou um para substituir seu pai como comensal!"O Silencio agora era
total; mas Ron o interrompeu. "Malfoy? Ele s tem dezesseis anos , Harry! Voc acha que Voc-Sabe-Quem deixaria Malfoy se tornar um Comensal?"Parece meio improvvel,
Harry," disse Hermione com uma voz repreensiva. " O que te fez pensar nisso?"Quando ele estava na Madame Malkin, ela relou em seu brao e ele o tirou de perto dela
e saiu apressado da loja. Era seu brao esquerdo. Brao onde os Comensais da Morte so marcados com a Marca NegraRon e Hermione olharam-se."Bom..." disse Ron, num
tom nada convincente."Eu acho que ele apenas quis sair de l, Harry" disse Hermione."Ele mostrou para Borgin algo que no pudemos ver," disse Harry pressionado "Algo
que o assustou seriamente. Era a marca, tenho certeza" alm do mais vocs viram como Borgin o examinou seriamente depois disso.Ron e Mione trocaram outro olhar."No
estou certa Harry...""Eh, eu ainda no acho que Voc-Sabe-Quem deixaria Malfoy se juntar a eles...".Harry ficou irritado, mas convencido de que estava certo. Ele
saiu pegando suas vestes de kiditch e virou a esquerda do quarto. A Senhora Weasley, iria deixa-las lavando para que amanha elas estivessem limpas e prontas para
a viagem. Na escada trombou com Ginny que estava voltando para seu quarto com uma pilha de roupa que tinham sido recentemente lavadas."Eu no iria na cozinha agora
se voce fosse," Adivertiu-o. "H um clima pesado l agora""Eu terei cuidado." disse Harry sorrindo.Quando harry entrou na cozinha encontrou Fleur sentada, o lugar
estava cheio de plantas para seu casamente, quando a Sra. Wasley colocou seu relgio sobre um pilha de (Spruts Self), descascando-as olhando mau humorada.". . .bille
eu decimos ter apenas duas damas de honra, Ginny e Gabrielle ficaro muito bonitas juntas. Eu estou pensando em vest-la com um tom de ouro claro - rosa ficaria
naturalemnet horrvel para Ginny -""Ah, Harry querido!" disse a Sra. Wealey alto, cortando o tdioso discurso de Fleur. " Eu iria explicar sobre a segurana da viagem
de amanha para Hogwarts. Ns pegaremos carros do ministrio novamente, e havera aurores esperando na estao."" Tonks que vai estar l? pergunta Harry entregando
seu uniforme de Kiditch."No, eu acho que no, ela tem andado muito ocupada pelo que Arthur me disse.""Ela se meteu numa enrrascada, aquela Tonks," disse Fleur concentrada,
examinando seu reflexo fabuloso na parte de trs da colher de ch. "Um grande erro se voc me-""Sim,  isso, obrigada," disse a Sra. Wealey cortando o assunto de
Fleur outra vez. "Voc conversaria mais com o harry, mas eu quero que ele suba para arrumar seu malo, por que depois do jantar no vai dar tempo e amanha partiremos
bem cedo.De fato, sua partida na manh seguinte foi um tanto estranha, mais normal. Os carros do ministrio chegaram at a frente da casa para espera-los, as malas
prontas, o gato de hermione, Crooksants, estava seguro em sua cesta; Edvwiges, Pich , e o pigmel novo de Ginny, Arnold, nas gaiolas.Au revoir, gente," disse Fleur
rouca, dando-lhe (em harry?) um beijo de despedida. Rony estava apressado, parecendo esperanoso, mas Ginny colocou seu p para fora e Rony caiu, enchendo de poeira
os ps de Fleur. Furioso, envergonhado e respirando poeira, ele correu para o carro sem dizer ate logo.No havia ninguem parecido com o Hadrig na estao King Cross
esperando por eles. No entando, haviam dois aurores com as barbas bem feitas dentro de ternos escuros de mugles, vindo ao encontro do carro e depois marchando com
eles at a estao sem dizer nada."Rapido, rpido, atravessem a barreira," disse a Sra. Weasley, que pareceu um pouco chatiada com a pouca eficiencia dos aurores.
"Harry, v voc primeiro, com--" Olhou indignada para um dos aurores, que correu e passou o brao pelo ombro de Harry, e dirigiu-o para a barreira que ficava entre
as plataformas nove e dez."Eu sei andar, obrigado," disse Harry irritado, empurrando o brao do auror para fora de seu ombro.Empurrou suas coisas at a barreira
e ignorando seu companheiro - que continua em silencio - um segundo depois , se viu na plataforma 9 3/4 onde o Expresso de Hogwarts soltava vapor por cima da multido.Hermione
e os Weasley"s juntaram-se a ele poucos segundos depois. Sem esperar e perguntar nada pro auror , Harry fez um sinal para Rony e a Hermione para segui-lo para frente
da plataforma e procurar uma cabine vazia."Ns no podemos, Harry, "disse Hermione, olhando apreensiva. "Rony e eu temos que ir para a cabine dos monitores , receber
instrues e depois patrulhar os corredores, infelizmente.""Ah, certo... tinha me esquecido," disse Harry."Vamos logo para o trem, vocs tem que ir, falta s um
minuto," disse a Sra. Weasley, consultando seu relgio. "Bem, tenha um otimo ano, Rony..."Sr. Weasley, tem um minuto?" disse Harry, no momento em que se passava
algo em sua mente."Naturalmente," disse o Sr. Weasley, que olhou surpreso, mas Harry andando no percebeu.Harry havia tomado o devido cuidado, e tinha decidido no
dizer h qualquer um, mas o Sr. Weasley era a pessoa ideal. Primeiro, porque trabalha no ministrio e est consequentemente na melhor posio para fazer umas investigaes
a mais.E segundo, porque pensou que que no existia o risco do Sr. Weasley ficar com raiva. Podia ver a Sra. Weasley e o Auror gra-fino olhando para eles l de tras,
enquanto se afastavam."Quando ns estavmos no Beco Diagonal," Harry comeou, mas o Sr. Weasley o fez para com um sinal."Ser que vou descobrir onde voc, Rony e
Hermione se meteram quando desaparecem e supostamente estavam na sala nos fundos da loja de Fred e de Jorge?""Como sabe...?"Harry, por favor. Voc est falando com
o homem que criou Fred e George.""Ok... t, Est certo, ns no estvamos no quarto dos fundos." "Muito bem, bom, agora oua o pior. Bem, ns seguimos Draco Malfoy.
Ns estavamos usando a minha Capa de Invisibilidade.""Voc planejou tudo isso, ou foi um equivoco?"Eu pensei que Malfoy ia fazer algo importante," disse Harry, no
olhando para o Sr. Wealey que parecia irritado. "J que sua me estava junto, e eu quiz saber por que.""Narutalmente voc," disse o Sr. Weasley, calmamente. "Bom?
E o encontrou, e ento?""Entraram em Borgin e Burkes," disse Harry, " E Comearam a falar alto l dentro, pedindo para Borgin lhe ajudar a concertar alguma coisa.
E disse que tinha algo para ele. Ela pediu algo, algum tipo de coisas muito estranha e tambm disse que ele ia estar mal se no a entregasse. Um par de algo. E..."Harry
respirou profundamente."H algo errado. Ns vimos o salto de Malfoy quando a Madame Malkin tentou tocar em seu brao esquedo. Eu penso que ele tem a Marca Negra.
Ele acha que poder substituir o seu pai como um Comensal da Morte."Sr. Weasley ficou olhando para uma parte de trs. Depois de um tempo disse, "Harry, eu duvido
que Voc-Sabe-Quem permitiria um... Garoto de dezesseis anos apenas se tornar comensal.""Mas todos sabem que Voc-Sabe-Quem,  capaz de fazer ou no? perguntou Harry
irritado. "Sr. Weasley,  dificil, mas o senhor devia investigar no acha? Se Malfoy quiser algo tanto que est determinado a ameaar Borgin,  provavel que seja
algo das Artes das Trevas, no ?"Pra ser honesto ,Harry , eu duvido," disse o Sr. Weasley lentamente. "Voc v, quando Lucio Malfoy foi preso, ns invadimos sua
casa. Ns removemos tudo que pde ter sido perigoso." "Eu acho que faltou algo," disse Harry."Bem, talvez," disse o Sr Weasley, mas Harry podia ver que o Sr. Weasley
no estava levando aquela conversa a srio."Havia um apito atrs deles; quase todos estavam em seus lugares e as portas estavam fechando."Vamos  melhor ir, depressa"
disse Sr. Weasley, quando a Sra. Weasley gritou, "Harry, o trem , rapido!""Se apressou, e o Sr. e a Sra. Weasley o ajudaram colocar seu malo no trem."Agora, voc
talvez venha para o natal... , acho que Dumbledore vai deixar, nos veremos logo ento," Disse a Sra. Weasley pela janela, porque Harry bateu a porta e o tem comeou
a se mover."Voc pode ter certeza de que ficara bem e ..."O trem agora atingia velocidade."...seja um bom menino e..." ela estava movimentando-se de forma a ficar
perto da janela de harry."... Boa sorte!"Harry acenou at o trem fazer um curva e o Sr. E a Sra. Weasley sumirem por ela, depois olhou em volta procurando se acomodar.
Sups que Rony e Hermione j estavam na cabine dos monitores, mas Ginny estava no corredor, falando com alguns amigos. Ele foi em sua direo arrastando seu malo.Todos
olharam fixamente para ele quando se aproximou. Olharam para as portas ou janelas, mas no olharam para ele. Tinha pensado que teria de responder h uma enorme "Chuva"
de perguntas, j que o profeta dirio agora espalhava boatos sobre ele. Mas no apreciou essa nova sensao. Ento bateu no ombro de Ginny."Vamos tentar achar uma
cabine?""Eu no posso, Harry, eu disse que me encontraria com o Dino," disse Ginny corando. "Te vejo depois.""Certo," disse Harry. Sentiu-se estranhamente perturbado,
enquanto andava seu cabelo vermelho longo danava atrs dela; tinha se tornado diferente, um s vero e ele tinha quase se esquecido de Ginny, tambm ela no ficou
muito ao redor dele, de Rony ou Hermione na escola. Ento piscou e olhou ao seu redor. Quando ouviu algumas pessoas conversando."Oi, Harry!" disse uma voz familiar
atrs dele."Neville!" disse Harry, girando para ver um menino tentando chegar at ele."Ol, Harry," disse uma menina com longos cabelos e misteriosos olhos grandes,
que estava atrs de Neville"Luna, oi, como vai voc?""Muito bem, obrigada,"disse Luna. Ela segurava uma caixa, com letras grandes que diziam que havia um par de
(Spectrespecs) dentro."O pasquim est bem, ento?perguntou Harry, que sentindo-se no dever j que, no ano anterior, o pasquim havia lhe dado uma entrevista exclusiva."Oh
sim, est circulando muito bem," disse Luna feliz."Vamos procurar lugares pra gente,"disse Harry, e os trs sairam procurando por todo o trem, passando por todos
os estudantes que olhavam-os fixamente mas nada diziam. No ultimo vago encontraram uma cabine vazia, e Harry entrou sentindo-se grato por te-la achado."Eles ficaram
olhando fixamente para nos." Disse Neville, que apontou para Luna e depois para si prprio. "Porque ns estamos com voc?""Estavam olhando em voc porque voc estava
no Ministrio tambm," disse harry, colocando seu malo no bagageiro. "Nossa pequena aventura at l saiu no profeta diario, voc deve ter visto.""Sim, eu pensei
que minha av ficaria irritada com toda essa publicidade,"disse Neville, "mas isso realmente a agradou. Diz que eu estou comeando a parecer com meu pai. At me
comprou uma varinha nova, olhe!" Ele a pegou e mostrou a Harry."Feita de cerejeira com um pelo de unicrnio,"disse orgulhoso. "ns achamos que fomos um dos ltimos
a ver o Sr. Olivaras, j que ele desapareceu no dia seguinte.... Ai,ai, Volta aqui, Trevo!"E mergulhou sob o assento para recupera-lo, enquanto seu sapo tentava
novamente escapar."Ainda teremos as reunies da AD esse ano harry?perguntou Luna.Tirou o pasquim descobrindo a caixa e apareceu algo muito colorido. Mas Harry no
conseguiu ver o que era."Agora que no temos mais que nos livrar da Umbridge, no tem porque estarmos l. No ?"disse Harry olhando para baixo, enquanto Neville
batia a cabea no assento na hora em que foi levantar. Olhando decepcionado."Eu gostei da AD! Aprendi muitas coisas com voc l"."Eu adorei muito as reunies tambm",
disse Luna serenamente. "Era como ter amigos".Esta era uma daquelas coisas incmodas, Harry sentiu uma mistura, um pouco de piedade, e ao mesmo tempo ficava encabulado.
Antes que pudesse responder, entretanto, houve uma baguna do lado de fora da cabine; um grupo de meninas do quarto ano cochichando entre si olhando atrs do vidro
da porta."Vai pergunta pra ele!""No, pergunta voc!""A ah ... Ok eu pergunto ento!"E uma delas, uma menina corajosa, o olhava com seus olhos escuros grandes, um
queixo proeminente, e cabelo preto e longo, empurrou a porta e entrou."Oi, Harry, eu sou Romilda, Romilda Vane"disse alto e confivel. "Por que voc no se junta
com a gente na nossa cabine? Voc no precisa se sentar com eles," ela falou num sussurro e indicou Neville que estava caido fora do assento outra vez procurando
Trevo, e Luna que agora acabava com seu (Spectrespecs), e olhava dementemente para um pequena coruja colorida"So meus amigos,"disse Harry friamente."Oh,"disse a
menina, surpresa. "Oh, Okay." E se retirou passando atravs da porta que agora se encontrava novamente fechada."As pessoas esperam que voc tem amigos mais geniais
que ns,"disse Luna, parecendo estar encabulada."Vocs so bons,"disse harry logo. "Nenhum deles estava no ministrio. Nenhum lutou comigo.""Que  uma tima coisa
a se dizer,"irradiou Luna. Ento empurrou seu (Spectrespecs) longe e comeou a ler O pasquim."Ns no o enfrentamos"disse Neville, emergindo para cima do assento,
com p em seus cabelos, e um Trevo inquieto em sua mo. "Voc. Voc deve ouvir o que minha av fala sobre voc. Esse Harry Potter fazendo acontecer tudo isso com
todo o Ministrio da Magia contra." Daria qualquer coisa pra te-lo como neto.Harry sorriu encabulado e mudou o assunto para a coruja assim que pode. Quando Neville
quis saber se estaria apto a fazer o N.I.E.M"s de Transfigurao, com somente um "Aceitvel," Harry prestava ateno mas no estava realmente escutando.A infncia
de Neville tinha sido quase to dura quanto a de Harry por causa de Voldemort, mas ele no tinha idia de quo prximo ele ficou de ter o destino de Harry. A profecia
servia para ambos, contudo, por suas prprias razes, Voldemort acabou escolhendo Harry.Se Voldemort tivesse escolhido Neville, seria ele que ia se sentar oposto
a uma cicatriz em forma de raio? A me de Neville morreria para salva-lo, assim como Llian morreu por Harry?Certamente... Mas se ela no tivesse sido capaz de estar
entre Voldemort e seu filho, no haveria nenhum escolhido agora? E ento Harry seria beijado na estao pela sua prpria me e no a me de Rony."Voc est bem,
Harry? Estava olhando engraado,"disse Neville.Harry comeou "Desculpa... Eu...""Voc... O que?""Que bicho te morder?" perguntou Luna de uma forma muito simptica,
analizando Harry atravs de seus enorme culos colorido.Ela agitou as mos no ar, como se fosse bater em algo invisvel e muito grande. Harry e Neville, no entanto
comearam a falar de Kiditch.O Tempo l fora era quente como havia sido todo o vero; com um pouco de nevoa, e alguns fracos raios de sol. Era durante o ultimo tempo
livre, quando o sol era quase no mais visvel que Rony e Hermione entraram na cabine."Tomara que o carrinho passe logo para o almoo, estou famindo," disse Ron
ansioso, sentando ao lado de Harry e apertando seu estmago. "Oi, Neville. Oi, Luna. Adivinem?" ele disse, voltando a Harry. "Malfoy no est fazendo seu trabalho
como monitor. Ele est sentado na sua cabine com os outros Seleterins, ns o vimos quando passamos."Harry se sentou direito, interessado. No  de Malfoy desperdiar
uma chance de demonstrar seu poder como monitor, poder do qual ele tinha abusado durante todo o ano passado."O que ele fez quando viu vocs?""O de sempre," disse
Rony indiferente, fazendo um gesto rude com as mos. "Nada inteligente, no ? Bem -  isso" - ele fez novamente um gesto rude com as mos - "mas por que ele parou
de intimidar os primeiro-anistas?"No sei," disse Harry, mas sua mente estava girando muito rpido. Lhe parecia que Malfoy no achava que existia coisa mais importante
do que intimidar os alunos novatos."Talvez ele prefa o Esquadro Inquisidor," disse Hermione. "Talvez ser um monitor parea-lhe muito pouco depois daquilo.""Eu no
acho que seja isso," disse Harry. "Eu acho que eles est -"Mas antes que ele pudesse dar sua opinio, a porta da cabine foi aberta novamente e uma garota ofegante
do terceiro ano caminhou para dentro."Eu devo entregar isso para Neville Longbottom e Harry P-Potter," ela gaguejou, quando seus olhos encontram os do Harry e ela
corou. Ela estava segurando dois pedaos de pergaminho amarrados com fita violeta. Perplexos, Harry e Neville pegaram o pergaminho endereado a cada um e a garota
saiu tropeando da cabine."O que  isso?" Rony perguntou, enquanto Harry desenrolava o papel."Um convite" disse Harry."Harry,Eu seria deleitado se voc se juntasse
a mim na hora do almoo na cabine C.sinceramente, . , ."Mas para que ele me quer l?" perguntou Neville nervoso, como se ele estivesse esperando por uma deteno."Nenhuma
idia," disse Harry, que no estava totalmente convencido, pensando que ele no tinha nenhuma prova ainda que sua desconfiana estava certa. "Oua," ele disse, agarrado
numa idia repentina, "vamos sob a Capa de Invisibilidade, ento ns podemos dar uma boa olhada na maneira do Malfoy, ver o que ele est aprontando."Esta idia,
entretanto, veio a nada: Os corredores, que foram cheios de gente que esperavam o carrinho de doces para o almoo, se tornou impossvel de passar enquanto vestiam
o casaco. Harry arrumou-o repentinamente atrs de sua bolsa, refletindo no que faria s para evitar todo aquele movimento, que parecia ter se intensificado incrivelmente
desde a ltima vez que ele andou no trem. Todos os estudantes agora se empurravam em suas cabines para dar uma olhada melhor nele. A excesso foi Cho Chang, que
lanou-se para sua cabine dela quando viu Harry vindo. Enquanto Harry passava pela janela, ele a viu concentrada numa conversa com sua amiga Marieta, que usava uma
camada bastante grossa de maquiagem que no escondia completamente a estranha formao de espinhas atravs de seu rosto. Com um sorriso um pouco forado, Harry continuou.Quando
eles alcanarama cabine C, eles viram que no eram os nicos convidades de Slughorn, entretanto julgando pela entusiasmada boas vindas de Slughorn, Harry era o mais
calorosamente esperado."Harry, meu garoto!" disse Slughorn, pulando para seu campo de viso de modo que sua grande barriga coberta de veludo parecesse encher todo
o espao restante na cabine. Sua cabea careca brilhante e o grande bigode prateado resplandeciam com tanto brilho na luz do sol quanto os botes de ouro de seu
palet. "Bom te ver, bom te ver! E voc deve ser o Sr. Longbottom!"Neville assentiu, olhando assutado. Em um gesto de Slughorn, sentaram-se opostos um ao outro nos
dois nicos assentos vazios, que eram os mais prximos a porta. Harry olhou de relance ao redor para os outros convidados. Ele reconhceu um Seleterin do mesmo ano
que eles, um menino negro alto com olheras fundas, olhos inclinados; havia tambm dois meninos do stimo-ano que Harry no conhecia e, espremida no canto ao lado
de Slughorn e com um olhar de como se no tivesse certeza como tinha chegado l, Ginny."Agora, vocs conhecem todo mundo?" Slughorn perguntou a Harry e Neville.
"Blaise Zabini est no mesmo ano que vocs, naturalmente ---"Zabini no fez nenhum sinal de reconhecimento ou cumprimento, nem Harry ou Neville: Os estudantes Grifinorianos
e Seleterins detestam-se no comeo."Este  Cormac McLaggen, talvez vocs vieram atrvs de - ? No?"McLaggen, um largo, forte e cabeludo jovem, acenou a mo, e Harry
e Neville acenaram a cabea de volta para ele."- e este  Marcus Belby, eu no sei ser - ?"Belby, que era magro e tinha um olhar apreensivo, deu-lhes um sorriso
estranho."- e essa charmosa senhorita disse-me que os conhecem!" Slughorn terminou.Ginny fez caretas para Harry e Neville por trs de Slughorn."Bem agora, isto 
o mais agradvel," disse Slughorn comodamente. "Uma chance para conhecer vocs todos um pouco melhor. Aqui, pegue um guardanapo. Eu empacotei meu prprio almoo;
o carrinho, como eu o recordo,  cheio de licorice (* substncia produzida atravs do licopdio, tipo de erva rasteira, matria prima para fabricao de bebidas
e certos comestveis, tambm com funes medicinais *), e o sistema digestivo de um pobre homem velho no so l essas coisas. Faiso, Belby?"Belby comeou e aceitou
o que olhou como a metade de um faiso frio."Eu estava justamente contando ao jovem Marcus aqui que eu tive o prazer de ensinar ao seu Tio Damocles," Slughorn disse
a Harry e Neville, passando agora em torno de uma cesta de rolos. "Um excelente bruxo, excelente, e sua Ordem de Merlim mais bem-merecida. Voc v muito seu tio,
Marcus?"Desaforunadamente, Belby estava com a boca cheia de faiso; em sua pressa para responder Slughorn ele engoliu muito rpido, ficou roxo, e comeou sofocar."Anapneo,"
disse calmamente Slughorn, apontando sua varinha para Belby, cujo caminho do ar na garganta pareceu se limpar de uma s vez."No. . . no muito ele, no," soluou
Belby, seus olhos lacrimejando."Bem, naturalmente, eu sei que ele  ocupado," disse Slughorn, olhando questionavelmente para Belby. "Eu duvido que ele inventou a
Poo Wolfsbane sem um considervel trabalho duro!""Eu suponho . . ." disse Belby, que parecia ter medo de pegar um outro pedao de faiso at estar certo de que
Slughorn tinha terminado de falar com ele. "Er ... ele e meu pai no se do muito bem, voc v, ento eu no sei realmente muito sobre ele..."Sua voz enfraqueceu
quando Slughorn deu-lhe um frio sorriso e em vez disso virou para McLaggen."Agora, voc, Cormac," disse Slughorn, "Eu espero saber que voc v muito seu Tio Tiberius,
porque ele tem uma figura esplndida de vocs dois caando em, eu acho, Norfolk?""Oh, sim, aquilo foi divertido, se foi," disse McLaggen. "Ns fomos com Bertie Higgs
e Rufus Scrimgeour - isso foi antes dele se tornar Ministro, obviamente -""Ah, voc conhece Bertie e Rufus tambm?" perguntou Slughorn irradiando, agora oferecendo
uma pequena bandeja de tortas; de algum modo, Belby foi esquecido. "Agora diga-me . . ."Era como Harry suspeitava. Todos pareciam ter sido convidados porque tiveram
conexes com algum bem-sucedido ou influente - todos esceto Ginny. Zabini, que foi interrogado depois de McLaggen, veio a ter uma celebridade belssima como me
(de quem Harry poderia desconfiar: tinha sido casada sete vezes, cada um de seus maridos morreram misteriosamente e deixou-lhe montes de ouro). Era Neville em seguida:
foram dez minutos muito desconfortveis. Os pais de Neville, Aurores bastante conhecidos, foram torturados at a insanidade por Bellatrix Lestrange e um par de Comensais
da Morte colegas dela. No fim da entrevista de Neville, Harry teve a impresso que Slughorn reservava um julgamento de Neville, sobre se ele tinha algum do talento
dos pais dele."E agora," disse Slughorn, deslocando-se pesadamente em seu lugar com o ar de que iria apresentar seu ato principal. "Harry Potter! De onde comear?
Eu sinto que apenas risquei a superfcie (* no senido de perguntar e saber *) quando ns nos encontramos durante o vero!" Ele contemplou Harry por um momento como
se ele fosse um grande e suculento pedao de faiso, ento disse, ""A Primeira Escolha," eles esto chamando voc assim agora!"Harry no disse nada. Belby, McLaggen
e Zabini estavam fitando-o."Naturalmente," disse Slughorn, olhando Harry de perto, "ter rumores por anos. ... eu lembro quando - bem - depois daquela terrvel noite
- Lilan - James - e voc sobreviveu - e a palavra era que voc tinha poderes alm do normal -"Zabini deu uma leve tosse que claramente quis indicar ceticismo. Uma
voz nervosa surgiu por trs de Slughorn."Eh, Zabini, porque voc  to talentoso ... ao contrrio. . . .""Oh querida!" riu Slughorn confortavelmente, olhando a procura
de Ginny, que olhava reluzente para Zabini perto da grande barriga de Slughorn. "Voc precisa ser cuidadoso, Blaise! Eu vi a performance dessa jovem senhorita para
o mais malvolo Bat-Bogey Hex (* um feito *) quando eu passava pela carruagem dela! Eu no a desafiaria!"Zabini olhou meramente insolente."De qualquer forma," disse
Slughorn, voltando para Harry. "Semelhantes rumores neste vero. Naturalmente, no sabemos em que acreditar, o Profeta Diario tem imperfeies, comete erros - mas
parecia que havia um pouco de incerteza, dado ao nmero de testemunhas, que absolutamente havia uma perturbao no Ministrio e que voc estava l no meio disso
tudo!"Harry, que no poderia de qualquer forma se ver fora disso sem mentir um pouco, fez um pequeno gesto com a cabea mas ainda no disse nada. Slughorn sorriu
de alegria para ele."Muito modesto, muito modesto, no me espanto que Dumbledore goste tanto de voc - voc estava l, ento? Mas o resto das histrias - to sensasionais,
naturalmente, ningum sabe exatamente o que  e em que acreditar - essa profecia fictcia, por exemplo -""Ns nunca ouvimos a profecia," disse Neville, tornando-se
rosa como um gernio enquanto falava."Isso est certo," disse Ginny com firmeza. "Neville e eu estvamos ambos l tambm, e todo essa besteira de "Primeira Escolha"
 apenas o Profeta Dirio dizendo coisas acima do normal.""Vocs dois estavam l tambm, eram vocs?" perguntou Slughorn com grande interesse, olhando de Ginny para
Neville, mas ambos sentaram-se como um molusco (calados) antes do sorriso encorajador dele."Sim. . . bem...  verdade que o Profeta frequentemente exagera, naturalmente.
. . ." Slughorn disse, soando um pouco desapontado. "Eu lembro da cara de Gwenog contando-me (Gwenog Jones, eu digo, Capito do Holyhead Harpies)..."Ele soltou um
longo giro de lembranas, mas Harry teve a impresso distinta que Slughorn no tinha terminado com ele, e que no tinha sido convencido por Neville e por Ginny.A
tarde passou com mais anedotas sobre elustrssimos bruxos que Slughorn conheceu, todos que participaram foram chamados para o que ele chamou de "O Clube do Slug"
em Hogwarts. Harry no podia esperar para sair, mas no conseguia achar uma forma de fazer isso de forma educada. Finalmente o trem emergiu para uma paisagem nebulosa
e distante de um vermelho pr-do-sol, e Slughorn olhou, piscando no crepsculo."Gracioso, j est comeando a escurecer! Eu no observei que tinham acentido as luzes!
Seria melhor vocs irem e trocarem suas veste, todos vocs. McLaggen, voc deve deixar cair e pedir emprestado aquele livro(?). Harry, Blaise - qualquer hora vocs
devem passar . O mesmo vale para voc, Senhorita," disse cintilante para Ginny. "Bem, hora de vocs irem, hora de vocs irem!"Assim que Harry colocou os ps no escuro
corredor, Zabini lanou-lhe um olhar penetrante que Harry retornou com interesse.Ele, Ginny e Neville seguirem Zabini pelo trem."Estou feliz que isso tenha acabado,"
murmurou Neville. "Homem estranho, no ?""Sim, ele  um pouco," disse Harry, seus olhos em Zabini. "Como voc terminou l, Ginny?""Ele viu-me enfeitiar Zacharias
Smith," disse Ginny. "Voc lembra daquele idiota da Ofllepufle que estava na Armada de Dumbledore? Ele ficou me perguntou o que aconteceu no Ministrio e por fim
ele me irritou tanto que eu o enfeiticei - quando Slughorn veio eu pensei que estava indo para a deteno, mas ele apenas pensou que era realmente um bom feitio
e me convidou para almoar! Louco, n?""A melhor razo para convidar algum  que sua me  famosa," dissse Harry, olhando de cara feia para a parte de trs da cabea
de Zabini, "ou por causa de seu tio -"Mas ele parou. Uma idia ocorreu a Harry, uma perigosa mas realmente incrvel idia. ... Em poucos minutos, Zabini estaria
entrando na cabine dos Seleterins do sexto ano e Malfoy estaria sentado l, pensando que estar sendo ouvido apenas pelos Seleterins. ... Se Harry pudesse apenas
entrar, sem ser percebido, atrs dele,o que ele no poderia ver e ouvir? Verdade, havia pouco tempo at o fim da viagem - a Estao de Hogsmeade devia estar a menos
de uma hora de distncia, julgando pelas paisagens que passavam pela janela - mas ningum mais parecia preparado para levar a suspeita de Harry a diante, ento isso
era difcil para ele de provar."Eu vejo vocs dois depois," disse Harry mal respirando, puxando sua Capa de Invisibilidade e cobrindo-se."Mas o que voc - ?" perguntou
Neville."Depois!" respondeu Harry, aproximando-se de Zabini to silencioso quanto possvel, pensando que o agito do trem o ajudaria nesse trabalho.Os corredores
estavam quase completamente vazios agora. Quase todos haviam retornado as suas cabines para trocar suas vestes pelo uniforme da escola e empacotar suas coisas. Pensava
que estava to perto quando podia de Zabini, para no toc-lo, mas Harry no foi rpido o suficiente para entrar na cabine quando Zabini moveu a porta. Zabini estava
pronto para fechar a porta quando Harry colocou seu p no caminho para evitar que ela fechasse"O que est errado com essa coisa?" disse Zabini nervoso enquanto esmagava
o p de Harry na porta de trilho.Harry agarrou a porta e empurrou-a para abrir, duramente; Zabini, que ainda segurava-a com seu punho, tropeo na bainha de Gregory
Goyle, e no instante seguinte, Harry entrou na cabine, indo para o assento temporariamente vazio de Zabini, e subiu da prateleira de bagagens. Teve sorte que Goyle
e Zabini estavam remungando um com o outro, desviando todos os olhares para eles, porque Harry tinha quase certeza que seus ps e tornozelos ficaram visveis quando
a capa escapuliu; teve certeza, quando por um terrvel momento ele pensou ver os olhos de Malfoy seguir seu corpo enquanto ia para cima, fora da vista de todos.
Mas ento Goyle bateu a porta fechando-a e arremessou Zabini para fora de seu caminho; Zabini desmoronou em seu prprio assento com um olhar confuso, Vincente Crabbe
voltou para sua revista em quadrinhos, e Malfoy, abafando o riso, colocou Zabini para fora se seu assento, colocando sua cabea nas pernas de Pansy Parkinson. Harry
estava desconfortvel demais sob a capa para assegurar que cada polegada dele ficasse escondida, e assistiu Pansy acariciar o liso cabelo loiro de Malfoy, sorrindo
satisfeita com ela faz, quando pensa que ningum teria amor para dar em seu lugar. As lanternas que balanam do teto da carruagem moldaram uma luz brilhante sobre
a cena. Harry poderia ler cada palavra da histria em quadrinhos de Crabbe, diretamente abaixo dele."Ento, Zabini," disse Malfoy, "o que Slughorn queria?""S tentar
fazer uma boa ligao com as pessoas," disse Zabini, que ainda estava irritado com Goyle. "No que ele tenha conseguido muitas."Esta informao no pareceu agradar
Malfoy. "Quem mais ele convidou?" ele exigiu."McLaggen da Grefindor," disse Zabini."Ah sim, seu tio tem um grande cargo no Ministrio," disse Malfoy."- algum mais,
chamado Belby, da Ravenclaw -""Ele no, ele  um burro!" disse Pansy."- e Longbottom, Potter e aquela garota Weasley," terminou Zabini.Malfoy sentou-se muito rapidamente,
jogando a mo de Pansy pro lado."Ele convidou Longbottom?.""Bem, eu supunho que sim, Longbottom estava l," disse Zabini indiferente."Em que Longbottom interessaria
Slughorn?"Zabini deu de ombros."Potter, precioso Potter, obviamente ele queria dar uma olhada na "Primeira Escolha,"" zombou Malfoy, "mas aquela garota Weasley!
O que de especial ela tem?""Muitos garotos gostam dela," disse Pansy, prestando ateno em Malfoy pelo canto dos olhos para sua reao. "Mesmo voc acha que ela
 bonita, no voc, Blaise, ns todos sabemos o quanto voc  difcil de agradar!"Eu no tocaria numa traidora suja do sangue bruxo como ela independente de como
quer que ela parecesse," disse Zabini frio, e Pansy olhou-o feliz. Malfoy deitou-se novamente e permitiu que Pansy recomeasse a cariciar seu cabelo."Bem, eu tenho
pena do gosto do Slughorn. Talvez ele esteja um pouco caduco.  uma vergonha, meu pai sempre diz que ele foi um bom bruxo no seu tempo. Meu pai sempre se mostrou
um pouco favorvel a ele. Slughorn provavelmente no sabia que eu estava no trem, ou -""Eu no iria aceitar o convite," disse Zabini. "Ele me perguntou sobre o pai
do Notts quando eu cheguei, fui o primeiro. Ele disse que eram velhos amigos, aparentemente, mas quando ele ouviu que Notts se complicou no Ministrio ele no pareceu
feliz, e Nott no foi convidado, foi? Eu no acho que o interesse de Slughorn seja os Comensais da Morte."Malfoy olhou nervoso, mas forou-se a dar um singular sorriso
sem nenhum humor."Bem, quem se importa se ele est interessado? O que era ele, quando voc foi l pra baixo? S um professor estpido." Malfoy bocejou ostencivamente.
"Quer dizer, eu no estarei em Hogwarts no prximo ano, qual o problema para mim se um homem velho gosta de mim ou no?""O que voc quer dizer, com no estar em
Hogwarts no prximo ano?" disse Pansy indignada, parando de acariciar Malfoy."Beml, voc nunca saber," disse Malfoy com um sorriso como de um fantasma. "Meu poder
ser - er, bem - usado em coisas maiores e melhores."Encolhendo-se na prateleira de bagagem sob a capa, o corao de Harry comeou a bater mais rpido. O que Rony
e Hermione diriam sobre isso? Crabbe e Goyle estavam bajulando Malfoy; aparentemente eles no tinham nenhuma suspeita de qualquer plano para essas coisas melhores
e maiores. Mesmo Zabini tinha se permitido um olhar de curiosidade que estragava seu tom arrogante. Pansy recomeou vagarosamente a carcia nos cabelos de Malfoy,
olhando confusa."Voc quer dizer -"Malfoy encolheu os ombros."Minha me quer que eu complete meus estudos, mas pessoalmente, eu no acho isso importante nessa altura.
Quer dizer, pensar sobre isso. ... Quando o Lord das Trevas voltou, ele est ligando para quantos NOM"s ou NIEM"s ns temos? Naturalmente ele no est. Isso ser
um tipo de servio que ele pediu, vou mostrar minha devoo a ele.""E voc acha que estar pronto para fazer algo para ele?, perguntou Zabini ofensivo. "Dezeseis
anos de idade e nem tem todo o aprendizado ainda!?""Eu disse, no disse? Talvez ele nem liga para o meu aprendizado da escola. Talvez o trabalho que ele quer que
eu faa no seja algo que precise estar qualificado assim," disse rapidamente Malfoy.Crabbe e Goyle estavam ambos sentandos com suas bocas abertas como grgulas.
Pansy estava olhando para Malfoy como se pensasse que nunca viu nada to inspiradoramente medonho."Eu posso ver Hogwarts," disse Malfoy, saboreando claramente o
efeito que ele criou enquanto olhava pela janela enegrecida. "Seria melhor ns trocarmos nossas vestes agora."Harry estava muito ocupado olhando para Malfoy, que
no percebeu Goyle procurando por sua mala. Enquanto ele a puxava para baixo, ele bateu muito forte na cabea de Harry. Ele soutou um involuntrio gemido de dor,
e Malfoy olhou para cima da prateleira de bagagens, franzindo a testa.Harry no estava com medo de Malfoy, mas ele no gostava muito da idia de ter que de se esconder
sob sua Capa de Invisibilidade de um grupo de Seleterins. Com os olhos lacrimejantes e a cabea doendo, ele puxou sua varinha, tomando cuidado para no levantar
a capa, e esperou, prendendo a respirao. Para sua sorte, Malfoy pareceu decidir que tinha imaginnydo o barulho; ele puxou suas vestes como os outros, fechou sua
maleta, e enquanto o trem ia cada vez mais devagar para uma parada muito movimentada, pendurou uma capa de viagem nova ao redor de seu pescoo.Harry podia ver o
corredor encher-se e esperava que Hermione e Ron levasse as coisas dele para a plataforma; ele ficaria parado onde estava at a cabine ter-se esvaziado completamente.
Por ltimo, com uma ginnyda final, o trem veio e parou completamente. Goyle abriu a porta e muscusolo como era, empurrou para fora de seu caminho uma multido de
segundo-anistas, ameaando esmurr-los; Crabbe e Zabini prosseguiram."V voc," Malfoy disse a Pansy, que estava esperando por ele com sua mo estendida como se
esperasse que ele a pegasse. "Eu quero checar uma coisa."Pansy foi. Agora Harry e Malfoy estavam sozinhos na cabine. Estudantes estavam se infileirando na sada,
indo para a plataforma escura. Malfoy moveu-se pela porta adentro e puxou as cortinas, ento aquelas pessoas no corredor no puderam ser vistas. Ento ele trancou
sua mala e abriu-a novamente.Harry olhou de cima da prateleira de bagagens, seu corao bateu um pouco mais rpido. O que Malfoy queria fazer escondido de Pansy?
Ser que sua mala tinha alguma coisa quebrada para consertar?"Petrificus Totalus!"Sem cuidado, Malfoy ergueu sua varinha para Harry, que foi paralizado instantaneamente.
Enquanto pensava devagar, ele caiu da prateleira de bagagens e sentiu, agonizadoramente, um baque com o cho, no p do Malfoy; a Capa de Invisibilidade caiu por
baixo dele, seu corpo foi totalmente revelado com suas pernas ainda curvadas numa posio que lhe dava cibras. Ele no podia mover um msculo; ele s podia olhar
para Malfoy, que riu."Eu pensei," ele disse radiante. "que eu tinha ouvido o estmago do Goyle roncar. E pensei ver um relampejo branco no ar depois de Zabini voltar.
. . ."Seus olhos pousaram sob Harry."Voc no ouviu nada que possa me comprometer, Potter. Mas enquanto eu tiver voc aqui . . ."E ele pisou, duramente, no rosto
de Harry. Harry sentiu seu nariz quebrar; sangue jorrando para todos os lados."Isso  por meu pai. Agora, vamos ver. . . ."Malfoy tirou a capa de baixo do corpo
de Harry e jogou sobre ele."Eu no acho que vo te encontar antes de chegarem em Londres," disse rpido. "Vejo voc por a, Potter ... ou no."E tomando cuidado
para no encostar em Harry", Malfoy deixou a cabine.






































Captulo 8
Capitulo 8 - Snape Vitorioso


Harry no podia mover um s msculo. Ele deitou-se ali embaixo da capa da invisibilidade sentindo o sangue escorrer de seu nariz, quente e spero, por seu rosto,
ouvindo as vozes e passos no corredor abaixo. Seu pensamento imediato foi que algum, iria v-lo, iria checar os compartimentos antes que o trem partisse de novo.
Mas de repente veio o pensamento de que mesmo que algum olhasse, ningum o veria, pois ele estava invisvel. Sua melhor esperana era que algum mais iria entrar
e pisar nele. Harry nunca odiou tanto malfoy quanto agora deitado no cho ali, como uma absurda tartaruga de pernas para cima, sangrando doentiamente por sua boca
aberta. Que situao estpida para ter-se metido sozinho... E agora os ltimos passos estavam morrendo ao longe; todos estavam na plataforma escura; ele podia ouvir
as pessoas falando l fora. Ron e hermione pensariam que ele deixara o trem sem ele. Quando chegassem a hogwarts e tomassem seus lugares no salo principal, olhassem
para baixo e para cima na mesa da grefindor procurando por harry e finalmente se desse conta de que ele no estava l, ele j estaria, sem duvida, a meio caminho
para Londres. Ele tentou fazer algum som, mesmo um grunhido mas era impossvel. Ento ele lembrou-se que alguns bruxos, ate mesmo dumbledore, poderiam fazer sons
sem falar, ento ele tentou pegar sua varinha, que estava embaixo de sua mo, dizendo as palavras "accio varinha" de novo e de novo em sua casa, mas nada aconteceu.
Ele pensou que poderia ouvir o murmrio das arvores que circulavam o lago, no havia sinal de uma busca sendo feita ou mesmo de (ele desistiu de esperar por isso)
vozes em pnico imaginnyndo onde harry potter tinha ido. Um sentimento de desesperana se espalhou por ele enquanto ele imaginnyva o comboio de carruagens de trestlios
subindo para a escola e risadas da carruagem em que se encontrava malfoy, onde ele poderia estar contando de seu ataque a harry para crabbe, goyle, zabini e pansy
Parkinson. O trem fez uma curva, fazendo com que harry rolasse pra cima de si mesmo. Agora ele estava encarando a parte de baixo dos bancos ao invs do encosto.
O cho comeou a vibrar enquanto a engrenagem criava vida. O expresso estava indo embora e ningum sabia que ele estava ainda estava ali... Ento ele sentiu a capa
da invisibilidade sair de cima dele e uma voz acima dele disse, "ol harry". Ento houve um flash de luz vermelha e o corpo de harry descongelou; ele conseguiu se
colocar em uma posio dignamente sentado, limpou o sangue no rasto com as costas das mos, e levantou a cabea para olhar para tonks, que estava segurando a capa
da invisibilidade que havia acabado de puxar.  melhor ns sairmos daqui rpido, disse ela, enquanto a janela do trem comeava a escurecer e eles comearam a se
mover para a estao *venha, pule bem (?)" harry rapidamente pulou depois dela dentro do corredor. Ela abriu a porta do trem e saiu na plataforma, que parecia estar
se mexendo no momento em que saram do trem. Ele segui-a, escorregando um pouco na lama, eles saram bem em tempo para ver a grande engrenagem escarlate em alta
velocidade, e desaparecer de vista. O ar frio da noite estava fazendo seu nariz arder. Tonks estava olhando-o; ele se sentiu embaraado e com raiva que tivesse sido
descoberto em uma posio to ridcula. Silenciosamente ela lhe entregou a capa da invisibilidade. "Quem fez isso?" "Draco malfoy", disse harry com raiva. "Obrigada
por... bem..." "Sem problemas," disse tonks sem sorrir. Pelo que harry podia ver no escuro ela parecia miservel comparada com quando ele a tinha encontrado no Burrow.
"Eu posso arrumar o seu nariz se voc ficar parado" Harry no tinha pensado muito na idia; ele pretendia visitar madame pomfrey, a enfermeira, em quem ele tinha
mias confiana em se tratando de machucados com magia, mas parecia rude dizes isso, ento ele ficou parado o fechou os olhos, "Episkey" disse tonks. O nariz de harry
ficou muito quente, e ento muito frio. Ele levantou uma mo e sentiu melhor. Parecia ter sido remendado. "Muito obrigada!" " melhor voc colocar essa capa, e ns
poderemos ir para a escola" disse tonks, ainda sem sorrir. Enquanto harry colocava a capa, ela levantou a varinha; uma criatura de quatro patas enorme saiu da varinha
e foi direto para a escurido. "Era um patrono?" perguntou harry, que tinha visto mensagens de dumbledore como essa. "Sim. Estou dizendo ao castelo que estou com
voc ou eles vo se preocupar. Venha,  melhor no duvidarmos." Eles entraram na trilha que levava para a escola. "Como voc me achou?" "Eu soube que voc no tinha
sado do trem, e eu sabia que voc tem essa capa. Eu pensei que voc pudesse estar se escondendo por alguma razo. Quando eu vi as malas no cho naquela cabine,
eu pensei e fui checar" "Mas o que voc esta fazendo aqui, mesmo?" perguntou harry. "Eu estou em hogsmead agora, para dar mais proteo para a escola" disse tonks.
" s voc que esta aqui, ou-?" "No, proudfoot, savage e dawlish esto aqui tambm" "Dawlish, aquela auror que dumbledore atacou no ano passado?" "Isso mesmo" Eles
entraram na escurido, na deserta trilha, seguindo as recm deixadas marcas das carruagens. Harry olhou diversas vezes para tonks debaixo da capa. No que passara
ela tinha sido muito inquisitiva (ao ponto de ser irritante de vez em quando), ela dava risada fcil, ela fazia piadas. Agora ela parecia mais velha e muita mais
seria. Era isso tudo efeito do que havia acontecido no ministrio? Ele refletiu desconfortavelmente que hermione que ele devia dizer algo confortante sobre sirius
para ela, que no era culpa dela, afinal, mas ele no consegui faze-lo. Ele no a culpava pela morte de sirius; isso no era mais a culpa dela do que qualquer outro
(e muito menos que a dele), mas ele no gostava de falar de sirius se pudesse evitar. Ento eles caminharam pela noite fria em silencio, a longa capa de tonks raspando
no cho atrs deles; sempre tendo viajado por ali em carruagens, harry nunca tinha percebido como hogwarts era longe da estao de hogsmead. Com grande alivio eles
finalmente viu os altos pilares nos dois lados dos portes,cada topo com uma wingred boar (?). Ele estava com frio, com fome e ele estava bem prximo de deixar essa
nova, seca tonks para trs. Mas quando ele colocou a mo no porto, ele estava trancado. "Alorromora", ele disse baixo, apontando sua varinha para a fechadura, mas
nada aconteceu. "Esse no vai funcionar" disse tonks. "Dumbledore trancou-os pessoalmente." Harry olhou em volta. "Eu poderia pular o muro" ele sugeriu. "No, no
poderia" disse tonks secamente. "Feitios anti-intrusos em todos. a segurana aumentou muito nesse vero" "Bem, ento," disse Harry, comeando a se sentir irritado
por sua falta de esperana" eu suponho que terei que dormir aqui fora e esperar pela manha" "Algum pode vir aqui, para voc" disse tonks, "olhe" Uma lanterna se
acendeu nas portas do castelo. Harry estava to agradecido por isso, que achou que podia ate encorajar as criticas de filch por seus atrasos e como seus reguladores
de tempo poderia ajudar com a regular aplicao das normas da escola. Isso foi ate at a luz amarela estar a dez passos de distancia deles, e ele tirar a capa e
harry visse, que reconhecia o nariz comprido e torto, o cabelo negro e seboso de severo snape. "Bem, bem, bem" zombou snape, tirando a capa e destrancando a fechadura
e os portes se abriram. "Gentil da sua parte de aparecer, potter, logicamente voc achou que as carruagens da escola destoariam de sua aparncia." "Eu no poderia
mudar. Eu no tinha meu--" Harry comeou, mas snape cortou-o. "No precisa esperar, nimphadora, potter esta bastante, ah, seguro, em minhas mos" "Eu pensava que
hagrid receberia a mensagem" disse tonks, desanimada. "Hagrid estava atrasado para a festa de inicio de ano, como potter aqui, ento eu peguei isso no lugar dele.
E incidentalmente, "disse Snape, indo para trs, para harry passar, "eu estava interessado em ver seu novo patrono" Ele fechou os portes na cara dela, com um estrondo
alto e bateu na fechadura com sua varinha de novo, ento eles fizeram um clique e voltaram ao lugar. "Eu acho que voc estava melhor com a velha" disse snape, a
malicia em sua voz. "A nova parece fraca" Enquanto snape voltava, a luz foi at o rosto dela e harry viu uma mistura de choque e raiva, ento ela entrou na escurido
mais uma vez. "Boa noite" harry disse por cima do ombro, enquanto comeava a caminhar para a escola com snape "obrigada por... tudo" "Nos vemos, harry" Snape no
falou por um minuto se quer. Harry sentiu como se seu corpo estivesse gerando ondas de poder que parecia inacreditvel que snape no pudesse sentir queimando-o.
Ele tinha se lembrado de snape de seu primeiro encontro, mas snape tinha se colocado para sempre e irrevogavelmente contra a possibilidade de perdo a harry por
sua atitude para com sirius. De qualquer forma, dumbledore disse, harry tinha tempo para pensar durante o vero, e tinha concludo que a insistncia de snape que
sirius ficava escondido seguramente enquanto o resto da ordem da fnix estavam fora lutando contra voldemort, provavelmente tinha sido um forte fator na pressa de
sirius ate o ministrio na noite em que morreu. Harry teve essa noo, por que era capaz de culpar snape, que se sentia satisfeito, tambm por que sabia que se algum
no lamentava a morte de sirius, esse era o homem ao seu lado, no escuro. "50 pontos a menos para a grefindor por causa do atraso, eu acho" disse snape. "E, deixe-me
ver, e menos 20 pontos por seu ataque mugle. Sabe, eu no acredito que nenhuma casa comeou com pontos negativos to cedo: ns nem comeamos o pudim." A fria e a
o dio borbulhando dentro de harry parecia ser branco-quente, mas ele preferia seguir imobilizado o caminho todo de volta para Londres do que dizer a snape por que
estava atrasado. "Eu suponho que voc queria fazer uma entrada, queria?" snape continuou. "E com nenhum carro voador por perto voc decidiu que entrar no salo principal
no meio da festa criaria um efeito dramtico" Ainda assim, harry se manteve em silencio, ele pensou que sua testa ia explodir. Ele sabia que Snape havia vindo para
incomod-lo por alguns minutos enquanto ele poderia atormentar harry sem ningum mas ouvindo. Eles pisaram nos degraus do castelo e as grandes portas de carvalho
estavam abertas para o vasto salo de entrada. Uma baguna de conversas e tilintar de pratos vinha atravs das portas do salo principal. Harry imaginou se poderia
colocar a capa de voltassem que ningum visse, ate sentar no seu lugar na mesa da grefindor (que, inconvenientemente era a mais longe da entrada do salo) sem ser
notado. Como se tivesse lido a mente de harry, snape disse "nada de capa. Voe pode entrar assim todos vo ver voc, que  o que voc queria, eu tenho certeza" Harry
virou e caminhou direto pelas portas abertas: qualquer coisa para se afastar de Snape. O salo principal com suas quatro longas mesas das casas e os funcionrios
sentados no fundo da sala, estava decorado, como normal, com velas flutuando que fazia os pratos brilharem. Esse era um charmoso brilho para harry, entretanto, estava
caminhando to rpido que estava passando a mesa da ofllepufle to rpido antes mesmo que as pessoas comeassem a encar-lo, e quando estavam se levantando para
dar uma boa olhada nele, ele havia visto ron e mione, que faziam um lugar entre eles para harry sentar. "Onde voc-- nossa, o que houve com o seu rosto?" disse ron,
olhando para ele com todos os outros. "Por qu? O que h de errado com ela?" disse harry, pegando uma colher e olhando o seu reflexo distorcido. "Voc esta coberto
de sangue!" disse hermione. "Vem c..." Ela pegou sua varinha, disse "tergeo" e o sangue seco sumiu. "Obrigado" disse harry, sentindo seu rosto limpo agora. "Como
esta o meu nariz?" "Normal" disse mione ansiosa "por qu? No deveria?" harry, o que aconteceu? Nos estvamos aterrorizados!" "Digo para vocs depois" disse harry
rapidamente em uma voz significativa. Ele estava bem consciente de que ginny, neville, Dino, e simas estavam ouvindo; at mesmo nick sem cabea o fantasma da grefindor
tinha vindo voando para escutar. "Mas" disse hermione. "Agora no, hermione" disse Harry. Ele esperava que eles pensassem que ele estava envolvido em algo realmente
herico, preferetivelmente algo com comensais da morte e um dementor. Claro, malfoy iria espalhar a historia da melhor maneira possvel, mas sempre havia a chance
de no chegar a muitos ouvidos da grefindor. Ele pegou depois de ron um pouco de frango e algumas batatas, mas antes que ele pudesse pega-las, elas tinham desaparecido,
para serem trocados por pudins. "Voc perdeu o sorteio, mesmo" disse hermione, enquanto ron comia uma grande bomba de chocolate. "Foi dito algo interessante?" perguntou
Harry, pegando um pouco de torta. "Mais o normal, mesmo... avisando a todos ns das faces do inimigo, sabe." "Dumbledore mencionou voldemort?" "Ainda no, mas ele
sempre guarda o discurso em si para o fim. Pode ser longo, agora. "Snape disse que hagrid estava atrasado para a festa" "Voc viu Snape? Como?" disse ron, entre
mordidas  bomba. "Passei por ele" disse Harry evasivamente. "Hagrid estava apenas alguns minutos atrasado," disse hermione "olhe, ele esta olhando para voc, Harry".
Harry olhou para cima, para a mesa dos funcionrios e deu com hagrid, que estava sorrindo para ele. Hagrid nunca havia se comportado com a dignidade da professora
McGonnagal, diretora da grefindor, o topo da cabea subiu de algum lugar entre a cabea e o ombro de hagrid, como eles estavam sentados lado a lado, e que estava
com olhar desaprovador para o entusiasmo de hagrid. Harry estava surpreso por ver a professora de adivinhao, professora trelawney, sentada no outro lado de Harry;
ela raramente deixava o seu quarto na torre, e ele nunca tinha visto ela na festa e inicio de ano antes. Ela tinha o mesmo olhar esquisito de sempre, brilhando com
suas contas e um xale difano, seus olhos magnificamente aumentados para enormes, por seus culos. Sempre a tendo considerado um pouco fraude, Harry ficou chocado
as descobrir que no fim dos tempos de adivinhao que foi ela quem fez a previso de que lord voldemort iria matar os pais de Harry e atac-lo. Saber disso, fez
com que Harry sentisse ainda menos vontade de ficar perto dela, nesse ano ele podia desistir de adivinhao. Seus enormes olhos se viraram na direo dele; ele apressadamente
olhou para a mesa da seleterim. Draco Malfoy estava imitando o nariz de Harry se despedaar e arrancava aplausos e risadas. Harry voltou sua ateno para sua torta,
seu interior queimando de novo. O que ele daria para lutar corpo-a-corpo com Malfoy... "Ento, o que o professor Slughorn queria?" perguntou hermione. "Para saber
o que realmente aconteceu com mo ministro" disse Harry. "Ele e todo mundo" choramingou hermione. "As pessoas estavam nos interrogando sobre isso no trem, no estavam
Rony?" "Sim! Disse Rony. "Todos querendo saber se voc realmente  o escolhido". "Tem havido muita conversa sobre isso, at mesmo entre os fantasmas" interrompeu
rapidamente nick quase sem cabea, inclinado  gola de rufus para segurar sua cabea, conectada ao corpo por apenas um pedacinho de pele. "Eu estou considerando
algo sobre a autoridade de Potter;  bom saber que somos amigos. Eu assegurei a comunidade de fantasma que no vou dar qualquer informao sobre voc. Harry Potter
sabe que pode confiar em mim com completa confiana eu disse a eles.  Eu preferia morrer a trair sua confiana". "Isso no diz muita coisa, observando que voc j
esta morto" observou Rony. "Mais uma vez, voc mostrou toda a sensibilidade de um machado cego" disse nick, em tom afrontado, e ele girou no ar indo para o fim da
mesa da grefindor, exatamente quando dumbledore levantou-se na mesa dos funcionrios. E a conversa por todo salo foi morrendo rapidamente. "A melhor das noites
para vocs!" ele disse sorrindo brandamente, seus braos abertos como se fosse abraar o salo inteiro. "O que aconteceu com a mo dele? Sussurrou hermione. Ela
no era a nica que tinha notado. A mo direita de dumbledore estava enegrecida e com aspecto de morta como na noite em que fora tirar Harry dos dursleys. Sussurros
pelo salo todo; dumbledore interpretando-os da maneira correta, meramente sorriu e puxou sua capa roxa e dourada para junto da injuria (?). "Nada para se preocuparem
ele disse rapidamente. "Agora... Para nossos novos estudantes: boas vindas, para os antigos: bem-vindos de volta a mais um no que vos espera com muita educao
mgica...". "A mo dele estava assim quando eu o vi no vero" Harry murmurou para hermione. "Eu achei que estaria curada por agora... ou madame pomfrey poderia ter
dado um jeito". "Parece que esta morta" disse hermione com a voz enojada "mas h alguns machucados que voce no pode curar... velhas magias... e h venenos sem antdoto...".
"E Sr. Filch, nosso zelador, me pediu para dizer que todas as Gemialidades Weasley esto banidas. "Os interessados em jogar kiditch pela sua casa, devem dar seus
nomes para o diretos de suas casas como o usual. Ns estamos tambm procurando por novos comentaristas de kiditch, que devero fazer da mesma forma. "Ns estamos
dando as boas vindas tambm ao novo membro da escola nesse ano, professor Slughorn" -Slughorn levantou-se, sua cabea calva refletindo as luzes das velas, sua grande
barriga fazendo cintura na mesa - " um grande colega meu que concordou em assumir o posto de mestre de poes". "Poes?" "Poes?" A palavra ecoou por todo o salo
principal enquanto as pessoas imaginnyvam se tinha entendido direito. "Poes?" disseram rony e Mione ao mesmo tempo se virando para encarar Harry "mas voc disse...".
"Professor Snape, enquanto isso," disse dumbledore aumentando a voz para ser ouvido no meio no burburinho, "ir estar dando aula de defesa contra as artes das trevas".
"No!" disse Harry, to alto que muitas cabeas se viraram em sua direo. Ele no se importou; ele estava encarando a mesa dos professores, abobalhado. Como Snape
poderia dar defesa contra arte das trevas depois de tanto tempo? No era sabido que dumbledore no confiava em Snape para isso? "Mas Harry, voc disse que Slughorn
estava vindo para ensinar defesa contra artes das trevas?" disse hermione. "Eu achei que ele ia!" disse Harry, examinando todo o crebro para lembrar quando dumbledore
havia dito isso a ele, mas ele no conseguia lembrar o que dumbledore tinha dito que Slughorn iria ensinar. Snape, que estava sentado  direita de dumbledore, no
se levantou  meno de seu nome; ele meramente levantou a mo para agradecer os aplausos que recebia da mesa da seleterim, ainda assim, Harry podia detectar um
olhar de triunfo nos olhos de Snape. "Bem, ai esta algo bom!" disse ele com selvageria. "Snape vai ter ido embora no fim do ano" "Como assim?" perguntou Rony. "Esse
emprego  enfeitiado. Ningum durou mais que um ano. Quirrel morreu exercendo-o... pessoalmente, vou manter meus dedos cruzados para outra morte...". "Harry!" disse
hermione chocada e com cara de quem desaprova. "Talvez, ele apenas volte a dar poes no fim do ano" disse Rony racionalmente. "Esse Slughorn talvez no fique mais
tempo que moody ficou." Dumbledore limpou a garganta. Harry, Rony e hermione no eram os nicos que estavam falando; todo o salo principal imergiu em uma balburdia
de vozes conversando sobre a novidade: Snape finalmente tinha conseguido satisfazer seu desejo. Parecia obvio que a natureza sensacional das novidades concedidas,
dumbledore no disse mais nada sobre os empregados, mas esperou alguns segundos para ter certeza de que o silencio era absoluto antes que continuasse. "Agora, como
todos nesse salo sabem, Lord Voldemort e seus companheiros esto cada vez mais alargando e ganhando terreno." O silencio parecia tenso enquanto dumbledore falava.
Harry olhou para Malfoy, que no estava olhando para dumbledore, mas fazendo seu garfo pairar no ar com sua varinha, como se pensasse que esse era o assunto mais
indigno de ateno no mundo. "Eu no posso enfatizar forte o bastante como a presente situao  perigosa, e quanto cuidado todos ns em hogwarts vamos precisar,
para nos mantermos seguros. As protees mgicas do castelo foram fortificadas durante o vero, ns estamos protegidos por novas e mais poderosas mgicas, mas ainda
devemos aguardar inescrupulosamente contra estudantes que possam ser descuidados ou ate mesmo da parte dos empregados. Eu peo a vocs que obedeam a cada imposio
de seus professores em parte de segurana, mas h uma regra que vocs devem prestar muita ateno, em particular, a regra que depois de certas horas, vocs no podem
ficar na rua. Eu imploro a vocs, notifiquem-nos de qualquer coisa estranha ou suspeita que percebam dentro ou fora do castelo. Eu confio em vocs para se conduzirem,
sempre, a vocs e aos outros com muito cuidado." Dumbledore passou os olhos azuis pelos estudantes mais uma vez antes de sorrir de novo. "Mas agora, suas camas os
esperam, quentes e confortveis como vocs podem desejar, e eu sei que sua maior prioridade  estar bem descansados para suas lies amanh. E vamos todos dizer
boa noite. PIP PIP!" Com o barulho usual os bancos se moveram para trs e centenas de estudantes comearam a sair do salo principal at seus dormitrios. Harry
que estava sem pressa para sair com todos, nem de chegar perto de Malfoy para ouvir a historia do nariz estourado, se deixou ficar para trs, pretendendo subir as
escadas em seu ritmo, deixando a maioria dos grefindors a sua frente. Hermione foi  frente com as pessoas do primeiro ano, mas Rony ficou com Harry. "O que realmente
aconteceu com o seu nariz?" ele perguntou, quando estavam bem para trs das pessoas que saiam do salo principal e fora do campo de audio de qualquer outro. Harry
contou-lhe. Essa era uma marca da amizade deles, Rony no ria. "Ei vi Malfoy imitando alguma coisa com um nariz" ele disse sombriamente. "Sim, bem, esquea isso,"
disse Harry rapidamente. "Oua o que ele disse antes de descobrir que eu estava l...". Harry esperava que Rony ficasse pasmo com a ostentao de Malfoy. Com o que
Harry considerou teimosia, de qualquer forma, Rony estava inexpressivo. "Qual , Harry, ele estava apenas se mostrando para Parkinson... que tipo de misso voc
sabe quem teria dado a ele?" "Como voc sabe que voldemort no precisa de algum em hogwarts? No seria a primeira -". "Eu esperava que parasse de dizer esse nome,
Harry," disse uma voz atrs deles. Harry olhou por cima do ombro e viu hagrid sacudindo a mo. "Dumbledore diz esse nome" disse Harry tedioso. "Sim, mas  dumbledore,
no ? Disse hagrid misteriosamente." ento por que demorou tanto para chegar aqui, Harry, eu estava preocupado". "Fiquei para trs no trem" disse Harry. "Por que
voc estava atrasado?" "Eu estava com Grope" disse hagrid feliz. "Perdi a noo do tempo. Ele esta com uma casa nova nas montanhas agora, dumbledore arrumou para
ele - caverna grande, bem legal. Ele esta muito mais feliz do que quando estava na floresta. Ns estamos nos divertindo muito. "Serio??" disse Harry, cuidando para
no encarar Rony nos olhos; da outra vez que ele havia visto o meio irmo de hagrid. Um gigante com grande talento para arrancar arvores do cho, seu vocabulrio
tinha 5 palavras, duas das quais era incapaz de pronunciar corretamente. "Oh, sim, ele esta bem melhor" disse Hagrid orgulhoso. "Voc ficar pasmo. Eu estou pensando
em trein-lo para ser meu assistente". Rony riu alto, mas tratou de transformar em um ataque de tosse. Agora eles estavam na frente das portas da frente. "De qualquer
forma, vejo vocs amanha. Primeiro tempo depois do almoo. Venham mais cedo e vocs podero dar um ol  Buck - quer dizer, Witherwings!" Segurando uma arma ele
saiu para a rua, dentro da escurido. Harry e Rony se entreolharam. Harry podia dizer que Rony estava experimentando o mesmo sentimento de estar caindo que Rony.
"Voc no vai fazer cuidados com as criaturas mgicas, vai?" Rony balanou a cabea. "E voc tambm no, vai?" Harry tambm balanou a cabea. "E hermione," disse
Rony. "Ela no esta, esta?" Harry balanou a cabea de novo. Exatamente o que hagrid queria dizer quando percebesse que seus trs alunos favoritos haviam desistido
de sua matria, ele nem queria pensar.




Captulo 9
Capitulo 9 - O Prncipe Mestio


Harry e Ron encontraram Hermione no Salo Comunal antes do caf da manh do dia seguinte. Torcendo para que acreditassem em sua teoria, Harry no perdeu tempo contando
para Hermione o que ele ouviu Malfoy falando no trem. - "Mas ele estava claramente se mostrando para Parkinson, no estava?", interviu Ron rapidamente, antes que
Hermione pudesse falar qualquer coisa. - "Bem", ela falou. "Eu no sei... poderia ser que Malfoy quer se mostrar mais importante do que ele realmente ... mas seria
uma grande mentira para contar...". - "Exatamente", disse Harry, mas ele no pde continuar, pois tinha muita gente tentando ouvir a conversa, sem contar as que
estavam o observando e sussurrando. - " uma falta de educao apontar", disse Ron para um garoto do primeiro ano quando eles entravam para a fila do buraco do quadro.
O garoto, que estava murmurando algo para seu amigo sobre Harry, ficou roxo e correu pelo buraco alarmado. Ron riu. - "Adoro ser do sexto ano. E ns vamos ter mais
tempo livre esse ano. Perodos inteiros quando poderemos simplesmente sentar e relaxar". - "Ns vamos precisar desse tempo para estudar, Ron!", disse Hermione, quando
eles comearam a andar pelo corredor. - "Sim, mas no hoje", disse Ron. "Hoje vai ser um dia de sono, eu acredito". - "Calma a", disse Hermione parando um garoto
do segundo ano, que estava tentando passar por ela com um disco verde em suas mos. - "Frisbees dentados esto proibidos, entregue-me", ela mandou. O garoto a entregou
o Frisbee, passou por baixo do brao de Hermione e foi atrs de seus amigos. Ron esperou que ele sumisse, depois pegou o brinquedo das mos de Hermione. - "Beleza,
sempre quis ter um desses!". A atitude de Hermione foi sucedida por vrios risos. Lavender Brown aparentemente achou que o comentrio de Ron foi engraado. Ela continuou
a rir quando passou por eles, olhando para Ron por cima de seu ombro. Ron pareceu contente com si mesmo. O teto do Salo Principal estava serenamente azul e marcado
com fracas e finas nuvens, como nos quadrados de cu visveis pelas altas janelas. Enquanto eles estavam comendo, Harry e Ron contaram a Hermione sobre a conversa
embaraosa que eles tiveram com Hagrid na tarde anterior. - "Mas ele no podia realmente pensar que ns iramos continuar Trato das Criaturas Mgicas!", ela falou,
parecendo confusa. "Quero dizer, quando que qualquer um de ns mostrou qualquer entusiasmo?". - " isso, no ?", disse Ron, engolindo um ovo frito inteiro. - "Ns
ramos os nicos que fazamos esforo nas aulas porque gostvamos de Hagrid". Mas ele pensa que ns gostvamos da estpida matria. Voc acredita que algum v tentar
o N.I.E.M.?" Nem Harry nem Hermione responderam. No havia necessidade. Eles sabiam perfeitamente bem que ningum do sexto ano iria querer continuar Trato das Criaturas
Mgicas. Eles evitaram os olhos de Hagrid e devolveram o aceno pela metade quando ele saiu da mesa dos professores, dez minutos depois. Depois que eles comeram,
permaneceram em seus lugares, esperando a Professora McGonagall sair da mesa dos professores. A distribuio dos horrios era mais complicada esse ano, pois ela
precisava primeiro confirmar se todos haviam conseguido as notas mnimas em seus N.O.M.s. para poderem continuar em seus N.I.E.M.s. Hermione foi imediatamente aceita
para continuar Feitios, Defesa Contra as Artes das Trevas, Transfigurao, Herbologia, Aritmancia, Runas Antigas e Poes, e correu para um primeiro perodo de
Runas Antigas sem mais demora. Neville levou mais tempo ara confirmar. Seu rosto redondo estava ansioso quando Professora McGonagall olhava para sua aplicao e
consultava seus resultados nos N.O.M.s. - "Herbologia, tudo bem", ela disse. - "Professora Sprout vai ficar satisfeita em ver voc de volta com um `Excelente N.O.M.,
e voc qualifica para Defesa Contra as Artes das Trevas com um `Excede Expectativas. Mas o problema  em Transfigurao. Me desculpe Longbottom, mas `Aceitvel no
 o suficiente para continuar no N.I.E.M. Eu acho que voc no ser capaz de lidar com os trabalhos do curso". Neville virou sua cabea. A Professora McGonagall
o observava pelos seus culos quadrados. - "Por que voc quer continuar com Transfigurao? Eu nunca tive a impresso de que voc realmente gostasse da matria".
Neville parecia miservel e murmurou algo como "minha av quer". - "Humph", fez McGonagall. " hora de sua av aprender a ter orgulho do neto que tem, no do que
ela acha que tem, principalmente depois do que aconteceu no Ministrio". Neville ficou vermelho e piscou confuso. McGonagall nunca lhe fez nenhum elogio antes. -
"Me desculpe, Longbottom, mas eu no posso te deixar na minha classe para N.I.E.M. Porm, posso ver que voc tem um `Excede Expectativas em Feitios - Por que no
tentar um N.I.E.M. nisso?". - "Minha av acha que Feitios  uma opo fraca", murmurou Neville. - "Pegue Feitios", disse McGonagall. "E eu falarei  Augusta que
s por que ela falhou o N.O.M. dela em Feitios no quer dizer que a matria  completamente intil". Sorrindo levemente para o olhar de feliz incredulidade no rosto
de Neville, a Professora McGonagall virou para Parvati Patil, cuja primeira pergunta foi se Firenze, o centauro charmoso, ainda ensinava Divinao. - "Ele e Professora
Trelawney esto fazendo turnos", disse McGonagall, com uma mostra de desapontamento em sua voz. Era sabido que ela desprezava Divinao. - "O sexto ano ter aulas
com a Professora Trelawney". Parvatti partiu para Divinao cinco minutos depois parecendo levemente deprimida. - "Ento, Potter, Potter...", disse McGonagall, observando
suas anotaes enquanto virava para Harry. - "Feitios, Defesa contra as Artes das Trevas, Herbologia, Transfigurao... tudo certo. Devo dizer, estou satisfeita
com sua nota em Transfigurao, Potter, muito satisfeita. Agora, por que voc no se inscreveu para continuar em Poes? Pensava que fosse a sua ambio se tornar
um Auror". - "E era, mas voc me disse que eu precisava de um `Excelente no meu N.O.M., Professora". - "E era isso que voc precisava, quando Professor Snape ministrava
essa aula. O Professor Slughorn, porm, estaria completamente satisfeito em aceitar estudantes N.I.E.M. com `Excede Expectativas em seus N.O.M.s. Voc gostaria de
continuar com Poes?". - "Sim", disse Harry, - "Mas eu no comprei o livro, nem os ingredientes, nem nada". - "Tenho certeza de que o Professor Slughorn ser capaz
de te emprestar o que for necessrio", disse a Professora McGonagall. - "Muito bem, Potter, aqui est o seu horrio. Ah, e por sinal - vinte esperanosos alunos
j se inscreveram para o Time de Kiditch da Grefindor. Vou te entregar a lista e voc poder realizar os testes quando quiser". Alguns minutos depois, Ron estava
livre para fazer as mesmas matrias que Harry, e os dois deixaram a mesa juntos. - "Olha", disse Ron, satisfeito, olhando seu horrio. - "Ns tempos um tempo livre
agora... e um outro depois do intervalo... e outro depois do almoo... maravilha!". Eles voltaram ao Salo Comunal, que estava vazio  exceo de Katie Bell, a nica
remanescente do time originnyl da Grefindor a qual Harry se juntou no primeiro ano. - "Achei que voc iria consegui-lo, meus parabns", ela lhe disse, apontando
para o emblema de capito no peito de Harry. "Me avise quando voc for fazer os testes!". - "No seja estpida", disse Harry. "Voc no precisa fazer o teste, eu
vi voc jogar por cinco anos...". - "Voc no deve comear desse jeito",ela avisou. "Por tudo que voc sabe, tem algum bem melhor que eu l fora. Bons times j
se arruinaram porque seus capites mantiveram vendo somente os antigos rostos, ou chamando seus amigos...". Ron parecia um pouco desconfortvel e comeou a brincar
com o Frisbee Dentado que Hermione tirou do quartanista. Ele girava pelo Salo Comunal, rugindo e tentando morder a tapearia. Os olhos amarelos de Crookshank o
seguiram e ele miou quando o Frisbee chegou muito perto. Uma hora mais tarde eles relutantemente saram do Salo Comunal iluminado pelo sol para a sala de aula de
Defesa Contra as Artes das Trevas, quatro andares abaixo. Hermione j estava fazendo fila na porta, carregando vrios livros pesados e parecendo cansada. - "Ns
temos tanto exerccio para Runas", ela falou ansiosa, quando Harry e Ron se uniram a ela. - "Um trabalho de 40 centmetros, duas tradues, e eu tenho que ler esses
aqui para quarta!". - "Que vergonha", disse Ron. - "Espera s", disse Hermione. - "Aposto que Snape vai nos dar montes". A porta da sala de aula abria quando ela
falava e Snape foi para o corredor, sua face amarelada formada mais que nunca por duas cortinas de cabelo preto. O silncio caiu sobre a fila imediatamente. - "Para
dentro", ele falou. Harry olhou a seu redor ao entrar. Snape j tinha imposto sua personalidade sobre a sala. Ela estava mais escura que de costume, pois cortinas
tinham sido abaixadas sobre as janelas, e estava sendo iluminada por uma vela. Novas fotos estavam nas paredes, muitas das quais mostrando pessoas que pareciam estar
sofrendo, portando horrveis ferimentos ou com partes dos corpos estranhamente torcidas. Ningum falou enquanto estavam sentando, olhando ao redor para as escuras
e repugnantes figuras. - "Eu no lhes pedi para pegarem seus livros", disse Snape, fechando a porta e se movendo para ver a sala por trs de sua mesa. Hermione rapidamente
deixou cair sua cpia de `Enfrentando o Sem-Rosto de volta em sua mala e a guardou em baixo da cadeira. - "Eu quero falar com vocs e quero toda sua ateno". Seus
olhos negros passaram por seus rostos, esperando uma frao de segundo a mais quando viu Harry do que para qualquer outro. - "Vocs tiveram cinco professores nessa
matria at agora, eu acredito". Voc acredita... como se voc no tivesse visto todos virem e irem, Snape, torcendo para que voc fosse o prximo, Harry pensou.
- "Naturalmente, esses professores todos tiveram seus prprios mtodos e prioridades. Dada a confuso, estou surpreso que tantos de vocs conseguiram um N.O.M. nessa
matria. Estarei ainda mais surpreso se todos conseguirem fazer os trabalhos de N.I.E.M., que sero bem mais avanados". Snape andou pelo quanto do quarto, falando
agora numa voz mais baixa; a classe esticou seus pescoos para mant-lo em vista. "A Arte das Trevas", disse Snape, "so muitas, variadas, sempre mudando e eternas.
Enfrent-las  como enfrentar um monstro de vrias cabeas que, cada vez que um pescoo  separado, surge uma nova cabea ainda mais violenta e astuta que antes.
Voc est lutando contra aquilo que  indefinido, mutante, indestrutvel". Harry olhou para Snape. Uma coisa era respeitar as Artes das Trevas como um inimigo perigoso,
e outra era falar sobre elas, como Snape estava fazendo, com uma tonalidade fantica em sua voz. - "Suas defesas", disse Snape, um pouco mais alto, - "devem ento
ser to flexveis e criativas como as artes que vocs querem destruir. Essas imagens - ele indicou algumas enquanto passava por elas - "do uma pequena representao
do que acontece com aqueles que sofrem, por exemplo, a Maldio Cruciatos" - ele apontou para uma bruxa que estava claramente tremendo de dor - "recebem o Beijo
do Dementor" - um bruxo deitado no cho e com os olhos brancos, ombros contra a parede - "ou provocam a agresso de um Inferius" - uma massa sangrenta no cho. -
"Um Inferius foi visto ento?", perguntou Parvati. Patil num tom alto, "est definido, ele est os usando?". - "O Lorde das Trevas j utilizou Inferi no passado",
disse Snape, "o que significa que voc deveria assumir que ele pode us- los de novo. Agora...". Ele comeou a andar novamente pelo outro lado da sala em direo
 sua mesa, e de novo eles o olharam enquanto ele andava, sua roupa negra levantando pelas suas costas. - "Vocs so, eu acredito, novatos no uso de encantos no-verbais.
Qual a vantagem de encantos no-verbais?" A mo de Hermione apareceu no ar. Snape levou um tempo olhando ao seu redor para todos, at ter certeza que no tinha outra
opo, antes de falar, - "Muito bem - Senhorita Granger?". - "Seu adversrio no ter nenhum aviso sobre que tipo de magia voc ir utilizar", disse Hermione, "o
que lhe dar uma vantagem de uma frao de segundo". - "Um resposta copiada quase palavra por palavra do "Livro de Feitios, Srie 6", disse Snape (Malfoy riu de
um canto), "mas correta na essncia. Sim, aqueles que progridem em usar mgica sem falar os encantamentos ganham um elemento de surpresa ao fazer feitios. Nem todo
bruxo pode faz-lo, claro;  uma questo de concentrao e poder mental que alguns" - olhou profundamente para Harry mais uma vez - "no possuem". Harry sabia que
Snape estava pensando nas aulas desastrosas de Oclumncia do ano anterior. Ele se recusava a baixar seus olhos e olhava nos de Snape, at ele virar os seus. - "Vocs
iro se dividir em pares". Snape continuou - "Um ir tentar azarar o outro sem falar. E o outro ir tentar repelir a azarao no mesmo silncio. Comecem". Apesar
de Snape no sab-lo, Harry ensinou pelo menos metade da classe (todos que tinham sido membros do E.D.) como realizar um Feitio de Escudo no ano anterior. Porm,
nenhum tinha o realizado sem falar. Uma razovel quantidade de trapaa aconteceu; muitos estavam meramente sussurrando o encantamento ao invs de pronunci- lo alto.
Como sempre, dez minutos depois do incio Hermione conseguiu repelir a azarao da `perna bamba murmurado de Neville sem pronunciar o contra-feitio, um feito que
daria certamente vinte pontos para a Grefindor em qualquer professor razovel, pensou Harry amargamente, mas que Snape ignorou. Ele passava por eles enquanto praticavam,
parecendo o morcego crescido de sempre, ansioso por ver Harry e Ron lutando pela tarefa. Ron, que deveria estar azarando Harry, estava roxo. Seus lbios apertados
para tirar dele a tentao de murmurar o encantamento. Harry tinha sua varinha levantada, esperando inquieto para repelir a azarao que parecia improvvel de aparecer.
- "Pattico, Weasley", disse Snape, depois de algum tempo. - "Aqui - deixe eu te mostrar ". Ele virou sua varinha para Harry to rapidamente que Harry agiu instintivamente;
esqueceu todo pensamento de um encantamento no-verbal e gritou "Protergo"! Seu Feitio de Escudo foi to forte que Snape perdeu o equilbrio e bateu numa mesa.
A sala toda olhou e agora observava Snape se endireitar, irritado. - "Voc se lembra de que ns estamos praticando feitios no- verbais, Potter?". - "Sim", disse
Harry, rgido. - "Sim, senhor". - "No precisa me chamar de `senhor, Professor". As palavras escaparam antes do que ele percebesse do que estava falando. Vrias
pessoas se engasgaram, inclusive Hermione. Atrs de Snape, porm, Ron , Dean e Seamus riam apreciadamente. - "Deteno, sbado  noite, no meu escritrio", disse
Snape. - "Eu no aceito insulto de ningum, Potter... nem mesmo do `Escolhido". - "Brilhante, Harry!", gargalhou Ron, quando estavam a salbus no intervalo, pouco
depois. - "Voc realmente no devia t-lo dito," disse Hermione, olhando nervosa para Ron. "O que fez voc fazer aquilo?" - "Ele tentou me azarar, caso vocs no
tenham percebido", reclamou Harry. "J tive demais daquilo nas aulas de Oclumncia! Por que ele no usa outro porco da guinia para mudar um pouco? O que Dumbledore
est fazendo, deixando ele ensinar DcAdT? Vocs o ouviram falando das Artes das Trevas? Ele as adora! Tudo aquilo de mutante, indestrutvel...". - "Bem", disse Hermione.
- "Achei que ele soava um pouco como voc". - "Como eu?". - "Sim, quando voc estava nos contando como  enfrentar Voldemort. Voc disse que no era s memorizar
um punhado de encantamentos, voc disse que era s voc e seu crebro e sua coragem - bem, no era isso que Snape estava dizendo? Que realmente acaba sendo a bravura
e a velocidade da mente?". Harry estava to desarmado pelo fato de que ela considerou suas palavras to preciosas para se memorizar quanto as do Livro de Feitios,
que ele no discutiu. - "Harry! Ei, Harry!". Harry olhou a seu redor; Jack Sloper, um dos beateres do Time de Kiditch da Grefindor do ano anterior estava correndo
em sua direo segurando um rolo de pergaminho. - "Isso  para voc". disse Sloper. - "Escuta, eu ouvi dizer que voc  o novo capito. Quando  que ocorrero os
testes?". - "Ainda no tenho certeza", disse Harry, pensando se Sloper teria a sorte de conseguir voltar para o time. - "Eu te aviso quando decidir". - "Ahh.. Certo.
Eu estava esperando que fosse nesse fim de semana ". Mas Harry no estava ouvindo; ele tinha acabado de reconhecer a fina, obliqua letra no pergaminho. Deixando
Sloper no meio da frase, ele partiu com Ron e Hermione, abrindo o rolo ao caminhar. Querido Harry, Eu gostaria de comear nossas aulas particulares nesse sbado.
Por gentileza, venha ao meu escritrio s 20 horas. Espero que voc esteja se divertindo em seu primeiro dia de volta na Escola. Sinceramente, Albus Dumbledore P.S.
Eu gosto de Acid Pops. - "Ele gosta de Acid pops?", disse Ron, que leu a mensagem sobre o ombro de Harry e parecia perplexo. - " a senha para passar pelo grgula
do lado de fora do seu estdio", disse Harry baixo. - "H! Snape no vai ficar nada satisfeito... No vou poder ficar na deteno dele!". Ele, Ron e Hermione passaram
o intervalo inteiro pensando no que Dumbledore iria ensinar para Harry. Ron achava que seriam azaraes espetaculares e feitios do tipo que Comensais no conheceriam.
Hermione disse que tais coisas eram ilegais, e achava que era mais provvel que ele ensinasse para Harry Mgica Avanada de Defesa. Aps o intervalo, ela foi para
Aritmancia enquanto Harry e Ron voltaram para o Salo Comunal onde eles relutantemente comearam a fazer o dever de casa de Snape. Isso se mostrou to difcil que
eles ainda no tinham terminado quando Hermione se juntou a eles para o tempo livre aps o almoo (apesar dela ter ajudado a progredir muito mais rapidamente). Eles
tinham acabado de terminar quando bateu o sinal para o tempo duplo de Poes e eles comearam o caminho familiar para o calabouo que foi, por tanto tempo, de Snape.
Quando eles chegaram no corredor eles viram que somente uma dzia de pessoas progrediram para o nvel N.I.E.M. Crabbe e Goyle evidentemente falharam em conseguir
o N.O.M. necessrio, mas quatro da Seleterim conseguiram, incluindo Malfoy. Quatro da Ravenclaw estavam l, e um da Ofllepufle, Ernie Macmillan, de quem Harry gostava
apesar de sua maneira pomposa. - "Harry", chamou pomposamente Ernie, levantando sua mo enquanto Harry se aproximava, "No tive a oportunidade de falar com voc
em Defesa Contra as Artes das Trevas de manh. Boa aula, pensei, mas Feitios de Escudo so velhos, claro, para ns da E.D. E como vo vocs, Ron - Hermione?". Antes
de que eles pudessem falar "bem", a porta do calabouo se abriu e a barriga de Slughorn apareceu antes que ele para fora da porta. Enquanto entravam na sala, seu
grande bigode se curvou acima de sua boca, e ele saudou Harry e Zabini com entusiasmo. O calabouo estava, muito estranhamente, j cheio de gases e cheiros estranhos.
Harry, Ron e Hermione cheiraram interessadamente enquanto passavam por grandes, borbulhantes caldeires. Os quatro da Seleterim pegaram uma mesa juntos, e assim
fizeram os da Ravenclaw. Isso deixou Harry, Ron e Hermione para dividirem uma mesa com Ernie. Eles escolheram a mais prxima do caldeiro dourado que estava emitindo
um dos mais sedutivos aromas que Harry jamais inalou: de alguma maneira lembrava-o ao mesmo tempo de uma torta melada, da madeira de um cabo de vassoura, e algo
como uma flor que ele acredita ter cheirado no Burrow. Ele percebeu que estava aspirando muito devagar e profundamente, e que a fumaa parecia estar enchendo- o
como uma bebida. Um grande contentamento apareceu sobre ele; ele sorriu para Ron, que sorriu de volta, preguioso. - "Agora", disse Slughorn, cujas linhas massivas
estavam tremendo atrs dos vapores. - "Balanas para fora, todo mundo, e seus kits de poes, e no se esqueam de suas cpias do `Livro Avanado de Poes...".
- "Senhor?", chamou Harry, levantando a mo. - "Harry, meu garoto?". - "Eu no tenho um livro, nem Balanas nem nada - nem Ron tem - ns no sabamos que poderamos
fazer o N.I.E.M., entende?". - "Ahh, sim, a Professora McGonagall mencionou... no se preocupe, meu garoto, no tem por que se preocupar. Voc pode usar os ingredientes
do armrio da sala por hoje, e eu tenho certeza de que podemos lhes emprestar umas balanas, e tenho uma caixa de livros velhos aqui, que serviro at vocs escreverem
para Floreios e Borres...". Slughorn andou para um armrio no canto e, depois de um momento, voltou com duas velhas cpias do `Livro Avanado de Poes por Libatius
Borage, os quais ele deu para Harry e Ron com duas balanas. - "Agora", disse Slughorn, voltando para a frente da sala e inflando seu peito de modo que os botes
da sua camisa ameaavam pular para fora. - "Preparei algumas poes para vocs darem uma olhada, s por curiosidade, vocs sabem. So o tipo de coisa que vocs precisam
ser capazes de fazer depois de completarem seus N.I.E.M.s. Vocs j devem ter ouvido falar nelas, mesmo que vocs nunca as tenham feito ainda. Algum pode me dizer
o que essa aqui ?". Ele indicou o caldeiro perto da mesa da Seleterim. Harry se levantou um pouco de sua cadeira e viu o que parecia simplesmente gua fervendo
dentro dele. A mo bem treinada da Hermione atingiu o ar antes que a de qualquer outro; Slughorn apontou para ela. - " Veritaserum, uma incolor e inodora poo
que fora quem bebe a falar a verdade", disse Hermione. - "Muito bem, muito bem!", disse Slughorn, feliz. - "Agora", continuou, apontando para o caldeiro perto
da mesa da Ravenclaw, "Essa  bem conhecida... Tem aparecido nos folhetos do Ministrio ultimamente... Quem poderia - ?". A mo de Hermione foi a mais rpida de
novo. - " a poo Polissuco, senhor", ela disse. Harry tambm reconheceu a substncia lentamente borbulhante, parecida com lama no segundo caldeiro, mas no ficou
triste por Hermione ter recebido o crdito pela resposta. Foi ela, na verdade, que conseguiu faz-la, no segundo ano. - "Excelente, excelente! Agora essa aqui...
sim querida?", perguntou Slughorn, agora perplexo, enquanto a mo de Hermione socava o ar mais uma vez. - " Amortentia!". - "Realmente, . Parece quase uma tolice
perguntar", disse Slughorn, que parecia muito interessado, "mas eu acredito que voc saiba o que ela faz?". - " a mais poderosa poo do amor no mundo!", disse
Hermione. - "Certo! Voc a reconheceu, eu suponho, por seu distinto brilho de prola?". - "E pela fumaa subindo em suas espirais caractersticas", confirmou Hermione,
entusiasmada. - "E ela deve cheirar diferentemente para cada um, dependendo do que nos atrai, e eu posso sentir grama recentemente cortada, pergaminho novo e -".
Mas ela ficou levemente rosada e no completou a frase. - "Posso perguntar seu nome, minha querida?" perguntou Slughorne, ignorando a vergonha de Hermione. - "Hermione
Granger, senhor". - "Granger? Granger? Por acaso voc tem algum parentesco com Hector Dagworth-Granger, que fundou a "Extraordinaria Sociedade dos Fazedores de Poes"?".
- "No. Eu acredito que no, senhor. Eu nasci Mugle, voc sabe". Harry viu Malfoy se aproximar de Nott e sussurrar algo; ambos riram, mas Slughorn no se importou;
ao contrrio, abriu um sorriso e olhou de Hermione para Harry, sentado prximo dela. - "H! `Uma das minhas melhores amigas  nascida mugle, e ela  a melhor do
nosso ano! Acredito que esta seja a amiga da qual voc me contou, Harry?". - "Sim, senhor", confirmou Harry. - "Bem, bem, voc recebeu vinte pontos para a Grefindor,
Senhorita Granger", disse Slughorn. Malfoy parecia do mesmo jeito que quando Hermione o socou na cara. Hermione se virou para Harry com uma expresso radiante e
sussurrou, "Voc realmente lhe falou eu era a melhor do ano? Oh, Harry!". - "Bem, o que h de impressionante sobre isso?", murmurou Ron, que parecia chateado por
algum motivo. - "Voc  a melhor do ano - Eu o diria isso se ele me perguntasse". Hermione sorriu, mas fez um gesto de `shh, ento eles poderiam ouvir o que Slughorn
estava dizendo. Ron parecia levemente insatisfeito. - "Amortentia no cria realmente amor,  claro.  impossvel manufaturar ou imitar amor. No, isso ir simplesmente
causar uma forte obsesso ou atrao.  provavelmente a mais perigosa e poderosa poo nessa sala - sim", ele disse, afirmando com a cabea gravemente para Malfoy
e Nott, ambos os quais estavam sorrindo descrentes. - --- "Quando vocs tiverem visto tanto da vida quanto eu vi, vocs no subestimaro o poder do amor obsessivo...".
- "E agora," disse Slughorn",  hora de comear a trabalhar". - "Senhor, voc no nos disse o que tem nesse", disse Ernie Macmillian, apontando para um pequeno caldeiro
preto em cima da mesa de Slughorn. A poo dentro estava pulando e caindo; era da cor de ouro derretido, e grandes gotas estavam pulando como peixes dourados sobre
a superfcie, mas nenhuma gota caiu. - "Ha", fez Slughorn de novo. Harry tinha certeza que Slughorn no tinha esquecido dessa poo, mas estava esperando para ser
perguntado sobre ela para ter um efeito mais dramtico. - "Sim. Aquilo. Bem, aquela, senhores e senhoras,  uma interessante poo chamada Felix Felicis. Eu acredito",
ele se virou para Hermione, que se engasgou, "que voc saiba o que Felix Felicis faz, Senhorita Granger?". - " sorte lquida", disse Hermione excitada. "Ela te
deixa sortudo!". A sala inteira parecia estar sentando melhor, mais reto. Agora, tudo que Harry podia ver de Malfoy era a parte de trs do cabelo liso e louro de
sua cabea porque ele estava finalmente dando toda sua ateno para Slughorn. - "Correto, pegue outros dez pontos para a Grefindor. Sim,  uma poo interessante,
a Felix Felicis", dissse Slughorn. "Incrivelmente traioeira de se fazer, e desastrosa se errar. Porm, se feita corretamente, como essa aqui, voc vai descobrir
que todas suas aes vo tender ao sucesso... pelo menos at o efeito acabar". - "Por que as pessoas no a bebem o tempo todo, senhor?", Terry Boot perguntou, curioso.
- "Porque, se tomada em excesso, ela causa estupidez, falta de cuidado e segurana demais", disse Slughorn. - "Muito de uma coisa boa, voc sabe... extremamente
txico em grandes quantidades, mas se tomado em pequenas e muito raramente...". - "Voc j a tomou, senhor?", perguntou Michael Crner com grande interesse. - "Duas
vezes na minha vida", respondeu Slughorn. "Uma quando eu tinha 24 anos, outra quando eu tinha 57. Duas colheres tomadas no caf da manha. Dois dias perfeitos". Ele
olhava pensativo para longe. Se ele estava fingindo ou no, Harry pensou, o efeito ficou bom. - " isso", continuou Slughorn, aparentemente retornando a Terra, -
" o que eu estarei oferecendo como prmio dessa aula". Havia um silncio no qual toda bolha e gota das poes ao redor parecia extremamente barulhenta. - "Uma pequena
garrafa de Felix Felicis", continuou, pegando uma minscula garrafa com uma tampa de seu bolso e mostrando-a para todos. "O suficiente para doze horas de sorte.
Do amanhecer at o entardecer, o vencedor ser sortudo em tudo que ele tentar". - "Agora, eu devo lhes avisar que Felix Felicis  um poo proibida em competies
organizadas... esportes, por exemplo, provas, ou eleies. Ento o vencedor deve us-la num dia normal somente... e perceber que esse dia normal se tornar extraordinrio!".
- "Ento", continuou, repentinamente, "quem de vocs receber esse prmio fabuloso? Bem, virando para a pginny dez do livro. Ns temos um pouco mais de uma hora
sobrando, o que deveria ser tempo suficiente para vocs tentarem completar a `Poo do Morto Vivo. Eu sei que  mais complexa do que tudo que vocs j tentaram,
e eu no espero uma poo perfeita de ningum. A pessoa que fizer a melhor, porm, ganhar o pequeno Felix aqui. Podem comear!". A sala comeou a se mover agora
que todos pegavam seus caldeires para suas frentes e alguns fortes barulhos enquanto estavam adicionando pesos nas suas balanas, mas ningum falava nada. A concentrao
dentro da sala era inquestionvel. Harry viu Malfoy olhando fervorosamente pelo seu livro. No podia ser mais claro que ele realmente queria esse dia de sorte. Harry
se curvou levemente sobre o velho livro que Slughorn lhe emprestou. Para sua infelicidade ele viu que o antigo dono tinha escrito sobre as pginnys, de modo que
as margens estavam pretas como as letras. Curvando-se mais baixo para decifrar os ingredientes (mesmo ali o antigo dono tinha feito anotaes e riscado palavras)
Harry correu para o armrio de ingredientes para encontrar o que precisava. Enquanto ele corria de volta para seu caldeiro, ele viu Malfoy cortando suas razes
de Valeria to rpido quanto possvel. Todos estavam olhando para ver o que o resto da sala estava fazendo; essa era tanto uma vantagem quanto uma desvantagem de
Poes, que era difcil manter seu trabalho privado. Dentro de dez minutos a sala toda estava cheia de uma fumaa azulada. Hermione,  claro, parecia ser a que mais
progrediu. Sua poo lembrava o `lquido leve, preto mencionado como ideal na metade. Tendo terminado de cortar suas razes, Harry se curvou sobre seu livro de novo.
Era realmente irritante, ter que tentar decifrar as instrues sobre todas as inscries estpidas do dono anterior, quem, por algum motivo, teve o trabalho de cortar
o gro de sopophorous e escreveu uma informao alternativa: esmagar com parte larga da faca de prata solta mais suco do que cortar. - "Senhor, acho que voc conheceu
meu av, Abraxas Malfoy?". Harry olhou para frente; Slughorn estava passando pela mesa da Seleterim. - "Sim", disse Slughorn, sem olhar para Malfoy, "Eu fiquei triste
ao ouvir que ele tinha morrido, apesar de no ter sido totalmente inesperado, febre de drago na idade dele...". E ele andou para longe. Harry voltou para seu caldeiro,
rindo. Ele sabia que Malfoy esperava ser tratado como Harry ou Zabini; talvez ainda um tratamento preferencial, do tipo que ele aprendeu a receber de Snape. Parecia
como Malfoy teria que utilizar somente seu talento para ganhar o Felix Felicis. O gro de sopophorous estava se mostrando difcil de cortar. Harry se virou para
Hermione. - "Posso pegar sua faca de prata emprestada?". Ela lhe entregou a faca, mas sem tirar os olhos da poo, que estava ainda roxo escuro, apesar de que pelo
livro deveria estar um lils claro a essa hora. Harry esmagou seus gros com a parte larga da faca. Para sua surpresa, imediatamente apareceu tanto lquido que ele
ficou espantado que o gro pudesse ter tanto dentro dele. Rapidamente jogando tudo no caldeiro ele viu, para sua surpresa, que a poo se tornou exatamente o tom
de lils descrito no texto. Sua raiva com o dono anterior sumiu, Harry agora olhava as instrues. Pelo livro, ele tinha que misturar no sentido anti- horrio at
a poo estar clara como gua. Pelo que foi escrito  mo, porm, ele tinha que dar um giro no sentido horrio a cada 7 no anti-horrio. Poderia o dono estar certo
duas vezes? Harry girou no sentido anti-horrio, segurou sua respirao, e rodou uma vez no sentido horrio. O efeito foi imediato. A poo ficou rosa plido. -
"Como voc fez isso?", demandou Hermione, que estava com o rosto vermelho e cujo cabelo estava ficando cada vez mais desarrumado com a fumaa do caldeiro. - "D
um giro no sentido horrio". - "No, no, o livro fala anti-horrio!", ela reclamou. Harry se virou e continuou a fazer o que estava fazendo. Sete giros no anti-horrio,
um no horrio, sete no anti-horrio, um no horrio... Do outro lado da mesa, Ron estava amaldioando baixo; sua poo estava azul. Harry olhou ao redor. At onde
ele via, ningum conseguiu fazer uma poo clara como a dele. Ele ficou feliz e satisfeito, o que nunca tinha acontecido antes nesse calabouo. - "E. acabou!", chamou
Slughorn. "Parem de mexer, por favor!". Slughorn se moveu lentamente pelas mesas, olhando nos caldeires. Ele no fez nenhum comentrio, mas ocasionalmente dava
nas poes um giro ou as cheirava. Finalmente, ele chegou na mesa de Harry, Hermione, Ron e Ernie. Sorriu para a substncia escura de Ron. Passou pela poo azul
escuro de Ernie. Deu um tom de aprovao ao passar pela de Hermione. Mas ento ele viu a de Harry, e uma imensa felicidade apareceu no seu rosto. - "Claramente o
vencedor!", gritou no calabouo. - "Excelente, excelente, Harry! Meu Deus, est claro que voc herdou o talento da sua me. Ela tinha uma mo perfeita em Poes,
a Lily! Aqui est, ento - uma garrafa de Felix Felices, como prometido, e use-a bem!". Harry colocou a pequena garrafa com o lquido dourado em seu bolso interno,
sentindo uma estranha combinao de prazer no olhar furioso nos rostos da Seleterim e culpa no rosto desapontado de Hermione. Ron estava bobo. - "Como voc fez aquilo?",
ele sussurrou para Harry quando saram do calabouo. - "Tive sorte, eu acho", disse Harry, porque Malfoy estava perto. Uma vez que estavam seguros na mesa da Grefindor
para jantar, porm, ele se sentiu seguro o suficiente para lhes contar. A face de Hermione ficou cada vez mais nervosa para cada palavra que ele pronunciava. - "Eu
suponho que vocs pensem que eu trapaceei?" ,ele terminou, respondendo  expresso dela. - "Bem, no era exatamente o seu trabalho, era?", ela perguntou. - "Ele
somente seguiu instrues diferentes das nossas", disse Ron. - "Poderia ter sido uma catstrofe, no poderia? Mas ele se arriscou e deu certo". Ele deu um suspiro:
- "Slughoen poderia ter me dado o livro, mas no, eu pego o que ningum nunca escreveu sobre. Vomitado sobre, pela aparncia da paginny 52, mas -". - "Espere a,"
disse uma voz perto da orelha esquerda de Harry, e ele sentiu uma pequena poro do cheiro que ele notou no calabouo de Slughorn. Ele olhou ao redor e viu que Ginny
tinha se unido a eles. - "Eu ouvi certo? Voc est recebendo instrues do que algum escreveu num livro, Harry?". Ela parecia alarmada e nervosa. Harry sabia o
que estava na cabea dela na hora. - "No  nada", ele tentou acalm-la. - "No  como, voc sabe, o dirio de Riddle.  s um velho livro de aulas em que algum
escreveu". - "Mas voc est fazendo o que ele manda?". - "Eu s tentei algumas das dicas escritas nas margens, honestamente, Ginny, no tem nada engraado -". -
"Ginny tem razo", disse Hermione, se levantado. - "Ns temos que checar se no tem nada de errado sobre isso. Quero dizer, todas essas instrues estranhas, quem
sabe?". - "Hey!", disse Harry indignado, enquanto ela puxava a cpia do Livro Avanado de Poes da mochila dela e levantou sua varinha. - "Specialis Revelio!",
ela falou, encostando-o levemente na capa. Nada aconteceu. O livro simplesmente se manteve ali, parecendo velho e sujo e acabado. - "Acabou?", perguntou Harry irritado.
"Ou voc gostaria de esperar para ver se ele d alguns saltos mortais?". - "Parece tudo certo", disse Hermione, ainda observando o livro com suspeitas. - "Quero
dizer, ele realmente parece .... somente um livro-texto". - "Bom. Ento eu quero ele de volta", disse Harry, tirando-o da mesa, mas ele caiu da sua mo e ficou aberto
no cho. Ningum mais estava olhando. Harry se curvou para pegar o livro de volta, mas quando o fez, viu algo escrito perto da parte de baixo da capa de trs do
livro, na mesma pequena, apertada letra que as instrues que o fizeram ganhar a garrafa de Felix Felicis, agora seguramente guardada dentro de um par de meias em
sua mala no quarto.










































Captulo 10
Captulo 10 - A casa de conta


Para o resto das lies de Poes da semana, Harry continuou seguindo as instrues do Prncipe de mestio, no entanto, elas divergiam do Libatius Borage, assim
pela quarta lio dele, Slughorn estava delirando sobre habilidades de Harry, dizendo que ele raramente tinha ensinado qualquer um to talentoso. Nem Rony nem Hermione
foram deleitados por tais elogios. Embora Harry tenha oferecido o livro para compartilhar com ambos, Rony teve mais dificuldade em decifrar o manuscrito que Harry,
e no pde continuar pedindo para que Harry lesse em voz alta ou poderiam levantar suspeitas. Hermione, enquanto isso, estava resolutamente agarrada no que ela chamada
"instrues oficiais", mas ficando crescentemente mal-humorada, pois elas lhe rendiam piores resultados que o Prncipe. Harry desejou saber nem que fosse vagamente,
o qu o Prncipe Mestio tinha sido. Embora a quantia de lio de casa que eles tinham, tivesse determinado a proibio de ele ler toda a copia de Fabricao de
Poes Avanada, ele tinha folheado o livro o suficiente para ver que havia uma pginny, na qual o Prncipe no tinha feito notas adicionais, apenas, nenhuma delas
relacionava-se ao modo de fazer. Aqui e l estavam direes que se pareciam feitios que o Prncipe havia usado para compor a ele mesmo. "Ou ela" disse irritadamente
Hermione, ouvindo por acaso Harry evidenciando algumas coisas a Rony na sala comum no sbado  noite. "Poderia ter sido uma menina. Eu acho que esta letra parece
mais com a de uma menina que de um menino"."O Prncipe Mestio, ele foi chamado," Harry disse. "Quantas meninas foram os Prncipes?".Hermione parecia no ter nenhuma
resposta em mente. Ela somente olhou zangada e voltou  sua leitura de Os Princpios de Rematerializao, longe de Rony que estava tentando para ler tal livro de
cabea para baixo. Harry olhou para seu relgio, e apressadamente reps a cpia velha de de Poes Avanada em sua bolsa. "Cinco pras oito, melhor eu ir, ou estarei
atrasado para Dumbledore"."Ooooh!" arfou Hermione, olhando para ele. "Boa sorte! Ns vamos esperar, ns queremos saber o que ele lhe ensina!"."Espero que tudo v
bem", disse o Rony, e a dupla assistiu Harry sumir pelo buraco de retrato. Harry caminhou por corredores desertos, entretanto ele teve que andar apressadamente por
trs de uma esttua, quando Professora Trelawney apareceu em um canto, murmurando a si mesma arrastando um pacote de cartas de jogo de aspecto sujo, lendo as enquanto
caminhava. "Dois de espadas: conflito" ela murmurou, enquanto passava pelo lugar onde o Harry abaixou-se, escondido. "Sete de espada: um pressgio doente, Dez de
espada: violncia. Valete de espadas: um escuro homem jovem, possivelmente preocupado, um que repugna o questionador".Ela parou como morta, exatamente no outro lado
da esttua de Harry. "Bem, isso no pode estar certo", ela disse, aborrecida, e Harry ouviu o vigoroso arrastar de ps dela novamente, partindo, deixando nada mais
do que uma brisa com cheiro de licor cozinhando atrs dela. Harry esperou at que estivesse bastante seguro que ela tinha ido, ento se apressou novamente, at que
alcanou a mancha no cho do stimo corredor onde uma nica grgula estava contra a parede. "Estouros cidos", disse Harry, e a grgula saltou para o lado; a parede
atrs dela deslizou separadamente, e uma escadaria de pedra em espiral foi revelada, sobre a qual Harry pisou, de forma que ele foi levado em suaves crculos at
a porta com a aldrava de metal que conduzia ao Escritrio de Dumbledore. Harry bateu. "Entre", disse voz de Dumbledore. "Boa noite, senhor", disse Harry, enquanto
entrava no escritrio do diretor. "Ah, boa noite, Harry. Sente-se" disse Dumbledore, sorrindo. "Eu espero que voc tenha tido uma agradvel primeira semana de volta
a escola?" "Sim, obrigado, senhor", disse Harry. "Voc deveria ter estado ocupado, uma deteno debaixo de seu cinto j!" "Er," comeou Harry desajeitadamente, mas
Dumbledore no parecia muito duro. "Eu combinei com Professor Snape que voc cumprir sua deteno sbado que vem"."Certo!" disse Harry, que tinha assuntos mais
urgentes em sua mente que a deteno de Snape, e deu ento uma olhada rpida ao seu redor em busca de alguma indicao do que Dumbledore estava planejando ver hoje
 noite com ele. O escritrio circular estava da mesma maneira de sempre; os delicados instrumentos prateados estavam em mesas com pernas em fuso, fumaando e zumbindo;
retratos dos antigos diretores e diretoras cochilavam em suas armaes, e a magnfica fnix de Dumbledore, Fawkes, de pe em seu poleiro atrs da porta, olhando para
Harry com interesse luminoso. Isso o fez nem mesmo perceber que Dumbledore tinha desocupado um espao para prtica de duelos. "Ento, Harry", disse Dumbledore, em
uma voz eficiente. "Voc deseja saber, eu estou certo disso, o que eu tenho planejado para voc nessas -numa palavra melhor - lies?" "Sim, senhor"."Bem, eu decidi
que est na hora, agora que voc sabe o que levou Lord Voldemort a tentar te matar a quinze anos atrs, de ser passado para voc algumas informaes." Houve uma
pausa. "Voc disse, ao fim do ltimo perodo, que ia me contar tudo", disse o Harry. Era difcil manter a nota de acusao em sua voz. "Senhor", ele somou. "E assim
eu fiz", disse placidamente de Dumbledore. "Eu lhe contei tudo o que eu sei. A partir deste ponto, ns estaremos deixando a firme fundao dos fatos e viajaremos,
juntos, pelos pntanos escuros da memria, em moitas das mais selvagens conjecturas. Daqui em diante, Harry, eu posso estar to desgraadamente errado quanto Humphrey
Belcher, que acreditava que o tempo estava perfeitoo para um caldeiro de queijo. "Mas voc acha que tem razo?" disse Harry. "Naturalmente sim, mas como eu j provei
a voc, eu cometo erros prximos aos do homem. Na realidade, sendo - me perdoe - sendo mais hbil que a maioria dos homens, meus enganos tendem a ser correspondentemente
maiores"."Senhor", disse Harry numa nova tentativa, "O que voc vai me falar tem qualquer coisa que ver com a profecia? Isso ir me ajudar a... sobreviver?". "Tem
uma relao muito grande com a profecia", disse Dumbledore, to casualmente quanto se Harry tivesse lhe perguntado pelos prximos dias, "e eu certamente espero que
lhe ajude a sobreviver." Dumbledore caminhou ao redor da escrivaninha, passando Harry, que se recolheu vido ao seu assento, para assistir Dumbledore inclinando-se
em cima do gabinete ao lado da porta. Quando Dumbledore desceu, ele estava segurando uma bacia de pedra rasa familiar, grafada ao redor com estranhas marcas sua
beira. Ele colocou a Penseira na escrivaninha em frente a Harry. "Voc parece preocupado".Harry realmente olhava a Penseira com alguma apreenso. As experincias
prvias dele com o estranho dispositivo que armazenava e revelava pensamentos e recordaes, mesmo que altamente instrutivo, tinham sido tambm incmodas. A ltima
vez que ele perturbara seus contedos, tinha visto muito mais que ele teria desejado. Mas Dumbledore estava sorrindo. "Agora, voc entra no Penseira comigo... e,
mais ainda extraordinariamente, com permisso"."Aonde ns vamos, senhor?""Para uma viagem a memria de Bob Ogden", disse Dumbledore, enquanto puxava do seu bolso
uma garrafa cristalina que continha uma substncia branco prateada rodando. "Quem era Bob Ogden?" "Ele foi empregado pelo Departamento de Lei Mgica Obrigatria",
disse Dumbledore. "Ele morreu a um tempo atrs, mas no antes eu o encalar e persuadi-lo a confiar estas recordaes a mim. Ns estamos a ponto de o acompanhar
em uma visita que ele fez, no exerccio de seus deveres. Se voc estiver pRonyto, Harry..." Mas Dumbledore estava tendo dificuldade para tirar a rolha da garrafa
cristalina: a mo ferida dele parecia endurecida e dolorosa. "Deva - deva eu, senhor"? "No se preocupe, Harry -" Dumbledore apontou a vara dele  garrafa e a cortia
voou fora. "Senhor - como voc machucou sua mo?" Harry perguntou novamente, olhando para os dedos enegrecidos com uma mistura de repulso e piedade. "Agora no
 o momento para esta histria, Harry. No j. Ns temos um compromisso com Bob Ogden." Dumbledore inclinou o contedo prateado da garrafa na Penseira onde eles
rodaram e cintilaram, nem lquido nem gs. "Depois de voc," disse Dumbledore, enquanto gesticulava para a tigela. Harry curvou-se, puxando uma respirao funda,
e mergulhou a face na substncia prateada. Ele sentia os ps dele deixam o cho de escritrio; ele estava caindo, girando na escurido e ento, repentinamente, ele
estava piscando deslumbrando a luz solar. Antes de os olhos deles se ajustarem, Dumbledore pousou ao lado dele. Eles estavam se levantando em uma pista rural limitada
por cercas altas, sob um luminoso cu de vero, azul como um miostis. Uns dez ps a frente deles estava um homem curto, rechonchudo que usava culos enormemente
grossos que reduziam os olhos dele a molelike specks. Ele estava lendo um poste itinerrio de madeira, que se ressaltava da amoreira preta no lado esquerda da estrada.
Harry soube que este deveria ser Ogden; ele era a nica pessoa em viso, e ele tambm estava usando to freqentemente o sortimento estranho de roupas escolhido
pela inexperincia de bruxos em tentar se parecer Mugle: neste caso, um casaco de tnica em cima de uma pea de banho listrada. Antes que Harry tivesse tempo para
fazer mais qualquer registro do aparecimento estranho dele, Ogden partido a um caminho abaixo a pista. Dumbledore e Harry seguiram. Como eles passaram o sinal de
madeira, o Harry olhou para seus dois braos. O que apontava o lado de trs, do qual eles tinham vindo, dizia: Great Hangleton, 5 milhas. O brao que aponta a frente
de Ogden dizia: Little Hangleton, 1 milha. Eles caminharam por um curto caminho com nada mais para ver do que as cercas, o cu azul largo em cima e assobiando, a
figura coberta pela tnica  frente. Ento a pista encurvou  esquerda para fora, inclinando abruptamente em uma ladeira, de modo que eles em uma viso sbita e
inesperada, um vale inteiro se deitou em frente a eles. Harry poderia ver uma vila, sem duvida Little Hangleton, se aconchegando entre duas colinas ngremes, sua
igreja e cemitrio claramente visveis. Alem do vale, fixada na ladeira oposta, estava uma casa de solar bonita cercada por uma expanso larga de gramado verde aveludado.
Ogden iniciou um trote relutante devido ao ngreme declive de descida da ladeira. Dumbledore alongou seu passo largo, e Harry se apressou para manter. Ele pensou
que Little Hangleton devia ser o destino final deles e desejava saber, o que acontecera na noite que eles tinham achado Slughorn, por que eles tiveram que chegar
a tal distncia. Porem, ele descobriu logo que ele estava enganado pensando que eles iam para a aldeia. A pista encurvou  direita e quando eles dobraram o curva,
viram a extremidade da tnica de Ogden desaparecer por uma abertura na cerca viva. Dumbledore e Harry o seguiram sobre um rastro estreito limitado por cercas vivas
mais altas e mais selvagens que as anteriores. O caminho era curvilneo, rochoso, e potholed, se inclinando abaixo na colina, e parecia estar rumo a um pequeno remendo
de rvores escuras pouco abaixo deles. Bastante seguro, o rasto abriu logo ao homem, e Dumbledore e Harry pararam atrs de Ogden que tambm estava parado e tinha
puxado sua varinha. Apesar do cu sem nuvens, lanaram  frente profundamente entre rvores velhas, sombras escuras, frescas, e em alguns segundos, em frente aos
olhos de Harry se discerniu o edifcio meio escondido entre a confuso de cales de banho. Parecia a ele um local muito estranho escolher para uma casa, ou ento
uma deciso estranha para deixar o crescimento de rvores perto, bloqueando toda a luz e a viso do vale abaixo. Ele desejou saber se estava habitado; suas paredes
eram azulejos musgosos e tantos tinham cado do telhado que as vigas eram visveis em vrios lugares. Urtigas cresceram ao redor da casa, seus galhos alcanavam
as janelas, que eram minsculas e cobertas com sujeira. Da mesma hora que ele tinha concludo que possivelmente ningum poderia viver l, uma das janelas foi aberta
com um rudo, e uma fina faixa de vapor ou fumaa surgiu, como se algum estava cozinhando. Ogden avanou quietamente e, parecia a Harry, bastante cauteloso. Como
as sombras escuras das rvores deslizaram em cima dele, ele parou novamente, enquanto encarava a porta da frente na qual, algum tinha fixado uma cobra morta. Ento
havia um sussurro, e um homem em trapos derrubados da mais prxima rvore, surgiu bem em frente de Ogden que saltou to rpido para trs, que se atrapalhou nas pontas
da tnica e tropeou. "Voc no  bem-vindo".O homem que surgia ante deles tinha cabelo grosso to coberto com sujeira que poderia ter tido qualquer cor. Vrios
dos dentes dele estavam apodrecendo. Seus olhos eram pequenos e escuros e fitaram em direes opostas. Ele poderia ter parecido cmico, mas no; o efeito era amedrotante,
e Harry no pde culpar Ogden por retroceder vrios passos antes de falar. "Er - bom dia. Eu sou do Ministrio de Magia -" " Voc no  bem-vindo." "Er-eu sinto
muito-eu no o entendo," disse Ogden nervosamente. Harry pensou que Ogden estava sendo extremamente bobo; o estranho estava se fazendo muito claro na opinio de
Harry, particularmente como se ele estivesse brandindo uma vara em uma mo e uma faca curta e bastante sangrenta na outra. "Voc o ouve, certamente, Harry"? disse
Dumbledore quietamente. "Claro que, sim" disse Harry, ligeiramente nonplussed. "Por que Ogden no pode-?" Mas como os olhos dele acharam a cobra morta novamente
na porta, ele pRonytamente entendeu. "Ele est falando Parseltongue(lngua de cobra?)?" "Muito bom", disse Dumbledore, enquanto acernava com a cabea e sorria. O
homem em trapos estava avanando agora em Ogden, faca curta em uma mo, vara na outra. "Agora, olha-" Ogden comeou, mas muito tarde: houve um estRonydo, e Ogden
estava no cho, apertando seu nariz, enquanto um pus amarelado srdido esguichava entre os dedos. "Morfin!" disse uma voz alta. Um homem ancio tinha vindo, se apressando
para fora da cabana, batendo a porta atrs dele de forma que a cobra morta balanou pateticamente. Este homem era mais baixo que o primeiro, e tinha propores esquisitas;
os ombros lhe eram muito largos e os braos muito longos, os olhos marRonys luminosos, cabelos curtos, e face enrugada, lhe davam o olhar de um macaco poderoso,
velho. Ele parou ao lado do homem com a faca que estava cacarejando agora, rindo com a viso de Ogden no cho. "Ministrio, ?" disse o homem mais velho, enquanto
olhava para Ogden. "Corrija!" disse Ogden furiosamente, enquanto tocava de leve a face. "E voc, eu levo isto,  Sr. Gaunt?" "Claro" disse Gaunt. "Ele fez isso na
sua face" "Sim, ele fez!" Ogden afirmou. "Deveria ter feito sua presena conhecida, no?" Disse Gaunt agressivamente. "Esta  propriedade privada. No podes entrar
aqui sem esperar que meu filho se defenda". "O defenda contra o que, homem?" disse Ogden, enquanto levantava-se. "Intrometidos. Intrusos. Mugles e sujos". Ogden
apontou a varinha ao prprio nariz, que ainda estava emitindo grandes quantias do que se parecia pus amarelo e o fluxo parou imediatamente. Sr. Gaunt falou de canto
de boca para Morfin. "Entre em casa. No discuta". Assim, Harry reconheceu Parseltongue(lngua de cobra?); at mesmo enquanto ele podia entender o que estava sendo
dito, ele distingia o assobio estranho que era tudo o que Ogden poderia ouvir. Morfin parecia estar no ponto de discordar, mas quando o pai dele lhe lanou um olhar
ameaador, mudou de idia, e foi entrando na cabana com um andar rolante estranho e batendo a porta da frente atrs dele, a cobra balanou tristemente novamente.
" seu filho que eu estou aqui para ver, Sr. Gaunt", disse Ogden, tirando o ltimo vestgio do pus da frente do casaco. "Morfin, no era?" "Ah, isso, era Morfin,"
disse o homem velho indiferentemente. "Voc  puro-sangue?" ele perguntou, repentinamente agressivo. "No interessa" disse friamente Ogden, e Harry sentia o respeito
dele pelas atitudes de Ogden. Aparentemente, Gaunt sentia-se bastante diferente. Ele olhou Ogden e ate murmurou, o que era suposto claramente um tom ofensivo, "Agora
eu venho a pensar nisto, eu vi narizes como o seu na aldeia"."Eu no duvido se seus filhos estiverem soltos entre eles," disse Ogden. "Talvez ns poderamos continuar
esta discusso ai dentro?" "Aqui dentro?" "Sim, Sr. Gaunt. Eu j lhe falei. Eu estou aqui por Morfin. Ns lhe enviamos uma coruja-" "Eu no uso corujas", disse Gaunt.
"Eu no abro cartas." "Ento voc no pode reclamar que no tenha recebido nenhuma advertncia de visita" disse rapidamente Ogden. "Eu estou aqui seguindo uma quebra
sria de lei de Magia que aconteceu aqui nas primeiras horas desta manh-" "Certo, certo, certo!" disse Gaunt. "Entre nesta casa de sangria, ento, far muito bem!"
A casa parecia conter trs quartos minsculos. Duas portas comeavam o quarto principal que servia como cozinha combinada com sala de estar. Morfin estava sentando
em uma poltRonya imunda ao lado do fogo de lenha, enquanto girando uma cobra viva entre seus dedos finos e sussurrando suavemente a isto em Parseltongue(lngua
de cobra?): Hissy, hissy, pequena cobrinha, Escorregue no cho Voc  bom a Morfin Ou ele o pregar  porta.Havia um barulho saindo do canto ao lado da janela aberta,
e Harry percebeu que havia algum no outro quarto, uma menina vestimenta cinza era da cor exata da pedra suja da parede atrs dela. Ela estava se levantando ao lado
de uma panela cozinhando em vapor em um fogo preto encardido, e estava arrumando na estante, panelas, potes esqulidos e panos sobre isto. O cabelo dela estava
fino e sombrio e ela tinha uma plancie, empalidecida na face bastante pesada. Os olhos dela, como o irmo dela, fitaram em direes opostas. Ela olhava um pouco
mais suavemente que os dois homens, mas Harry pensou que nunca tinha visto uma pessoa com o aspecto mais derrotado. "Minha filha, Merope", disse rancorosamente Gaunt,
quando Ogden olhou de modo inquiridor para ela. "Bom dia", disse Ogden. Ela no respondeu, mas com um relance amedRonytado ao pai, voltou ao quarto e continuou trocando
as panelas na estante atrs dela. "Bem, Sr. Gaunt", disse Ogden, "Indo direto ao ponto, ns temos razo para acreditar que seu filho, Morfin, executou magia em frente
a um Mugle ontem  noite." Havia um tinido ensurdecedor. Merope tinha derrubado um das panelas. "Pegue!" Gaunt berrou a ela. "Isso , fica grudada no cho como se
fosse uma desprezvel mugle, pra que serve sua varinha, seu intil saco de muco??" Sr. Gaunt, por favor!" disse Ogden em uma voz chocada, como Merope que j tinha
apanhado a panela, visivelmente corada, perdido sua ateno novamente na panela, tirou a varinha do bolso, apontou  panela, e murmurou um feitio precipitado, inaudvel
que fez a panela atirar pelo cho longe dela, bater na parede oposta, e rachar em dois. Morfin deixou sair uma risada que parecia um cacarejo furioso. Gaunt gritou,
"Conserte isso, sua insensata, conserte!" Merope tropeou pelo quarto, mas antes de ela teve tempo para elevar a vara dela, Ogden tinha erguido sua tambm e disse
firmemente, "Reparo". A panela se reparou imediatamente. Gaunt parou um momento como se fosse gritar com Ogden, mas pareceu pensar melhor. Ao invs, ele zombou da
filha dele, "Agradavel o afortunado homem do Ministrio aqui, no ? Talvez ele a leve embora, talvez ele no ligue para stiras sujas...." Sem olhar para qualquer
pessoa ou agradecer Ogden, Merope apanhou a panela e a devolveu, com as mos tremendo, para sua estante. Ela ficava parada ento, contra a parede entre a janela
imunda e o fogo, como se no desejasse nada alm de afundar na pedra e desaparecer. "Sr. Gaunt", Ogden comeou novamente," como disse eu: a razo para minha visita-"
"Eu o ouvi na primeira vez!" gritou Gaunt. "E o que tem? Morfin deu ao Troxa um pouco do que estava vindo a ele - o que diz sobre isto, ento"? "Morfin quebrou lei
de magia" disse severamente Ogden. "" Morfin quebrou lei de magia" Gaunt imitava Ogden, enquanto fazendo isto de um modo pomposo e cantado. Morfin cacarejou novamente.
"Ele ensinou para um Mugle imundo uma lio que  agora ilegal, ?" "Sim", disse Ogden. "Receio que sim". Ele puxou de um bolso interior um rolo de papel pequeno
de pergaminho e demonstrou isto. "O que isso ento, a sentena dele?" disse Gaunt, subindo sua voz furiosamente. " uma convocao ao Ministrio para uma audio-"
"Convocao! Convocao? Quem voc pensa que , chamando meu filho para convocao ou qualquer lugar?" "Eu sou chefe do Esquadro de Execuo de Lei Mgica," disse
Ogden. "E voc pensa que ns somos gente baixa, pensa?" iriitou-se Gaunt, avanando em Ogden, com um dedo amarelo sujo apontado ao trax dele. "Rale que ir correndo
ao Ministrio quando ele chama? Voc sabe com quem voc est falando, seu pequeno sangue ruim imundo, voc sabe?". "Eu tinha a impresso que eu estava falando Sr.
Gaunt", disse Ogden, parecendo cauteloso, mas mantendo sua postura. "Isso  certo!" rugiu Gaunt. Por um momento, Harry pensou que Gaunt estava fazendo um gesto de
mo obsceno, entretanto percebeu que ele estava mostrando para Ogden o anel feio, enegrecido que usava no dedo mediano, tirando-o ante os olhos de Ogden. "Veja isto?
Veja isto? Sabe o que ? Sabe de onde veio? H sculos tem estado em nossa famlia que  em seu ramo mais distante, puro-sangue todo o modo! Sabe quanto representa
isto, o braso de Peverell gravado na pedra?". "Eu realmente no tenho nenhuma idia", disse Ogden, piscando enquanto o anel passava dentro de uma polegada do nariz
dele, "Mas  bastante fora do assunto, Sr. Gaunt, seu filho cometeu-" Com um uivo de raiva, Gaunt correu para a filha dele. Durante um segundo, Harry pensou que
ele ia a estrangular, a mo dele voou  garganta dela; em um momento, ele a estava arrastando ao redor para Ogden por uma corrente de ouro no pescoo dela. "Veja
isto!" ele berrou a Ogden, balanando o medalho de ouro pesado trancado a ela, enquanto Merope sufocada, ofegava. "Eu vejo, eu vejo!" disse Ogden apressadamente.
"Slytherins!" gritou Gaunt. "Salazar Slytherin! Ns somos os ltimos descendentes vivos dele , o que isso diz a voc, eh"? "Sr. Gaunt, sua filha!" disse Ogden em
alarme, mas Magro j tinha libertado Merope; ela cambaleou longe, para o canto dela, massageando o pescoo e tragando ar. "Assim!" disse Gaunt triunfalmente, como
se tivesse provado h pouco um ponto de vista complicado alm de toda possvel disputa. "No venha voc falando conosco como se fossemos sujeira em seus sapatos!
Geraes de puro sangues, feiticeiros tudo o mais que voc pode dizer, eu no duvido!" E ele cai no cho a ps de Ogden. Morfin cacarejou novamente. Merope, se precipitou
ao lado da janela, a cabea dela se curvou e a face escondida pelo cabelo magro, no disse nada. "Sr. Gaunt" disse bravamente Ogden, "Eu tenho medo de seus antepassados,
e os meus no tm qualquer coisa haver com o assunto em discusso. Eu estou aqui por causa de Morfin, Morfin e o Mugle que ele accosted ontem  noite. "Nossa informao
-ele olhou no seu rolo de papel de pergaminho-  aquele Morfin executou um traga m sorte ou enfeitiou o Mugle, fazendo o estourar em urticrias altamente dolorosas."
Morfin deu risada. "Quieto, menino!", rosnou Gaunt em Parseltongue(lngua de cobra?), e Morfin fez silencio novamente. "E ento, se ele tivesse feito isso?" Gaunt
disse arrogantemente para Ogden. "Eu espero que voc tenha limpado a face imunda do Mugle, e sua memria-"."Isso no  o ponto, Sr. Gaunt?" disse Ogden. "Este foi
um ataque no provocado em um indefeso-" "Ar, eu logo perecebi um amante dos Mugles no momento que eu o vi", zombou Magro, e ele desova no cho novamente. "Esta
discusso no est nos levando a lugar algum", disse Ogden firmemente. "Est claro pela atitude de seu filho que ele no sente nenhum remorso pelas aes dele".
Ele olhou novamente ao rolo de papel de pergaminho. "Morfin assistir a uma audio no dia 14 de setembro respondendo ao ato de usar magia em frente a um Mugle e
causar dano e afligir o mesmo Mugle-" Ogden parou. O som, trote de cavalos e vozes altas, risonhas estava atravessando a janela aberta. Aparentemente a pista sinuosa
para a aldeia passava muito perto do lugar onde a casa estava. Gaunt gelou, escutando, com os olhos bem abertoa. Morfin assobiou e dirigiu a face em direo aos
sons, a expresso faminta. Merope elevou a cabea. Sua face, Harry viu, era rigidamente branca. "Meu Deus, isso que um terol!" Falou a voz de uma menina, claramente
audvel pela janela aberta como se ela tivesse se no quarto ao lado deles. "Seu pai no pode estar naquela choupana, Tom?". "No  nossa", disse a voz de um homem
jovem. "Tudo no outro lado do vale pertence a ns, mas aquela cabana pertence a um velho chamado Gaunt, e as crianas dele. O filho  bastante furioso, voc deveria
ouvir algumas das histrias eles contam na aldeia-" A menina riu. O som, barulhos do trote iam crescendo mais altos e mais alto. Morfin saiu da poltRonya dele. "Mantenha
seu assento", disse cuidadosamente o pai dele, em Parseltongue. "Tom", disse a voz da menina novamente, agora to perto que eles tinham impresso claramente de estar
ao lado da casa, "Eu poderia estar errada-mas algum pregou uma cobra quela porta?". "Bom, voc tem razo!" disse a voz do homem. "Isso deve ser o filho, eu lhe
falei ele no tem razo na cabea. No olhe para isto, Ceclia, querida".O barulho e sons de trote eram agora novamente crescentes e lnguidos. "Querida", sussurrou
Morfin em Parseltongue, enquanto olhava para a irm dele. "Querida, ele a chamou. Voc no o teria de qualquer maneira.". Merope estava to branca, que Harry sentia
que ela ia desfalecer. "O que  isso?" disse Gaunt nitidamente, tambm em Parseltongue, olhando do filho dele  filha. "O que disse voc, Morfin?". "Ela gosta de
olhar para aquele Mugle", disse Morfin, uma expresso vitoriosa na face, encarou a irm, que agora parecia apavorada. "Sempre no jardim quando ele passa, ela fica
o examinando pela cerca viva. E ontem  noite-". Merope tremeu, sacudindo a cabea, suplicantemente, mas Morfin foi em irredutvel. "Se pendurando na janela a espera
que ele se aproxime da casa, no era?". "Pendurando na janela olhar para um Mugle?" disse Gaunt quietamente. Os trs Gaunts pareciam ter esquecido de Ogden que estava
parecendo confuso e irritado a esta erupo renovada de assobiar incompreensveis." verdade?" disse Gaunt em uma voz mortal, enquanto avanando um passo ou dois
para a menina apavorada. "Minha filha - descendente do puro sangue de Salazar Slytherin - desejando de um Mugle imundo, sangue sujo?". Merope tremeu balanando a
cabea, enquanto se apertava contra a parede, aparentemente incapaz falar. "Mas eu o peguei, Pai", cacarejou Morfin. "Eu o enfeiticei ele no parecia to bonito
com urticrias por toda parte, parecia, Merope?". "Voc me repugna, voc, pequena traidora de sangue imundo!" rugiu Gaunt, perdendo o controle, as mos fecharam
ao redor do garganta da filha. Harry e Ogden gritaram "No!" ao mesmo tempo; Ogden elevou a varinha e chorou,"Relaskio!" Gaunt foi lanado para trs, longe da filha;
tropeou em uma cadeira e caiu duro. Com um rugido de raiva, Morfin saltou da cadeira dele e correu a Ogden, enquanto brandia a faca sangrenta e feitios incendiavam
indiscriminadamente da varinha dele. Ogden correu para salvar sua vida. Dumbledore indicou que eles deveriam seguir e o Harry obedeceu, os gritos de Merope ainda
ecoam nas suas orelhas. Ogden correu para cima do caminho e alcanou a pista principal, os braos dele em cima da cabea, onde colidiu com o cavalo castanho lustroso
montada por um homem jovem muito bonito, de cabelo escuro. Ambos, ele e a bonita menina, que montava ao lado dele em um cavalo cinza reagiram com risadas ao ver
Ogden que saltou fora o flanco do cavalo e caiu novamente, com o casaco de tnica, cobrindo-lhe a cabea, fazendo-o correr a esmo para a pista. "Eu acho que j est
bom, Harry", disse Dumbledore. Ele levou Harry pelo cotovelo e arrastou. Logo aps, ambos estavam planando levemente pela escurido, at que pousaram em cheio nos
ps, no escritrio de Dumbledore novamente. "O que aconteceu  menina na cabana?" disse Harry imediatamente, assim que Dumbledore acendeu abajures extras com um
estalido de sua varinha. "Merope, era o nome dela, era?". "Oh, ela sobreviveu", disse Dumbledore, sentando-se atrs da escrivaninha e indicando que Harry tambm
deveria se sentar. "Ogden aparatou para o Ministrio e voltou com reforos dentro de quinze minutos. Morfin e o pai dele tentaram lutar, mas foram dominados, afastado
da cabana, e conseqentemente condenados pelo ministrio. Morfin que j teve um registro de ataques a mugles foi condenado  trs anos em Azkaban. Marvolo que tinha
prejudicado vrios empregados do Ministrio, inclusive Ogden recebeu seis meses". "Marvolo?" Harry repetiu maravilhado. "Isso  certo", disse Dumbledore, enquanto
sorria em aprovao. "Eu estou alegre de o ver atento". "Aquele homem velho era-?" "O av de Voldemort, sim", disse Dumbledore. "Marvolo, o filho dele, Morfin, e
a filha dele, Merope, foi o ltimo do Gaunts, uma famlia de bruxos muito antiga marcada por uma veia de instabilidade e violncia que floresceram pelas geraes
devido ao hbito deles se casar os prprios primos. A falta de senso se uniu a uma grande preferncia pela grandeza, pela qual o ouro familiar foi desperdiado vrias
geraes antes que Marvolo nascesse. Ele, como voc viu, foi criado em esqualidez e pobreza, com um temperamento muito srdido, uma quantia fantstica de arrogncia
e orgulho, e um par de heranas familiares que ele entesourou da mesma maneira que o filho dele, e muito mais que a filha". "Assim Merope", disse o Harry, apoiando-se
na cadeira e falando a Dumbledore, "assim Merope era... Senhor, isso significa que ela era... a me de Voldemort?". "Significa", disse Dumbledore. "Acontece que
ns tambm tivemos uma viso rpida do pai de Voldemort. Eu desejo saber se voc notou?". "O mugle que Morfin atacou? O homem no cavalo?"."Muito bom, realmente",
disse Dumbledore, irradiando. "Sim, ele era Tom Riddle snior, o mugle bonito que ia montar perto da cabana Gaunt e para quem Merope Gaunt confiou um segredo, paixo
ardente". "E eles terminaram casando?" Harry disse em descrena, incapaz imaginnyr duas pessoas menos provveis para se apaixonar. "Eu penso voc est esquecendo",
disse Dumbledore, "Aquele Merope era uma bruxa. Eu no acredito que os poderes mgicos dela foram mostrados da melhor forma enquanto ela estava sendo aterrorizada
pelo pai. Uma vez Marvolo e Morfin estavam seguramente em Azkaban, ela estava s e livre pela primeira vez na vida, ento, eu estou certo, ela pde dar rdea cheia
s habilidades dela e delinear a fuga da vida desesperada que ela tinha conduzido durante dezoito anos". "Voc no pode pensar em qualquer medida que Merope poderia
ter tomado para fazer Tom Riddle esquecer da companheira mugle, e se apaixonar por ela?" "A Maldio de Imperius?" Harry sugeriu. "Ou um filtro amoroso?". "Muito
bom. Pessoalmente, eu sou inclinado para pensar que ela usou um filtro amoroso. Eu acho que teria parecido mais romntico a ela, e eu no penso que teria sido muito
difcil, algum dia quente, quando Riddle estava montando s, pode t-lo persuadido a tomar uma gua. Em todo caso, dentro de alguns meses da cena testemunhamos h
pouco, a aldeia de Little Hangleton desfrutou um tremendo escndalo. Voc pode imaginnyr a fofoca que causou quando o filho do escudeiro escapou com a filha do velho
Gaunt, Merope". "Mas o choque dos aldees no era nada comparado ao de Marvolo. Ele voltou de Azkaban, esperando achar a filha esperando seu retorno com submisso
e uma refeio quente pRonyta na mesa. Ao invs, ele achou uma polegada clara de p e a nota dela de adeus, explicando o que ela tinha feito"."De tudo aquilo eu
pude descobrir, ele nunca mencionou adiante o nome dela ou existncia daquele tempo. O choque abandono dela pode ter contribudo  sua morte precoce-ou talvez ele
simplesmente nunca tenha aprendido se alimentar. Azkaban tinha debilitado muito Marvolo, e ele no viveu para ver Morfin voltar  cabana". "E Merope? Ela... ela
morreu, no foi? Voldemort no foi deixado em um orfanato?".Realmente, "Sim" disse Dumbledore. "Ns temos que fazer uma certa adivinhao aqui, embora eu no ache
que  difcil deduzir o que aconteceu. Voc v, dentro de alguns meses do matrimnio fugitivo deles, Tom Riddle reapareceu na casa de solar em Little Hangleton sem
a esposa dele. O rumor correu na vizinhana era que ele tinha sido enganado. O que ele quis dizer, eu estou seguro,  que ele tinha estado sob encantamento que agora
tinha acabado, entretanto eu creio que ele no ousou usar essas palavras precisas por medo de ser julgado insano. Quando eles ouviram o que ele estava dizendo, porm,
os aldees julgaram que Merope tinha mentido a Tom Riddle, fingindo que ela ia ter o beb dele, e que ele tinha se casado por isto". "Mas ela teve o beb dele".
"Mas no at um ano depois que eles estivessem casados. Tom Riddle a deixou quando ela ainda estava grvida". "O que deu errado?" Harry perguntou. "Por que o filtro
amoroso deixou de trabalhar?"."Novamente, so conjeturas", disse Dumbledore, "mas eu acredito que Merope que estava profundamente apaixonado pelo marido, no pudesse
agentar continuar o escravizando atravs de meios mgicos. Eu acredito que ela fez a escolha para deixar de lhe dar a poo. Talvez, boba como era ela, ela tenha
se convencido que ele teria se apaixonado. Talvez ela tenha pensado que ele ficaria por causa do beb. Nesse caso, ela estava errada em ambas as contas. Ele a deixou,
nunca a viu novamente, e nunca se preocupou em descobrir o que restou o filho". O cu l fora era preto como tinta e os abajures no escritrio de Dumbledore parecia
arder mais brilhantemente que antes. "Eu acho que est bom para esta noite, Harry", disse Dumbledore depois de um momento ou dois. "Sim, senhor", disse o Harry.
Ele levantou, mas no partiu. "Senhor...  importante saber tudo isso sobre o passado de Voldemort?". "Muito importante, eu penso", disse Dumbledore. "E isto...
 tem algo relacionado com a profecia?". "Tem tudo a ver com a profecia". "Certo" disse Harry, um pouco confuso, mas reassegurou-se. Ele virou para ir, ento outra
pergunta o ocorreu, e ele retrocedeu novamente. "Senhor, me permite contar para o Rony e para Hermione tudo voc me falou?". Dumbledore o considerou por um momento,
ento disse, "Sim, eu penso Sr. Weasley e Senhorita Granger provaram ser merecedores de confiana. Mas Harry, eu vou lhe pedir que lhes pea que no repitam nada
disto outro a qualquer pessoa. No seria uma idia boa saberem por ai de quanto eu sei, ou suspeito, sobre os segredos de Lord Voldemort". "No, senhor. Eu terei
certeza, s Rony e Hermione. Boa noite". Ele se virou novamente, e quase estava  porta quando ele viu. Sentado entre as pequenas mesas com pernas de fuso que apoiaram
tantos instrumentos prateados delicados, havia um anel de ouro feio, com um grande e rachada pedra preta. "Senhor", disse o Harry, enquanto encarava. "Aquele anel-"
"Sim?" disse Dumbledore. "Voc estava usando isso quando ns visitamos Professor Slughorn naquela noite". "Sim estava" Dumbledore concordou. "Mas no  este... senhor,
no  o mesmo anel que Marvolo Gaunt mostrou para Ogden?". Dumbledore dobrou a cabea. "O mesmo sim". "Mas como veio-? Voc sempre teve isto?". "No, eu adquiri
isto muito recentemente", disse Dumbledore. "Alguns dias antes de eu o ir buscar de sua tia e tio, na realidade". "Isso estaria mais ou menos prximo a quando voc
machucou sua mo, ento, senhor?". "Ao redor daquele tempo, sim, Harry". Harry hesitou. Dumbledore estava sorrindo. "Senhor, como exatamente-?" "Muito tarde, Harry!
Voc ouvir a histria outra hora. Boa noite". "Boa noite, senhor".






























Captulo 11
Captulo 11 - Hermione"s helping hand [A mozinha (ajuda) de Hermione]


Assim como Hermione havia previsto, o tempo de folga
dos sextanistas no eram horas para relaxar como Rony
havia imaginnydo, mas sim tempo para ficar em dia com
a enorme quantidade de tarefas que tinham. No somente
estavam estudando como se tivessem exames todos os dias,
mas a dificuldade das lies em si exigiam agora muito
mais deles do que antes. Harry mal compreendera metade
do que a Prof. McGonagall lhes havia dito nesses dias;
at mesmo Hermione teve de pedi-la para que repetisse
instrues uma ou duas
vezes. Inacreditavelmente, e para o crescente ressentimento
de Hermione, a matria favorita de Harry tinha, inesperadamente,
se tornado Poes, graas ao Prncipe Mestio. Feitios
no-verbais eram agora muito aguardados, no apenas
em
Defesa contra a Artes das Trevas, como tambm em Feitios
e Transfigurao.

Harry freqentemente olhava para seus colegas ao redor
da sala comunal ou na hora das refeies e via-os com
o rosto roxo e repuxando como se tivessem sofrido uma
overdose de "Un-No-Poo"; mas ele sabia que eles apenas
estavam se esforando para que os feitios funcionassem
sem que fosse preciso dizer os encantamentos em voz
alta.
Era um alvio no precisar ir mais s estufas; os alunos
estavam trabalhando com plantas mais perigosas do que
nunca em Herbologia, mas pelo menos ainda estavam avisados
que podiam gritar caso um tentculo venenoso aparecesse
por trs deles.Uma das evidncias da enorme dedicao
e das frenticas horas de prtica aos encantos no-verbais
dos alunos era que Harry, Ron e Hermione estavam longe
de ter tempo livre para ir visitar Hagrid. Ele no estava
comparecendo s refeies no Salo Principal, o que
era
um mau sinal, e nas poucas ocasies que os garotos passavam
por ele nos corredores ou nos jardins, Hagrid estava
misterioso demais para not-los ou ouvir seus cumprimentos."Ns
temos que nos explicar" disse Hermione, olhando para
a imensa cadeira vazia na mesa principal durante o caf
da manh que se seguira.
"Ns temos que treinar kiditch esta manh!" Retrucou
Rony. "E vamos supostamente praticar aquele Feitio
Aguamenti
do Flitwick! De qualquer maneira, explicar o qu? Como
vamos contar que odiamos essa matria idiota?".
"Ns no odiamos" disse Hermione.
"Fale por si mesma, eu ainda no esqueci dos skrewts,"
disse Ron obscuramente. "E vou te dizer agora, ns escapamos
por pouco".

"Eu odeio ficar sem falar com Hagrid", disse Hermione,
parecendo chateada.
"Iremos at l depois do kiditch", Harry assegurou-lhe.
Ele tambm sentia falta de Hagrid, embora, como Rony,
pensava que estavam melhores sem Grope em suas vidas.
"Mas os testes devem levar toda a manh, muitas pessoas
se inscreveram". Ele se sentiu ligeiramente nervoso
de
ter que enfrentar o primeiro obstculo de ser capito.
"Eu no sei o motivo dessa popularidade to repentina
do time"
"Ah, Harry", disse Hermione, repentinamente impaciente.
"No  o kiditch que  popular, e sim voc! Voc nunca
foi to interessante, e francamente, nunca foi to fantstico
como agora". Rony abocanhou um grande pedao de salmo.
Hermione dedicou-lhe um olhar de desdenho antes de voltar-se
para Harry. "Todo mundo sabe que agora voc est dizendo
a verdade, no ? Toda a comunidade mgica teve de admitir
que voc estava certo sobre Voldemort ter voltado, e
que voc realmente encontrou com ele nos ltimos dois
anos,
escapando nas duas vezes. E agora esto te chamando
de
O Escolhido - bem, vamos l, vai dizer que voc no
consegue
ver porqu as pessoas esto fascinadas por voc?".
Harry encontrou o Salo Principal subitamente quente,
ainda que o teto continuasse parecendo frio e chuvoso.

"E voc estava envolvido com aquela perseguio do Ministrio
quando eles estavam tentando pint-lo como inseguro
e
mentiroso. Ainda d pra ver as marcas nas costas de
sua
mo de quando aquela mulher diablica te fez escrever
com seu prprio sangue, mas voc continuou firme com
a sua histria..."
"Ainda d pra ver onde aqueles crebros de apossaram
de mim no Ministrio, veja", disse Rony, agitando suas
luvas para trs.
"E voc amadureceu muito nesse vero e no doeu nada",
Hermione terminou, ignorando Ron.
"Eu sou alto" disse Rony sem motivo aparente.



O correio matinal chegara, escancarando as janelas protegidas
da chuva e assim provocando a disperso de todos devido
s gotas de gua que caam. A maioria dos alunos recebeu
mais correspondncia do que o habitual; parentes ansiosos
estavam aflitos para saber de seus filhos e tranqiliz-los,
por sua vez, de que tudo estava bem em casa. Harry no
recebera nenhuma carta desde o comeo do ano; seu nico
correspondente fixo estava agora morto e, embora ele
esperasse que Lupin pudesse escrev-lo ocasionalmente,
estava bastante desapontado. Harry ficou bastante surpreso,
portanto, de ver Edwiges surgir coberta de neve branca
por entre todas as corujas cinzas e marrons. Ela aterrissou
de frente para Harry, carregando um grande pacote quadrado.
Um momento mais tarde, um pacote idntico pousou em
frente


a Rony, esmagando sua minscula e exausta coruja, Ptchi.

"Ha!" Disse Harry, desembrulhando o pacote para revelar
um novo exemplar do Livro Avanado de Poes da Floreios
& Borres."Oh, timo", disse Hermione, satisfeita.
"Agora
voc pode devolver aquele outro rabiscado".
"Voc est louca?" Falou Harry. "Vou continuar com ele!
Veja, eu estive pensando -...". O garoto puxou a velhaa
cpia do Livro Avanado de Poes da mochila e deu um
tapa com a varinha na sua capa, dizendo, "Dijjindo!".
A capa se soltou. Fez a mesma coisa com o recm-adquirido
livro (Hermione pareceu
escandalizada). Trocou, ento, as capas, dizendo, "Reparo!".
L estava o livro do Prncipe, disfarado como se fosse
novo, e l estava a cpia fresca da Floreios & Borres,
parecendo completamente desgastada.

"Devolverei a Slughorn o livro novo (com a capa velha),
ele no pode se queixar, isto me custou nove Galees".

Hermione pressionou os lbios, parecendo zangada e com
um olhar de desaprovao, mas foi distrada por uma
terceira
aterrissagem de coruja, agora lhe trazendo seu exemplar
do Profeta Dirio. Folheou-o rapidamente e voltou 
pginny
principal.
"Algum conhecido morto?" Perguntou Rony com uma voz
casual;
ele fazia a mesma pergunta toda vez que Hermione abria
o papel.
"No, mas houve mais ataques de dementores", disse
Hermione. "E uma priso".
"Excelente, de quem?" Perguntou Harry, pensando em Bellatrix
Lestrange. "

Stan Shunpike," respondeu Hermione.
"Qu?" Disse Harry.
"Stanley Shunpike, o popular condutor do transporte
para
bruxos Nitibus, foi preso pela suspeita de envolvimento
nas atividades de Comensais da Morte. Mr. Shunpike,
21
anos, foi colocado sob custdia noite
passada, depois de uma batida em sua casa em Clapham...".

"Stan Shunpike, um Comensal da Morte?" Disse Harry,
lembrando-se
da primeira vez que se encontraram, h trs anos atrs.
"Sem chance!".

"Ele provavelmente estava sob o feitio Imperius", falou
Ron, razovel.

"Nunca haver como saber"
"No me parece que foi isto", disse Hermione, que continuava
lendo. "Aqui diz que ele foi preso depois de uma conversa
sobre os planos secretos dos Comensais da Morte num
pub".
Ela olhou para cima com uma expresso conturbada no
rosto.
"Se ele estava sob o feitio Imperius, mal poderia bisbilhotar
ao seu redor, poderia?".

"Parece que ele queria dizer mais do que realmente sabia",
disse Ron. "No foi ele que disse que estava prestes
a se tornar Ministro da Magia enquanto tentava impressionar
aquela veela?
"Sim, ele mesmo" disse Harry. "Sinceramente, eu no
sei
o que eles estavam planejando, levando Stan".
"Eles provavelmente queriam ver como eles esto fazendo
alguma coisa" disse Hermione, franzindo a testa. "As
pessoas so impressionantes - voc viu os pais das gmeas
Patil querendo que elas fossem para casa? E Eloise Midgen
j se foi. Seu pai veio busc-la noite passada".
"O qu?!" disse Ron, "Mas Hogwarts  muito mais segura
que as casas deles! Ns temos Aurores, e todos os feitios
extras, e ns temos Dumbledore!"
"Eu no acho que o tenhamos a todo o momento" disse
Hermione
tranqilamente, olhando de relance por cima do Profeta
para a mesa principal.

"Vocs no observaram? Seu assento est to vazio quanto
o de Hagrid na semana passada"."Harry e Rony olharam
para a mesa principal. A cadeira do diretor estava decididamente
vazia. Agora Harry comeava a pensar naquilo, ele no
vira Dumbledore desde a lio particular, uma semana
atrs".
"Eu acho que ele deixou a escola para fazer alguma coisa
para a Ordem", disse Hermione com uma voz baixa. "Quero
dizer... todos parecem srios, no parecem?".
Harry e Ron no responderam, mas Harry sabia que estavam
pensando a mesma coisa. Havia ocorrido um horrvel acidente
um dia antes, quando Anna Abbott deixou Herbologia para
saber que sua me fora encontrada morta. Eles no tornaram
a ver Anna depois daquilo.



Quando os garotos deixaram a mesa da Grefindor cinco
minutos depois para ir at o campo de kiditch, passaram
por Lavender Brown e Parvati Patil. Lembrando-se do
que
Hermione havia dito sobre o desejo dos pais das gmeas
Patil de que as filhas deixassem a escola, Harry no
ficou surpreso de ver que as duas melhores amigas sussurravam,
parecendo aflitas. O que o surpreendeu foi que, quando
Ron emparelhou com elas, Parvati repentinamente cutucou
Lavender, que olhou ao redor e sorriu amplamente para
Rony. Ron piscou para ela e retribuiu o sorriso, incerto.
Seu caminhar instantaneamente se tornou mais pomposo.
Harry resistiu a tentao de rir, lembrado-se de que
Ron se conteve da vez em que Malfoy quebrara seu nariz;

Hermione, contudo, pareceu fria e distante durante todo
o caminho para o estdio; l partiu para encontrar um
lugar nas arquibancadas, sem desejar boa sorte a Rony.



Como Harry j esperava, os testes tomaram a maior parte
da manh. Metade da casa da Grefindor pareceu ter se
entusiasmado: de alunos de primeiro ano que apareceram
com as velhas e terrveis vassouras da escola, at alunos
do stimo ano, os quais agiam como se fossem bem melhores
do que o resto, parecendo at intimidantes. O ltimo
inclua um grande e despenteado garoto, o qual Harry
reconheceu imediatamente do Expresso de Hogwarts.

"Ns nos conhecemos no trem, na cabine do Slug", ele
disse, confiante, se separando da multido para poder
apertar a mo de Harry. "Cormac McLaggen, keper".

"Voc no tentou entrar para o time ano passado, tentou?"
Perguntou Harry, notando a largura de McLaggen e pensando

que ele provavelmente poderia bloquear todos os trs
gols sem nem sequer se mover.
"Eu estive no hospital quando os testes aconteceram"
disse McLaggen. "Comi ovos de doxy por causa de uma
aposta"

"Certo" disse Harry. "Bem... se voc esperar ali..."
Ele apontou para a borda do campo, perto de onde Hermione
estava sentada. Harry pensou ter visto uma ponta de
aborrecimento
passar pelo rosto de McLaggen e quis saber se o que
ele
esperava era um tratamento especial pelo fato de ambos
serem os
"favoritos do Slug". Harry decidiu comear com um teste
bsico, pedindo a todos os pretendentes a entrar para
o time que se dividissem em grupos de dez e voassem
ao
redor do campo. Foi uma boa deciso: os primeiros dez
foram compostos de alunos do primeiro ano, e no puderam
voar sem que cassem no
cho logo depois. Somente um garoto conseguiu permanecer
no ar por mais que alguns segundos, e levou um susto
ao bater prontamente em um dos aros do gol. O segundo
grupo compreendia dez das garotas mais bobas que Harry
j tinha visto, as quais, quando ele apitou, caram
na
risada e ficaram se cutucando.
Romilda Vance estava entre elas. Quando Harry disse-lhes
para que sassem do campo, elas ficaram alegremente
quietas
e foram sentar-se nas arquibancadas junto com os outros.
O terceiro grupo fez um giro incompleto ao redor do
campo.
A maioria do quarto grupo chegou sem vassouras. Os do
quinto grupo eram da Ofllepufle. "Se h mais algum aqui
que no seja da Grefindor", Harry rugiu, comeando
a
se irritar seriamente, "v embora agora, por favor!".
Houve uma pausa, e dois pequenos alunos da Ravenclaw
correram
para fora do campo, soltando bufos e gargalhadas.


Aps duas horas, muitas queixas e diversas irritaes
envolvendo uma Comet 260 estragada e diversos dentes
quebrados, Harry havia encontrado trs artilheiras:
Katie
Bell, de volta  equipe aps um teste excelente; um
novo
achado que se chamava Demelza Robins, que era particularmente
boa em evitar
balaos; e Ginny Weasley, que manteve a dianteira em
toda a competio e marcou dezessete gols. Embora estivesse
satisfeito com suas escolhas, Harry teve que gritar
asperamente
com muitos companheiros, agora estava numa batalha semelhante
com os beateres rejeitados.

"Esta  a minha deciso final, e se no sarem do caminho
como os kepers, eu vou azarar vocs!" - Ele gritou.
Nenhum de seus beateres escolhidos tiveram o brilhantismo
de Fred e George, mas ele estava
razoavelmente satisfeito com eles: Jimmy Peakes, um
menino
curto mas de compleio larga do terceiro-ano, que agitou
o basto furiosamente acertando um balao que fez brotar
uma protuberncia do tamanho de um ovo na parte traseira
da cabea de Harry , e Ritchie Coote, que no era muito
forte mas apontava bem.
Juntaram-se agora  Katie, Demelza, e Ginny nas arquibancada
para prestar ateno  seleo do ltimo membro da equipe.


Harry tinha deixado deliberadamente a seleo dos kepers
por ltimo, esperando por um estdio mais vazio e menos
presso da torcida. Infelizmente, todos os jogadores
rejeitados e um nmero de gente que tinha vindo para
o campo prestar ateno depois do almoo tinham formado
uma multido agora, de modo que
estava maior do que antes. Enquanto cada keper voou
at os aros para as defesas, a multido rugia e gritava
em igual medida. Harry olhou de relance para Ron, que
sempre havia demonstrado problemas com os nervos; Harry
tinha esperado que ganhar a final do ltimo ano pudesse
t-lo curado, mas aparentemente no: Ron estava num
tom
delicado de verde. Nenhuns dos primeiros cinco pretendentes
defenderam mais de dois gols cada. Para o grande desapontamento
de Harry, Cormac McLaggen defendeu quatro faltas de
cinco.
No ltimo, entretanto, disparou fora no sentido completamente
errado; a multido riu e vaiou, e McLaggen retornou
ao
cho rangendo os dentes.

Ron olhou pronto parecendo prestes a desmaiar quando
montou sua Cleansweep 11. "Boa sorte!" Gritou uma voz
das arquibancadas. Harry olhou ao redor, esperando ver
Hermione, mas era Lavender. Ele gostaria de ter
escondido seu rosto em suas mos, como fez um momento
mais tarde, mas pensou que como capito ele deveria
se
mostrar ligeiramente mais confiante, e assim girou para
ver o teste de Ron.

Contudo no precisava ter-se preocupado: Ron defendeu
um, dois, trs, quatro, cinco faltas seguidas. Encantado,
e resistindo aos aplausos da multido com dificuldade,
Harry foi at McLaggen para dizer-lhe que
infelizmente, Ron o tinha batido, mas encontrou apenas
a cara vermelha de McLaggen avanando em sua direo.
Deu um passo para trs rapidamente.
"Sua irm no o testou realmente", disse McLaggen de
modo ameaador. Havia uma veia que pulsava em sua tmpora
como Harry via freqentemente no tio Vlter. "Ela deu-lhe
defesas fceis"."Besteira" disse Harry friamente. "Aquele
foi o que ele quase perdeu...".
McLaggen se aproximou de Harry, que agora estava no
solo.
"D-me outra chance".

"No" disse Harry. "Voc teve sua chance. Voc defendeu

quatro. Ron defendeu cinco. Ron  o keper, ele ganhou
honestamente. Saia de minha frente".
Harry pensou por um momento que McLaggen fosse o esmurrar,
mas ele se satisfez com um sorriso feio e tempestuoso
e se afastou, rosnando o que soava como ameaas soltas
no ar. Harry girou ao redor para encontrar sua nova
equipe
sorrindo de alegria.
"Muito bem", resmungou. "Voc voou realmente bem!".

"Voc foi brilhante, Ron!".
Desta vez era realmente Hermione que gritava para eles
das arquibancadas; Harry viu Lavender diminuir o ritmo,
de brao dado com Parvati, uma expresso levemente irritada.
Ron ficou extremamente contente com
ele mesmo e mais alto do que o usual enquanto sorriu
para a equipe e para Hermione.
Aps marcar o primeiro treino completo para a prxima
quinta-feira, Harry, Ron e Hermione se despediram do
resto da equipe e dirigiram-se em direo  cabana de
Hagrid. Um sol aquoso agora tentava aparecer atravs
das nuvens e havia parado de chuviscar finalmente. Harry
sentiu-se extremamente faminto; esperou que tivesse
algo
para comer na casa de Hagrid.
"Eu pensei que no iria pegar a quarta falta", Ron disse
feliz. "Arremesso complicado de Demelza, voc viu, teve
um pouco de curva nela...".
"Sim, sim, voc foi magnfico", disse Hermione, olhando
distraidamente.
"Eu era melhor do que esse McLaggen de qualquer maneira",
disse Ron com uma voz altamente satisfeita. "Voc o
viu
virar a vassoura na direo errada em sua quinta falta?
Ele pareceu confuso...".
Para a surpresa de Harry, Hermione corou profundamente
quando ouviu estas palavras. Ron no observou nada;
estava
demasiado ocupado descrevendo cada uma de suas outras
faltas em detalhes apaixonados.


O hipogrifo cinzento grande, Bucbeac, estava em frente
 cabana de Hagrid. Estalou seu bico afiado como navalha
por causa da aproximao e girou sua cabea enorme para
eles.

"Oh meu Deus!" Disse Hermione nervosa. "Ele ainda 
um
bocado assustador, no ?"
"Sai dessa! Voc montou nele, no montou?" Ron disse.
Harry deu um passo  frente e fez uma reverncia para
o hipogrifo mantendo o contato visual e sem piscar.
Aps
alguns segundos, Bucbeac afundou-se em grande reverncia.

"Como voc est?" Harry perguntou em uma voz baixa,
acariciando
suas plumas, fazendo-o mover a cabea levemente. "Senti
sua falta. Mas voc est bem aqui com Hagrid, no est?"

"Ol!" Disse uma voz alta. Hagrid estava vindo da lateral
de sua cabana desgastada em um avental florido grande
e carregando um saco de batatas. Seu co enorme, canino,
estava em seu encalo; Canino deu um latido alto e parou
 frente.

"Saiam daqui! Ou ele comer seus dedos - oh. Ele  perigoso".

Canino estava pulando em cima de Hermione e Ron, tentando
lamber suas orelhas. Hagrid foi at a porta que estava
rachada, abriu e entrou com um estrondo em sua cabana,
batendo a porta atrs dele.

"Oh Hagrid!" Hermione disse, olhando abatida.
"No se preocupe com ele", disse Harry friamente. Andou
at a porta e bateu alto.

"Hagrid! Abra, ns queremos falar com voc!".
No havia nenhum som no interior da cabana.
"Se voc no abrir a porta, ns a explodiremos!" Harry
disse, puxando sua varinha.
"Harry!" Hermione disse, parecendo chocada. "Voc no
pode fazer isso"
"Sim, eu posso!" Disse Harry. "Saia do caminho...".

Mas antes que pudesse dizer qualquer outra coisa, a
porta
abriu outra vez como Harry sabia que abriria, e Hagrid
olhava bravo para ele, apesar do avental florido, positivamente
alarmante.

"Eu sou um professor!" Rugiu para Harry. "Um professor,
Potter! Como voc ameaa derrubar a porta da minha cabana?!"

"Me desculpe, senhor" disse Harry, enfatizando a ltima
palavra quando guardou sua varinha dentro de suas vestes.
Hagrid olhou chocado. "Desde quando tem o costume de
me chamar de "senhor"?"
"Desde quando tem o costume de me chamar de "potter"?".


"Oh, muito inteligente". Resmungou Hagrid. "Muito cmico"
Ento  mais inteligente do que eu, no ? Est certo",
entre ento, pequeno mal agradecido..."



Resmungando no escuro, afastou-se para trs e deixou-os
passar. Hermione entrou logo aps Harry, olhando um
pouco
temerosa.

"Bom?" Hagrid disse irritado, assim que Harry, Ron,
e
Hermione se sentaram em torno de sua enorme mesa de
madeira.
Canino colocou sua cabea imediatamente em cima do joelho
de Harry e babou em cima de
suas vestes. "O que  isso? Sentiu-se preocupado comigo?
Pensou que eu estava solitrio ou abandonado?".
"No". Disse Harry de uma vez. "Ns queramos v-lo".


"Ns sentimos sua falta!" Hermione disse tremendo.
"Sentiram minha falta, ?" Bufou Hagrid. "Sim, claro!".
Ele parou, preparou um ch em sua chaleira de cobre
enorme,
murmurando de vez em quando. Finalmente bateu trs canecas
parecendo baldes sob medida de um ch marrom na frente
deles e bolachas que pareciam rochas. Harry estava com
muita fome, mas conhecia a comida de Hagrid e examinou
primeiramente.
"Hagrid", disse Hermione tmida, quando ele foi para
a pia e comeou descascar suas batatas com uma brutalidade
que sugeria que cada uma tinha cometido um erro pessoal
grande, "Ns queramos realmente
continuar com Trato das Criaturas Mgicas, sabe".

Hagrid deu outra grande bufada. Harry preferivelmente
pensou que haveria algumas lgrimas misturadas s batatas,
e se ficou intimamente grato por que no permaneceriam
para o jantar.
"Ns queramos!" Hermione disse. "Mas nenhuns de ns
poderia coloc-lo em nossos horrios!"
". Certo"" disse Hagrid outra vez. Havia um som engraado
de algo pesado caindo, e olharam todos ao redor: Hermione
se esquivou rapidamente, e Ron pulou fora da sua cadeira
e apressado em torno da
mesa para longe do tambor grande que estava num canto,
e que tinham apenas observado. Estava cheio de bichos
como larvas com longos ps, limo, brancos, e artificiais.

"O que so eles, Hagrid?" Harry perguntou, tentando
soar
mais interessado do que revoltado, mas colocando suas
bolachas de rocha todas nos bolsos.
"S larvas gigantes" disse Hagrid.
"E crescem aonde...?" Ron perguntou, olhando apreensivo.

"Elas no crescem em nada" Disse Hagrid. "Eu as consegui
dando comida a Aragogue". "said Hagrid. "I got "em ter
feed ter Aragog.) E sem aviso, desatou a chorar.
"Hagrid!" Hermione gritou, levantando-se, dando rapidamente
a volta  mesa, de modo a evitar o tambor das larvas,
colocando um brao em volta de seus ombros que balanavam.
"O que  isso?".
"... ele..." Hagrid engoliu em seco, seus olhos de
besouros-pretos
lacrimejaram, enquanto ele esfregava sua cara com o
avental.
"... Aragogue... Eu acho que est morrendo... Comeou
a adoecer este vero, e ele no est melhorando... Eu
no sei o que eu farei sem ele... se... Ns estamos
juntos
a tanto tempo...".
Hermione bateu no ombro de Hagrid, olhando completamente
perdida, sem saber o que dizer. Harry sabia como ele
se sentia. Ele sabia que Hagrid tinha o vcio de confundir
um perigoso drago com um ursinho
inofensivo, sem falar nos escorpies gigantes que queimavam,
sugavam e tinham espinhos, e na tentativa de ensinar
seu brutal meio-irmo gigante, mas este talvez fosse
a mais incompreensvel de todas suas fantasias de monstros:
a aranha gigantesca que fala, Aragogue, que residia
embrenhada
na floresta proibida, e da qual ele e Ron tinham escapado
h somente quatro anos aproximadamente."H alguma coisa
que ns podemos fazer?" Hermione pediu, ignorando as
caretas de Ron e sacudindo a cabea freneticamente.


"Eu no acho que h Hermione", engasgou Hagrid, tentando
conter a enchente de lgrimas. "Veja, o resto de sua
raa... A famlia de Aragogue... esto aproveitando
enquanto
h tempo... s um pouco inquietos...".
"Sim, eu penso que ns vimos um pouco desse lado deles",
disse Ron em um tom baixo.
"... Eu no calculo que seja seguro a qualquer um, mas
eu estou perto da colnia no momento" Hagrid terminou,
fungando seu nariz duro no avental e olhando acima.
"Mas
agradeo a oferta, Hermione... Isso
significa muito para mim".


Aps isso, a atmosfera se amenizou consideravelmente,
porque embora nem Harry nem Ron mostrassem inclinao
para ir alimentar a uma aranha homicida e gigantesca
com as larvas gigantes, Hagrid pareceu
concordar que eles s queriam fazer seu usual ego voltar
ao normal mais uma vez. "Ar, eu fiquei sabendo que seria
difcil me espremer em seus horrios". Ele disse bruscamente,
servindo-os de mais ch. "Mesmo se
vocs usassem o Vira-Tempo...".
"Ns no poderamos fazer isso" disse Hermione. "Ns
despedaamos o estoque inteiro de Vira-Tempos do ministrio
quando estivemos l no ltimo vero. Estava no Profeta
Dirio".
"Bem, ento" Disse Hagrid, "no havia maneira de vocs
resolverem isso... Sinto muito, eu estive... - E ainda
estou - Eu somente estive preocupado com Aragogue. E
eu estive pensando, se a Professora Grubbly-Plank ainda
estivesse ensinando...".
Neste momento os trs mentiram categoricamente sobre
a Professora Grubbly-Plank, que havia substitudo Hagrid
algumas vezes, dizendo que era uma professora terrvel,
que os resultados do tempo com Hagrid os levava pra
longe
das premissas de um crepsculo, e ele olhou totalmente
cheio de si.
"Eu estou morrendo de fome", disse Harry, uma vez que
a porta se tinha fechado atrs deles e estavam se apressando
atravs da escurido dos jardins desertos; tinha abandonado
o bolo de pedra aps um rudo ameaador de uma rachadura
em seus dentes molares.
"E eu tenho aquela deteno com Snape hoje  noite,
e
no tenho muito tempo para o jantar...".


Enquanto eles estavam indo para o castelo encontraram
Cormac McLaggen entrando no Salo Principal. Ele fez
duas tentativas de passar pelas portas; fora ricocheteado
do quadro na primeira tentativa. Ron meramente gargalhou
e caminhou para dentro do Salo aps ele, mas Harry
travou
o brao de Hermione e prendeu-a para trs.
"Que?" Disse Hermione defensivamente.
"Se voc me perguntasse", disse Harry quietamente, "McLaggen
parecia confuso esta manh. E ele estava em p exatamente
em frente ao lugar onde voc estava sentada".

Hermione corou. "Oh, tudo bem ento, eu fiz aquilo",
ela sussurrou. "Mas voc deveria ter ouvido a maneira
que falava sobre Ron e Ginny! De qualquer forma, ele
tem um temperamento asqueroso, voc viu como ele reagiu
por no estar dentro... Voc no iria querer algum
como
ele na equipe".
"No". Disse Harry. "No, eu suponho que  verdade.
Mas
isso no  desonesto, Hermione? Quero dizer, voc 
uma
monitora, no ?".
"Oh, fique quieto", ela vociferou, enquanto ele dava
um sorriso forado.
"O que vocs dois esto fazendo?" Reclamou Ron, reaparecendo
na entrada do Salo Principal e olhando suspeito.
"Nada", disseram Harry e Hermione juntos, e apressaram-se
atrs de Ron. O cheiro da carne assada fez o estmago
de Harry doer de fome, mas tinham dado apenas trs passos
em direo  mesa da Grefindor
quando o professor Slughorn apareceu na frente deles,
obstruindo seu trajeto.
"Harry, Harry, justamente o homem que eu esperava ver!"
Ele disse alegremente, girando as extremidades de seu
bigode de morsa e estufando sua barriga enorme, "Eu
esperava
encontr-lo antes do jantar! Que voc diz de jantar
hoje
 noite em meus aposentos preferivelmente? Ns estamos
tendo uma pequena festa, apenas algumas estrelas em
ascenso,
eu chamei McLaggen e Zabini, a encantadora Melinda Bobbin...
Eu no sei se voc a conhece! Sua famlia possui uma
grande rede de farmcias... E, naturalmente, eu espero
muito que
a senhorita Granger me favorea vindo tambm".Slughorn
fez a Hermione uma reverncia enquanto terminava de
falar.
Era como se Ron no estivesse presente; Slughorn no
lanou se quer um olhar a ele.
"Eu no posso ir, professor", disse Harry de uma vez.
"Eu tenho uma deteno com o professor Snape".
"Oh, meu caro!" Slughorn disse, sua cara esmorecendo
comicamente. "Meu querido, eu estava contando com voc,
Harry! Bem, agora, eu terei que apenas ter uma palavra
com Severus e explicar a situao. Eu sou certo que
eu
poderei persuadi-lo a adiar sua deteno. Sim, eu verei
ambos mais tarde!" E apressou-se para fora do Salo.

"No h nenhuma chance de persuadir Snape", disse Harry,
no momento em que Slughorn ficou fora do alcance da
voz.
"Esta deteno j foi cancelada uma vez; Dumbledore
pediu
a Snape, mas no o far para
ningum mais".
"Oh, eu gostaria que voc pudesse vir, eu no quero
ir
sozinha!" Hermione disse ansiosamente; Harry percebeu
que ela estava pensando em McLaggen.
"Eu duvido que voc estar sozinha, Ginny provavelmente
foi convidada", completou Ron, que no via com bons
olhos
o desprezo de Slughorn.


Aps o jantar voltaram rapidamente  torre da Grefindor.
O salo comunal estava muito cheio, porque a maioria
dos alunos tinha terminado o jantar quela hora, mas
os trs conseguiram encontrar uma mesa livre e se sentaram;
Ron, que estava de mau humor desde o encontro com Slughorn,
balanou os braos e fitou o teto com uma carranca.
Hermione
alcanou uma cpia do Profeta Noturno, que algum havia
abandonado em uma cadeira.

"Algo novo?" Disse Harry.
"No realmente". Hermione tinha aberto o jornal e fazia
a leitura das pginnys internas.
"Oh, olha, seu pai aqui, Ron, ele est ok!" Acrescentou
rapidamente, porque Ron tinha olhado ao redor alarmado.

"Diz apenas que est revistando a casa dos Malfoy".

"A segunda busca  casa dos Comensais da Morte parece
no ter rendido nenhum resultado. Arthur Weasley, do
escritrio de Deteno e Apreenso de Contra-feitios
Defensivos e Objetos Protetores diz que
sua equipe tem agido em cima de uma denncia confidencial."


"Sim, a minha!" Harry disse. "Eu lhe disse na estao
sobre Malfoy e essa coisa que estava tentando fazer
Borgin
arrumar! Bem, se no estiver em sua casa, deve ter trazido
o que quer que seja a Hogwarts com
ele...".
"Mas como ele pode ter feito isso, Harry?" Disse Hermione,
abaixando o jornal com um olhar surpreendido. "Todos
ns fomos revistados quando chegamos, no fomos?".
"Vocs foram?" Disse Harry, tentando se lembrar. "Eu
no fui!".
"Oh no, naturalmente voc no foi, me esqueci que voc
chegou atrasado. Bem, Filch passou sobre todos ns com
sensores de segredo quando chegamos ao saguo de entrada.
Todo o objeto suspeito seria
encontrado, Eu soube que Crabbe teve uma cabea encolhida
confiscada.
Como voc v, Malfoy no pode ter trazido em qualquer
coisa perigosa!" Parando momentaneamente, Harry observou
Ginny Weasley jogando com Arnold o Pygmy Puff por um
momento
antes de ver uma maneira de argumentar.
"Algum lhe enviou pelo correio coruja, ento", disse.
"Sua me ou algum".
"Todas as corujas esto sendo verificadas tambm", disse
Hermione. "Filch disse-nos que assim que ele terminar
com aqueles sensores de segredos, todos os lugares seriam
revistados".
Realmente perplexo, Harry no encontrou nada mais para
dizer. No pareceu haver nenhuma maneira pela qual Malfoy
poderia ter trazido um objeto perigoso ou suspeito para
a escola. Olhou esperanosamente em
Ron, que se estava sentado com seus braos dobrados,
olhando fixamente para Lavender Brown.
"Voc pode imaginnyr uma maneira de Malfoy...?".
"Oh, deixe isso pra l, Harry", disse Ron.

"Escute, no  minha culpa que Hermione e eu fomos convidados
por Slughorn para seu clube estpido, nenhum de ns
quis
ir, voc sabe!" Harry disse, explodindo.
"Bem, porque eu no sou convidado para nenhum clube".
Disse Ron, se levantando outra vez. "Acho que vou para
a cama".
E saiu porta afora rumo aos dormitrios, deixando Harry
e Hermione olhando fixamente suas costas.
"Harry?" Disse a nova artilheira, Demelza Robins, aparecendo
de repente em seu ombro. "Eu tenho uma mensagem para
voc".
"Do Professor Slughorn?" Harry perguntou, se sentando
esperanosamente.
"No... do professor Snape". Disse Demelza.
O corao de Harry se afundou.
"Diz que voc deve vir hoje  noite a seu escritrio
s oito e meia cumprir sua deteno... hum... no importa
quantos convites de festas de voc tenha recebido. E
ele quer que voc saiba que estar classificando vermes
podres para serem usados em poes e... e ele disse
que
no h necessidade de trazer luvas protetoras."."Certo",
disse Harry rigidamente. "Muito obrigado, Demelza.".













































Captulo 12
Captulo 12 - Prata e Opala


Onde estava Dumbledore, e o que ele estava fazendo?
Harry tinha visto o diretor somente duas vezes nas ltimas semanas. Ele raramente aparecia para as refeies, e Harry estava certo que Hermione tinha razo em pensar
que ele estava deixando a escola por alguns dias. Ser que Dumbledore havia esquecido das aulas que ele deveria supostamente dar a Harry? Dumbledore tinha dito que
as aulas tinham algo a ver com a profecia; Harry havia se sentido melhor, consolado, e agora ele se sentia ligeiramente abandonado.
Na metade de Outubro veio a primeira vista a Hogsmeade. Harry havia se perguntado se estas viagens ainda serio permitidas, dada a cada vez maior medidas de segurana
ao redor da escola, mas ficou entusiasmado ao saber que elas ainda aconteceriam; era sempre bom sair das terras do castelo por umas poucas horas.
Harry havia acordado cedo na manh da viagem, que estava tempestuoso, e matava o tempo at a hora para o caf da manh lendo sua copia de seu livro de Fazendo Poes
Avanado. Ele normalmente no se deitava na cama para seus livros da escola; esse tipo de comportamento, como Rony disse corretamente, seria indecente para qualquer
um exceto Hermione, que era esquisita a seu prprio modo. Harry sentiu, no entanto, qua a cpia do livro de poes do Prncipe Mestio pouco poderia ser qualificada
como um livro-texto. O quanto mais Harry estuda o livro, mais ele percebia o quanto havia ali, no s as anotaes e dicas das poes estavam lhe dando uma tima
reputao com Slughorn, mas tambm pequenos truques e feitio escritos nas margens, que Harry estava certo que, julgando pelos rabiscos e revises, o prprio Prncipe
havia inventado.
Harry j havia tentado uns poucos dos feitios que o prprio Prncipe havia inventado. Um feitio que fazia com que as unhas dos ps crescessem muito rapidamente
(ele tinha usado este em Crabbe no corredor, com resultados muito divertidos); um feitio que grudava a lngua no cu da boca (este ele havia usado duas vezes, para
aplausos gerais, em um desligado Argus Finch); e, talvez o mais til de todos, Muffliato, um encanto que enchia as orelhas de algum que estava perto com um zumbido
indefinido, para que as conversas pudessem continuar na sala sem que ningum pudesse escutar por acaso. A nica pessoa que no achou os encantos divertidos havia
sido Hermione, que mantia uma rgida expresso de desaprovao e se recusa a conversar se Harry houvesse usado o feitio em algum por perto.
Sentando em cima da cama, Harry virou o livro para que pudesse examinar mais de perto as instrues escritas para um feitio que pareciam ter causado ao Prncipe
alguma dificuldade. Havia muitos rabiscos e alteraes, mas finalmente, escrito no p de uma pginny, um garrancho:

Levicorpus (nvbl)
Enquanto o vento e a chuva batiam nas janelas, e Neville roncava ruidosamente, Harry olhava as letras entre parnteses. Nvbl . . aquilo deveria significar "no falado".
Harry duvidava se conseguiria fazer este feitio; ele ainda estava tendo dificuldade com encantos "no falados", alguma coisa que Snape havia tido pressa em comentar
em toda aula de Defesa Contra as Artes das Trevas. Por outro lado, o Prncipe havia provado ser um melhor professor que Snape.
Apontando sua varinha para nada em particular, ele o deu um pancada de leve e disse Levicorpus dentro de sua cabea. "Aaaaaaaargh!"
Houve um relmpago de luz e o quarto se encheu de vozes: todo mundo tinha acordado quando Rony deixou escapar um grito. Harry deixou cair o livro em pnico; Rony
estava balanando de cabea para baixo no meio do ar como se que um gancho invisvel o tivesse iado para cima pelo tornozelo.
"Desculpa" disse Harry, enquanto Dino e Simas davam gargalhadas, e Neville se levantava do cho, tendo ele cado da cama. "Espera ai - vou descer voc -"
Ele procurou s cegas o livro de Poes e folheou este em pnico, tentando achar a pginny certa; finalmente ele achou e decifrou a palavra escrita bem pequena no
roda p da pginny: Rezando para que aquela fosse a palavra que desfizesse o encanto, Harry pensou Liberacorpus! com todo seu pensamento. Houve outro relmpago de
luz, e Rony caiu em cima de seu colcho.
"Desculpa" disse Harry fracamente, enquanto Dino e Simas continuavam a dar gargalhadas.
"Amanh" disse Rony numa voz abafada, "eu preferiria que voc usasse o despertador"
Aps terem se vestido, se embrulhando com muitos dos suteres de malha da Sra. Weasleys e carregando, capas, cachecis, e luvas, Rony havia se recuperado do choque
e havia decidido que o novo feitio de Harry era extremamente divertindo; e assim ele no se demorou a contar para Hermione a historia assim que eles se sentaram
para o caf da manh.
"... e ento houve outro relmpago, de luz e eu cai na cama outra vez!" Rony relatou, se servindo de salsichas.
Hermione no havia dado nenhum sorriso durante a historia, e agora virava para Harry com uma expresso de total.
"Tem alguma possibilidade deste feitio ser outro daquele livro de Poes?" ela perguntou.
Harry franziu as sobrancelhas.
"Sempre tirando a pior concluso, n?"
"Era?"
"Bem...era, mas e dai?"
"Ento voc apenas decidiu experimentar outro feitio desconhecido, escrito a mo e ver o que iria acontecer?"
"O que importa se foi escrito a mo" disse Harry, preferindo no responder ao resto da pergunta.
"Por que provavelmente no foi permitido pelo Ministrio da Magia " disse Hermione. "E tambm" ela acrescentou, e Harry e Rony reviraram os olhos, "PORQUE eu estou
comeando para pensar que o carter DO PRNCIPE  um pouco duvidodo"
Ambos Harry e Ron riram.
" Foi s uma brincadeira" disse Rony, colocando ketchup por cima das salsichas. "Apenas uma brincadeira, Hermione,  tudo!"
"Balanar as pessoas de cabea para baixo pelo tornozelo" disse Hermione. "Quem gasta seu tempo e energia para fazer encantos como esse?"
"Fred e Jorge" disse Rony, "e tipo de coisa que eles fazem, e-"
"Meu pai" disse Harry. Ele tinha acabado de se lembrar.
"O que" disse Rony e Hermione juntos.
"Meu pai usava esse feitio" disse Harry. "Eu - o Lupin me disse."
Esta ltima parte no era verdade; realmente, Harry tinha visto seu pai usar o feitio em Snape, mas ele nunca tinha dito a Rony e Hermione acerca daquela excurso
a Pensedeira. Agora, no entanto, uma maravilhosa possibilidade ocorreu a ele. O Prncipe De sangue Mestio poderia ser - ?
"Talvez seu pai o tenha usado Harry," disse Hermione, "mas ele no foi o nico. Ns vimos um bando de pessoas o usando, no caso de voc ter esquecido. Balanando
as pessoas no ar. Fazendo elas flutuarem, perdidas, incapazes."
Harry a fitou. Com uma sensao de como estivesse afundando, ele se lembrava do comportamento dos Comensais da Morte na Copa de Kiditch. Rony veio em sua ajuda.
" Foi diferente" ele disse robustamente. "Eles estavam os maltratando. Harry e seu pai estavam fazendo uma brincadeira. Voc no gosta do Prncipe, Hermione," ele
acrescentou, apontando uma salsicha para ela severamente, "porque ele  melhor do que voc em poes"
"No tem nada a ver com isso" disse Hermione, ficando vermelha. "Eu s acho muita irresponsabilidade comear a dizer feitios quando voc nem sabe para que eles
servem, e pare de falar "do prncipe" como se fosse um ttulo,  apenas um apelido estpido, e isso no me faz pensar que ele era uma pessoas muito legal!"
"Eu no vejo onde voc quer chegar" disse Harry enfusivamente . "Se ele fosse um Comensal da Morte ele certamente no iria contar vantagem de ser um Mestio, certo??"
Ao mesmo tempo em que dizia isso, Harry se lembrou que seu pai era Sangue Puro, mas afastou o pensamento da cabea; ele iria se preocupar com isso mais tarde . .
 .
"Os Comensais da morte no podem ser todos sangue-puro, no h bruxos puro-sangue suficiente," disse Hermione teimosamente. "Eu acho que a maioria deles  mestio,
fingindo serem puros. So somente os nascidos mugles que eles odeiam, eles ficariam muito felizes em deixar voc e Rony participarem."
"No tem como eles me deixarem ser um Comensal da Morte" disse Rony , deixando um pedao de salsicha voar do garfo que agora ele abanava para Hermioni e acertar
Ernie Macmillan na cabea. "Toda minha famlia so traidores por sangue! Isto  to ruim quanto ter nascido mugle!"
"E eles teriam adorado me ter" disse Harry sacarsticamente. "Ns seriamos melhores parceiros se eles no tivessem tentado me pegar."
Isso fez Rony rir, e at Hermioni deu um sorrisinho, e uma distrao chegou na forma de Ginny.
"Ei Harry, pediram pra mim te entregar isso."
Era um pergaminho com o nome de Harry escrito em uma familiar fina e bem escrita letra.
"Obrigado, Ginny. . .  a prxima aula com Dumbledore!" Harry disse para Rony e Hermione, abrindo rapidamente e lendo o que estava escrito. "Segunda-feira a noite"
Ele se sentiu de repente iluminado e feliz. "Quer ir com a gente para Hogsmeade, Ginny?" ele perguntou.
"Eu estou indo com Dino - vejo voc por ai," ela respondeu, acenando pra eles enquanto saia.
Filch estava parado na porta principal como de hbito, checando o nome das pessoas que tinham permisso para ir para Hogsmead. O processo demorou mais que o normal,
pois Filch revistava cada um com seu Sensor de Segredos.
"O que importa se estamos contrabandeado coisas das trevas para fora" perguntou Rony, fitando o sensor com apreenso. "certamente eles deveriam checar o que estamos
trazendo para dentro"
Sua vez ganhou umas checadas a mais do sensor, e ele estava ainda se encolhendo enquanto desciam a ladeira para o lado de fora contra o vento e chuva com neve.
Andar at Hogsmead no foi agradvel. Harry embrulhou o cachecol em volta da parte de baixo do resto; a parte exposta logo ficou fria e dormente. A estrada at a
aldeia estava cheia de estudantes com os corpos dobrados para evitar o vento. Mais de uma vez Harry se perguntou se no teriam aproveitado mais se tivessem ficado
na quente sala comunal, e quando eles finalmente alcanaram Hogsmeade e viram que a Zonko estava fechada, Harry confirmou que estava viagem no estava destinada
a ser divertida. Rony apontou, com sua grossa luva, em direo a Honeydukes, que estava milagrosamente aberta, e Harry e Hermione entraram dentro da loja cheia.
"Graas a Deus" tremeu Rony quando eles foram envolvidos pelo calor, do aquecimento central. "Vamos ficar aqui toda a tarde"
"Harry, meu garoto!" disse uma estrondosa voz atrs deles.
"Oh no" resmungou Harry. O trs se viraram para ver o Professor Slughorn, que estava vestindo um chapu peludo enorme e um sobretudo com pele que combinava nada,
empunhando um saco grande de abacaxi cristalizado, e ocupando pelo menos um quarto da loja.
"Harry, j so trs dos meus pequenos jantares que voc j perdeu!" disse Slughorn, cutucado-o levemente no peito. "Eu no vou desistir, meu garoto, estou determinado
em ter voc! A Srta. Granger adora eles, no adora?"
"Sim" disse Hermione sem poder fazer nada, "eles so realmente..."
"Ento por que voc no vai, Harry?" exigiu Slughorn.
"Bem, eu tenho tido treinos de kiditch, professor" disse Harry, que havia dado esta desculpa para todas as vezes em que Slughhorn o havia convidado, por meio de
um pequeno e roxo convite . Este estratgia deveria dizer que Rony no seria deixado de lado, e eles normalmente faziam piadas com Ginny, imaginnyndo Hermione mandando
calar a boca Mclaggen e Zabini.
"Bem, eu realmente espero que voc vena seu primeiro jogo, depois de tanto trabalho duro!" disse Slughorn. "Mas um pouco de recreao no machuca ningum. Agora,
que tal Segunda a noite, voc no pode achar possvel treinar com este tempo"
"Eu no posso, professor, tenho - er - um encontro com Professor Dumbledore nesta noite."
"Sem sorte outra vez" lamentou Slughorn dramaticamente. "Ah, bom. . . voc no pode me evitar para sempre, Harry!"
E com um movimento real de onda, ele gingou para fora da loja, dando pouco ateno a Rony como se l fosse um enfeite da Dedos de Mel.
"Eu no acredito que voc recusou mais um" disse Hermione, sacudindo a cabea. "Eles at que no so ruins, sabe. . .  at bastante divertido s vezes. . . ." mas
ento ela percebeu a expresso de Rony "Oh, olhe - eles tm delicia de acar - aquelas que duram horas!"
Feliz por Hermioni ter mudado de assunto, Harry mostrou muito mais interesse pelas delcia de acar do que normalmente faria, mas Rony continuou parecendo mal-humorado
e simplesmente bufou quando Hermione o perguntou onde ele queria ir depois.
"Vamos ao Trs Vassouras" disse Harry. " Estar quente l"
Eles embrulharam se nos cachecis e deixaram a loja de doces. O vento gelado era como facas cortando seus rostos depois do calor aucarado da Dedos de Mel.Na rua
quase no havia ningum- ningum estava se demorando em conversas, s andando rapidamente at seus destinos. Exceto dois homens um pouco a frente deles, acabando
de sair do Trs Vassouras. Um era muito alto e magro; o olhar vesgo por trs dos culos Harry reconheceu como o garom do outro bar de Hogsmead, o Cabea de Javali.
Como Harry, Rony, e Hermione comearam a se aproximar, o garom apertou mais seu cachecol firmemente ao redor de seu pescoo e foi embora, deixando o homem baixo
se virar com o que tinha nos braos. Eles estavam apenas a alguns passos dele quando Harry percebeu quem era o homem.
"Mundungus!"
O homem agachado, com o rebelde cabelo se levantou rapidamente e deixou cair uma mala antiga, que se abriu, revelando o que parecia ser os contedos inteiros de
uma loja de objetos usados.
"Oh, como ta, Harry" disse Mundungus Fletcher, com uma inconvincente tentativa de parecer relaxado . "Bem, no me deixem atrapalhar vocs."
E ele comeou a se arrastar pelo cho para pegar os contedos da mala parecendo um homem com pressa de sair logo.
"Voc est vendendo estas coisas" perguntou Harry, vendo Mundungus agarra um objeto encardido da terra.
"Oh, bem, preciso continua vivo," disse Mundungus. "Me d isso"
Rony parou e pegou alguma coisa prata.
"Espere" Rony disse lentamente. " Isso me parece familiar"
"Muito Obrigado" disse Mundungus, tirando o clice das mos de Rony e colocando de novo na mala. "Bem, at mais _ AI!"
Harry havia prensado Mundungus contra a parede do bar pela garganta. Segurando-o rpido com uma mo e com a outra pegando sua varinha.
"Harry" Hermione gruniu.
"Voc tiro isso da casa do Sirius" disse Harry, que estava quase nariz com nariz com Mundungus e estava respirando um cheiro desagradvel de tabaco velho e vencido.
" Tem o braso da famlia nisso"
"Eu - no - que - ?" Mundungus sussurrou, que estava ficando cada vez mais roxo.
"Que voc fez, voltou na noite em que ele morreu e limpou o lugar?" grunhiu Harry.
"Eu - no - "
"D-me isso"
"Harry, voc no deve!" Hermione gritou, quando Mundungus comeou a ficar azul.
Houve um estalo, e Harry sentiu sua mo voar da garganta de Mundufngus. Arfando e rufando, Mundungus agarrou sua caixa que havia cado, e ento - CRACK- ele desaparatou.
Harry gritou com toda sua voz, onde no momento atrs estava Mundungus.
"VOLTE, VOC ROUBOU- !"
"No h porque, Harry." Tonks tinha aparecido de algum lugar, seu cabelo molhado pela chuva.
"Mundungus provavelmente esta em Londres agora. No h porque gritar."
"Ele est contrabandeando as coisas do Sirius! Roubou isto!"
"Sim, mas mesmo assim," disse Tonks, quem pareceu perfeitamente despreocupada com essa informao. "Voc deveria sair do frio"
Ela eles atravessarem a porta do Trs Vassouras. Quando eles estavam dentro, Harry estourou, "Ele estava contrabandeando as coisas do Sirius"
"Eu sei, Harry, mas por favor no grite, as pessoas esto olhando," sussurrou Hermione. "Vo e sentem-se, eu vou pegar as bebidas."
Harry ainda estava fumegando quando Hermione voltou para a mesa poucos minutos depois trazendo 3 garrafas de cerveja amanteigada.
"A Ordem no pode controlar o Mundungus?" Harry exigiu dos outros dois em um sussurro furioso. "Eles no podem pelo menos impedir que ele roube as coisas quando
estiver no quartel.
"Shh!" disse Hermione desesperadamente, dando uma olhada para ter certeza que ningum estava escutando; havia um par de warlocks que estavam sentados perto que fitavam
Harry com grande interesse, e Zabini estava recostado contra um pilar no muito longe. "Harry, eu fiquei chateada tambm, eu sei que so suas coisas que ele est
roubando -"
Harry olhou para sua cerveja amanteigada; ele momentaneamente tinha esquecido que tinha herdado nmero doze, do lago Grimmauld.
"Sim, so minhas coisas!" ele disse. "Sem duvida porque ele no ficou feliz em me ver! Bem, eu vou dizer a Dumbledore o que est acontecendo, ele  o nico que assusta
Mundungus."
"Boa idia" Hermione sussurrou, claramente satisfeita que Harry houvesse concordado em se acalmar. "Rony o que voc est olhando?"
"Nada" disse Rony, tirando seu olhar do bar, mas Harry sabia que ele estava olhando a bonita e atrativa, Madame Rosmerta, por quem ele sempre teve uma queda.
"Eu espero que nada mais esteje pegando fogo nas minhas costas," disse Hermione asperamente.
Rony ignorou a zombao, bebendo um pouco sua cerveja amanteigada no que ele considerava ser digno de silncio. Harry estava pensando em Sirius, e como ele havia
odiado aqueles clices de prata de qualquer modo. Hermione tambureou o dedos na mesa, seu olhar indo de Rony at o bar. Quando Harry tomou o ltimo gole de sua garrafa,
ela disse, "Vamos chamar isso de dia e voltar para a escola?"
O outro dois concordaram; essa no tinha sido uma boa viagem e o tempo piorava a medida que o tempo passava. Mais uma vez eles colocaram seus cachecis firmemente
ao redor do pescoo e suas luvas, ento seguiram Katie Bell e uma amiga para fora do bar e voltaram para a Rua Principal. Os pensamentos de Harry foram at Ginny
enquanto eles caminhavam de volta a Hogwarts pela lama congelada. Eles no haviam se encontrado com ela, porque ela e Dino estavam aquecidos na casa de ch de Madame
Puddifoot, abraados como um casal feliz. Harry balanou a cabea e contiunuou.

Foi um pouco antes de Harry perceber as vozes de Katie e sua amiga
que estava sendo levada at eles pelo vento que as duas estavam tendo uma discusso sobre algo que Katie carregava."No tem nada a ver com voc, Leanne!" Harry ouviu
Katie dizer.
Eles viraram uma esquina, a neve vinha forte, manchando os culos de Harry.
Foi quando ele levantou uma luva para limpar os culos que, Leanne tentou agarrar a ala do pacote que Katie estava segurando; Katie puxou e o pacote caiu no cho.
Ento, Katie subiu no ar, no como havia acontecido com Rony, suspendido comicamente pelo tornozelo, mas graciosamente, seus braos estendidos, como se ela fosse
voar. Ainda que houvesse algo errado, um pouco de estranho naquilo.. . O cabelo dela balanava ao redor de seu rosto por causa do vento, mas seus olhos estavam fechados
e seu rosto parecia sem expresso. Harry, Rony, Hermione, e Leanne todos permaneceram parados no caminho, assistindo.
Ento, seis ps acima do cho, Katie soltou um grito terrvel. Seus olhos se abriram de repente mas o que quer que fosse que ela pudesse ver, ou o que fosse o que
ela estivesse sentindo, estava claramente causando uma angstia terrvel. Ela gritou e gritou; Leanne comeou a gritar tambm e tentou agarrar os tornozelos de Katie,
tentando arrastar ela de volta ao cho. Harry, Rony, e Hermione apressaram se para ajudar, mas antes que agarrassem as pernas de Katie, ela subiu acima deles; Harry
e Rony tentaram agarrar as pernas dela mas ela estava se mexendo tanto que eles quase no conseguiram desce-la.
Ento eles a deitaram no cho onde ela tremia e gritava, aparentando no conseguir reconhecer eles. Harry olhou ao redor; a paisagem parecia deserta.
"Fiquem aii!" Ele gritou para outros acima do vento uivador. "Eu vou procurar ajuda!"
Ele comeou a correr em direo  escola; Ele nunca viu algum se comportar como
Katie havia acabado de fazer e no pde pensar no que causou isto; Ele estalou
em uma curva na pista e colidiu com que pareceu ser um enorme urso de p.
"Hagrid!" Ele arquejou, se levantando de onde ele havia cado.
"Harry!" disse Hagrid, que tinha neve presa em suas sobrancelhas e barba, e estava vestindo seu grande, felpudo casaco de pele. "S visitando Grawp, ele est ficando
realmente bom.."
"Hagrid, algum est machucado l tras, ou amaldioado, ou algo -"
"Que?" disse Hagrid, curvando-se mais baixo para ouvir o que Harry estava dizendo acima do vento uivante.
"Algum foi amaldioado!" Harry berrou. :, .
"Amaldiado? Quem foi amaldioado- Rony? Hermione?" :
"No, no so eles,  Katie Bell- por aqui . . ."
Juntos eles correram de volta ao longo da pista. No demorou nada para eles encontrarem pequeno grupo das pessoas ao redor Katie, que estava ainda se retorcendo
e gritando no cho; Rony, Hermione, e Leanne ainda tentavam mate-la quieta.
"Afastem-se!" Hagrid gritou. "Deixa eu v ela!"
"Aconteceu alguma coisa com ela!" disse Leanne soluando. "Eu no sei o que -"
Hagrid olhou fixamente para Katie por um segundo, ento sem uma palavra, curvou-se e a pegou nos brao, e correu em direo ao castelo com ela. Em poucos segundos,
os gritos penetrantes de Katie diminuram e o nico som era o rugido do vento.
Hermione se apressou para a amiga de Katie e ps um brao ao redor ela.

" Leanne, no ?"
A menina balanou a cabea.
"Isso aconteceu de repente, ou - ?"
"Foi quando aquele pacote rasgou," Leanne soluou, apontando para o agora molhado embrulho no cho, que havia se aberto e revelava um brilho esverdeado. Rony curvou-se,
sua mo estava estendida, mas Harry puxou seu brao de volta.
"No toque nisto!"
Ele se abaixou. Um colar ornato de opala era visvel, caindo do embrulho.
"Eu j vi isto antes," disse Harry, olhando fixamente para a coisa. "Estava na vitrine do Borgin e Burkes anos atrs. A etiqueta disse que era amaldioado. Katie
deve ter tocado isto." Ele olhou para Leanne, que comeou a tremer incontrolavelmente. "Como Katie conseguiu isto?"
"Bem,  por isso que ns estvamos discutindo. Ela voltou do banheiro do
Trs Vassouras segurando isto, disse que era um surpresa para algum em
Hogwarts e ela tinha que entregar isto. Ela parecia estranha quando disse isto.
.. Oh no, oh no, eu aposto que ela foi amaldioada com a maldio Imperius e eu no percebi!"
Leanne tremeu com renovados soluos. Hermione bateu levemente em seu ombro.
"Ela no disse quem deu isto para ela, Leanne?"
"No . . . ela no diria a mim . . . e eu disse que ela estava sendo estpida levando isto para a escola, mas ela no me escutou e . . . e
Ento eu tentei tirar isto dela . . . e - e -"
Leanne soltou um gemido de desespero.
"Seria melhor se ns a levassemos para a escola," Hermione disse, seu brao ainda ao redor de Leanne. "Ns poderemos descobrir como ela esta. Vamos. . . ."
Harry hesitou por um momento, ento puxado seu cachecol do seu pescoo e, ignorando o gemido de Rony, cuidadosamente cobriu o colar com ele e o pegou.
"Ns precisaremos mostrar isto para Madame Pomfrey," ele disse.
Enquanto eles seguiam Hermione e Leanne pela estrada, Harry estava pensando
furiosamente. Eles haviam acabado de entrar nas terras da escola quando ele falou, incapaz de manter seus pensamentos para ele mesmo.
"Malfoy sabe sobre este colar. Estava no Borgin e Burkes quatro anos atrs, eu vi ele dando uma boa olhada nisto enquanto eu estava me escondendo do pai dele. Isto
 o que ele estava comprando aquele dia quando ns seguimos ele! Ele se lembrou disto e ele voltou para pega-lo!" ,
"Eu - eu no sei, Harry," disse Rony indecisamente. "Muitas pessoas vo ao Borgin e Burkes . . . e aquela menina no disse que Katie conseguiu isto no banheiro das
meninas?"
"Ela disse que ela voltou do banheiro com isto, ela necessariamente no pegou isto no banheiro -"
"McGonagall!" Disse Rony apressadamente.
Harry olhou para cima. Com certeza, a Professor McGonagall estava descendo rapidamente os degraus de pedra para falar com eles.
"Hagrid diz vocs quatro viram o que aconteceu com Katie Bell - para o meu escritrio, por favor! O que voc  esta segurando, Potter?"
" a coisa que ela tocou," disse Harry.
"Bom senhor," disse Prof McGonagall, parecendo alarmada enquanto ela tomava o colar de Harry. "No, no, Filch, eles esto comigo!" Ela apressadamente adicionou,
quando Filch veio andando apressadamente atravs do corredor de entrada segurando seu Sensor de segredo no alto. "Leve este colar para Prof Snape rpido, mas no
toque, mantenha embrulhado no cachecol!"
Harry e o outros seguiram prof McGonagall para cima, para o escritrio dela. As janelas estavam cobertas de neve, e o quarto era frio apesar do fogo que crepitava
na lareira. A Prof McGonagall fechou a porta e contornou sua escrivaninha para olhar para Harry, Rony, Hermione, e a ainda soluante Leanne.
"Bem?" Ela nitidamente disse. "O que aconteceu?"
Devagar, e com muitas pausas enquanto ela tentava controlar o choro,
Leanne disse a Professor McGonagall como Katie foi para o banheiro no
Trs Vassoura e retornou com o pacote, como Katie parecia um pouco estranha, e
como elas discutiram sobre a imprudncia de concordar em entregar objetos desconhecidos, a discusso fazendo com que lutassem pelo pacote, que caiu aberto. Neste
momento, Leanne estava to descontrolada que, no conseguia dizer mais nenhuma palavra.
"Certo," disse Prof McGonagall, no indelicadamente, "suba para a Ala Hospitalar, por favor, Leanne, e pea a Madema Pomfrey para lhe algo para choque."
Quando ela deixou o quarto, a Prof McGonagall voltou-se para Harry, Rony, e Hermione.
"O que aconteceu quando Katie tocou o colar?"
"Ela subiu no ar," disse Harry, antes que Rony ou Hermioni pudessem falar, "e ento comeou a gritar, e a temer. Professora, posso ver o Prof Dumbledore, por favor?"
"O diretor est fora at segunda-feira, Potter," disse Prof McGonagall, parecendo surpresa.
"Fora?" Harry repetido furiosamente.
"Sim, Harry, fora!" disse Prof McGonagall. "Mas qualquer coisa que voc tenha que dizer sobre este terrvel acontecimento pode ser dito para mim, eu estou certa!"
Por um segundo, Harry hesitou. A Prof McGonagall no passava confianas; Dumbledore, mesmo sendo mais intimidante,parecia mais provvel a aceitar uma teoria, ainda,
mesmo incerta.Isto era um caso de vida ou morte, entretanto, e no um momento para se gastar rindo.
"Eu acho que Draco Malfoy deu a Katie este colar, Professora." ;
Ao lado dele, Rony esfregou seu nariz em aparente constrangimento; do outro, Hermione cruzou seus ps como se bastante ansiosa para pr um pouco de distancia entre
ela mesma e Harry.
"Isto  uma acusao muito sria, Potter," disse Prof McGonagall,
Depois de uma pausa chocada. "Voc tem alguma prova?"
"No," disse Harry, "mas.. ." E ele contou a ela sobre quando seguiu Malfoy at o Borgin e Burkes e a conversa que eles haviam escutado entre ele e o Sr. Borgin.
Quando ele terminou de falar, Prof McGonagall pareceu ligeiramente confusa.
"Malfoy levou algo para Borgin e Burkes para conserto?"
"No, Professora, ele s queria que Borgin dissesse a ele como remendar algo. No estava com ele. Mas isto no importa, o importante  que ele comprou alguma coisa
no mesmo dia, e eu acho que era aquele colar -"
"Voc viu Malfoy deixando a loja com um pacote semelhante?"
"No, Professora, ele disse ao Borgin que mantivesse isto na loja para ele -"
"Mas Harry," Hermione interrompeu, "Borgin perguntou se ele queria levar com ele, e Malfoy disse no -"
"Porque ele no quis tocar, obviamente!" Disse Harry furiosamente.
"O que ele realmente disse era, Como iria eu parecer levando isto pela rua?" disse Hermione.
"Bem, ele pareceria um pouco gozado levando um colar," interrompeu Rony.
"Oh, Rony," disse Hermione desprezivamente, "estaria embrulhado, ento ele
no teria que tocar,  bastante fcil esconder dentro de uma capa, ento
ningum veria! Eu penso o quer que ele tenha reservado em Borgin e Burkes era
barulhento ou grande, algo que ele soubesse que chamaria ateno para ele se ele
carregasse pela rua - e em todo caso," ela continuou agressivamente, antes que Harry pudesse interromper, "Eu perguntei ao Borgin sobre o colar, no se lembra? Quando
eu entrei tentando descobrir o que Malfoy havia pedido a ele para guardar, eu vi isto l. E Borgin apenas me disse o preo, no disse se j estava vendido ou qualquer
coisa -"
"Bem, voc estava sendo realmente bvia, ele percebeu o que voc estava fazendo em mais ou menos cinco segundos, claro que ele no iria dizer a voc - de qualquer
maneira, Malfoy poderia ter procurado por isto desde -"
"Isto  o suficiente!" disse Prof McGonagall, quando Hermione abriu sua boca
para replicar, parecendo furiosa."Harry, eu aprecio que voc tenha me contado isso, mas ns no podemos culpar o Sr. Malfoy puramente porque ele visitou a loja onde
este colar poderia ter sido comprado. O mesmo aconteceu com centenas de pessoas -"
"-  isso que eu disse -" murmurou Rony.
"- E em todo caso, ns pusemos medidas de segurana em 1 lugar este
ano. Eu no acredito que aquele colar possivelmente poderia ter entrado nesta
escola sem o nosso conhecimento -"
"Mas -"
"- E mais," disse Prof McGonagall, com um ar de terrvel finalidade, "Sr. Malfoy no estava em Hogsmeade hoje."
"Como a sra sabe, Professora?"
"Porque ele estava tendo deteno comigo. Ele agora ir fazer sua
Lio de Transfigurao duas vezes. Ento, obrigado por dizer a mim suas
suspeitas, Potter," ela disse dispensando eles, "mas eu preciso ir
at a ala hospitalar agora para verificar Katie Bell. Bom dia para vocs todos."
Ela segurou aberta a porta de escritrio. Eles no tiveram nenhuma escolha a no ser sair por ela sem nenhuma palavra.
Harry estava bravo com o outro dois por terem ficado do lado de McGonagall;
No o bastante, ele sentiu vontade de discutir mais uma vez com eles o que havia acontecido.
"Ento para quem voc acha que Katie deveria dar o colar?" Perguntou
Rony, enquanto eles subiam os degraus para a Sala Comunal.
"S Deus sabe," disse Hermione. "Mas quem quer que fosse escapou de uma. Ningum poderia ter aberto aquele pacote sem tocar no colar."
"Podia ter sido para vaias pessoas," disse Harry. "Dumbledore - Os Comedores da Morte adorariam livrar-se dele, ele deve ser um de seus principais objetivos. Ou
Slughorn - Dumbledore acha que Voldemort realmente o queria e eles no podem estar contentes que ele apia  o Dumbledore. Ou -"
"Ou voc," disse Hermione, olhando preocupada.
"No podria ser," Harry disse, "ou Katie teria se virado no caminho e o dado para mim, no ? Eu estava atrs dela o tempo todo desde que samos do Trs Vassoura.
Teria muito mais sentido entregar o pacote fora de Hogwarts, com Filch revistando todo mundo que entra e sai. Eu me pergunto por que Malfoy disse que ela trouxesse
isto para dentro do Castelo?"
"Harry, Malfoy no estava em Hogsmeade!" Disse Hermione, realmente mostrando-se frustada.
"Ele deve ter usado um cmplice, ento," disse Harry. "Crabbe ou Goyle -
Ou, vamos pensar sobre isto, outro Comedor da Morte, ele deve ter melhores aliados que Crabbe e Goyle agora que ele se juntou a eles-"
Rony e Hermione trocaram olhares que claramente diziam que no tinha porque discutir isso com ele.
"Dilligrout," disse Hermione firmemente quando eles alcanaram o retrato da mulher Gorda..
O retrato abriu-se para admitir que eles entrassem na Sala Comunal. Estava bastante
cheia e cheirado a roupa mida; Muitas pessoas pareciam ter voltado de Hogsmeade cedo por causa do tempo ruim. No existia nenhum sinal de medo ou especulao, porm:
Claramente, as notcias do que havia acontecido com Katie ainda no havia vazado.
"No foi um ataque muito bem planejado se voc, realmente, pensar sobre isso "
Disse Rony, casualmente tirando um dos alunos do 1 ano de uma das poltronas perto do fogo de forma que ele podia se sentar. "A maldio nem mesmo chegou ao castelo.
No o que voc chamaria de casual."

"Voc esta certo," disse Hermione, tirando Rony da cadeira com seu p e oferecendo para o garoto do primeiro ano novamente. "No foi bem pensado mesmo."
"Mas desde quando Malfoy  um dos grandes pensadores do mundo?" Perguntou Harry.
Nem Rony nem Hermione respondeu.





























Captulo 13
Captulo 13: O Segredo de Riddle


No dia seguinte, Katie foi levada para o Hospital St. Mungus para AcidentesDanos Mgicos e em pouco tempo a notcia que ela tinha sido enfeitiada tinhase espalhado
por toda a escola. Entretanto, os detalhes estavam confusos e ningumalm de Harry, Ron, Hermione e Leanne pareciam saber que a prpria Katie no tinha sido o objetivo
principal. Oh, e Malfoy sabe, claro," Harry disse para Ron e Hermione que continuaram a nova poltica de fingir surdez sempre que Harry mencionava a teoria dele
de Malfoy serum Comensal da Morte.Harry gostaria de saber se Dumbledore voltaria de onde quer que ele tivesse ido, a tempo da lio de segunda-feira  noite, mas
no tendo nenhuma palavra ao contrrio, ele se apresentou do lado de fora do escritrio de Dumbledore, s oito, bateu e o mandaram entrar. L, Dumbledoreestava sentado
com um olhar incomumente cansado; a mo dele estava negra e queimando como sempre, mas ele sorriu quando gesticulou a Harry para se sentar. A Penseira estava novamente
sobre a escrivaninha, lanando brilhos prateados de luz no teto." Voc esteve ocupado enquanto eu estive fora, " Dumbledore disse. " Eu acredito que voc testemunhou
o acidente de Katie"." Sim, senhor. Como ela est?" Ainda muito indisposta, embora tenha tido relativamente sorte. Ela parece ter escovado o colar temendo a menor
possibilidade de descascar; havia um buraco minsculo na luva dela.Se ela tivesse colocado ele ou, at mesmo, segurado isto na mo dela sem luvas, ela teria morrido,
talvez imediatamente. Afortunadamente, o Professor Snape pde fazer bastante para prevenir uma expanso rpida da maldio -"" Por que ele "? perguntou Harry depressa.
" Por que no a Madame Pomfrey "?" Impertinente, " disse uma voz suave de um dos retratos na parede e Phineas Nigellus Black, o tatarav de Sirius, elevou a cabea
dos braos onde ele tinha parecido estar dormindo. " Eu no teria permitido um estudante questionar o modo de Hogwarts operar nos meus dias "." Sim, obrigado, Phineas,
" disse Dumbledore penosamente. " Professor Snape sabe muito maissobre as Artes das Trevas que Madame Pomfrey, Harry. De qualquer maneira, o pessoal do St. Mungus
est me enviando relatrios de hora em hora, e eu tenho esperanas que Katie tenha uma recuperao completa em pouco tempo "."Onde esteve essa semana, senhor?" Perguntou
Harry, desconsiderando o forte sentimento quepoderia estar testando a sorte dele, um sentimento aparentemente compartilhado por PhineasNigellus que assobiou suavemente."Eu
no direi tudo agora", disse Dumbledore. "Entretanto, lhe contarei em partes,claro"."Contar?" perguntou Harry, assustado."Sim, eu espero que sim", disse Dumbledore
retirando vrios fios prateados de memria de dentro de sua tmpora com a ponta da varinha."Senhor". disse Harry experimentalmente. "Eu encontrei Mundugus em Hogsmead"."H
sim, j estou atento que Mundugus tem tratado sua herana com um leve toque de cobia". disse Dumbledore um pouco carrancudo. "Ele seguiu voc desde que voc o abordou
fora do Trs Vassouras; Eu realmente penso que ele tem medo de ficar frente a frente comigo. Entretanto,descansa seguro que no ir se desfazer de nenhuma das velhas
posses de Sirius.""Aquele velho mestio ranhoso tem roubado a herana dos Black?" Disse Phineus Nigellus, extravagante; deslocando-se lateralmente do seu quadro,
decisivamente para visitar seu quadro em Grimmauld Place, nmero 12."Professor", disse Hary aps uma pequena pausa, "A professora McGonagall lhe falou o que eu contei
a ela depois de Katie ser atacada? Sobre Draco Malfoy?"."Ela me contou sobre suas suspeitas, sim." disse Dumbledore."E o senhor-?""Eu devo tomar todas as medidas
apropriadas para investigar qualquer um que possa ter posto a mo no acidente de Katie", disse Dumbledore. "Mas o que me preocupa agora, Harry,  a nossa lio".
Harry sentiu-se ressentido com isso: Se essas lies fossem assim to importantes, porque houve um grande espao de tempo entre a primeira e a segunda? Entretanto,
ele no falou nada mais sobre Draco, mas assistiu Dumbledore colocando pensamentos recentes na Penseira e os mesmos recomeando a rodopiar na bacia de pedra, mais
uma vez, Dumbledore a segurava entre suas mos de dedos longos."Voc lembrar, estou certo, do nosso ltimo conto sobre o comeo de Lord Vodemort, no ponto onde
o bonito mugle, Tom Riddle, tinha abandonado sua esposa bruxa, Merope, e retornou para a casa de sua famlia em Little Hangleton. Merope foi esqeucida em Londres,
esperando um beb que um dia se tornaria, Lord Voldemort"." Como voc sabe que ela estava em Londres, senhor "?" Por causa da evidncia de Caractacus Burke," disse
Dumbledore " que, por uma estranha coincidncia, ajudou a achar a mesma loja onde veio o colar sobre o qual ns discutimos a pouco".Ele remexeu o contedo da Penseira
como Harry tinha o visto fazer antes, mais como um garimpeiro peneirando por ouro. Por cima da superfcie, a massa prateada subindo um pouco, o velho homem revolvendo
lentamente na Penseira, prateado como um fantasma, mas muito mais slido, com uma mecha de cabelo cobrindo completamente os olhos dele." Sim, ns adquirimos isto
em circunstncias curiosas. Foi trazido por uma jovem bruxa antes do Natal, oh, h muitos anos atrs. Ela disse que precisava do ouro, bem, mas isso era bvio. Coberta
com trapos e bem longe de bonita. . . Esperando um beb, veja. Ela disse que o medalho tinha sido de Slytherin. Bem, ns ouvamos aquele tipo de histria todo o
tempo,  Oh, isto era de Merlin, est era a chaleira favorita dele,  mas quando eu olhei, a marca dele estava certa, e alguns feitios simples eram o bastante para
eu saber a verdade. Claro que, isso o fez bastante precioso. Ela no parecia ter qualquer idia quanto ao preo. Feliz por receber dez Galees por isso. Foi a melhor
pechincha que ns fizemos "!Dumbledore deu a penseira uma remexida mais vigorosa e Caractacus Burke desceu atravs da massa de memria rodante de onde ele tinha
vindo." Ele s lhe deu dez Galees "? disse Harry indignado. " Caractacus Burke no era afamado para a generosidade dele", Dumbledore disse. " Assim ns soubemos
que, prximo ao fim da gravidez dela, Merope estava s em Londres, passando necessidade e desesperada por ouro, desesperada o bastante para vender seu nico e mais
valioso bem, o medalho que era uma herana da famlia Marvolo." Mas ela poderia fazer magia "! disse Harry impaciente. " Ela poderia ter comida e tudo para ela
por magia, no  "?" Ah, "Dumbledore disse, " talvez ela pudesse. Mas eu acredito, estou adivinhando novamente, mas estou seguro que tenho razo - que quando o marido
dela a abandonou, Merope deixou de usar magia. Eu penso que ela no quis ser mais uma bruxa. Claro que, tambm  possvel que a rejeio do amor dela e o desespero
ajudaram a bloquear os poderes dela; isso pode acontecer. Em todo caso, como voc pode ver, Merope recusou a usar a varinha dela at mesmo para salvar a prpria
vida "." Ela no iria viver nem mesmo pelo filho dela"?Dumbledore ergueu as sobrancelhas. "Voc poderia estar sentindo pena de Lorde Voldemort "?" No", Harry disse
depressa, " mas ela teve uma escolha, ela no fez, no foi como minha me -"" Sua me teve uma escolha tambm," Dumbledore disse com suavidade. " Sim, Merope Riddle
escolheu morrer apesar do filho que precisava dela, mas no a julgue muito severamente, Harry. Ela estava muito debilitada por muito tempo de sofrimento e ela nunca
teve a coragem de sua me. E agora, se voc me acompanhar..."" Onde ns vamos "? Harry perguntou, quando Dumbledore se uniu  frente da escrivaninha." Neste tempo,"
Dumbledore disse, " ns vamos entrar em minha memria. Eu acho que voc encontrar detalhes ricos e satisfatoriamente precisos. Depois de voc, Harry..."Harry se
agachou para a Penseira; a face dele quebrou a superfcie lisa da memria e ento ele estava caindo pela escurido novamente. . . . Segundos depois, os ps dele
bateram em solo firme; ele abriu os olhos e achou que ele e Dumbledore estavam numa antiquada e movimentada rua de Londres." L estou eu", disse Dumbledore alegremente
apontando  frente deles para uma figura alta que cruzava a rua na frente de uma carrocinha de leiteiro.Um mais jovem Albus Dumbledore de cabelo longo e barba ruivas.
Tendo alcanado o lado deles na rua, ele subiu para o passeio e ganhou muitos olhares curiosos devido ao terno vistoso de corte de veludo cor de ameixa que ele estava
usando." Terno discreto, senhor," Harry disse, antes que conseguisse evitar, mas Dumbledore somente riu quando eles seguiram a verso mais jovem dele a uma pequena
distncia e atravessaram um porto duplo de ferro, finalmente entrando num ptio vazio e quadrado em frente a um edifcio muito feio, cercado de grades altas. Ele
subiu alguns degraus at  porta dianteira e bateu uma vez. Depois de um momento ou dois, a porta foi aberta por uma menina desprezvel usando um avental."Boa tarde.
Eu tenho um compromisso com a Sra. Cole que, eu acredito,  a encarregada aqui "?" Oh, " disse a menina com um olhar confuso olhando a aparncia excntrica de Dumbledore.
"Um. . s um mo. . . SRA. COLE "! ela gritou por cima do ombro dela.Harry ouviu uma voz distante gritando algo em resposta. A menina deixou Dumbledore entrar. "
Entre, ela vir ao seu encontro."Dumbledore pisou num corredor ladrilhado preto e branco; o lugar inteiro era velho, mas muito limpo. Harry e o Dumbledore mais velho
o seguiram. Antes que a porta dianteira tivesse fechado atrs deles, uma mulher fraca, de olhar hostil veio correndo at eles. Ela tinha um rosto comprido que aparecia
mais ansioso que indelicado, estava discutindo sobre o ombro com outro ajudante de avental, ela caminhou junto a Dumbledore."...e levou o iodo para Martha, Billy
Stubbs estava tirando a casca de suas feridas e Eric Whalley estava sujando todo o seu lenol - E alm de tudo, ainda tem a catapora," ela no falava para ningum
em particular, ento ela ps seus olhos em Dumbledore e parou mortificada com seus passos."Boa Noite," disse Dumbledore oferecendo-lhe a mo. A sra. Cole ficou de
queixo cado."Meu nome  Albus Dumbledore. Eu lhe mandei uma carta pedindo um encontro e voc amavelmente me convidou aqui hoje".A sra. Cole piscou. Aparentemente
decidindo que Dumbledore no era uma alucinao, ela disse fracamente, "Ah sim, bem - bem ento - seria melhor voc vir ao meu quarto. Sim."Ela conduziu Dumbledore
a um pequeno quarto que parte parecia uma Sala de Estar, a outra parte um escritrio. Era to miserveis quanto o corredor e a moblia era velha e acabada. Ela convidou
Dumbledore a se sentar em uma cadeira raqutica, sentando ela mesma atrs de uma escrivaninha atravancada, olhando para ele nervosamente."Estou aqui, como eu lhe
falei em minha carta, para discutir sobre Tom Riddle e os planos para o seu futuro," disse Dumbledore""Voc  da famlia?" perguntou Sra Cole."No, sou um professor,"
disse Dumbledore. " Vim aqui para oferecer a Tom um lugar em minha escola."Que escola , ento?""Ela se chama Hogwarts," disse Dumbledore."Ento por que o senhor
est to interessado em Tom?""Ns acreditamos que ele tem qualidades que estamos procurando.""Voc quer dizer que ele ganhou uma bolsa escolar? O que ele fez pra
isso? Ele nunca conseguiu uma.""Bem, o nome dele foi gravado em nossa escola no momento em que ele nasceu-""Quem o registrou? Os pais dele?"No havia nenhuma dvida
que a Sra. Cole era uma inconvenientemente uma mulher cortante. Aparentemente, Dumbledore tambm pensou, pois Harry o viu retirar a varinha para fora do bolso do
terno aveludado dele, retirando, ao mesmo tempo, um pedao de papel perfeitamente em branco de cima da escrivaninha da Sra. Cole." Aqui", disse Dumbledore , que
movimentou a varinha dele uma vez quando ele passou o pedao de papel para ela, " eu penso que isto deixar tudo claro ".Os olhos da Sra.Cole saram fora de foco
e ela contemplou atentamente ao papel em branco por um momento." Isso parece estar perfeitamente em ordem, " ela disse calmamente e devolvendo o papel. Ento, os
olhos dela caram em uma garrafa de gim e dois copos que certamente no estavam ali alguns segundos antes." Er - eu posso lhe oferecer um copo de gim "? ela disse
em uma voz refinada." Muito obrigado", Dumbledore disse radiante.Ficou logo claro que a Sra. Cole no era nenhuma principiante quando pegou a garrafa para beber.
Virando uma dose generosa para ambos eles, ela pegou o prprio copo para um trago. Estalando os lbios dela francamente, ela sorriu pela primeira vez a Dumbledore,
e ele no vacilou em tirar vantagem disso." Eu gostaria de saber se voc poderia me contar qualquer coisa da histria de Tom Riddle? Eu penso que ele nasceu aqui
no orfanato "?" Isso  certo, " disse a Sra. Cole se servindo de mais gim. " Eu me lembro disto claramente, como qualquer coisa, porque eu havia comeado aqui a
pouco. Era vspera do ano novo, mais amargamente frio, nevando, voc sabe. Noite horrvel. E, esta menina, no muito mais velha que eu era na ocasio, veio cambaleando
nos degraus dianteiros. Bem, ela no foi a primeira. Ns a alojamos e ela teve o beb em uma hora. E ela estava morta na outra hora ".Sra. Cole cabeceou e tomou
outro trago generoso de gim.Ela disse qualquer coisa antes de morrer "? perguntou Dumbledore. " Qualquer coisa sobre o pai do menino, por exemplo "?" Agora, como
acontece, ela disse, " disse a Sra. Cole que parecia estar desfrutando bastante agora do gim na mo dela e uma audincia ansiosa pela histria. " Eu me lembro que
ela disse para mim,  eu espero que ele se parea com o pai dele,  e eu no mentirei, ela tinha razo em esperar isto, porque ela no era nenhuma beleza - e ento
ela me falou que ele seria chamado Tom, como o pai dele, e Marvolo, como o pai dela - sim, eu sei, nome engraado, no ? Ns desejamos saber se ela veio de um circo
- e ela disse que o sobrenome do menino devia ser Riddle. E ela morreu em seguida sem outra palavra."Bem, ns o nomeamos da maneira que ela nos disse, parecia to
importante para a pobre menina, mas nem Tom, nem Marvolo, muito menos Riddle vieram procurando por ele, nem nenhum famlia, ento, ele veio para o orfanato e tem
estado aqui desde ento."Ela se serviu, quase se preparando, para outra saudvel dose de gim. Ela corara. Ento ela disse, "Ele  um garoto engraado"."Sim", disse
Dumbledore. "Eu achei que ele poderia ser.""Ele era um beb engraado tambm. Era muito difcil ele chorar, voc sabe. Ento, quando ele envelheceu ele ficou...estranho.""
Estranho de que modo?" perguntou Dumbledore gentilmente."Bem, ele-"Mas Sra. Cole parou de repente, e no havia nada obscuro ou vago sobre o olhar de inquisitorial
que ela atirou em Dumbledore em cima do copo de gim dela."Ele definitivamente tem um lugar na sua escola, no ?""Definitivamente", disse Dumbledore."E h nada que
eu diga que possa reverter essa situao?""No," disse Dumbledore""Voc vai leva-lo embora, certo?""Certo", repetiu Dumbledore gravemente.Ela piscou, olhando pra
ele, decidindo se confiaria nele ou no. Aparentemente ela decidiu que confiaria, pois ela disse em uma pressa sbita, "Ele assusta as outras crianas.""Voc acha
que ele est perturbado? perguntou Dumbledore."Eu acho que ele deva estar," disse Sra. Cole, sendo ligeiramente carrancuda, "Mas  muito difcil peg-lo no ato.
Houveram incidentes... coisas srdidas..."Dumbledore no a pressionou, embora o Harry pudesse jurar que ele estava interessado. Ela ainda levou bebeu outro gole
de Gim e as bochechas rseas dela ficaram ainda mais rseas.O coelho de " Billy Stubbs. . . bem, o Tom disse que ele no fez isto e eu no vejo como ele pde fazer,
mas mesmo assim, o coelho no se pendurou nas vigas, se pendurou?"" Eu no deveria pensar assim, no," Dumbledore disse baixinho." Mas eu sou uma danarina se eu
sei como ele conseguiu fazer isto l. Tudo que eu sei  que ele e Billy tinham discutido um dia antes. E ento " - a Sra. Cole tomou outro gole de gim que espirrou
um pouco no queixo dela este momento - " na excurso de vero - ns os levamos para sair, voc sabe, uma vez por ano, para a zona rural ou para o litoral - bem,
Amy Benson e Dennis Bishop nunca estavam totalmente certos depois e tudo que ns sabemos deles  que eles tinham entrado em uma caverna com Tom Riddle. Ele jurou
ster ido explorar, mas algo aconteceu l, eu estou segura disto. E, bem, houve muitas coisas, coisas engraadas. . . ."Ela deu uma olhada novamente a Dumbledore,
e embora as bochechas dela estivessem enxaguadas, o olhar dela era fixo. " Eu no acho que muitas pessoas ficaro tristes em v-lo pelas costas "." Voc entende,
eu estou certo, que ns no o estaremos mantendo permanentemente "? disse Dumbledore. " Ele ter que voltar aqui, pelo menos, todos os veres "." Oh, bem, isso 
melhor que um golpe no nariz com uma soqueira enferrujada." disse a Sra. Cole com um soluo. Ela trocou os ps e Harry ficou impressionado por ver que ela estava
bastante segura, embora j tivessem sido dois teros da garrafa de gim agora. " Eu suponho que voc gostaria de v-lo?" Muito," disse Dumbledore subindo.Ela o conduziu
para fora do escritrio e subindo os degraus de pedra, dando instrues e advertncias aos ajudantes e crianas pelos quais ela passou. Os rfos, Harry viu, estavam
todos usando o mesmo tipo de tnica cinzenta. Eles pareciam razoavelmente bem, mas no havia nenhum dvida que este era um lugar horrendo no qual crescer." Aqui
estamos ns, " disse a Sra. Cole, quando eles viraram e pararam ao lado de fora da primeira porta em um longo corredor. Ela bateu duas vezes e entrou." Tom? Voc
tem uma visita. Este  Sr. Dumberton - ou mlhor, Dunderbore. Ele veio lhe falar - bem, eu o deixarei fazer isto ".Harry e os dois Dumbledores entraram no quarto,
e a Sra. Cole fechou a porta atras deles. Era um quarto vazio e pequeno com nada mais que um guarda roupa velho e uma cama de armar de ferro. Um menino estava sentando
em cima das mantas cinzas, as pernas dele esticadas para fora e segurando um livro.No havia nenhum sinal de dos Gaunts na face de Tom Riddle. Merope azonizante
teve seu desejo realizado: Ele era o bonito como pai mais jovem, alto para onze anos , cabelos escuros e plido. Os olhos dele estreitaram ligeiramente com o aparecimento
excntrico de Dumbledore. Houve o silncio por um momento."Como voc est, Tom ?" disse Dumbledore, caminhando para frente e oferecendo a mo a ele.O garoto hesitou,
ento levado isto, eles apertaram as mos. Dumbledore preparou a cadeira de madeira dura ao lado de Riddle, ento de forma que o olhou bastante como um paciente
de hospital e visita."Eu sou o Professor Dumbledore.""Professor?," repetiu Riddle. Ele parecia cauteloso. "  como Mdico? O que est fazendo o que aqui? Ela o deixou
entrar para poder me examinar."Ele estava apontando  porta pela qual Sra. Cole a pouco tinha partido."No, no," disse Dumbledore, sorrindo."Eu no acredito em
voc," disse Riddle. "Ela quer que eu seja examinado, no quer? Fale a verdade!"Ele falou as ltimas trs palavras com uma fora tocante, que soaram quase como um
trovo. Ele era como um comandante pois essas ltimas trs palavras soaram como se ele tinha feito isto muitas vezes antes. Suas pupilas se alargaram e cintilaram
na direo de Dumbledore, que no formulou resposta alguma, apenas continuou sorrindo agradavelmente. Depois de alguns segundos, Riddle parou de olhar fixamente,
entretanto, ele olhava para tudo muito cauteloso."Quem  voc?""Eu j lhe disse. Meu nome  Professor Dumbledore e eu trabalho em uma escola chamada Hogwarts. Eu
venho para oferecer-lhe uma vaga na minha escola - sua nova escola, se voc quiser vir".A reao de Riddle foi surpreendente. Saltou da cama, para ficar longe de
Dumbledore, parecia furioso."Voc no conseguir me enganar. Do Asilo,  de onde voc . Professor, sim, claro - bem, eu no vou, viu? Aquele gato velho, ele sim
deveria estar no Asilo. Eu nunca fiz qualquer coisa a pequena Amy Benson ou Dennis Bishop, e voc pode lhes perguntar, eles lhe falaro!""Eu no sou do Asilo," disse
Dumbledore pacientemente. " Eu sou professor e se voc se sentar calmamente, eu lhe falarei mais sobre Hogwarts. Claro, se voc no decidir ir para a escola, ningum
lhe forar-"" Eu gostaria de v-los tentar, " zombou Riddle." Hogwarts, " Dumbledore disse como se no tivesse ouvido as ltimas palavras de Riddle, "  uma escola
para pessoas com habilidades especiais -"" Eu no sou louco "!" Eu sei que voc no est louco. Hogwarts no  uma escola para pessoas loucas.  umaescola de magia
".Houve silncio. Riddle ficou gelado, a face inexpressiva, mas os olhos dele estavam indo de um olho para outro de Dumbledore, como se tentasse pegar um deles mentindo."Magia
"? ele repetiu em um sussurro."" disse Dumbledore." . .  magia, o que eu posso fazer "?" O que  que voc pode fazer "?" Todo tipo de coisas, "Riddle respirou.
Um rubor de excitao estava se subindo pelo pescoo e nas bochechas dele; ele olhou febrilmente. " Eu posso mover arquivos sem os tocar. Eu posso fazer animais
fazerem o que eu quero que eles faam, sem os treinar. Eu possofazer coisas ruins acontecer s pessoas que me aborrecem. Eu posso lhes causar dor se eu quiser ".As
pernas dele estavam tremendo. Ele tropeou e se sentou novamente na cama e encarando as mos dele, a cabea curvada como se em orao." Eu soube que eu era diferente,
" ele sussurrou aos prprios dedos que tremiam. " Eu soube que eu era especial. Sempre, eu soube que havia algo "." Bem, voc estava bastante certo", Dumbledore
disse,j no estava sorrindo mas olhando Riddle atentamente. " Voc  um mago ".Riddle ergueu a cabea. A face dele estava transfigurada: Havia uma felicidade selvagem
nisto, contudo por alguma razo no melhorou a expresso dele; pelo contrrio, as caractersticas finamente esculpidas dele pareciam mais speras, de alguma maneira,
a expresso dele quase bestial."Voc tambm  um mago? "" Sim, eu sou "." Prove, " Riddle disse imediatamente, no mesmo tom dominante que tinha usado ele quando
ele tinha dito, " Conte a verdade ".Dumbledore ergueu as sobrancelhas. " Se, eu fizer isto, voc estar aceitando seu lugar em Hogwarts -"" Claro que eu vou "!"
Ento voc me tratar como  Professor ou  o senhor. "A expresso de Riddle endureceu por um momento passageiro antes que ele dissesse, em uma irreconhecvel voz
cortes, " Eu sinto muito, senhor. Eu quis dizer - por favor, Professor, voc poderia mostrar para mim -?"Harry tinha certeza que Dumbledore ia recusar, que ele contaria
a Riddle que haveria bastante tempo para demonstraes prticas em Hogwarts, que eles estavam em um edifcio cheio de mugles e deviam ser mais cautelosos. Para a
grande surpresa dele, porm, Dumbledore tirou a varinha do bolso interior da jaqueta do terno dele, apontou para o guarda roupa no canto e deu com a varinha um estalido
casual.A guarda roupa explodiu em chamas.Riddle saltou; Harry no o poderia culpar por quase uivar em choque e ira; todos seus bens mundanos deviam estar l. Mas
quando Riddle se afastou de Dumbledore, as chamas desapareceram e deixando o guarda roupa completamente intacto.Riddle olhou do guarda roupa para Dumbledore; ento,
com uma expresso vida, ele apontou  varinha. " Onde eu posso adquirir uma dessas "?" Tudo a seu tempo", Dumbledore disse. " Eu penso que h algo tentando sair
de seu guarda roupa ".E, seguramente, uns rudos baixos poderiam ser ouvidos de dentro dele. Pela primeira vez, Riddle olhou assustado." Abra a porta", Dumbledore
disse.Riddle vacilou, ento cruzou o quarto e abriu a porta de guarda roupa. Na prateleira mais alta, sobre um monte de roupas pudas, estava balanando uma caixa
de papelo pequena e sacudindo tanto como se houvesse vrios ratos frenticos presos dentro dela." Tire", Dumbledore disse.Riddle tirou a caixa que tremia. Ele olhou
nervoso." H qualquer coisa naquela caixa que voc no deveria ter "? perguntou Dumbledore.Riddle lanou Dumbledore um longo, claro e calculista olhar. " Sim, eu
acho que sim, senhor, " ele disse finalmente, numa voz inexpressiva." Abra isto", Dumbledore disse.Riddle abriu a tampa e virou o contedo sobre a cama dele sem
os olhar. Harry, que tinha esperado algo muito mais excitante, viu uma baguna de objetos pequenos, cotidianos: um ioio, um dedal prateado, e uma gaita manchado
entre eles. Uma vez livre da caixa, eles deixaram de tremer e ainda se deitaram nas mantas velhas." Voc os devolver aos donos deles com suas desculpas," Dumbledore
disse calmamente, repondo a varinha na jaqueta dele. " Eu saberei se foi feito. E advirto: Furto no  tolerado em Hogwarts ".Riddle no parecia nem remotamente
envergonhado; ele ainda estava encarando Dumbledore friamente. Afinal ele disse em uma voz inexpressiva, " Sim, senhor "." Em Hogwarts, " Dumbledore disse, " ns
no s lhe ensinamos a usar magia, mas a controlar. Voc tem - inadvertidamente, eu estou seguro - usado seus poderes de certo modo. Isso no  nem ensinado nem
tolerado em nossa escola. Voc no  o primeiro, nem voc ser o ltimo, a usar sua magia para ajudar voc. Mas voc deveria saber que Hogwarts pode expulsar os
estudantes, e o Ministrio de Magia - sim, h um Ministrio - ainda castigar mais severamente os transgressores da lei. Todos os magos menores tm que aceitar que,
entrando em nosso mundo, eles cumprem nossas leis "." Sim, senhor", Riddle disse novamente.Era impossvel saber o que ele estava pensando; a face dele permanecia
bastante inexpressiva quando ele reps, no pequeno esconderijo, os objetos roubados na caixa de papelo. Quando ele tinha terminado, ele virou a Dumbledore e disse
maldoso, " eu no tenho dinheiro "." Isso  corrigido facilmente", Dumbledore disse, tirando uma bolsa de couro com dinheiro do bolso. H uma bolsa em Hogwarts para
os que precisam de ajuda para comprar livros e uniformes. Voc poderia ter que comprar algum de seu livros de feitios e os outros de segunda mo , mas -"" Onde
voc compra livros de feitios "? interrompeu Riddle que tinha guardado a bolsa de dinheiro pesada sem agradecer Dumbledore e estava examinando um Galeo de ouro
grosso agora." No Beco Diagonal", Dumbledore disse. " Eu tenho sua lista de livros e material escolar comigo. Eu posso lhe ajudar a achar tudo -"" Voc est vindo
comigo "? perguntou Riddle observando."Certamente, se voc -""Eu no preciso de voc, disse Riddle." Eu fao as coisas que eu quero, eu vou para Londres quando eu
quiser. Como voc chega neste beco Diagonal - senhor "? ele adicionou, captando o olhar de Dumbledore.Harry pensou que Dumbledore insistiria em acompanhar Riddle,
mas mais uma vez teve uma surpresa. Dumbledore entregou a Riddle o envelope com sua lista de materias e de depois dizer exatamente como chegar do Orfanato ao Caldeiro
Furado, ele disse, "Voc tem possibilidade de ser visto, devido aos mugles que te rodeiam, as pessoas no-mgicas, mas no ser. Pea para o Tom o" barman "-  bastante
fcil de se lembrar, como ele saber seu nome -". Riddle deu um estremeo irritvel, como se tentando espantar uma mosca. "Voc repugna o nome Tom?""H muito Toms,"
murmurou Tom. Ento, como se ele no pde suprimir a pergunta, como se tivesse estourado de sua boca, ele perguntou, "Meu pai era um bruxo? Ele se chamava Tom Riddle
tambm, me falaram"." Eu estou amedrontado, eu no sei," disse Dumbledore com sua voz gentil " Minha me no pode ter sido bruxa, ou ela no teria morrido," disse
Riddle mais para ele mesmo do que pra Dumbledore. "Deveria ter sido ele. Ento - quando eu tiver todos meus materiais - quando eu irei a esta Hogwarts"?" Todos os
detalhes esto no segundo pedao de pergaminho em seu envelope," disse Dumbledore "Voc partir da Estao Kings Cross no dia primeiro de setembro. H uma passagem
de trem l tambm.""Riddle acenou com a cabea. Dumbledore ps-se de p e estendeu-lhe a mo de novo. Pegando-a Riddle disse-lhe, "Eu posso falar com as cobras.
Eu descobri quando ns fomosviajar pelo pas, elas me acharam, eles sussurram pra mim. Isso  normal para um bruxo "?Harry poderia jurar que ele tinha guardado a
meno deste poder estranho at aquele momento, determinado a impressionar." incomum," disse Dumbledore, aps um momento de hesitao, "mas no desconhecido."O
tom dele era casual, mas os olhos dele moveram curiosamente sobre a face de Riddle. Eles ficaram durante um momento, homem e menino, encarando um ao outro. Ento
quando o aperto de mo foi quebrado; Dumbledore estava  porta."Adeus, Tom. Nos veremos em Hogwarts "."Ento foi assim que aconteceu," disse o Dumbledore de cabelos
brancos ao lado de Harry e um segundo depois, eles estavam flutuando mais uma vez para a escurido antes de pousar no escritrio atual."Sente-se," disse Dumbledore
pousando ao lado dele."Harry obedeceu, a mente dele ainda cheia do que ele h pouco tinha visto."Ele acreditou nisto muito mais rpido do que eu - eu quero dizer,
quando voc lhe falou que ele era um bruxo," disse Harry," eu no acreditei em Hagrid de primeira quando ele me disse." Sim, Riddle estava perfeitamente pronto para
acreditar que ele era - usando a palavra dele -  especial,  " disse Dumbledore."Voc soube - ento?" perguntou para o Harry."Se eu soube que eu tinha conhecido o
bruxo das trevas mais perigoso de todos os tempos?" disse Dumbledore, "No, eu no tive nenhuma idia que ele ao crescer seria o que ele . Porm, eu fiquei certamente
intrigado por ele. Eu voltei a Hogwarts pretendendo manter um olho nele, algo que eu deveria ter feito em todo caso, determinado que ele estava s e sem amigos,
mas j que eu sentia que deveria fazer por causa de outros"."Os poderes dele, como voc ouviu, foi desenvolvido surpreendentemente para um bruxo jovem e - de forma
interessante e sinistra - ele j tinha descoberto que tinha alguma controle sobre eles e comeado a usar os conscientemente. Ele j estava pronto para usar magia
contra outraspessoas, amedrontar, castigar, controlar. As pequenas histrias do coelho estrangulado e o menino jovem e menina que ele atraiu em uma caverna eram
muito sugestivas. . . .  Eu os posso machucar se eu quiser. . . . ""E ele era Ofidioglota," interviu Harry"" Sim, realmente; uma habilidade rara e um supostamente
conectado com as Artes das trevas, embora como ns sabemos, h Ofidioglotas entre as trevas e o bem tambm. Na realidade, a habilidade dele para falar com serpentes
no me fez to intranqilo quanto os instintos bvios dele para crueldade, segredo, e dominao."O tempo est nos fazendo de bobos," disse Dumbledore, indicando
o cu escuro alm das janelas, novamente. "Mas antes de nos despedirmos, eu quero chamar sua ateno a certas caractersticas da cena que ns h pouco testemunhamos,
porque elas tm um grande porte nos assuntos que ns estaremos discutindo em reunies futuras."Primeiramente, eu esperei que voc notasse a reao de Riddle quando
eu mencionei que outro compartilhou o primeiro nome dele,  Tom "?Harry concordou." L ele mostrou o desprezo dele por qualquer coisa que prendia a outras pessoas,
qualquer coisa que o fazia comum. At mesmo, ento, ele desejou ser diferente, nico, notrio. Ele infiltrou o nome dele, como voc sabe, dentro de alguns poucos
anos daquela conversao e criou a mscara de Lorde Voldemort atrs do qual ele ficou muito tempo escondido. " Eu confio que voc tambm notou que aquele Tom Riddle
j era altamente independente, reservado, e, aparentemente, sem amigos? Ele no quis ajuda ou companhia na viagem dele para o Beco Diagonal. Ele preferiu ir sozinho.
O adulto Voldemort  o mesmo. Voc ouvir muitos dos Comensais da Morte reivindicando que eles so de confiana dele, prximos e que o compreendem. Eles esto iludidos.
Lorde Voldemort nunca teve um amigo, nem eu acredito que ele alguma vez quis um. " E, ultimamente - eu espero que voc no tnha muito sono para prestar ateno a
isto, Harry - o Tom Riddle jovem sempre gostou de colecionar trofus. Voc viu a caixa de artigos roubados que ele tinha escondido no quarto dele. Estes foram levados
de vtimas do comportamento perseguidor dele, recordaes, de partes particularmente desagradveis de magia. Tenha em mente esta tendncia, pois isto, particularmente,
ser importante depois. " E agora, realmente  tempo de ir para a cama ".Harry seguiu os passos dele. Como ele caminhou para o outro lado da sala, os olhos dele
recaram na pequena mesa na qual o anel de Marvolo Gaunt tinha estado nos ltimos tempos, mas o anel no estava mais l. " Sim, Harry "? disse Dumbledore para Harry
que estava vindo e parou."Mas eu pensei que voc poderia ter a gaita ou algo do tipo."Dumbledore sorriu para ele, perscrutando no topo no hall os espetculos da
Lua. " Muito astuto, Harry, mas a gaita era somente a gaita. E, com aquela nota enigmtica, ele acenou, Harry entendeu e se despediu.

























Captulo 14
Captulo 14: Felix Felicis

A primeira aula de Harry da manh seguinte era Herbologia. Durante ocaf damanh, ele no comentou com Ron e Hermione sobre a aula comDumbledore, receando ser ouvido
por outras pessoas e deixando assimpara contar-lhes no caminho para as estufas. O vento brutal do fim desemana finalmente desaparecera; a nvoa misteriosa havia
voltado, oque acabou levando os garotos a um caminho um pouco mais longo que ohabitual, at achar a estufa correta."Uau, pensamento assustador, sobre o menino Voc-sabe-quem,"
Rondissebaixinho, ao tomarem seus lugares ao redor dos tocos nodosos deSnargaluff, os quais formavam um casulo protegido, e a pegar as luvasprotetoras. " Mas eu
ainda no entendo por que Dumbledore estmostrando a voctudo isso. Eu quero dizer,  realmente interessante, mas qual  oobjetivo"?" Bem," Harry disse, colocando
um protetor de gengiva. " Ele diz queisso tudo importante e me ajudar a sobreviver "."Eu penso que  fascinante" disse Hermione. "Faz total sentido sabertantoquanto
possvel sobre Voldemort. Como voc descobriria as fraquezasdele? "" E ento, como foi a ltima festa do Slughorn?" Harry lhe perguntou." Oh, realmente muito divertida,"
Hermione disse, enquanto colocavaos culos deproteo. " Quero dizer, ele falou um pouco sobre suas faanhasfamosas e bajulou absurdamente McLaggen pelo fato de
ser bemrelacionado, mas comemos realmente bem e ele nos apresentou a GwenogJones "." Gwenog Jones "? disse Ron, arregalando os olhos por baixo dosculos de proteo.
"A Gwenog Jones? Capit do Holyhead Harpies "?" Ela prpria" Hermione disse. " Pessoalmente, eu a achei um poucocheia de si, mas -"" H muita conversa por aqui!"
interrompeu a Professora Sproutagitada, atarefadae olhando duramente para eles. " Vocs esto ficando para trs, todosj comearam, e Neville j pegou seu primeiro
pod!"Os garotos olharam ao redor; certamente l estava Neville, sentadocom oslbios sangrando e vrios arranhes feios ao longo de um lado dorosto, masapertando
um desagradvel objeto verde do tamanho de uma toronja." Certo, Professora, ns estamos comeando agora!" disse Ron, queacrescentoubaixinho ao ver que a Prof. virara-se
novamente: "Devamos usar oMuffliato, Harry "." No, ns no deveramos!" disse Hermione imediatamente, olhando,como elasempre fazia, muito contrariada  simples
meno do Prncipe Mestioe seusfeitios. " Bem, venha... ns mudaremos isso. ..."Ela deu outro olhar apreensivo aos dois; eles respiraram fundo eento se concentraram
no nodoso toco entre eles.Aquilo imediatamente ganhou vida; longos e espinhosos ramosde bramblelike voaram ao topo e se chicotearam no ar. Um delesenroscou no cabelo
de Hermione eRon jogou-os para trs com um par de secateurs (tesoura dejardinagem); Harry tevesucesso apanhando um par de ramos e amarrando um no outro; um buracose
abriu nomeio dos tentculos e Hermione corajosamente mergulhou seu braonele, mas o mesmose fechou como uma armadilha em torno de seu cotovelo; Harry e Ronarrastaram
etorceram os galhos para forar o buraco a se abrir novamente; agarota, usando obrao livre, apertou nos dedos um pod igual ao de Neville.Imediatamenteos galhos
espinhosos recuaram para dentro e o toco nodoso seaquietou, como um inofensivo pedao de madeira."Sabe, acho que no vou querer ter qualquer um destes em meu jardimquandotiver
minha prpria casa", Rony disse, empurrando os culos deproteo at a testa eenxugando o suor do rosto."Me alcance uma tigela", Hermione disse, segurando o pod;
Harryentregou-lhe eela depositou o pod com um olhar de desgosto."No seja enjoada, esprema-no para fora, eles so melhores quandoesto frescos!"disse a Professora
Sprout."De qualquer modo," Hermione disse, continuando a conversainterrompida como se aquele pedao de madeira no os tivesseatacado, "Slughorn dar uma festa de
Natal, Harry, e no h como vocescapar poisele, na verdade, me pediu que conferisse suas noites livres, assimeleestaria seguro de ter uma noite que voc possa ir
".Harry gemeu. Enquanto isso, Ron, que tentava estourar o pod na tigelacom as duas mos, espremendo o mximo que podia, dissefuriosamente, "Outra festa s para os
favoritos doSlughorn, ?""Somente para o Clube do Slug, sim," Hermione respondeu.O pod escapou por entre dos dedos de Ron e bateu no vidro da estufa,passandopor
trs da cabea da Professora Sprout e derrubando seu chapuvelho e remendado. Harry foi recapturar o pod; e quando ele voltou,Hermionedizia, "Olhe, eu no inventei
o nome Clube do Slug -"" Clube do Slug, " repetiu Ron com uma zombaria tpica do Malfoy. "pattico. Bem, eu espero que voc desfrute sua festa. Por que vocnotenta
ir com McLaggen, a Slughorn poderia fazer de vocs o Rei e aRainha Slug-?"" permitido levar convidados", disse Hermione, que por alguma razoficara vermelha, brilhante
e fervente, "e eu ia pedir para que vocfosse, mas se  to pattico quanto voc pensa no o aborrecereimais!"Harry, de repente, desejou que o pod tivesse voado
um pouco maislonge, de modo que ele no precisasse continuar sentado ali. Querendo ou no,fechou a tigela onde estava guardado o pod e tentou abri-la da formamaisruidosa
e escandalosa que ele pudesse imaginnyr; mas, infelizmente,ainda era possvel ouvir cada palavra da conversa da dupla." Voc ia me chamar?" perguntou Ron, com uma
voz completamente diferente." Sim", Hermione disse furiosa. " Mas, obviamente, se voc acha queeudeveria ir com McLaggen..."Houve uma pausa, enquanto Harry continuava
torturando o pod deborracha com umaesptula."No, eu no acho" Ron disse, em uma voz muito baixa.Harry perdeu o pod, bateu a tigela e ela se quebrou. " Reparo,"
ele disse rpido, juntando os pedaos com sua varinha,e atigela ficou inteira novamente. O estrondo, porm, pareceu terlembrado Ron eHermione da presena de Harry.
Hermione olhou agitada e imediatamente comeou a folhear de modo exagerado a sua cpia de rvoresCarnvoras doMundo para descobrir o modo correto de fazer suco de
Snargaluff pods(?); Rony, por outrolado, parecia embaraado, mas tambm bastante satisfeito." Veja isso, Harry", Hermione disse. " Diz que  necessrio perfur-los
com algo afiado. . . ."Harry passou  ela o pod na tigela; ele e Ron colocaram sobre osolhos os culos de proteoe mergulharam, mais uma vez, para o toco.Ele realmente
se surpreendeu, pensou Harry, enquanto lutava contraum galhoespinhoso com a inteno de estrangul-lo; ele j tivera umpressentimentoque isso pudesse acontecer mais
cedo ou mais tarde. Mas Harry noestava certo de comose sentia sobre o assunto... Ele e Cho ficavam agora envergonhadosquando trocavam olhares ou conversarem sozinhos;
o que aconteceria se Ron eHermione comeassem a sair juntos? Ser que a amizade do triosobreviveria aisto? Harry lembrou-se das semanas no terceiro ano em que eles
noestavam se falando; ele no gostara nada de tentar vencer adistncia entre os dois. E ento, o que aconteceria se isso o separasse? E se ambos se tornassemigualbille
Fleur e ele se sentisse dolorosamente envergonhado porestarna presena deles, de modo que tivesse que se afastar por bem?"Legal "! gritou Ron, puxando um segundo
pod do toco exatamente comoHermione fizera para pegar o primeiro, de forma que a tigela seenchera de tubrculoscom lombrigas verdes plidas ziguezagueando.O resto
da aula passou sem comentrios sobre a festa de Slughorn.EmboraHarry observasse os dois amigos mais atentamente durante os prximosdias,Ron e Hermione no pareceram
diferentes, a no ser pelo fato deestarem um pouco mais educados um com o outro do que o normal. Harry sups queteria de esperar para ver o que aconteceria sob influncia
da cervejaamanteigada no quarto vagamente iluminado de Slughorn na noite dafesta.Todavia, enquanto isso, ele tinha preocupaes mais urgentes.Katie Bell ainda estava
no Hospital St. Mungus sem previso de alta,o quesignificava que o promissor time da Grefindor, to cuidadosamentetreinado por Harry, era um adversrio desfalcado.Ele
continuou sem substituir Katie, na esperana de que ela voltasse,mas aprimeira partida deles contra Seleterim estava se aproximando e ele teve de aceitar, finalmente,
que ela no regressaria a tempo de jogar.Harry no pensou que poderia estar num outro teste da Taca dasCasas. Com um sentimento depressivo de que tinha pouco a fazer
comKiditch, encurralou Dino Thomas aps Transfiguraco um dia. Amaioria da classe j tinha sado, embora diversos pssaros amareloszumbissem ainda em torno da sala,
todos criaes de Hermione;ningum tinha conseguido conjurar mais que uma pena no arfino. "voc ainda se interessa em ser chaser?" "O que? Claro,naturalmente!" Dino
disse excitado. Harry viu Simas Finneganguardar seus livros na mochila, olhando desagradavelmente. Uma dasrazes porque Harry preferia ter que pedir que Dino jogasse
era queconhecia Simas e no gostaria que ele jogasse. Por outro lado, teveque fazer o que era melhor para a equipe, e Dino esteve na dianteirade Simas nos pnaltis.
"bom ento, voc est dentro," disseHarry. "treino hoje  noite, sete horas." "certo," disse oDino. "Beleza, Harry! Blimey, eu no posso esperar para dizer aGinny!"
Correndo para fora do quarto, deixando Harry e Simassozinhos, um momento incmodo feito que no melhorou quando um dospssaros caiu na cabea de Simas. Simas no
era a nica pessoa que desgostosa com a escolha do substituto de Katie. Havia um murmriono salo comunal sobre o fato que Harry tinha escolhido agora dois de seus
companheiros de quarto para a equipe. Porque Harry tinha resistido a alguns cochichos muito mais maldosos do que este em suacarreira da escola, no foi incomodado
particularmente, mas todo omesmo, a presso estava aumentando para fornecer uma vitria nocampeonato logo no encontro contra Seleterim. Se Grefindorganhasse, Harry
soube que a casa inteira se esqueceria de que otinham criticado e iriam jurar que sempre souberam que era uma grandeequipe. Se perderem. . bem, Harry pensou vagamente,
ele tinha resistido ainda umas fofocas. mais maldosas. . . Harry no teve nenhuma razo para lamentar sua escolha uma vez que viu Dino anoite; trabalhou muito bem
com Ginny e Demelza. Os beateres,Peakes e Coote, comeavam a ficar melhor a cada hora. O nico problema era Ron. Harry sabia ao longo do ano Ron era um jogadorinconsistente
que sofria dos nervos e de uma falta da confiana, einfelizmente, isso apareceu no jogo da abertura da estao que trouxepara fora todas suas velhas inseguranas.
Aps deixar passar umadzia de gols, a maioria deles marcados por Ginny, sua tcnica tornou-se mais selvagem e mais selvagem, at que finalmente acertou o narizde
Demelza. "foi um acidente, sinto muito, Demelza, realmente sinto!" Ron a seguiu zigue-zagueando atrs dela para  terra,gotejando o sangue em toda parte. "Eu apenas
-" "apavorou-se," Ginnydisse irritadamente, pousando ao lado de Demelza e examinando suaboca. "voc  burro, Ron, olha o estado dela!" "eu posso arrumarisso," disse
Harry, pousando ao lado das duas meninas, apontando suavarinha na boca de Demelzas, e dizendo "Episkey." "e Ginny, no chamaRon de burro, voc no  o capito desta
equipe -" "bem, voc pareceuum pouco ocupado para chamar Rony de burro e eu pensei quem algumdeveria -" Harry forou-se a no rir. "no ar, vamos todos. . ". Nogeral,
esse foi um dos piores treinos que eles haviam tido no semestre , embora Harry no sentisse que a honestidade era a melhorpoltica quando eles estivessem to perto
do jogo. "trabalho bom,todos, eu acho que ns achataremos Seleterim" disse incentivando, eos chasers e os beateres deixaram o vestirio razoavelmentefelizes consigo
mesmos. "eu joguei como um saco de esterco de drago," disse Ron em uma voz oca quando a porta tinha balanado efechado atrs de Ginny. "No., voc no ," disse
Harryfirmemente.
"voc  o melhor keper que eu testei, seu nico problema  nervoso." .Ele prosseguiu um implacvel fluxo deincentivo todo o caminho de volta para o castelo, e quando
eles alcanaram o segundo andar, Ron estava olhando mais alegre. QuandoHarry empurrou a tapearia para fazer seu usual caminho mais curtopara a Torre da Grifinoria,
entretanto, encontraram-se olhando paraDino e Ginny, que estavam travados em um abrao apertado e beijandoferozmente como se estivessem colados. Era como se algo
grande eescamoso estourasse no estmago de Harry, agarrando em seusinteriores: O sangue quente pareceu inundar seu crebro, de modo quetodo o pensamento fosse extinguido,
substitudo por um impulso selvagem de transformar Dino em uma gelia. Lutando com esta loucura repentina, ouviu a voz de Ron como se viesse de muitolonge. "Oi!"
 .
Dino e Ginny se distanciaram e olharam ao redor. "que?" Ginny disse. "eu no quero encontrar minha prpriairm beijando pessoas em pblico!" "este era um corredor
deserto atque voc chegar!" Ginny disse. O Dino estava olhando embaraado.Deu a Harry sorriso forado que Harry no retornou, porque o monstro recm-nascido dentro
dele estava rugindo para a demisso imediata deDino da equipe "voc vai!" Ginny disse. "eu quero dar uma palavracom meu caro irmo!" Dino saiu, olhando como se no
fosse bom sair da cena. "Certo," disse Ginny, lanando seu cabelo vermelho longofora de sua cara e fitando Ron, "vamos conversar direito uma vez portodas. No 
da
sua conta se eu saio ou o que eu fao com eles, Ron -"", sim!" Ron disse, apenas irritado. "Voc pensa que eu no ouo os outros falando da minha irm" "que?" Ginny
gritou, tirando suavarinha. "O que, exatamente?" "no significa qualquer coisa, Ginny -" disse Harry automaticamente, embora o mostro rugisse sua aprovaos palavras
de Ron. "Oh sim!" disse, alargando-se acima emHarry. "apenas porque voc nunca beijou qualquer uma em sua vida,apenas porque o melhor beijo que voc recebeu foi
de nossa TiaMuriel -" "feche sua boca!" Ron gritou, seu rosto mudando do marrompara o vermelho rapidamente. "No., eu no!" Ginny gritando, aolado dele. "eu o vejo
com a Fleur, esperando ela beij-lo no rostocada vez que voc a v, voc  pattico!! Se voc sasse ecomeasse a namorar um pouco como eu, voc no se ocuparia
tanto de me vigiar!" Ron tinha retirado sua varinha tambm; Harry se postou rapidamente entre eles. "voc no sabe o que est falando!" Ronrugiu, tentando acertar
Ginny em torno de Harry, que estava agora nafrente dela com seus braos abertos. "apenas porque eu no o fao empblico -!" Ginny deu uma grande gargalhada, tentando
empurrar Harrypara longe. "Voc tem beijado Pigwidgeon, tem? Ou talvez tenhacomeado num retrato de Tia Muriel?" Voc - um raio de luzalaranjada voou sob o brao
esquerdo de Harry e errou Ginny porpolegadas; Harry empurrou Ron de encontro  parede. "no sejaestpido -" "Harry beijou Cho Chang!" Ginny gritou, soando atoagora.
"e Hermione beijou Viktor Krum,  somente voc que age comose ele fosse algo que repugna, Ron, e isso  porque voc tem tantaexperincia quanto uma velha de doze
anos!" E com esta, se afastou.Harry olhou rapidamente para Ron; seu o olhar era assassino. Ambospermaneceram l, respirando pesadamente, at a Sra. Norris, gata
dosFilch, aparecera em um canto, quebrando a tenso. "Vamos," disseHarry, porque o som dos ps de Filch alcanou suas orelhas.Apressaram-se escadas acima e ao longo
de um corredor do stimo-andar. "Oi!" Ron grunhiu para que uma aluna pequena saltasse para olado e deixasse cair um frasco de ovas de sapo. Harry observoudistantemente
o som de quebrar o vidro; sentiu-se desorientado,atordoado; como se tivesse sido golpeado.  justo porque  irm deRon, ele pensou. Voc apenas no gostou de v-la
beijando algumporque  irm de Ron. . . Mas escondida em sua mente veio umaimagem daquela o mesmo corredor deserto com ele beijando Ginnypreferivelmente. . . O
mostro em sua caixa ronronou. . . masento viu que se Ron os visse e apontasse sua varinha para Harry,eles talvez deixassem de ser amigos". . . "suposto para ser
meuamigo". . . "Voc pensa que Hermione ficou com Krum? "Krum?" Ronparou abruptamente, porque se aproximaram da Mulher Gorda. Harrypensou culpado e trancou sua imaginnyo
de um corredor deserto onde no haveria Ron, em que e Ginny estavam completamente sozinhos -"que?" disse confuso. "Oh... er..." A resposta honesta era "sim,"mas
no
quis d-la. Entretanto, Ron pareceu recolher a resposta doolhar de Harry. "Dilligrout," disse escura  senhora gorda, eentraram atravs do buraco do retrato na sala
comunal. Nenhuns deles mencionou Ginny ou Hermione outra vez; se deitaram na cama emsilncio, cada um absorto em seus prprios pensamentos. PermaneceuHarry acordado
por muito tempo, olhando acima no dossel de sua cama etentando convencer-se que seus sentimentos para Ginny eraminteiramente de camaradagem. No tinham vivido como
irmo e irmtodo o vero, jogando Kiditch, irritando Ron, e rindo sobre Fleur?Conhecia Ginny a anos agora... Era natural se sentirprotetor. . . natural que queira
olhar para ela. . . que queirabater o membro do time que a beijava... No... teria que controlar esse detalhe que sentia. . . Ron deu um ronco grande.  irm de
Ron,
Harry disse a si mesmo firmemente. Irm de Ron. No arriscaria sua amizade com Ron por qualquer coisa. Procurou se deitar de umaforma mais confortvel e esperou
o
sono vir, tentando ao mximo nopermitir que seus pensamentos fossem para perto de Ginny. Harryacordou na manh seguinte sentindo-se entorpecido e aturdido por umasrie
dos sonhos em que Ron o tinha perseguido com o basto de umbeater, mas pelo meio-dia trocaria feliz o Ron dos sonhos pelo real,que estaria mau-humorado no somente
Ginny com e seu par, mas tambmindiferente e confuso em relao  Hermione. Alm do mais, Ronpareceu ter-se tornado, de noite, to sensvel e pronto parachicotear
como um Explosivin (Ou Snap Explosivo?). Harry gastou odia tentando manter a paz entre Ron e Hermione sem nenhum sucesso;finalmente, Hermione partiu para a cama
no andar de cima, e Ron foipara os dormitrios aps se irritar com os diversos alunos doprimeiro ano que paravam para olh-lo. Ao desnimo de Harry, o novoperfil
agressivo de Ron no se desgastou. Isso coincidiu com ummergulho mais profundo e uniforme em suas habilidades, que o fizeramainda mais agressivo, de modo que durante
a prtica final deKiditch antes de sbado, ele no pegou um nico gol que oschasers marcaram, mas gritou para todos assim que reduziu DemelzaRobins aos rasgos. "voc
fecha acima e me deixa sozinho!" Peakesgritou, que estava a uma altura de aproximadamente dois teros deRon, carregando um basto pesado. "BASTANTES!" Harry gritou,
poistinha visto Ginny girando no sentido de Ron e, recordando suareputao como um rodador do Basto-Bogey, correu para intervir antesque as coisas sassem do controle.
"Peakes, vai e cerca acima doBludgers. Demelza, voc jogou realmente bem hoje, Ron. . esperou-o at que o restante da equipe estivesse fora do alcance antes de odizer,
" meu melhor keper, mas continua a tratar o resto delesmal, e eu estou pensando em tira-lo da equipe." Pensou realmente porum momento que Ron pudesse bater nele,
mas ento algo muito pioraconteceu: Ron pareceu desistir em sua vassoura de toda a luta edisse, "eu renuncio. Eu sou pattico." "voc no  pattico, e vocno est
renunciando!" Harry disse ferozmente, segurando Ron pelaparte dianteira de suas vestes. "voc pode segurar qualquer golquando est confiante, so os seus nervos
que voc tem quecontrolar". "voc acha que tenho um problema mental?" "yeah, talvezeu seja demente!" Se encararam por um momento, ento Ron agitou suacabea cansadamente.
"eu sei que voc no tem tempo para encontrarum outro keper, assim que eu jogarei amanh, mas se ns perdemos, ens vamos perder, eu estarei fora da equipe."Nada
que Harry disse fez alguma diferena. Ele tentou de todasmaneiras aumentar a confiana de Ron durante o jantar, mas Ron estavamuito ocupado sendo sarcstico e rude
com Hermione para notar. Harrypersistiu igualmente na sala comunal, mas a afirmao dele que o timeinteiro ficaria devastado se Ron sasse foi minada, um pouco,
pelofato, do resto do time estar sentando em um canto distante,murmurando claramente contra Ron e lhe lanando olhares atravessados.Finalmente, Harry tentou ficar
bravo novamente na esperana deprovocar Ron em um desafio, na esperana que fosse uma atitudesalvadora, mas esta estratgia no pareceu funcionar mais que oencorajamento;
Ron foi para cama to abatido e desesperado comosempre.Harry permaneceu acordado durante um longo tempo na escurido. Eleno queria perder a partida de estria;
no s por ser a primeiradele como Capito, mas ele estava determinado a derrotar Draco Malfoyno kiditch, j que ele ainda no pde provar suas suspeitas sobreele.
Se Ron jogasse como ele tinha feito nos ltimos treinos, aschances deles de ganharem eram muito poucas. . . .Se houvesse algo que ele pudesse fazer para Ron se concentrar...
lhefazer jogar com o melhor de sua forma . . . algo que asseguraria queRon teria um dia realmente bom....E a resposta chegou a Harry em um golpe sbito e glorioso
deinspirao.O caf da manh estava mais albusraado que o habitual na manhseguinte; os seleterins assobiaram e gritaram ruidosamente quandocada membro do time
da Grefindor entrou no Salo Principal. Harryolhou para o teto e viu um cu azul claro, plido: um bompressgio.A mesa de Grefindor, uma massa slida de vermelho
e ouro, se alegrouquando Harry e Ron se aproximaram. Harry sorriu e acenou; Ron deu umsorriso fraco e balanou a cabea dele." Se anime, Ron "! chamou Lil. " Eu
sei que voc ser brilhante "!:Ron a ignorou."Ch "? Harry lhe perguntou. " Caf? suco de abbora?" " Qualquercoisa, Ron disse taciturno, dando uma mordida mal-humorada
natorrada.Alguns minutos depois, Hermione, que tinha ficado to cansada dorecente comportamento desagradvel de Ron que no tinha vindo para ocaf da manh com eles,
parou ao lado deles na mesa." Como vocs esto se sentindo "? ela perguntou, os olhos fixos nanuca de Ron." Bem", Harry disse enquanto se concentrava em dar a Ron
um copo desuco de abbora. " Aqui est, Ron. Beba."Ron tinha levado copo aos lbios dele quando Hermione dissenitidamente."No beba isso, Ron "!Harry e Ron olharam
para ela"Por que no "? disse Ron.Hermione, agora, estava encarando Harry como se ela no pudesseacreditar nos prprios olhos." Voc colocou algo naquela bebida
"."Desculpe "? disse Harry." Voc me ouviu. Eu o vi. Voc colocou algo na bebida de Ron. Vocainda est com a garrafa em sua mo direita" !" Eu no sei sobre o que
voc est falando, "Harry disse, guardando apequena garrafa rapidamente no bolso." Ron, eu te aconselho, no beba isto "! Hermione disse novamente,alarmada, mas
Ron apanhou o copo, tomou um gole e disse, " Pare demandar em mim, Hermione ".Ela o olhou escandalizada. Se abaixando de forma que s Harry poderiaouvir, ela disse,
" Voc poderia ser expulso por isso. Eu nuncacreditaria isso a voc, Harry "!" Olhe quem est falando, " ele sussurrou de volta. " Confundindoalgum ultimamente
"?Ela ruidosamente foi para longe deles na mesa. Harry a viu ir sempesar. Hermione nunca, realmente, tinha compreendido o quo srio umjogo de kiditch era. Ento,
ele deu uma olhada para Ron que estavaestalando os lbios." Quase na hora  disse jovialmente.A grama gelada amassou sob os ps deles quando foram para o campo."
Que sorte o clima estar bom, n "? Harry perguntou para Ron." Sim," Ron disse, plido e com aparncia doentia.Ginny e Demelza j estavam usando os uniformes de Kiditch
eesperando no vestirio." Condies ideais",disse Ginny, ignorando Ron. " E adivinha? Vaisey,aquele chaser da Seleterim, - ele levou um balao na cabea ontemdurante
o treino e est muito dolorido jogar! E o melhor  que -Malfoy est doente tambm "!"O que "? disse Harry, girando para a encarar. " Ele est doente? Oque est errado
com ele "?" No fao idia, mas  timo para ns", disse Ginny alegre. " Harperest jogando no lugar dele; ele est no mesmo ano que eu e  umidiota ".Harry sorriu
vagamente, mas quando ele puxou as vestes escarlatesdele, a mente estava bem longe do kiditch. Malfoy uma vez disse queno poderia jogar devido a um ferimento, mas
naquela ocasio tinhatido certeza que a partida inteira foi marcada para uma data maisconveniente para a Seleterim. Por que agora ele estava satisfeito emser substitudo?
Ele estava realmente doente, ou ele estava fingindo?" Suspeito, no ?" ele disse a meia voz ao Ron. " Malfoy nojogar "?" Sorte, eu chamo isto," Ron disse, parecendo
ligeiramente maisanimado. " E com Vaisey fora tambm, ele  o melhor chaser dotime deles, eu no imaginei - eh "! ele disse, de repente, e parou ameio caminho de
colocar as luvas de keper e encarar Harry."O que "?" Eu... voc. . ". Ron tinha perdido a voz, parecia assustado eexcitado. " Minha bebida... meu suco de abbora...
voc nocolocou...?"Harry ergueu as sobrancelhas dele, mas no disse nada, exceto, " Nsestaremos comeando em, aproximadamente, cinco minutos,  melhor voccalar
suas botas".Eles caminharam para fora sob o barulho de rugidos tumultuosos evaias. Um lado do estdio era totalmente vermelho e ouro; o outro, ummar de verde e prateado.
Muitos Lufa- Lufa e Ravenclaw tinham tomadopartido tambm: Entre todos gritando e batendo palmas, o rugido dofamoso chapu com leo de Luna Lovegood podia ser ouvidodistintamente.H







arry alcanou Madame Hooch, a arbitra que estava pronta para lanaras bolas da caixa." Capites dem um aperto de mo, " ela disse e Harry teve a mo deleesmagada
pelo novo Capito da Seleterim, Urquhart. " Monte suasvassouras. No apito. . . trs... dois... um..."O apito soou, Harry e os outros impulsionaram o solo duro e
congeladoe eles voaram.Harry planou ao redor do permetro do campo, olhando a procura dopomo e mantendo um olho em Harper que estava ziguezagueando logoabaixo dele.
Ento, uma voz que era diferente do comentaristahabitual, comeou." Bem, l vo eles e eu acho que ns todos fomos surpreendidos ao vero time que Potter reuniu este
ano. Muitos pensaram, devido aodesempenho horroroso de Ronald Weasley como keper ano passado, queele seria retirado do time, mas claro que, uma amizade pessoal entima
com o Capito ajuda. . . ."Estas palavras foram saudadas com zombarias e aplausos no fim pelosseleterins. Harry deu uma volta com a vassoura para olhar para opdio
do comentarista. Um visitante, loiro aguado com um nariz viradopara cima estava l, falando no megafone mgico que tinha sido umavez Lino Jordan; Harry reconheceu
Zacharias Smith, um jogador de Ofllepufle de quem ele desgostava." Oh, e aqui vem a primeira tentativa de Seleterim de gol,  Urquhartque lidera o lance e -"Estmago
de Harry revirou." - Weasley defendeu, bem, algumas vezes a pessoa tem sorte, eusuponho. . . ."" Isso  certo, Smith, ele tem," Harry murmurou, sorrindo,mergulhando
entre os chasers com os olhos procurando em volta poralguma sugesto do snitch.Com uma hora do jogo, Grefindor estava na frente com sessenta pontosa zero, Ron tinha
feito algumas defesas verdadeiramenteespetaculares, algumas com a ponta das luvas dele, e Ginny tinhamarcado quatro dos seis gols da Grefindor. Zacharias efetivamentetinha
parado de dizer ruidosamente que o dois Weasleys s estavam lporque Harry gostava deles, e comeou a falar de Peakes e Coote." Claro que, Coote realmente no 
a escolha habitual para umbeater," Zacharias disse orgulhoso, " eles tm, geralmente, um poucomais de msculo -"" Rebata um balao nele "! Harry disse para Coote
quando ele passouzunindo, mas Coote sorriu amplamente e escolheu apontar o prximobalao para Harper, que estava passando por Harry na direo oposta.Harry ficou
feliz ao ouvir o barulho que significava que o balaotinha encontrado seu albus.Parecia que Grefindor no poderia fazer nada errado. Eles marcaram denovo e de novo,
e de novo e de novo, ao fim de outro lance, Rondefendeu gols com aparente facilidade. Ele estava sorrindo de fatoagora, e quando a multido saudou uma defesa particularmente
boa comum velho coro favorito de "Weasley  Nosso Rei, " ele pretendeu reg-los do alto." Ele pensa que  algum especial hoje, no  "? disse uma vozmaliciosa,
e Harry quase caiu da vassoura quando Harper colidiu durae deliberadamente com ele. " Seu traidor do prprio sangue ... "Madame Hooch estava virada e, embora os
torcedores da Grefindorabaixo gritassem de raiva, at que ela desse uma olhada, Harper jestava longe. Com o ombro doendo, Harry voou atrs dele, determinadoa acert-lo
por atrs. ..." E eu acho que Harper da Seleterim viu o pomo "! disse ZachariasSmith pelo megafone dele. " "Sim, ele viu algo que Potter no viu,certamente!Smith
realmente era um idiota, pensou Harry, ele no os tinha vistocolidir? Mas no momento seguinte, o estmago dele despencou - Smithtinha razo e Harry estava errado:
Harper no estava voando para cimaao acaso, ele tinha avistado o que Harry no viu: O pomo estavaacelerando no alto sobre eles, refletindo contra o cu azul claro.Harry
acelerou; o vento assobiando nas orelhas de forma que istosobrepujou todo o som dos comentrios de Smith ou a multido, masHarper ainda estava  frente dele, e Grefindor
estava s cem pontosna frente; se Harper chegasse l primeiro Grefindor teriaperdido. . . e agora Harper estava prximo disto, a mo deleestendida. ..." Oi, Harper
"! gritou Harry em desespero. " Quanto Malfoy pagou paravir em vez dele "?Ele no soube o que o fez dizer isso, mas Harper reduziu; ele apalpouo pomo e o deixou
deslizar pelos dedos. Harry esticou para aminscula e trmula bola e a pegou."SIM "! Harry gritou. Dando voltas, ele retornou ao solo, o pomoseguro alto na mo dele.
Quando a multido percebeu o que tinhaacontecido, um grande grito subiu que quase sobrepujou o som do apitoque sinalizava o fim do jogo." Ginny, onde voc vai "?
gritou Harry que tinha ousado no meio docampo para encontrar com o resto do time, mas Ginny voou para almdeles at que , com um estrondo alto, ela colidiu com o
pdio decomentaristas. A multido gritou e riu, o time de Grefindoraterrissou ao lado dos destroos de madeira debaixo do qual Zachariasestava se mexendo,: Harry
ouviu Ginny dizendo a uma ProfessoraMcGonagall encolerizada, " Esqueci de frear, Professora,desculpe ".Rindo, Harry se livrou do resto do time e abraou Ginny, mas
a largoubem depressa. Evitando o olhar dela, ele cumprimentou Ron comtapinhas nas costas, toda a inimizade esquecida, o time da Grefindorandando lado a lado e acenando
aos torcedores.A atmosfera no vestirio era jubilosa. " Festa na sala comunal",disse Simas! Dino gritou exuberante. " Venha, Ginny, Demelza "!Ron e Harry foram os
ltimos a deixar o vestirio. Eles quasepartiram quando Hermione entrou. Ela estava torcendo a echarpe daGrefindor nas mos e parecia chateada, mas determinada.
" Eu querodar uma palavra com voc, Harry ". Ela levou respirou funda. " Vocno deveria ter feito isto. Voc ouviu Slughorn,  ilegal ". " O quevai voc fazer,
nos entregar "? exigiu Ron. " Do  que  voc doisesto falando afinal "? perguntou Harry, se virando para retirar ouniforme de modo que nenhum dos dois o visse
sorrindo, " Voc sabeperfeitamente bem sobre o que ns estamos falando!" disse Hermioneestridente. " Voc colocou no suco de Ron a poo da sorte no caf damanh!
Felix Felicis "!" No, eu no coloquei", Harry disse, virando para ficar de frentepara eles." Sim, voc colocou, Harry, e  por isso que tudo deu certo, faltaramjogadores
da Seleterim e Ron defendeu tudo "!" Eu no coloquei "! disse Harry sorrindo amplamente. Ele enfiou amo dentro do bolso de jaqueta e tirou a garrafa minscula queHermione
tinha visto na mo dele de manh. Estava cheia da poodourada e a cortia ainda estava lacrada firmemente com cera. " Euqueria que Ron pensasse que eu tinha feito
isto, assim eu fingiquando eu soube que voc estava olhando ". Ele olhou Ron. " Vocdefendeu tudo porque voc se sentia afortunado. Voc fez tudo porvoc ".Ele guardou
a poo novamente."Realmente, no havia qualquer coisa em meu suco de abbora?" Rondisse surpreendido. " Mas o bom tempo. . . e Vaisey no poderjogar. ... Honestamente,
eu no tomei nada da poo da sorte?"Harry balanou a cabea, negando. Ron abriu a boca por um momento,ento virou para Hermione e imitou a voz dela. " Voc colocou
FelixFelicis esta manh no suco de Ron e  por isso ele defendeu tudo!Veja! Eu posso defender gols sem ajuda, Hermione "!" Eu nunca disse que voc no podia, Ron,
voc tambm pensou quetinha sido feito isto!Mas Ron j tinha aberto e sado porta afora com a vassoura em cima doombro dele." Er," Harry disse no sbito silncio;
ele no esperava que o planodele terminasse assim, " Vamos para a festa, ento "?" Voc vai "! disse Hermione, pestanejando por entre lgrimas. " Euestou cansada
de Ron, no momento, eu no sei o que  que eufiz. . . ."E ela tambm saiu tempestuosamente para fora do vestirio.Harry caminhou lentamente atravs dos terrenos
do castelo pelamultido, muitos dos quais gritaram parabns a ele, mas ele sentiauma grande sensao de vazio; ele estava seguro que se Ron ganhasse apartida, ele
e Hermione seriam novamente e imediatamente amigos. Eleno viu como ele poderia explicar a Hermione que o que ela tinhafeito para ofender Ron, possivelmente, era
o beijo a Viktor Krum,no quando a ofensa tinha acontecido h tanto tempo.Harry no viu Hermione na festa de comemorao da Grefindor queestava no auge quando ele
chegou. Alegrias renovadas e palmassaudaram o aparecimento dele e ele foi cercado logo por uma turba daspessoas que o felicitavam. Apesar de evitar os irmos Creevey
quequiseram uma anlise da partida minuto a minuto e um grupo grande demeninas que o cercaram e riam dos menos divertidos comentrios dele ebatiam as plpebras delas,
passou algum tempo antes que ele pudessetentar achar Ron. Afinal, ele se desembaraou de Romilda Vance queestava dando indiretas que gostaria de ir a festa de Natal
deSlughorn com ele. Quando ele estava indo para a mesa de bebidas, elese dirigiu diretamente para Ginny que estava com Arnold, o PygmyPuff, no ombro dela e Crooksants
que miava esperanosamente aos psdela." Procurando Ron "? ela perguntou e sorriu maliciosamente. " Ele estali, o hipcrita imundo.Harry olhou para canto no qual
ela estava indicando. L, paracompleta viso da sala comunal, Ron estava abraado to prximo aLil Brown que era difcil saber que mo era de quem." Parece que
est comendo o rosto dela, no  "? disse Ginny sememoo. " Mas eu imagino que ele deva conseguir melhorar a tcnica dealguma maneira. Bom jogo, Harry ".Ela bateu
levemente no brao dele; Harry sentiu o estmago afundando,entretanto ela caminhou para se servir de mais cerveja amanteigada.Crooksants trotou atrs dela, os olhos
amarelos dele fixos em Arnold.Harry foi para longe de Ron que no viu que ele estava perto, aomesmo tempo que o buraco do retrato estava fechando. Com uma sensaode
pesar, ele pensou ter visto uma juba de cabelo castanho antes queo quadro se fechasse.Ele foi para adiante, evitando Romilda Vance novamente e empurrou oretrato
da Mulher Gorda. O corredor do lado de fora parecia vazio."Hermione "?Ele a achou na primeira sala de aula destrancada que ele tentou. Elaestava sentada na escrivaninha
do professor, sozinha com exceo deum crculo pequeno de pssaros amarelos cantando que em volta dacabea dela que tinha claramente acabado de conjurar. Harry no
pdedeixar de admirar o trabalho pelo feitio dela." Oh, oi, Harry, " ela disse em uma voz frgil. " Eu s estavapraticando "." Sim. . . eles so - er - realmente
bom. ... " disse Harry.Ele no tinha nenhuma idia do que dizer a ela. Ele estava desejandosaber se havia alguma chance dela no ter notado Ron e ter deixado asala
somente porque a festa estava um pouco desordeira, quando eladisse, em um voz incomum, " Ron parece estar desfrutando ascomemoraes "." Er. . . ele estava"? disse
Harry."No finja que voc no o viu", Hermione disse. " Ele no estavaescondendo exatamente, no  -?"A porta atrs deles se abriu com estrondo. Para o horror de
Harry,Ron entrou rindo, puxando Lil pela mo. ; " Oh, " ele disse e estreitando os olhas  vista de Harry eHermione."Oops "! disse Lil e se retirou da sala dando
risada. A portafechando bateu atrs dela.Houve um horrvel, denso e constrangedor silncio. Hermione estavaencarando Ron que se recusou a olhar, mas disse com uma
misturaestranha de desafio e falta de jeito, " Oi, Harry! Queria saber onde voc estava "!Hermione saiu de trs da escrivaninha. O pequeno rebanho de pssarosdourados
continuava cantando em crculos ao redor da cabea dela deforma que ela se parecia um modelo estranho e plumoso do sistemasolar." Voc no deveria deixar Lil esperando,
" ela disse baixo. " Eladesejar saber onde voc foi ".Ela caminhou lentamente e ereta at a porta. Harry olhou de soslaiopara Ron que estava aliviado que nada pior
tivesse acontecido."Oppugno "! Veio um grito agudo da porta.Harry girou para ver Hermione que apontava a varinha dela para Ron, aexpresso selvagem: O pequeno rebanho
de pssaros estava acelerandocomo balas douradas gordas para Ron que gemeu e cobriu o rosto com asmos, mas os pssaros atacaram, bicaram e arranharam todo pedao
decarne que eles podiam alcanar."Gerremoffme "! ele gritou, mas com um ltimo olhar de friavingativa, Hermione abriu porta e desapareceu por ela. Harry pensouter
ouvido um soluo antes dela bater.










Captulo 15
Captulo 15 - O Voto Inquebrvel


Neve estava caindo mais uma vez contra as janelas frias; o Natal estava seaproximando rapidamente. Hagrid j havia providenciado as doze usuais arvores denatal para
o Grande Corredor; guirlandas de azevinho e fitas tinham sidotranadas ao redor dos corrimos dos degraus; velas eternas ardiam de dentro doscapacetes das armaduras
e grandes ramos de visco tinha sido pendurado emintervalos ao longo dos corredores. Grupos grandes de meninas tendiam aconvergir debaixo dos ramos de viscotoda vez
que Harru passava, o que causavabloqueios nos corredores; sua sorte, porm, era que os freqentes passeiosnoturnos de Harry tinham lhe dado um extraordinrio conhecimento
das passagenssecretas do castelo, de forma que ele, sem muita dificuldade, andava por rotaslivres entre as classes.Ron que no achava a necessidade destes desvios
por cimes em lugar de alegria,simplesmente reagiu com risadas. Assim, Harry preferiu este riso, era melhoreste Ron engraado, do que o modelo mal-humorado, agressivo
que Harry vinhasuportando durante as ltimas semanas, Ron melhorava mas a um alto preo.Primeiramente, Harry teve que aguentar a presena freqente de Lavender Brownque
parecia considerar qualquer momento que no estivesse beijando Ron comodesperdiado; e depois, Harry se achou o melhor amigo de duas pessoas quepareciam que improvavelmente
falariam novamente um ao outro.Ron, cujo antebrao ainda tinha arranhes e cortes do ataque do pssaro deHermione, estava com um tom defensivo e ressentido."Ela
no pode reclamar", falou para Harry. "Ela namora Krum. Ela acha que eu nonamoraria ningum tambm. Bem,  um pas livre. Eu no fiz nada de errado".Harry no respondeu,
mas fingiu estar absorvido no livro que supostamente teriaque ler para a aula de Encantos da manha seguinte (Quintessncia: Umadescoberta). Estava determinado a
permanecer amigo de Ron e Hermione, por issoestava passando muito tempo com a boca bem fechada."Eu nunca prometi nada para Hermione ", Ron resmungou. "Quero dizer...
certo,eu ia com ela para a festa de Natal de Slughorn, mas ela nunca disse... apenasamigos... Eu sou uma pessoa livre..."Harry virou uma pginny do Quintessncia
atento, assistindo Ron. A voz de Ronarrastava-se como murmrios, entretanto, pouco audvel, abafada pela crepitaoalta do fogo, pensou Harry que pegou as palavras"
Krum" e " no pode reclamar"novamente.O horrio de Hermione estava to cheio que o Harry s podia falar direito comela pela noite. Ron estava, em todo caso, firmemente
distrado com Lavender que,no notou o que Harry estava fazendo. Hermione se recusou a sentar na salacomunal enquanto Ron estava l, Assim Harry geralmente se unia
a ela nabiblioteca em conversaes sussurradas."Ele  perfeitamente livre para beijar quem ele gosta", disse Hermione, enquantoa bibliotecria, Senhora Pince, rondou
as estantes atrs deles. "Eu realmenteno me importo mais".Ela elevou a pena dela e pontilhou um i to ferozmente que perfurou um buracono pergaminho. Harry no
disse nada. Ele pensou que a voz dele seriadesnecessria. Ele se curvou um pouco sobre o Fabricao Avanada de Poes econtinuou fazendo notas em Elixires Perptuos,
enquanto pausava para decifrar asteis adies teis do prncipe, sendo auxiliado pelo texto de Libatius Borageocasionalmente."E incidentemente", disse Hermione,
depois de alguns momentos, "voc precisa tercuidado."Pela ltima vez", disse Harry, falando em um tom ligeiramente rouco aps trsquartos de hora de silncio, "eu
no vou devolver este livro. Eu aprendi maisprncipe mestio do que Snape ou Slughorn me ensinariam--""Eu no estou falando sobre seu prncipe estpido", disse Hermione,
dando para olivro um olhar srdido como se ele tivesse sido rude com a ela. "Estou falandosobre hoje cedo. Entrei no banheiro das meninas, logo antes de vir pra
c e lhavia uma dzia de meninas, inclusive Romilda Vane, tentando decidir comoutilizar em voc um filtro amoroso. Tudo que elas esto esperando conseguir que
voc as leve  festa de Slughorn, e elas parecem ter comprado de Fred eGeorge poes do amor, eu tenho medo de elas provavelmente trabalha--"."Por que voc no as
confiscou ento?" Harry exigiu, parecia extraordinria amania de Hermione em apoiar as regras, poderia ter abandonado-a nestaconjuntura."Elas no estavam com as
poes no banheiro", disse Hermione desdenhosa. "Elasestavam discutindo tticas. Como eu duvido, o "prncipe mestio" ela deu para olivro outro olhar desdenhoso,
poderia inventar um antdoto imediatamente parauma dzia de filtros amorosos diferentes. Assim, eu convidaria algum para ircom voc, isso pararia todas que esto
pensando que ainda tem uma chance. Amanhaa noite, elas estaro desesperadas"."No h ningum que eu queira convidar", resmungou Harry, estava tentando nopensar
em Ginny por mais que ela pudesse ajudar, apesar do fato de ela continuarsemeando sonhos por Harry, de modo que lhe faziam aliviadamente grato que Ronno pudesse
executar Leitura de mentes."Bem, s tenha cuidado com o que voc bebe, porque Romilda Vane vai tentar levarseu plano", disse Hermione severamente.Ela debruou em
cima do rolo longo de pergaminho, no qual, estava escrevendo seuensaio de Aritmancia, e continuou arranhando com sua pena. Harry a assistia coma mente longe."Espere
um momento", ele disse lentamente. "Eu pensei que Filch tinha proibidoqualquer coisa comprada dos Artigos de Feitiaria Weasley?"."E quando qualquer um se importa
com o que Filch probe?" Hermione perguntou,ainda concentrada na composio dela."Mas eu pensei que todas as corujas eram rastreadas. Assim como estas garotaspuderam
trazer filtros amorosos  escola?"."Fred e George os enviam disfarados como perfumes e poes de tosse", disseHermione. "Faz parte do servio de entrega por Corujas
deles"."Voc sabe muito sobre isto".Hermione lhe deu o olhar srdido que tinha dado h pouco para o livro deFabricao Avanada de Poes."Estava tudo na parte de
trs das garrafas que eles e Ginny me mostraram novero", ela disse friamente, "eu no passo pondo poes nas bebidas depessoas... ou pretendendo o que  ruim da
mesma maneira..."."Sim, bem, no importa", disse o Harry depressa. "O ponto , Filch est sendoenganado, no? Estas meninas esto trazendo materiais proibidos a
escola,disfarados como qualquer outra coisa! Assim por que Malfoy no poderia tertrazido o colar--?""Oh, Harry... de novo no...""Vamos...Por que no?" Harry exigiu."Olhe",
suspirou Hermione, "Sensores de Segredo descobrem amuletos de m sorte,maldies, e encantamentos, no ? Eles so usados para achar magia negra e seusobjetos. Eles
teriam apanhado uma maldio poderosa, como a do colar, emsegundos. Mas algo que  posto em garrafa errada no--de qualquer maneirafiltros amorosos no so nenhuma
magia negra perigosa---"."Fcil para voc, dizer isso" murmurou Harry, enquanto pensava em Romilda Vane."-- estaria fora do alcance de Filch perceber que isto no
era uma poo detosse, ele no  um feiticeiro muito bom, eu duvido que ele possa conhecer umapoo de--".Hermione parou estarrecida; Harry tinha ouvido tambm.
Algum tinha se movidoatrs deles entre as estantes escuras. Eles esperaram, e momentos depois, viramo semblante de Senhora Pince como um vulto aparecendo no canto
do corredor, suasbochechas afundadas dela, a pele como pergaminho, e o nariz curvo longo delailuminavam-se fracamente pelo abajur que ela estava carregando."A biblioteca
est agora fechada", ela disse, "Voc deve devolver qualquerqualquer coisa que voc pegou emprestada--o que voc faz com este livro, meninodepravado?""No  a biblioteca,
 meu!" disse o Harry apressadamente, enquanto arrebatavaseu Fabricao Avanada de Poes da mesa, ela se apressou e o pegou com uma mode garras."Deteriorado!"
ela assobiou. "Profanado, sujo!"" apenas um livro que foi rabiscado!", disse Harry, enquanto arrancava o livrodela.Ela olhou como se fosse ter um ataque apopltico;
Hermione, que tinha empacotadoas coisas dela apressadamente, agarrou Harry pelo brao e o fez marchar parafora da biblioteca."Ela o proibir da biblioteca se voc
no tiver cuidado. Por que voc tinha quetrazer aquele livro estpido?"."No  minha pela falta que ela est latindo furiosa, Hermione. Ou voc pensaque ela no
escutou que estvamos sendo rudes com Filch? Eu sempre achei quehavia algo entre eles..."."Oh, ha ha.."Desfrutando o fato que eles pudessem falar normalmente de
novo, eles retornaramao longo dos corredores desertos iluminados pelos abajur para a sala comunal,discutindo se Filch e Senhora Pince poderiam estar secretamente
apaixonados."Bugigangas" disse Harry  Senhora Gorda, isto que  a contra-senha nova,festiva."Mesmo a voc", disse a senhora gorda com um sorriso mau, e ela balanou
paraadmitir a entrada."Oi, Harry"! disse Romilda Vane, no momento em que ele apareceu pelo buraco deretrato. "Aceita um gelinho?".Hermione o deu um "O-que-eu-falei-a-voc?"
por sobre os ombros."No, obrigado", disse Harry depressa. "No gosto muito"."Bem, leve estas de qualquer maneira", disse Romilda, enquanto empurrava umacaixa nas
mos dele. "Caldeires de chocolate", tm sabores neles. Meus avs osenviaram a mim, mas eu no gosto"."Oh--certo--muito obrigado." disse Harry que no pde pensar
em mais nada paradizer. " Er-eu estava vindo pra c com..."Ele se apressou atrs de Hermione, seguindo a voz dela."Lhe falei", disse sucintamente Hermione, "Quanto
mais cedo voc convidaralgum, mais cedo elas vo deix-lo em paz e voc pode--".Mas de repente a face dela ficou branca; ela tinha visto h pouco Ron e Lavendersentados
na mesma poltrona."Bem, boa noite, Harry" disse Hermione, entretanto eram s sete horas da noite,e ela foi para o dormitrio feminino sem nenhuma outra palavra.Harry
foi para cama confortando-se que havia mais um nico dia de lies, e apsa festa de Slughorn, ele e Ron partiriam juntos para a Toca. Parecia impossvelagora que
Ron e Hermione fizessem as pazes antes dos feriados, mas talvez, dealguma maneira, o afastamento lhes daria tempo para se tranqilizar e pensarmelhor nos seus comportamentos...Mas
as esperanas dele no eram muitas, e diminuram ainda mais depois desuportar uma aula de Transfigurao com os dois no dia seguinte. Eles tinhamentrado em um tpico
extremamente difcil de transfigurao humana; trabalhandoem frente a espelhos, onde tentavam mudar a cor das prprias sobrancelhas.Hermione riu indelicadamente
quando Ron desastrado, em sua primeira tentativa,conseguiu se dar um enorme bigode espetacular de alguma maneira; Ron retalioufazendo uma expresso cruel, mas precisa
de Hermione, quando ela mexia-se noassento toda vez que Professora McGonagall fazia uma pergunta. Lavender eParvati acharam muito divertido, e Hermione reduziu-se
a beira de lgrimasnovamente. Ela correu para fora da sala de aula ao toque do sino, deixando paratrs suas coisas; Harry, decidindo que a necessidade dela era maior
que a de Ronagora, recolheu os pertences dela e a seguiu.Quando ele a alcalou finalmente, ela entrou no banheiro feminino do andar debaixo. Foi acompanhada por
Luna Lovegood que estava batendo levemente em suascostas."Oh, oi, Harry," disse Luna. " Voc sabe que uma de suas sobrancelhas estaamarela?"."Oi, Luna. Hermione,
voc deixou seus materiais..."Ele ofereceu os livros dela."Oh, sim", disse Hermione, em uma voz sufocada, carregando suas coisas e sevirando depressa para esconder
o fato que estava esfregando os olhos com sualapiseira. "Obrigado, Harry. Bem, melhor eu voltar..."E ela se apressou, sem dar qualquer tempo a Harry para oferecer
palavras deconforto, entretanto ele devia admitir que no havia pensado em nada."Ela esta um pouco transtornada," disse Luna. "Eu achava no princpio que era aMurta
gemendo, mas encontrei Hermione. Ela disse algo sobre Ron Weasley..."."Sim, eles tiveram um desentendimento", disse Harry."Ele s vezes diz coisas engraadas, no?"
disse Luna quando partiram juntos aocorredor. "Mas ele pode ser um pouco indelicado. Eu notei ano passado"."Eu suponho", disse Harry. Luna estava demonstrando a
destreza habitual de falarverdades incmodas; ele nunca tinha conhecido qualquer pessoa como ela. "Vocest tendo um bom perodo?"."Oh, est tudo certo", disse Luna.
"Um pouco s sem Ginny por perto, entretanto.Ela parou dois meninos em nossa Transfigurao, depois chamando-me de Loonyoutro dia--""Voc gostaria de vir hoje 
noite  festa de Slughorn comigo?".As palavras estavam fora da boca de Harry antes de ele as pudesse parar; ele seouviu as dizer como se fosse a fala mais estranha.Luna
virou os olhos protuberantes a ele, surpresa."A festa de Slughorn? Com voc?" "Sim," disse Harry,"  comum convidar algum,pensei que voc poderia gostar.. Eu quero
dizer..." Ele no estava conseguindodeixar suas intenes perfeitamente claras. "Eu quero dizer, como amigos, vocsabe. Mas se voc no quiser...". Como que j esperasse
ela no querer."Oh no, eu amaria ir com voc, como amigos!" disse Luna, irradiando como nuncaele tinha visto antes. "Ningum nunca me convidou a uma festa antes,
como umamigo! Voc tingiu sua sobrancelha, para a festa? Eu deveria tingir a minhatambm?" "No" Harry disse firmemente, "Isso foi um engano. Eu pedirei queHermione
conserte isto para mim. Assim te encontro ento no corredor de entradas oito horas"."AHA!" gritou uma voz, e ambos saltaram; aparecia de repente Pirraa, que estavapendurando
de cabea para baixo em um lustre e estava sorrindo maliciosamentepara eles."Potty convidou Loony para ir a festa ! Potty ama Loony! Potty aaaaamaLooooony!"E ele
zuniu gargalhando corredor a fora e gritando,"Potty ama Loony!""Obrigada por manter as coisas privadas", disse o Harry. E certamente, numinstante toda a escola parecia
saber que o Harry Potter estava levando LunaLovegood  festa de Slughorn."Voc poderia ter levado qualquer uma!" disse Ron em descrena no jantar."Qualquer uma!
E voc escolheu Loony Lovegood?""No chame ela assim, Ron!" disse Ginny, parando atrs de Harry unindo-se aosamigos. "Eu estou realmente alegre por voc est levando-a
Harry, ela esta toentusiasmada".E ela mudou de mesa para sentar-se com Dean. Harry tentou se sentir contente emsaber que Ginny estava alegre por ele estar levando
Luna  festa, mas no podiaadministrar isto totalmente. Longe deles na mesa, Hermione estava sentada s,brincando com seu guisado. Harry notou Ron olhando furtivamente
para ela."Voc poderia dizer que est arrependido", sugeriu Harry abruptamente."O que, e  atacado por outro rebanho de canrios?" Ron murmurou."Por que voc teve
que imit-la?"."Ela riu do meu bigode!"."Assim eu fiz tambm, era a coisa mais estpida que j vi."Mas o Ron no parecia ter ouvido; Lavender tinha chegado h pouco
com Parvati.Se apertando entre o Harry e Ron, Lavender arremessou os braos ao redor dopescoo de Ron."Oi, Harry", disse Parvati que, como Harry, olhou um pouco
envergonhada eenfadou-se com o comportamento dos dois amigos."Oi", disse Harry, "Como voc est? Voc vai ficar Hogwarts, ento? Eu ouvi queseus pais queriam que
voc partisse"."Eu consegui os convencer a ficar" disse Parvati. "Aquela Katie realmenteapavorou eles, mas como no ocorreu qualquer coisa desde... Oh, ola, Hermione"!Parvati
irradiou positivamente. Harry poderia contar que ela estava se sentindoculpada por ter rido de Hermione em Transfigurao. Ele deu uma olhada e viu queHermione estava
de volta radiante, at mesmo mais brilhante. Meninas s vezeseram muito estranhas."Oi, Parvati"! disse Hermione, enquanto ignorava Ron e Lavender completamente."Voc
vai hoje  noite para a festa de Slughorn?""Nenhum convite", disse Parvati tristemente. "Eu amaria ir, no entanto... pareceque vai ser realmente boa... Voc vai,
no ?"."Sim, eu vou encontrar Cormac s oito, e ns vamos -"Houve um barulho como uma rolha que est sendo retirada de uma pia bloqueada, eRon apareceu. Hermione
agiu como se ela tivesse visto ou ouvido qualquer coisa."- ns estamos indo a festa juntos.""Cormac?" disse Parvati. "Cormac McLaggen, voc quer dizer?""Este mesmo"
disse Hermione docemente. "O que *quase* - ela ps muita nfase napalavra - tornou-se Rebeater de Grifinoria"."Voc est saindo com ele, ento?" Parvati perguntou,
olhos arregalados."Oh - sim - voc no soube?" disse Harmione, com uma no-pertencente-a-Hermionerisadinha."No!" disse Parvati, enquanto parecendo impaciente por
esta fofoca. "Wow, vocgosta de seus jogadores de Kiditch, no? Primeiro Krum, ento McLaggen...""Eu gosto de * realmente bons * jogadores de Kiditch", Hermione
a corrigiu,enquanto sorria. "Bem, nos vemos... Vou indo me preparar para a festa...".Ela partiu. Imediatamente Lavender e Parvati se consultaram mutuamente paradiscutir
este novo acontecimento, em tudo que elas tinham ouvido falar algumavez de McLaggen, nunca teriam adivinhado sobre Hermione. Ron pareciaestranhamente branco e no
disse nada. Harry foi levado a ponderar em silncio,o que as meninas fariam em resposta.Quando ele chegou no corredor de entrada s oito horas que noite, ele achou
umnmero extraordinariamente grande de meninas que espreitavam, todos pareciamestar encarando recentidamente quando chegou Luna. Ela estava usando um conjuntode
lantejoulas prateadas que estava atraindo uma certa quantia de risadinhas dosespectadores, mas em todo caso ela parecia bastante agradvel. Harry estavaalegre, ela
tinha deixado seus brincos de rabanete, o colar com o copo decerveja amanteigada, e o espectroscpio dela."Oi" ele disse. "Vamos?""Oh sim", ela disse felizmente.
"Onde est a festa?""No escritrio de Slughorn", disse Harry, enquanto a conduzia pela escadariamarmrea longe de todos o fitando e murmurando. "Voc ouviu,  provvel
que umvampiro esteja vindo?""Rufus Scrimgeour?" Luna perguntou."Eu - O que? disse Harry, desconcertado. "Voc quer dizer o Ministro da Magia?"."Sim, ele  um vampiro",
disse Luna inteirada do assunto. "Papai escreveu umartigo muito longo sobre isto, quando Scrimgeour assumiu o lugar de CorneliusFudge, mas ele foi forado a no
publicar por algum do Ministrio. Obviamente,eles no quiseram que a verdade vazasse!"Harry, pensou que fosse improvvel Rufus Scrimgeour ser vampiro, mas acostumadocom
as vises estranhas do pai de Luna acerca dos fatos, no respondeu; eles jestavam se aproximando do escritrio de Slughorn, e os sons de risada, msica, econversao
alta, estavam crescendo mais a cada passo que eles davam.Se tinha sido construdo assim, ou se ele tivesse usado algum artifcio mgicopara faz-lo, o escritrio
de Slughorn era muito maior que os escritrios deprofessor habituais. Tinham sido drapejados, o teto e paredes com esmeralda,rubis, e toques de ouro, de forma parecida
a uma vasta tenda. O quarto eraabarrotado e sufocante, uma luz vermelha fixa a um abajur dourado fazia parte doelenco, ornado, oscilando no centro do teto no qual
fadas reais estavamtremulando, como pintas brilhantes de luz. Um som alto, acompanhado pelo queparecia bandolins soando em um canto distante; uma neblina de fumaa,
vinda deum tubo pendurado em cima de vrios feiticeiros ancios que conversavam aofundo, e vrios duendes estavam serviam de modo deles pela imensido de joelhos,obscurecidos
pelas travessas prateadas pesadas de comida que eles estavamcarregando, de forma que eles se parecia pequenas mesas perambulando."Harry, meu garoto!" Slughorn falava,
quase assim que Harry e Luna aparecerampela porta. "Entre tantas pessoas eu gostaria de encontrar voc!".Slughorn estava usando um chapu aveludado ornado com bolas
para combinar comsua jaqueta. Agarrou o brao de Harry to firmemente que poderia terdesaparatado com ele, Slughorn o conduziu cheio de intentos na festa; Harryagarrou
a mo de Luna e a arrastou junto com ele."Harry, eu gostaria que voc conhecesse Eldred Worple, um antigo aluno meu, oautor de Os Irmos consangneos: Minha Vida
Entre os Vampiros - e, claro que, oamigo dele Sanguini".Worple que era um pequeno, robusto, um homem grande, agarrou a mo de Harry e asacudiu entusiasticamente;
o vampiro Sanguini era alto e emagrecia com assombras escuras debaixo dos olhos, somente acenou com a cabea. Ele olhoubastante enfadado. Um grupo de meninas estava
se levantando perto dele,parecendo curioso e entusiasmado."Harry Potter, eu simplesmente estou encantado!" disse Worple, enquantoinvestigava discretamente a testa
de Harry. "Eu estava dizendo a ProfessorSlughorn outro dia, Onde estah a biografia de Harry Potter que todos nos estamosesperando?""Er," disse o Harry," voc disse?""Modesto
da mesma maneira que Horace descreveu!" disse Worple."Mas seriamente",-a maneira dele de falar mudou; ficou repentinamente em um tomde negcios-" me seria um prazer
escrever isto - as pessoas almejam saber maissobre voc, querido, almejam! Se voc estiver preparado para me conceder algumasentrevistas, digo sesses de quatro
ou cinco horas, ns poderamos ter um livropronto dentro de meses. E tudo com muito pouco esforo de sua parte, eu oasseguro - pergunte para Sanguini se no for
totalmente - Sanguini, fique aqui!"Worple disse, repentinamente duro, para o vampiro que estava drigindo-se paraperto do grupo de meninas, com um olhar bastante
faminto. "Aqui, distraia-se comisto", disse Worple, enquanto agarrava um duende que passava e ou deu na mo deSanguini antes de voltar a dar ateno para Harry.
"Meu querido, o ouro quepoderamos fazer, voc no tem idia-"."Eu definitivamente no estou interessado", disse o Harry firmemente, "e vi hpouco uma amiga minha,
com licena". E puxou Luna depois dele na multido; elerealmente tinha s visto uma longa juba de cabelo marrom desaparecer entre o quese parecia dois membros dos
Irmos Estranhos."Hermione! Hermione!"."Harry! Ai est voc, graas! Oi, Luna"!"O que aconteceu?" Harry perguntou, para Hermione que parecia distintamentedesordenada,
como se tivesse com uma moita de Armadilha de Diabo."Oh, eu h pouco escapei - eu quero dizer, eu deixei Cormac", ela disse."Debaixo do visco", ela somou em explicao,
quando Harry continuou olhando paraela questionando-a."Voc estava vindo com ele", ele lhe falou severamente. "Eu pensei que issoaborreceria Ron", disse Hermione
desapontada. "Eu pensei durante algum tempo emZacharias Smith, mas, em geral-""Voc considerou o Smith?" disse Harry, revogando."Sim, considerei, e estou comeando
a desejar t-lo escolhido, McLaggen fazGrawp parecer um cavalheiro. Estranho, s vim perceber quando estvamos vindo,ele  to alto...." Os trs dirigiram-se para
o outro lado do salo, atropelandoduendes no caminho, percebendo que Professora Trelawney estava p l sozinha."Oi," disse Luna educadamente a Professora Trelawney."Boa
noite, minha querida", disse Professora Trelawney, enquanto focalizava Lunacom alguma dificuldade. Harry podia sentir o cheiro de licor novamente. "Eu noa vi ultimamente
em minhas aulas..."."No, eu estou com Firenze este ano," disse Luna."Oh, claro", disse Professor Trelawney brava, rindo como bbado. "Ou Dobbin,prefiro pensar nele.
Voc poderia ter pensado, ou no, que agora que volto aescola Professor Dumbledore liberaria este cavalo? Mas no... ns compartilhamosaulas. . . .  um insulto,
francamente, um insulto. Voc sabe..." ProfessorTrelawney parecia bastante alterada para ter reconhecido Harry.Debaixo das crticas furiosas dela a Firenze, Harry
chamou Hermione a um canto edisse, "Deixe eu te perguntar. Voc est planejando para falar Ron que vocinterferiu nas provas de Rebeater?".Hermione elevou as sobrancelhas
dela. "Voc realmente acha que fiz isso?"Harry olhou seriamente para ela. "Hermione, voc pode perguntar paraMcLaggen-""H diferenas", disse Hermione com dignidade.
"Eu no tenho nenhum plano paracontar para Ron, ou qualquer coisa sobre que possa, ou no ter acontecido noteste para a seleo de Rebeateres."Bom", disse o Harry
fervorosamente. "Porque se ele falhar novamente, nsperderemos a prxima partida-"."Kiditch!" disse Hermione furiosamente. " com isso que todos os meninos sepreocupam?
Cormac no me perguntou uma nica coisa, no, eu h pouco fui tratadacomo A Grande Salvao Feita por Cormac McLaggen interrompendo-se -oh no, aivem ele!" Ela se
moveu to rpido que era como se tivesse desaparatado; em ummomento tinha se colocado entre duas bruxas rindo tinha desaparecido.Viu Hermione?" McLaggen perguntou,
forando-se pela multido."No, desculpe", disse o Harry, e ele se virou para conversar com Luna depressa,esquecendo durante um segundo a quem ela estava falando."Harry
Potter!" disse Professora Trelawney em tons fundos, vibrantes, notando-opela primeira vez."Oh, oi", disse Harry sem entusiasmo."Meu querido!" Ela disse em um sussurro.
"Os rumores! As histrias! OEscolhido! Claro que, eu j sabia h tempo.... Os pressgios nunca eram bons,Harry. . . Mas por que voc no se inscreveu em Adivinhao?
Para voc, entretodas as pessoas, o assunto  da extrema importncia!""Ah, Sybilla, todos ns pensamos que nosso assunto  mais importante!" disse umavoz alta, e
Slughorn apareceu a Professora Trelawney pelo outro lado, a facedele muito vermelha, o chapu aveludado um pouco obliquo, um copo de mead em umamo e um enorme pedao
de torta na outra. "Mas eu no acho que haja algo tonatural quanto Poes!" disse Slughorn, dirigindo a Harry um aficionado olhar."Instintivo, voc sabe- como a
me dele! Eu s ensinei alguns tipos dehabilidade, e eu j posso lhe falar, Sybilla - quando apareceu Severus- para ohorror de Harry. Slughorn lhe passou o brao
e parecia puxar o magro Snape peloar para perto deles. "Deixe de se esconder e venha, Severus!", dizia Slughornalegremente. "Eu estava falando sobre capacidade excepcional
de Harry emfabricar poes! Algum crdito voc tem que ter, claro, voc o ensinou durantecinco anos!"Acanhado, com os braos de Slughorn ao redor dos ombros dele,
Snape olhou parabaixo de seu nariz curvo para Harry, os olhos pretos estreitaram. "Engraado, eusempre tive a impresso que nunca consegui ensinar qualquer coisa
para Potter"."Bem, ento,  habilidade natural!" Slughorn gritou. "Voc deveria ter vistofez, primeiro lio, Esboo de Morte Viva - nunca vi um resultado melhor
deestudante em uma primeira tentativa, acho que nem voc, Severus-"."Serio?" disse Snape, os olhos dele ainda grudados em Harry que sentia uma certainquietao,
calado. A ltima coisa que ele queria era Snape comeando ainvestigar a fonte do brilho recm descoberto dele em Poes."Que outras matrias voc est cursando,
Harry?" Slughorn perguntou."Defesa Contra as Artes das Trevas, Encantos, Transfigurao, Herbologia...".Em resumo, "todos os assuntos requeridos para um Auror,"
disse Snape zombandolanguidamente."Sim, bem,  isso o que eu gostaria de fazer," disse Harry desafiadoramente."E um grande voc ser!" Slughorn prosperou."Eu no
penso que voc deveria ser um Auror, Harry," disse Luna inesperadamente.Todo mundo olhou para ela. "O Aurores fazem parte da Conspirao de Rotfang, eupensei que
todo mundo soubesse isso. Eles esto planejando derrubar o Ministriode Magia que usando combinao de Magia Negra e outras armas".Harry respirou fundo e baixou
a cabea. Pensou se realmente, tinha valido trazerLuna. Emergiu, tossindo, sem jeito, mas ainda sorrindo, ele viu algo quereanimou seu esprito: Draco Malfoy sendo
arrastado pela orelha em direo aeles por Argus Filch."Professor Slughorn", ofegou Filch, o ar de queixas e a luz manaca dadescoberta nos olhos inchados dele,
"eu peguei este menino espreitando umcorredor do andar superior. Ele diz ter sido convidado a sua festa e ter partidoatrasado. Voc realmente o convidou?".Malfoy
se livrou das garras de Filch, parecendo furioso. "No, eu no fuiconvidado!" ele disse furiosamente. "Eu estava tentando entrar, feliz agora?"."No, no estou!
disse Filch, numa declarao de extrema vantagem estampada emsua face. "Voc est em apuros, isso sim! As ordens superiores mandam no rondarpor ai, a menos que
voc tenha permisso, no e, eh"?-"Certo, Argus estah certo" disse Slughorn, " Natal, e no  um crime querervir a uma festa. Ento , ns esqueceremos qualquer
castigo; voc pode ficar,Draco.A expresso de furiosa decepo de Filch era perfeitamente compreensvel; maspor que, Harry queria saber, observando Malfoy, ele parecia
quase igualmenteinfeliz? E por que Snape olhava Malfoy como se estivesse bravo e. . . Seriapossvel? ... levemente amedrontado? Mas antes de Harry registrar o que
eletinha visto, Filch tinha se virado e sado, resmungando ruidosamente; Malfoyrecomps o rosto com um sorriso e estava agradecendo a Slughorn por suagenerosidade
e o rosto de Snape exibia novamente uma calma inescrutvel." No  nada, nada," Slughorn disse, renunciando ao agradecimentos de Malfoy. "Eu conheci seu av, afinal
de contas...."" Ele sempre falou muito bem sobre voc, senhor," Malfoy disse depressa. " Disseque voc era o melhor para fazer poes que ele havia conhecido. ..."Harry
encarou Malfoy. No era v-lo puxando saco que o intrigava; ele tinhavisto Malfoy fazer isso por muito tempo com Snape. Era o fato de Malfoy ter,afinal de contas,
um olhar um pouco doente. Era a primeira vez em que ele tinhavisto Malfoy agir como um idoso; agora ele reparou que Malfoy tinha sombrasescuras debaixo dos olhos
e uma cor distintamente cinzenta de pele." Eu gostaria de ter uma palavra com voc, Draco," Snape disse de repente." Agora, Severus," Slughorn disse soluando novamente,
" Por Cristo, no sejamuito duro-"" Eu sou o Diretor da Casa dele e eu decidirei quo duro, ou caso contrrio,gentil devo ser", Snape disse." Siga- me, Draco ".Eles
partiram, Snape a frente com Malfoy parecendo ressentido. Harry esperou ummomento, irresoluto, ento disse, " Eu voltarei daqui a pouco, Luna - er -banheiro "."
Certo, " ela disse distrada e ele pensou t-la ouvido, quando se apressoupara longe da multido, retomar o assunto da Conspirao de Rotfang com aProfessora Trelawney
que parecia genuinamente interessada. Era fcil, uma vezfora da festa, retirar a Capa da Invisibilidade do bolso dele e coloc-la porcima, no corredor completamente
vazio. O mais difcil era achar Snape e Malfoy.Harry correu pelo corredor, o rudo dos ps disfarados pela msica e conversaalta que ainda saia do escritrio de
Slughorn atrs dele. Talvez Snape tivesselevado Malfoy ao escritrio dele nos calabouos... ou talvez ele o estivesseescoltando para a sala comunal da Seleterim
.. Harry encostava a orelha deporta em porta pelo corredor at que, com um grande sobressalto de excitao,ele se abaixou para o buraco da fechadura da ltima sala
de aula no corredor eouviu vozes.." . . no pode cometer erros, porque se voc for expulso -"" Eu no tive nada a ver com isto, certo "?" Eu espero que voc esteja
contando a verdade, porque isso foi tolo edesajeitado. Voc j  suspeito de ter uma mo nisto "." Quem suspeita de mim"? disse Malfoy furiosamente. " Da ltima
vez, eu no fiznada, certo? Aquela garota, Bell, deve ter algum inimigo e no sabe - no meolha como se eu gostasse disso! Eu sei o que voc est fazendo, eu no
souestpido, mas no trabalhar - eu posso parar voc!"Houve uma pausa e, ento, Snape disse baixo, " Ah. . . Tia Bellatrix tem lheensinado Oclumncia, eu vejo.
Que pensamentos estar voc tentando esconder deseu mestre, Draco"?" Eu no estou tentando esconder qualquer coisa dele, eu s no o quero seintrometendo! Harry
ainda apertou mais a orelha contra a fechadura. . . . O queteria acontecido para fazer Malfoy falar a Snape assim - Snape, para quem eletinha mostrado sempre respeito
e tinha at mesmo gostado?" Ento,  por isso que voc tem me evitado? Voc temeu minha interferncia?Voc percebeu isso, tendo faltado e no veio a meu escritrio
quando eu tinhalhe dito repetidamente para ir l, Draco -"" Ento, me ponha em deteno! Informe para Dumbledore "! zombou Malfoy.Houve outra pausa. Ento Snape
disse, " Voc sabe perfeitamente que eu no possoou desejo fazer qualquer uma dessas coisas "." Voc agiria melhor parando de dizer me para ir ao seu escritrio!"
Escute me", Snape disse, a voz dele to baixa agora que Harry teve queencostar a orelha dele bem forte contra a fechadura para ouvir. " Eu estoutentando ajudar.
Eu jurei a sua me que eu o protegeria. Eu fiz o VotoInquebrvel, Draco -"" Vocs tero que quebrar isto, ento, porque eu no preciso de sua proteo! meu trabalho,
ele deu isto para mim e eu estou fazendo, eu tenho um plano e voucumprir, s est levando um pouco mais de tempo que eu pensei que iria "!" Qual  seu plano "?"
No  assunto seu"!" Se voc me contar o que voc est tentando fazer, eu posso ajudar..."" Eu tenho toda a ajuda de que preciso, obrigado, eu no estou s "!" Voc
estava sozinho, certamente, esta noite, na qual foi tolo ao extremo,vagando pelos corredores sem vigia ou auxilio, estes so erros elementares -""Eu teria Crabbe
e Goyle comigo se voc no os tivesse posto em deteno!""Controle sua voz! brigou Snape, para Malfoy que tinha subido sua vozexcitadamente. "Se seus amigos Crabbe
e Goyle pretendem passar a coruja peladefesa contra as artes das trevas, eles precisaro trabalhar melhor do que elesesto fazendo apes-""O que importa?" disse Malfoy.
"Defesa Contra as Artes das trevas -parece piada,no , um ato? Como se algum de ns precisasse dessa Defesa-""Este passo  crucial para nosso sucesso, Draco"! disse
Snape. "Onde voc achaque eu teria chegado todos estes anos, se eu no soubesse agir? Agora me escute!Voc est sendo descuidado, vagando  noite, se for pego, e
se voc estcolocando sua confiana em assistentes como Crabbe e Goyle-""Eles no so os nicos, tenho outras pessoas a meu lado, pessoas melhores!"."Ento por que
no confia em mim, e eu posso-""Eu sei como voc ! Voc quer roubar minha glria!"Houve outra pausa, ento Snape disse friamente, "Voc est falando como umacriana.
Eu entendo totalmente que a priso de seus pais o transtornou, mas-"Harry teve um segundo apenas para alertar-se; ele ouviu os passos de Malfoy nooutro lado da porta
e se arremessou para fora no momento em que a porta estourouabrindo. Malfoy estava descendo o corredor, para alm da porta aberta doescritrio de Slughorn, e sumiu
por um canto distante, longe da vista. Quase noousando respirar, Harry permaneceu abaixado ate Snape deixar lentamente a salade aula. Com uma expresso desconcertada,
ele voltou  festa. Harry ficou nocho, escondeu-se perto de uma armadura, com a mente em uma grande corrida.




Captulo 16
Capitulo 16 - Um Natal Muito Gelado

"Ento, Snape estava se oferecendo para ajud-lo? Ele estava definitivamente se oferecendo para ajud-lo?"
"Se voc perguntar isso mais uma vez." disse Harry," Eu vou pegar esse galho d broto-"
"Eu s to checando!"disse Rony. Eles estavam parados sozinhos na cozinha da Toca afundando as cascas na montanha de brotos da Sra. Weasley. A neve estava forte em
direo a janela na frente deles.
"Sim, Snape estava se oferecendo para ajud-lo!"disse Harry." Ele disse que prometeu para sua me que iria proteg-lo, isso porque ele fez um voto inquebrvel ou
alguma coisa parecida-"
"Um voto inquebrvel?" disse Rony, olhando espantado."Nem, ele no pode ter...voc tem certeza?"
"Sim, eu tenho," falou Harry."Por que, O que isso significa?"
"Bem, voc no pode quebrar um voto inquebrvel...." Eu estive trabalhando fora muito at para mim mesmo, engraadamente demais. " O que acontece se voc quebra
isso?
"Voc morre" disse Rony simplesmente."Fred e George tentaram me pegar para fazer um quando eu tinha mais ou menos uns 5 anos. Eu quase fiz isso tambm, eu estava
pegando com as mos e tudo com o Fred quando papai achou a gente. Ele saiu do srio," disse Rony, com chamas nos olhos dele. "Foi a nica vez que vi papai to zangado
quanto a mame, Fred contou que a ndega esquerda dele nunca mais voltou a ser a mesma desde ento".

", bem, pensando melhor, na ndega esquerda do Fred-"
"Eu te imploro o seu perdo?" disse a voz de Fred e os gmeos entraram na cozinha.
"Aaah, George, olhe isso. Eles esto usando facas e tudo. Abenoe eles."
" Eu vou ter dezessete daqui a pouco" falou Rony mal-humorado" e da eu vou ser capaz de fazer isso com magia, ta!"
"Mas por enquanto," disse George, sentando na mesa da cozinha e colocando seu ps tambm," ns podemos nos divertir olhando voc demonstrar a forma correta de usar
a - whoops-a-daisy!"
"Voc me fez fazer isso!" disse Rony furioso,sugando seu polegar cortado, "espere at eu ter dezessete -"
"Eu tenho certeza que voc ia se deslumbrar todo com a nossa, at agora, insuspeita habilidade mgica," bocejou Fred.
"E falando de at agora insuspeita habilidade, Ronald," falou George, "O que  isso que ouvimos da Ginny sobre voc e a sua jovem senhorita chamada-onde ate a nossa
informao no falta - Lil Brown?"
Rony ficou um pouco vermelho, mas no olhou ofendido quando ele retornou para os brotos."Opine sobre seus negcios."
"Que resposta mais rude," falou Fred. "Eu realmente no sei como voc pensa sobre elas. No, O que ns queremos saber .como aconteceu?"
"Como assim?"
"Ela sofreu algum acidente ou algo parecido?"
"QUE?!?!
"Bem, Como ela consegue sustentar tal grande dano no crebro? Tenha cuidado, agora!"
A Sra. Weasley entrou na sala bem na hora de ver Rony arremessar a faca de cortar broto em Fred, quem transformou isso num aviozinho de papel com um toque "preguioso"
de sua varinha.
"RONY!" ela falou furiosa."No quero nunca mais ver voc atirando facas de novo!"
"Eu no ," disse Rony "ele vai ver s," ele controlou sua respirao, e se virou para a montanha de brotos.
"Fred, George, me desculpem, queridos, mas Remo est chegando hoje  noite, assim que a conta ter que espremer dentro do quarto com voc dois."
"Nenhum problema," disse George.
"Ento, porque Charles no est vindo para casa, que deixa apenas Harry e Rony no sto, e se as coisas de Fleur ficassem com a Ginny"e fizessem o natal de Ginny"
murmurou Fred.
"Todos ficariam confortveis. Bem, elas tm que irem para cama, em todo o caso" disse a Sra. Weasley, soando ligeiramente incomodada.
"Percy definitivamente no mostra a sua cara feia, ento?" Fred perguntou.

A Sra. Weasley pensou um pouco antes de responder. "No, ele est ocupado, eu espero, no ministrio."
"Ou  maior mentira do mundo," disse Fred, e a Sra. Weasley deixou a cozinha. " um dos dois, Bem, vamos comear indo, ento, George."
"O que vocs dois vo fazer?", disse Rony pedindo. "voc podia nos ajudar com esses brotos? Voc poderia apenas usar sua varinha e ento ns estaremos livres tambm!"
"No, eu penso que ns no podemos fazer isso," disse Fred seriamente " um material muito construtivo, aprendendo a descascar brotos sem mgica, faz com que voc
aprecia como  difcil para os mugles a abortos,e se voc quiser pessoas que te ajudem, Rony "adicionou George, jogando o avio de papel nele,"eu no lanaria facas
neles. Apenas uma pequena sugesto. Ns vamos ficar fora da vila, h uma menina muito bonita que trabalha na loja de papel que pensa que meus truques de carto so
algo maravilhoso. . quase como a mgica real... "
"Seu Idiota!" disse Rony sobriamente, prestando ateno a Fred e a George que estavam se sentando atravs da neve. "Voc poderia fazer durante 10 segundos e ns
faramos o resto?
"Eu no poderia," disse Harry. "eu prometi Dumbledore que eu no faliria nada de errado enquanto estiver aqui."
"Ah, sim," disse Rony e descascou mais alguns brotos,"me diga ento, voc vai dizer para Dumbledore o que voc ouviu entre Snape e Malfoy disseram?"
"Aham," disse Harry "eu vou dizer a qualquer um que pode lhe pr um batente, e no alto da lista de Dumbledore . Eu pude dar falar uma palavrinha com seu papai" "piedade,
voc no ouviu o que os Malfoy fazem realmente, embora." "eu no poderia ter feito, eu poderia ? Aquele era o exato momento, ele estava se recusando a dizer Snape."
Se passou um momento ou dois de silncio, depois Ron disso,"Claro!, voc sabe o que papai e Dumbledore vo dizer? Diro que Snape no est tentando realmente ajudar
a Malfoy, ele estava  tentando encontrar o que Malfoy quer."
" Mas eles no o ouviram dizer" disse Harry . "ningum  to bom ator assim, muito menos o Snape"
". . . Eu j estou dizendo, embora" disse Rony.
Harry girado para enfrent-lo, "voc pensa que eu estou certo, no ?"
"Sim, eu acho!" disse Rony rapidamente. " serio, eu acho! Mas todos pensam que ele  fiel a ordem e tudo, no ?"
Harry no disse nada. Tinha-lhe ocorrido j que seria a objeo mais provvel a sua nova evidncia ; poderia ouvir Hermione agora. Obviamente, Harry, estava pensando
em fingir oferecer ajuda, assim poderia enganar Malfoy fazer com que ele conte o que est acontecendo. . . Isso era pura imaginnyo, entretanto, porque no tinha
tido nenhuma oportunidade de dizer a Hermione o que ele tinha em mente. Ela desapareceu da festa de Slughorn antes de ele retornar, ou algo assim, tinha sido informado
por um McLaggen irado, e ela j tinha ido para o quarto quela hora. Enquanto ele e Rony tiveram que sair, para a Toca, cedo naquele dia, tinha mal tido tempo para
desejar-lhe um feliz natal e para dizer que tinha uma notcia muito importante quando eles comearam a voltar do feriado. No era totalmente certo que o tinha ouvido,
embora, Rony e Lil tiveram um adeus completamente no verbal.
Ainda, at mesmo Hermione no poderia negar uma coisa: Malfoy estava definitivamente fazendo algo, e Snape sabia o que era, ento Harry sentiu que estava inteiramente
justificado em dizer "eu te disse, ento" o qual j tinha feito vrias vezes com Rony.
Harry no teve nenhuma chance de falar com o Sr. Weasley, que trabalhava muitas longas horas no ministrio, at a noite de natal. Os Weasleys e seus convidados estavam
sentados na sala de estar, a qual Ginny tinha decorado to prodigamente que era melhor que se sentar em uma exploso de paper-chain .

Fred, George, Harry, e Rony eram nicos que sabiam que o anjo no alto da rvore era na verdade um gnomo de jardim que mordeu Fred no tornozelo quando ele colheu
as cenouras para o jantar de natal. Estupefato, pintado de ouro, apertado em uma sainha de bailarina e com pequenas asas coladas s suas costas, ele envergonhou-se
diante de todos, esse era o anjo mais feio que Harry j tinha visto, com uma cabea careca e grande como uma batata e uns ps particularmente cabeludo.
Todos foram escutar uma transmisso de natal, que era feita pela cantora favorita da Sra. Weasleys, Celestina Warbeck, cuja a voz saia muito alta de dentro do radio
de madeira. Fleur, que achou Celestina muito maante, estava falando to alto no canto da sala que a Sra .Weasley lhe lanou um olhar de fria e, com a sua varinha
apontou, para o volume do radio aumentando-o, de modo que a voz de Celestina crescesse mais ruidosamente.

Sob a tampa de um nmero particularmente animado chamado "um caldeiro cheio e quente, forte de amor," Fred e Jorge comearam uma partida de Snap Explosivo com Ginny.
Ron manteve olhares discretos parabille Fleur, esperando escolher alguma coisa acima para derrubar. Entrementes, Remo Lupin, que estava mais magro e tinha o olhar
agudo de sempre, estava sentado ao lado do fogo, olhando fixamente em suas profundidades, como se no pudesse ouvir a voz de Celestina.
"O Oh, vem agitar meu caldeiro, e se voc fizer isso direito, eu ferv-lo-ei acima de um amor mais forte e quente para mant-lo morno hoje  noite".
"Ns danvamos isso quando ns tnhamos dezoito!" disse a Sra. Weasley, limpando seus olhos no seu tric,"voc se lembra, Arthur?"
"Mphf?" disse o Sr.Weasley, cuja a cabea estava assentido sobre o satsuma que estava descascando."Ah sim, que maravilhosa msica... . Com um esforo, sentou um
pouco mais reto e olhando ao redor para Harry, que estava sentando ao lado dele.
"Me desculpe sobre isso," disse, apontando sua cabea para o radio enquanto Celestina cantava o refro."vai acabar logo."
"Sem problema," disse Harry, sorrindo. "tem tido muito trabalho no Ministrio?"

"Muito," disse o Sr. Weasley"eu no me importaria de se ns ficssemos em qualquer lugar, mas das trs apreenses que ns fizemos nos ltimos meses, Eu suspeito
que um deles  um genuno comensal da morte -s no comente isso, Harry," ele adicionou rapidamente, parecendo muito mais acordado de repente.
"Ainda no prenderam Stanilaus, no ?" perguntou Harry.
"Eu temo que sim," disse o Sr. Weasley. "eu sei que Dumbledore foi apelar diretamente a Quim sobre Stan... .Quero dizer, qualquer um que realmente o entrevistou
concorda que ele  um comensal da morte quanto este satsuma... mas os superiores querem ver se esto fazendo algum progresso, e  trs sons das apreenses  melhores
do que  trs apreenses e liberaes equivocadas . . . mas ainda ,isso  segredo dos superiores-"
"Eu no direi nada," disse Harry.

Ele hesitou por um momento, procurando saber qual era melhor maneira de dizer o que ele queria falar; conforme ele estava organizando seus pensamentos, Celestina
Warbeck comeou uma cano chamada "Voc seduziu diretamente o corao fora de mim."
"Sr. Weasley, voc entendeu o que eu lhe disse l na estao da-?"
"Eu verifiquei isso, Harry," disse o Sr. Weasley . "eu fui procurar na casa dos Malfoy. No havia nada, nem quebrado ou inteiro, que no deve ter estado l."
"Sim, eu sei, vi no Profeta que voc olhou. . . mas isso  algo diferente. . . Bem, algo mais... "
Ele disse ao Sr. Weasley tudo que ele ouviu por acaso entre Malfoy e Snape, conforme Harry foi contando, ele viu a cabea de Lupin se virar um pouco mais para ali,
captando cada palavra. Quando ele terminou de contar, havia um silncio, com exceo da cano da Celestina("Oh, meu corao pobre, aonde foi? Me deixou por um encanto...")
"Isso te ocorreu, Harry," disse Sr. Weasley, "que Snape estava simplesmente fingindo --?"
"Fingindo oferecer a ajuda, de modo que pudesse encontrar o que Malfoy esta fazendo?"Harry disse rapidamente. "Sim, eu pensei que voc diria isso. Mas como ns podemos
ter certeza?"
"No  nosso negcio a saber," disse o Lupin inesperadamente. Tinha girado sua parte traseira no fogo e agora e estava enfrentado Harry atravs do Sr. Weasley. "
negcio de Dumbledore. Dumbledore confia em Severo, e isso deve ser o suficiente para todos ns."
"Mas," disse Harry, "s disse -eu s disse que Dumbledore pode ter cometido um erro sobre Snape"
"As pessoas vivem dizendo isso, muitas vezes. Isso vale se voc confia no julgamento de Dumbledore. Eu confio ; conseqentemente, confio em Severo."
"Mas Dumbledore pode cometer erros," Harry argumentou. "disse ele mesmo. E voc "-- olhou o Lupin em linha reta no olho --" voc, honestamente, gosta de Snape?"
"Eu no gosto nem desgosto de Severo," disse o lupin. "No, Harry, eu estou falando a verdade," ele adicionou, enquanto Harry fez uma expresso ctica. "ns nunca
seremos amigos do peito, talvez; aps tudo que aconteceu entre Thiago e Sirius e Severo, h muita amargura. Mas eu no me esqueo de que durante o ano que eu ensinei
em Hogwarts, Severo fazia a poo de Mata-co todo ms para mim, fazendo corretamente, de modo que eu no tinha que sofrer como eu normalmente sofro a na lua cheia."
"Mas, acidentalmente" disse Harry " deixou escapar que voc  um lobisomem, assim voc teve que ir embora!"disse Harry irritadamente.
Lupin deu de ombros, "a notcia escaparia de qualquer maneira. Ns sempre soubemos que ele quis meu trabalho, mas poderia ter descarregado sua raiva alterando a
poo, o que teria me causado danos maiores. Ele manteve-me saudvel. Eu devo ser grato."

"Talvez no ousou criar problemas com a poo porque o Dumbledore est de olho nele!" falou Harry.
"Voc est determinado a odi-lo, Harry," disse Lupin com um sorriso fraco,"e eu compreendo; Thiago  seu pai e Sirius  seu padrinho, voc herdou um preconceito
velho. Apesar de tudo diga a Dumbledore o que disse  Arthur e para mim, mas no o espere que ele compartilhe de seu ponto de vista; no espere que ele se surpreenda
por voc lhe dizer isso. Pode ter sido ordens de Dumbledore que Snape esteja questionando Draco."
( . . e voc tem rasgado completamente,separadamente, e eu te agradecerei por me devolver meu corao"! Celestina terminou sua cano em uma nota muito longa, berrante
e em um aplauso alto emitido fora do rdio, que a Sra. Weasley se juntou entusiasmadamente.
"Issso terrmino?"disse Fleur alto,"Obirrigado meu Deus ,que coisa mais horrrivel"
"Vamos tomar mais uma bebida, ento?"perguntou alto o Sr.Weasley, dando um salto. "Quem quer gemada?"
"O que tem acontecido ultimamente?" perguntou Harry para Lupin, enquanto o Sr.Weasley se apressou para buscar a gemada, e o todos se esticaram e a conversa comeou.
"Oh, eu estive no subterrneo," disse Lupin. "quase literalmente. por isso que eu no pude escrever, Harry; emitir-lhe letras seria algo de um traidor."
"o que voc quer dizer com isso?"
"eu tenho vivido entre meus companheiros, meus semelhantes," disse Lupin.
"Lobisomens," adicionou,ao ver o olhar de incompreenso ."quase todos esto no lado de Voldemort. Dumbledore quis um espio e aqui eu estava. . . pronto para tudo."
Soou um pouco amargo, e talvez realizou-o, porque sorriu mais calorosamente quando continuou, "eu no estou me queixando;  um trabalho necessrio e quem melhor
faz-lo do que eu? Entretanto, foi difcil ganhar a confiana deles. Eu carrego os sinais de ter tentado viver entre os bruxos, para voc ver, visto que evito a
sociedade normal e vivo nas margens, roubando -- e matando s vezes para comer."
"Como eles vieram a gostar de Voldemort?"
"Pensam que, sob seu domnio, tero uma vida melhor," disse Lupin. "e  duro discutir com o Greyback l fora.
"Quem  Greyback?"
"Voc no ouviu falarem dele?" As mos de Lupin fecharam-se compulsivamente em roupa. "Fenrir Greyback , talvez, o lobisomem o mais selvagem vivo hoje. A honra
da misso de sua vida e morder e contaminar tantas pessoas quanto for possvel; ele quer criar muitos lobisomens para superar os bruxos. Voldemort prometeu-lhe a
rapina no retorno para seus servios. Greyback especializa-se nas crianas. . . Morder jovens, disse ele, e educando-os afastados de seus pais, levando-os a odiar
os bruxos normais. Voldemort tem ameaado levar os lobisomens a atacaremos filhos e as filhas das pessoas; e essa ameaa geralmente produz bons resultados."Lupin
pausou e ento disse, "foi Greyback que me mordeu."
"O que?!"disse Harry surpreso. "quando - quando voc era um garoto, voc quer dizer?"
"Sim. Meu pai tinha ofendido ele. Eu no sabia, por um longo tempo, a identidade do lobisomem que me tinha atacado; Eu senti pena dele, pensando que ele no tinha
tido nenhum controle, sabendo ,ento por ele, que o fraco se transforma. Mas Greyback no  como aquele. Na lua cheia, posiciona-se perto das vtimas, assegurando-se
de que esteja perto o bastantes para golpear. Ele planeja tudo. E este  o homem que Voldemort est usando de marechal para controlar os lobisomens. Eu no posso
fingir que meu tipo particular de argumento racional est fazendo muito progresso contra a insistncia de Greyback que ns, os lobisomens merecem sangue, que ns
devemos nos vingar das pessoas normais."
"Mas voc  normal!"disse Harry ferozmente,"voc apenas tem um-um problema"
Lupin caiu na gargalhada."s vezes voc me lembra muito o Thiago. Ele chamou-o de "meu pequeno problema cabeludo e companhia". Muitas pessoas tiveram a impresso
que eu possua um coelho mal comportado."
Aceitou um copo de gemada do Sr. Weasley com uma palavra de agradecimento, olhando ligeiramente mais animado, Harry, entrementes, sentiu-se mais feliz. Esta ltima
meno na lembrana de seu pai fez Harry se lembrar que havia algo que ele estava ansiosa para perguntar para Lupin.
"Voc j ouviu falar de algum chamado de o prncipe mestio?"
"Mestio o que?"
"Prncipe," disse Harry, prestando ateno nos sinais de reconhecimento dele

"No h nenhum prncipe entre os bruxos ," disse o lupin, sorrindo agora. " este o ttulo que voc pensar de adotar? Eu pensei que o  escolhido  seria bastante."
"No  nada a ver comigo!"disse Harry indignado."o prncipe mestio  algum que costuma ir para Hogwarts, eu achei um livro velho de poes. Ele escreveu feitios
em todo o livro, feitios que ele inventou. E um deles se chama Levicorpos
"Oh Levicorpus, esse foi uma grande moda durante o meu tempo em Hogwarts" disse lupin"houve alguns meses em meu quinto ano em que voc no poderia se mover se no
seria iado no ar por seu tornozelo."
"Meu pai usou isso," disse Harry. "eu vi ele na Penseira, ele usou em Snape." Tentou fazer com que soa-se ocasional, como se este era um comentrio sem nenhuma importncia
real, mas ele no tinha certeza se tinha o efeito que ele queria; O sorriso de Lupin era de compreenso.
"Sim," disse, "mas no era nico. Como eu disse, era muito popular. . . Voc sabe estes feitios indo e vindo.
"Mas soa como ele era quando voc estava na escola,"Harry insistiu.

"No necessariamente" disse Lupin "Feitios entram e saem de moda como todas as coisas"Ele olhou para a face de Harry e ento disse calmamente "Thiago era um puro
sangue, Harry, e eu prometo a voc, ele nunca pediu a ns para cham-lo de `Prncipe".Abandonando a pretenso, Harry disse "E no era Sirius? Ou voc?""Definitivamente
no""Oh" Harry encarou o fogo. "eu apenas pensei - bem, ele me ajudou muito nas aulas de Poes, o Prncipe" "Quanto tempo tem essa livro, Harry?""Eu no sei, Eu
nunca chequei""Bem, talvez isto te d uma dica de quando o Prncipe esteve em Hogwarts" disse Lupin.Pouco depois disso, Fleur decidiu imitar Celestina cantando "Um
caldeiro cheio de quente, forte amor" o que pendeu a ateno de todos, um vez que eles ficaram vislumbrados. A expresso da Sra. Weasley, dava a pista que era hora
de ir para a cama. Harry e Ron escalaram at o sto quarto de Ron, quando uma cama de acampamento foi adicionada para Harry.
Ron caiu no sono quase que imediatamente, mas Harry procurou em seu ba e o puxou sua copia de "Fazendo Poes Avanadas" antes de ir para a cama. Onde ele virava
as pginnys, procurando at que ele finalmente encontrou, na frente do livro a data em que ele foi publicado. Isto foi quase cinqenta anos atrs. Nenhum de seus
pais, ou amigos de seus pai, esteve em Hogwarts cinqenta anos atrs. Se sentindo desapontando, Harry jogou o livro de volta no ba, desligou a lmpada e se virou
na cama pensando em lobisomens e Snape, Stan Shunpike e o Prncipe Mestio, e finalmente caiu em um sono preocupado cheio de sombras rastejantes e o choro de crianas
mordidas.
"Ela deve estar brincando..."Harry acordou com o comeo de achar uma saliente meia comprida saindo de sua cama. Ele colocou seus culos e olhou em volta. A pequena
janela quase completamente obstruda pela neve e na sua frente, Ron estava sentando

"O que  isso?" perguntou Harry"Isto veio de Lavender" disse soando revoltado. "Ela adquiriu pensando honestamente que eu usaria..."Harry olhou mais de perto e soltou
muitas risadas. Balanando onde o colar em largas letras douradas tinha as palavras "Meu amor""Legal" ele disse "Na moda. Voc devia definitivamente usar isto na
frente de Fred e George""Se voc contar a eles,"Ron disse, tirando o colar de vista, por baixo de seu travesseiro, "Eu - Eu - Eu vou -""Gaguejar para mim?" disse
Harry gargalhando. `Vem c, voc acha-?"Como ela pode pensar que eu gostaria de algo com isto, de alguma forma? Ron precisou de um pouco de ar, olhando particularmente
chocado.
"Bem, pense" disse Harry "Voc j deixou um bilhete que voc gostaria de sair em publico com as palavras `meu amor em volta do pescoo"?"Bem... ns realmente no
conversamos mundo" disse Ron "Principalmente sobre..."
"Namoro" disse Harry."Bem, sim" disse Ron. Ele hesitou por um momento, ento disse, "Hermione est saindo com o McLaggen?"
"No sei," disse Harry. "Eles foram na festa do Slughorn juntos, mas no acho que tenha ido to bem."

Ron parecia ligeiramente mais alegre enquanto vestia mais profundamente sua meia. Os presentes de Harry incluam um suter com um grande Espio Dourado trabalhando
na frente, feito a mo pela Sra. Weasley, uma caixa grande do Feiticeiro ofegante dos Weasleys produtos dos gmeos, e um ligeiramente mido, cheirando mofo pacote
que veio com um rtulo para o Mestre, De Kreacher.(Monstro)Harry encarou aquilo. "Voc considera seguro abrir isto?" ele perguntou. "No pode ser nada perigoso,
todos nosso correios ainda est sendo examinados pelos Ministrio," respondeu o Ron, entretanto ele estava olhando o pacote suspeitosamente."Eu no pensei em dar.
Pessoas normalmente do para aos seus elfos domsticos presentes de Natal?" perguntou Harry, cutucando o pacote cuidadosamente.
"Hermione vai," disse o Ron. "Mas vamos esperar e v o que  antes de voc comear sentimento culpado."Um momento depois, Harry deu um grito alto e saltou fora da
cama de acampamento dele; o pacote continha um nmero grande de larvas de inseto. "Agradvel," disse o Ron, enquanto rugia com risadas. "Muito pensativo."

"Eu os preferiria ter isso que aquele colar," disse Harry, o que sossegou Ron mais uma vez.Todo o mundo estava usando suteres novos quando todos eles se sentaram
para o almoo de Natal, todo o mundo menos Fleur (em quem, se apareceu, Sra. Weasley no tinha querido desperdiar um) e a prpria Sra. Weasley, que estava ostentando
um novo chapu de bruxa azul noite brilhante com que pareciam pequenos brilhantes diamantes e um espetacular colar dourado. O "Fred e George os deram para mim! Eles
no esto bonitos?" .: "Bem, ns achamos que ns apreciamos voc cada vez mais, Mame, agora que ns estamos lavando nossas prprias meias," disse o George, enquanto
acenando com a mo no ar. "Parsnips, Remus"."Harry , voc tem uma larva de inseto em seu cabelo," disse Ginny alegremente, enquanto apoiava na mesa para tirar isto;
Harry sentiu arrepios na nuca que no tinham nada a ver com a larva de inseto. " Ow, horrvel" disse Fleur, com um pequeno tremor afetado.
"Sim," no ? disse Ron. "Molho, Fleur"?
Para ajudar, ele jogou a tigela de molho no ar;billpegou sua varinha e o molho planou no ar e voltou humildemente a tigela. "Voc  to ruim quanto Tonks," disse
Fleur a Ron, quando ela tinha terminado de beijar obillagradecendo.

"Ela sempre est batendo-"
"Eu convidei a querida Tonksa hoje," disse Sra. Weasley, fixando abaixo as cenouras com fora desnecessria e luzindo a Fleur. "Mas ela no deve vir. Voc falou
ultimamente com ela, Remus"?
"No, eu no entrei muito em contato com qualquer pessoa," disse Lupin. "Mas Tonks tem a prpria famlia dela para ir, no tem?"
"Hmmm," disse Sra. Weasley. "Talvez. Eu tive a impresso que ela estava planejando passar o Natal s, de fato".
Ela deu para Lupin um olhar aborrecido, como se isso fosse sua culpa dela ela estava adquirindo Fleur para uma nora em vez de Tonks, mas Harry, olhando pela Fleur
que agora estava alimentandobillcom pedaos de peru usando o seu prprio garfo, pensou que Sra. Weasley estava lutando uma batalha longo perdida.

Porm, lhe fizeram lembrar de uma pergunta que ele teve com respeito a Tonks, e quem melhor perguntar que Lupin, o homem que conhece tudo sobre Patronos?
O Patronus de Tonks" mudou sua forma," ele lhe falou. "Snape disse to de qualquer maneira. Eu no soube que isso pudesse acontecer. Por que seu Patronus mudaria?"
Lupin levou um tempo mastigando seu peru e engoliu antes de dizer lentamente," s vezes... um grande choque... uma reviravolta emocional ..." "Parecia grande, e
teve quatro pernas," disse o Harry, pego por repentina pensamento e abaixando a voz dele. "Ei... no pde ser-?"
"Arthur!" dito Sra. Weasley de repente. Ela tinha levantado da cadeira dela; a mo dela foi apertada em cima do corao dela e ela estava fitando fora da janela
de cozinha. "Arthur- Percy!"
"O que?"
Sr. Weasley deu uma olhada. Todo o mundo olhou depressa para a janela; Ginny lutava por um lugar melhor. L, seguro bastante, era Percy Weasley, parado prximo do
jardim com neve, seus culos de armao de chifre com suas bordas dele refletindo na luz solar. Porm, ele no estava s.
"Arthur, ele est-ele est com o Ministro!"
E seguro bastante, o homem que o Harry tinha visto no Profeta Dirio estava seguindo junto com Percy, mancando ligeiramente, a juba dele de cabelo ficando cinzento
e a capa preta manchada com neve. Antes de qualquer coisa que eles poderiam falar e dizer, O Sr. e Sra. Weasley trocaram olhares, a porta dos fundos abriu e l estava
de p Percy.
Havia o silncio doloroso de um momento. Ento Percy disse com bastante rigor," Feliz Natal, Me".
"Oh, Percy!" disse Sra. Weasley, e ela se lanou nos braos dele. Rufus Scrimgeour parou na entrada, sorrindo como ele observou esta cena afetando.
"Voc tem que perdoar esta intruso," ele disse, quando Sra. Weasley olhou para ele, enquanto irradiando e esfregando os olhos dela. "Percy e eu estvamos na redondeza-trabalhando,







 voc sabe-e ele no pde resistir de vir at aqui e ver a todos.

Mas Percy mostrou nenhum sinal de querer cumprimentar qualquer um do resto da famlia. Ele estava de p, e reto e olhando desajeitado, e fitou todos por cimas das
cabeas. Sr. Weasley, Fred, e George estavam todos observando-o, olhar duro.
"Por favor, entre, se sente, Ministro"! tremulado Sra. Weasley, endireitando o chapu dela. Tenha um pequeno purkey, ou algum tooding. ... Eu quero dizer-"
"No, no, minha querida Molly," disse Scrimgeour.Harry adivinhou que ele tinha conferido o nome dela com Percy antes de eles entrassem na casa. "Eu no quero intrometer,
no estaria aqui nada se Percy no tivesse querido ver voc to duramente. . . ."
"Oh, Percy!" disse Sra. Weasley em pranto, alcanando at o beijar.". , . Ns s ficaremos uns cinco minutos, assim eu terei um passeio ao redor da jardim enquanto
voc fica com Percy. No, no, eu o asseguro eu no quero me intrometer! Bem, se qualquer pessoa se preocupasse em me mostrar seu charmoso jardim . . . Ah este jovem
terminou, por que ele no d uma volta comigo?"
A atmosfera ao redor da mesa mudou perceptivelmente. Todo mundo olhou de Scrimgeour a Harry. Ningum parecia achar a pretenso de Scrimgeour que de no saber o nome
de Harry convincente, ou acha natural que ele tivesse sido escolhido acompanhar o Ministro ao redor do jardim quando Ginny, Fleur, e George tambm estavam pratos
limpos.
"Sim, certo," disse o Harry no silncio. Ele no foi enganado; pela a conversa de todo o Scrimgeour que eles h pouco tinham estado na rea que Percy quis ver a
famlia dele, esta deve ser a real razo que eles tinham vindo, de forma que Scrimgeour poderia falar s com Harry."Est bem," ele disse quietamente, quando ele
passou por Lupin que meio levantou de sua cadeira. "timo," ele acrescentou, quando Sr. Weasley abriu a boca para falar.

"Maravilhoso!" disse Scrimgeour, enquanto esperou para Harry passar pela porta  frente. "Ns apenas levaremos um tempo no jardim, e Percy e eu iremos. Continue,
todo o mundo"!
Harry caminhou para o outro lado do jardim enorme, coberto de neve dos Weasleys, Scrimgeour que mancava ligeiramente ao lado dele. Ele teve, o Harry soube, sido
Chefe do escritrio de Auror; ele parecia duro e marcado com uma cicatriz, muito diferente de Fudge digno no chapu de coco dele.
"Encantando," disse Scrimgeour, enquanto parava  cerca de jardim e olhando fora em cima do gramado nevado e as plantas indistinguveis. "Encantando." Harry no
disse nada. Ele sabia que Scrimgeour estava o observando.
"Eu quis conhec-lo durante um tempo muito longo," disse Scrimgeour, depois de alguns momentos. "Voc soube isso?"
"No," disse Harry sinceramente.
"Oh sim, durante um tempo muito longo. Mas Dumbledore tem protegido muito voc," disse Scrimgeour. "Natural, claro que, natural, depois do pelo qual voc passa ou.
. . . Especialmente o ao qual aconteceu no Ministrio...":
Ele esperou por Harry dizer algo, mas o Harry no obrigou,: assim ele continuou," eu tenho esperado para uma ocasio para falar com voc desde que eu obtive um escritrio,
mas Dumbledore tem- de formar compreensvel, como digo eu-prevendo isto."
Ainda, o Harry no disse nada, esperando.
"Os rumores que voaram ao redor!" disse Scrimgeour. "Bem, claro que, ambos sabemos como estas histrias so torcidas... todos estes sussurros de uma profecia. .
. de voc sendo o Escolhido. . ."Eles estavam chegando perto agora, Harry: o motivo de Scrimgeour estar aqui.
"Eu presumo que Dumbledore discutiu estes assuntos com voc"?,
Harry deliberou, enquanto desejando saber se ele deveria mentir ou no. Ele deu uma olhada s pequenas impresses de gnomo ao redor dos canteiros de flores, desgaste
do remendo que marcou a mancha onde o Fred tinha pegado o gnomo que usa o goro agora ao topo da rvore de Natal. Finalmente, ele decidiu contar a verdade... ou um
pedao dela.

"Vocs tem, vocs tem. . ." disse Scrimgeour. Harry poderia ver, forado canto do olho dele, Scrimgeour piscando para ele, ento ele fingiuestar muito interessado
em um gnomo que tinha cutucado h pouco sua cabea fora de debaixo de um rododentro congelado.
"E o que Dumbledore lhe contou, Harry"?"Desculpe, mas isso  entre ns," disse Harry. Ele manteve a voz dele to agradvel quanto ele pde, e o tom de Scrimgeour,
tambm,estava claro e amigvel quando disse ,
" Oh, claro que, se for uma pergunta de confianas, eu no quereria que voc divulgasse. . . no, no... e em todo caso, realmente importa se voc  o Escolhido
ou no?"Harry teve que ponderar durante alguns segundos antes de responder. "Eu realmente no sei o que voc quer dizer, Ministro"."Bem, a voc importar enormemente
claro" disse Scrimgeour com um riso. "Mas para a maioria da comunidade mgica. .. Isto toda a percepo , no ?  que pessoas acreditam que isso  importante."Harry
no disse nada. Ele pensou ele viu, vagamente, onde elesestavam encabeando, mas ele no ia ajudar para Scrimgeour a chegar l. O gnomo debaixo do rododentro estava
cavando agora para lombrigas a suas razes, e o Harry manteve os olhos dele fixados nisto.

As "pessoas acreditam que voc  o Escolhido, voc v," disse Scrimgeour. "Eles o pensam que voc  um heri - o qual, claro que, voc forma, Harry, sendo escolhido
ou no! Quantas vezes aquele-que-no-deve-ser-nomeado voc enfrentou agora? De qualquer maneira" ele apertou, sem esperar por uma resposta, " o ponto , voc  um
smbolo de esperana para muitos, Harry. A idia que h algum l fora que poderia ser capaz, que poderia ser destinado at mesmo, a destruir Ele-quem-dever-no-ser-nomeado-bem,
naturalmente, d um animo para as pessoas. E eu no posso ajudar mas posso sentir que, uma vez que voc perceber isto, voc poderia considerar isto, bem, quase um
dever, se levantar ao lado do Ministrio, e d para todo o mundo um apoio."

O gnomo h pouco tinha conseguido adquirir com a garra uma lombriga. Estava arrastando fortemente, tentando sair com o bicho do cho congelado. Harry estava num
silencio to longo que Scrimgeour disse olhando de Harry para o gnomo,
" Engraadinhos, eles no so? Mas o que o diz, Harry"?
"Eu no entendo o que voc quer exatamente," disse Harry lentamente. " Se levante ao lado do Ministrio. . . O que significa" isso?
"Oh, bem, nada oneroso, eu o asseguro," disse Scrimgeour. "Se voc que fosse visto dentro e fora do Ministrio, de vez em quando, Isto daria a impresso certa. E
claro que, enquanto voc estiver l, voc teria a oportunidade para falar com Gawain Robards, meu sucessor como cabea do escritrio de Auror. Dolores Umbridge me
falou que voc aprecia uma ambio para se tornar um Auror. Bem, isso poderia ser organizado muito facilmente. ..."
Harry sentia tanta raiva que borbulha na cova do estmago dele: Assim Dolores Umbridge ainda estava ao Ministrio, ela era?


"To basicamente," ele disse, como se ele h pouco quis clarear alguns pontos," voc gostaria de dar a impresso que eu estou trabalhando para o Ministrio?"
"Daria uma erguida para todo o mundo pensar que voc est mais envolvido, Harry," disse Scrimgeour, enquanto soando aliviaram que aquele Harry teve cama harmonizada
to depressa em. " O Escolhido, voc sabe. . . Isso daria as pessoas esperana, o sentimento espere, o sentimento que coisas emocionantes esto acontecendo..."
"Mas se eu continuar correndo dentro e fora do Ministrio," disse Harry, enquanto ainda pretendia manter sua voz amigvel," isso no parecer como se eu aprovasse
o que o Ministrio faz? "
"Bem," disse Scrimgeour, ficando carrancudo ligeiramente," bem, sim, isso  em parte por que ns gostaramos-"
"No, eu no penso que neste trabalho," disse Harry agradavelmente.
"Voc v, eu no gosto de algumas das coisas que o Ministrio est fazendo. Prendendo Stan Shunpike, por exemplo".

Scrimgeour no falou imediatamente mas sua expresso endureceu por um momento . "Eu no esperaria que voc entendesse," ele disse, e no obteve sucesso em manter
a raiva afastada da voz dele como Harry tinha feito. "Estes so tempos perigosos, e certas medidas precisam ser levadas. Voc tem dezesseis anos-"
"Dumbledore est muito mais velho que dezesseis, e no pensa que Stan deveria estar em Azkaban tambm" disse Harry. "Voc est fazendo Stan parecer um bode expiatrio,
como h pouco, igualmente, voc desejou me fazer de mascote."
Eles olharam para um ao outro, longamente e duramente. Finalmente Scrimgeour disse, sem pretenso ou entusiasmo," eu vejo. Voc prefere - como seu heri, Dumbledore
- se desassociar do Ministrio?"

"Eu no quero ser usado," disse Harry.
"Alguns diriam que  seu dever a ser usado pelo Ministrio!"
"Sim, e outros poderiam dizer  seu dever conferir que as pessoas so realmente Comensais da Morte antes de voc os atirar na priso," disse Harry, sua tmpora subindo
agora. "Voc est fazendo o que Barto Crouch fez. Vocs nunca fazem isso certo, as pessoas, voc faz? Fingindo ser todo adorvel enquanto as pessoas so assassinadas
bem debaixo do nariz dele, ou ns o temos, atirando as pessoas erradas em priso e tentando o fingir que tm "O Escolhido" trabalhando para voc!"

"Assim voc no  o Escolhido?" dito Scrimgeour.
"Eu pensei que voc tinha dito que no se importa com isso?" disse Harry, com um riso amargo. "No para voc de qualquer maneira."
"Eu no deveria ter dito aquilo," disse Scrimgeour depressa. "Era indiscreto -"
"No, era desonesto," disse Harry. "Um das nicas coisas honestas que voc disse a mim: Voc no se preocupa se ficar vivo ou morto, mas voc se preocupa que eu
lhe ajudo a convencer todo o mundo que voc est ganhando a guerra contra Voldemort. Eu no esqueci, Ministro...."
Ele levantou o punho direito dele. L, marcado, brilhando em branco na parte de trs da mo dele, estavam as cicatrizes que Dolores Umbridge tinha o forado a esculpir
na sua prpria carne: eu no devo contar mentiras.
"Eu no me lembro de voc estar apressando a minha defesa quando eu estava tentando contar para todo o mundo que Voldemort estava de volta. O Ministrio no era
to afiado a ser meu amigo o ano passado."
Eles se levantaram num silncio to frio quanto o cho em baixo dos ps deles. O gnomo tinha conseguido desembaraar a lombriga dele e finalmente estava a chupando
felizmente, apoiando contra as filiais de ((bottommost??) do arbusto de ( rododentro?). "O que Dumbledore faz? Disse Scrimgeour bruscamente. "Onde ele vai quando
fica ausente de Hogwarts?"
"No tenho idia," disse Harry.
"E voc no me falaria se soubesse," disse Scrimgeour," Falaria?"
"No, no falaria" disse o Harry.
"Bem, ento, eu terei que ver se eu no posso descobrir atravs de outros meios."
"Voc pode tentar," disse Harry indiferentemente. "Mas voc parece ser mais esperto do que Fudge, assim eu teria pensado que voc teria aprendido algo. Ele tentou
interferir em Hogwarts. Voc pode ter notado que ele  no  mais ministro, mas Dumbledore ainda  o diretor. Eu deixaria Dumbledore sozinho, se fosse voc."
Houve uma pausa longa.
"Bem, est claro para mim que ele fez um trabalho muito bom com voc," disse Scrimgeour, os olhos dele frio e duro atrs dos culos dele, " o homem de Dumbledore
atravs e atravs de voc, voc no , Potter?"
"Sim, eu sou," disse o Harry. "Contente ns arrumamos isso fora."
E virando para o Ministro da Magia, ele entrou de volta na casa.







































Captulo 17
Capitulo 17- A lembrana Adulterada.



No fim da tarde, alguns dias depois do Ano Novo, Harry, Ronny e Ginny formaram uma fila ao lado do fogo da cozinha para o retorno  Hogwarts. O Ministrio arranjou
uma conexo pela rede de p de Flu para o retorno rpido e seguro dos alunos  escola. Somente a Sr. Weasley estava l para se despedir, j que o Sr Weasley, Fred,
Jorge,bille Fleur voltaram ao trabalho. A Sr Weasley se dissolveu em lgrimas no momento da partida. Na verdade, qualquer coisinha fazia Sr Weasley entrar numa
crise de choro, chorava desde a repentina chegada de Percy no dia de Natal com os culos cheio de pastinaga (pelo qual Fred, Jorge e Ginny reclamavam os crditos).
"No chora, mame" disse Ginny acariciando as costas da me, enquanto ela soluava em seus ombros "est tudo bem..."
"No se preocupe com a gente", disse Rony permitindo que a me desse um longo e molhado beijo em sua bochecha, "ou com Percy. Ele  s um idiota, no  uma grande
perda, no  mesmo?"
Sr Weasley soluou ainda mais forte enquanto abraava Harry.
"Prometa-me que voc vai se cuidar.. se manter longe de encrenca..."
"Eu sempre me mantenho, Sr Weasley", disse Harry, " Eu gosto de uma vida calma, a Sr me conhece."
Ela deu um sorriso e um passo atrs, "Fiquem bem, ento, todos vocs..."
Harry entrou nas chamas esverdeadas e gritou "Hogwarts" Ele deu uma ltima e rpida olhada na cozinha dos Weasley e na Sr Weasley, enquanto as chamas o tragavam.
Girando rpido, ele viu imagens desfocadas de outros aposentos de bruxos, que sumiam de vista antes que ele pudesse olhar melhor, ento a velocidade foi diminuindo
at que parou na lareira da sala da Prof Mcgonagall. Ela mal desviou os olhos do que estava fazendo enquanto ele saia da lareira.
"Boa noite, Potter. Tente no sujar o carpete com as cinzas."
"No, professora"
Harry ajeitou seus culos e alisou os cabelos enquanto Rony aparecia rodopiando. Quando Ginny chegou, os trs se retiraram da sala de McGonagall e foram em direo
 torre da Grefindor. Harry olhou pelas janelas do corredor e percebeu que o sol j se escondia por detrs dos terrenos cobertos de neve como a que ele viu na Toca.
De longe, pde observar Hagrid alimentando Bucbeac na frente de sua cabana.
"Baubles" disse Rony confiante, quando chegaram  Mulher Gorda, que parecia estar mais plida que o normal.
"No!" disse a Dama com sua voz alta.
"O que voce quer dizer com no?"
"Tem uma nova senha" disse " e por favor, no grite"
"Mas ns no estvamos no castelo, como voc acha que ns.."
"Harry! Ginny!"
Hermione vinha correndo na direo deles, com o rosto corado e vestindo uma capa, chapu e luvas.
"Cheguei a algumas horas, estava indo visitar Hagrid e bic - quer dizer, Witherwings" disse ofegante "Tiveram um bom Natal?"
"Sim," disse Rony de uma vez, "cheio de eventos, Rufus Scrim..." " Tenho uma coisa pra voc, Harry", disse Hermione, sem olhar para Rony e nem mesmo demonstrar ter
ouvido o que ele disse. "Oh, esperem - a senha, Abstinncia"
"Precisamente" disse a Dama Gorda, e moveu-se revelando a passagem.
"O que houve com ela?" perguntou Harry.
"Animao do Natal, aparentemente," disse Hermione, enquanto liderava o caminho para o salo comunal. "Ela e Violeta beberam todo o vinho naquele quadro dos monges
bbados no corredor de Feitios. De qualquer forma..."
Ela meteu a mo em seu bolso e puxou um pedao de pergaminho contendo a letra de Dumbledore.
"timo", disse Harry, desenrolando o pergaminho e descobrindo que sua prxima aula com Dumbledore estava marcada para noite seguinte. "Eu tenho muita coisa para
contar a ele - e para vocs. Vamos nos sentar..."
Mas neste momento, ouviu-se algum dizer "Won-Won" e Lil Brown veio correndo e jogou-se nos braos de Rony. As pessoas que estavam por perto deram risinhos; Hermione
tambm deu um risadinha. "Tem uma mensagem aqui... vem comigo, Ginny?"
"No, obrigado. Marquei de encontrar Dino." Disse Ginny, com pouco entusiasmo, como Harry no pode deixar de notar. Deixando Rony e Lil numa espcie de luta em
p, Harry levou Hermione para uma mesa quadrada.
"Ento, como foi o Natal?"
"Ah, bom," disse, "nada de especial. Como foi na casa de Won-Won?"
"Te falo em um minuto", disse Harry. "Olha, Hermione, voc no poderia..."
"No, no posso", disse. "Portanto no precisa nem pedir."
"Pensei que, voc sabe, pelo Natal..."
"Foi a Dama Gorda que bebeu um galo de vinho de 500 anos, e no eu. Ento, quais so as novidades importantes que voc tem para me dizer?"
Ela pareceu muito firme para discutir no momento, por isso, Harry deixou o assunto sobre Rony de lado e contou tudo o que ele ouviu da conversa entre Malfoy e Snape.
Quando terminou, Hermione pensou por um momento e, ento, disse: "Voc no acha que..."
"... ele estava fingindo oferecer ajuda para enganar Malfoy e descobrir o que ele estava armando?"
"Bem, isso", disse Hermione.
"Sr. Weasley e Lupin acham isso", disse Harry, "E isso prova que ele est tramando alguma coisa, voc no pode negar isso."
"No, no posso" respondeu calmamente.
"E ele est a mando de Lord Voldemort, como eu tinha dito."
"Er.. Algum dos dois chegou a mencionar o nome de Voldemort??"
Harry franziu a testa, tentando lembrar. "No tenho certeza... Snape certamente disse seu mestre, e quem mais poderia ser?"
"Eu no sei", disse batendo nos lbios, "O pai dele, talvez?"
Ela olhava fixamente atravs da sala, aparentemente perdida em seus pensamentos, nem mesmo percebeu Lil fazendo ccegas em Rony. "Como est Lupin?"
"Nada bem", e contou-lhe sobre a misso dele de se infiltrar entre os lobisomens e as dificuldades disso. "Voc j ouviu falar em Fenrir Greyback?"
"Sim, eu j ouviu", respondeu de sobressalto, "E voc tambm, Harry!"
"Quando? Em Histria da Magia? Voc sabe muito bem que eu no prestava ateno..."
"No, no, Histria da Magia no! Malfoy ameaou Borgin sobre ele!" disse Hermione. "L na Travessa do Tranco, no se lembra? Ele disse para Borgin que Fenrir Greyback
era um velho amigo da famlia e que ele estaria de olho nos progressos de Borgin."
Harry respondeu "Eu esqueci! Mas isso prova que Malfoy  um Comensal de Morte, de que outra forma ele entraria em contato com Grayback e diria o que ele teria de
fazer?"
" muito suspeito" disse Hermione, "a no ser que..."
"Ah, qual ?" disse Harry exasperado, "voc no pode se livrar desta prova!"
"Bem, existe a possibilidade de ser um mero blefe" "Voc  inacreditvel,  sim!" disse sacudindo a cabea.
"Veja quem est certo! Voc vai se arrepender assim como o Ministrio. Ah , eu tive um encontro com Rufus Scrimgeor tambm..."
E o restante da noite passou com uma conversa educada sobre o abuso do Ministrio; para Hermione assim como para Rony, pensar nisto depois de tudo o que o Ministrio
fez Harry passar no ano anterior, e ainda ter a cara-de-pau de pedir ajuda agora...
O novo semestre comeou na manh seguinte com uma surpresa agradvel aos alunos do sexto ano: um grande aviso foi preso no quadro de avisos durante a noite.
AULAS DE APARATAAO
Se voc tem dezessete anos ou vai fazer dezessete antes do prximo dia 31 de agosto, voc est habilitado para um curso de doze semanas de Aulas de Aparatao com
um Instrutor de aparatao do Ministrio. Por favor, assine abaixo para participar. Custo: 12 galees.
Harry e Rony juntaram-se ao aglomerado que se formou perto do aviso e revezaram-se para assinar seus nomes. Rony estava se preparando para assinar seu nome quando
Lil veio por trs, passou a mo sobre seus olhos e perguntou "Adivinha quem , Won-Won!" Harry virou-se para ver Hermione saindo quietamente para no ser vista,
ele foi se juntar com ela, sem desejar manter-se perto de Rony e Lil, mas para sua surpresa Rony se juntou a eles logo depois de terem sado pelo buraco do quadro,
com suas orelhas vermelhas e uma expresso de irritao. Sem dar uma palavra, Hermione se apressou para acompanhar Neville.
"Ento, aparatao", disse Rony, mantendo um tom perfeitamente claro para fingir que nada tinha acontecido. "Deve ser moleza, n?"
"No sei", disse Harry. "Talvez seja melhor quando se faz por si mesmo, no gostei muito quando Dumbledore me levou prara um passeio."
"Esqueci que voc j tinha feito...  melhor eu passar no teste na primeira vez." Disse Rony, parecendo ansioso. "Fred e Jorge conseguiram"
"Mas Charles repetiu, no foi?"
"Sim, mas Charles  maior que eu", Rony manteve os braos por fora do corpo como se fosse um gorila- "por isso, Fred e Jorge no brincaram a respeito, pelo menos
no na frente de Charles..." " Quando poderemos fazer o teste?"
"Assim que completarmos dezessete. Ser s em Maro para mim!" "Sim, mas voc no poderia aparatar aqui, pelo menos no no castelo..."
"No  esse o objetivo, todo mundo saberia que eu posso aparatar se eu quiser."
Rony no era o nico animado por causa da Aparatao. Por todo aquele dia, houve conversas sobre o curso que estava por vir, uma grande quantidade de conversas sobre
desaparecer e aparecer em outro lugar que quiser.
"Como ser legal quando - " Simas estalou o dedo indicando o desaparecimento. "Meu primo Fergus faz isso s para me aborrecer, ele no imaginny quando eu puder revidar...
Ele no ter outro momento de sossego."
Perdido na viso de sua futura habilidade, ele brandiu sua varinha muito entusiasmadamente e ao invs de produzir uma calma fonte de gua pura, que era o assunto
da aula de Feitios do dia, saiu um forte jato de gua que ricocheteou no teto e derrubou professor Flitwick de cara no cho.
"Harry j aparatou", Rony contou ao envergonhado Simas, depois do professor Flitwick ter secado a si mesmo com um brandir da varinha e dizer a Simas: Sou um bruxo
e no um macaco sacudindo um graveto!" "Bem - er - algum o levou. Carona por aparatao."
"Uau" sussurrou Simas, e ele, Dino e Neville uniram mais um pouco suas cabeas para ouvir como  Aparatar. Todos pareciam mais impressionados do que desacreditados,
 medida que Harry contou a sua desconfortvel experincia, respondendo detalhadamente as perguntas at as dez para oito, quando ele disse que precisava devolver
um livro na biblioteca, e assim pde escapar e rumar para a aula de Dumbledore.
Havia luz na sala de Dumbledore, os quadros dos antigos diretores roncavam tranqilamente em suas telas e a Penseira estava posta e preparada em cima da mesa. As
mos de Dumbledore repousavam ao lado do objeto, a mo direita continuava negra e queimada como sempre. No parecia ter se curado de forma alguma e Harry pensou,
pela centsima vez, o que poderia ter causado, mas ele no perguntou; Dumbledore j havia dito que ele saberia em algum momento e havia outro assunto que ele queria
perguntar. Mas antes que Harry pudesse falar qualquer coisa sobre Snape e Malfoy, Dumbledore perguntou:
"Ouvi que voc se encontrou com o Ministro da Magia?" "Sim", disse Harry, "E ele no ficou nada contente comigo."
"No", concordou Dumbledore. "Ele tambm no est muito contente comigo. No devemos ceder s nossas angstias, Harry, mas, sim, continuar a batalha."
Harry sorriu. "Ele queria que eu dissesse  comunidade dos Bruxos que o Ministrio est fazendo um trabalho maravilhoso."
Dumbledore deu um sorriso e disse "Foi a idia originnyl de Fudge, sabe. Durante seus ltimos dias de Ministro, quando ele estava desesperadamente tentando manter
seu posto, ele queria ter um encontro com voc, esperando que voc pudesse lhe dar apoio..."
"Depois de tudo o que Fudge fez ano passado?" disse Harry com raiva. "Depois de Umbridge?"
"Eu disse a Cornelius que ele no tinha nenhuma chance, mas a idia no morreu quando ele saiu. Depois de horas em um encontro com Scrimgeour ele pediu-me um encontro
com voc..."
"Ento foi por isso que vocs discutiram!" disse de mpeto Harry. "Estava no Profeta Dirio."
"O Profeta consegue publicar verdades de vez em quando", disse Dumbledore, "mas somente por acidente. Sim, foi por isso que discutimos. Bem, parece que Rufus encontrou
um jeito de espreit-lo, no final das contas."
"Ele me acusou de ser um de seus homens."
"Que grosseiro da parte dele."
"Mas eu disse que eu era."
Dumbledore abriu sua boca para falar, mas fechou novamente. Por trs de Harry, Fawkes, a fnix, soltou uma suave nota musical. Para o grande embarao de Harry, ele
percebeu que os olhos azuis e brilhantes de Dumbledore estavam, agora, cheios de gua, Harry no pode evitar de olhar para baixo, encarando seus prprios joelhos.
Contudo, quando Dumbledore voltou a falar, sua voz estava bastante firme.
"Estou muito emocionado, Harry."
"Scrimgeour queria saber para onde voc vai quando voc no est em Hogwarts," disse Harry ainda olhando para seus prprios joelhos.
"Sim, ele est muito curioso a respeito disto", disse Dumbledore, parecendo muito animado e Harry achou que era seguro levantar a cabea de novo.
"Ele at mesmo tentou me seguir. Incrvel, mesmo! Ele mandou Dawlish me seguir. No foi nada legal. Eu fui forado a enfeitiar Dawlish uma vez, e eu tive de fazer
de novo com um grande pesar."
"Ento eles no sabem aonde o senhor foi?" perguntou Harry, esperanoso por maiores informaes sobre este assunto, mas Dumbledore mal sorriu por debaixo de seus
culos de meia-lua.
"No, eles no sabem, e ainda no  o momento para voc saber. Agora eu sugiro que comecemos, a no ser que voc tenha algo a dizer?" "Na verdade, tenho sim, senhor!"
disse Harry. " sobre Malfoy e Snape."
"Professor Snape, Harry."
"Sim, senhor. Eu os ouvi durante a festa do professor Slughorn... bem, eu os segui, na verdade..."
Dumbledore ouviu a historia que Harry contava sem demonstrar nenhum sentimento. Quando Harry terminou, ele ficou alguns minutos em silncio, e ento, disse "Obrigado
por me contar, Harry, mas sugiro que voc esquea isso, no  importante."
"No  importante? Professor, o senhor no entendeu...?"
"Sim, Harry, abenoado como eu sou com um grande poder cerebral, eu entendi tudo o que voc me contou", disse Dumbledore um pouco rspido. "Eu acho que voc deveria
considerar a possibilidade de eu ter entendido mais que voc mesmo. Novamente, fico feliz por ter contado, mas deixe-me assegurar-lhe que voc no me contou nada
que me deixe inquieto."
Harry manteve seu olhar em Dumbledore, silencioso. O que estava acontecendo? Isto significava que Dumbledore realmente mandou Snape descobrir o que Malfoy est tramando,
e neste caso j teria ouvido de Snape o que Harry acabara de contar? Ou ser que ele realmente se preocupava com o que acabou de ouvir, mas est fingindo que no?
"Ento, senhor", disse tentando manter seu tom de voz o mais educado e calmo possvel, "definitivamente voc ainda confia em..."
"Fui tolerante o suficiente para responder a essa pergunta outras vezes", respondeu Dumbledore, apesar de no parecer mais to tolerante. "Minha resposta no mudou!"
"Eu deveria saber que no", disse uma voz desagradvel; Phineas Nigellus estava claramente fingindo estar dormindo. Dumbledore ignorou-o.
"E agora, Harry, eu insisto que devemos seguir adiante. Tenho coisas mais importantes para debater com voc esta noite".
Harry sentou sentindo-se desgostoso. Como seria se ele no permitisse mudar de assunto, se ele insistisse em continuar as acusaes contra Malfoy? Como se tivesse
lido a mente de Harry, Dumbledore sacudiu a cabea.
"Ah, Harry. Como isso acontece com freqncia, at mesmo, entre melhores amigos! Cada um de ns acredita que tem a dizer  mais importante do que qualquer coisa
que o outro tem a contribuir."
"Eu no digo que o que o senhor tem a dizer  sem importncia", disse Harry formalmente.
"Bem, voc est certo, porque  importante", disse Dumbledore. "Tenho mais duas memrias para te mostrar hoje, ambas obtidas com enorme dificuldade, e a segunda
delas , acredito eu, uma das mais importantes que coletei".
Harry no disse nada, ainda sentia-se com raiva pela forma como suas palavras foram recebidas, mas sabia que no conseguiria nada se continuasse discutindo.
"Ento", disse Dumbledore, "continuamos esta noite com o conto de Tom Riddle, a quem ns deixamos, da ltima vez, no inicio de seus anos em Hogwarts. Voc se lembra
o quanto ele ficou animado ao descobrir que era bruxo, e que recusou minha companhia na viagem para o Beco Diagonal, ao mesmo tempo em que eu o avisei sobre continuar
roubando dentro da escola".
"O ano letivo chegou e junto dele veio Tom Riddle, um menino quieto em suas roupas de segunda mo, que entrou na fila para ser sorteado. Ele foi posto na Seleterim
quase no momento em que o chapu tocou sua cabea", continuou Dumbledore, sacudindo sua mo branca em direo a prateleira onde estava o Chapu Seletor, muito antigo
e imvel. "Quando Riddle descobriu que o famoso criador de sua casa podia falar com cobras, eu no sei - talvez naquela mesma noite. Esse conhecimento somente excitou-o
e aumentou seu senso de auto-importncia."
"No entanto, se ele estava assustando ou impressionando seus colegas seleterins com sua habilidade de ofidioglota, nenhum dos professores chegou a saber sobre isso.
Ele no mostrou nenhum sinal de arrogncia ou de agressividade. Como era um talentoso e muito bonito rfo, ele chamou a ateno e a simpatia dos professores quase
que no momento em que chegou na escola. Ele parecia correto, quieto e sedento por conhecimento. Quase todos tinham uma boa impresso dele".
"O senhor no contou como ele era quando o conheceu no orfanato?" perguntou Harry.
"No, no contei. Apesar de que ele no mostrou nenhuma ponta de remorso, era possvel que sentisse arrependido pela forma como se comportou antes e resolveu ter
um novo comeo. Eu escolhi lhe dar esta chance."
Dumbledore fez uma pausa e observou curiosamente Harry, que tinha aberto sua boca para falar. Aqui, de novo, estava a tendncia de Dumbledore de confiar nas pessoas
que claramente no mereciam! Mas, ento, Harry lembrou-se de uma coisa...
"Mas voc no confiou nele realmente, senhor? Ele me contou... o Riddle que saiu do dirio disse Dumbledore nunca pareceu gostar de mim como os demais professores."
"Vamos dizer que eu realmente no achei que ele fosse de todo confivel", disse Dumbledore. "Eu decidi, como j indiquei, que ficaria de olhos bem atentos sobre
ele, e assim eu o fiz. Devo dizer que no obtive muitas informaes sobre ele no incio. Ele era muito reservado comigo, ele sentia, tenho certeza, que a emoo
de ter descoberto sua verdadeira identidade j tinha me contado muito sobre ele. Ele teve cuidado de nunca mais revelar tanto novamente, mas ele no poderia tomar
de volta o que ele j tinha deixado aparecer em sua excitao, ou mesmo o que Sr Cole tinha me confidenciado. No entanto, ele sentia que no deveria tentar me conquistar
assim como ele conquistou tanto de meus colegas."
"Na medida em que ele crescia na escola, ele formou  sua volta um grupo de amigos dedicados a ele; chamo-os de amigos, por no haver uma palavra melhor do que esta,
pois como j indiquei, Riddle no sentia nenhuma afeio por qualquer um deles. Este grupo tinha uma espcie de encanto, um glamour obscuro dentro do castelo. Os
integrantes do grupo eram bem diferentes; uma mistura de fracos procurando proteo, ambiciosos procurando uma repartio de glria e uma atrao violenta por um
lder que mostrava a eles as mais refinadas formas de crueldade. Em outras palavras, eram os futuros Comensais de Morte, e, de fato, alguns deles se tornaram os
primeiros Comensais depois que saram da escola."
"Rigidamente controlados por Riddle, eles nunca foram pegos fazendo alguma coisa errada, apesar de seus sete anos de Hogwarts terem sido marcados por incidentes
suspeitos aos quais eles nunca estavam satisfatoriamente ligado; o mais grave de todos foi,  claro, a abertura da Cmara Secreta, que resultou na morte de uma garota.
Como voc sabe, Hagrid foi falsamente acusado deste crime."
"No fui capaz de encontrar muitas memrias de Riddle em Hogwarts", disse Dumbledore, pousando sua mo ferida sobre a Penseira. "Os poucos que o conheciam no estavam
preparados para falar sobre ele, eles estavam muito aterrorizados. O que eu sei, descobri depois que ele saiu de Hogwarts, depois de muito esforo, depois de procurar
alguns que poderiam ser enganados numa conversa, depois de procurar por velhos registros de questionamentos a Mugles e Bruxos que testemunharam-no."
"Aqueles que eu persuadi a falar me contou que Riddle tinha obsesso por sua linhagem hereditria. Isto era compreensvel,  claro; ele cresceu em um orfanato e
queria descobrir como foi parar l. Parece que ele procurou ligao com seu pai Tom Riddle nos escudos da Sala dos Trofus, nas listas de monitores antigos da escola,
e at mesmo nos livros de histria do mundo dos Bruxos. Finalmente ele percebeu que seu pai nunca colocou os ps em Hogwarts. Acredito que foi neste momento que
ele deixou de usar o nome de seu pai, assumindo a identidade de Lord Voldemort, comeando a investigar a famlia de sua me - a mulher que, voc se lembra, ele achou
que no poderia ser bruxa j que sucumbiu  vergonhosa fraqueza humana da morte."
"Tudo o que ele tinha a procurar era somente o nome Servolo (Marvolo), que ele descobriu, nos tempos de orfanato, ter sido do pai de sua me. Finalmente, depois
de trabalhosa pesquisa em livros de famlias de Bruxos, ele descobriu a linhagem sobrevivente de Slyterin. No vero de seu dcimo sexto aniversrio, ele saiu do
orfanato para onde voltava todo ano e foi  procura de seus parentes Gaunt. E agora, Harry, se voc se levantar..."
Dumbledore se levantou e Harry pde ver que ele novamente segurava uma pequena garrafa de cristal cheia por um fio prateado de lembrana.
"Tive muita sorte de coletar esta aqui", ele disse, colocando a massa brilhante na Penseira. "Voc vai entender quando mergulharmos nela. Vamos?"
Harry deu um passo em direo a base de pedra e curvou-se at seu rosto afundar na lembrana. Ele sentiu a familiar sensao de cair no nada e aterrissou em um cho
sujo quase na escurido total.
Demorou alguns segundos para reconhecer o local. A casa dos Gaunt estava agora mais suja do qualquer lugar onde Harry j esteve. O teto estava repleto de teias de
aranha e o cho coberto de lama, comida apodrecida estava em cima da mesa junto a panelas imundas. A nica luz vinha de uma vela que estava aos ps de um homem com
cabelos e barba enormes, e Harry no conseguia ver os olhos ou a boca dele. O homem estava jogado em uma poltrona perto do fogo e Harry se perguntou, por um momento,
se ele estava morto. Porm, algum bateu na porta e o homem moveu-se, erguendo uma varinha na me direita enquanto segurava uma faca na esquerda. A porta se abriu
com um estalo. Ali, no limiar da porta, segurando uma velha lamparina, encontrava-se um garoto que Harry reconheceu no ato: alto, plido, cabelos escuros, e muito
bonito - Voldemort adolescente.
Os olhos de Voldemort olharam por dentro da casa at que viu o homem na poltrona. Por alguns segundos, ambos se olharam, o homem se levantou derrubando garrafas
vazias que se encontravam a seus ps.
"VOC!" gritou. "VOC!".
E correu em direo a Riddle, varinha e faca prontas para atacar.
"Pare".
Riddle falou em lngua de cobra. O homem escorregou e bateu na mesa, derrubando as panelas. Olhou assustado para Riddle. Houve um grande momento de silncio enquanto
se olhavam. At que o homem falou:
"Voc tambm fala?"
"Sim, eu falo", disse Riddle. Ele entrou na casa, batendo a porta por atrs de si. Harry no pode evitar sentir uma admirao  coragem de Voldemort. Seu rosto quase
no mostrava nojo ou, at mesmo, decepo.
"Onde est Servolo?" perguntou.
"Morto", disse o outro. "Morreu a alguns anos atrs."
Riddle franziu a testa.
"Quem  voc, entao?"
"Sou Morfin, no sou?"
"Filho de Servolo?"
"Claro que sou, ento..."
Morfin tirou o cabelo de seu rosto para poder ver Riddle melhor e Harry pode ver que ele usava em sua mo direita o anel contendo a jia negra que pertencera a Servolo.
"Pensei que voc fosse aquele Mugle", sussurrou Morfin. "Voc se parece muito com ele."
"Que mugle?" Perguntou Riddle asperamente.
"O Mugle que minha irm gostava, o Mugle que morava na manso do outro lado", disse Morfin, e cuspiu inesperadamente no cho. "Voc se parece exatamente com ele.
Riddle. Mas ele est mais velho agora, no est? Ele  mais velho que voc, agora vejo..."
Morfin olhava fixamente e chegou pro lado um pouco, ainda se apoiando na quina da mesa. "Ele voltou, percebe..." acrescentou.
Voldemort olhava para Morfin, pensando em suas possibilidades. Moveu-se um pouco mais perto de Morfin e disse "Riddle voltou?"
"Er, ele a largou, e que isso sirva de lio a ela, casamento imundo", disse Morfin, mais uma vs cuspindo no cho. "Nos roubou, antes de fugir. Onde est o colar,
o colar de Slyterin?".
Voldemort no respondeu. Morfin estava ficando irado novamente, sacudiu a faca e gritou "Ela nos desonrou, sim, ela nos desonrou, vadia imunda! E voc, vindo aqui
e perguntando coisas a respeito disso tudo? Acabou.... acabou..."
Ele virou o rosto, e Voldemort andou em sua direo. E quando fez isso uma estranha escurido surgiu, apagando a lamparina de Voldemort e a vela de Morfin, apagando
tudo... Os dedos de Dumbledore seguraram firmemente o brao de Harry e eles voltaram ao presente. A suave luz dourada da sala de Dumbledore cegou os olhos de Harry
depois da impenetrvel escurido.
"Isso  tudo?" Disse Harry de uma vez. "Por que tudo ficou to escuro de repente?"
"Porque Morfin no conseguia lembrar de mais nada depois deste ponto", disse Dumbledore, apontando para que Harry se assentasse novamente em sua cadeira. "Quando
ele acordou na manh seguinte, estava deitado no cho, sozinho. O anel de Servolo havia desaparecido".
"Enquanto isso, na vila de Little Hangleton, uma empregada corria pela rua principal, gritando que havia trs corpos estendidos na sala de jantar da manso; Tom
Riddle pai, sua me e seu pai."
As autoridades Mugles estavam perplexas. At onde eu sei, eles no sabiam como os Riddles haviam morrido, j que a maldio Avada Kedavra no deixa nenhum sinal
de dano... A exceo est em minha frente", Dumbledore acrescentou olhando para a cicatriz de Harry. "O Ministrio, por outro lado, sabia que isto tinha sido um
assassinato cometido por um bruxo. Eles tambm sabiam que um convicto bruxo que odiava Mugles morava depois do vale perto da manso dos Riddle, algum que odiava
Mugles e que j havia atacado uma das pessoas assassinadas."
"Assim, o Ministrio convocou Morfin. Eles no precisaram pergunt-lo, usando Veritaserum ou Legilimncia. Ele admitiu o assassinato, dizendo detalhes que s o assassino
poderia saber. Ele estava orgulhoso, ele disse, por ter matado os Mugles, esteve esperando a chance por muitos anos. Ele entregou sua varinha, e ficou provado que
ela utilizada no assassinato. E ele se permitiu ser levado sem lutar direto para Azkaban.
"S o que incomodava ele era o fato de que o anel de seu pai havia desaparecido. "Ele vai me matar por ter perdido", ele disse vrias vezes s pessoas que o prenderam.
"Ele vai me matar por ter perdido!" E isso, aparentemente, foi tudo o que ele disse novamente. Durante o perodo em que ficou em Azkaban, ele reviveu esta lembrana,
lamentando a perda do ltimo artefato da herana de Servolo, e est enterrado ao lado da priso, ao lado de muitos outros que morreram l dentro. "
"Ento, Voldemort roubou a varinha de Morfin e usou-a?" Disse Harry, sentando com a coluna ereta.
"Isso mesmo", disse Dumbledore. "No temos nenhuma lembrana que possa nos mostrar isso, mas acho que podemos ter toda certeza que foi isto o que aconteceu. Voldemort
estuporou seu tio, pegou sua varinha e foi em direo a manso do outro lado do vale. L, ele matou o Mugle que havia abandonado sua me, e, tambm, seus avs Mugles,
exterminando o ltimo dos Riddles e vingando-se do homem que nunca o quis como um filho. Ento, retornou a cabana dos Gaunt, fez uma magia complexa que implantaria
uma falsa lembrana na mente de seu tio, deixou a varinha de Morfin ao lado de seu dono inconsciente, pegou o velho anel que ele usava e foi embora."
"E Morfin nunca percebeu que ele no fez nada daquilo?"
"Nunca", disse Dumbledore, " e ele deu uma confisso detalhada."
"Mas ele tinha essa lembrana verdadeira o tempo todo." "Sim, mas foi preciso um grande esforo de poderosa Legilimncia para obter isso dele", disse Dumbledore,
"e pra que algum investigaria a fundo a mente de Morfin quando ele j havia confessado o crime? No entanto, eu consegui fazer uma visita a Morfin nas suas ltimas
semanas de vida, pois naquele momento eu tentava descobrir o mximo possvel sobre o passado de Voldemort. Obtive essa lembrana com muita dificuldade. Quando vi
o que continha, tentei utiliz-la para retirar Morfin de Azkaban. Mas antes do Ministrio chegar a uma deciso, ele j havia morrido."
"Mas como o Ministrio no havia percebido que Voldemort tinha feito isso tudo com Morfin?" Harry perguntou com raiva. "Ele era menor de idade naquela poca, no
era? Achei que era possvel detectar magia feita por menores de idade." "Voc tem razo - eles podem detectar magia, mas no quem a fez. Voc se lembra que foi acusado
de usar magia de Levitao quando na verdade quem utilizou foi ..."
"Dobby", disse Harry; essa injustia ainda o incomodava. "Ento, se voc  menor de idade e faz magia dentro da casa de um Bruxo adulto, o Ministrio no vai saber?"
"O ministrio certamente saber dizer quem praticou a magia", disse Dumbledore, sorrindo gentilmente enquanto olhava a indignao de Harry. "Eles cobram aos bruxos
adultos que seus filhos obedeam enquanto esto dentro da casa."
"Isso  muita besteira", esbravejou Harry. "Olha o que aconteceu aqui, olha o que aconteceu com Morfin."
"Eu concordo", disse Dumbledore. "Mesmo por tudo o que Morfin foi, ele no merecia morrer da forma que morreu, acusado de assassinatos que ele no cometeu. Est
ficando tarde, e ainda quero que voc olhe mais uma lembrana antes de irmos..."
Dumbledore tirou de um bolso outra garrafinha de cristal e Harry ficou em silencio novamente, lembrando que Dumbledore disse que esta fora a mais importante que
ele conseguiu coletar. Harry percebeu que o contedo foi difcil de ser despejado na Penseira, como se ela tivesse se tornado mais slida, ser que as lembranas
se estragam?
"Isto no vai demorar", disse Dumbledore, quando ele finalmente esvaziou o vidrinho. "Devemos estar de volta antes de voc notar. Bem, vamos entrar mais uma vez
na Penseira..."
Harry caiu mais uma vez dentro do liquido prateado e aterrissou, desta vez, em frente a um homem que ele logo reconheceu.
Era um bem mais jovem Horcio Slughorn. Harry estava to acostumado com ele careca que v-lo com cabelo grosso, brilhante e cor de palha era um pouco desconcertante,
apesar de j haver uma careca do tamanho de um galeo no topo de sua cabea. Seu bigode, mas fino do que o atual era de um louro avermelhado. Ele no era to gordo
quanto o Slughorn que Harry conhecia. Seus pequenos ps repousavam em cima de um pufe, ele estava sentado bem confortvel em uma poltrona, uma das mos segurando
uma pequena taa de vinho e a outra vasculhando uma caixa de abacaxi cristalizado.
Harry olhou a volta enquanto Dumbledore chegava, e percebeu que estavam na sala de Slughorn. Uma meia dzia de garotos estava sentada ao redor de Slughorn, todos
por volta de 15 anos. Harry reconheceu Voldemort logo de cara. Ele era o mais bonito entre todos e o que parecia mais relaxado. Seu brao direito estava deitado
relaxadamente sobre o brao de sua poltrona, com um susto, Harry percebeu que ele usava o anel dourado-e-preto de Servolo, ele j havia matado seu pai.
"Senhor,  verdade que professor Merrythought est se aposentando do cargo?" ele perguntou.
"Tom, Tom, se eu soubesse no poderia lhe dizer", disse Slughorn, sacudindo um dedo aucarado de desaprovao, mas que perdia efeito  medida que seus olhos piscavam.
"Devo dizer que gostaria de saber como voc consegue ter acesso a certas informaes, voc sabe mais que alguns de meus colegas."
Riddle sorriu e os demais garotos olharam-no com admirao.
"Com essa incomum habilidade de saber coisas que voc no deveria e sua cuidadosa habilidade de agradar pessoas importantes - obrigado pelo abacaxi, sim, so os
meus favoritos -"
Depois que alguns garotos riram com um certo nervoso, uma coisa muito estranha aconteceu. Toda a sala encheu-se com uma grossa nevoa branca, e Harry no podia ver
nada alm do rosto de Dumbledore, que estava ao seu lado. Ento a voz de Slughorn ecoou por entre a nvoa, estranhamente alta "...voc vai pelo caminho errado, garoto,
lembre-se de minhas palavras!"
A nvoa sumiu to subitamente quanto surgiu, e ningum pareceu reparar isto, ou ningum agiu como se algo diferente tivesse acontecido. Alarmado, Harry olhou  volta
e viu um grande relgio dourado acima da cabea de Slughorn marcando onze horas da noite.
"Bom Deus, j est to tarde assim?" Disse Slughorn. " melhor vocs irem garotos ou estaremos todos encrencados. Lestrange, quero seu artigo para amanh ou estar
em deteno. O mesmo para voc, Avery!"
Slughorn levantou-se da cadeira e levou seu copo vazio at a mesa, enquanto os meninos saam da sala. Voldemort, no entanto, ficou para trs. Harry sabia que ele
se atrasou de propsito para poder fica a ss com Slughorn.
"Tome cuidado, Tom", olhando  volta e vendo-o ainda l, "voc no quer ser pego a essa hora da noite, ainda mais sendo monitor..."
"Senhor, quero lhe perguntar uma coisa."
"Pode perguntar, ento, garoto, pode perguntar..."
"Senhor, queria saber o que voc sabe sobre Horcruxes?"
E, ento, aconteceu tudo de novo: a densa nvoa de forma que Harry no conseguia ver nem Slughorn nem Voldemort; somente Dumbledore, que sorria serenamente. Ento,
a voz de Slughorn ecoou novamente, assim como antes.
"Eu no sei nada sobre Horcruxes e mesmo se soubesse no diria! Agora saia daqui de uma vez e no permita que eu oua voc mencionado isto de novo!"
"Bem,  isso", disse Dumbledore calmamente ao lado de Harry.
" hora de irmos."
Os ps de Harry saram do cho da lembrana e voltaram ao cho da sala de Dumbledore.
"Isso  tudo?" Perguntou Harry atnito.
Dumbledore havia dito que esta era a lembrana mais importante de todas, mas ele no conseguia ver o que tinha de to importante a respeito. Com certeza a nvoa
e o fato de ningum haver percebido, foi estranho, mas, alm disso, nada pareceu ter acontecido, a no ser o fato de Voldemort ter feito uma pergunta e no ter obtido
resposta.
"Como voc deve ter percebido", disse Dumbledore sentando por detrs da mesa, "esta lembrana foi adulterada."
"Adulterada?" repetiu Harry, sentando-se tambm.
"Certamente", disse Dumbledore. "Professor Slughorn interferiu em suas prprias lembranas."
"Mas por que ele faria isso?"
"Porque, eu acredito, ele est envergonhado do que se lembra", disse Dumbledore. "Ele tentou refazer a lembrana para mostrar-se a si mesmo sob uma perspectiva melhor,
escondendo as partes que ele no desejava ver. Foi, como voc pode perceber, mal feito e isso foi uma coisa boa, pois mostra que a verdadeira memria est l por
baixo das alteraes."
"E tambm, pela primeira vez, eu estou lhe dando um dever de casa, Harry. Ser seu dever convencer professor Slughorn a divulgar a real lembrana que ser, sem dvida,
um pedao crucial de informao."
Harry olhou fixamente.
"Mas, senhor,  bvio que voc pode usar Legilimncia ou Veritaserum..."
"Professor Slughorn  um bruxo poderoso que estar pronto para qualquer um dos dois", disse Dumbledore. "Ele  muito mais preparado em Oclumncia do que o pobre
Morfin Gaunt, e eu me surpreenderia se ele no carregasse consigo um antdoto para Veritaserum desde quando eu tentei fazer com que ele me desse esta verso travestida
de suas memria."
"No, eu acho que seria idiotice tentar obter a verdade do professor Slughorn utilizando a fora, seria muito mais prejudicial do que benfico. Eu no quero que
ele saia de Hogwarts. No entanto, ele tem fraquezas como todos ns e eu tenho certeza que voc  uma das pessoas que seria capaz de penetrar em suas defesas.  muito
importante que obtenhamos a verdadeira lembrana, Harry... o quo importante s saberemos quando a tivermos em mos. Ento, boa sorte e boa noite."
Um pouco estupefato pela despedida sbita, Harry levantou-se rapidamente "Boa noite, senhor."
Enquanto fechava a porta do escritrio, ouviu Phineas dizer "No consigo ver como o garoto se sairia melhor que voc, Dumbledore." "Eu no esperaria que voc visse,
Phineas", respondeu Dumbledore e Fawkes soltou mais uma nota musical























Captulo 18
Captulo 18 - Surpresas de Aniversrio


No dia seguinte Harry confiou a Ron e Hermione a tarefa que Dumbledore tinha dado a ele, embora separadamente, pois Hermione ainda se recusava a tolerar a presena
de Ron por mais tempo do que o necessrio para lhe dar um olhar dedesprezo. Ron pensou que era improvvel que Harry tivesse problemas com Slughorn afinal.- Ele ama
voc! - Ele disse aps o caf da manh, assoprando o ar quente de umgarfo cheio de ovos fritos. - No recusar nada a voc, no  mesmo? No ao seupequeno Prncipe
de Poes (Potions Prince). Voc s precisa se atrasar aps aaula da tarde e pergunt-lo.Hermione, entretanto, fez uma anlise mais desanimadora.- Ele deve estar
determinado a esconder o que realmente aconteceu, se Dumbledoreno foi capaz de retirar a informao dele. - ela disse em voz baixa, enquantoestavam no ptio deserto
e cheio de neve durante o intervalo - Horcruxes...Horcruxes... Eu nunca ouvi nada sobre eles, voc ouviu?Harry estava desapontado; ele havia esperado que Hermione
pudesse lhe dar umadica do que eram Horcruxes.- Devem ser Artes das Trevas realmente avanadas, pois seno porque Voldemortiria querer saber sobre eles? Eu acho
que ser difcil conseguir a informao,Harry, voc ter que agir com muita cautela ao se aproximar de Slughorn, pensarnuma estratgia...- Ron disse que eu deveria
simplesmente me atrasar na sada da aula de Poesesta tarde...- Oh, claro, se "Won-Won" pensa assim,  melhor faze-lo! - ela disse, explodindomais uma vez - Alm
do mais, quando foi que a opinio de "Won-Won" foi errada?- Hermione, voc no poderia...- No!Ela disse com raiva, e se afastou violentamente, deixando Harry sozinho
eatolado na neve. As aulas de Poes eram bastante incmodas, pois Harry, Ron eHermione compartilhavam uma mesa. Hoje, Hermione havia levado seu caldeiro pelamesa
de modo que ficasse perto de Ernie, e ignorou Harry e Ron.- O que voc fez? - Ron murmurou para Harry, olhando o perfil arrogante deHermione.Mas antes que Harry
pudesse responder, Slughorn estava solicitando o silncio emfrente  classe.- Assentem-se, assentem-se, por favor! Rpido, agora, temos muito trabalho pelafrente
esta tarde! A terceira lei de Golpalott, algum pode me dizer qual ? Asenhorita Granger pode, com certeza.Hermione recitou em alta velocidade: A terceira Lei de
Golpalott diz que oantdoto para um veneno ser igual  soma dos antdotos para cada um doscomponentes que o compe.- Precisamente! - disse Slughorn radiante - Dez
pontos para Grefindor! Agora,se ns aceitarmos que a terceira Lei de Golpalott  verdade...Harry estava aceitando que a palavra de Slughorn sobre essa terceira Lei
deGolpalott era verdadeira, porque ele no havia entendido nada dela. Ningum almde Hermione pareceu entender o que Slughorn disse depois, tambm.-... Que significa,
claro que assumindo que ns venhamos a conseguir aidentificao correta dos ingredientes pela Scarpin Relelaspell (palavrareveladora de Scarpin?), nosso primeiro
albus no  simplesmente selecionarantdotos para os ingredientes da mesma, mas encontrar o componente adicionadoque, por um processo quase qumico, transforme esses
elementos...Ron estava sentado ao lado de Harry com a boca meio-aberta, olhando fixamenteseu novo livro de Poes Avanadas. Ron continuava sem lembrar de que nopoderia
confiar em Hermione para socorre-lo quando no entendesse o que estavaacontecendo.- E ento - finalizou Slughorn - eu quero que cada um de vocs venha aqui epegue
um desses frascos em minha mesa. Vocs criaro antdotos para o venenodentro dele antes do fim da aula. Boa sorte, e no se esqueam de suas luvasprotetoras.Hermione
deixou seu assento e j havia caminhado a metade do caminho em direo mesa de Slughorn antes que o resto da turma compreendesse que deviam se mover,e quando Harry,
Ron e Ernie retornaram  mesa, ela j havia virado o contedo deseu frasco no caldeiro, e estava acendendo o fogo embaixo dele.-  uma pena que o Prince no poder
ajuda-lo muito nisto, Harry. - Ela disse demaneira vivaz enquanto se e endireitava. - Voc tem que entender os princpiosenvolvidos desta vez. Nada de atalhos ou
fraudes!Irritado, Harry abriu o veneno que tinha pegado na mesa de Slughorn, que era deuma aparncia rosa extravagante, a derrubou em seu caldeiro e acendeu o fogoabaixo
dele. Ele no fazia idia do que deveria fazer a seguir. Olhou de relancepara Ron, que o observava de esguelha, copiando tudo o que Harry fazia.- Voc est certo
de que o Prince no deixou nenhum palpite? - Ron resmungoupara Harry.Harry pegou sua cpia de confiana de Poes Avanadas e abriu no captulo sobreAntdotos. L
estava a terceira Lei de Golpalott, explicada com todas aspalavras que Hermione havia recitado, mas nenhuma singela dica pela mo dePrince explicando o que significava.
Aparentemente o Prince, como Hermione, notinha dificuldades em entender aquilo.- Nada. - Disse Harry melancolicamente.Hermione estava agora acenando sua varinha
entusiasticamente sobre o seucaldeiro. Infelizmente, eles no poderiam copiar o feitio que esta estavafazendo porque ela agora dominava to bem os feitios no
verbais que ela noprecisou mencionar as palavras em voz alta. Ernie Macmillan, entretanto,murmurava "Specialis Revelio!" sobre seu caldeiro, o que soou impressivo,
entoHarry e Ron rapidamente o imitaram.Levou somente cinco minutos para que Harry compreendesse que sua reputao comoo melhor aluno de poes da classe se espatifava
ao redor de si. Slughorn tinhaexaminado o seu caldeiro esperanosamente em sua primeira inspeo pelamasmorra, preparado para exclamar deliciado como sempre, e
havia retirado suacabea rapidamente, tossindo, ao sentir o cheiro de ovos podres sobre si.A expresso de Hermione no poderia estar mais satisfeita; ela havia odiado
nose destacar em cada aula de Poes. Ela estava agora decantando os misteriososingredientes separados de seu veneno em dez frascos de cristal diferentes. Maispara
evitar essa viso irritante do que por qualquer outra coisa, Harryinclinou-se sobre o livro de Prince, virando algumas pginnys com foradesnecessria.E l estava,
rabiscado atravs de uma longa linha de antdotos.Apenas empurre um bezoar pelas suas gargantas.Harry fitou as palavras longamente. Ele no havia ouvido, h muito
tempo, sobreos bezoars? Snape no havia mencionado eles na primeira aula de Poes?"Uma pedra tirada do estmago de uma cabra, que o livrar da maioria dosvenenos".No
era uma resposta para o problema de Golpalott, e se Snape ainda fosse o seuprofessor, Harry no ousaria faze-lo, mas este era um momento para medidasdesesperadas.Ele
foi em direo ao armrio de estoques e, empurrando para o lado os chifresde unicrnio e um emaranhado de ervas ressecadas, encontrou, bem no fundo, umapequena caixa
onde se lia a palavra "Bezoars".Ele abriu a caixa exatamente quando Slughorn avisou:- Mais cinco minutos, pessoal!Dentro dela havia uma dzia de objetos marrons
enrugados, parecendo mais rinssecos do que pedras. Harry apanhou um, devolveu a caixa para o armrio e voltouapressado ao seu caldeiro.- O tempo acabou! - Disse
Slughorn animadamente. - Bem, vamos ver o que vocsconseguiram fazer! Blaise... O que voc tem para mim?Lentamente, Slughorn se moveu pela sala, examinando os vrios
antdotos. Ningumhavia conseguido terminar a tarefa, embora Hermione estivesse tentando meter fora alguns poucos ingredientes em sua garrafa antes de Slughorn
a alcanar.Ron havia desistido completamente, e estava tentando meramente parar de respiraros aromas ptridos que saam de seu caldeiro. Harry permaneceu esperando,
obezoar seguro em uma mo ligeiramente suada.Slughorn alcanou a ltima mesa. Cheirou a poo de Ernie e passou sobre Ron comuma careta. Ele no se demorou no caldeiro
de Ron, mas se afastou rapidamente,ligeiramente nauseado.- E voc, Harry. - Ele disse - O que voc tem para me mostrar?Harry mostrou sua mo, o bezoar repousando
em sua palma.Slughorn olhou para baixo por dez longos segundos. Harry imaginou, por ummomento, se ele iria gritar com ele. Ento ele jogou sua cabea para trs erugiu
gargalhadas.- Voc  ousado, garoto! - explodiu ele, pegando o bezoar e mantendo-o no altopara que toda a classe pudesse ver. - Oh, voc  como sua me... Bem, eu
noposso critic-lo... Um bezoar certamente agiria como antdoto para todas estaspoes!Hermione, com a face suada e fuligem em seu nariz. Ficou lvida. Seu antdotono
terminado, compreendendo cinqenta e dois ingredientes, incluindo um chumaodo seu prprio cabelo, borbulhou lentamente atrs de Slughorn, que s tinhaolhos para
Harry.- E voc pensou no bezoar sozinho, no pensou, Harry? - Ela perguntou por entreos dentes.- Este  o esprito que um verdadeiro fazedor de poes precisa! -
DisseSlughorn alegremente, antes que Harry pudesse responder. - Exatamente como suame, ela tinha a mesma compreenso intuitiva fazendo poes, definitivamentevoc
herdou isso de Llian... Sim, Harry, sim, se voc tiver um bezoar  mo, claro que voc far o truque... Embora eles no funcionem em todos os casos, esejam muito
raros, ainda tem seu valor saber como preparar antdotos.A nica pessoa na sala com um olhar mais bravo do que Hermione era Malfoy, que,Harry ficou encantado em
observar, havia derramado algo que parecia como um gatodoente sobre si mesmo. Antes que qualquer um deles pudesse expressar sua friapor Harry ficar em primeiro
lugar na classe sem fazer nada, entretanto, o sinobateu.- Tempo de guardar o material! - Disse Slughorn. - E dez pontos extras paraGryffindor pela mudana ousada!Ainda
rindo, ele voltou gingando para sua mesa  frente da masmorra.Harry ficou para trs, gastando uma grande quantidade de tempo para fechar suamochila. Nem Ron e nem
Hermione lhe desejaram boa sorte quando saram; ambos lhededicaram olhares irritados. Finalmente s havia Harry e Slughorn na sala.- Vamos, agora, Harry, voc ficar
atrasado para sua prxima aula! - DisseSlughorn amavelmente, estalando os ganchos dourados de sua pasta de couro dedrago.- Senhor, - Disse Harry, lembrando-se irresistivelmente
de Voldemort - eu querialhe perguntar algo.- Pergunte o que quiser, ento, meu querido, pergunte o que quiser.- Senhor, eu queria saber o que voc sabe sobre...
Sobre Horcruxes?Slughorn congelou. Sua face redonda pareceu afundar dentro de si. Ele umedeceuos lbios e disse asperamente:- O que voc disse?- Eu perguntei o que
sabe sobre Horcruxes, senhor. O senhor sabe...- Dumbledore lhe pediu isso! - Sussurrou Slughorn.Sua voz havia mudado completamente. No era mais genial, e sim chocado,estarrecido.
Ele levou a mo ao bolso e retirou um leno, e esfregou sua testasuada.- Dumbledore lhe mostrou aquilo - aquela memria! - Disse Slughorn. - Ento? Eleno mostrou?-
Sim - Disse Harry, decidindo no momento que era melhor no mentir.- Sim,  claro. - Disse Slughorn quietamente, ainda esfregando sua face plida.-  claro... Bem,
se voc viu aquela memria, Harry. Voc sabe que eu no seinada - NADA - ele repetiu a palavra com fora - sobre Horcruxes.Ele pegou sua pasta de couro de drago,
colocou o leno no bolso e marchou paraa porta da masmorra.- Senhor - Disse Harry desesperadamente. - Eu s pensei que poderia haver umpouco mais daquela memria...-
Pensou? - Disse Slughorn. Ento pensou errado, est ouvindo? ERRADO!Ele berrou a ltima palavra e, antes que Harry pudesse dizer qualquer coisa,bateu a porta da
masmorra atrs dele.Nem Ron nem Hermione ficaram animados quando Harry lhes contou a entrevistadesastrosa. Hermione ainda estava chateada por Harry ter triunfado
sem fazer otrabalho corretamente. Ron estava ressentido que Harry no tinha capturado paraele nenhum bezoar, tambm.Teria parecido estpido se ns todos tivssemos
feito isto! disse Harryirritado. Olha, eu tinha que tentar o amolecer para assim lhe perguntar sobreVoldemort, no tinha? Oh, como se voc fosse conseguisse! ele
somou emexasperao, Ron estremeceu ao som do nome.Enfurecido pelo fracasso dele e pela atitude de Ron e Hermione, Harry pensou emfazer algo logo nos prximos dias
para chegar a Slughorn. Por enquanto, eledecidiu que ele deixaria Slughorn pensar que ele tinha esquecido totalmente oHorcruxes; era certamente melhor para o acalmar,
causando falso senso desegurana antes de voltar ao ataque.Quando Harry questionou Slughorn novamente, o mestre de Poes retornou aotratamento afetuoso habitual
dele, e parecia ter tirado o assunto da mente dele.Harry esperou um convite a uma das pequenas festas de inicio de noite deSlughorn, determinado a aceit-lo desta
vez, mesmo se tivesse que replanejarseus treinos de Kiditch. Porm, infelizmente, nenhum convite chegou. Harryconferiu com Hermione e Ginny: nenhuma delas tinha
recebido convite algum e nem,at onde elas souberam, no houve qualquer pessoa que o tivesse recebido.Harry no podia negar que Slughorn no tinha esquecido tudo
to rapidamentequanto pareceu, simplesmente ele estava determinado a no dar a Harry nenhumaoutra oportunidade para question-lo.Enquanto isso, na biblioteca de
Hogwarts, Hermione tinha fracassado pelaprimeira vez em toda histria de vida. Ela estava to triste, que esqueceu atmesmo seu aborrecimento com Harry pelo bezoar.Eu
no achei uma nica explicao do que Horcruxes so!" ela falou. Nem umanica! Eu estive olhando na seo proibida e at mesmo nos livros mais horrveisonde eles
lhe contam como fabricar as poes mais horrendas - nada! Tudo que eupude achar foi isto, no Introduo para Magia Mais Diablica -escute- "doHorcrux, a mais maligna
das invenes mgicas, ns no falaremos nem daremosreceita"... Por que menciona isto, ento? ela disse impacientemente, enquantofechava livro velho batendo-o; ele
soltou uma lamria fantasmagrica. Oh, secale ela resmungou, enquanto colocava o livro na bolsa.A neve derretia ao redor da escola quando fevereiro chegou, o frio
foi sendosubstitudo por uma umidade melanclica. Nuvens cinzentas bem baixas pareciampenduradas em cima do castelo e uma constante chuva fria caindo faziam osgramados
escorregadios e barrentos.Iniciava-se tambm a primeira aula de Aparatar para os sextanistas, que foiagendada para uma manh de sbado, de forma que nenhuma das
matrias normaisfosse prejudicada, e aconteceu no Grande Salo.Quando o Harry e Hermione chegaram ao Salo (Ron tinha ficado com Lavender),eles perceberam que as
mesas haviam desaparecido. A chuva chicoteava contra asjanelas altas e o teto encantado se erguia escurecido sobre eles, enquanto seajuntavam em frente aos Professores
McGonagall, Snape, Flitwick e Sprout - osChefes das Casas - e um bruxo pequeno, que Harry imaginou ser o Instrutor deApario do Ministrio. Ele era esquisitamente
plido, com clios transparentes,cabelo delgado e um ar insubstancial, como se uma nica rajada de vento pudesselev-lo embora. Harry desejou saber se aparecimentos,
e constantes reapariestinham diminudo a matria dele de alguma maneira, ou se esta forma delicada eraa ideal para qualquer um que desejasse desaparecer.Bom dia,
disse o bruxo de Ministrio, quando todos os alunos tinham chegado eos Chefes das Casas pediram silncio. Meu nome  Wilkie Twycross e eu serei seuInstrutor de Aparatar
do Ministrio - durante as prximas doze semanas. Euespero poder prepar-los para seu teste de Aparatar neste perodo-.Malfoy, fique quieto e preste ateno! rosnou
a Professora McGonagall.Todo mundo olhou em volta. Malfoy tinha corado sombriamente; ele parecia tofurioso que afastou-se de Crabbe, com quem ele estava sussurrando
alguma coisa.Harry olhou depressa, para Snape, que parecia muito aborrecido, o que Harrysuspeitou ser menos pela falta de Malfoy do que pelo fato de McGonagall terrepreendido
um aluno da casa dele. - em algum tempo, muitos de vocs estaroprontos para fazer sua prova, Twycross continuou, como se no tivesse havidonenhuma interrupo.Como
vocs sabem,  impossvel a Aparatar ou Desaparatar dentro de Hogwarts. ODiretor desfez este encanto, somente dentro do Grande Salo, durante uma hora,para possibilitar
nossa prtica. Eu devo enfatizar que voc no ser capaz deAparatar fora das paredes deste Corredor, e espero que voc no seja burro detentar.Eu gostaria que cada
um de vocs se posicionasse agora de tal forma que tenhauns cinco passos de espao em frente a voc.Houve um grande tumulto, na separao das pessoas, elas batiam-se
umas nasoutras, e organizavam-se erroneamente. Os Chefes das Casas moveram-se entre osestudantes, colocando-os em posio e solucionando problemas.Harry aonde voc
vai? Hermione perguntou.Mas Harry no respondeu; ele estava se movendo depressa pela multido, alm dolugar onde Professor Flitwick estava relutante tentando posicionar
algunsCorvinais, todos querendo estar na frente e, passando pela Professora Sprout,que alinhava as Ofllepufles que insistiam em aglomerar-se ao redor de ErnieMacmillan,
ele conseguiu se posicionar na parte de trs da multido, exatamenteatrs de Malfoy que estava tirando proveito do motim geral para continuar aconversa com Crabbe,
posicionando-se a cinco ps de distncia, mas parecendorevoltado.Eu no sei quanto mais, certo? Malfoy disse a ele, sem perceber que Harryestava logo atrs. Est
levando muito mais tempo do que eu pensei. Crabbeabriu a boca, mas Malfoy pareceu adivinhar o que ele ia dizer.Olha, no  nenhum segredo o que estou fazendo, Crabbe,
voc e Goyle mantm umavigia,  isso que devem fazer!Eu diria a meus amigos o que faria, se eles precisassem manter uma vigilnciapara mim," Harry disse, alto bastante
para Malfoy o ouvir.Malfoy girou, a mo dele agarrando a varinha, mas, nesse preciso momento osquatro Chefes das Casas gritaram, Quietos!, e o silncio reinou novamente.Malfoy
virou-se para frente lentamente.Obrigado disse Twycross. Agora ento... .Ele balanou sua varinha. Arcos antiquados de madeira apareceram imediatamenteno cho em
frente a cada estudante.As coisas importantes para se lembrar quando Aparatar so os trs Ds! DisseTwycross. Destino, Determinao, Deliberao!Passo um: fixe sua
mente firmemente no destino desejado,Disse Twycross. Neste caso, o interior de seu arco.Gentilmente, concentre-se agora neste destino.Todo mundo dava uma olhada
furtiva, para conferir se os outros estavam fitandoseu arco, ento apressadamente fizeram como lhes foi falado.Harry contemplou o remendo circular de cho pardo
includo no seu arco e tentouno pensar em nada mais. Isto era impossvel, pois ele no podia deixar depensar no que Malfoy estava fazendo, a ponto de precisar de
vigias."Passo dois, disse Twycross, foque sua determinao em ocupar o espaovisualizado! Deixe este seu anseio inundar sua mente e partir para cadapartcula de
seu corpo!.Harry olhou sorrateiramente ao redor. Um pouco a sua esquerda, Ernie Macmillanestava contemplando o arco dele to firme que sua face tinha ficado rosa;
olhavacomo se estivesse tentando botar um ovo do tamanho de uma Goles. Harry mordeu umriso e apressadamente voltou o olhar ao seu prprio arco.Passo trs, chamou
Twycross, e somente quando eu der o comando... Imaginemaquele mesmo lugar, tentem no sentir mais nada, movendo-se com deliberao. Emmeu comando, agora... um -
1Harry olhou ao redor novamente; muitas pessoas estavam olhando alarmadas,perguntando-se se j iam aparatar to depressa.Harry tentou fixar os pensamentos dele novamente
no arco; ele j tinha esquecidoo que trs Ds representavam.- TRS!.Harry girou naquele mesmo lugar, perdeu o equilbrio e quase caiu. Ele no foi onico. O Salo
inteiro estava, de repente, cheio de pessoas cambaleantes;Neville estava cado atrs dele; Ernie Macmillan, por outro lado, tinha feito umtipo pirueta saltando no
arco dele e parecia momentaneamente emocionado, at queviu Dean Thomas que rugindo de tanto rir dele.No se distraiam, no se distraiam, disse Twycross secamente,
que no pareciaestar esperando qualquer coisa melhor. Ajustem seus arcos, por favor, e paratrs em suas posies originnyis... A segunda tentativa no foi melhor
que a primeira. A terceira foi da mesmamaneira ruim. Nada at a quarta trouxe qualquer acontecimento excitante. Houveum guincho horrvel de dor e todo mundo olhou,
apavorado, vendo Susan Bones deOfllepufle que cambaleava no arco dela com a perna esquerda parada a cinco ps dedistncia do lugar de onde ela tinha comeado.Os
Chefes das Casas foram at a ela; houve um grande estrondo e uma bola defumaa roxa apareceu, revelando uma Susan que chorava, com a perna no lugar,mas, horrorizada.A
Fraturao ou separao de corpos, disse Twycross desapontado, acontecequando a mente est insuficientemente determinada. Voc tem que se concentrarcontinuamente
em seu destino, e se mover, sem hesitar, mas com deliberao...assim.Twycross pisou adiante, graciosamente girando no mesmo lugar com os braosestendidos e desapareceu
em um redemoinho de roupas, enquanto reaparecia naparte de trs do Salo. Se lembrem dos trs D;s, ele disse, e tentemnovamente... um - dois - trs -Mas de uma hora
depois, e a Fraturao de Susan ainda era coisa maisinteressante que tinha acontecido. Twycross no parecia desanimado. Firmando ocapote dele ao pescoo, ele somente
disse, At sbado que vem a todos, e noesqueam: Destinao. Determinao. Deliberao.Com isso, ele balanou a varinha, e enquanto os arcos desapareciam, saiu
do Salo acompanhado pela Professora McGonagall. Conversando, as pessoas sedirigiam para o Saguo de Entrada.O que voc fez? perguntou Harry para Ron, enquanto saam.
Eu acho que sentialgo da ltima vez que tentei - um tipo de formigar em meus ps.Eu achei estes treinos muito fceis, facinhos, disse uma voz atrs deles, eHermione
os olhou, enquanto sorria maliciosamente.Eu no sentia nada, disse Harry, ignorando a interrupo. "Mas no  isso queme preocupa agora -.O que voc quer dizer,
que no se preocupa... Voc no quer aprender aAparatar? Disse Ron incrdulo.Eu no estou interessado, realmente. Eu prefiro voar, disse Harry, enquantoolhava por
cima do ombro para ver onde Malfoy estava, e acelerou quando elesentraram no Saguo de Entrada. Olhe, se apresse, vamos, h algo que eu querofazer....Perplexo, Ron
seguiu Harry para a torre da Grefindor correndo. Eles foramtemporariamente detidos por pirraa, que tinha jogado uma porta no quarto andarfechando-o e se recusando
deixar qualquer um passar at que atearam fogo scalas dele, mas Harry e Ron simplesmente retrocederam e foram por atalhos jconhecidos. Dentro de cinco minutos,
eles estavam entrando pelo buraco do retrato.Voc vai me contar o que ns estamos fazendo, ento? Perguntou Ron, arquejandoligeiramente.Para cima, disse Harry, cruzando
a sala comunal e entrando pela porta para aescadaria dos meninos.O dormitrio deles estava, como previsto, vazio. Ele abriu sua mala e comeou aprocurar algo, enquanto
Ron assistia impacientemente.Harry... Malfoy est usando Crabbe e Goyle como vigias. Ele estava discutindo agoramesmo com Crabbe. Quer saber... aha!.Ele tinha achado,
um quadrado dobrado de pergaminho aparentemente em branco queele abriu e bateu com a varinha.Eu solene juro que no sou bom... Ou Malfoy !Imediatamente, o Mapa
do Maroto apareceu na superfcie do pergaminho. Era umplano detalhado de todo os pisos do castelo e, movendo-se nele, minsculos,pontos pretos que representavam
cada dos ocupantes do castelo.Me ajude a achar Malfoy, disse Harry apressadamente.Ele ps o mapa na cama dele, e ele e Ron se apoiaram, enquanto procuravam.L! disse
Ron, depois de um minuto. Ele est na sala comunal de Seleterim,olhe... com Parkinson, Zabini, Crabbe e Goyle..."Harry olhou para o mapa, desapontado, e o guardou
quase que imediatamente.Bem, vou manter o olho nele de agora em diante nele, disse firmemente. E nomomento que eu o vir espreitando em algum lugar com Crabbe e Goyle,
ser com aCapa da Invisibilidade que vou descobrir o que ele quer -Ele parou quando Neville entrou no dormitrio, trazendo com ele um cheiro fortede material chamuscado,
e comeou a procurar em sua mala um par limpo de roupas.Apesar da determinao de capturar Malfoy, Harry no teve sorte por todo restoda semana. Embora ele consultasse
o mapa to freqentemente quanto podia, svezes fazendo visitas desnecessrias ao banheiro entre as aulas para olhar, eleno viu nenhuma vez Malfoy em lugar suspeito.
Realmente, ele notou que Crabbe eGoyle rondavam o castelo mais freqentemente que o habitual, s vezespermanecendo estacionados em corredores desertos, mas sempre
Malfoy no sestava em nenhuma parte perto deles, mas impossvel de ser localizado no mapanada. Isto era muito misterioso. Harry pensou na possibilidade de Malfoy
estarrealmente deixando os terrenos escolares, mas no pde ver como ele poderia estar fazendo isto, devido ao alto nvel de segurana que operava agora dentro do
castelo. Ele poderia somente supor que pudesse ter perdido Malfoy entre ascentenas de pontos pretos minsculos no mapa. Como Malfoy, Crabbe e Goylepareciam agir
de modo diferente, j que eram normalmente inseparveis, estas coisas poderiam demonstrar que estavam se afastando - Ron e Hermione, Harry refletiu tristemente,
eram
prova viva disso.Maro no trouxe mudanas no tempo, a no ser que ficou ventoso, alm de mido.Para indignao geral, uma nota apareceu em todos os quadros de aviso
das salascomunais, a prxima viagem a Hogsmeade tinha sido cancelada. Ron estava furioso.Era no meu aniversrio! ele disse, estava esperando isso!No uma surpresa
grande, entretanto, ? Disse Harry. No depois do queaconteceu a Katie.Ela ainda no tinha voltado do St. Mungus. E ainda mais, tinham sido notificadosmais desaparecimentos
no Profeta Dirio, incluindo vrios parentes de estudantesa Hogwarts.Mas agora tudo que quero  avanar nas lies de Aparatar estpidas! Disse Ronemburrado. grande
presente de aniversrio....Trs lies depois, e Apario estava se mostrando bem difcil j, e maisalgumas pessoas tinham se fraturado. A frustrao era grande
e havia uma certaquantia de piadas sobre Wilkie Twycross e o trs Ds que tinham inspirado vriosapelidos para ele, os mais educados deles eram Respira00000000000o
de Cachorro e Cabeade Esterco.Feliz aniversrio Ron, disse Harry, quando eles acordaram no dia primeiro demaro enquanto Simas e Dino se levantavam ruidosamente
para o caf da manh.Tenho um presente.Ele jogou um pacote para a cama de Ron onde apareceu uma pilha pequena delesque, Harry assumiu, foram entregues  noite por
elfos.Coragem disse Ron. Quando ele arrancava o papel, Harry saiu da cama, abriu aprpria mala e comeou a procurar o Mapa do Maroto que ele escondeu depois detanto
uso. Ele tirou vrios de seus pertences e remexeu suas meias nas quais eleainda estava mantendo a garrafa de sua poo de sorte, Felix Felicis."Certo " ele murmurou,
levando o mapa de volta para cama com ele, batendo emurmurando, eu juro solenemente no fazer nada de bom, de modo que Neville,que estava passando prximo a cama
dele na hora, no ouvisse.Legal, Harry!  Disse Ron entusiasmado, mexendo no par novo de luvas de keperde kiditch que Harry tinha lhe dado.Sem problemas, disse Harry
distraidamente, enquanto ele procurava o dormitrioda Seleterim para localizar Malfoy. Eh... eu no acho que ele esteja mesmo nacama dele... Ron no respondeu; ele
estava muito ocupado desembrulhando presentes e soltavauma exclamao de prazer de vez em quando. Srio, este foi um bom ano!  Ele anunciou, mostrando um relgio
de ouropesado com smbolos estranhos ao redor e estrelas minsculas se movendo em vezde ponteiros.  Veja o que mame e papai me deram! Eu quero ver o que ganhareiquando
fizer aniversrio ano que vem... Calma,  murmurou Harry, olhando o relgio antes de verificar mais de perto omapa. Onde Malfoy estava? Ele no parecia estar  mesa
da Seleterim no SaloPrincipal, tomando o caf da manh... Ele no estava em nenhuma parte perto deSnape que estava sentando na sala dele... Ele no estava em quaisquer
dosbanheiros ou na ala hospitalar...Quer um? " Ron disse com voz abafada, oferecendo uma caixa de caldeiro dechocolate.No obrigado,  disse Harry, observando.
Malfoy saiu novamente! No pode ter feito isso,  disse Ron, enchendo a boca com o segundo caldeiro,deslizando para fora da cama para se vestir.  Vem. Se voc no
se apressar terde aparatar de estmago vazio... Poderia fazer isto mais fcil, eu suponho..."Ron olhou pensativamente a caixa de caldeires de chocolate, ento
encolheu osombros e se serviu de um terceiro.Harry bateu no mapa com a varinha, murmurando,  Mal feito - feito,  entretantono tinha sido, foi se vestir refletindo.
Devia haver uma explicao para osdesaparecimentos peridicos de Malfoy, mas ele no podia simplesmente pensar noque poderia ser. O melhor modo de encontra-lo seria
o seguindo, mas mesmo com acapa da invisibilidade esta no era uma boa idia; ele tinha as aulas, prticade kiditch, deveres e aparatao; ele no podia seguir Malfoy
pela escola todas em sua ausncia ser notada. Pronto?  Ele disse para Ron.Ele estava a meio caminho da porta do dormitrio quando ele percebeu que Ron notinha se
movido, mas estava apoiado na cama, fitando o lado de fora da janelamolhada de chuva com um estranho olhar desfocado no rosto. Ron? O caf da manh.  Eu no tenho
fome, Harry olhou para ele. Voc no disse -? "Bem, certo, eu irei com voc,  suspirou Ron, " mas eu no quero comer.".Harry o olhou, desconfiado. Voc comeu somente
meia caixa de caldeiro de chocolate, no foi?  No,  que  Ron suspirou novamente.  Voc... voc no entenderia.  Serei imparcial,  disse Harry, embora contrariamente,
ele se virou para abrira porta. Harry!  Disse Ron de repente. O que?  Harry, eu no posso fazer isto!  Voc no pode fazer isso que?  Perguntou Harry, agora comeando,definitivamen







te, a se sentir alarmado. Ron estava bastante plido e pareciadoente. Eu no posso deixar de pensar nela!  Disse Ron asperamente.O queixo de Harry caiu. Ele no
tinha esperado isto e, seguramente, ele noqueria ouvir isto. Eles podiam ser amigos, mas se Ron comeasse chamando Lil de Lili , ele sairia correndo escada abaixo.
Por que no a procura no caf da manh?  Harry perguntou tentando injetar umanota de bom senso na conversa. Eu no penso que ela saiba que eu exista,  disse Ron
com um gestodesesperado. Ela definitivamente sabe que voc existe,  disse Harry, confuso.  Ela temficado com voc, no tem? Ron piscou. Sobre quem voc est falando?
"Sobre quem voc est falando?" Disse Harry, com uma sensao crescente de quetoda a razo tinha escapado da conversa. Romilda Vance,  disse Ron suavemente e o rosto
inteiro pareceu se iluminarquando ele disse isto, como se batesse um raio da mais pura luz solar. Eles seencararam durante quase um minuto inteiro, antes que Harry
dissesse,  Isto uma piada, certo? Voc est brincando.  Voc est brincando. "Eu acho, Harry, eu acho que eu a amo,  disse Ron numa voz estrangulada. OK,  disse
Harry e caminhou at Ron que tinha um olhar vtreo e aparnciaplida,  OK... diga novamente olhando para mim.  Eu a amo,  repetiu Ron.  Tenho visto o cabelo dela,
todo negro, brilhante esedoso... E os olhos dela? Os olhos escuros e grandes dela? E o -  Isto  realmente engraado e tudo,  disse Harry impacientemente,  mas piada,
certo? Chega. Ele virou para partir e tinha dado dois passos para a porta quando um soco oacertou na orelha direita. Cambaleando, ele olhou em volta. O punho de
Ronpreparado, o rosto contorcido de raiva; ele estava a ponto de golpear novamente.Harry reagiu instintivamente; a varinha estava fora do bolso e o encantamentosaiu
sem um pensamento consciente: Levicorpus!Ron gritou quando foi virado mais uma vez; ele oscilou de cabea para baixo, asvestes penduradas. O que foi isso?  Harry
berrou. Voc a insultou, Harry! Voc disse que era uma piada!  Gritou Ron que estavaficando com o rosto prpura lentamente  medida que o sangue descia para acabea
dele.Isso  loucura!  Disse Harry.  O que aconteceu -? E ento ele viu a caixa aberta na cama de Ron e a verdade o atingiu com a forado basto de um trasgo... Onde
voc conseguiu esses caldeires de chocolate?  Eles foram um presente de aniversrio!  Gritou Ron, remexendo lentamente noar lutando para se pr livre.  Eu lhe ofereci
um, no foi?  Voc s os apanhou do cho, no ?  Eles tinham cado na minha cama, certo? Me deixe ir!  Eles no caram na sua cama, voc encontrou, voc no entende?
Eles eram meus,eu os atirei para fora do meu malo quando eu estava procurando o mapa. Eles soos caldeires de chocolate que Romilda me deu antes de Natal e eles
esto cheiosde poo do amor! Mas somente uma palavra disto parecia ter sido registrada por Ron. Romilda?  Ele repetiu.  Voc disse Romilda? Harry - voc a conhece?
Vocpode me apresentar?Harry encarou Ron vacilando, o rosto agora parecia tremendamente esperanoso elutou com uma forte vontade de rir. Uma parte dele - a parte
da orelha direitaque ainda pulsava - tinha um forte desejo de soltar Ron e assistir at osefeitos da poo passar... Mas por outro lado, eles eram amigos, Ron no
tinha sido ele mesmo quando o atacou e Harry - pensou que ele mereceria outro soco seele permitisse que Ron declarasse amor eterno para Romilda Vance. Sim, eu o
apresentarei,
disse Harry, pensando rapidamente.  Eu vou tesoltar agora, OK? Ele deixou Ron se chocar contra o cho (a orelha dele doa ainda), mas Ronsimplesmente saltou novamente
aos ps dele e sorriu. Ela estar no escritrio de Slughorn", Harry disse confiante, abrindo  porta. Por que ela estar l?  Perguntou ansiosamente Ron e se apressando
a sair. Oh, ela tem lies de Poes extras com ele,  disse Harry inventandorapidamente. Talvez eu possa perguntar se eu posso t-las com ela?  Disse Ron ansioso.
Grande idia,  disse Harry. Lil estava esperando ao lado do buraco do retrato, uma complicao que Harry no tinha previsto. Voc est atrasado, Ron Ron!  Ela fez
beicinho.  Eu devo a voc um presente-  Deixe-me sozinho,  disse Ron impaciente,  Harry vai me apresentar RomildaVance. E sem outra palavra para ela, empurrou o
quadro e se foram. Harry tentou fazeruma cara sem entender para Lil, mas simplesmente poderia ter rido, porque elaolhava mais ofendida que nunca quando a Mulher
Gorda se fechou atrs deles.Harry estava preocupada pois Slughorn poderia estar tomando caf da manh, masele atendeu a porta de escritrio dele  primeira batida,
usando um trajeaveludado verde e touca. Harry,  ele murmurou.   muito cedo para uma chamada... Eu geralmente durmotarde no sbado..." Professor, eu realmente sinto
muito em o perturbar,  disse Harry to baixoquanto possvel, enquanto Ron estava nas pontas dos ps, tentando ver atrs deSlughorn, dentro do quarto dele,  mas meu
amigo Ron bebeu uma poo de amor porengano. Voc no pode lhe fazer um antdoto, pode? Eu o levaria  MadamePomfrey, mas ns no queremos ter relao com alguma
Gemialidade Weasley, vocentende... Perguntas indesejadas... Voc no poderia ter preparado o antdoto, Harry, um preparador de poesespecialista como voc?  Perguntou
Slughorn. Er,  disse Harry, um pouco distrado pelo fato que Ron estava o acotovelandoagora nas costelas em uma tentativa para forar a entrada dele no quarto,
bem,eu nunca preparei um antdoto para uma poo de amor, senhor, e at que euaprenda isto, Ron certamente poderia fazer algo srio -Felizmente, Ron escolheu este
momento para gemer,  eu no posso v-la. Harry -ele est a escondendo?  Esta poo estava dentro de algo?  Perguntou Slughorn, agora olhando Ron cominteresse profissional.
Eles podem a concentrar, voc sabe, para os efeitosserem preservados muito tempo. "Isso explicaria tudo", disse Harry, lutando ferozmente, agora, com Ron paraimpedir
de ir para cima de Slughorn.   o aniversrio dele, Professor, eletomou inadvertidamente." Oh, certo, entre, ento, entre,  disse Slughorn cedendo.  Eu tenho onecessrio
aqui em minha bolsa, no  um antdoto difcil... Ron correu pela porta adentro da sala abarrotada de Slughorn, tropeou n umabanqueta, recuperou o equilbrio se
agarrando ao pescoo de Harry e murmurou, Ela no viu o que fiz, nb?  Ela no est aqui,  disse Harry e assistindo Slughorn abrir o kit de poodele e ir adicionando
algumas pitadas disto e daquilo numa garrafa cristalinapequena."Isso  bom,  disse Ron fervorosamente.  Como eu estou?  Muito bonito,  disse Slughorn suavemente
e deu para Ron um vidro de lquidoclaro.  Agora beba,  um tnico para os nervos, manter voc calmo quando elachegar, voc sabe, Brilhante,  disse Ron ansioso e
ele bebeu o antdoto ruidosamente.Harry e Slughorn o assistiram. Por um momento, Ron sorriu para eles. Ento,muito lentamente, o sorriso dele despencou e desapareceu,
para ser substitudopor uma expresso de horror extremo. Voltou ao normal, ento?  Disse Harry e sorrindo. Slughorn riu. Muitoobrigado Professor.  No mencionarei
isto, garoto, no mencionarei isto,  disse Slughorn, quandoRon desmoronou em uma poltrona perto e com o olhar devastado.  Cervejaamanteigada, isso  o que ele precisa,
Slughorn continuou, agora atarefadomexendo em cima de uma mesa carregada com bebidas.  Eu tenho cervejaamanteigada, eu tenho vinho, eu tenho a ltima garrafa de
mel de carvalhomaduro... hmm... Pretendia dar isso a Dumbledore no Natal... ah bem..." Eleencolheu os ombros ... "Ele no pode perder o que ele nunca teve! Por que
nsno abrimos isto agora e celebramos o aniversrio do Sr. Weasley? Nada como umbom esprito para esquecer as agonias das decepes de amor... Ele riu novamente
e Harry se uniu a ele. Este era o primeiro momento que eleestava praticamente s com Slughorn desde a desastrosa primeira tentativa deextrair a verdadeira memria
dele. Talvez, se ele pudesse manter Slughorn de bomhumor... Talvez se eles consumissem bastante do mel de carvalho maduro...H voc, ento,  disse Slughorn e deu
para Harry e Ron um copo de mel, antesde erguer o prprio.  Bem, um feliz aniversrio, Ralph -  - Ron -  sussurrou Harry.Mas Ron que no aparecia estar escutando
ao brinde j tinha lanado o mel naboca dele e tinha bebido tudo.Houve um segundo, dificilmente mais que uma batida do corao em qual Harrysoube que havia algo
terrivelmente errado e Slughorn, parecia no notar." - e que voc possa ter muitos outros -" Ron! Ron tinha derrubado o copo dele; subido na poltrona e, ento, apertado
os braosdela incontrolavelmente. Uma espuma estava pingando da boca e os olhos estavaminchando das nas rbitas. Professor!  Harry berrou.  Faa algo Mas Slughorn
parecia paralisado pelo choque. Ron crispou e sufocou: a pele deleestava ficando azul. O que - mas -  gaguejou Slughorn.Harry deixou o copo em cima de uma mesa baixa
e correu para o kit de pooaberto de Slughorn e tirou jarros e bolsas, enquanto o som terrvel de Rongargarejando sem respirao encheu o quarto. Ento ele achou
- a pedra extradado rim de cobra que Slughorn tinha pegado dele na aula de Poes.Ele voltou para o lado de Ron, abrindo a mandbula dele e empurrando o bezoar
naboca dele. Ron deu um grande tremor, uma sacudidela e o corpo dele ficou flcidoe calmo.













                  Captulo 19: Contos de Elfos

                  "Ento, ao todo, no foi um dos melhores aniversrios
                  do Rony?" Disse Fred.
                  Estava anoitecendo; a ala hospitalar estava quieta,
                  as
                  janelas com as cortinas fechadas, e as luminrias acesas.
                  Rony era o nico que ocupava uma cama. Harry, Hermione,
                  e Gina estavam sentados ao seu redor; tinham esperado
                  o dia inteiro do lado de fora das portas duplas, tentando
                  ver o interior sempre que algum entrava ou saa. Madame
                  Pomfrey s os deixou entrar s oito horas. Fred e Jorge
                  chegaram dez minutos depois.
                  "No era assim que imaginvamos dar nosso presente",
                  disse Jorge severamente, derrubando um presente embrulhado
                  grande no gabinete de lado da cama do Rony e sentando
                  ao lado de Gina.
                  "Sim, quando ns imaginamos a cena, ele estava consciente",
                  disse Fred.
                  "Estvamos l em Hogsmeade, esperando para surpreend-lo"
                  disse Jorge.
                  "Vocs estavam em Hogsmeade?" Perguntou Gina, olhando
                  acima.
                  "Ns estvamos pensando em comprar a Zonkos", disse
                  Fred tristemente. "Uma filial em Hogsmeade, sabe, mas
                  um gordo lote faria muito sucesso se no fosse permitido
                  sair nos fins de semana para comprar nosso material...
                  Mas isso no importa agora".
                  Ele puxou uma cadeira ao lado de Harry e olhou para
                  rosto
                  de plido de Rony.
                  "Como exatamente aconteceu, Harry?".Harry recontou a
                  histria que havia acabado de contar, ele sentiu como
                  se j o tivesse feito umas cem vezes para Dumbledore,
                  para McGonagall, para Madame Pomfrey, para Hermione,
                  e para Gina.
                  "... e ento eu enfiei o bezoar sua garganta abaixo
                  o
                  que facilitou um pouco sua respirao, Slughorn correu
                  para pedir ajuda, McGonagall e Madame Pomfrey foram
                  busc-lo,
                  e elas trouxeram Rony para c. Elas acreditam que ele
                  ficar bem. Madame Pomfrey diz que ele ter que ficar
                  aqui uma semana ou mais, tomando essncia de arruda".
                  "Nossa, sorte que voc pensou no bezoar", disse Jorge
                  em voz baixa;
                  "Sorte que tinha um na sala", disse Harry, ficando frio
                  s de pensar no que teria acontecido se ele no tivesse
                  sido capaz achar a pequena pedra.
                  Hermione deu uma quase inaudvel fungada. Ela esteve
                  excepcionalmente quieta o dia todo. Esbarrando, plida,
                  com Harry saindo da ala hospitalar e exigindo saber
                  o
                  que havia acontecido, ela no tomou quase nenhuma parte
                  da discusso obsessiva de Harry e Gina sobre como Rony
                  tinha sido envenenado, mas simplesmente permaneceu ao
                  lado deles, calada e assustada at terem permisso de
                  v-lo.
                  "Mame e Papai sabem?" Fred perguntou a Gina.
                  "Eles j o viram, chegaram uma hora atrs - eles esto
                  no escritrio de Dumbledore agora, mas voltaro logo...".
                  Houve uma pausa enquanto todos assistiram Rony murmurar
                  um pouco em seu sono.
                  "Ento o veneno estava na bebida?" Disse Fred quietamente.
                  "Sim", disse Harry imediatamente; ele no conseguia
                  pensar
                  mais nada e estava contente com a oportunidade de comear
                  a discusso novamente. "Slughorn despejou isto -"
                  "Ele seria capaz de derramar algo no copo do Rony sem
                  voc ver?".
                  "Provavelmente", disse Harry, "mas por que Slughorn
                  iria
                  querer envenenar Rony?".
                  "No tenho idia", disse Fred, franzindo a testa. "Voc
                  no acha que ele poderia ter trocado os copos por engano?
                  Querendo envenenar voc?".
                  "Por que Slughorn iria querer envenenar Harry?" Gina
                  perguntou.
                  "Eu no sei", disse Fred, "mas deve haver um monte de
                  pessoas por a que gostariam de envenenar Harry, No?

                  O Escolhido  e tudo mais?"
                  "Ento voc acha que Slughorn  um Comensal da morte?"
                  Disse Gina.
                  "Qualquer coisa  possvel", disse Fred de modo ameaador.
                  "Ele podia estar sob uma Maldio Imperius", disse Jorge.
                  "Ou ele podia ser inocente", disse Gina. "O veneno poderia
                  estar na garrafa, no caso estava provavelmente designado
                  para o prprio Slughorn".
                  "Quem iria querer matar Slughorn?".
                  "Dumbledore acredita que Voldemort quis Slughorn a seu
                  lado", disse Harry. "Slughorn esteve escondido por um
                  ano antes de vir para Hogwarts. E..." Ele pensou sobre
                  a memria que Dumbledore ainda no podia extrair de
                  Slughorn.
                  "E talvez Voldemort o queira fora do caminho, talvez
                  pense ele podia ser valioso para Dumbledore".
                  "Mas voc disse que Slughorn tinha planejado dar para
                  Dumbledore de Natal", Gina lembrou a ele. "Ento ele
                  poderia envenenar Dumbledore facilmente".
                  "Ento o envenenador no conhecia Slughorn muito bem",
                  disse Hermione, falando pela primeira vez em horas e
                  soando como se ela tivesse acabado de sair de um resfriado.
                  "Qualquer um que conhecesse Slughorn saberia que existia
                  uma boa chance dele manter algo que lhe interesse para
                  ele mesmo".
                  "Mio-neee", resmungou Rony inesperadamente entre eles.
                  Todos se calaram, observando-o preocupadamente, mas
                  depois
                  de murmurar de forma incompreensvel por um momento
                  ele
                  meramente comeou a roncar.
                  As portas do dormitrio se abriram de repente, fazendo
                  todos pularem: Hagrid veio caminhando at eles a passos
                  largos, seu cabelo despenteado, seu casaco de pele de
                  urso batendo por trs dele, um arco-e-flecha em sua
                  mo,
                  deixando uma trilha de barrentas pegadas do tamanho
                  de
                  golfinhos por todo cho.
                  "Estive na floresta o dia todo!" Ele ofegou. "Pssima
                  situao do Aragogue, eu estive lendo para ele - no
                  levantou pra jantar at agora e ento a Professora Sprout
                  me contou sobre Rony! Como ele est?".
                  "Meio ruim", disse Harry. "Eles dizem que ele ficar
                  bem".
                  "No mais do que seis visitas de cada vez!" Disse Madame
                  Pomfrey, apressando-se para fora de seu escritrio.
                  "Hagrid faz seis", Jorge apontou.
                  "Oh... sim..." Disse Madame Pomfrey, que pareceu estar
                  contando Hagrid como vrias pessoas devido a sua imensidade.
                  Para cobrir sua confuso, ela apressou-se a limpar suas
                  pisadas barrentas com sua varinha.
                  "Eu no acredito nisto", disse Hagrid roucamente, agitando
                  sua grande cabea despenteada  medida que ele olhava
                  fixamente para Rony. "Simplesmente eu no acredito nisso...
                  Olhe para ele ali... Quem iria querer feri-lo,?"
                  "Isto  justamente o que estvamos discutindo", disse
                  Harry. "Ns no sabemos".
                  "Algum poderia ter rancor contra o time de Quadribol
                  da Grefindor, no ?" Disse Hagrid ansiosamente. "Primeiro
                  Katie, agora Rony...".
                  "Eu no consigo imaginar ningum tentando matar um time
                  de Quadribol", disse Harry.
                  "Wood possivelmente teria feito com a Seleterim se ele
                  pudesse escapar sem punio", disse Fred claramente.
                  "Bem, eu no acho que  o Quadribol, mas eu acho que
                  existe uma conexo entre os ataques", disse Hermione
                  calmamente.
                  "Como voc imagina isto possvel?" Perguntou Fred.
                  "Bem, vejam uma coisa, ambos deviam ter sido fatais
                  e
                  no foram, embora isso tenha sido pura sorte. E por
                  outro
                  lado, nem o veneno nem o colar parecem ter alcanado
                  a pessoa que supostamente deveria ser morta. Claro",
                  ela acrescentou pensativa, "Isso faz da pessoa por detrs
                  deste at mais perigoso de um certo modo, porque eles
                  no parecem se importar com quantas pessoas sero liquidadas
                  at realmente alcanarem sua vtima".
                  Antes de algum poder responder a este pronunciamento
                  misterioso, as portas de ferro do dormitrio foram abertas
                  novamente e Senhor e Senhora Weasley se apressaram a
                  avanar. Eles queriam garantir que Rony teria uma recuperao
                  completa em sua ltima visita para a ala hospitalar;

                  Agora Senhora Weasley segurava Harry e o abraava fortemente.
                  "Dumbledore nos contou como voc o salvou com o bezoar",
                  ela soluou. "Oh, Harry, o que ns podemos dizer? Voc
                  salvou Gina... Voc salvou Arthur... agora voc salvou
                  Rony".
                  "No seja que... eu no fiz..." murmurou Harry sem jeito.
                  "Metade de nossa famlia parece dever a voc suas vidas,
                  agora eu paro e penso", Senhor Weasley disse em uma
                  voz
                  constrangida. "Bem, tudo que eu posso dizer  que foi
                  uma sorte para os Weasleys quando Rony decidiu se sentar
                  em seu compartimento no Expresso de Hogwarts, Harry".
                  Harry no podia pensar em qualquer resposta para isso,
                  quando Madame Pomfrey lembrou a eles que s poderiam
                  ser seis os visitantes ao redor da cama de Rony; Ele
                  e Hermione levantaram-se de uma vez para partir e Hagrid
                  decidiu ir com eles, deixando Rony com sua famlia.
                  " terrvel", rosnou Hagrid por baixo de sua barba,
                  
                  medida que os trs caminhavam atravs do longo do corredor
                  para a escadaria de mrmore. "Mesmo com esta nova segurana,
                  umas crianas ainda esto conseguindo se ferir... Dumbledore
                  anda doente de preocupao... Ele no diz muito, mas
                  eu posso dizer...".
                  "Ele no tem nenhuma idia, Hagrid?" Perguntou Hermione
                  desesperadamente.
                  "Eu acredito que ele tem centenas de idias, num crebro
                  como o dele", disse Hagrid. "Mas ele no sabe quem enviou
                  aquele colar nem quem ps veneno naquele vinho, ou ele
                  j o teria capturado, no acham? O que me preocupa",
                  disse Hagrid, abaixando sua voz e espiando acima de
                  seu
                  ombro (Harry, para garantir, verificou o teto procurando
                  Pirraa), " por quanto tempo Hogwarts pode ficar aberta
                  se crianas esto sendo atacadas. Uma espcie de Cmara
                  Secreta de novo, no ? Existir pnico, mais pais tirando
                  seus filhos da escola, a prxima chegar ao conhecimento
                  do Ministrio...".
                  Hagrid parou de conversar enquanto o fantasma de uma
                  mulher cabeluda movia-se serenamente sobre eles, ento
                  retomado em um sussurro rouco, "... O Ministrio anda
                  falando sobre fechar Hogwarts".
                  "Certamente no?" Disse Hermione, olhando preocupada.
                  "Veja isto pelo ponto de vista deles", disse Hagrid
                  fortemente.
                  "Eu quero dizer, eles esto sempre alertas quanto ao
                  risco de uma criana enviada  de Hogwarts, no ? Esperam
                  acidentes, no , com centenas de bruxos menores de
                  idade
                  presos juntos, mas tentativa de assassinato  diferente.
                  No  de se espantar que Dumbledore esteja bravo com
                  Sna -".
                  Hagrid parou em seus caminhos, uma expresso familiar,
                  culpada, que era visvel de seu rosto acima de sua barba
                  preta.
                  "O que?" Disse Harry depressa. "Dumbledore est bravo
                  com Snape?".
                  "Eu nunca disse iss-", disse Hagrid, entretanto seu
                  olhar
                  de pnico no podia ter sido de maior denncia. "Olhe
                  para as horas,  quase meia-noite, eu preciso-".
                  "Hagrid, por que Dumbledore est bravo com Snape?" Harry
                  perguntado ruidosamente.
                  "Shhhh!" Disse Hagrid, olhando nervoso e bravo ao mesmo
                  tempo. "No grite isso dessa maneira, Harry, voc quer
                  que eu perca meu emprego? Pense, eu no supus que voc
                  se importaria, importaria, no agora que abriu mo dos
                  cuidados de Mag-".
                  "No tente nem me faa sentir culpado, ele estava se
                  acostumado ao trabalho!" Disse Harry vigorosamente.
                  "O
                  que Snape fez?".
                  "Eu no sei, Harry, eu nem deveria ter ouvido isto mesmo!
                  Eu - bem, eu estava saindo da floresta uma outra noite
                  e eu os escutei conversando - bem, discutindo. No tinha
                  chamado a minha ateno, ento eu tentei escapar para
                  tentar no ouvir, mas eles estavam numa - bem, numa
                  discusso
                  tempestuosa e no era fcil no escut-la".
                  "E ento?" Harry o encorajou, j que Hagrid arrastava
                  seus enormes ps de maneira nervosa.
                  "Bem - eu s ouvi Snape dizendo para Dumbledore segurar
                  com mais eficincia, assim ele talvez - Snape - no
                  desejaria
                  fazer isto mais -"

                  "O que?".
                  "Eu no sei, Harry, parecia que Snape estava se sentindo
                  um pouco escravizado, isso  tudo - de qualquer maneira,
                  Dumbledore disse a ele que ele tinha concordado em fazer
                  isto e era por isso que ele ainda vivia. Foi firme com
                  ele. E ento ele disse sobre Snape estar fazendo investigaes
                  em sua casa, na Seleterim. Bem, no h nada estranho
                  nisto!" Hagrid apressadamente acrescentou, j que Harry
                  e Hermione trocavam olhares significativos. "Todos os
                  Chefes das Casas esto perguntando, patrulhando aquele
                  negcio do colar -"
                  "Sim, mas Dumbledore no est tendo trabalho com o
                  resto deles, no ?" Disse Harry.
                  "Olhe", Hagrid girando seu arco e flecha desconfortavelmente
                  em suas mos; houve um ruidoso som de algo lascando
                  e
                  com um estalo partiu-se em dois. "Eu sei o que vocs
                  esto pensando do Snape, Harry, e eu no quero vocs
                  interpretando isso como se houvesse mais alguma coisa".
                  "Olhe", disse Hermione de forma sintetizada.
                  Eles viraram no momento exato para ver a sombra de Argo
                  Filch aproximando alm da parede atrs deles antes do
                  homem virar a esquina, corcunda, com seu queixo duplo.
                  "Ah!" Ele ofegou. "Fora da cama to tarde, isso significar
                  deteno!".
                  "No significar, Filch", disse Hagrid imediatamente.
                  "Eles esto comigo, no?".
                  "E que diferena que faz?" Perguntou Filch de forma
                  arrogante.
                  "Eu sou um professor, disse corando, no sou? Voc que
                  fica andando furtivamente!" Disse Hagrid, descarregando
                  tudo de uma vez.
                  Houve um srdido barulho de assovio  medida que Filch
                  inchava de fria; Madame. Norrrra chegou, despercebida,
                  e estava se torcendo sinuosamente ao redor dos tornozelos
                  fracos de Filch.
                  "Vo", disse Hagrid pelo canto de sua boca.
                  Harry no precisou ouvir duas vezes; Ele e Hermione
                  saram
                  apressados; As vozes elevadas de Hagrid e Filch ecoavam
                  atrs deles  medida que corriam. Eles passaram por
                  Pirraa
                  prximo  Torre da Grefindor, mas ele estava correndo
                  feliz gritando, cacarejando e chamando,
                  "Quando houver discusso e quando houver dificuldade
                  Visite o Pirraa, ele far o dobro!".
                  A Mulher Gorda estava cochilando e no ficou feliz ao
                  ser despertada, mas girando o quadro raivosamente permitiu

                  que eles entrassem no aconchegante, calmo e vazio Salo
                  Comunal. No parecia que aquelas pessoas j sabiam sobre
                  Rony; Harry estava muito aliviado: Ele tinha sido interrogado
                  o suficiente naquele dia. Hermione desejou a ele boa
                  noite e partiu para o dormitrio das meninas. Harry,
                  porm, permaneceu para trs, sentando-se ao lado do
                  fogo
                  e olhando abaixo na agonizante brasa.
                  Ento Dumbledore havia discutido com Snape. Apesar de
                  tudo que ele dissera a Harry, apesar dele insistir que
                  ele confiava em Snape completamente, ele perdeu a pacincia
                  com ele... Ele no achou que Snape tivesse sido duro
                  suficiente para investigar os sonserinos... ou, talvez,
                  investigar um nico sonserino: Malfoy?
                  Ser que era porque Dumbledore no queria que Harry
                  fizesse
                  qualquer coisa tola, que agisse por suas prprias mos,
                  que ele fingiu que no existia nada nas suspeitas de
                  Harry? Parecia provvel. Poderia ser que Dumbledore
                  no
                  quisesse que nada distrasse Harry de suas lies, ou
                  de obter aquela memria de Slughorn. Talvez Dumbledore
                  no achava certo confiar suas suspeitas sobre seu pessoal
                  para um garoto de dezesseis anos...
                  "Voc est a, Potter!".
                  Harry ficou em p num salto, sua varinha preparada.
                  Ele
                  estava completamente seguro que o Salo Comunal estava
                  vazio; Ele no estava de maneira nenhuma preparado para
                  que uma figura grosseira levantasse de repente de uma
                  cadeira distante. Um olhar mais prximo o mostrou que
                  era Cormac McLaggen.
                  "Eu tenho esperado voc voltar", disse McLaggen,
                  desconsiderando
                  a varinha de Harry. "Devo ter adormecido. Olhe, eu os
                  vi levando o Weasley at a ala hospitalar mais cedo.
                  No pareceu que ele recuperaria at a partida da semana
                  que vem".
                  Harry levou alguns segundos at perceber sobre o que
                  McLaggen estava conversando.
                  "Oh... certo... Quadribol", ele disse, pondo sua varinha
                  atrs no cinto de sua cala jeans e passando uma mo
                  cansadamente por seu cabelo. "Sim... ele no poder
                  jogar".
                  "Bem, ento, eu jogarei de goleiro, no?" Disse McLaggen.
                  "Sim", disse Harry. "Sim, eu suponho...".
                  Ele no podia pensar em nenhum argumento contra isto;
                  Afinal, McLaggen apresentou-se certamente como o segundo
                  melhor nos testes.
                  "Excelente", disse McLaggen com uma voz satisfeita.
                  "Ento
                  quando  o treino?".
                  "O que? Oh... haver um amanh  noite".
                  "Bom. Escute Potter, ns deveramos conversar antes
                  do
                  treino. Eu tenho algumas idias de estratgias que voc
                  poderia achar til".
                  "Certo", disse Harry sem entusiasmo. "Bem, eu ouvirei
                  elas amanh, ento. Eu estou muito cansado agora...
                  at
                  mais...".
                  A notcia de que Rony tinha sido envenenado espalhou-se
                  rapidamente no dia seguinte, mas no causou a surpresa
                  que o ataque de Katie causou. As pessoas pareceram pensar
                  que poderia ter sido um acidente, supondo que ele estava
                  na sala do mestre de poes no momento, e que, como
                  ele
                  recebeu o antdoto imediatamente, no houve nenhum dano
                  real. Na realidade, o Grifinrios realmente estavam
                  muito
                  mais interessados na prxima partida de Quadribol contra
                  Uflepufle, muitos deles queriam ver Zacharias Smith,
                  atacante do time da Uflepufle, castigado corretamente
                  pelo seu comentrio durante a partida de abertura contra
                  Seleterim.
                  Harry, porm, nunca esteve to desinteressado em Quadribol;
                  Ele estava rapidamente ficando obcecado com Draco Malfoy.
                  Ainda verificava o Mapa do Maroto sempre que tinha uma
                  chance, s vezes fazia desvios para onde quer que Malfoy
                  fosse, mas ainda no havia descoberto ele fazendo nada
                  fora do comum. E ainda havia aquelas inexplicveis horas
                  quando Malfoy simplesmente desaparecia do mapa...
                  Mas Harry no tinha muito tempo para considerar o problema
                  com os treinos de Quadribol, tarefas, e o fato de que
                  ele estava agora sendo perseguido onde quer que fosse
                  por Cormac McLaggen e Lil Brown.
                  Ele no podia decidir qual deles era mais importuno.
                  McLaggen continuou com constantes sugestes de como
                  ele
                  seria um Goleiro permanente melhor que Rony, e que agora
                  que Harry estava o vendo jogar regularmente ele certamente
                  pensaria desta forma tambm; ele, alm disso, criticava
                  os outros jogadores e fornecia Harry esquemas detalhados
                  de treinamento, de forma que mais de uma vez Harry era
                  forado a lembr-lo que ele, Harry, era o Capito.
                  Enquanto isso, Lil ficava andando ao lado de Harry
                  para
                  discutir sobre Rony, o que Harry achava quase mais cansativo
                  que as palestras sobre Quadribol de McLaggen. A princpio,
                  Lil tinha ficado muito aborrecida porque ningum pensou
                  em contar-lhe que Rony estava na ala hospitalar - "eu
                  quero dizer, eu sou sua namorada!" - Mas infelizmente
                  decidiu perdoar Harry por este lapso de memria e estava
                  ansiosa para ter muitas conversas detalhadas com ele
                  sobre como Rony estava se sentindo, a maioria desconfortveis
                  experincias que Harry teve a felicidade de abrir mo.
                  "Olhe, por que voc no conversa com Rony sobre tudo
                  isso?" Harry perguntou, depois de um particularmente
                  longo interrogatrio de Lil sobre se o que ela entendeu
                  tudo que certamente Rony disse sobre suas novas vestes
                  indicava que Rony considerou seu relacionamento com
                  Lil
                  para ser "srio".
                  "Bem, eu iria, mas ele est sempre adormecido quando
                  eu vou e o vejo!" Disse Lil chateada.
                  "Est?" Disse Harry, surpreso, pois ele encontrava Rony
                  perfeitamente acordado toda vez que ia at a ala hospitalar,
                  ambos altamente interessados nas notcias da briga de
                  Dumbledore e Snape e afiado em ofender McLaggen sempre
                  que possvel.
                  "Hermione Granger ainda o est visitando?" Lil exigiu
                  de repente.
                  "Sim, eu acho. Bem, eles so amigos, no so?" Disse
                  Harry desconfortavelmente.
                  "Amigos, no me faa rir", disse Lil com desdm. "Ela
                  no conversou com ele por semanas depois que ele comeou
                  a sair comigo! Mas eu suponho que ela queira fazer as
                  pazes com ele agora que ele est todo interessante...".
                  "Voc chamaria envenenado de estar interessante?" Perguntou
                  Harry. "De qualquer maneira - desculpe, preciso ir -
                  McLaggen est me esperando para conversarmos sobre Quadribol",
                  Disse Harry s pressas, e ele lanou-se lateralmente
                  por uma porta que fingia ser uma parede slida e correu
                  pelo atalho que o levaria para longe de Poes onde,
                  com gratido, nenhuma Lil nem McLaggen podia segui-lo.
                  Na manh da partida de quadribol contra Lufa Lufa, Harry
                  entrou na ala hospitalar antes de ir para o jogo. Ron
                  estava muito agitado; Madame Pomfrey no o deixaria
                  assistir
                  a partida, pois sentia que ia aumentar a agitao dele.
                  "Ento, o quanto McLaggen est preparado?", ele perguntou
                  nervosamente para Harry, esquecendo aparentemente que
                  j tinha feito duas vezes a mesma pergunta.
                  "Eu j lhe falei", disse Harry pacientemente, "ele poderia
                  ser o melhor do mundo e eu no o manteria. Ele continua
                  tentando dizer para todo o mundo o que fazer, ele pensa
                  que pode jogar melhor em qualquer posio que todos
                  ns.
                  Eu no vejo a hora de me livrar dele. E falando em evitar
                  pessoas", Harry falou, levantando e pegando a Firebolt
                  dele, "voc vai parar de fingir estar adormecido quando
                  a Lil vier visit-lo? Ela est me deixando louco com
                  isso".
                  "Oh", disse Rony, parecendo embaraado. "Sim. Certo".
                  "Se voc no quiser sair mais com ela, s lhe fale",
                  disse Harry.
                  "Sim... bem... no  fcil, n?", disse Rony. Ele parou.
                  "Hermione vir me ver antes da partida?", ele perguntou
                  casualmente.
                  "No, ela j foi para o jogo com Gina".
                  "Oh", disse Rony, parecendo bastante mal humorado. "Certo.
                  Bem, sorte. Espero que voc acabe com McLag - eu quero
                  dizer, Smith".
                  "Eu tentarei", disse Harry, apoiando a vassoura nos
                  ombros.
                  "O vejo depois da partida".
                  Ele se apressou pelos corredores desertos; a escola
                  inteira
                  estava l fora, sentada no estdio, ou ento indo nesta
                  direo. Ele estava olhando para fora das janelas que
                  passavam, tentando calcular quanto vento eles iriam
                  enfrentar,
                  quando um barulho o fez olhar para frente e ele viu
                  Malfoy
                  caminhando para ele, acompanhado por duas meninas, ambas
                  parecendo mal humoradas e ressentidas.
                  Malfoy parou a curta distncia de Harry, ento deu um
                  riso curto, sem humor, e continuou andando.
                  "Aonde voc vai?", Harry exigiu.
                  "Sim, eu realmente vou lhe dizer, porque isso  da sua
                  conta, Potter", zombou Malfoy. "Voc faria melhor se
                  apressando, eles esto esperando para ver o Capito
                  Escolhido -  o Menino Que Sobreviveu - tudo que eles
                  o chamam estes dias".
                  Um das meninas deu uma risadinha sem graa. Harry a
                  encarou.
                  Ela se ruborizou. Malfoy empurrou Harry para passar
                  e,
                  sendo seguido a trote pelas amigas, virou a esquerda,
                  desaparecendo de vista.
                  Harry ficou preso no mesmo lugar e os viu desaparecer.
                  Isto estava enfurecendo-o; ele estava em cima da hora
                  para a partida, e Malfoy estava se escondendo aqui dentro
                  enquanto o resto da escola estava ausente. Era, contudo,
                  a melhor chance de Harry descobrir o que Malfoy fazia.
                  Passaram-se alguns segundos silenciosos e Harry permaneceu
                  onde estava, congelado, contemplando o lugar onde Malfoy
                  tinha desaparecido...
                  "Onde voc esteve?", Gina exigiu, quando Harry correu
                  para o vestirio. O time inteiro estava de uniforme
                  e
                  pronto; Coote e Peakes, os batedores, estavam batendo
                  os bastes deles nervosamente contra as pernas.
                  "Eu encontrei Malfoy", Harry lhe falou baixo, quando
                  ele puxou o uniforme escarlate por cima da cabea dele.

                  "Assim eu quis saber por que ele est no castelo com
                  duas namoradas enquanto todo o mundo est aqui em baixo...".

                  "Isso importa agora?".
                  "Bem, no  provvel que eu descubra, no ?", disse
                  Harry, agarrando a Firebolt dele e empurrando os culos.
                  "Vamos ento!".
                  E sem outra palavra, ele marchou para fora sobre uma
                  chuva de vaias e palmas ensurdecedoras.
                  Havia um pouco de vento; cu cheio de nuvens, de vez
                  em quando deslumbrando raios luminosos do sol.
                  "Condies enganadoras!", McLaggen disse ao time. "Coote,
                  Peakes, quero que vocs voem fora do sol, assim eles
                  no os vero vindo - "
                  "Eu sou o Capito, McLaggen, eu dou as instrues a
                  eles",
                  disse Harry furiosamente. "Somente v para o gol!".

                  Uma vez que McLaggen tinha sado, Harry virou para Coote
                  e Peakes.
                  "Tenho certeza que vocs voaro fora do sol", ele lhes
                  disse.
                  Ele deu um aperto de mo no capito da Lufa Lufa, e
                  ento,
                  Madame Hooch apitou, ele impulsionou e ganhou o ar,
                  mais
                  alto que o resto do time, voando ao redor do campo 
                  procura do pomo. Se ele pudesse peg-lo bem e rpido,
                  poderia ter uma chance de voltar at o castelo, pegar
                  o Mapa do Maroto e descobrir o que Malfoy estava fazendo...

                  "E l Smith da Lufa Lufa com a goles", disse uma voz
                  sonhadora, ecoando acima do campo. "Ele tinha sido o
                  comentarista no jogo passado, claro, e Gina Weasley
                  voou
                  nele, eu acho que provavelmente de propsito, ao que
                  parece. Smith estava sendo bastante rude com Grefindor,
                  eu espero que ele lamente isso agora que est jogando
                  com eles - oh, olhe, ele perdeu a goles, Gina o roubou
                  dele, eu gosto dela, ela  muito agradvel...".
                  Harry olhou para baixo no pdio do comentarista. Seguramente
                  ningum em s conscincia teria deixado Luna Lovegood
                  comentar. Mas mesmo de onde estava no poderia se enganar
                  sobre aquele cabelo longo, loiro, nem o colar de rolha
                  de cerveja amanteigada. . . . Ao lado de Luna, a Professora
                  McGonagall estava parecendo ligeiramente incomodada,
                  como se ela estivesse tendo outros pensamentos realmente
                  sobre este evento.
                  "... mas agora aquele jogador grande da Lufa Lufa pegou
                  a goles dela, eu no posso me lembrar do nome dele,
                  
                  algo como Bibble - no, Buggins -".
                  " Cadwallader!", disse a Professora McGonagall ruidosamente
                  ao lado de Luna. A multido riu.
                  Harry buscou ao redor pelo pomo; no havia nenhum sinal
                  dele. Momentos depois, Cadwallader marcou. McLaggen
                  tinha
                  gritado crticas para Gina por permitir a perda da posse
                  da goles, tendo como resultado ele no ter notado a
                  bola
                  vermelha grande que passou rente  orelha direita.
                  "McLaggen, preste ateno ao que voc est fazendo e
                  deixe o resto do time em paz!", Harry berrou, girando
                  at ficar de frente para o goleiro deles.
                  "Voc no est dando um grande exemplo!", McLaggen gritou,
                  corado e furioso.
                  "E Harry Potter est discutindo agora com o goleiro
                  dele",
                  disse Luna serenamente, enquanto a multido de Lufa
                  Lufa
                  e Seleterim ria e zombava. "Eu no penso que isso lhe
                  ajudar a achar o pomo, mas talvez seja um ardil
                  inteligente...".
                  Xingando furiosamente, Harry deu meia volta e partiu
                  novamente ao redor do campo, esquadrinhando os cus
                  por
                  algum sinal da minscula bola dourada, alada.
                  Gina e Demelza marcaram um gol cada, dando aos torcedores
                  vermelho e ouro abaixo algo para se alegrar. Ento Cadwallader
                  marcou novamente, fazendo o placar empatar, mas Luna
                  no parecia ter notado; ela apareceu singularmente
                  desinteressada
                  em tais coisas mundanas como a contagem, e continuou
                  tentando chamar a ateno da multido para coisas tais
                  como nuvens de forma interessante e a possibilidade
                  de
                  Zacharias Smith, que no manteve a posse da goles por
                  mais que um minuto, estar sofrendo algo chamado de "eminncia
                  de Perdedor".
                  "Setenta a quarenta para Lufa Lufa!", gritou a Professora
                  McGonagall no megafone de Luna.
                  ", j?", disse Luna vagamente. "Oh, olhe! O goleiro
                  da Grinfria pegou o basto de um dos batedores".
                  Harry girou em pleno ar ao redor dele. Definitivamente,
                  McLaggen, por razes boas o suficiente para ele, tinha
                  pegado o basto de Peakes e parecia estar demonstrando
                  como rebater um balao na direo de Cadwallader.
                  "V, devolva o basto dele e volte para as traves!",
                  rugiu Harry, jogando pedras para McLaggen da mesma maneira
                  que McLaggen rebateu ferozmente ao balao e o jogou
                  nele.

                  Uma cegueira de dor repugnante... Um flash de luz...
                  Gritos distantes... E a sensao de cair por um tnel
                  longo...
                  E a prxima coisa que Harry soube, era ele estava em
                  uma cama notavelmente morna e confortvel e estava olhando
                  para um abajur que lanava um crculo de luz dourada
                  sobre um teto sombrio. Ele elevou a cabea desajeitadamente.
                  L,  esquerda dele havia uma familiar pessoa ruiva.

                  "Bom voc ter aparecido", disse Rony, sorrindo.
                  Harry piscou e deu uma olhada. Claro: ele estava na
                  ala
                  hospitalar. O cu l fora era anil riscado com vermelho.
                  A partida deveria ter terminado horas atrs... Sem qualquer
                  esperana de encurralar Malfoy. Harry sentia a cabea
                  estranhamente pesada; ele elevou uma mo e sentia um
                  turbante duro de bandagens.
                  "O que aconteceu?".
                  "Crnio rachado", disse Madame Pomfrey, atarefada, o
                  empurrando para trs contra os travesseiros. "Nada para
                  se preocupar, eu consertei isto imediatamente, mas eu
                  estou o mantendo aqui por esta noite. Voc no deve
                  ficar
                  em p durante algumas horas".
                  "Eu no quero ficar aqui esta noite", disse Harry
furiosamente,
                  sentando e atirando as cobertas longe. "Eu quero achar
                  McLaggen e o matar".
                  "Eu tinha medo que ficasse realmente super agitado",
                  disse Madame Pomfrey, empurrando-o firmemente para trs
                  sobre a cama e erguendo a varinha de uma maneira ameaadora.
                  "Voc ficar aqui at que eu o libere, Potter, ou eu
                  chamarei o diretor".
                  Ela voltou a trabalhar no escritrio dela e Harry afundou
                  de volta nos travesseiros dele, bufando.
                  "Voc sabe por quanto ns perdemos?", ele perguntou
                  para
                  Rony entre dentes.
                  "Bem, sim eu sei", disse Rony. "Placar final: trezentos
                  e vinte a sessenta".
                  "Brilhante", disse Harry selvagemente. "Realmente brilhante!
                  Quando eu colocar as mos em McLaggen -".
                  "Voc no quer colocar as mos nele, ele  do tamanho
                  de um trasgo", disse Rony razoavelmente. "Pessoalmente,
                  eu acho que seria muito bom azarar com aquela coisa
                  da
                  unha de dedo do p do Prncipe. De qualquer maneira,
                  o resto do time deve ter cuidado dele antes de voc
                  sair
                  daqui, eles no esto contentes...".
                  Havia uma nota de alegria mal disfarada na voz de Rony;
                  Harry poderia contar que ele no estava nada triste
                  por
                  McLaggen ter feito confuso to grande. Harry se deitou,
                  encarando o facho de luz no teto, o crnio recentemente
                  consertado doendo, certamente, mas o sentindo ligeiramente
                  macio debaixo de toda a atadura.
                  "Eu pude ouvir os comentrios da partida daqui", disse
                  Rony, a voz dele tremendo agora com a risada. "Eu espero
                  que Luna sempre comente de agora em diante... O Entusiasmo
                  de perdedor...".
                  Mas Harry ainda estava muito bravo para ver graa na
                  situao, e depois de um tempo, os risos de Rony diminuram.

                  "Gina veio te visitar enquanto voc estava inconsciente",
                  ele disse, depois de uma pausa longa, e a imaginao
                  de Harry voou rpida, reconstruindo uma cena na qual
                  Gina, lamentando em cima da forma inanimada dele, confessou
                  os sentimentos de atrao profunda a ele enquanto Ron
                  lhes dava a bno dele... "Ela disse que voc chegou
                  em cima da hora para a partida. O que aconteceu? Voc
                  saiu daqui bastante cedo".
                  "Oh...", disse Harry, com a cena na mente dele implodindo.
                  "Sim... bem, eu vi Malfoy se movendo furtivamente com
                  um par de meninas que no pareciam querer estar com
                  ele,
                  e esta  a segunda vez que ele com certeza no estava
                  no jogo de quadribol com o resto da escola; ele faltou
                   ltima partida tambm, se lembra?", Harry suspirou.
                  "Desejaria ter seguido-o agora, a partida foi um fiasco...".

                  "No seja estpido", disse Rony nitidamente. "Voc no
                  poderia faltar a uma partida de Quadribol s para seguir
                  Malfoy, voc  o Capito!".
                  "Eu quero saber o que ele est fazendo", disse Harry.
                  "E imaginei tudo na minha cabea, depois do que eu ouvi
                  entre ele e Snape -".
                  "Eu nunca disse que era tudo da sua cabea", disse Rony,
                  se apoiando no cotovelo e encarando Harry, "mas no
                  h
                  nenhuma regra que resolva tudo neste lugar! Voc est
                  ficando obcecado com Malfoy, Harry. Eu quero dizer,
                  pensando
                  perder uma partida para o seguir...".
                  "Eu quero peg-lo!", disse Harry frustrado. "Eu quero
                  saber, aonde ele vai quando desaparece do mapa?".
                  "Eu no sei... Hogsmeade?", Rony sugeriu, bocejando.
                  "Eu nunca o vi indo ao longo de qualquer passagem secreta
                  no mapa. De qualquer maneira, eu acho que elas esto
                  sendo vigiadas agora, no ? "
                  "Bem ento, eu no sei", disse Ron.
                  O silncio caiu entre eles. Harry encarou o crculo
                  de
                  luz de abajur sobre ele, pensando...
                  Se ele tivesse o poder de Rufus Scrimgeour, ele poderia
                  colocar um espio seguindo Malfoy, mas infelizmente
                  Harry
                  no tinha um escritrio cheio de Aurores sob o comando
                  dele... Ele poderia tentar montar algo como a A. D.,
                  mas novamente havia o problema que ningum ia querer
                  perder as aulas; afinal de contas, a maioria deles ainda
                  tinha horrios cheios. . . .
                  Houve um ronco baixo vindo da cama de Ron. Depois de
                  um tempo Madame Pomfrey saiu do escritrio dela, usando
                  um roupo grosso. Era mais fcil fingir dormir; Harry
                  rolou do lado dele e escutou toda a movimentao de
                  cortinas
                  em volta deles quando ela usou a varinha dela apagando
                  os abajures, e voltando ao escritrio dela; ele ouviu
                  a porta fazer um clique atrs dela e soube que ela havia
                  ido para cama.
                  Essa era, Harry refletiu na escurido, a terceira vez
                  que ele tinha sido trazido  ala hospitalar por causa
                  de um ferimento de Quadribol. Uma vez, ele tinha cado
                  da vassoura dele devido  presena de dementadores ao
                  redor do campo e, antes disso, todos os ossos tinham
                  sido removidos do brao dele pelo erro no conserto pelo
                  Professor Lockhart . . . Esse tinha sido, sem dvida,
                  o ferimento mais doloroso dele... ele se lembrou da
                  agonia
                  de fazer crescer todos os ossos do brao em uma noite,
                  um desconforto no aliviado pela chegada de uma visita
                  inesperada no meio da -
                  Harry sentou ereto, o corao batendo, balanando o
                  turbante
                  de ataduras dele. Ele teve a soluo, afinal: Havia
                  um
                  modo para Malfoy ser seguido - como ele pde esquecer,
                  por que no tinha pensado nisto antes?
                  Mas a pergunta era, como o chamar? O que fazer? Baixinho,
                  numa tentativa, Harry disse na escurido.
                  "Kreacher? "
                  Houve um estalado muito alto e os sons de luta e ranger
                  encheu o quarto silencioso. Ron despertou com um gemido.

                  "O que est -? "
                  Harry apontou a varinha apressadamente para a porta
                  do
                  escritrio de Madame Pomfrey e murmurou, "Muffliato!
                  " de forma que ela no viria correndo. Ento ele foi
                  para ponta da cama dele para ver melhor.
                  Dois elfos domsticos estavam rolando no cho no meio
                  do dormitrio, um que usava um colete marrom pequeno
                  e vrios gorros de l, o outro, um trapo velho imundo
                  amarrado nos quadris dele como uma tanga. Ento houve
                  outro estrondo alto, e Pirraa, o Poltergeist, apareceu
                  em pleno ar sobre os elfos lutando.
                  "Eu estava assistindo, Potty! " ele contou para Harry
                  indignado, apontando  briga abaixo, antes de deixar
                  sair um cacarejo alto. "Olhe para aquelas criaturas
                  imundas
                  brigando, mordendo e mordendo, socando e socando - "

                  "Kreacher no insultar Harry Potter na frente do Dobby,
                  ele no vai, ou Dobby fechar a boca de Kreacher para
                  ele! " chiou Dobby em uma voz estridente.
                  "- Chute, idiota! " chiou Pirraa felizmente, jogando
                  pedaos de giz nos elfos para os enfurecer ainda mais.
                  "Belisca, empurra! "
                  "Kreacher dir que ele gosta do mestre dele, oh sim,
                  tambm que ele  que um mestre, amigo imundo de Sangue
                  ruim, oh, o que diria a pobre senhora de Kreacher -?
                  "
                  Exatamente o que a senhora de Kreacher teria dito eles
                  no souberam, pois naquele momento Dobby afundou o pequeno
                  punho na boca de Kreacher e arrancou fora metade dos
                  dentes dele. Harry e Ron saltaram das camas e separaram
                  os elfos, entretanto eles continuaram tentando dar pontaps
                  e esmurrar um ao outro, incitados por Pirraa, que flutuava
                  ao redor do abajur gritando, "enfia os dedos no nariz
                  dele, avana no pescoo e puxa a orelha dele - "
                  Harry apontou a varinha dele para Pirraa e disse, "Langlock!
                  " Pirraa apertou  garganta dele, tragou, ento saiu
                  do quarto fazendo gestos obscenos, mas incapaz falar,
                  porque a lngua dele tinha grudado no cu da boca.
                  "Bom", disse Ron apreciando, j erguendo Dobby no ar,
                  de forma que os membros agitados dele no tivessem contato
                  com Kreacher. "Isso era outro feitio do Prncipe, no
                  era? "
                  "Sim", disse Harry, torcendo o brao seco de Kreacher
                  em um golpe de luta livre. "Certo - eu os probo de
                  lutarem
                  um com o outro! Bem, Kreacher, voc est proibido de
                  lutar com o Dobby. Dobby, eu sei que no me permitem
                  lhe dar ordens - "
                  "Dobby  um elfo domstico e ele pode obedecer a qualquer
                  um que ele gostar e Dobby far qualquer coisa que Harry
                  Potter quer que ele faa! " disse Dobby, abaixando o
                  rosto para o pequeno colete dele.
                  "Prove ento", disse Harry, e ele e Ron libertaram os
                  elfos que caram no cho, mas no continuaram lutando.
                  "Mestre me chamou? " Kreacher chiou, fazendo uma mesura
                  enquanto dava a Harry um olhar que claramente lhe desejava
                  uma morte dolorosa.
                  "Sim, eu fiz", disse Harry, olhando para a porta do
                  escritrio
                  de Madame Pomfrey para verificar que o feitio do Muffliato
                  ainda estava funcionando; no havia nenhum sinal que
                  ela tivesse ouvido qualquer coisa da comoo. "Eu tenho
                  um trabalho para voc."
                  "Kreacher far qualquer coisa que Mestre quer", disse
                  Kreacher, fazendo uma mesura to grande que os lbios
                  dele encostaram no cho, "porque Kreacher no tem escolha,
                  mas Kreacher est envergonhado de ter tal mestre, sim
                  - "
                  "Dobby far isto, Harry Potter! " rangeu Dobby, os olhos
                  do tamanho de bolas de tnis marejados de lgrimas.
                  "Dobby
                  seria honrado em ajudar Harry Potter! "
                  "Pensando nisto, seria bom ter vocs dois", disse Harry.
                  "Certo, ento... eu quero que voc siga Draco Malfoy."

                  Ignorando o olhar de surpresa e exasperao na face
                  de
                  Ron, Harry continuou, "eu quero saber onde ele vai,
                  com
                  quem ele est se encontrando e o que ele est fazendo.
                  Eu quero que vocs o siga o tempo todo."
                  "Sim, Harry Potter! " disse Dobby, os grandes olhos
                  dele
                  brilhando de excitao, imediatamente. "E se Dobby errar,
                  Dobby se lanar de fora da torre mais alta, Harry Potter!
                  "
                  No haver necessidade disso", disse Harry rpido.
                  "Mestre quer que eu siga o mais jovem do Malfoys? "
                  Kreacher
                  coaxou. "Mestre quer que eu espie o sobrinho puro sangue
                  de minha antiga senhora? "
                  "Isso.", disse Harry, prevendo um grande perigo e determinado
                  a remediar isso imediatamente. "E o probo de dar informaes
                  para ele, Kreacher, ou se mostrar ou falar com ele alguma
                  coisa ou lhe escrever mensagens ou... ou o contatar
                  de
                  alguma forma. Entendeu isto? "
                  Ele esperou para ver Kreacher lutando para ver uma falha
                  nas instrues que ele h pouco tinha sido recebido
                  e
                  tinha esperado. Depois de um momento ou dois e, para
                  grande satisfao de Harry, Kreacher se curvou profundamente
                  novamente e disse, com ressentimento amargo, "Mestre
                  pensa em tudo e Kreacher tem que o obedecer embora Kreacher
                  ficaria muito satisfeito em ser o criado do menino de
                  Malfoy, oh sim. . . . "
                  "Isso est resolvido, ento", disse Harry. "Eu quero
                  relatrios regulares, mas tenham certeza que eu esteja
                  sozinho quando vocs aparecerem. Ron e Hermione, tudo
                  bem. E no contem para ningum o que vocs esto fazendo.
                  Grudem em Malfoy como um par de verrugas.





                  Capitulo 20: O Pedido de Lord Voldemort

                  Harry e Rony deixaram o hospital nas primeiras horas
                  da manh de segunda-feira, a sade plena restabelecida
                  pelas administraes de Madame Pomfrey e agora capazes
                  de saber dos benefcios de estar desacordado aps ter
                  sido envenenado, o melhor de tudo era Hermione ter retomado
                  a amizade com Rony. Hermione os escoltou at o caf
                  da
                  manh, enquanto trazendo com ela as notcias que Gina
                  tinha discutido com Dino. A criatura sonolenta, no trax
                  de Harry, despertou, fazendo ele elevar sua cabea
rapidamente,
                  aspirando o ar esperanosamente.
                  Sobre o que eles discutiram?", Ele perguntou, tentando
                  soar casual  medida que eles viravam no corredor do
                  stimo andar, que estava vazio exceto por uma garotinha
                  que examinava a tapearia dos trolls vestidos de bailarina.
                  Ela parecia apavorada ao ver os sextanistas e derrubou
                  a pesada balana que estava carregando".

                  "Est tudo bem!" disse Hermione amavelmente, adiantando
                  -se para ajuda -la. "Aqui...".
                  Ela bateu a sua varinha na balana quebrada e disse,
                  "Reparo".A menina no agradeceu, mas permaneceu encolhida
                  como um ponto  medida que eles passavam. Rony virou
                  e deu um olhar de relance para ela.
                  "Eu juro que eles esto ficando pequenos", ele disse.
                  "No ligue pra ela", disse Harry, um pouco impaciente.
                  "O que fez Gina e Dino discutirem, Hermione?".
                  "Oh, Dino estava rindo, quando McLaggen acertou voc
                  com aquele balao" disse Hermione.

                  "Deve ter sido engraado", disse Rony justificando.
                  "No
                  pareceu nada engraado", disse Hermione ardentemente.
                  "Pareceu terrvel e se Coote e Cumes no tivessem pegado
                  Harry, ele poderia ter se machucado seriamente".

                  "Sim, bem, no havia necessidade para Gina e Dino terem
                  se separado por causa disso", disse Harry, ainda tentando
                  soar casual. "Ou eles esto ainda juntos?".
                  "Sim, eles esto - mas por que voc est to interessado?"
                  Hermione perguntou, dando a Harry um olhar afiado.
                  "Eu s no quero meu time de Quadribol bagunado novamente!",
                  ele disse apressadamente, mas Hermione continuou olhando
                  suspeitamente, e ele pareceu mais aliviado quando uma
                  voz atrs dele o chamou, "Harry!", dando uma desculpa
                  para virar de costas para Mione. "Oh, oi Luna".
                  "Eu fui at a ala do hospital procurar voc", disse
                  Luna,
                  remexendo em sua bolsa.
                  "Mas me disseram que voc tinha sado...".
                  Ela empurrou o que pareceu ser uma cebola verde, um
                  grande
                  cogumelo manchado, e uma quantia considervel do que
                  parecia coco de gato nas mos de Rony.
                  Finalmente retirou um rolo de bastante sujo de pergaminho,
                  que deu para Harry.
                  "... Eu tinha que entregar isso a voc".
                  Era um rolo pequeno de pergaminho, que Harry reconheceu
                  como mais um convite para alguma lio com Dumbledore.
                  "Hoje  noite", ele disse a Rony e Hermione, quando
                  o
                  abriu.
                  "Comentrio agradvel  ltima partida!", disse Rony
                  devolvendo a Luna a Cebola verde, o cogumelo, e coco
                  de gato. Luna sorriu vagamente.

                  "Voc est rindo de mim, no ?" Ela disse. "Todo mundo
                  diz que eu era terrvel".
                  "No,  verdade!", disse Rony determinadamente. "Eu
                  no

                  lembro de ter feito nenhum comentrio! O que  isto,
                  a propsito?" Ele disse, segurando a cebola ao nvel
                  do olho.
                  "Oh,  um Gurdyroot", ela disse, colocando a sujeira
                  e o cogumelo de volta em sua bolsa. "Voc pode ficar
                  com ele se voc gostar, eu tenho alguns deles. Eles
                  so
                  realmente excelentes para afastar Tragos Grudentos".
                  Ela foi embora, deixando Rony, e rindo, ainda olhando
                  o Gurdyroot.
                  "Voc sabe, ela gruda em mim, Luna", ele disse, quando
                  eles partiram novamente para o Grande Corredor. "Eu
                  sei
                  que ela  insana, mas est bem-" Ele deixou de falar
                  repentinamente. Lil Brown estava ao p da escadaria
                  marmrea parecendo atordoada. "Oi", disse o Rony nervosamente.
                  "Vamos", Harry murmurou para Hermione, e eles aceleraram
                  o passo, entretanto no antes de ouvirem Lil dizer,
                  "Por que voc no me disse que tinha saindo hoje? E
                  por
                  que ela estava com voc?".
                  Rony olhou ambos mal-humorado e aborrecido quando apareceu
                  no caf da manh, meia hora mais tarde, entretanto ele
                  se sentou com Lil, mas Harry no os viu trocando uma
                  palavra sequer durante todo o tempo, que estiveram juntos.
                  Hermione estava agindo como se nada estivesse acontecendo,
                  mas uma ou duas vezes Harry a viu com um sorriso malicioso.
                  Durante todo aquele dia ela pareceu particularmente
                  animada,
                  e naquela noite na sala comunal ela consentiu em olhar
                  (em outras palavras, terminar de escrever) o trabalho
                  de herbologia do Harry, coisa que ela j tinha se recusado
                  a fazer, pois ela sabia que Harry iria deixar Rony copiar.
                  "Muito obrigado, Hermione", disse Harry, dando um tapinha
                  leve em suas costas, ento verificou seu relgio e viu
                  que j era quase oito horas. "Escute, preciso me apressar
                  ou chegarei atrasado para Dumbledore...". Ela no respondeu,
                  somente desejou alguma sorte enquanto escrevia. Sorrindo,
                  Harry saiu pelo buraco do retrato apressado e foi para
                  o escritrio do diretor. A Grgula saltou de lado na
                  meno de balas de leite, e Harry subiu a escadaria
                  em
                  espiral, dois degraus de cada vez, batendo a porta exatamente
                  no momento em que o relgio bateu oito horas.
                  "Entre", chamou Dumbledore, mas quando Harry estendeu
                  uma mo para empurrar a porta, ela foi aberta violentamente...
                  L estava a professora Trelawney.
                  "Aha!" Ela chorou, apontando dramaticamente para Harry
                  piscando para ele atravs de seus esplendorosos culos.
                  "Ento esta  a razo de eu ser expulsa sem cerimnia
                  de seu escritrio Dumbledore!".
                  "Minha querida Sibilla", disse que Dumbledore em levemente
                  exasperado. "No h motivo para eu te para eu tir-la
                  sem cerimnia de nenhum lugar, mas Harry tem um compromisso
                  e eu realmente no acho que tenhamos nada mais a ser
                  dito".
                  "Muito bem", disse a Professora Trelawney, com uma voz
                  profundamente ferida. "Se voc no ir banir aquele
                  cavalo
                  velho, assim seja...".
                  "Talvez eu deva achar uma escola onde meus talentos
                  sejam
                  mais bem apreciados...".
                  Ela empurrou Harry e desapareceu, escadaria espiral
                  abaixo;
                  Eles ouviram seu tropeo caminho abaixo, Harry achou
                  que seria em um de seus xales.

                  "Por favor, feche a porta e sente-se, Harry". disse
                  Dumbledore,
                  soando bastante cansado.
                  Harry obedeceu, sentando-se na cadeira habitualmente
                  na frente da mesa de Dumbledore, aquela onde a Penseira
                  se localizava entre eles, mais uma vez com suas minsculas
                  garrafas de cristal cheias de memrias que rodavam.

                  "A professora Trelawney no est feliz por Firenze continuar
                  ensinando, no ?" Harry perguntou.

                  "No", disse Dumbledore, "Adivinhao est apresentando
                  muito mais dificuldades do que eu poderia ter previsto,
                  nunca tendo estudado o assunto. Eu no posso pedir a
                  Firenze para voltar  floresta de onde ele foi banido
                  nem posso pedir para Sybila Trelawney partir. S entre
                  ns mesmos, ela no tem nenhuma idia do perigo que
                  corre
                  fora do castelo. Ela no sabe - e eu penso que seria
                  impossvel para ela advinhar - que fez a profecia sobre
                  voc e Voldemort, veja voc."

                  Dumbledore deu um suspiro profundo, ento disse, "Mas
                  no importa meus problemas de ordem pessoal. Ns temos
                  assuntos muito mais importantes para discutir. Em primeiro
                  lugar - conseguiu realizar a tarefa que eu determinei
                  ao trmino de nossa lio anterior? "

                  "Ah", disse Harry, pensando rpido. Com lies de Aparatao,
                  Quadribol, Ron sendo envenenado e ele rachando a cabea
                  na determinao de descobrir o que Draco Malfoy estava
                  fazendo, Harry quase tinha se esquecido da lembrana
                  que Dumbledore tinha lhe pedido que extrasse do Professor
                  Slughorn. "Bem, eu perguntei para Professor Slughorn
                  por isto ao trmino da aula de Poes, senhor, mas,
                  er,
                  ele no disse nada para mim." Houve um certo silncio.

                  "Eu sei", disse Dumbledore eventualmente, investigando
                  Harry dos seus culos de meia-lua e Harry tendo a impresso
                  habitual que estava sendo radiografado. "Voc sente
                  que
                  tem mostrado seus melhores esforos neste assunto, tem?
                  Que voc exercitou tudo de sua ingenuidade considervel?
                  Que voc no deixou nenhum trao de esperteza em sua
                  indagao para pegar a memria? "

                  "Bem", Harry protelou, perdendo logo o que ele ia dizer.
                  A nica tentativa para conseguir recuperar a memria,
                  de repente, pareceu embaraosamente fraca. "Bem. . .
                  no dia que Ron engoliu a poo do amor por engano, eu
                  o levei ao Professor Slughorn. Eu pensei que talvez
                  eu
                  conseguisse pegar o Professor Slughorn com bastante
                  bom
                  humor - " "E cumpriu o trabalho? " Dumbledore perguntou.
                  "Bem, no, senhor, porque Ron foi envenenado - " "-
                  e,
                  naturalmente, me fez esquecer qualquer tentativa de
                  conseguir
                  a memria. "Eu no teria esperado nada mais, j que
                  seu
                  melhor amigo estava em perigo. Porm, uma vez ficou
                  claro
                  que Sr. Weasley ia ter uma recuperao plena, eu teria
                  esperado que voc voltasse  tarefa que eu lhe estabeleci.
                  Eu pensei que tinha deixado claro para voc quo importante
                  aquela memria . Realmente, eu fiz o melhor para embutir
                  em voc que  aquela memria  o mais crucial de tudo
                  e que ns estaremos desperdiando nosso tempo sem ela."

                  Um sentimento quente e espinhoso de vergonha se espalhou
                  do topo da cabea de Harry at os ps. Dumbledore no
                  tinha erguido a voz, ele nem mesmo fez um som bravo,
                  mas Harry teria preferido que ele gritasse; esta decepo
                  fria era pior que qualquer coisa.

                  "Senhor", ele disse, um pouco desesperadamente, "no
                   que eu no esteja aborrecido ou outra coisa,  que
                  eu tive outras - outras coisas. . . "

                  "Outras coisas em sua mente", Dumbledore terminou a
                  orao
                  por ele. "Eu vejo."

                  O silncio caiu novamente entre eles, o silncio mais
                  incmodo que Harry alguma vez tinha experimentado com
                  Dumbledore; parecia no ter fim, s pontuados pelos
                  pequenos
                  roncos grunhidos do retrato de Armando Dippet sobre
                  a
                  cabea de Dumbledore. Harry se sentiu estranhamente
                  diminudo,
                  como se ele tivesse encolhido um pouco desde que ele
                  entrou na sala. Ele disse, "Professor Dumbledore, eu
                  realmente sinto muito. Eu deveria ter feito mais. ...
                  Eu deveria ter percebido que voc no teria me pedido
                  para fazer isto se no fosse realmente importante."


                  "Obrigado por dizer isso, Harry", disse Dumbledore baixo.
                  "Eu posso esperar, ento, que voc dar, de agora em
                  diante, alta prioridade para este assunto? Interrompemos
                  nossos encontros depois de hoje a noite a menos que
                  ns
                  tenhamos aquela memria."

                  "Eu farei isto, senhor, eu a obterei", ele disse srio.

                  "Ento, ns no falaremos mais sobre isso agora sobre
                  isto", disse Dumbledore mais amvel, "mas continuaremos
                  com nossa histria onde ns paramos. Voc se lembra
                  onde
                  foi isso? "

                  "Sim, senhor", disse Harry depressa. "Voldemort matou
                  o pai dele e os avs e fez parecer como se o Tio Morfin
                  tivesse feito isto. Ento ele voltou para Hogwarts e
                  perguntou... ele perguntou para o Professor Slughorn
                  por Horcruxes", ele resmungou envergonhado.

                  "Muito bom", disse Dumbledore. "Agora, voc se lembrar,
                  eu espero, que eu lhe disse no incio destas nossas
                  reunies
                  que ns estvamos entrando nos reinos de conjeturas
                  e
                  especulao? "
                  "Sim, senhor."
                  "Assim, como espero eu que voc concorde, eu lhe mostrei
                  fontes, razoavelmente fortes, de fatos para minhas dedues
                  sobre o que Voldemort fez at a idade de dezessete anos?
                  "

                  Harry concordou com a cabea.

                  "Mas agora, Harry", disse Dumbledore, "agora coisas
                  ficam
                  mais obscuras e mais estranhas. Se era difcil de achar
                  evidncia sobre Riddle criana, ficado quase impossvel
                  achar qualquer um preparado para se lembrar sobre o
                  homem
                  Voldemort. Na realidade, eu duvido que haja uma alma
                  viva, fora dele, que poderia nos dar conta completa
                  da
                  vida dele desde que ele deixou Hogwarts. Porm, eu tenho
                  duas ltimas recordaes que eu gostaria de compartilhar
                  com voc." Dumbledore indicou as duas pequenas garrafas
                  de cristal que vislumbram ao lado da Penseira. "Eu ficarei
                  alegre, ento, se sua opinio sobre as concluses que
                  eu tirei delas parecerem provveis."

                  A idia que Dumbledore tinha a opinio de Harry em alta
                  conta, o fez se sentir to igualmente envergonhado quanto,
                  quando ele tinha falhado na tarefa de conseguir a memria
                  de Horcrux, e ele se mexeu culpado no assento quando
                  Dumbledore elevou a primeira das duas garrafas  luz
                  e a examinou.

                  "Eu espero que voc no esteja cansado de mergulhar
                  nas
                  recordaes de outras pessoas, porque elas so lembranas
                  curiosas, a destes dois", ele disse. "Este primeiro
                  veio
                  de uma elfa domstica muito velha de nome Hokey. Antes
                  de ns vermos o que Hokey testemunhou, eu tenho que
                  contar
                  depressa como Lorde Voldemort deixou Hogwarts.

                  "Ele alcanou o stimo ano da instruo dele com, como
                  voc poderia ter esperado, graus elevados em todos exames
                  que ele tinha prestado. Ao redor dele, os colegas estavam
                  decidindo quais trabalhos iriam procurar uma vez que
                  eles tinham deixado Hogwarts. Quase todo o mundo esperou
                  coisas espetaculares de Tom Riddle, perfeito, monitor
                  chefe, ganhador do Prmio por Servios Especiais Prestados
                  a Escola. Eu sei que vrios professores, Professor Slughorn
                  entre eles, sugeriram que ele se unisse com o Ministrio
                  de Magia, marcando encontros, colocando o em contato
                  com pessoas importantes. Ele recusou todas as ofertas.
                  A prxima coisa que o pessoal soube, era que Voldemort
                  estava trabalhando na Borgin e Burkes."
                  "Na Borgin e Burkes? " Harry repetiu, atordoado.

                  "Na Borgin e Burkes", Dumbledore repetiu calmamente.
                  "Eu penso que voc ver que atraes o segurou naquele
                  lugar quando ns entrarmos na memria de Hokey. Mas
                  esta
                  no foi a primeira escolha de Voldemort de trabalho.
                  Quase ningum soube disto na ocasio - eu era um do
                  poucos
                  em quem o diretor confiou - mas Voldemort chegou ao
                  Professor
                  Dippet primeiro e perguntou se ele poderia permanecer
                  em Hogwarts como professor."

                  "Ele quis ficar aqui? Por que? " Harry perguntou, mais
                  pasmo ainda.

                  "Eu acredito que ele teve vrias razes, entretanto
                  ele
                  no confiou nenhuma deles ao Professor Dippet", disse
                  Dumbledore. "Primeira e mais importante, Voldemort era,
                  eu acredito, mais preso a esta escola do que ele alguma
                  vez foi a uma pessoa. Hogwarts era onde ele tinha estado
                  mais contente; o primeiro lugar onde ele tinha se sentido
                  em casa."

                  Harry se sentiu ligeiramente incomodado por estas palavras,
                  pois isto era exatamente como ele tambm se sentia sobre
                  Hogwarts.

                  "Segundo, o castelo  um lugar seguro de magia antiga.
                  Indubitavelmente Voldemort tinha descoberto muitos mais
                  de seus segredos que a maioria dos estudantes que passaram
                  pelo lugar, mas ele pode ter sentido que ainda havia
                  mistrios para desvendar, estoques de magia para encontrar.

                  "E em terceiro lugar, como um professor, ele teria tido
                  grande poder e influncia sobre as jovens bruxas e bruxos.
                  Talvez ele tenha recebido a idia do Professor Slughorn,
                  o professor com qual ele estava em melhores condies
                  de perceber quo influente o papel de professor pode
                  ser. Eu no imagino nem por um momento que Voldemort
                  pretendia passar o resto da vida dele em Hogwarts, mas
                  eu penso que ele viu isto como um local de recrutamento
                  til, um lugar onde ele poderia comear a construir
                  um
                  exrcito para ele".

                  "Mas ele no arrumou o emprego, senhor? "

                  "No, ele no conseguiu. Professor Dippet lhe falou
                  que
                  ele era muito jovem aos dezoito, mas o convidou a tentar
                  novamente em alguns anos, se ele ainda desejasse ensinar."
                  "Como voc se sentiu sobre isso, senhor? " Harry perguntou
                  indeciso. "Profundamente intranqilo", disse Dumbledore.
                  "Eu tinha desaconselhado ao Armando a contratao -
                  eu
                  no dei as mesmas razes que eu lhe dei, pois o Professor
                  Dippet era mesmo apaixonado por Voldemort e convencido
                  da honestidade dele. Mas eu no quis que Lorde Voldemort
                  ficasse nesta escola, e, especialmente, em uma posio
                  de poder."

                  "Qual trabalho ele quis, senhor? Que assunto ele quis
                  ensinar? "

                  De alguma maneira, Harry sabia a resposta antes mesmo
                  de Dumbledore falar.

                  "Defesa Contra as Artes das Trevas. Estava sendo ensinada
                  na ocasio por uma Professora velha de nome de Galatea
                  Merrythought que tinha estado em Hogwarts durante quase
                  cinqenta anos.

                  "Assim Voldemort foi embora para Borgin e Burkes e todo
                  o pessoal que tinha o admirado, disse que isso era um
                  desperdcio, um jovem bruxo brilhante como ele, trabalhando
                  em uma loja. Porm, Voldemort no era um mero assistente.
                  Corts, bonito e inteligente, ele logo passou a fazer
                  determinados trabalhos particulares do tipo que s existe
                  em lugares especializados como Borgin e Burkes como
                  voc
                  sabe, Harry, em objetos com propriedades incomuns e
                  poderosas.
                  Voldemort foi enviado a persuadir as pessoas para colocarem
                   venda os tesouros deles para os scios, e ele era,
                  por todas as contas, extraordinariamente talentoso nisto."

                  "Eu aposto que sim", disse Harry, incapaz se conter.
                  "Bem, realmente", disse Dumbledore, com um sorriso lnguido.
                  "E agora est na hora de ter notcias de Hokey, a elfa
                  domstica que trabalhou para uma bruxa muito velha,
                  muito
                  rica de nome Hepzibah Smith."

                  Dumbledore bateu na garrafa com a varinha dele, a cortia
                  voou fora e ele derramou a memria rodopiando na Penseira,
                  dizendo depois que ele fez isso, "Depois de voc, Harry."

                  Harry levantou e se abaixou para contedo prateado ondulante
                  da bacia de pedra mais uma vez at que a face dele o
                  tocou. Ele caiu pelo escuro e pousou em um quarto, sentando
                  em frente a uma senhora velha, imensamente gorda que
                  usava uma elaborada peruca cor de gengibre e um jogo
                  rosa brilhante de vestes que flutuavam ao redor dela,
                  dando a ela uma aparncia de bolo gelado derretendo.
                  Ela estava olhando em um pequeno espelho enfeitado com
                  jias e passando ruge de leve sobre as bochechas j
                  escarlates
                  com um grande pompom de p, enquanto a elfa domstica
                  mais minscula e velha que Harry alguma vez tinha visto
                  estava atada aos ps carnudos com chinelos apertados
                  cetinosos dela.
                  "Se apresse, Hokey! " dito Hepzibah imperiosa. "Ele
                  disse
                  que viria s quatro,  s faltam alguns minutos e ele,
                  contudo, nunca chega atrasado! "

                  Ela apertou o pompom de p dela quando a elfa domstica
                  se endireitou. O topo da cabea do elfa domstica alcanava
                  apenas o assento da cadeira de Hepzibah e a pele encaroada
                  dela estava pendurada desalinhada com o leno amassado
                  que ela vestia preso como uma toga.

                  "Como eu pareo? " disse Hepzibah, virando a cabea
                  dela
                  admirar os vrios ngulos do rosto no espelho.
                  "Graciosa, senhora", chiou Hokey.


                  Harry s poderia assumir que estava no contrato de Hokey
                  que ela tinha que mentir pelos dentes dela quando respondeu
                  esta pergunta, porque Hepzibah Smith olhou em sua direo
                  pelo adorvel na opinio dela.

                  A campainha da porta tocou e senhora e a elfa saltaram.

                  "Rpido, rpido, ele est aqui, Hokey! " choramingou
                  Hepzibah e a elfa correu para fora do quarto que estava
                  cheio com objetos que parecia difcil ver como qualquer
                  pessoa poderia andar por ele de modo a no derrubar
                  pelo
                  menos uma dzia de coisas: Havia armrios cheios de
                  pequenas
                  caixas envernizadas, estojos cheio de livros com relevos
                  em ouro, estantes de orbes e globos celestiais e muitas
                  plantas que floresceram em vasos. Na realidade, o quarto
                  parecia um cruzamento entre uma loja de antigidades
                  mgica e um conservatrio.
                  A elfa domstica retornou dentro de alguns minutos,
                  seguido
                  por um homem jovem e alto o Harry no teve nenhuma dificuldade
                  em reconhecer como Voldemort. Ele estava vestido com
                  um terno preto; o cabelo dele estava um pouco mais longo
                  que tinha estado a escola e as bochechas dele mais encovadas,
                  mas no conjunto ele estava mais bonito ainda. Ele o
                  modo
                  que ele andou pelo quarto mostrava que ele o tinha visitado
                  muitas vezes antes e se abaixou por cima da gorducha
                  e pequena mo de Hepzibah, tocando a com os lbios.

                  "Eu trouxe flores para voc", ele disse baixo, produzindo
                  um ramalhete de rosas do nada.
                  "Voc  um menino malcriado, voc no deveria ter! "
                  gritou a velha Hepzibah, entretanto Harry notou que

                  ela
                  tinha um vaso vazio pronto na pequena mesa mais prxima.
                  "Voc mima esta velha senhora, Tom. ... Sente- se, sente-se.
                  . . Onde Hokey est? Ah... "
                  A elfa domstica tinha voltado enrgica ao quarto trazendo
                  uma bandeja com vrios bolos que ela acertou no cotovelo
                  senhora dela.

                  "Sirva-se, Tom", disse Hepzibah, "eu sei como voc ama
                  meus bolos. Agora, como est voc? Voc parece plido.
                  Eles exploramnaquela loja, eu disse isso cem vezes.
                  ...
                  "

                  Voldemort sorriu mecanicamente e Hepzibah sorriu. .
                  !

                  "Bem, qual  sua desculpa visitando este horrio? "
                  ela
                  perguntou, batendo os clios dela.

                  "Sr. Burke gostaria de fazer uma oferta melhor para
                  a
                  armadura efito por elfos", disse Voldemort. "Quinhentos
                  Galees, ele sente  o melhor que - "

                  "Agora, agora, no to rpido, ou eu pensarei que voc
                  est aqui s por causa das minhas quinquilharias! "
                  Hepzibah
                  fez beicinho.

                  "Me ordenam vir aqui por causa deles", disse Voldemort
                  baixo. "Eu sou s um assistente pobre, senhora que tem
                  que fazer como  mandado. o sr. Burke deseja que eu
                  indague
                  - "

                  "Oh, Sr. Burke! " disse Hepzibah, balanando a pequena
                  mo. "Eu tenho algo a mostrar para voc que eu nunca
                  mostrei ao Sr. Burke! Voc pode manter segredo, Tom?
                  Voc promete que no contar para o Sr. Burke que eu
                  tenho isto? Ele nunca me deixaria descansar se ele soubesse
                  que eu mostrei isto a voc, e eu no estou vendendo,
                  no para Burke, no para qualquer um! Mas voc, Tom,
                  voc apreciar isto para sua histria, nem com muitos
                  galees voc poderia adquirir para isto".

                  "Eu ficaria alegre em ver qualquer coisa que a Senhorita
                  Hepzibah mostrar para mim", disse Voldemort baixinho
                  e Hepzibah deu outra risadinha como garota.

                  "Eu mando Hokey buscar para mim. . . Hokey onde voc
                  est? Eu quero mostrar para o sr. Riddle nosso melhor
                  tesouro. ... Na realidade, traga ambos, enquanto voc
                  faz isto. ... "

                  "Aqui, senhora", chiou a elfa domstica e Harry viu
                  duas
                  caixas de couro, uma em cima da outra, movendo se pelo
                  quarto como se tivesse vontade prpria, mas ele sabia
                  que a elfa minscula estava os segurando em cima da
                  cabea
                  dela, passando entre mesas, pufes e bancos.

                  "Agora", disse Hepzibah, pegando as caixas da elfa,
                  colocando
                  as no colo e preparando se para abrir a de cima, "eu
                  penso felizmente que voc gostar isto, Tom. . . . Oh,
                  se minha famlia soubesse que eu estou mostrando isso
                  para voc. . . . Eles no podem esperar para colocarem
                  as mos deles nisto! "

                  Ela abriu a tampa. Harry se esticou para ter uma viso
                  melhor e viu o que se parecia uma taa dourada pequena
                  com duas asas finamente forjadas.

                  "Eu gostaria de saber se voc sabe o que  isso, Tom?
                  Apanhe, d uma boa olhada! " Hepzibah sussurrou e Voldemort
                  esticou uma mo longa e fina e ergueu a taa atravs
                  de uma asa para fora de suas capas sedosas. Harry pensou
                  ter visto um vislumbre vermelho nos olhos escuros dele.
                  A expresso gananciosa dele se refletiu curiosamente
                  na face de Hepzibah, mas os olhos minsculos dela estavam
                  fixos nas caractersticas bonitas de Voldemort.
                  "Um texugo", Voldemort murmurou, examinando a gravura
                  na taa. "Ento isto era. . . ? "

                  "De Helga Hufflepuff , como voc muito bem sabe, voc
                   um menino inteligente! " disse Hepzibah, indo para
                  frente com um ranger alto das roupas e beliscando a
                  bochecha
                  oca dele. "Eu no lhe falei eu era uma descendente distinta?
                  Isto foi passado na famlia durante anos e anos. Graciosa,
                  no ? E todos os tipos de poderes  suposto que tambm
                  possui, mas eu no os testei completamente, eu s a
                  mantenho
                  agradvel e segura bem aqui. . . . "
                  Ela retirou a taa do longo dedo indicador de Voldemort
                  e guardou suavemente na sua caixa, sua inteno era
                  resolver
                  isto cuidadosamente depois de notar a sombra que cruzou
                  a face de Voldemort quando a taa foi tomada.

                  "Agora ento", disse Hepzibah felizmente, "onde Hokey
                  est? Oh sim, l est voc - guarde o objeto agora,
                  Hokey."


                  A elfa levou a taa encaixotada obedientemente e Hepzibah
                  voltou a ateno dela para a outra caixa mais aplainada
                  no colo dela.
                  "Eu penso que voc gostar deste mesmo muito mais, Tom",
                  que ela sussurrou. "Se incline um pouco, querido menino,
                  assim voc pode ver. . . . Claro que, Burke sabe que
                  eu tenho este aqui, eu comprei isto dele, e eu tenho
                  certeza que ele adoraria voltar a ter quando eu tenho
                  ido. ... "

                  Ela deslizou o gancho do filigrana para atrs e sacudiu
                  a caixa aberta. L, sobre o veludo carmesim liso, havia
                  um medalho dourado pesado.

                  Voldemort retirou o medalho, sem convite para isso,
                  e segurou isto contra a luz, o encarando.

                  "A marca de Slytherin", ele disse baixo, quando a luz
                  refletiu num S serpentino ornado.
                  "Isso  certo! " disse Hepzibah, aparentemente encantada,
                  aparentemente,  vista de Voldemort que contemplava
                  ao
                  medalho dela. "Eu tive que pagar um brao e uma perna
                  por isto, mas eu no pude deixar isto passar, no um
                  real tesouro assim, tinha que ter isto na minha coleo.
                  Burke comprou isto, aparentemente, de uma mulher pobre,
                  devia ter roubado isto, mas no tinha nenhuma idia
                  de
                  seu verdadeiro valor - "

                  No havia nenhum equivocando isto este tempo: Os olhos
                  de Voldemort brilharam escarlata s palavras, e o Harry
                  viu as juntas dele embranquecerem na cadeia do medalho.

                  "- Eu soube que Burke lhe pagou uma ninharia, mas veja
                  voc. . . . Bonito, no ? E novamente, todos os tipos
                  de poderes atriburam a isto, entretanto, eu s o mantenho
                  agradvel e seguro. . . . "

                  Ela pegou de volta o medalho. Por um momento, pensou
                  Harry que Voldemort no ia deixar l fazer isso, entretanto
                  tinha deslizado pelos dedos dele e voltado para sua
                  almofada
                  aveludada vermelha.

                  "Assim, voc est l, Tom, querido, e eu espero que
                  voc
                  desfrutasse isso! "

                  Pela primeira vez, ela olhou ele em cheio no rosro,
                  Harry
                  viu o sorriso tolo dela hesitar.

                  "Voc  bem, querido? "

                  "Oh sim", disse Voldemort baixo. "Sim, eu etsou muito
                  bem. ... "

                  "Eu pensei - foi um truque da luz, eu suponho - " disse
                  Hepzibah, olhando nervosa, e Harry adivinhou que ela
                  tinha visto o vislumbre vermelho momentneo tambm nos
                  olhos de Voldemort. "Aqui, Hokey, leve embora estes
                  e
                  os tranque novamente. ... Os encantos habituais... "

                  "Tempo de partir, Harry", disse Dumbledore baixo e quando
                  a elfa domstica subiu e desceu, pegando as caixas,
                  Dumbledore
                  agarrou Harry uma vez mais pelo cotovelo e juntos, eles
                  se levantaram por oblivion e voltaram para o escritrio
                  de Dumbledore.

                  "Hepzibah Smith morreu dois dias depois daquela pequena
                  cena", disse Dumbledore, enquanto retomava seu assento
                  e indicava que Harry deveria fazer o mesmo. "Hokey,
                  o
                  duende da casa, foi condenado pelo Ministrio por envenenar
                  o chocolate do amante dela sem querer".
                  "Sem chance!" disse Harry furiosamente.
                  "Eu vejo que ns somos de uma s opinio", disse Dumbledore.
                  "Certamente, so muitas semelhanas entre esta morte
                  e a dos Riddles. Em ambos os casos, algum levou a culpa
                  por outro, algum que teve uma impresso clara de ter
                  causado a morte-" Hokey confessou?"".
                  "Ela se lembrou de pr algo no chocolate do amante que
                  parecia no ser acar, mas um veneno letal e pouco
                  conhecido,
                  disse Dumbledore".Foi concludo que ela no tinha pretenso
                  de fazer isto, mas sendo velha e confusa-".
                  "Voldemort modificou a memria dela, assim como fez
                  com
                  Morfin!". "Sim, isso tambm  minha concluso", disse
                  Dumbledore. "E, da mesma maneira que com Morfin, o Ministrio
                  foi predisposto a suspeitar de Hokey-".
                  "-porque ela era um elfo domestico", disse Harry. Ele
                  raramente tinha sentido mais condolncia com esta classe,
                  desde que Hermione tinha lanado o P.A.R.E. "Precisamente",
                  disse Dumbledore. "Ela era velha, ela admitiu ter mexido
                  na bebida, e ningum do Ministrio se preocupou em investigar
                  mais. Como no caso de Morfin, at que eu a localizasse
                  e consegui extrair esta memria, a vida dela quase terminou
                  -mas a memria dela, claro, no prova nada a no ser
                  que Voldemort sabia da existncia da xcara e do medalho".
                  "At que Hokey fosse condenada, a famlia de Hepzibah
                  no tinha percebido que estavam perdendo dois dos seus
                  maiores tesouros. Levou tempo para perceberem, porque
                  ela tinha muitos esconderijos, sempre vigiando sua coleo
                  com cimes e cuidados. Mas antes de estarem seguros
                  que
                  a xcara e o medalho haviam sido levados, o assistente
                  que tinha trabalhado para Borgin e Burkes, o homem jovem
                  que tinha visitado Hepzibah to regularmente e a tinha
                  encantado to bem, tinha resignado seu posto e desaparecido.
                  Os superiores dele no tiveram nenhuma idia de onde
                  ele tinha ido; eles estavam to surpresos quanto qualquer
                  um com o desaparecimento. E isso foi a ltima coisa
                  que
                  se viu ou ouviu falar de Tom Riddle durante um bom tempo".
                  "Agora", disse Dumbledore, "se voc no notou, Harry,
                  eu quero chamar sua ateno para certos pontos de nossa
                  histria mais uma vez. Voldemort tinha cometido outro
                  assassinato; o primeiro dele desde que ele matou os
                  Riddles,
                  eu no sei, mas acho que era. Agora, como voc viu,
                  ele
                  no matou por vingana, mas para ganho. Ele quis os
                  dois
                  trofus fabulosos que, boba, a mulher velha mostrou
                  para
                  ele. Da mesma maneira que ele tinha roubado as outras
                  crianas uma vez no orfanato, da mesma maneira que ele
                  tinha roubado o anel do Tio Morfin, assim ele escapou
                  com xcara de Hepzibah e o medalho".
                  "Mas", disse Harry, enquanto fechava a cara, "parece
                  curioso... Arriscando tudo, jogando fora o trabalho,
                  s por esses...".
                  "Curioso a voc, talvez, mas no para Voldemort", disse
                  Dumbledore. "Eu espero que voc entenda, no tempo devido,
                  exatamente o que esses objetos significaram para ele,
                  Harry, voc que tem que admitir que no  difcil imaginar
                  que ele viu o medalho, pelo menos, como legalmente
                  seu".
                  "O medalho talvez", disse Harry, "mas por que levar
                  a xcara?".
                  "Tinha pertencido a outro dos fundadores de Hogwarts"
                  disse Dumbledore. "Eu acho que ele ainda sentia um grande
                  apego  escola e no podia resistir a um objeto que
                  figurasse
                  na histria de Hogwarts. Havia outras razes, eu acho...
                  Eu espero poder as mostrar a voc no tempo certo".
                  "E agora vamos para a ltima lembrana que eu tenho
                  que
                  mostrar para voc, pelo menos at que voc conseguir
                  a memria de Professor Slughorn para ns. Dez anos separam
                  a memria de Hokey e esta aqui, dez anos durante os
                  quais
                  ns s podemos imaginar o que Lord Voldemort esteve
                  fazendo..."
                  Harry juntou mais uma vez seus ps, quando Dumbledore
                  esvaziou a ltima memria na Penseira.
                  "De quem  essa memria?", ele perguntou. "Minha", disse
                  Dumbledore.
                  E Harry mergulhou depois de Dumbledore pela massa prateada
                  inconstante, e pousou no mesmo escritrio, de onde h
                  pouco tinha partido. Fawkes dormia felizmente no poleiro,
                  e l atrs da escrivaninha estava Dumbledore, bem parecido
                  ao Dumbledore que se levantava ao lado de Harry, no
                  entanto,
                  as mos estavam inteiras e no danificadas e a face
                  dele
                  era, talvez, um pouco menos enrugada. Uma diferena
                  entre
                  o escritrio atual e este aqui era que estava nevando
                  no passado; manchas azuladas estavam vagueando alm
                  da
                  janela na escurido, e acumulando no lado de fora em
                  sua borda.
                  O Dumbledore mais jovem parecia estar esperando por
                  algo,
                  e seguro bastante, momentos depois da chegada deles,
                  houve uma batida na porta e ele disse, "Entre".
                  Harry deixou sair um suspiro apressadamente abafado.
                  Voldemort tinha entrado na sala. As caractersticas
                  dele
                  no eram essas que Harry tinha visto emergir do grande
                  caldeiro de pedra quase dois anos atrs: Eles no eram
                  como cobra, os olhos no eram escarlates, a face no
                  parecia uma mascara, ainda era o bonito Tom Riddle.
                  Era
                  como se as caractersticas dele tivessem sido queimadas
                  e borradas; eram esquisitamente torcidas, e os brancos
                  dos olhos tinham agora, um olhar permanentemente sangrento,
                  entretanto, o aluno no tinha os vestgios do que Harry
                  sabia que ele se tornaria. Ele estava usando uma capa
                  preta longa, e a face dele era to plida, quanto a
                  neve
                  que brilhava em seus ombros.
                  O Dumbledore que estava atrs da escrivaninha no mostrou
                  nenhum sinal de surpresa. Evidentemente, esta visita
                  tinha sido feita atravs de algum compromisso.
                  "Boa noite, Tom", disse Dumbledore docilmente. "Voc
                  no se sentar?".
                  "Obrigado", disse Voldemort, e ele afastou o assento
                  para o qual Dumbledore tinha gesticulado - o mesmo assento,
                  pelo visto, que Harry h pouco tinha desocupado no presente.
                  "Eu ouvi que voc tinha se tornado o diretor", ele disse,
                  a voz dele era ligeiramente mais alta fria. "Uma escolha
                  merecedora".
                  "Eu estou alegre que voc aprova", disse Dumbledore,
                  enquanto sorria. "Eu posso lhe oferecer uma bebida?".
                  "Seria timo", disse Voldemort. "Eu vim de longe".
                  Dumbledore levantou e dirigiu-se para o gabinete onde
                  mantinha a Penseira agora, mas que ento estava cheio
                  de garrafas. Tendo dado para Voldemort uma taa de vinho
                  e serviu um para si, voltou ao assento atrs da
escrivaninha...
                  "Ento, Tom... a que devo o prazer?".
                  Voldemort no respondeu imediatamente, mas somente tomou
                  um gole do vinho dele.
                  "Eles no me chamam de Tom mais", ele disse. "Agora,
                  sou conhecido como-".
                  "Eu sei como voc  conhecido", disse Dumbledore, enquanto
                  sorria, agradavelmente. "Mas para mim, me desculpe,
                  voc
                  sempre ser Tom Riddle.  um das coisas irritantes de
                  professores velhos. Desculpe se eles no esquecem totalmente
                  de seus jovens no inicio".
                  Ele elevou copo brindando com Voldemort cuja face permaneceu
                  inexpressiva. No obstante, Harry sentia a atmosfera
                  da sala sutilmente mudando: a recusa de Dumbledore para
                  usar o nome escolhido de Voldemort era uma recusa para
                  permitir que Voldemort ditasse as condies da reunio,
                  e o Harry poderia contar que Voldemort entendeu tambm.
                  "Eu estou surpreso por voc ainda permanecer aqui".
                  disse
                  Voldemort, depois de uma pausa curta. "Eu sempre desejei
                  saber por que um feiticeiro como voc nunca desejou
                  deixar
                  esta escola".
                  "Bem", disse Dumbledore, enquanto ainda sorria, "para
                  um feiticeiro como eu, no pode haver nada mais importante
                  que passar habilidades antigas, enquanto ajuda a afiar
                  as mentes jovens. Se me lembro corretamente, voc se
                  atraiu para o ensino uma vez tambm".

                  "E ainda me atrai", disse Voldemort. "Eu somente desejei
                  saber por que voc -que recebe pedidos freqentemente
                  do conselho para Ministrio, e a quem por duas vezes,
                  eu acho, j foi oferecido o posto de Ministro-".
                  "Trs vezes  ltima conta, de fato", disse Dumbledore.
                  "Mas o Ministrio nunca me atraiu como uma carreira.
                  Novamente, algo que ns temos em comum, eu penso".
                  Voldemort inclinou a cabea, srio, e tomou outro gole
                  de vinho. Dumbledore no rompeu o silncio que estirava
                  entre eles, mas esperou, com um olhar de expectativa
                  agradvel, que Voldemort falasse primeiro.
                  "Retornei", ele disse, depois de um pequeno tempo, "tarde,
                  talvez, mais que Professor Dippet esperava... mas voltei,
                  e agora, vim pedir o que ele me falou uma vez que eu
                  era muito jovem ter. Eu vim a voc pedir que me permita
                  voltar a este castelo, ensinar. Eu acho que voc sabe
                  que tenho visto e feito muito desde que eu deixei este
                  lugar. Eu poderia mostrar e contar a seus estudantes
                  que os tornaro melhores que qualquer outro feiticeiro".
                  Dumbledore olhou Voldemort durante algum tempo por cima
                  do topo da prpria taa antes de falar.
                  "Sim, eu sei certamente que voc viu e fez muito desde
                  que nos deixou", ele disse quietamente. "Rumores de
                  suas
                  aes chegaram a sua velha escola, Tom. Eu deveria estar
                  arrependido em acreditar na metade deles".
                  A expresso de Voldemort permaneceu impassvel quando
                  ele disse, "Grandeza inspira inveja, inveja gera despeito,
                  despeito gera mentiras. Voc tem que saber isto, Dumbledore".
                  "Voc chama isto grandeza, o que voc tem feito?",
                  Dumbledore perguntou delicadamente.
                  "Certamente", disse Voldemort, e os olhos dele pareciam
                  queimar, vermelhos. "Eu tenho experimentado; ampliado
                  os limites da magia, talvez, mais do que nunca foram
                  ampliados-".
                  "De alguns tipos de magia", Dumbledore o corrigiu quietamente.
                  "De alguns. De outros, voc permanece... me perdoe...
                  completamente ignorante".
                  Pela primeira vez, Voldemort sorriu. Era um olhar lascivo,
                  uma coisa m, mais ameaador que um olhar de raiva.
                  "O velho argumento", ele disse suavemente. "Mas nada
                  que eu vi no mundo apoiou seus pronunciamentos famosos
                  que o amor  mais poderoso que meu tipo de magia, Dumbledore".
                  "Talvez voc tenha olhado nos lugares errados", sugeriu
                  Dumbledore.
                  "Bem, ento, que lugar melhor para comear minhas novas
                  pesquisas que aqui, em Hogwarts?", disse Voldemort.
                  "Voc
                  me deixar voltar? Compartilhar meu conhecimento com
                  seus estudantes? Eu coloco meus talentos  sua disposio.
                  Eu sou seu servial".
                  Dumbledore elevou suas sobrancelhas. "E o que restar
                  desses que voc comanda? O que acontecer a esses que
                  se chamam -ou assim os rumores tem dito-os Comensais
                  da Morte?".
                  Harry poderia contar que Voldemort no esperava que
                  Dumbledore
                  soubesse este nome; ele viu os olhos de Voldemort flamejarem
                  novamente assim como suas narinas, semelhantes a fendas.
                  "Meus amigos", ele disse, depois de pausar um momento,
                  "continuaro sem mim, seguramente".
                  "Eu estou alegre em ouvir que voc os considera como
                  amigos", disse Dumbledore. "Eu estava tinha a impresso
                  que eles eram pra voc, no mais que criados".
                  "Voc est enganado", disse Voldemort.
                  "Ento, se eu fosse esta noite ao Cabea de Porco, eu
                  no acharia um grupo deles -Nott, Rosier, Muldber, Dolohov
                  -esperando seu retorno? Amigos dedicados realmente,
                  viajar
                  esta distancia com voc em uma noite nevada, somente
                  para lhe desejar sorte em sua tentativa de conseguir
                  um posto pedaggico".
                  No poderia haver nenhuma dvida do conhecimento detalhado
                  de Dumbledore acerca da viagem e at mesmo da chegada
                  de Voldemort; no entanto, ele se informara quase
imediatamente.
                  "Como voc  onisciente, Dumbledore".
                  "Oh no, apenas amigo dos donos de botecos locais",
                  disse
                  Dumbledore ligeiramente. "Agora, Tom...".
                  Dumbledore deixou o copo vazio dele e ajeitou-se no
                  seu
                  assento, as pontas dos dedos juntas em um gesto muito
                  caracterstico.
                  "Fale abertamente. Por que voc veio aqui, cercado por
                  homens, hoje  noite pedir um trabalho que ns dois
                  sabemos
                  que voc no quer?".
                  Voldemort olhou friamente surpreso. "Um trabalho que
                  eu no quero? Pelo contrrio, Dumbledore, eu quero muito".
                  "Oh, voc quer voltar a Hogwarts, mas voc no quer
                  ensinar
                  mais como quis quando voc tinha dezoito anos.  o que
                  vem depois, Tom? Por que no tente um pedido aberto
                  de
                  uma vez?".
                  Voldemort zombou. "Se voc no quer me dar um trabalho-"
                  "Claro que no  isso", disse Dumbledore. "E eu no
                  acho
                  que por algum momento voc esperou outra coisa. No
                  obstante,
                  voc veio aqui, voc pediu, voc deve ter tido um propsito".
                  Voldemort levantou. Ele olhou menos como Tom Riddle
                  que
                  nunca, transformado pela raiva. "Esta  sua palavra
                  final"
                  ?
                  "", disse Dumbledore, tambm de p.
                  "Ento ns no temos nada mais dizer a um ao outro".
                  "No, nada", disse Dumbledore, e uma grande tristeza
                  encheu a face dele. "Esta vindo o tempo que voc amedrontara
                  ardentemente e poderei o forar a pagar por seus crimes.
                  Mas eu desejo poder, Tom... Eu desejo que eu possa...".
                  Durante um segundo, Harry estava  beira de gritar uma
                  advertncia insensata: Ele estava seguro que a mo de
                  Voldemort tinha se contrado para o bolso dele e a varinha;
                  entretanto o momento tinha passado, Voldemort tinha
                  se
                  virado, a porta estava fechando, e ele devia ter ido.
                  Harry sentia toque da mo de Dumbledore novamente seu
                  brao e momentos depois, eles estavam juntos, parados
                  quase na mesma situao, mas no havia nenhuma neve
                  na
                  borda de janela, e a mo de Dumbledore foi enegrecida
                  e com aspecto necrosado, mais uma vez.
                  "Por que?", disse Harry imediatamente, enquanto observava
                  a face de Dumbledore. "Por que ele voltou? Voc j
descobriu?".
                  "Eu tenho idias", disse Dumbledore, "mas no mais que
                  isso".
                  "Que idias, senhor?".
                  "Eu, Harry, lhe falarei quando voc conseguir aquela
                  memria do Professor Slughorn", disse Dumbledore.
                  "Quando voc tiver este ltima pea do quebra-cabea,
                  tudo vai, eu espero, ser esclarecido... para ns dois".
                  Harry ainda estava queimando com curiosidade e embora
                  Dumbledore tivesse caminhado  porta e segurado-a aberto
                  para Harry, ele no se moveu imediatamente.
                  "Ele queria antes a Defesa Contra a Arte das Trevas,
                  senhor? Ele no disse...".
                  "Oh, ele definitivamente quis a Defesa Contra as Artes
                  das Trevas", disse Dumbledore. "O resultado de nossa
                  pequena reunio provou isso. Voc v, ns conseguimos
                  manter um professor por um perodo mais longo que um
                  ano, desde que eu recusei o pedido de Lord Voldemort".




                  Captulo 21 - A Sala Desconhecida


                  Harry quebrou a cabea durante a semana seguinte pensando
                  em como ele persuadiria Slughorn para que ele desse
                  a
                  verdadeira memria, mas nada ocorreu em sua mente e
                  ele
                  se reduziu  fazer o que agora sempre fazia quando tinha
                  uma decepo: Folheava seu livro de Poes, esperando
                  que o Prncipe tivesse escrito algo proveitoso em alguma
                  margem, como ele havia feito muitas vezes antes.

                  "Voc no vai achar nada a"- disse firmemente Hermione,
                  j tarde no domingo.

                  No comea, Hermione" - disse Harry. "Se no fosse
                  pelo
                  Prncipe, Rony no estaria sentado aqui agora."

                  "Ele estaria se voc tivesse escutado Snape no nosso
                  primeiro ano" - disse desdenhosamente Hermione.

                  Harry a ignorou. Ele havia acabado de achar um encanto
                  "Sectumsempra!" rabiscado numa margem acima das intrigantes
                  palavras "Para inimigos", e ficou ansioso para tent-lo,
                  mas achou melhor no faz-lo na frente de Hermione.
                  Ao
                  invs disso, ele secretamente fez um vinco na pgina.
                  Eles estavam sentados ao lado da lareira na Sala Comunal;
                  as nicas pessoas ainda acordadas eram outros sextanistas.
                  Havia uma certa excitao quando eles voltaram do jantar
                  para procurar algum aviso no quadro que anunciasse a
                  data do Teste de Aparatao. Aqueles que j tivessem
                  17 anos ou que completariam antes do primeiro dia de
                  teste, 21 de Abril, tinham a opo de se inscreverem
                  para aulas adicionais, cujo lugar seria (extremamente
                  supervisionado) em Hogsmade.

                  Ron havia entrado em pnico ao ler o aviso; ele ainda
                  no havia conseguido aparatar e temia que no estivesse
                  pronto para o teste. Hermione, que agora j havia conseguido
                  aparatar duas vezes, estava mais confiante, mas Harry,
                  que no completaria 17 anos nos prximos quatro meses,
                  no poderia fazer o teste, estando ele pronto ou no.


                  "Pelo menos voc pode aparatar, mesmo assim!" - disse
                  Ron tensamente. "Voc no ter problemas at que Julho
                  chegue!"

                  "Eu fiz isso apenas uma vez", Harry relembrou  ele;
                  ele finalmente havia conseguido desaparecer e se
rematerializar
                  dentro de seu arco durante suas aulas.

                  Tendo perdido muito tempo em se preocupar de mais em
                  Aparatao, Ron estava agora se esforando para terminar
                  uma redao muito difcil para Snape que Harry e Hermione
                  j tinham terminado. Harry esperava que recebesse uma
                  nota baixa com a sua, porque havia descordado de Snape
                  sobre a melhor maneira de se lidar com dementadores,
                  mas ele no se importava: a memria de Slughorn era
                  a
                  coisa mais importante pra ele agora.

                  "Eu estou te avisando, o Prncipe estpido no vai te
                  ajudar nisso, Harry!" - disse Hermione, com a voz mais
                  alta. "S h uma maneira de forar algum  fazer algo
                  que voc quer, e  com a Maldio Imperius, que  ilegal".

                  Sim, eu sei disso, obrigado, " - Harry disse, no tirando
                  os olhos do livro. " por isso que estou procurando
                  algo
                  diferente. Dumbledore diz que Veritaserum no funcionar,
                  mas deve haver outra coisa, uma poo ou feitio..."

                  "Voc est fazendo isso da maneira errada" - Hermione
                  disse. "S voc pode conseguir a memria, Dumbledore
                  disse. Isso deve significar que voc pode persuadir
                  Slughorn
                  quando ningum mais pode. No  questo de lhe dar uma
                  poo, qualquer um poderia fazer isso..."

                  "Como se soletra beligerante?" - disse Ron, agitando
                  dificilmente sua pena enquanto olhava fixamente seu
                  pergaminho.
                  "No pode ser B - U - M..."

                  "No, no ," - disse Hermione, puxando a redao de
                  Ron at ela. "Nem "pressgio" comea com O - R - G tambm.
                  Qual tipo de pena voc est usando?"

                  "Uma das penas "Checar-Soletragem" do Fred e do Jorge,
                  mas eu acho que o feitio deve estar falhando.

                  "Sim, deve mesmo," - disse Hermione, apontando para
                  o
                  ttulo da redao, "porque fomos perguntados como ns
                  lidaramos com dementadores, e no bombas de bosta,
                  e no me lembro de voc ter mudado seu nome para "Roonil
                  Wazlib, tambm."

                  Ah no!" - disse Ron, encarando horrorizado para o
                  pergaminho.
                  "No diga que eu terei de reescrever tudo isso de novo!"

                  "Tudo bem, a gente pode consertar, " - disse Hermione,
                  puxando a redao para perto dela e pegando sua varinha.

                  "Eu te amo, Hermione!," - disse Ron afundando em sua
                  cadeira, piscando seus olhos---. Hermione ficou fracamente
                  rosada, mas apenas disse " No deixe Lavender escutar
                  voc dizer isso."

                  "No deixarei," - disse Ron entre suas mos. "Ou talvez
                  eu deixe, assim ela termina comigo."

                  "Porque voc no termina com ela j que no quer mais
                  ficar com ela? - perguntou Harry.

                  "Voc nunca teve de dar um fora em algum, no ? -
                  disse
                  Ron. "Voc e Cho apenas..."

                  "Nos separamos de alguma maneira, sim," - disse Harry.

                  "Gostaria que isso acontecesse com a Lavender e eu,"
                  disse Ron tristemente, vendo Hermione silenciosamente
                  batendo nas palavras escritas incorretamente na redao
                  de Ron com a ponta de sua varinha, assim elas se
auto-corrigiam
                  na pgina. "Mas quanto mais eu dou a entender que quero
                  terminar, mais ela me abraa.  como estar saindo com
                  a lula gigante."

                  "Aqui," - disse Hermione, mais ou menos vinte minutos
                  mais tarde, devolvendo a redao de Ron.

                  "Muitssimo obrigado," - disse Ron. "Posso pegar sua
                  pena emprestada pra escrever a concluso?". Harry, que
                  no havia encontrado nada de til nas anotaes do Prncipe
                  Mestio at ento, olhou ao redor; eles trs eram as
                  nicas pessoas restantes na Sala Comunal, Simas acabara
                  de subir para ir deitar, amaldioando Snape e sua redao.
                  Os nicos rudos eram os estalados do fogo e o arranhar
                  da pena de Hermione, que Ron usava escrevendo no pergaminho
                  o ltimo pargrafo sobre dementadores. Harry havia apenas
                  fechado o livro do Prncipe Mestio, bocejando, quando...

                  Crack!

                  Hermione soltou um gritinho; Ron derramou tinta em sua
                  recm terminada redao, e Harry disse, "Monstro!"

                  O elfo-domstico fez uma reverncia e disse aos seus
                  prprios speros dedos do p. "Mestre disse que ele
                  queria
                  relatrios regulares sobre o que o menino Malfoy est
                  fazendo, ento Mostro veio dar..."

                  Crack!

                  Dobby apareceu do lado de Monstro, com seu chapu de
                  abafador de ch torto. "Dobby tm ajudado tambm, Harry
                  Potter!" ele gritou, dando em Monstro um olhar de
                  ressentimento.
                  "E Monstro teve a obrigao de dizer  Dobby quando
                  ele
                  ia ver Harry Potter para que assim os dois pudessem
                  fazer
                  seus relatrios juntos!"

                  "O que  isso?" - perguntou Hermione, ainda olhando
                  socada
                  para as aparies repentinas. "O que est acontecendo,
                  Harry?" Harry hesitou antes de responder, porque ele
                  no havia contado  Hermione que tinha mandado Monstro
                  e Dobby ficarem atrs de Malfoy; elfos-domsticos eram
                  sempre um assunto muito tocante para ela.

                  "Bem... eles tm seguido Malfoy pra mim," ele disse.

                  "Dia e noite," grasnou Monstro.

                  "Dobby no tm dormido  uma semana, Harry Potter!"
                  -
                  disse Dobby, balanando onde ele estava. Hermione olhou
                  indignada.

                  "Voc no tm dormido, Dobby? Mas claramente, Harry,
                  voc no disse  ele que no..."

                  "No, claro que no," - disse Harry rapidamente. "Dobby,
                  voc pode dormir, t legal?" Mas nenhum de vocs descobriu
                  nada? Ele se apressou para perguntar antes que Hermione
                  pudesse intervir de novo.

                  "Mestre Malfoy se movimenta com a nobreza de um prprio
                  sangue-puro," - guinchou Monstro o quanto antes. "Suas
                  feies recordam as da minha ama e suas maneiras so
                  as de..."

                  "Draco Malfoy  um menino mal!" - gritou Dobby irritadamente.
                  "Um menino mal que, que..." Ele tremeu da borda de seu
                  chapu aos dedos dos ps em suas meias e ento correu
                  at o fogo, prestes  se jogar nele. Harry, atento 
                  essa atitude que no era inteiramente inesperada, agarrou-o
                  pelo meio e segurou-o rpido. Por alguns segundos Dobby
                  relutou, mas depois mancou.

                  "Obrigado, Harry Potter," - ele ofegou. "Dobby ainda
                  acha difcil falar mal de seus velhos mestres.." Harry
                  soltou-o; Dobby ajeitou seu chapu e disse desafiadamente
                   Monstro, " mas Monstro deveria saber que Draco Malfoy
                  no  um bom mestre para um elfo-domstico!"

                  "Sim, ns no precisamos ouvir sobre voc estar apaixonado
                  por Malfoy," - Harry disse  Monstro. "Vamos direto
                  sobre
                  onde ele na verdade tm ido."

                  Monstro fez reverncia novamente, olhando furiosamente,
                  e disse, "Mestre Malfoy come no Salo Principal, ele
                  dorme no dormitrio nas masmorras, ele presta ateno
                  em suas aulas numa variedade de..."

                  "Dobby, me diga voc," - disse Harry, interrompendo
                  Monstro.
                  "Ele tm ido a algum lugar que no deveria ir?"

                  "Harry Potter, senhor," confessou Dobby, seus grandes
                  e oblquos olhos estavam brilhando por causa da lareira,
                  "o menino Malfoy no est quebrando nenhuma regra que
                  Dobby possa descobrir, mas ele ainda lamentavelmente
                  tem evitado revelar algo. Ele tm feito visitas regulares
                  ao 7 andar com vrios outros alunos, que ficam vigiando
                  para ele enquanto ele entra..."

                  "A Sala Precisa!" - disse Harry, batendo em sua testa
                  com o livro "Fazendo Poes Avanadas". Hermione e Ron
                  o encararam. " pra l que ele tm escapado!  l que
                  ele tem feito... seja l o que est fazendo! E aposto
                  que  por isso que ele tem sumido do mapa - pensando
                  nisso, eu nunca vi a Sala Precisa no mapa!"

                  "Talvez os Marotos nunca souberam da existncia da sala,"
                  - disse Ron.

                  "Eu acho que isso faz parte da mgica da Sala," - disse
                  Hermione. "Se voc precisa que seja secreta, ela ser."

                  "Dobby, voc pode entrar na Sala e ver o que  que Malfoy
                  est fazendo?" - disse Harry ansiosamente.

                  "No Harry Potter, isso  impossvel," - disse Dobby.

                  "No, no ," - disse Harry o quanto antes. "Malfoy
                  entrou
                  na A.D. no ano passado, ento eu serei capaz de entrar
                  e espion-lo, sem problema."


                  "Mas eu no acho que voc v conseguir, Harry!" Disse
                  Hermione lentamente. Malfoy j sabia exatamente como
                  ns estvamos usando a sala, sabia por que
                  aquela idiota da Marietta dedurou. Ele precisava que
                  a sala se transformasse
                  no quartel da A.D.,e ela se transformou.Mas voc no
                  sabe no que a sala se
                  transforma quando Malfoy entra nela,ento voc no sabe
                  no que mandar ela se
                  transformar."

                  "Haver um jeito" disse Harry dispersamente." Voc foi
                  brilhante, Dobby."

                  "Monstro foi bem tambm," disse Hermione gentilmente;
                  mas longe de parecer
                  engrandecido, Monstro desviou seus enormes olhos cor
                  de sangue e coaxou no
                  forro, "A sangue ruim est falando com Monstro, Monstro
                  fingir que no
                  pode ouvir-"

                  "Pre com isso," Harry o ordenou, e Monstro fez uma
                  ltima
                  reverncia e
                  desaparatou. "Seria melhor voc dormir um pouco tambm,
                  Dobby."

                  "Obrigado, senhor Harry Potter!" rangeu Dobby alegremente,
                  e tambm sumiu.

                  "Isso no  bom?! Disse Harry entusiasticamente, virando-se
                  para Ron e
                  Hermione no momento em que a sala estava sem elfos de
                  novo. "Ns sabemos
                  onde Malfoy est indo! Ns o cercamos agora!"

                  "Sim, isso  timo." Disse Ron raivosamente, cuja tentativa
                  de limpar a
                  encharcada massa de tinta se tornou quase uma completa
                  experincia. Hermione
                  Puxou a varinha e comeou a retirar a tinta.

                  "Mas o que est acontecendo com ele para ir l com um
                  monte de alunos?"
                  disse Hermione."Quantas pessoas esto nisso? Voc no
                  acha que ele confia em
                  todos eles para saber o que ele est fazendo---"

                  "Sim, isso  estranho." Disse Harry, franzindo a testa.
                  "Eu o ouvi dizendo a
                  Crabbe que no era da conta dele o que ele estava fazendo...
                  ento o que ele
                  quer dizer com isso...isso..." a voz de Harry sumiu,ele

                  olhava furtivamente
                  para a lareira."Deus,que idiota eu fui." Disse ele
                  sussurrante."
                   bvio,no
                  ?Tinha um monte disso no calabouo... ele poderia ter
                  roubado um pouco
                  durante a lio..."

                  "Roubado o que?" disse Ron.

                  "Poo Polissuco. Ele roubou um pouco da poo Polissuco
                  que Slughorn nos
                  mostrou na nossa primeira aula de poes... no h muitos
                  alunos montando
                  guarda para Malfoy...  s Crabbe e Goyle como de costume...
                  Sim, Tudo se
                  encaixa!" disse Harry, que levantou de um salto e comeou
                  a andar em frente
                   lareira. "Eles so suficientemente idiotas para fazer
                  o que ele manda
                  mesmo que no saibam o que ele pretende, mas ele no
                  quer que eles sejam
                  vistos rondando a Sala precisa, ento ele os fez tomar
                  Poo Polissuco para
                  faz-los parecer com outras pessoas... Aquelas duas
                  garotas
                  que eu vi com
                  ele quando ele perdeu o Quadribol - h! Crabbe e Goyle!"


                  "Voc quer dizer," disse Hermione numa voz comedida,"
                  que aquela garotinha
                  cuja balana eu consertei -- ?"



                  "Sim,claro!" Disse Harry alto, olhando furtivamente
                  para
                  ela. "Claro! Malfoy
                  devia estar dentro da sala naquela hora, ento ela -
                  do que eu estou
                  falando? - ele derrubou as balanas para dizer a Malfoy
                  no sair,por que tinha algum l! E havia aquela garota
                  que deixou cair a ova de sapo tambm! Ns passamos por
                  ele esse tempo todo e no percebemos!"

                  "Ele fez Crabbe e Goyle se transformarem em garotas?"Indagou
                  Ron."Coitados...por isso eles no pareciam muito alegres
                  esses dias. Estou
                  surpreso por eles no dizerem a Malfoy para no fazer
                  isso."

                  "Bem,eles no iriam,iriam,se ele tivesse mostrado sua
                  Marca negra?" disse
                  Harry

                  "Humm... a Marca Negra ns no sabemos se existe." Disse
                  Hermione
                  sensatamente, pegando a redao seca de Ron antes que
                  pudesse causar mais
                  estragos e segurando pra ele.

                  "Veremos" disse Harry secretamente.

                  "Sim,ns veremos." disse Hermione, abaixando e alongando-se.
                  "mas,Harry,
                  antes que voc se empolgue, eu ainda no acho que voc
                  consiga entrar na
                  Sala Precisa sem saber o que h l antes. E eu acho
                  que
                  voc no deveria
                  esquecer disso"- Ele ps sua mochila no ombro e olhou
                  para ele seriamente ---
                  "Voc deveria estar se concentrando em pegar aquela
                  memria
                  de Slughorn. Boa
                  noite."

                  Harry viu ela sair, sentindo-se mal. Uma vez que a porta
                  do dormitrio
                  feminino fechou atrs dela ele virou-se para Ron." O
                  que voc acha?"

                  "Queria poder desaparatar como um elfo domstico." Disse
                  Ron, olhando
                  furtivamente para o lugar de onde Dobby havia sumido.
                  "Aquele teste de
                  aparatao seria moleza."

                  Harry no dormiu direito quela noite. Ele ficou acordado
                  pelo que pareceram
                  horas, imaginando como Malfoy estava usando a Sala Precisa
                  e o que
                  ele, Harry, veria quando entrasse l no dia seguinte,
                  pelo que Hermione
                  disse, Harry tinha certeza de que se Malfoy pode ver
                  o quartel general da
                  A.D., ele poderia ver o de Malfoy. O que poderia ser?
                  Um lugar de encontros?
                  Um esconderijo? Um workshop? A mente de Harry trabalhou
                  fervorosamente e seus sonhos, quando ele finalmente
                  dormiu,
                  eram quebrados e perturbado por imagens de Malfoy, que
                  se transformou em Slughorn, que se transformou em Snape...

                  Harry estava muito adiantado para o caf da manh no
                  dia seguinte; ele tinha
                  um tempo livre antes da aula de Defesa contra as artes
                  das trevas e estava
                  determinado a pass-lo tentando entrar na Sala Precisa.

                  Hermione no
                  mostrava nenhum interesse em seus planos de entrar na
                  Sala, o que irritou
                  Harry, Por que ele achou que ela seria de grande ajuda
                  se quisesse.

                  "Olhe," disse ele discretamente, levantando-se e pondo
                  a mo no Profeta
                  Dirio, que ela havia acabado de receber pelo correio
                  coruja, para impedi-la
                  de abri-lo e sumir atrs dele. "Eu no esqueci sobre
                  Slughorn, mas eu no
                  tenho idia de como pegar aquela memria dele, e at
                  eu conseguir uma lavagem cerebral por que eu no deveria
                  descobrir o que Malfoy est fazendo?"

                  "Eu j disse, voc tem que persuadir Slughorn,"disse
                  Hermione. "Isso no 
                  uma questo de peg-lo ou enfeiti-lo, ou Dumbledore
                  poderia ter feito isso

                  em um segundo. Ao invs de rondar a Sala Precisa" -Ela
                  tirou o Profeta
                  Dirio debaixo da mo de Harry e focou a primeira pgina-"voc
                  deveria ir,
                  encontrar Slughorn e comear a apelar  sua bondade
                  natural."

                  "Algum conhecido --- ?" perguntou Ron, quando Hermione
                  olhou rapidamente as
                  manchetes.

                  "Sim!" disse Hermione, fazendo que tanto Harry quanto
                  a Ron parassem o caf
                  da manh."Mas est tudo bem, ele no est morto ---
                  
                  Mundungus, ele foi
                  preso e mandado para Azkaban! Algo a ver com conjurar
                  um inferius durante uma
                  tentativa de assalto,e algum chamado Octavius Pepper
                  desapareceu. Oh, que
                  horrvel, um garoto de nove anos foi preso por tentar
                  matar seus avs, eles
                  acham que o garoto estava sob a maldio Imperius."

                  Eles terminaram seu caf da manh em silncio. Hermione
                  foi imediatamente
                  para a aula de Runas antigas; Ron para o salo comunal,
                  onde ele ainda tinha
                  que acabar sua dissertao sobre dementadores para Snape,
                  e Harry para o
                  corredor no stimo andar na parede oposta a que estava
                  a tapearia de
                  Barnabs, o Tolo ensinando trasgos a danar bal.

                  Harry saiu de sua capa de invisibilidade uma vez que
                  ele encontrou uma
                  passagem vazia, mas ele no podia ser interrompido.
                  Quando
                  ele alcanou seu
                  destino ele encontrou o lugar vazio. Harry no estava
                  certo se suas chances
                  de entrar na sala eram melhores com Malfoy dentro ou
                  fora dela, mas pelo
                  menos sua primeira tentativa no seria complicada pela
                  presena de Crabbe ou
                  Goyle fingindo ser uma garota de onze anos.

                  Ele fechou os olhos e se aproximou de onde a porta da
                  Sala precisa estava
                  escondida. Ele sabia o que tinha que fazer; ele aprimorou-se
                  nisso no ano
                  anterior. Concentrando-se com toda sua fora ele pensou,
                  "Eu preciso ver o
                  que Malfoy est fazendo aqui... preciso ver o que Malfoy
                  est fazendo
                  aqui... preciso ver o que Malfoy est fazendo aqui..."


                  Trs vezes ele passou pela porta; depois, seu corao
                  batendo com excitao,
                  ele abriu os olhos e olhou-mas ele ainda estava olhando
                  para uma parede
                  vazia. Ele deu um passo a frente e experimentou empurrar.
                  A rocha
                  permaneceu slida e imvel.

                  "Tudo bem" disse Harry alto."Tudo bem... eu pensei na
                  coisa errada..." ele
                  refletiu por um momento depois parou de novo,olhos
                  fechados,concentrando-se
                  o mais forte que podia."Eu preciso ver o lugar que Malfoy
                  freqenta
                  secretamente... Eu preciso ver o lugar que Malfoy freqenta
                  secretamente...
                  Eu preciso ver o lugar que Malfoy freqenta secretamente..."
                  Depois de andar
                  em frente a porta por trs vezes, ele abriu os olhos.

                  No havia porta.

                  "Oh, vamos l" ele disse  parede irritadamente."Aquilo
                  era um pedido
                  claro.Legal." Ele pensou muito por vrios minutos antes
                  de tentar mais uma
                  vez. " Eu preciso que voc se torne o lugar que se tornou
                  para Draco Malfoy..."



                  Ele no abriu os olhos imediatamente quando acabou sua
                  patrulha; ele estava
                  prestando ateno, como se ele fosse ouvir a porta aparecer.
                  Ele no ouviu
                  nada,no entanto, exceto o distante piar dos pssaros
                  do lado de fora. Ele
                  abriu os olhos;

                  Ainda no havia nenhuma porta.


                  Harry jurava. Algum gritou. Ele olhou ao redor para
                  ver um grupo de alunos do primeiro ano correndo de costas
                  pra parede, dando a impresso de que eles haviam encontrado
                  um fantasma aparentemente desbocado.
                  Harry pensou de todo o jeito "Preciso ver o que Malfoy
                  est fazendo ai dentro" que ele pde pensar durante
                  uma
                  hora inteira, no fim, ele foi obrigado a admitir que
                  Hermione estava certa: A sala simplesmente no quis
                  se
                  abrir para ele. Frustrado e aborrecido, ele partiu para
                  aula de Defesa Contra as Artes das Trevas, tirando a
                  Capa de Invisibilidade e guardando junto a sua bolsa.
                  "Atrasado novamente, Potter", disse Snape friamente,
                  quando Harry se apressou para entrar na sala. "Dez pontos
                  da Grefindor". Harry olhou feio para Snape e se arremessou
                  ao assento ao lado de Ron. Metade da classe ainda estava
                  de p, tirando livros e organizando suas coisas; ele
                  no poderia ter demorado muito mais que eles.
                  "Antes de ns comearmos, eu quero seus ensaios sobre
                  dementadores" disse Snape, agitando sua varinha, de
                  forma
                  que vinte e cinco rolos de pergaminho planaram no ar
                  e se empilharam sobre a mesa dele. "E eu espero que
                  eles
                  estejam melhores do que o ensaio que eu pedi sobre a
                  Maldio Imperius. Agora, se vocs abrirem seus livros
                  na pagina-o que foi, Sr Finnigan?"
                  "Senhor" disse o Simas "eu gostaria de saber, qual 
                  a diferena entre um Inferius e um fantasma? Porque
                  havia
                  algo no jornal sobre um Inferius-"
                  "No, no havia" disse Snape numa voz entediada.
                  "Mas senhor, eu ouvi as pessoas falarem que-"
                  "Se voc tivesse lido o artigo em questo, Sr Finnigan,
                  voc saberia que o Inferius nada mais era que um ladro
                  covarde e fedorento que atende pelo nome de Mundungus
                  Fletcher".
                  "Eu pensei que Snape e Mundungus estavam do mesmo lado"
                  murmurou Harry para Ron e Hermione. " ele no deve ter
                  ficado chateado por o mesmo ter sido apanhado -"
                  "Mas Potter parece ter muito que dizer sobre o assunto",
                  disse Snape, apontando de repente ao fundo da sala,
                  os
                  olhos pretos dele fixos em Harry. "Nos deixe perguntar
                  Potter, como ns saberamos a diferena entre um Inferius
                  e um Fantasma".
                  A classe inteira virou-se para Harry que apressadamente
                  que tentava se lembrar do que Dumbledore lhe falou na
                  noite em que foram visitar Slughorn. "Er-bem-fantasmas
                  so transparentes-" ele disse.
                  "Muito bom", disse Snape torcendo seu lbio. ",  notvel
                  que seis anos de educao mgica no foram desperdiados
                  em voc, Potter. Fantasmas so transparentes".
                  Pansy Parkinson soltara uma risadinha aguda. Vrios
                  outros
                  tambm sorriam de satisfao. Harry respirou fundo e
                  calmamente continuou, entretanto seu interior estava
                  fervendo, "Sim, fantasmas so transparentes, mas Inferius
                  so corpos mortos, no so? Ento eles so slidos-"
                  "Uma pessoa de cinco anos poderia ter nos contado o
                  mesmo"
                  zombou Snape. "O Inferius  um cadver que foi reanimado
                  por feitio de um Bruxo das Trevas. No est vivo, 
                  meramente usado como um fantoche pelo bruxo. Um fantasma,
                  como acredito que vocs agora saibam,  a impresso
                  de
                  uma alma passada na terra, e claro, como Potter to
                  sabiamente
                  nos falou, transparente".
                  "Bem, o que Harry disse  mais til se encontrarmos
                  com
                  um!" Disse Ron. "Quando ns encontrarmos com um cara
                  a cara veremos se ele  slido, no , no iremos perguntar
                  com licena, voc  a impresso de uma alma passada?"
                  Houve um acesso de risadas por toda sala, que foi interrompido
                  pelo olhar lanado por Snape.
                  "Outros dez pontos da Grefindor" disse Snape. "Eu no
                  esperaria nada mais sofisticado de voc, Ronald Weasley,
                  to slido que no consegue aparatar meia polegada atravs
                  do aro".
                  "No!" Hermione sussurrou agarrando Harry pelo brao
                  quando ele abriu a boca dele furiosamente. " Mais um
                  pouco e voc ir cumprir deteno outra vez, deixe."
                  "Agora abram seus livros na pgina duzentos e treze",
                  disse Snape, com um pequeno sorriso de satisfao, "e
                  leiam os dois primeiros pargrafos da Maldio Cruciatus".
                  Ron era muito requisitado na classe. Quando o sino soou
                  ao trmino da aula, Lil alcanou Ron e Harry (Hermione
                  misteriosamente sumiu como se tivesse aparatado) . Ela
                  tentou desviar o assunto de Snape, que abusou calorosamente,
                  zombando da aparatao de Ron, mas isso pareceu irritar
                  Ron, e ele livrou-se dela fazendo um desvio pelo banheiro
                  dos meninos junto a Harry.
                  "Snape esta certo, no est?" Disse Ron, depois de fitar
                  um espelho rachado por um minuto ou dois. "Eu no sei
                  se deveria fazer o teste. Eu posso cair tentando aparatar".
                  "Voc pode fazer as sesses extras em Hogsmeade e ver
                  por onde eles comeam", disse Harry razoavelmente. "Ser
                  mais interessante que tentar em um arco estpido de
                  qualquer
                  maneira. Ento, se voc ainda no for-voc sabe-to
                  bom
                  quanto voc gostaria de ser, voc pode adiar o teste,
                  faa comigo durante o vero - Murta, este  o banheiro
                  dos meninos!"
                  O fantasma de uma menina saiu de um boxe atrs deles
                  e agora flutuava pelo ar, encarando-os pelos culos
                  grossos,
                  brancos e redondos. "Oh", ela disse abatida. "So vocs
                  dois."
                  "Quem voc estava esperando?" Disse Ron, olhando para
                  ela no espelho.
                  "Ningum", disse Murta, selecionando tristemente uma
                  mancha em seu queixo. "Ele disse que voltaria pra me
                  ver, entretanto voc disse que apareceria e me visitaria
                  tambm" - e lanou um olhar de reprovao a Harry -
                  "e
                  eu no o vi por meses e meses. Eu aprendi a no esperar
                  muito dos meninos."
                  "Eu pensei que voc vivia no banheiro das meninas?"
                  Disse
                  Harry que tinha tido cuidado de dar um espao entre
                  o
                  box durante alguns anos.
                  "Eu vivo" ela disse mal-humorada encolhendo os ombros,
                  "mas isso no quer dizer que eu no visito outros lugares.
                  Eu vim e o vi uma vez em seu banho, lembra-se?"
                  "Nitidamente", disse Harry.
                  "Mas eu pensei que ele gostasse de mim" disse ela
                  queixosamente.
                  "Talvez se vocs dois deixassem, ele voltaria novamente.
                  Ns tivemos muito em comum. Eu acho que ele tambm percebeu
                  isso."
                  E ela olhou esperanosamente para a porta. "Quando voc
                  diz que vocs tm muito em comum", disse Ron, soando
                  bastante engraado agora, "Significa que ele tambm
                  vive
                  curvado?".
                  "No", disse Murta desafiante, a voz dela ecoava ruidosamente
                  ao redor do ladrilho do velho banheiro. "Eu quero dizer
                  ele  sensvel, as pessoas o intimidam tambm, ele sente
                  s e tem no tem ningum para conversar, e ele no tem
                  medo de mostrar seus sentimentos e chorar!".
                  "Havia um menino chorando aqui?" Disse Harry curiosamente.
                  "Um garoto jovem?"
                  "Voc no notaria!" Disse Murta, seus pequenos olhos
                  fixaram em Ron que estava sorrindo. "Eu prometi que
                  no
                  contaria para ningum, e levarei o segredo dele para
                  o-"
                  "-no ao tumulo, certamente?" Disse Ron com um bufo.
                  "Os esgotos, talvez". Murta deu um uivo de raiva e mergulhou
                  de costas no banheiro, fazendo a gua espirrar por todos
                  os lados e sobre o cho. Provocar Murta parecia ter
                  dado
                  um corao fresco em Ron. "Voc tem razo", ele disse
                  balanando a maleta escolar sobre seu ombro, "eu farei
                  as sesses de prtica em Hogsmeade antes que eu decida
                  se irei fazer a prova".

                  E assim no fim de semana seguinte, Ron uniu-se a Hermione
                  e o resto dos sextanista que completariam dezessete
                  a
                  tempo para fazer a prova em quinze dias. Harry sentiu-se
                  com cimes ao ver todos prontos para ir ao vilarejo;
                  ele sentiu falta das viagens para l, e era um dia de
                  primavera particularmente bom, um dos primeiros que
                  o
                  cu estava claro como eles no viam h muito tempo.
                  Porm,
                  ele tinha decidido que era hora de tentar outro assalto
                  a Sala Precisa.
                  Voc faria melhor, " disse Hermione, quando ela confiou
                  esta planta a Rony durante sua entrada no saguo, "indo
                  direto ao escritrio de Slughorn e tentando tirar essa
                  memria dele."
                  "Eu tenho tentado!" disse Harry atravessado,o que era
                  perfeitamente verdadeiro.

                  Tinha voltado aps cada aula de poes durante a semana,
                  em uma tentativa de falar com Slughorn de canto, mas
                  o mestre de poes virava sempre  esquerda em direo
                  s masmorras to rapidamente que Harry no tinha conseguido
                  pegar.

                  Por duas vezes, Harry tinha ido a seu escritrio e batido
                  a porta, mas no recebeu nenhuma resposta.Porm, na
                  segunda
                  ocasio teve certeza que havia ouvido os sons rapidamente
                  sufocados de um gramofone velho.

                  "Ele no quer falar comigo, Hermione! Pode me dizer
                  pra
                  tentar comear outra vez nos seus prprios, e no est
                  deixando acontecer."
                  "Bem, voc tem apenas comeado a manter-se nele,voc
                  no tem?" A fila curta das pessoas que esperavam passar
                  por Filch, que fazia seu ato usual com o sensor de segredos,
                  estando mais a frente um pouco depois, Harry no respondeu

                  caso fosse ouvido pelo zelador. Desejou boa sorte a
                  Rony
                  e Hermione, e ento virou e subiu a escadaria de mrmore,
                  determinado, novamente, mesmo com qualquer coisa que
                  Hermione disse-se, a dedicar uma hora ou duas para a
                  Sala Precisa.

                  Uma vez longe da vista do corredor de entrada, Harry
                  puxou o Mapa do Maroto e a Capa da Invisibilidade de
                  sua mochila. Tendo se escondido, ele bateu no mapa,
                  e
                  murmurou," Juro solenemente no fazer nada de bom,"
                  cuidadosamente.

                  Como era domingo pela manh, quase todos os estudantes
                  estavam dentro das vrias salas comunais; s da Grefindor
                  em uma torre, os da Ravenclow em outra, os Sonserinos
                  nos calabouos, e o da Uflepufle no poro perto da cozinha.
                  Aqui e l uma pessoa perdida vagava ao redor da biblioteca
                  ou num corredor de cima. Tinham poucas pessoas nos andares,
                  e l, sozinho no corredor do stimo andar, estava Gregori
                  Goyle. No havia nenhum sinal da "Sala Precisa", mas
                  Harry no estava preocupado com isso; se Goyle estava
                  de guarda do lado de fora, o quarto estava aberto, o
                  mapa mostrando isso ou no. Ele correu ento para cima,
                  subindo os degraus, s reduzindo a velocidade quando
                  alcanou um canto no corredor, quando ele comeou a
                  rastejar,
                  muito lentamente, em direo a uma menininha que segurava
                  suas to pesadas balanas de lato, aquela que hermione
                  tinha ajudado h uns 15 dias antes to amavelmente.
                  Ele
                  esperou at chegar atrs dela antes de se abaixar e
                  muito
                  baixo sussurrar :
                  " Ol...voc  muito linda, no ? "

                  Goyle deu um grito alto, morrendo de medo, jogou para
                  cima as balanas no ar, e correu pra fora, enquanto
                  desaparecia
                  da viso de Harry antes do som das balanas que caram
                  no cho ecoar ao redor. Rindo, Harry virou-se para contemplar
                  a parede em branco atrs da qual, ele estava seguro,
                  Draco Malfoy estava gelado agora e de p, informado
                  que
                  algum mal vindo est l fora, mas no ousou fazer um
                  aparecimento. Deu para Harry um sentimento mais agradvel
                  de poder, ento ele tentou se lembrar que forma de palavras
                  j havia usado e comeou a fazer as que ele ainda no
                  havia experimentado.
                  Mas esta disposio esperanosa no durou muito tempo.
                  Meia hora depois, ele havia tentado muitas variaes
                  de pedido para ver Malfoy, e a parede continuava da
                  mesma
                  maneira. Harry sentiu-se inacreditavelmente frustrado.
                  Malfoy poderia estar s h alguns passos longe dele,
                  e ainda no havia um pequeno indcio sobre o que ele
                  estava fazendo l. Perdendo a pacincia completamente,
                  Harry correu  parede e a chutou .



                  "AI!"

                  Ele pensou que poderia ter quebrado o dedo do p; como
                  ele apertou e pulou em um p, a cada da Invisibilidade
                  deslizou sobre ele.

                  "Harry?"

                  Ele girou ao redor, viu um par de pernas, e tombou de
                  lado. L, para sua surpresa absoluta, era Tonks, caminhando
                  para ele como se, freqentemente passa-se neste corredor.

                  "O que voc est fazendo aqui?" ele disse, subindo novamente
                  e rastejando com seus ps; por que ela sempre acha escondido
                  no cho?

                  "Eu vim ver Dumbledore," disse Tonks. Harry pensou que
                  ela parecia terrvel: mais magra que habitual, o cabelo
                  rato-colorido dela ralo e sem vida.

                  O escritrio dele no  a aqui," disse Harry,"  redondo
                  e fica do outro lado do castelo, atrs da grgula-"

                  "Eu sei," disse Tonks. "Ele no est l. Aparentemente,
                  teve de ir embora novamente."

                  "Ele teve?" disse Harry, enquanto recolocava o p contundido
                  no cho. "Ei-voc no sabe aonde ele vai, eu suponho?"

                  "No," disse Tonks.

                  "O que voc quer, para vim v-lo aqui?"

                  "Nada em particular," disse Tonks, enquanto escolhia,
                  aparentemente dissimulada a cor da manga de seu roupo.
                  "Eu h pouco pensei que ele poderia saber na onde vai.
                  Eu ouvi rumores... as pessoas ficando loucas."

                  "Sim, eu sei, tudo est nos jornais," disse Harry. "Isso
                  lhe lembrou, aquela criana est tentando matar seu...
                  -"

                  "O Profeta s vezes est atrs disso," disse Tonks que
                  no parecia estar escutando. "Voc no recebeu nenhuma
                  carta recentemente de qualquer membro da Ordem ?"

                  "Ningum da Ordem escreve mais para mim," disse Harry,"
                  no desde Sirius-"Ele viu que os olhos dela tinham enchido
                  de lgrimas."

                  "Eu sinto muito," ele murmurou desajeitadamente. "Eu
                  quero dizer... Eu sinto falta dele, foi minha culpa".

                  "O que?" Disse Tonks inexpressivamente, como se ela
                  no
                  o tivesse ouvido. "Bem. Eu o verei por ai, Harry."

                  Ela se virou abruptamente e caminhou de volta para o
                  corredor de baixo, deixando Harry sair depois dela.
                  Depois
                  de um minuto ou assim pareceu, ele puxou a capa de
                  Invisibilidade
                  novamente e retomou sus esforos em conseguir entrar
                  na Sala Precisa, mas o corao dele no estava nisto.
                  Finalmente, o vazio que sentia no estmago e o conhecimento
                  de que Ron e Hermione iriam logo voltar para o almoo
                  o fizeram abandonar a tentativa e deixar o corredor
                  para
                  Malfoy que, esperanosamente, teria demasiado medo de
                  deixar durante algumas horas para que ningum o visse.

                  Ele achou Ron e Hermione no Salo Principal, j a meio
                  caminho para o almoo.

                  "Eu fiz isto-bem, quase!" Ron falou entusiasmado para
                  Harry quando ele olhou para ele. "Eu deveria aparatar
                  do lado de fora da loja de Ch da Madame Puddifoots
                  e
                  eu excedi isto um pouco, terminei perto de Scrivenshafts,
                  mas pelo menos eu me movi!"

                  "Bom", disse Harry. "Como voc foi, Hermione?"

                  "Oh, ela estava perfeita, obviamente," disse Ron antes
                  de Hermione pudesse responder. "Deliberao perfeita,
                  Destino e Determinao ou qualquer outro inferno que
                  seja -todos ns entramos para uma bebida rpida nos
                  Trs
                  Vassouras depois e voc deveria ter ouvido o que Twycross
                  falou sobre ela- eu ficarei surpreso se ele no estourar
                  a perguntar logo-"

                  "E voc?" Hermione perguntou, ignorando o Ron. "Voc
                  esteve na Sala Precisa todo esse tempo?"

                  "Sim," disse Harry. "E imagina com quem eu esbarrei
                  l
                  em cima? Tonks!"

                  "Tonks?" Ron e Hermione repetiram juntos, parecendo
                  surpresos.

                  "Sim, ela disse que vinha visitar Dumbledore."

                  "Se voc me perguntasse," disse Ron uma vez que Harry
                  tinha terminado de contar a conversa dele com Tonks,"
                  ela est um pouco depressiva. Ela perdeu o controle
                  depois
                  do que aconteceu ao Ministrio."

                  " um pouco estranho," disse Hermione que por alguma
                  razo parecia muito preocupada. "Ela est vigiando a
                  escola, por que ela abandonaria seu posto de repente
                  para vir ver Dumbledore quando ele nem est mesmo aqui?"

                  "Eu tive um pensamento," disse distraidamente Harry.
                  Ele se sentia estranho sobre expressar isto; este era
                  um territrio dominado muito mais por Hermione do que
                  por ele. "Voc no pensa que ela pode ter sido... voc
                  sabe... apaixonada por Sirius?"

                  Hermione o encarou. "O que no mundo o faz dizer isso?"

                  "Eu no sei" disse Harry, enquanto encolhia os ombros,"
                  mas ela quase estava chorando quando eu mencionei o
                  nome
                  dele, e o Patronus dela  agora uma coisa quadrpede
                  e grande. Eu desejei saber se no tinha se tornado...
                  voc sabe... ele."

                  " um pensamento," disse Hermione lentamente. "Mas eu
                  ainda no sei por que ela estaria dentro do castelo
                  para
                  ver Dumbledore, supondo que esse seja o real motivo
                  dela
                  estar aqui."

                  "Volta para o que eu disse, no ?" disse Ron que estava
                  colocando mais pur de batata em sua boca . "Ela apaixonada
                   pouco engraada. Perdendo o controle... Mulheres,"
                  e disse sabiamente a Harry," elas ficam facilmente chateados."

                  "E ainda," disse Hermione, enquanto saia do seu devaneio,"
                  eu duvido que voc encontraria uma mulher que fica de
                  mau humor por meia hora, s porque a Madame Rosmerta
                  no riu da piada dela sobre o Bruxo Curandeiro, e a
                  Mimbulus
                  mimbletonia."

                  Ron a olhou ferozmente.





                  Captulo 22 - Aps o enterro

                  Os cu azul brilhante estavam comeando a aparecer sobre
                  as torres do castelo, mas estes sinais do vero aproximando-se
                  de modo que Harry no se levantou. Thwarted, em suas
                  tentativas de encontrar com Malfoy estava fazendo, e
                  em seus esforos conversar com Slughorn que pde conduzir,
                  de algum modo, a Slughorn que entregando sobre a memria
                  tinha suprimido aparentemente por dcadas.

                  "Pela ultima vez, esquea o Malfoy," falou Harry a Hermione
                  firmemente.

                  Se Sentaram com Rony em um canto ensolarado do ptio
                  aps
                  o almoo. Hermione e Rony eram ambos que embreiam o
                  folheto
                  mgico do ministrio - erros comuns como aparatao
                  e como o evitar - para eles faziam perguntas de seus
                  testes que muito a tarde, mas perto e grande folhetos
                  que no tinha provado acalmando os nervos.

                  Rony deu um comeo e tentou se esconder atrs de Hermione
                  enquanto uma menina veio em torno do canto.

                  "No  lavender," disse Hermione cansadamente.

                  "Oh," disse Rony, relaxando.

                  "Harry Potter?" disse a menina. "eu fui pedido para
                  lhe entragar isso."

                  "Obrigado..."

                  O corao de Harry afundou-se enquanto fz exame do
                  pergaminha
                  pequeno. Uma vez que a menina era fora do alcane da
                  voz que disse,

                  "Dumbledore disse que ns no estaramos tendo any.more
                  lies at que eu comecei a memria!"

                  "Talvez queira verificar como voc est fazendo?" sugerindo
                  Hermione, assim Harry desenrolou o pergaminho; mas
                  de preferncia o encontrando desejou Dumbledore, estreitou,
                  escrita inclinada viu um desorganizado amontoamento,
                  muito difcil de ler devido  presena de manchas grandes
                  no pergaminha aonde a tinta falhado.

                  caro Harry, Rony e Hermione!

                  Aragog morreu na ltima noite. Harry e Rony, vocs sabiam
                  o quo especial era.

                  Hermione, eu sei que voc gostaria dele.

                  Gostaria muito se vocs viessem enterro mais tarde .


                  Eu estou planejando em fazer no pr do sol, essa era
                  sua hora favorita.

                  Eu sei que vocs no podem sair este horario, mas voc
                  podem usar a capa.

                  No pediria, mas eu no posso enfrent-lo sozinho.


                  Hagrid

                  "Olhe isso," disse Harry, entregando a carta a Hermione.


                  "Oh, por causa do paraso," disse, passando a carta
                  rapidamente a Rony, que o leu com olhar cada vez mais
                  incrdulo.

                  " dbi mental" disse ele furiosamente. "Essa coisa
                  quase comeu eu e o Harry! e fala para ns ajudar!
                  E
                  agora Hagrid quer que ns vamos chorar por um corpo
                  horrvel

                  "No seria justo fazer isso," disse Hermione. "est
                  perguntando-nos que para deixar o castelo a noite ele
                  sabe da segurana milho mais apertado e quanto problema
                  ns seramos dentro se ns formos travados."

                  "ns devemos ir antes de anoitecer," disse Harry.

                  "sim, mas para uma coisas dessas?" falou Hermione.

                  "ns nos arriscamos muito para ajudar Hagrid, mas apesar
                  de tudo - Aragog est morta. Se fosse uma qusto de
                  salvamento... "

                  " - eu queria ir muito mesmo, "disse Rony firmemente.
                  "mas no  digno dele, Hermione. Acredite-me, criatura
                  est morta sendo muito improvvel ele dividir."

                  Harry pegou a carta e olhou fixamente em todos as manchas
                  com tinta sobre ele. Os rasgos claramente e as letras
                  escrita rapidamente em cima do pergaminho.. . .

                  "Harry, voc no esta pensando em ir," disse Hermione.
                  " uma coisa to intil que pode causar uma deteno
                  para voc."

                  Harry suspirou. "Eu sei," disse. de "eu falarei para
                  Hagrid que ter de enterrar Aragog sem ns."

                  "sim, ele vai," disse Hermione, olhando aliviada. "olhe,
                  as poes estar quase vazio esta tarde, com ns fora
                  de fazer nossos testes. . . Tente e amace Slughorn
                  acima de um bocado ento!"

                  "Cinqnta-stima vezes afortunada, voc acha?" falou
                  Harry amargamente.

                  "afortunado," disse Rony de repente. "Harry, isso 
                  aquilo
                  - pegue afortunado!"

                  "Oque deu em voc ?"

                  "use sua poo afortunado!"

                  "Rony, isso ...isso  aquilo!" falou Hermione, soando
                  impressionada. "naturalmente! Porque eu no pensei
                  nele?"

                  Harry olhou fixamente ambos neles.

                  "Felix Felicis?" disse. "Eu no sei. . . Eu estava
                  com sorte salvando isso... "

                  "Por que?" disse Rony duvidosamente.
                  "O que tem mais de importante na terra do que memrias,
                  Harry?" perguntou Hermione.
                  Harry no respondeu. O pensamento desse frasco dourado
                  pequeno tinha pairado nas bordas de sua imaginao por
                  alguma hora; vago e no definido as plantas que Gina
                  involvido com Dino, e Rony de algum modo feliz a ver
                  com
                  o novo namorado, agitando nas profundidades de seu crebro,
                  desconhecido exceto durante sonhos ou o tempo crepuscular
                  entre dormir e acordar. . .

                  "Harry? Voc est aqui com ns?" perguntou Hermione.


                  "Que...? naturalmente, "disse, mudando o assunto.

                  "bom. . aprovao. Se eu no puder falar com Slughorn
                  est tarde, eu farei perfunta de algum Felix e mandarei
                  outro ir esta noite."

                  "J decidiu, ento," disse Hermione vivamente, comear
                  decidido a seus ps e executando uma piroleta graciosa.
                  "destino. . . determinao. . . deliberao.

                  murmurou.

                  "Oh, pare aqui," implorou Rony, "eu no me sinto bem
                  o bastante com isso - rapido, esconde eu!"

                  "no  lavender!" falou Hermione impaciente, enquanto
                  um outro grupo das meninas apareceu no ptio e Rony mergulhou
                  atrs dela.

                  "legal, "disse Rony, sobre o ombro de Hermiones verificando.
                  "Blimey, no olham felizes,para eles?"

                  "so as irms de Montgomery e naturalmente no olham
                  felizes, voc no ouviram o que aconteceu ao seu irmo
                  pequeno?" falou Hermione.

                  "eu estou perdendo o caminho de o que est acontecendo
                  a todos parentes, para ser honesto," disse Rony.

                  "bem, seu irmo foi atacado por um Lobisomen. O boato
                   que sua me recusou ajudar aos comesadores da morte.
                  Em todo o caso, o menino tinha apenas cinco anos e
                  morreu
                  no hospital do St. Brutus, eles no poderiam conserv-lo."


                  "quem morreu?" repetiu Harry , chocado. "mas certamente
                  os lobisomens no matam, eles se transformam apenas
                  em
                  um deles?"

                  "matam s vezes," disse Rony, que olhou raramente grave
                  agora. "eu ouvi dizer o que acontece quando um lobisomen
                  comea carregando afastado."


                  "Qual era o nome desse lobisomen?" falou Harry rapidamente.


                  "bem, o boato  que esse era Fenrir Greyback," disse
                  Hermione.

                  "eu sabia - o maniaco que gosta de atacar crianas,
                  o
                  lupin contou!" falou Harry irritadamente.
                  Hermione olhou-o deprimidamente.

                  "Harry, voc tem recebeu memria para comear " disse.
                  " toda sobre a parada de Voldemort, no ? Estas
                  coisas
                  terrveis que esto acontecendo

                  O sino soou em cima no castelo e Hermione e Rony se
                  levantaram, olhando estarrecidos.

                  "voc far muito bem," Harry disse-lhes ambos, como
                  dirigem
                  para o salo de entrada para se encontrar com o resto
                  das pessoas que fazem seu teste exame de Aparatao.
                  "Boa sorte."


                  "e voc tambm!" falou Hermione com um olhar significativo,
                  Harry se dirigiu aos Dungeon.
                  s estavam somente trs deles nas poes: Harry, Ernie,
                  e Draco Malfoy.

                  "tambm novo a Aparatao ainda?" falou Slughorn gentilemnte,
                  "no tem dezessete anos ainda?"
                  agitaram suas cabeas.

                  " bem," disse Slughorn com jbilo , "ns estamos em
                  nmero
                  pequeno, ns faremos algo para se divertir. Eu quero
                  uma mistura que diverte!"

                  "Isso paree bom, senhor," disse Ernie por meio de bajulao,
                  freccionando suas mos junto. Malfoy, na outra mo,
                  no arriscou um sorriso. "o que voc quer, " algo que
                  diverte "?" disse irritadamente.
                  "Oh, surpreendeu-me," disse Slughorn levemente .
                  Malfoy abriu seu livro de poo com uma expresso rabugenta.
                  No poderia ter sido mais simples pensou que esta lio
                  era um desperdcio de tempo. Indubitavelmente , o por
                  outro lado Harry, estava prestando ateno em seu prprio
                  livro, Malfoy estava vigiando o tempo para ser dispensado
                  do quarto do requesito.
                  Era sua imaginao, ou Malfoy, como Tonks, tinha emagrecido
                  ! Certamente estava mais plido; sua pele tave com
                  tom mais cinzento, provavelmente porque raramente viu
                  a luz do dia estes dias. Mas no havia nenhum ar de
                  convencimento, de excitamento, ou de superioridade;

                  nenhum do arrogantes que tinha ido no Hogwarts expresso,
                  quando gabou-se abertamente da misso que tinham sido
                  dados por Voldemort.. . . Podia haver somente uma
                  concluso, na opinio de Harry: A misso, oque for
                  que
                  seja, estava indo mal.
                  Encorajou por este pensamento, Harry olhou seu livro
                  de poes e encontrou a verso de um prncipe mestio
                  "de um elixir para induzir com Euforia," o qual pareceu
                  se encontrar com no somente as instrues de Slughorn,
                  mas que puderam (o corao de Harry pulou enquanto o
                  pensamento o golpeou) ps Slughorn em um modo to bom
                  que fosse preparado para entregar a excesso essa memria
                  se Harry poderia o persuadir provar alguns. . .

                  "bem, agora, olha isto absolutamente maravilhoso," disse
                  Slughorn uma hora e meia mais tarde, aplaudindo suas
                  mos junto olhou fixamente para baixo nos ndices do
                  amarelo da luz do sol do caldeiro de Harry. "Euforia,
                  eu fao exame de? E o que Eu cheiro? Mmmm. . .
                  voc
                  adicionou apenas um raminho de hortal, voc tem? ortodoxo,
                  mas que curso da inspirao, Harry, naturalmente, que
                  tenderia a contrabalanar os efeitos laterais do occasional
                  de cantando excessivo e beslicando o nariz.... Eu realmente
                  no sei aonde voc consegue essa inteligncia, meu garoto.
                  . . a menos que... "

                  Harry empurrou o livro do prncipe mestio mais profundo
                  em seu saco com seu p.

                  "- deve ser por causa dos genes de sua me...!"

                  "Oh. . . , talvez, "disse Harry, aliviado.

                  Ernie estava olhando, de preferncia, irritado; determinado
                  a ultrapassar Harry por uma vez, tinha inventado o mais
                  imprudentemente sua prpria poo, que coalhou e tinha
                  dado forma a um tipo do bolinho roxo no fundo de seu
                  caldeiro. Malfoy estava embalando, encarou-o azedo;
                  Slughorn tinha pronunciado sua soluo de Hiccuping
                  meramente "passavl."
                  ..;.


                  O sino soou e Ernie e Malfoy saiu.

                  "senhor," Harry comeou, mas Slughorn olhou de relance
                  imediatamente sobre seu ombro; quando viu que o quarto
                  estava vazio mas para ele mesmo e Harry, apressou-se
                  afastado to rapidamente como poderia.

                  "professor - professor, voc no quer provar minha po...?"
                  Harry chamado desesperadamente.
                  mas Slughorn tinha ido. Decepcionado, Harry esvaziou
                  o cauldeiro, arrumando as suas coisas,  esquerda
                  o
                  Dungeon, e andado lentamente para trs l em cima no
                  quarto.
                  Rony e Hermione retornou na tarde atrasados.

                  "Harry!" Hermione gritando quando passou pelo retrato.
                  "Harry, eu passei!"

                  "Parabns!" disse. "E Rony?"

                  "ele - falhou apenas," Hermione sussurrado, porque Rony
                  veio andando desengoado no quarto olhando a maioria
                  dos impertinente.
                  "sou realmente azarado, uma coisa minscula, o examinador
                  apenas reconheeu mais que metade voltou uma sobrancelha
                  para tras. . Como foi com Slughorn?"

                  "nenhuma alegria," disse Harry, porque Rony os juntou.
                  "m sorte, cara, mas voc passar nos prximos testes
                  - ns podemos fazer exame junto."

                  " Eu proponho," disse Rony iradamente. "mas metade de
                  uma sobrancelha - como se interresou!"

                  "eu sei," disse Hermione de modo tranqilizante , "parece
                  realmente duro..."

                  Gastaram a maioria do tempo de seu jantar no exame de
                  aparatao e Rony olhou por um tempo mais alegre pela
                  hora onde se ajustaram e foram ao dormitrio, discutindo
                  agora o problema de Slughorn e da memria.

                  "Como, Harry - voc vai usar o Felix Felicis ou o que?"
                  exigiu Rony.

                  ", propus que eu melhoraria," disse Harry. "eu no
                  conto como necessitarei dele, no vinte e quatro horas,
                  ele no pode fazer exame de toda a noite.... Eu farei
                  exame apenas de boca cheia. Duas ou trs horas devem
                  se surficiente."

                  " uma grande responsabilidade quando se faz exame,"
                  disse Rony de maneira que lembrava . "voc no pode
                  fazer
                  qualquer coisa errada."

                  "Do que vocs esto falando?" falou Hermione, rindo.
                  "voc nunca fz exame !"

                  ", eu pensei mas eu posso, no posso?" falou Rony,
                  como
                  se estivesse explicando o bvio. a "mesma diferena
                  realmente..."

                  Como apenas tinham visto somente Slughorn inscrever
                  o
                  Salo grande e souberam que gostou de fazer exame do
                  tempo sobre refeies, demorou por um tempo no quarto
                  comum, a planta que estava com Harry devia ir ao escritrio
                  de Slughorn uma vez que o professor tinha tido o tempo
                  para comear. Quando o sol desaparecido ao nvel das
                  copas de rvore da Floresta Pribida, decidiram-se que
                  o momento havia chegado, e aps a checagem com cuidado
                  o Neville, o Dino, e Simas foram para o quarto comum,
                  enfiar-se no dormitrio dos meninos.
                  Harry removeu as meias girou seu tronco e extraiu o
                  frasco
                  minsculo, brilhando.

                  "bem, aqui vai," disse Harry, e levantou o frasco pequeno
                  e tomou um gole com cuidado.

                  "Como se sente?" sussurando Hermione.

                  Harry no respondeu por um momento. Ento, lentamente
                  mas certamente, um sentiu se alegrando a infinita da
                  oportunidade atravs dele; sentiu como se podesse fazer
                  qualquer coisa, qualquer coisa... e comeou a lembrar
                  de Slughorn pareceu de repente no somente possivel,
                  mas positivamente fcil. . .
                  que comeou a sentir seus ps, sorrindo, encheu at
                  a
                  borda com confiana.

                  "excelente," disse. "realmente excelente. certo.
                  .
                  Eu estou indo no Hagrid."

                  "Que?" Rony e Hermione falaram juntos, olhando espantado

                  para ele.

                  "No., Harry - voc tem que ir ver Slughorn, lembrou?"
                  falou Hermione.

                  "No.," disse Harry confivel. "eu estou indo a Hagrid,
                  eu tive um bom preensentimento sobre ir a Hagrid."


                  "voc tem um preensentimento bom sobre enterrar uma
                  aranha
                  gigante?" perguntou Rony, olhando o impressionado.



                  "Sim," disse Harry, puxando sua capa de Invisibilidade
                  fora de sua mochila. "eu sinto como se aquele lugar
                  fosse bom pra mim, vocs sabem o que eu quero dizer?"


                  "No, "disse Rony e Hermione junto, ambos estavam olhando
                  assustados positivamente agora.

                  " este Felix Felicis, eu suponho?" falou Hermione
                  ansiosamente,
                  mantendo levantado o frasco  luz. "voc no tomou
                  um
                  outro frasco pequeno cheio disso no n -"

                  "essncia do insanidade?" sugeriu Rony, quando Harry
                  balanou sua capa sobre seus ombros.

                  Harry riu, e Rony e Hermione olharam ainda mais assustados.


                  "confem em mim," disse. "eu sei o que eu estou fazendo...
                  ou ao menos" deu uma volta confivel  porta "Felix
                  faz."

                  retirou a capa de Invisibilidade sobre seus cabea e
                  jogo por de baixo das escadas, de Rony e de Hermione
                  e
                  apressaram-se atrs dele. No p das escadas, Harry
                  andou
                  atravs da porta aberta.

                  "O que vocs faziam sozinhos com ela!" gritou Lavander,
                  olhando fixamente para Harry em Rony e em Hermione que
                  desciam juntos do dormitrios dos meninos. Harry ouviu
                  Rony suplicando atrs dele enquanto arremesou-se atravs
                  do quarto longe deles.
                  o retrato girou; Gina e Dino se aproximaram, e Harry
                  podia andar entre ele. Assim, esbarrou acidentalmente
                  de encontro com Gina.

                  "no me empurre, por favor, Dino," disse, irritada;

                  "voc sempre est fazendo isso, voc sabe perfeitamente
                  que eu no gosto.

                  Harry abriu a passagem do retrato, mas antes de ouvir
                  oque Dino ia responder .. . Seu sentimento de felicidade
                  estava aumentando, Harry caminhou atravs do castelo.
                  No teve que se esconder, porque no se encontrou com
                  ningum. Esta noite, era a pessoa a mais sortuda em
                  toda Hogwarts.
                  porque soube que ir a Hagrid era a coisa certa de se
                  fazer, no tinha nenhum sentido. Era como se a poo
                  iluminasse algumas etapas do caminho em alguns momento.
                  No poderia ver o destino final, ele no poderia ver
                  da onde Slughorn veio, mas soube que estava indo a maneira
                  direita para se lembrar. Quando alcanou a entrada
                  do
                  salo viu que Filch tinha se esquecido de travar a porta
                  principal. Irradiante, Harry abriu e respirou no no
                  ar o cheiro da grama por um momento antes de andar comear
                  andar sob o anoitecer.

                  Quando saiu oque lhe ocorreu uma coisa muito agradvel
                  deveria passar o remendo vegetal em sua caminhada a
                  Hagrid.
                  No estava na maneira estritamente, mas pareceu desobestrudo
                  a Harry que parecia um capricho no que devia agir, assim
                  que direciono seus ps imediatamente para o remendo
                  vegetal, onde era agradou, mas surpreendido no completamente,
                  encontrou o professor Slughorn na conversando com a
                  professora
                  Sprout. Harry se escondeu atrs de uma parede baixa
                  de pedra, sentindo a maior paz do mundo e escutando
                  a
                  conversa.
                  "eu o agradeo fazendo exame de tempo, Pomona," Slughorn
                  estava dizendo com cortesia , "a maioria de autoridades
                  concordam que os seus so mais eficaz se escolhido no
                  crepsculo."
                  "Oh, eu concordo completamente," disse a professora
                  Sprout
                  calorosamente. "isso  o bastante para voc?"

                  "abundncia, abundncia," disse Slughorn, que, harry
                  viu, carregava um armful de plantas frondosas.

                  "isto deve permitir alguns para cada um de meus alunos
                  do terceiros ano. . . Bem, boa noite a voc, e muito
                  obrigado outra vez!"

                  O professor Sprout se dirigiu fora na escurido no sentido
                  de recolhimento de suas estufas, e Slughorn dirigiu
                  ao
                  ponto onde Harry estve, invisvel.
                  :

                  Suprendido com um desejo imediato de se revelar-se,
                  Harry
                  saiu de debaixo da capa e falou:
                  "Boa noite, professor."

                  "Por Merlim, Harry, no me assuste desse jeito," disse
                  Slughotn, parando absolutamente em suas trilhas e olhando
                  cuidadoso. "como voc saiu do castelo?"
                  "eu acho que o Filch se esqueeu de fechar a porta do
                  salo," disse Harry animadamente , e foi interrompido
                  ao ver a expresso de Slughorn.

                  "eu estava relatando esse homem, ele est concernido
                  mais sobre a segurana apropriada se voc me perguntar.
                  . . Mas porque esto voc est pra fora ento, Harry?"


                  "bem, senhor, o Hagrid," disse Harry, que soube que
                  a
                  coisa certa a fazer agora era agora dizer a verdade.
                  " pirado consideravelmente. . Mas voc no dir
                  pra
                  ningum, professor? Eu no quero o problema para ele...
                  "

                  A curiosidade de Slughorn foi despertada evidente.

                  "bem, eu no posso prometer nada," disse irritadamente.
                  "mas eu confio em Hagrid desse Dumbledore ao guarda
                  , assim que eu estou certo que no pode ser algo muito
                  terrvel.

                  "bem, est aranha  gigante, ele manteu escondido por
                  anos... Viveu na floresta... Podia falar e tudo -
                  "

                  " que eu me ouvi que os boatos que existiam acromantulas
                  na floresta, "disse Slughorn com a voz macia, olhando
                  sobre o monte de rvores pretas. " verdadeiro, ento?"


                  "sim," disse Harry. "mas este, Aragog, foi a primeira
                  criatura que ele criou, ele morreu a noite passada.

                  Devastou. Quer a companhia quando a enterrar e eu disse
                  que eu iria."

                  "tocando, tocando," disse Slughorn com a cabea destraida
                  , em seus olhos exageradamente grandes reparando em
                  cima
                  das luzes distantes da cabine de Hagrid.

                  "mas o veneno do acromantula  muito valioso... Se
                  a
                  besta somente morrer apenas no pde ainda ter secado
                  para fora. . . Naturalmente, eu no quereria fazer
                  qualquer coisa insensivel se Hagrid tivesse pirado.

                  mas se havia qualquer maneira obter algum... Eu significo,
                   quase impossvel comear o veneno de um acromantula
                  quando seus vivos... "

                  Slughorn pareceu se interessar- mais agora do que Harry


                  ". . . parece um desperdcio terrvel para no o
                  coletar...
                  pde vender por cem galees uma gota... Para ser franco,
                  meu salrio no  grande. .
                  e agora Harry viu claramente o que devia ser feito.


                  "bem," disse, com convencer o hesitante, "bem, se voc
                  quisesse vir, professor, Hagrid seria provavelmente
                  realmente
                  agradar.. . . D Aragog que um melhor emite-fora,
                  voc sabem... "


                  "sim, naturalmente," disse Slughorn, seus olhos brilharam
                  agora com entusiasmado. "eu digo-lhe o que, Harry,
                  eu me encontrarei para entregar l um frasco ou os
                  dois.
                  . . Ns beberemos pobre besta - boa - no sade -
                  mas ns emitiremos no estilo, em todo o caso, uma vez
                  que  enterrado. E eu mudarei meu lao, este sou um
                  pouco exuberante para essas ocasies.. .

                  Apressou-se para o castelo, e Harry apressou-se para
                  a cabana de Hagrid, contente com ele mesmo.

                  "Voc veio," Hagrid resmungou, quando abriu a porta
                  e
                  viu Harry surgir da capa de Invisibilidade na frente
                  dele.

                  "Sim - Rony e Hermione no puderam," disse Harry. "so
                  realmente preguiosos."

                  "No - no o corpo. . . Ele teve que tocar na arca
                  aqui est, apesar, Harry.. .

                  Hagrid deu um pulo grande. Tinha feito um tarja usada
                  em volta do brao preto fora de o que olhado como um
                  pano mergulhado no carregador, e de seus olhos estavam,
                  vermelho e inchado. Harry deu um tapinha no cotovelo
                  dando conselho, que era o ponto o mais elevado de Hagrid
                  que poderia fcilmente alcanar.

                  "Onde vamos enterra-lo?" perguntou. "na floresta?"


                  "Blimey, No.," disse Hagrid, limpando seus olhos no
                  boto de sua camisa. "as outras aranhas deixaram-me
                  em qualquer lugar perto de suas correias fotorreceptoras
                  agora Aragog se foi. As suas ordens eram somente que
                  elas no " me comesse"! Voc acredita nisso, Harry?"
                  a resposta honesta era

                  "sim"; Harry recordou com facilidade dolorosa a cena
                  quando e Rony tiveram que escapar delas. Tinham estado
                  completamente desobstrudos que Aragog era a nica coisa
                  que os parou de comer Hagrid.

                  "Nunca imaginei que gostaria da floresta como estava
                  antes!" falou Hagrid, agitando sua cabea. "no foi
                  fcil retirar o corpo de Aragog de l- come geralmente
                  os mortos, v. . . Mas eu tive a vontade fazer um
                  enterro agradvel... um adeus apropriado.

                  Comeou a chorar outra vez e Harry recomeou a bater
                  em seu cotovelo, (para a poo pareceu indicar que
                  era
                  a coisa certa a fazer), "professor Slughorn me encontrou
                  vindo pra c, Hagrid."

                  "no tem problema?" falou Hagrid, olhando para acima,
                  alarmado. de "ele gostaria de vim " eu encontrei essa
                  tarde", -"

                  "No., No., quando ele me viu ele perguntou o que eu
                  fazia fora do castelo ai disse que gostaria de vir
                  para
                  falar seu ltimo adeus a Aragog tambm," disse Harry.

                  "ele foi por algo mais apropriado, eu acho... e disse
                  que traria alguns frascos assim que ns podemos beber
                   memria de Aragog..."

                  " ele?" falou Hagrid, olhando surpreendifo e tocado.
                  " muito agradavel da parte dele, . Eu nunca tive
                  realmente
                  muito oque falar com Horacio Slughorn antes.. A chegar
                  ver Aragor ir, embora, eh? Poo. . ele gostado isso,
                  Aragog . .
                  :
                  Harry ficou pensando confidencialmente que Aragog gostaria
                  a maioria sobre Slughorn era a ampla quantidade comestvel
                  que fornecia, mas moveu-se meramente para a janela traseira
                  da cabana de Hagrid, onde viu a vista horrvel da aranha
                  inoperante enorme que se encontrava em sua parte externa
                  , seus ps ondulados e enrolados.

                  "Ns vamos enterra-lo, Hagrid, em seu jardim?"

                  "Justamente alm do remendo de abbora, eu pensei,"
                  disse
                  Hagrid em uma voz bloqueada. "eu tenho escavado j
                  -
                  ele sabe - a sepultura. Pensamento de Justamente que
                  ns diramos algumas coisas agradveis sobre ele - as
                  memrias felizes, eles sabem - "

                  Havia batidas na porta, e girou para responder-lhe,
                  fundindo
                  seu nariz em seu leno grande manchado . Slughorn apressou-se
                  pra entrar, diversos frascos em seus braos, e uma gravata
                  preta.

                  "Hagrid," disse, em uma voz profunda, grave. "assim
                  muito triste ouvir-se de sua perda."

                  " muito gentil da sua parte," disse Hagrid. "Agradeo
                  mutio.

                  "Sonharia com isso," disse Slughorn. "noite triste,
                  noite triste. . Onde est a pobre criatura?"

                  "Fora daqui," disse Hagrid em uma voz de agitao.
                  "devemos
                  enterra-lo ento?"

                  os trs deles pisaram para fora no jardim. A lua deslumbrante
                  e plida atravs das rvores , e seus raios batiam com
                  a janela do Hagrid colocando ento para ilumianr o corpo
                  de Aragog que encontra-se na borda de um poo macio
                  ao lado de um monte elevado de dez-p de terra recentemente
                  escavada.

                  "magnfico," disse Slughorn, aproximando-se da aranha,
                  onde oito olhos olharam fixamente inexpressivamente
                  no
                  cu e nos dois enormes, pincers curvados brilharam,
                  imvel
                  , na luz da lua. Thougln de Harry ouviu o tinido dos
                  frascos enquanto Slughorn se dobrou sobre os pincers,
                  examinando aparentemente a enorme cabea cabeluda.

                  "No tem mais nada mais maravilhoso " disse a grade
                  de
                  H  parte traseira de Slughorn, rasgos que escapam dos
                  cantos de seus olhos amassados. de

                  "Eu no sabia que era interressados em criaturas como
                  Aragog Horcio

                  "Interessante? Meu caro Hagrid, revere de I eles, "disse
                  Slughorn, indo para trs do corpo. Harry viu o brilho
                  de um frasco desaparecer em baixo de seu casaco, apesar
                  de Hagrid, esfregando seus olhos mais uma vez, no observou
                  nada. "agora. . . ns proseguiremos ao enterro?"


                  Hagrid assentido e movido para a frente. Levantando
                  a aranha gigantesca em seus braos e, com um grunhido
                  enorme, rolou-o no poo escuro. Bateu o fundo com uma
                  batida especialmente horrvel, crocante . Hagrid comeou
                  gritar outra vez.
                  "naturalmente,  difcil para voc, que o conheceu melhor,"
                  disse Slughorn, que como Harry poderia alcanar no
                  mais
                  altamente do que acotovelar de Hagrid, mas patted o
                  todos
                  os mesmos. "porque no eu diga algumas palavras?"


                  Deve ter comeado os muitos do venenos da qualidade

                  boa
                  de Aragog, para Slughorn desgastou um sorriso satisfeito
                  quando foi at a borda do poo e disse, em uma voz lenta
                  de despedida, imprensvel, " Aragog, rei dos aracndeos,
                  do cujo amigos longo e fiel aqueles que souberam que
                  voc no se esquecer! Embora seu corpo deteriorar,
                  seu esprito demorar sobre o silncio, . Maio seus
                  muitos-olhos
                  descendentes florescem sempre e seu amigos que o sustentasse."


                  "muito bom. . . muito bom. . . maravilhoso!"
                  Hagrid
                  mugiu, e desmoronou-se sob a pilha do adubo, gritando
                  mais duramente do que antes.
                  "l, l," disse Slughorn, acenando sua varinha de modo
                  que a pilha da terra se levantasse acima e se casse
                  ento, com uma sorte cobriu a aranha, dando forma a
                  um
                  monte liso.

                  "deixa vamos para dentro e beber alguma coisa. Ajude-me,
                  Harry.. . . Aquele  ele... vem, Hagrid. . .

                  Poo feito... "

                  depositaram Hagrid em uma cadeira na mesa. O canino
                  , saindo de sua cesta durante o enterro, agora veio
                  aconchegando
                  sua cabea na perna de Harry como sempre. Slughorn
                  desarrolhou
                  um dos frascos de vinho que tinha trazido.

                  "Eu tive que pegar este veneno para testar em uma poo,"
                  ele assegurou Harry, derramando a maioria do primeiro
                  frasco em uma das canecas sob medida de Hagrid e entregando
                  os a Hagrid. "mandei uma em cada casa de um elfo provar
                  cada frasco aps o que aconteceu a seu amigo pobre Rupert."

                  Harry viu, na sua mente, a expresso da cara de Hermione
                  se se ouvisse os abusos com os Elfos domesticos, e decidido
                  no mencionou.

                  "um para Harry. . falou Slughorn, dividindo um segundo
                  frasco em duas canecas, ". . . e um para mim. "-
                  levantou sua elevao da caneca -" a Aragog."

                  "Aragog," disse Harry e Hagrid junto. Slughorn e Hagrid
                  beberam profundamente. Harry, entretanto, com a maneira
                  iluminada adiante para ele por Felix Felicis, soube
                  que
                  no devia beber, assim que fingiu meramente fazer exame
                  de um gole e ajustar ento para trs a caneca na mesa
                  antes dele.

                  "eu j tive um ovo, sabe," disse Hagrid de forma impertinente.
                  "" Quando chocou surgiu uma criatura minuscula. do
                  tamanho de um pequins"

                  " Legal, "disse Slughorn.

                  "Eu usei um armario em cima da escola para cria-lo.

                  . ... "

                  A cara de Hagrid esfurecida e Harry soube o por que:
                  Tom Riddle planejou tudo para ter Hagrid ser expulso
                  da escola, com a culpa de ter abrido a cmara secreta.
                  Slughorn, entretanto, no pareceu escutar; estava
                  olhando
                  para cima, de que um nmero de potencimetros de bronze
                  pendurados, e de uma meada tambm longo, cebelo de seda
                  branco brilhante.
                  " cabelo de unicormio, Hagrid?"

                  "Oh, sim," disse Hagrid indiferentimente. "comeei
                  puxado
                  de suas caudas, eles travam-no em filiais " um material
                  na floresta, yeh sabem..."

                  "mas meu caro voc sabe quanto vele uma coisa dessas?"


                  "eu o uso se uma criatura jurar entrar na escola ,"
                  disse
                  Hagrid, encolhendo os ombros. " absolutamente til.
                  . muito forte."
                  Slughorn fz exame de um outro esboo profundo de sua
                  caneca, seus olhos que moviam-se com cuidado em torno
                  da cabana agora, olhando, Harry soube, para mais tesouros
                  que pde poder se converter em uma dobra abundante
                  do
                  su do mead carvalho-amadurecido, cristalizou o abacaxi,
                  e revestimentos fumo de veludo. Reencheu a caneca de
                  Hagrid , e questionou-o sobre as criaturas que viveram
                  na floresta estes dias e como Hagrid podia olhar aps
                  elas todas. Hagrid, tornando-se expansivo sob a influncia
                  da bebida e de lisonjeando o Slughorn as mais interesse,
                  parou de esfregar seus olhos e participou feliz em uma
                  explanao longa do administrao do bowtruckle.
                  o Felix Felicis deu a Harry pouco cotovelada neste momento,
                  e observou que a fonte da bebida que Slughorn tinha
                  trazido
                  estava funcionando para fora de rpido. Harry no tinha
                  controlado ainda trazer fora do encanto reenchendo sem
                  dizer o incantation alto, mas a idia que no pde poder
                  a fazer hoje  noite era laughable: Certamente, Harry
                  sorriu pra si mesmo- como, despercebido por Hagrid
                  (agora
                  trocando tales do comrcio ilegal em ovos do dragon)
                  apontou sua vairnha sob a cadeira nos frascos esvaziando
                  e comearam imediatamente a reencher.
                  aps uma hora ou assim, Hagrid e Slughorn comeou a
                  fazer
                  brindes extravagante: a Hogwarts, a Dumbledore, ao
                  vinho
                  feito dos elfos, e ao potter

                  "Harry!" gritou Hagrid, derramando bebida em sua barba.


                  "Certamente, sim," gritou Slughorn um pouco alto, de
                  "o, menino escolhido que - bom - algo trouxe sorte,"
                  ele murmurou, e drenou sua caneca tambm.
                  ;
                  no por muito tempo aps este, Hagrid tornou-se choroso
                  outra vez e pressionou-se a cauda inteira do unicornio
                  em cima de Slughorn, de que colocar no bolso com gritos,
                  "aos amigos! A generosidade! E des galees no rabo
                  de unicornio!"
                  e por um quando aps o esse, Hagrid e Slughorn estavam
                  sentando-se de lado a lado, os braos em torno deles,
                  cantando uma cano bem lenta sobre um magico morrendo
                  chamado Odo.

                  "Aaargh, o jovem bom de dado," murmurou Hagrid, desmoronado
                  em baixo da mesa, , quando Slughorn continuou a piar
                  o refro.

                  "eu pai no era nenhum ter da idade vai... nem era me
                  " " um pai, Harry. . Os rasgos grandes da gordura
                  de
                  ressumado fora dos cantos dos olhos amassados de Hagrid
                  outra vez; agarrou o brao de Harry e agitou

                  " sua idade... Eu nunca soube.. coisa terrvel. .
                  ."


                  "colocaram-no para descansar com seu chapu para dentro
                  para fora.
                  e sua varinha agarraram em dois, que estava triste ."


                  ". . . terrvel, "Hagrid grunhiu, e sua grande cabea
                  cau literalmente em seus braos e ele caiu adormecido,
                  dormindo profundamente.

                  "Desculpe," disse Slughorn com um soluo . "no posso
                  carragar isso para conservar minha vida."

                  "Hagrid no estava falando sobre sua musica," disse
                  Harry
                  quietamente. "estava falando sobre meu pai e minha
                  me
                  que morreram."

                  "Oh," disse Slughorn, repressando um expelimento grande.
                  "Oh caro. Sim, isso -  terrvel certamente. Terrvel.
                  . . terrvel... "
                  que olhou completamente em uma perda para o que dizer,
                  e recorrido a reencher suas canecas.

                  "eu no - eu suponho que voc no recorda, Harry?"

                  perguntou inbil.

                  "No. - bem, eu era somente um bebe quando morreram,"
                  disse Harry, seus olhos na flama da vela que cintila
                  em ressonos pesados de Hagrid. "mas me contaram o que
                  aconteceu. Meu pai morreu primeiro. Voc sabe disso?"


                  "Eu - eu no ," disse que Slughorn com a voz calma.



                  ". . . Voldemort assassinou-o e matou a minha me,
                  "disse Harry.
                  Slughorn deu uma grande tremida, mas no pareceu capaz
                  de tirar seu olhar horrorizado afastado da cara de Harry.


                  "Disse para sair da frente," disse Harry sem piedade.
                  "Disseram que no necessitava ter morrido. No precisava
                  ter me defendido. Poderia ter funcionado."

                  "Oh caro," respirou Slughorn. "pode se. . . no
                  necessitava.
                  . . Isso  terrvel. .

                  ", no ?" falou Harry, em uma voz mal mais do que
                  um sussurro. "mas no se moveu. O pai j estava inoperante,
                  mas no me quis deixar-me tambm. Pediu piedade a Voldemort..
                  . mas ele apenas riu...."

                  "J  o bastante!" falou Slughorn de repente, levantando
                  uma mo de agitao. "realmente, meu caro menino, bastante.
                  . . Eu sou um homem velho... Eu no necessito ouvir
                  isso... Eu no quero ouvir... "

                  "Eu me esquei," Harry encontrado, Felix Felicis que
                  conduz a lhe sobre. "voc gostou dela, ?"

                  "Se eu gostei dela?" falou Slughorn, seus olhos que
                  enchendo at a borda com a bebida mais uma vez. "eu
                  no imagino que qualquer um que se encontrou com a no
                  gostaria dela. . . Muito bravo. . . Muito engraado...
                  Era a coisa mais horrvel... "

                  "mas voc no ajudar a seu filho," disse Harry. "deu-me
                  sua vida, mas voc no me dar uma memria." Os roncos
                  de
                  Hagrid encheram a cabana. Harry olhou firmemente nos
                  olhos de Slughorn. O mestre dos potions pareceu incapaz
                  de olhar afastado.

                  "Eles que me dize,," sussurrou. "no  uma pergunta...
                  Se dever lhe ajudar, naturalmente. . . mas nenhuma
                  finalidade no pode ser servida. .

                  "pode," disse Harry claramente. "Dumbledore necessita
                  da informao. Eu necessito da informao."
                  soube que era seguro: Felix estava dizendo lhe que
                  Slughorn no recordaria nada deste na manh. Olhando
                  Slughorn no olho, Harry inclinou para frente pouco.


                  "eu sou escolhido. Eu tenho que mat-lo. Eu necessito
                  de sua memria."
                  Slughorn ficou mais plido; sua testa brilhou com
                  suor.


                  "voc  escolhido?" . . eu.

                  "naturalmente eu sou," disse Harry calmamente.

                  "mas ento. . . meu caro menino. . . voc est
                  pedindo um grnade negcio. . voc est pedindo que
                  eu, no fato, ajudasse-o em sua tentativa de destruir
                  - "

                  " Voc no quer que eu me livre do mfico que mato Evans?"
                  "

                  "Harry, Harry, naturalmente eu , mas -"

                  " voc est assutado por achar que ele encontrara uma
                  forma de como me ajudou?"
                  Slughorn no disse nada; olhou estarrecido.

                  "seja corajoso como minha me, professor. .
                  Slughorn levantou uma mo gorducha e pressionou seus
                  dedos de agitao em sua boca; procurou um momento
                  como
                  um beb enormemente havia crescido em excesso.

                  "eu no sou orgulhoso. . sussurrou atravs de seus
                  dedos. "eu estou envergonhado de que - do que essa
                  memria
                  mostra... Eu penso que eu posso ter feito os danos
                  grandes
                  nesse dia... "

                  "Voc perderia essa memria me dando," disse Harry.


                  "seria uma coisa muito brava e nobre de se fazer."

                  Hagrid contraiu-se em seu sono e ressonou-se sobre.

                  Slughorn e Harry olharam fixamente em se excesso a vela
                  gotejando. Havia um silncio, mas um Felix longos,

                  Harry falou Felicis para no o quebrar, para esperar.
                  Ento, muito lentamente, Slughorn ps sua mo em seu
                  bolso e retirou sua varinha. Ps sua outra mo dentro
                  de seu casaco e removeu um frasco pequeno, vazio. Ainda
                  olhando nos olhos de Harry, Slughorn tocou na ponta
                  de
                  sua varinha e retirou-a, de modo que uma longa, linha
                  da prata da memria viesse afastado demasiado, aderindo-se
                   ponta de sua varinha. Mais por muito tempo e mais
                  por muito tempo a memria esticada at que quebrar e
                  balanar, brilhante argentado, da varinha. Slughorn
                  abaixou-o no frasco onde coiled, espalhou ento, rodando
                  como o gs. Arrolhou o frasco com uma mo tremendo
                  e
                  passou-o ento atravs da mesa a Harry.

                  "Muito obrigado, professor."

                  "voc  um menino bom," disse o professor Slughorn,

                  gotajando abaixo seus lbios gordos em seu bigode de
                  morsa. "e voc por ter esses olhos. . . Apenas no
                  pense tambm mal de mim uma vez que voc o viu. .
                  "
                  e colocou sua cabea sobre seus braos, deu um suspiro
                  profundo, e cau adormecido.

                  Captulo 23

                  Harry pde sentir o efeito da poo Felix Felicis acabar
                  enquanto ele se movia lentamente de volta ao castelo.
                  A porta da frente havia permanecido aberta para ele,
                  mas no terceiro andar ele encontrou Peeves e evitou
                  que
                  o percebesse se esquivando por um de seus atalhos. Mas
                  at que ele chegasse ao retrato da Mulher Gorda e tirasse
                  sua capa, no se surpreendeu ao encontra-la num grande
                  mau humor.
                  - Isso so horas?
                  - Eu realmente sinto muito - precisei sair por um motivo
                  importante.
                  - Bem, a senha mudou  meia-noite, portanto voc ter
                  que simplesmente dormir no corredor, certo?
                  - Voc est brincando! -disse Harry - Por que ela teve
                  que mudar  meia-noite?
                  - Porque  este o procedimento, disse a Mulher Gorda.
                  Se voc est zangado, procure o diretor, ele  quem
                  reforou
                  a segurana.
                  - timo! -disse Harry amargamente, olhando  sua volta
                  no corredor - Realmente brilhante! Sim, eu poderia conversar
                  com Dumbledore se ele estivesse aqui, pois foi ele quem
                  me pediu para...
                  - Ele est aqui! -disse uma voz atrs de Harry - Professor
                  Dumbledore retornou  escola h uma hora.
                  Nick Quase Sem Cabea estava flutuando em direo a
                  Harry,
                  sua cabea oscilando como sempre sobre a gola de rufos.
                  - O Baro Sangrento o viu chegar - disse Nick - Ele
                  aparenta
                  estar muito bem, segundo o Baro, mas um pouco cansado,
                   claro.
                  - Onde ele est? - disse Harry, com o corao aos pulos.
                  - Oh, suspirando e gemendo na Torre de Astronomia, um
                  de seus passatempos favoritos.
                  - No o Baro Sangrento, Nick, o Dumbledore!
                  - Oh, em seu escritrio - disse Nick - Eu creio, pelo
                  que o Baro disse, que ele tinha negcios a resolver
                  aps sua chegada.
                  - Sim, ele tinha. - disse Harry, uma chama de excitamento
                  dentro de si ante a perspectiva de contar a Dumbledore
                  que ele havia resgatado a memria. Ele deu meia-volta
                  e correu a toda velocidade, ignorando os gritos da Mulher
                  Gorda que o chamava:
                  - Volte! Ok, eu menti! Eu estava aborrecida porque voc
                  me acordou! A senha continua sendo "tapeworm" (tnia,
                  solitria).
                  Mas Harry j estava voltando pelo longo corredor e,
                  em
                  poucos minutos, ele dizia "toffee eclairs" (?) para
                  a
                  grgula de Dumbledore, que pulou para o lado, dando
                  a
                  Harry o acesso  escada espiral.
                  - Entre! -disse Dumbledore, quando Harry bateu  porta.
                  Sua voz dava sinais de exausto. Harry empurrou e abriu
                  a porta. L estava o escritrio de Dumbledore, com a
                  mesma aparncia de sempre, mas com o cu negro pontilhado
                  de estrelas visvel atravs das janelas.
                  - Que bom, Harry! - disse Dumbledore surpreso. A que
                  eu devo este tardio gosto?
                  - Senhor, eu consegui. Eu consegui a memria de Slughorn.
                  Harry puxou a garrafa de vidro e mostrou-a a Dumbledore.
                  Por um momento ou dois, o diretor olhou atordoado. Ento
                  sua face se rasgou num vasto sorriso.
                  - Harry, esto so notcias espetaculares! Voc fez
                  muito
                  bem, de fato! Eu sabia que voc conseguiria!
                  Com o atraso da hora aparentemente esquecido, ele rapidamente
                  rodeou sua escrivaninha, pegou a garrafa com a memria
                  de Slughorn com sua mo ilesa, e foi com passos largos
                  at o armrio onde ele mantinha a Penseira.
                  - E agora - disse Dumbledore, colocando a bacia de pedra
                  sobre a escrivaninha e esvaziando o contedo da garrafa
                  nela.- agora, finalmente ns iremos ver. Harry, rpido...
                  Harry se curvou obedientemente sobre a penseira e cruelmente
                  seus ps deixaram o cho do escritrio. ... Mais uma
                  vez ele sentiu a escurido do escritrio de Horace Slughorn
                  de anos atrs. L estava o muito mais novo Slughorn,
                  com seu abundante e brilhante cabelo sem cor, e seu
                  enrgico

                  bigode loiro, sentado novamente numa confortvel poltrona
                  em seu escritrio, seus ps descansando sobre um aveludado
                  pufe, um pequeno copo de vinho em uma mo, e a outra
                  remexendo numa caixa de abacaxis cristalizados. E l
                  estava a meia dzia de adolescentes sentados em volta
                  de Slughorn, Tom Riddle entre eles, o anel negro e dourado
                  dos Marvolos vislumbrando em seu dedo.
                  Dumbledore apareceu ao redor de Harry quando Riddle
                  perguntou:
                  "Senhor,  verdade que o Professor Merrythought est
                  se aposentando?".
                  - Tom, Tom, se eu soubesse eu no poderia dize-lo. -
                  disse Slughorn, sacudindo seu dedo de modo repreensivo
                  para Riddle, embora pestanejasse ao mesmo tempo. - Eu
                  devo dizer, eu gostaria de saber onde voc ouviu isso,
                  garoto, pois tem mais conhecimento do que metade do
                  corpo
                  docente, sabe?
                  Riddle riu. Os outros garotos gargalharam e olharam
                  admirados
                  para ele.
                  - Com sua habilidade sobrenatural de saber coisas que
                  no devia, e sua bajulao s pessoas que importam -
                  obrigada pelos abacaxis, a propsito; voc estava certo,
                  so meus favoritos - Vrios alunos tagarelaram novamente
                  - Eu espero confiantemente que voc chegue a Ministro
                  da Magia em vinte anos. Quinze, se voc continuar me
                  mandando abacaxis, eu tenho excelentes contatos com
                  o
                  Ministro.
                  Tom Riddle meramente sorriu enquanto os outros riram
                  novamente. Harry observou que ele no era o mais velho
                  do grupo de garotos, mas todos os outros olhavam para
                  ele como para seu lder.
                  - Eu no sei para que a poltica me serviria, senhor
                  - ele disse quando as risadas acabaram. - Eu no tenho
                  o tipo certo para a coisa.
                  Um par de garotos ao redor dele riram uns dos outros.
                  Harry teve certeza de que eles apreciavam um gracejo
                  confidencial, indubitavelmente sobre o que eles sabiam,
                  ou suspeitavam, a respeito do famoso antecessor de seu
                  lder.
                  - Absurdo - disse Slughorn vivamente - no poderia ser
                  mais franco do que voc vindo de uma maravilhosa descendncia
                  de Magia, habilidades como as suas. No, voc ir longe,
                  Tom, Eu nunca estive errado sobre um estudante at agora.
                  O pequeno relgio de ouro na escrivaninha de Slughorn
                  marcou onze horas atrs dele, e ele olhou ao redor.
                  Bom Deus, j  esta hora?  melhor vocs irem, garotos,
                  ou ns todos teremos problemas. Lestrange, eu quero
                  seu
                  dever amanh ou voc receber uma deteno. O mesmo
                  para
                  voc, Avery.
                  Um por um, os meninos saram da sala. Slughorn se levantou
                  de sua poltrona e levou o copo vazio at sua escrivaninha.
                  Um movimento atrs dele o fez olhar em volta: Riddle

                  ainda estava ali.
                  - Fique vigilante, Tom, voc no quer ser encontrado
                  fora de sua cama aps o horrio, e voc  monitor...
                  - Senhor, eu queria lhe perguntar algo...
                  - Pergunte ento, meu garoto, pergunte...
                  - Senhor, eu queria saber o que voc sabe sobre... sobre
                  Horcruxes?
                  Slughorn olhou fixamente para ele, seus grossos dedos
                  pressionando sem sentir seu copo de vinho.
                  - Um projeto para Defesa Contra Artes das Trevas, ?
                  Mas Harry poderia dizer que Slughorn sabia perfeitamente
                  que isso no tinha nada a ver com escola.
                  - No exatamente, senhor. - disse Riddle. - Eu me deparei
                  com o termo quando lia e no o compreendi totalmente.
                  - No... Bem... Voc teria um rduo trabalho para encontrar
                  um livro em Hogwarts que lhe desse detalhes sobre Horcruxes,
                  Tom, isso  material muito escuro, muito escuro. - disse
                  Slughorn.
                  - Mas voc obviamente sabe tudo sobre isso, senhor?
                  Quero
                  dizer, um bruxo como o senhor - desculpe, digo, se voc
                  no puder me dizer, obviamente - eu s saberia se algum
                  pudesse me contar, voc poderia; ento eu apenas pensei
                  que...
                  Foi muito bem feito, Pensou Harry, a hesitao, o tom
                  casual, a bajulao cuidadosa, nenhum deles exagerado.
                  Ele, Harry, havia tido muita experincia de tentar tirar
                  informaes de pessoas relutantes para no reconhecer
                  um mestre no servio. Ele poderia dizer que Riddle queria
                  muito a informao; talvez viesse trabalhando para este
                  momento h semanas.
                  - Bem, -disse Slughorn, sem olhar para Riddle, mas brincando
                  com a fita em cima da sua caixa de abacaxis cristalizados
                  - bem, no far mal lhe dar uma viso geral, naturalmente.
                  Somente para que voc entenda o termo. Um Horcrux 
                  a
                  palavra usada para um objeto onde a pessoa escondeu
                  uma
                  parte de sua alma.
                  - Eu no entendi exatamente como isso funciona, entretanto,
                  senhor. - disse Riddle.
                  Sua voz estava cuidadosamente controlada, Harry podia
                  sentir sua excitao.
                  - Bem, voc divide sua alma, voc v - disse Slughorn
                  - e oculta parte dela em um objeto fora do corpo. Ento,
                  se seu corpo  atacado ou destrudo, ele no pode morrer,
                  pois resta uma parte da alma segura e no danificada.
                  Mas,  claro, a existncia em tal forma...
                  A face de Slughorn se contraiu e Harry se viu lembrando
                  as palavras que havia ouvido dois anos antes: "Eu fui
                  tirado do meu corpo, era menos que um esprito, menos
                  que um simples fantasma... mas, ainda assim, eu estava
                  vivo".
                  -... poucos iriam quere-la, Tom, muito poucos. A morte
                  seria prefervel.
                  Mas a ansiedade de Riddle era agora aparente; sua expresso
                  era voraz, ele no poderia esconder seu desejo.
                  - Como voc divide sua alma?
                  - Bem, - disse Slughorn desconfortvel - voc precisa
                  entender que a alma foi feita para permanecer intacta
                  e inteira. Racha-la  um ato de violao,  contra a
                  natureza.
                  - Mas como se faz isso?
                  - Atravs de um ato de maldade - o supremo ato da maldade.
                  Cometendo assassinato. Matar rasga a alma. A inteno
                  do bruxo criando um Horcrux usar os prejuzos a seu
                  favor. Ele encaixaria a parte rasgada...
                  - Encaixaria? Mas como?
                  - H um feitio, mas no me pergunte, eu no sei! -disse
                  Slughorn balanando sua cabea como um velho elefante
                  incomodado por mosquitos. - Eu pareo algum que tentou
                  - eu pareo um assassino?
                  - No, senhor, claro que no, - disse Riddle rapidamente.
                  - Eu sinto muito... Eu no queria ofend-lo.
                  - De modo nenhum, de modo nenhum, no estou ofendido.
                  - disse Slughorn rudemente.- natural sentir curiosidade
                  sobre essas coisas. Bruxos de um certo tipo foram sempre
                  atrados por esse aspecto da magia...
                  - Sim, senhor, - disse Riddle. - O que eu no entendo,
                  contudo - apenas por curiosidade- quero dizer, um Horcrux
                  seria de muito uso? Voc poderia dividir sua alma somente
                  uma vez? No seria melhor, para faze-lo mais forte,
                  dividir
                  sua alma em mais partes, digo, por exemplo, no  sete
                  o nmero mgico mais poderoso, no seria?
                  - Pelas barbas de Merlin, Tom! - ganiu Slughorn. - Sete!
                  No  mau o bastante pensar em matar uma pessoa? E em
                  todo caso... mau o bastante para dividir a alma... mas
                  dividi-la em sete pedaos...
                  Slughorn parecia profundamente incomodado agora. Ele
                  estava olhando Riddle como se nunca o tivesse visto
                  claramente
                  antes, e Harry poderia dizer que ele lamentava ter entrado
                  no assunto.
                  -  claro, ele resmungou, isso tudo  hipottico, o
                  que
                  estamos discutindo, no  mesmo? Tudo acadmico...
                  - Sim,  claro! - disse Riddle rapidamente
                  - Mas reafirmo o que disse Tom... mantenha-se em silncio,
                  eu havia lhe dito - sobre isso que discutimos. As pessoas
                  no gostariam de pensar que nos estivemos discutindo
                  sobre Horcruxes.  um assunto banido em Hogwarts, voc
                  sabe... Dumbledore fica particularmente feroz sobre
                  isso...
                  - Eu no direi uma palavra, senhor. - disse Riddle,
                  e
                  ele saiu, mas no antes que Harry observasse sua face,
                  cheia da mesma felicidade extenuada que o tinha atingido
                  quando ele soube que era um bruxo; esta felicidade no
                  realou suas caractersticas boas, mas o fez, de alguma
                  forma, menos humano.
                  - Obrigada, Harry - disse Dumbledore tranqilamente.
                  - Vamos...
                  Quando Harry retornou ao escritrio, Dumbledore j estava
                  sentado atrs de sua escrivaninha. Harry se sentou tambm
                  e esperou que Dumbledore falasse.
                  - Eu tenho esperado por esta pea de evidncia por muito
                  tempo - disse Dumbledore finalmente. Isto confirma a
                  teoria na qual eu tenho trabalhado, me diz como eu estou
                  certo, e tambm o quo longe ainda ser necessrio ir...
                  Harry observou de repente que cada diretor e diretora
                  nos retratos da parede estava acordado e ouvindo a conversa.
                  Um bruxo corpulento, e de nariz vermelho, estava tirando
                  uma trombeta de ouvido.
                  - Bem, Harry, estou certo de que voc entendeu o significado
                  do que acabamos de ouvir. Quando tinha a sua idade,
                  com
                  mais ou menos meses, Tom Riddle estava fazendo tudo
                  o
                  que podia para descobrir como se tornar imortal.
                  - Voc acha que ele obteve sucesso, senhor? Ele fez
                  um
                  Horcrux? E este  o motivo dele no ter morrido quando
                  me atacou? Ele tinha um Horcrux escondido em algum lugar?
                  Um pouco da sua alma estava segura?
                  - Um pouco... ou mais - disse Dumbledore - Voc ouviu
                  Voldemort, ele quis de Horace uma opinio sobre o que
                  aconteceria ao bruxo que criasse mais do que um Horcrux,
                  o que aconteceria ao bruxo determinado a vencer a morte,
                  que ele estaria preparado para matar muitas vezes, dividir
                  sua alma repetidamente, para armazena-la em muitos Horcrux
                  escondidos separadamente. Nenhum livro daria a ele tal
                  informao. Tanto quanto eu sei - como estou certo,
                  Voldemort
                  soube - nenhum bruxo havia tentado mais do que rasgar
                  sua alma em dois.
                  Dumbledore ficou em silncio por um momento, organizando
                  seus pensamentos, e ento disse:
                  - Quatro anos atrs, eu recebi o que considerei uma
                  prova
                  de que Voldemort havia rachado sua alma.
                  - Onde? - perguntou Harry - Como?
                  - Voc o trouxe at mim, Harry - disse Dumbledore. -
                  O dirio, o Dirio de Riddle, com instrues de como
                  reabrir a Cmara Secreta.
                  - Eu no entendo, Senhor. - disse Harry.
                  - Bem, embora eu no tenha visto o Riddle que saiu do
                  dirio, o que voc me descreveu foi um fenmeno que
                  nunca
                  vi. Uma mera memria, consumindo a vida da garota em
                  cujas mos havia cado? No, algo muito mais sinistro
                  vivia dentro daquele livro. Um fragmento da alma, eu
                  estava quase certo disso. O dirio tinha sido um Horcrux.
                  Mas isso trouxe tantas perguntas quanto respondeu. O
                  que me intrigou e alarmou mais foi que aquele dirio
                  tinha pretendido ser tanto uma arma quanto uma proteo.
                  - Eu continuo sem entender - disse Harry.
                  - Bem, Funcionou como um Horcrux deveria supostamente
                  funcionar - em outras palavras, o fragmento de alma
                  dentro
                  dele foi mantido seguro e tinha feito sua parte para
                  prevenir a morte do seu proprietrio. Mas no poderia
                  haver nenhuma dvida que Riddle realmente queria que
                  o dirio fosse lido, queria que a parte de sua alma
                  habitasse
                  ou possusse mais algum, de modo que o monstro de Slyterin
                  atacasse outra vez.
                  - Bem, ele no quis que seu trabalho duro fosse desperdiado.
                  - disse Harry. - Ele quis que as pessoas soubessem que
                  ele era o herdeiro de Slyterin, porque no podia levar
                  o crdito por isso naquela poca.
                  - Completamente correto - disse Dumbledore, assentindo.
                  - Mas voc no v, Harry, se ele pretendia que o dirio
                  fosse passado, ou plantado em algum futuro estudante
                  de Hogwarts, ele estava sendo notavelmente negligente
                  com o precioso pedao de sua alma que estava escondida
                  nele. O ponto de um Horcrux deve ser, conforme a explicao
                  do Professor Slughorn, manter parte de si escondido
                  seguramente,
                  e no dar para qualquer pessoa, correndo o risco de
                  destru-lo
                  - como realmente aconteceu. Aquele fragmento da alma
                  no existe mais, voc viu isso.
                  - A maneira descuidada com que Voldemort considerou
                  este
                  Horcrux pareceu muito omisso a mim. Isto sugeriu que
                  ele deve ter feito, ou estava planejando fazer, mais
                  Horcruxes, ento a perda do seu primeiro no seria to
                  prejudicial. Eu no desejo acreditar nisso, mas nada
                  mais pareceu fazer sentido. Ento voc disse a mim,
                  dois
                  anos mais tarde, na noite que Voldemort retornou a seu
                  corpo, que ele deu um inquietante e esclarecedor aviso
                  aos seus Comensais da Morte. "Eu, que cheguei mais longe
                  do que qualquer outro no caminho que leva  imortalidade!"
                  Foi como voc me disse que ele falou. "Mais longe do
                  que qualquer outro!" E eu pensei que sabia o que isso
                  significava, entretanto os Comensais no compreendiam.
                  Ele estava se referindo a seus Horcruxes, Horcruxes
                  no
                  plural, Harry, o que no acredito que outro bruxo j
                  havia feito. Todavia era certo: Lord Voldemort pareceu
                  menos humano no passar dos anos, e a transformao a
                  que havia se submetido s poderia ser explicada para
                  mim se sua alma houvesse sido mutilada alm dos domnios
                  do que ns chamamos de "mal usual".
                  - Ento ele se tornou impossvel de matar assassinando
                  outras pessoas? - disse Harry. - Por que ele no fez
                  uma Pedra Filosofal, ou roubou uma, se estava to interessado
                  em ser imortal?
                  - Bem, ns sabemos que ele tentou fazer isso, h cinco
                  anos. Mas eu creio que h diversas razes pelas quais
                  se explicaria que uma Pedra Filosofal seria menos atrativa
                  do que Horcruxes a Lord Voldemort. Para que o elixir
                  da vida torne algum imortal,  preciso beb-lo regularmente,
                  por toda a eternidade. Conseqentemente, Voldemort seria
                  inteiramente dependente do elixir, e se ele acabasse,
                  ou fosse contaminado, ou se a pedra fosse roubada, ele
                  morreria como qualquer outro homem. Voldemort gosta
                  de
                  trabalhar sozinho, lembre-se. Eu acredito que ele achou
                  a idia de ser dependente, para sempre, do elixir,
intolervel.
                   claro que ele estava preparado para beb-lo se fosse
                  para se livrar da semivida horrvel  qual ele estava
                  condenado aps ter atacado voc, mas somente para recuperar
                  um corpo. Depois disso, eu estou convencido, ele pretendia
                  continuar confiando em seus Horcruxes. Ele no precisaria
                  de nada mais, se ele pudesse retornar  forma humana.
                  Ele j era imortal, como pode ver... Ou estava mais
                  prximo
                  de ser imortal do que qualquer homem j havia estado.
                  Mas agora, Harry, armado com esta informao, esta importante
                  memria que voc obteve para ns, estamos mais perto
                  do segredo de como derrotar Voldemort do que jamais
                  estivemos.
                  Voc o ouviu, Harry: "No seria melhor, para faze-lo
                  mais forte, dividir sua alma em mais partes, digo, por
                  exemplo, no  sete o nmero mgico mais poderoso, no
                  seria?". Sim, eu acredito que a idia de dividir a alma
                  em sete partes atrairia Lord Voldemort.
                  - Ele fez sete Horcruxes? - disse Harry, golpeado pelo
                  horror, enquanto vrios dos retratos nas paredes fizeram
                  rudos similares ao choque e ultraje. - Mas eles poderiam
                  estar em qualquer lugar no mundo - escondidos - enterrados
                  ou invisveis!
                  - Fico feliz em perceber sua avaliao correta do problema.
                  - disse Dumbledore calmamente. - Mas, primeiramente,
                  Harry, no sete Horcruxes: seis. A stima parte de sua
                  alma, mutilada de qualquer forma, reside no interior
                  do seu corpo regenerado. Esta foi a parte dele que teve
                  uma existncia espectral por tantos anos durante seu
                  exlio; sem ela, ele no teria nada de si afinal. A
                  stima
                  parte de sua alma ser a que qualquer um que deseja
                  matar
                  Voldemort deve atacar por ltimo - a parte que vive
                  em
                  seu corpo.
                  - Mas os seis Horcruxes, ento, - disse Harry, um pouco
                  desesperado, - como poderemos encontra-los?
                  - Voc est se esquecendo... Voc j destruiu um deles.
                  E eu destru outro.
                  - Voc destruiu? - disse Harry ansiosamente.
                  - Sim, certamente. - disse Dumbledore, e levantou sua
                  mo machucada. - O anel, Harry, o anel de Marvolo. E
                  uma terrvel maldio estava sobre ele tambm. Se no
                  fosse - desculpe-me pela falta de falsa modstia - por
                  minha prpria habilidade, e pela ao oportuna do Professor
                  Snape quando eu retornei a Hogwarts, desesperadamente
                  ferido, eu poderia no ter sobrevivido para contar a
                  histria. Entretanto, uma mo mutilada no parece uma

                  troca injusta por um stimo da alma de Voldemort. O
                  anel
                  no  mais um Horcrux.
                  - Mas como voc o encontrou?
                  - Bem, como voc sabe, por muitos anos eu me esforcei
                  ao mximo para descobrir tudo quanto foi possvel sobre
                  o passado de Voldemort. Viajei extensamente, visitando
                  aqueles lugares onde ele esteve. Eu tropecei no anel
                  escondido nas runas da casa de Gaunt. Parece que uma
                  vez que Voldemort tinha resolvido selar uma parte de
                  sua alma ao lado dele, no quis o desgastar mais. Escondeu-o,
                  protegido por encantamentos poderosos, na cabana onde
                  seus ancestrais haviam vivido uma vez (Morfin havia
                  estado
                  preso em Azkaban,  claro), sem supor que chegaria o
                  dia em que eu visitaria a runa, ou que eu poderia estar
                  mantendo um olho aberto para traos de magia oculta.
                  - Entretanto, no devemos nos congratular demais. Voc
                  destruiu o dirio, e eu o anel, mas se ns estamos certos
                  quanto  teoria das sete partes da alma, restam quatro
                  Horcruxes.
                  - E eles poderiam ser qualquer coisa? - disse Harry
                  - Poderiam ser latas, imagino, ou fracos vazios de poes...
                  - Voc est pensando em coisas portteis, Harry, que
                  poderiam ser objetos comuns, fceis de negligenciar.
                  Mas Voldemort usaria latas ou frascos vazios de poes
                  para guardar sua preciosa alma? Voc est esquecendo
                  do que mostrei a voc. Voldemort gostava de colecionar
                  trofus, e preferia objetos um poder mgico histrico
                  em si, sua crena em sua prpria superioridade, sua
                  determinao
                  em esculpir para si um lugar de destaque na Histria
                  da Magia,... Estas coisas sugerem a mim que Voldemort
                  escolheu seus Horcruxes com algum cuidado, favorecendo
                  objetos dignos de honra.

                  - O dirio no era to especial.
                  - O dirio, como voc mesmo disse, era a prova de que
                  ele era o herdeiro de Slyterin. Eu tenho certeza que
                  Voldemort considera esse fato como sendo de extrema
                  importncia.
                  - Ento, e os outros Horcruxes? - disse Harry - Voc
                  acha que sabe o que so eles, senhor?
                  - Eu s posso supor. - disse Dumbledore - Pelas razes
                  que j lhe dei, acredito que Lord Voldemort iria preferir
                  objetos que, em si prprios, tivessem certa grandeza.
                  Eu viajei pelo passado de Voldemort para ver se descobria
                  evidncias de que tais artefatos desapareceram ao redor
                  dele.
                  - O medalho! -disse Harry - A taa de Hufflepuff!
                  - Sim, disse Dumbledore, sorrindo. Eu apostar - talvez
                  no a minha outra mo, mas um par de dedos, que eles
                  so o terceiro e o quarto Horcruxes. Os dois restantes,
                  supondo que ele criou um total de seis, so mais um
                  problema,
                  mas eu arrisco um palpite que, assegurando-se de pegar
                  objetos de Hufflepuff e Slyterin, ele prosseguiu em
                  busca
                  de objetos de Gryffindor ou Ravenclaw. Quatro objetos
                  dos quatro fundadores teriam, estou certo, exercido
                  uma
                  atrao poderosa na imaginao de Voldemort. Eu no
                  posso
                  dizer se ele conseguiu achar algo de Ravenclaw. Estou
                  confiante, contudo, que a nica relquia deixada por
                  Gryffindor permanece segura.
                  - Dumbledore apontou seus dedos enegrecidos para a parede
                  atrs dele, onde uma espada incrustada com rubis repousava
                  numa proteo de vidro.
                  - Voc acha que esta  a razo pela qual ele queria
                  tanto
                  voltar para Hogwarts, senhor? Para tentar achar algo
                  de algum dos outros fundadores?
                  - Meus pensamentos, precisamente. - disse Dumbledore.
                  -Mas, infelizmente, isso no nos leva muito adiante,
                  porque ele no voltou, ou assim acredito eu, a ter a
                  oportunidade de procurar a escola. Sou forado a concluir
                  que ele nunca alcanou sua ambio de colecionar objetos
                  dos quatro fundadores. Definitivamente ele teve dois
                  - ele pode ter encontrado trs - isso  o melhor que
                  podemos fazer agora.
                  - Mesmo se ele houvesse conseguido algo de Ravenclaw
                  ou de Gryffindor, isso nos leva a seis Horcruxes, -
                  disse
                  Harry, contando nos dedos - a menos que ele tenha conseguido
                  ambos?
                  - No penso assim. - disse Dumbledore - Acredito que
                  sei o que  o sexto Horcrux. Gostaria de saber o que
                  voc dir quando eu confessar que o comportamento da
                  cobra, Nagini, me deixou curioso?
                  - A cobra? - disse Harry, estarrecido. Pode-se usar
                  animais
                  como Horcruxes?
                  - Bem,  inapropriado faze-lo, porque confiar uma parte
                  de sua alma a algo que pode pensar e se movimentar seria
                  obviamente muito arriscado. Entretanto, se meus clculos
                  esto corretos, Voldemor mantinha um ltimo Horcrux
                  em
                  suas metas ao entrar na casa de seus pais para matar
                  voc. Parece ter reservado o processo de fazer Horcruxes
                  para mortes particularmente significativas. Sua morte
                  certamente seria uma destas. Ele acreditou que matando
                  voc, estaria destruindo o perigo que a profecia havia
                  mencionado. Acreditou que se faria invencvel. Estou
                  certo que ele tinha a inteno de fazer o ltimo Horcrux
                  com sua morte. Como sabemos, ele falhou. Depois de um
                  alguns anos, porm, ele usou Nagini para matar um velho
                  mugle, e pode ter-lhe ocorrido usa-la em seu ltimo
                  Horcrux. Ela destaca a ligao com Slyterin, que reala
                  o mistrio de Lord Voldemort. Penso que talvez ele tenha
                  encontrado nela o que poderia encontrar em qualquer
                  coisa;
                  ele certamente gosta de mant-la por perto, e ele parece
                  ter um controle incomum sobre ela, mesmo para um
Ofidiodiglota.
                  - Ento, - disse Harry - o dirio se foi, o anel tambm.
                  A taa, o medalho e a cobra continuam intactos, e voc
                  acredita que h um Horcrux de Ravenclaw ou Gryffindor?
                  - Um admirvel e correto resumo, sim. - disse Dumbledore,
                  curvando a cabea.
                  - Ento... voc ainda est procurando por ele, senhor?
                  Foi onde o senhor esteve quando no se encontrava na
                  escola?
                  - Certo! Eu estive procurando por um longo tempo. Penso
                  que... talvez... Posso estar prximo de encontrar outro.
                  H esperanosos sinais.
                  - E se voc o encontrar - disse Harry rapidamente -
                  eu
                  posso ir com o senhor e ajudar a se livrar dele?
                  Dumbledore fitou Harry intensamente por um momento antes
                  de responder.
                  - Sim, acredito que sim.
                  - Eu posso? - disse Harry completamente aparvalhado.
                  - Oh, claro. - disse Dumbledore, sorrindo ligeiramente.
                  - Creio que voc ganhou esse direito.
                  Harry sentiu seu corao se elevar.Era muito ouvir palavras
                  diferentes de cuidado e precauo pra variar. Os diretores
                  e diretoras nas paredes pareceram menos impressionados
                  pela deciso de Dumbledore. Harry viu alguns deles balanando
                  suas cabeas, e Phineas Nigellus bufou.
                  - Voldemort sabe quando um Horcrux foi destrudo, senhor?
                  Ele pode sentir isso? - Harry perguntou, ignorando os
                  retratos.
                  - Uma pergunta muito interessante, Harry. Eu acredito
                  que no. Acho que Voldemort est to inundado de maldade,
                  e estas partes dele esto distantes h tanto tempo,
                  que
                  ele no sente como ns. Talvez, no momento da morte,
                  ele possa estar ciente de sua perda... Mas ele no sabia,
                  por exemplo, que o dirio havia sido destrudo, at
                  que
                  forou a verdade de Lcio Malfoy. Quando Voldemort descobriu
                  que o dirio havia sido mutilado e destitudo de seus
                  poderes, acredito que sua raiva foi algo terrvel de
                  se observar.
                  - Mas eu pensei que ele havia pedido a Lcio Malfoy
                  que
                  contrabandeasse o dirio para Hogwarts.
                  - Sim, ele pediu, anos atrs, quando ele estava certo
                  que seria capaz de criar mais Horcruxes, mas ainda que
                  Lcio estivesse disposto a esperar a ordem de Voldemort,
                  e ele nunca a recebeu, pois Voldemort desapareceu aps
                  ter lhe dado o dirio. No h dvidas de que ele acreditava
                  que Lcio no ousaria fazer qualquer coisa com o Horcrux
                  alm de protege-lo cuidadosamente, mas ele contava acima
                  de tudo com o medo de Lcio de um mestre que havia sumido
                  h anos o que Lcio considerasse morto. Claro, Lcio
                  no sabia o que o dirio realmente era. Eu acredito
                  que
                  Voldemort lhe disse que o dirio abriria novamente a
                  Cmera Secreta porque ele tinha um encantamento de
                  inteligncia.
                  Se Lcio soubesse que teve em suas mos uma poro da
                  alma de seu mestre, certamente a teria tratado com mais
                  reverncia - mas ele foi adiante e continuou o velho
                  plano visando seus prprios objetivos. Passando o dirio
                  para a filha de Arthur, ele desejava desacreditar Arthur
                  e se desfazer de um objeto mgico extremamente incriminador
                  de uma vez. Ah, pobre Lcio... com a fria que despertou
                  em Voldemort ao usar um Horcrux para seus fins, somada
                  ao fiasco no Ministrio no ano anterior, no me surpreenderia
                  se ele estivesse secretamente feliz por estar seguro
                  em Azkaban no momento.
                  Harry refletiu por um momento, e ento perguntou: Ento
                  se todos os Horcruxes forem destrudos, Voldemort poder
                  ser morto?
                  - Sim, acredito que sim. -disse Dumbledore - Sem os
                  Horcruxes,
                  Voldemort ser um homem mortal com uma alma mutilada
                  e destruda. Nunca se esquea, contudo, embora sua alma
                  possa estar danificada alm do reparo, seu crebro e
                  seus poderes mgicos continuam intactos. Ser necessrio
                  poder e habilidade incomuns para matar um bruxo como
                  Voldemort, mesmo sem os seus Horcruxes.
                  - Mas eu no tenho poderes e habilidades incomuns. -
                  disse Harry, antes que pudesse se conter.
                  - Sim, voc tem. - disse Dumbledore com convico. -
                  Voc tem um poder que Voldemort nunca teve. Voc tem...
                  - Eu sei! - disse Harry bruscamente. - Eu tenho amor.
                  - Com grande dificuldade Harry se conteve de acrescentar:
                  Grande coisa!
                  - Sim, Harry, voc pode amar. - disse Dumbledore, como
                  se soubesse exatamente o que Harry havia pretendido
                  dizer
                  - E, considerando tudo o que aconteceu com voc,  um
                  feito notvel. Voc  muito jovem para entender o quo
                  incomum voc , Harry.
                  - Ento, quando a profecia disse que eu teria um poder
                  que o Lord das Trevas desconhece, se referia somente
                  a... amor? - perguntou Harry, se sentindo um pouco desanimado.
                  - Sim, somente amor. - disse Dumbledore. - Mas, Harry,
                  nunca se esquea que o que a profecia diz tem significado
                  porque Voldemort a fez assim. Eu lhe disso isso no fim
                  do ano passado. Voldemort escolheu voc como a pessoa
                  que representava um maior perigo para ele, e fazendo
                  isso, fez de voc a pessoa que mais perigosa para ele!
                  - Mas continua sendo o mesmo...
                  - No, no continua! - Dumbledore disse impacientemente
                  agora. Apontando a Harry com sua mo mutilada e enegrecida,
                  ele disse: - Voc est dando muito valor  profecia!
                  - Mas - atalhou Harry - voc disse que a profecia significa...
                  - Se Voldemort nunca tivesse ouvido a profecia, ela
                  se
                  cumpriria? Significaria qualquer coisa? Claro que no!
                  Voc acredita que cada profecia da sala de Profecias
                  se cumpriu?
                  - Mas - disse Harry completamente desnorteado - no ano
                  passado, voc disse que um de ns ter que matar o outro...
                  - Harry, Harry, isso somente porque Voldemort cometeu
                  um grave erro, e agiu conforme as palavras da Professora
                  Trelawney. Se Voldemort nunca tivesse assassinado o
                  seu pai, voc teria em si esse furioso desejo de vingana?
                   claro que no! Se ele no tivesse forado a sua mo
                  a morrer por voc, ele teria lhe dado uma proteo mgica
                  que no podia superar? Claro que no, Harry! Voc no
                  percebe? Voldemort criou seu prprio inimigo, assim
                  como
                  os tiranos fazem por todo o lado! Voc faz idia do
                  quanto
                  os tiranos temem as pessoas que eles oprimem? Todos
                  eles
                  acreditam que, um dia, dentre suas muitas vtimas, 
                  certo que haver um que ir se levantar contra ele e
                  enfrenta-lo. Voldemort no  diferente! Sempre foi cuidadoso
                  para com aquele que o desafiaria. Ele ouviu a profecia
                  e entrou em ao, e como resultado no somente escolheu
                  cuidadosamente aquele que poderia derrot-lo, mas deu
                  a ele armas excepcionalmente mortais!
                  - Mas...
                  -  essencial que voc entenda isso! - disse Dumbledore,
                  se levantando e dando passos largos pelo escritrio,
                  suas vestes resplandecentes farfalhando em seu rastro;
                  Harry nunca o tinha visto to agitado. - Tentando mata-lo,
                  Voldemort fez com que a pessoa notvel que est sentada
                  diante de mim se revelasse, e lhe deu as armas para
                  o
                  trabalho!  uma falha de Voldemort que voc possa ver
                  seus pensamentos, suas ambies, que voc compreenda
                  a lngua das cobras e at lhes d ordens, no entanto,
                  Harry, a despeito de sua privilegiada insero no mundo
                  de Voldemort (que, incidentalmente,  um dom que qualquer
                  Comensal da Morte mataria para ter), voc nunca foi
                  seduzido
                  pelas Artes das Trevas, nunca, nem por um segundo, demonstrou
                  o desejo de se tornar um dos seguidores de Voldemort!
                  -  claro que no! - Harry se sentiu indignado - Ele
                  matou meus pais!
                  - Voc  protegido, levemente, por sua habilidade de
                  amar! - disse Dumbledore sonoramente - A nica proteo
                  que tem possibilidade de ir contra a atrao pelo poder
                  que Voldemort tem. Apesar de toda a tentao contra
                  a
                  qual voc lutou, todo o sofrimento, voc permanece puro
                  em seu corao, to puro quando como voc tinha onze
                  anos, quando voc olhou fixamente num espelho que mostrava
                  o desejo de seu corao, e ele mostrou a voc a nica
                  maneira de impedir Lord Voldemort, e no imortalidade
                  ou riquezas. Harry, voc faz idia de quo poucos bruxos
                  veriam o que voc viu no espelho? Voldemort deveria
                  ento
                  ter percebido do que se tratava, mas ele no conseguiu!
                  Mas ele sabe disso agora. Voc invadiu a mente de Voldemort
                  sem danos a si prprio, mas ele no pode possu-lo sem
                  sentir uma agonia mortal, como voc descobriu no Ministrio.
                  Eu no creio que ele entende porqu, Harry, mas naquele
                  tempo, ele tinha tal pressa de mutilar sua prpria alma,
                  que ele nunca parou para entender o incomparvel poder
                  de uma alma imaculada e inteira.
                  - Mas senhor, - disse Harry, se esforando corajosamente
                  para no soar argumentativo- tudo volta para a mesma
                  questo, no ? Eu tenho que tentar mata-lo, ou...
                  - Morrer? - disse Dumbledore -  claro que ter! Mas
                  no por causa da profecia. Mas porque voc, voc mesmo,
                  nunca descansar at que tenha tentado! Ambos sabemos
                  disso! Imagine, por um breve momento, que voc nunca
                  tivesse ouvido aquela profecia! Como voc se sentiria
                  em relao a Voldemort agora? Pense!
                  Harry observou Dumbledore andando de um lado para o
                  outro
                   sua frente, e pensou. Ele pensou em sua me, em seu
                  pai, e em Sirius. Ele pensou em Cedrico Diggory. Ele
                  pensou em todas as terrveis aes que Lord Voldemort
                  cometeu. Uma chama pareceu pular dentro do seu peito,
                  queimando sua garganta.
                  - Eu iria que ele morresse. - disse Harry serenamente
                  - E eu iria querer fazer isso.
                  - Naturalmente voc iria querer! - exclamou Dumbledore!
                  - Veja, a existncia da profecia no significa que voc
                  tem que fazer alguma coisa. Mas a profecia fez com que
                  Voldemort o marcasse como um igual. Em outras palavras,
                  voc  livre para escolher seu caminho, igualmente livre
                  para se voltar  profecia! Mas Voldemort continua a
                  escolher
                  seu caminho pela profecia. Ele continuar a caa-lo...
                  O que se mostra correto, realmente, uma vez que...
                  - Um de nos acabar matando o outro. - disse Harry -
                  Sim.
                  Mas Harry finalmente entendeu o que Dumbledore vinha
                  tentando lhe explicar. Era, ele pensou, como a diferena
                  entre ser levado para uma arena para enfrentar uma batalha
                  at  morte e andar em direo  arena de cabea elevada.
                  Algumas pessoas, talvez, diriam que havia pouca diferena
                  entre as duas maneiras, mas Dumbledore sabia - e eu
                  tambm,
                  pensou Harry e, com um sentimento feroz de orgulho,
                  assim
                  como meus pais - que fazia toda a diferena do mundo.

                  Captulo 24 - Sectumsempra

                  Exausto, mas satisfeito com o trabalho noturno, Harry contou a
                  Rony e Hermione tudo que aconteceu durante a lio de Feitios
                  da manh (estavam lanando o feitio Muffliato sobre quem
                  estava perto). Eles estavam muito impressionados com o caminho
                  que ele usou para descobrir a memria apagada de Slughorn e
                  positivamente aterrorizados quando ele contou sobre os
                  Hurcruxes de Voldemot e a promessa de Dumbledore de deix-lo
                  s, enquanto ele procura pelos outros.
                  "Uau!", disse Rony, quando Harry finalmente terminou de contar
                  tudo. Rony estava movendo sua mo muito vagamente na direo
                  do teto sem prestar a mnima ateno com o que estava fazendo.
                  "Uau!". Voc junto de Dumbledore ...e tentar e destruir ...
                  uau!
                  "Rony, voc est criando esta neve", disse Hermione
                  pacientemente, segurando o seu pulso e afastando-o do teto do
                  qual, antes vazio, grandes flocos brancos estavam comeando a
                  cair. Lil Brown, Harry notou, fuzilava Hermione numa mesa
                  vizinha com os olhos vermelhos, e Hermione imediatamente
                  soltou o brao de Rony."Oh , sim!" disse Rony, olhando para
                  baixo de seu corpo com vaga surpresa. "Desculpem-me ...
                  ehrr... olhem como estamos com uma caspa terrvel agora ..."
                  Ele escovou alguma neve falsificada dos ombros de Hermione e
                  Lil explodiu em lgrimas... Rony olhou imensamente culpado e
                  se virou de costas para ela. "Ns brigamos", ele disse a Harry
                  com o canto de sua boca, "Na ltima noite, quando ela me viu
                  sair do dormitrio com Hermione. Logicamente ela no pode te
                  ver, assim pensou que tinha sado apenas ns dois".
                  "Ah!" disse Harry. "Bem - pelo menos voc no terminou n?",
                  "No" admitiu Rony. "Era ruim enquanto ela estava gritando,
                  mas ao menos eu no tive que terminar.".
                  "Covarde!" disse Hermione, entretanto, ela olhou feliz. "Bem,
                  hoje no foi uma boa noite para romances. Gina e Dino tambm
                  terminaram, Harry.".
                  Harry pensou ter visto no olhar de Hermione algo indicativo e
                  malicioso quando ela lhe falou isto, mas Hermione no tinha a
                  possibilidade de descobrir que, intimamente, ele danava uma
                  conga. Manteve sua face imvel e com uma voz indiferente e
                  fria, ele perguntou "E como foi isso?"
                  "Oh! algo realmente tolo... ela disse que ele sempre cismava
                  em lev-la at passar pela entrada do retrato, como se ela no
                  pudesse fazer por ela sozinha... mas eles estavam por um fio
                  h muito tempo.".
                  Harry lanou um olhar sobre Dino no outro lado da classe. Ele
                  certamente estava parecendo infeliz.
                  "Claro! Isso te coloca em um pequeno dilema, no  mesmo?"
                  disse Hermione.
                  "O qu voc quer dizer com isso?", disse Harry rapidamente.
                  "O time de quadribol", disse Hermione. "Se Gina e Dino no
                  esto se falando...."."Oh! Oh! Claro!" disse Harry."Flitwick",
                  disse Rony em tom de alarme. O pequeno mestre de Feitios
                  estava se vindo para eles, e Hermione era a nica que
                  conseguiu transformar o vinagre em vinho; seu frasco de vidro
                  estava cheio de um lquido carmesim profundo, enquanto o de
                  Harry e Rony permanecia marrom vergonhoso."Agora, agora,
                  garotos!" murmurou o Professor Flitwick reprovadamente. "Um
                  pouco menos de conversa, e um pouco mais de ao ... Deixem-me
                  ver vocs dois tentarem..."
                  Juntos eles levantaram suas varinhas, concentraram todos os
                  seus poderes, e apontaram para seus frascos. O vinagre de
                  Harry se transformou em gelo; o frasco de Rony explodiu.
                  "Sim... lio de casa" disse o Professor Flitwick,
                  reaparecendo debaixo da mesa e limpando os cacos do alto de
                  seu chapu, "prtica.".
                  Eles tiveram um de seus raros perodos livres depois de
                  Feitios e voltaram para a classe juntos. Rony pareceu
                  positivamente aliviado sobre o fim de seu relacionamento com
                  Lil, e Hermione pareceu adorvel, tambm, embora quando ele
                  lhe perguntou o por que da felicidade, ela simplesmente dizia
                  "Hoje  um bom dia!". Nenhum deles, porm, perceberam a
                  batalha feroz que se passava dentro da cabea de Harry:
                  Ela  irm do Rony...
                  Mas ela acabou com Dino!
                  Mas ela continua sendo irm do Rony!
                  Mas eu sou seu melhor amigo!
                  Mas isso s piora!
                  E se eu falar com ele primeiro -
                  Ele vai te socar.
                  E se eu no me importar?
                  Ele  seu melhor amigo!...
                  Harry j havia entrado no buraco do retrato da sala comunal
                  ensolarada quando percebeu, vagamente, um pequeno grupo de
                  alunos do stimo ano juntos, enquanto Hermione gritava:
                  "Katie! Voc voltou! Voc est bem?".Harry parou: Era
                  certamente Katie Bell, o olhando completamente recuperada e
                  cercada por seus amigos."Estou realmente bem!" ela disse
                  alegremente. "Eles deixaram-me sair de St. Mungos no domingo,
                  eu fiquei um par de dias em casa com mame e com papai e ento
                  voltei para c nesta manh. Leanne estava justamente me
                  contando sobre MacLaggen e o ltimo jogo, Harry...".
                  "Sim", disse Harry, "bem, agora que voc voltou e Rony
                  melhorou, ns teremos uma chance decente de arrasar a
                  Ravenclow, acho que ns ainda podemos estar na corrida para a
                  Taa. Oua, Katie..."
                  Ele explicou a questo, at ento. Sua curiosidade at fez com
                  que Gina sasse de sua cabea temporariamente. Ele deixou cair
                  sua voz quando os amigos de Katie comearam a apanhar suas
                  coisas; aparentemente eles teriam aulas de Transfigurao mais
                  tarde."... o colar ... voc pode relembrar quem o entregou
                  agora?""No", disse Katie, balanando penosamente a cabea.
                  "Todos tem me perguntado, mas no consegui nenhuma pista. A
                  ltima coisa que eu me lembro era que estava andando dentro do
                  banheiro das meninas no Trs Vassouras.".
                  "Voc entrou definitivamente no banheiro das meninas, ento?"
                  disse Hermione."Bem, eu sei que abri a porta", disse Katie, "e
                  eu suponho que algum me dominou justamente enquanto eu
                  entrava. Depois disso minha memria est branca at dois meses
                  atrs em St. Mungos. Ouam,  melhor eu ir, eu no posso me
                  atrasar na aula com McGonagall justamente no meu primeiro dia
                  de volta...".
                  Ela correu para apanhar a sua bolsa e se apressou a alcanar
                  seus amigos, deixando Harry, Rony e Hermione sentados diante
                  da mesa da janela e ponderando no que ela havia dito.
                  "S pode ser uma garota ou uma mulher quem deu a Katie o
                  colar", disse Hermione, "dentro do banheiro das meninas.".
                  "Ou algum que se parecia com uma garota ou uma mulher", disse
                  Harry. "No esquea, existia um caldeiro cheio de poo
                  polisuco em Hogwarts. Sabemos que algum conseguiu
roub-la..."
                  E em seu pensamento ele observou uma parada de Crabbes e
                  Goyles passando adiante, todos transformados em garotas.
                  "Eu acho. Eu vou tomar outra dose de Felix", disse Harry, "e
                  eu vou at a Sala Precisa novamente.".
                  "Que seria uma perda completa da poo", disse Hermione
                  logicamente, pegando a copia do livro de Feitios de Syllabary
                  que acabara de retirar de sua bolsa. "Sorte s se pode
                  conseguir as vezes, Harry. A situao com Slughorn era
                  diferente, voc sempre teve habilidade para persuadi-lo, voc
                  s precisava de um pouquinho de circunstncias favorveis.
                  Sorte no  suficiente se voc tem um encantamento poderoso.
                  No v desperdiar o resto da poo. Voc vai precisar da
                  maior sorte do mundo se Dumblebore o levar junto com ele...".
                  Ela abaixou sua voz a um sussurro.
                  "No podamos fazer mais alguns?". Rony perguntou a Harry,
                  ignorando Hermione. "Eu acho timo ter um estoque dela... Que
                  tal olhar no livro..."
                  Harry puxou sua cpia de Poes Avanadas de sua bolsa, e
                  olhou em cima de Felix Felicis
                  "Bom, isso  realmente complicado" ele disse, correndo os
                  olhos sobre a lista de ingredientes. "e isso levar seis
                  meses... Voc tem que deixar cozinhar..."
                  "Tpico" disse Rony.
                  Harry estava a ponto de guardar seu livro novamente, quando
                  ele notou um canto de uma pagina dobrada, desdobrando-a ele
                  viu o feitio Sectumsempra, e em baixo escrito: "para os
                  inimigos" que ele havia marcado algumas semanas antes. Ele
                  ainda no tinha encontrado o que fazer com isso,
                  principalmente porque ele no quis testar prximo a Hermione,
                  mas ele estava considerando usar em McLaggen na prxima vez
                  que ele aparecesse diante deles.
                  A nica pessoa que no estava particularmente agradecida por
                  ver Katie Bell voltar  escola era Dean Thomas, porque ele no
                  seria requerido para a posio de artilheiro. Ele suspirou
                  quando Harry lhe disse isso, meramente soltou um grunhindo,
                  mas Harry teve uma sensao diferente enquanto se distanciava
                  de Dean e Seamus..
                  Na quinzena seguinte, Harry disse que viu o melhor treino de
                  Quadribol desde que virou Capito. Seu time estava muito
                  satisfeito com a sada de McLaggen, felizes por ter Katie de
                  volta, e eles estavam voando excepcionalmente bem.
                  Gina no parecia transtornada com o rompimento com Dino, ao
                  contrrio, ela era a vida e a alma do time. Suas imitaes de
                  Rony se movendo ansiosamente para cima e para baixo diante dos
                  aros como goleiro, ou das ordens frias dadas por Harry a
                  McLaggen antes de ser nocauteado, tornava o treino muito

                  divertido. Harry, sorrindo juntamente com todos, estava
                  contente por ter uma razo inocente para olhar para Gina; e
                  ele tinha recebido mais ferimentos durante os treinos porque
                  no conseguia manter seus olhos nos balaos.
                  A batalha estava furiosa em sua cabea: Gina ou Rony? s vezes
                  ele pensava que aps Lil, Rony no iria se importar se ele
                  convidasse Gina para sair, mas ento ele lembrou a expresso
                  de Rony quando ele a viu beijando Dino, e era certo que Rony
                  consideraria uma traio se Harry caminhasse de mos dadas com
                  Ginny. Contudo Harry no podia ajudar-se conversando com Gina,
                  rindo com ela, voltando do treino com ela, entretanto sua
                  conscincia doeu demais, ele encontrou-se maravilhado pensando
                  em como poderia consegu-la para si. Teria sido ideal se
                  Slughorn tivesse dado outra de suas pequenos festas, para Rony
                  no estar por perto - mas infortunadamente, Slughorn parecia
                  t-las acabado. Uma ou duas vezes Harry considerou em pedir
                  ajuda a Hermione, mas ele no pensou como conseguiria olhar
                  pra Hermione, vendo um olhar satisfeito e acusador em seu
                  rosto; como varias vezes via quando Hermione o flagrava
                  olhando para Gina ou rindo de suas piadas. E para complicar o
                  assunto, ele teve a irritante preocupao de que se no o
                  fizesse, um outro algum convidaria Gina para sair em breve:
                  ele e Rony pelo menos concordavam para seu prprio bem, o fato
                  de que Gina era popular demais.
                  De toda a forma, a tentao de tomar outro gole de Felix
                  Felixis estava ficando mais forte durante o dia,e certamente
                  era um argumento para, segundo Hermione, "aproveitar as
                  circunstncias" Os dias montonos correram gentilmente em
                  Maio, e Rony parecia estar sempre no ombro de Harry quando ele
                  via Gina. Harry descobriu que apenas um golpe de sorte poderia
                  de alguma maneira fazer com que Rony ficasse feliz com o seu
                  melhor amigo e sua irm saindo, e os deixasse sozinhos, ele
                  junto dela mais do que alguns segundos. Nenhuma oportunidade
                  surgiu enquanto se aproximava o final do periodo com o Torneio
                  de Quadribol. Rony procurava falar de tticas com Harry todo o
                  tempo e no tinha pensamentos para mais nada.
                  Rony no era o nico a esse respeito; o interesse no jogo
                  Grefindor-Ravenclow estava correndo extremamente rpido na
                  escola, para o jogo que decidiria o Campeonato das casas. Se

                  Grefindor batesse a Ravenclow por uma margem de trezentos
                  pontos ( um nmero alto, porm Harry nunca tinha visto seu
                  time voando melhor) ento eles conseguiriam vencer o
                  Campeonato. Se eles vencessem por menos de trezentos pontos,
                  eles ficariam em segundo aps Ravenclow, se eles perdessem pela
                  diferena de cem pontos ficariam em terceiro atrs da
                  Uflepufle e se eles perdessem por mais de cem pontos, estariam
                  em quarto lugar e em lugar nenhum, e no pensamento de Harry,
                  se eles perdessem, a casa no iria esquecer que ele foi o
                  Capito da Grefindor e que a colocaria no fundo da tabela em
                  dois sculos.
                  O ponto crtico da partida tinha as mesmas caractersticas de
                  sempre: membros das casas rivais tentando intimidar os
                  adversrios nos corredores; desagradveis canes sobre um
                  jogador individual, ensaiados com a voz de passarinhos; os
                  prprios membros das equipes circulando ao redor para gozar de
                  toda a ateno ou seno entrando em banheiros e dando tiros
                  para cima. De alguma maneira o jogo havia se ligado
                  inexplicavelmente ao xito ou fracasso de seus planos com
                  Gina.Ele conseguia sentir que se eles vencesssem por mais de
                  trezentos pontos, nas cenas de euforia e a tima e calorosa
                  festa de comemorao justamente com um saboroso trago de Felix
                  Felicis talvez houvesse alguma chance.E no meio de tantas
                  preocupaes, Harry no havia esquecido sua outra ambio;
                  descobrir o que Malfoy estava fazendo na Sala Precisa. Ele
                  ficava verificando o Mapa do Maroto, e ele no conseguia
                  localizar o local onde estava Malfoy, deduzindo que o mesmo
                  estava perdendo o seu tempo dentro daquela sala.
                  Embora Harry perdesse as esperanas de descobrir o que
                  acontecia dentro da Sala Precisa, e continuando  tentar
                  entrar sempre que estava na vizinhana reformulando sempre seu
                  pedido, a parede permaneceu firmemente fechada. Alguns dias
                  antes da partida contra a Ravenclow, Harry encontrou-se andando
                  sozinho prximo a Sala Comunal, Rony estava fora em um
                  banheiro prximo para disparar para cima novamente, e Hermione
                  no saindo do seu normal foi ver o Professor Vector sobre um
                  erro que ela pensou ter cometido em seu ltimo ensaio de
                  Aritimancia. Mais por hbito do que por qualquer coisa, Harry
                  fez a sua usual tentativa no corredor do stimo andar,
                  checando o Mapa do Maroto. Por um momento ele no conseguiu
                  localizar Malfoy em nenhum lugar e assumiu que ele estivesse
                  dentro da Sala Precisa novamente, mas ento ele viu Malfoy
                  pequenininho, sobre um ponto no banheiro dos meninos no andar
                  abaixo, acompanhado, no por Crabbe ou Goyle, porm por Murta
                  que Geme.
                  Harry somente parou para olhar essa improvvel dupla quando
                  ele virou a direita em um conjunto de armaduras. O alto rudo
                  trouxe-o de volta de seu devaneio; saindo da cena antes que
                  Filch chegasse, dos pontos tracejados na escada de mrmore e
                  ao longo da passagem abaixo. Fora do banheiro, ele pressionou
                  sua orelha de encontro  porta. Ele no podia ouvir nada. Ele
                  muito silenciosamente  abriu.
                  Draco Malfoy estava de costas para a porta, suas mos
                  agarravam os lados da pia, seus cabelos brancos-louros
                  arqueados.
                  "No!", soou a voz da Murta que Geme de um dos cubculos.
                  "No... conte-me o que est errado... Eu posso ajud-lo..."
                  "Ningum pode me ajudar", disse Malfoy. Seu corpo estava todo
                  tremendo. "No posso fazer isso... Eu no posso... No quero
                  trabalhar... e a menos que eu faa logo... ele disse que me
                  matar...".
                  E Harry observava, com um choque to grande que parecia
                  enraiz-lo quele ponto, aquele Malfoy chorando - realmente
                  chorando - lgrimas rolando sobre sua plida face dentro da
                  pia. Malfoy tossiu e engasgou-se e ento, com um grande
                  suspiro, quando olhou para a imagem no espelho rachado viu
                  Harry parado olhando fixamente para ele.
                  Malfoy olhou, puxando sua varinha. Instintivamente, Harry
                  puxou a sua. O feitio de Malfoy errou Harry por centmetros,
                  quebrando a lmpada ao lado de Harry na parede. Harry jogou-se
                  de lado no cho, pensando Levicorpus! E apontando sua varinha,
                  mas Malfoy bloqueou o feitio e levantou sua varinha para
                  outro... "No! No" Parem com isso!"Guinchou Murta que Geme,
                  sua voz ecoando alto no alto de todo o andar".Parem! PAREM!".
                  Houve um estrondo alto e o escaninho atrs de Harry explodiu;
                  Harry tentou um feitio Prende-Pernas para contra-atacar
                  passando ao lado da orelha de Malfoy e esmagando a cisterna
                  abaixo de Murta que Geme, que gritava escandalosamente alto;
                  gua jorrou por todo o lado e Harry deslizou enquanto Malfoy,
                  de face retorcida, gritou "Cruci-"
                  "SECTUMSEMPRA!" Gritou Harry do assoalho, agitando sua varinha
                  descontroladamente.
                  O sangue jorrou do rosto e do peito de Malfoy como se ele
                  tivesse sido chicoteado ou cortado por uma espada invisvel.
                  Ele balanou para trs e caiu no assoalho com um grande
                  respingo de gua, sua varinha caindo brandamente de sua mo
                  direita. "No ..." engasgou-se Harry.Deslisando e
                  desconcertado, Harry colocou e mergulhou seus ps em direo a
                  Malfoy, cujo rosto brilhava em vermelho escalate, suas mos
                  brancas embebidas em sangue em seu peito. "No, Eu no
                  queria..." Harry no sabia o que dizer. Ele caiu de joelhos
                  ao lado de Malfoy, que estava se agitando descontroladamente
                  banhado pelo prprio sangue. Murta que Geme soltou um grito
                  alto e descontrolado: "ASSASSINATO! ASSASSINATO NO BANHEIRO!
                  ASSASSINATO!"
                  A porta bateu atrs de Harry que ergueu os olhos, estarrecido:
                  Snape havia entrado no banheiro, com a face lvida. Empurrando
                  Harry de lado, ajoelhou-se ao lado de Malfoy, pegou sua
                  varinha, e lanou um feitio sobre as profundas feridas que
                  Harry tinha provocado, sussurrando um feitio que soou quase
                  como uma cano. O fluxo de sangue pareceu diminuir, Snape
                  limpou o resduo que tinha sobre a face de Malfoy e repetiu o
                  feitio.Agora as feridas pareciam que faziam pontos.
                  Harry permaneceu observando, horrorizado com o que havia
                  feito, pouco ciente de que estava embebido em sangue e gua.
                  Murta que Geme permaneceu gemendo e chorando logo acima.
                  Enquanto Snape estava executando um contra-feitio pela
                  terceira vez, a meia-vida de Malfoy permaneceu na mesma
                  posio.
                  "Voc necessita de ala hospitalar. Pode haver certa quantidade
                  de marcas e cicatrizes, mas se voc tomar ditany imediatamente
                  pode ser que at isso evitemos... Venha...".
                  Ele apoiou Malfoy atravs do banheiro, voltando-se para a
                  porta para dizer em uma voz furiosa e fria, "E voc, Potter...
                  E voc espera por mim aqui".
                  No ocorreu nem por um segundo a Harry em desobedecer. Ele
                  levantou-se lentamente, andou olhou abaixo o assoalho molhado.
                  Ali havia manchas de sangue flutuando como flores de carmesim
                  sobre a sua superfcie. No poderia nem mesmo contar com a
                  Murta que Geme para ficar quieta, e ela continuava lamentando
                  com prazer cada vez mais evidente.
                  Snape retornou dez minutos depois. Ele parou dentro do
                  banheiro e fechou a porta atrs de si.
                  "V!", ele disse a Murta, e ela mergulhou dentro de seu vaso
                  de uma vez, deixando um silncio soando atrs dela.
                  "Eu no sei o que aconteceu", disse Harry por um momento. Sua
                  voz ecoou no vazio, aquoso espao. "Eu no sabia o que esse
                  feitio faria."
                  Mas Snape ignorou isso. "Aparentemente eu superestimei voc,
                  Potter", ele disse calmamente. "Quem diria que voc conhecia
                  tal feitio das Artes das Trevas? Quem lhe ensinou esse
                  feitio?".
                  "Eu... li sobre ele em algum lugar".
                  "Onde?".
                  "Eu o li... em um livro na biblioteca", inventou Harry. "Eu
                  no consigo recordar como ele se chamava..."!
                  "Mentiroso", disse Snape. A garganta de Harry ficou seca. Ele
                  sabia o que Snape estava fazendo e ele nunca tinha conseguido
                  impedi-lo...
                  O banheiro pareceu nublar-se diante de seus olhos. Ele tentou
                  bloquear com toda a fora de seu pensamento, mas a metade da
                  cpia do livro do Princpe Mestio avanava nadando nebulosa
                  do fundo de sua mente.
                  Ento estava olhando para Snape novamente, no meio da
                  destruio, no banheiro molhado. Olhou fixamente nos olhos
                  negros de Snape, esperando esperanosamente que Snape no
                  visse o que temia, mas...
                  "Traga-me sua mala escolar", disse Snape suavemente, "e todos
                  os seus livros escolares. Todos eles. Traga-os aqui. Agora!".
                  No havia nenhum ponto para discutir. Harry girou uma vez e
                  saiu fora no corredor, e foi rapidamente para a Torre da
                  Grefindor; a maioria do povo estava andando por outro
                  caminho, ele todo molhado, encharcado de gua e sangue, mas
                  no respondeu sobre nenhuma pergunta que lhe fizeram enquanto
                  ele passava.
                  Ele se sentia atordoado; era como se um animal de estimao
                  tivesse retornado totalmente selvagem; em que o Prncipe tinha
                  pensado para transcrever tal encanto em seu livro? O que
                  aconteceria quando Snape o visse? O que diria ao Slughorn -
                  Harry tinha seu estmago revirado - como tinha alcanado to
                  bons resultados em Poes durante o ano inteiro? Ele
                  confiscaria e destruiria o livro que tinha ensinado tanto a
                  Harry o ano inteiro? ... O livro havia se tornado uma espcie
                  de guia e amigo? Harry no podia deixar isso acontecer,... No
                  podia...
                  "Onde voc estava? Porqu voc est ensopado? E esse sangue?".
                  Rony estava parado no alto das escadarias, olhando fascinado,
                  o aspecto de Harry.
                  "Eu preciso de seu livro", Harry arquejou. "Seu livro de
                  Poes. Rpido... me de ele..."
                  "Mas e o do prncipe-"
                  "Eu explicarei depois!"

                  Ron tirou seu livro de Poes Avanadas da bolsa e entregou;
                  Harry correu para o salo comunal. Aqui, pegou sua mochila
                  ignorando os olhares assustados dos alunos que j tinham
                  terminado o jantar, se atirou pelo buraco do retrato, e correu
                  ao longo do corredor do stimo andar.
                  Ele deslizou por uma parede ao lado da tapearia dos duendes
                  danantes, e fechando os olhos comeou a caminhar.
                  Eu preciso de um lugar para esconder meu livro... Eu preciso
                  de um lugar para esconder meu livro... Eu preciso de um lugar
                  para esconder meu livro...
                  Ele passou trs vezes para cima e para baixo da parede branca.
                  Quando abriu seus olhos, estava l enfim: a porta para a Sala
                  Precisa. Harry puxou para abrir, e se lanou para dentro,
                  batendo a porta.
                  Ofegou. Apesar da sua pressa, do seu pnico, do medo do que o
                  esperava quando voltasse ao banheiro, no poderia se intimidar
                  pelo que estava vendo. Ele estava em um quarto do tamanho de
                  uma catedral grande, cujas janelas eram altas e enviavam
                  feixes de luz para baixo, o que parecia uma cidade com paredes
                  imponentes, construdas, pelo que Harry soube, por objetos de
                  geraes antepassadas de Hogwarts.
                  Haviam becos e estradas limitadas por pilhas de moblias
                  estragadas e quebradas, guardadas ali, talvez, para esconder
                  magias mal-feitas, ou ento por elfos domsticos orgulhosos.
                  Havia milhares e milhares de livros, que sem duvida eram
                  roubados, rabiscados ou proibidos. Havia catapultas aladas e
                  Frisbees Dentados, alguns, com vida o suficiente para pairar
                  sobre as montanhas de outras coisas proibidas; Haviam garrafas
                  de poes congeladas, chapus, jias, capas; algo que parecia
                  cascas de ovo de drago, garrafas arrolhadas cujos contedos
                  ainda brilhavam, vrias espadas enferrujadas e um machado
                  pesado, manchado de sangue.
                  Harry se apressou adiante de um dos becos entre todos esses
                  tesouros escondidos. Ele virou a direita aps um enorme duende
                  gigante, correu por um curto caminho, tomou a esquerda no
                  armrio de Desaparecimento quebrado, no qual Montague
                  perdeu-se no ano anterior, parando finalmente ao lado de um
                  armrio grande que parecia ter cido jogado sobre a superfcie
                  embolorada. Ele abriu o armrio, rangendo as portas: j tinha
                  sido usado como esconderijo para alguma jaula que morreu h
                  muito tempo; seu esqueleto tinha cinco pernas. Ele colocou o
                  livro do Prncipe Mestio escondido atrs da gaiola e bateu a
                  porta. Ele parou por um momento, seu corao batendo
                  horrivelmente, contemplando toda desordem ao redor... . Ele
                  poderia achar este local novamente entre toda essa tranqueira?
                  Ele prendeu o busto lascado de um feiticeiro velho em cima de
                  um engradado, colocou em p sobre o armrio que o livro estava
                  escondido, empoleirou uma peruca velha e uma tiara manchada na
                  cabea de esttuas deixando mais distintivo, ento voltou
                  pelos becos de tranqueiras escondidas to rpido quanto ele
                  chegou, voltou para porta, saiu para o corredor e a porta
                  atrs dele voltou-se imediatamente  virar pedra.
                  Harry correu para o banheiro do andar de baixo, colocando a
                  copia de Poes Avanadas de Ron dentro da mochila. Um minuto
                  depois, ele estava em frente a Snape que esticou a mo em
                  direo a mochila de Harry. Harry lhe entregou, arquejando,
                  uma dor queimava em seu peito e esperou.
                  Um por um, Snape extraiu os livros de Harry e examinou.
                  Finalmente, o nico que restava era o livro de Poes, que ele
                  olhou muito cuidadosamente antes de falar.
                  "Este  seu livro de Poes Avanadas, Potter?"
                  "Sim", disse Harry, ainda tomando flego.
                  "Voc esta certo disso, est, Potter?"
                  "Sim" disse Harry desafiante.
                  "Este  o livro de Poes Avanadas que voc comprou da
                  Floreios e Borres?"
                  "Sim" disse Harry firmemente.
                  "Ento por que" perguntou Snape, "tem o nome Roonil Wazlib
                  escrito dentro da contra-capa?"
                  O corao de Harry perdeu uma batida.
                  " meu apelido" ele disse.
                  "Seu apelido" Snape repetiu. "Sim...  assim que meus amigos
                  me chamam" disse Harry.
                  "Eu sei o que  um apelido" disse Snape. O frio dos seus olhos
                  pretos eram enfadonhos e marcavam Harry novamente; ele tentou
                  no olhar. Feche sua mente... Feche sua mente... Mas ele nunca
                  tinha aprendido a fazer isto corretamente...
                  "Sabe o que eu acho, Potter?" Disse Snape, muito calmamente.
                  "Eu acho que voc  um mentiroso e fraudulento que merece
                  deteno comigo todos os sbados at o fim do ano. O voc
                  acha, Potter?"
                  "Eu-eu no concordo, senhor" disse Harry, ainda recusando
                  olhar nos olhos de Snape.
                  "Bem, ns veremos como voc sente depois de suas detenes",
                  disse Snape. "Sbado de manh s dez horas, Potter. Meu
                  escritrio."
                  "Mas senhor..." disse Harry, observando desesperadamente.
                  "Quadribol... ultima partida..."
                  "Dez horas" sussurrou Snape, com um sorriso que mostrou os
                  dentes amarelos dele. "Pobre Grefindor... quarto lugar este
                  ano, eu temo..."
                  E deixou o banheiro sem mais palavras, deixando Harry fitar o
                  espelho quebrado sentindo-se doente, como ele tinha certeza,
                  que Ron nunca tinha sentido na vida dele.
                  "Eu no vou falar eu te disse", disse Hermione, uma hora
                  depois no salo comunal.
                  "Deixe-o, Hermione" disse Ron furiosamente.
                  Harry nunca fez isso no jantar; ele no tinha apetite algum.
                  Ele tinha h pouco contado a Ron, Hermione e Gina, o que tinha
                  acontecido, no que parecia ter necessidade. As noticias
                  correram rpido: Murta que Geme aparentemente tinha visitado
                  todos banheiros contando a histria; Malfoy j tinha sido
                  visitado na ala hospitalar por Pansy Parkinson que no perdeu
                  tempo em caluniar Harry de longe, e Snape contou precisamente
                  a todos o que havia acontecido.
                  Harry j tinha sido chamado ao salo comunal para suportar
                  quinze minutos altamente desagradveis na companhia da
                  Professora McGonagall, que lhe dizia como ele tinha sorte em
                  no ter sido expulso e apoiou sinceramente o castigo que Snape
                  lhe deu, de cumprir deteno todos os sbados at o final do
                  perodo.

                  "Eu lhe falei que havia algo errado com a pessoa do Prncipe,"
                  disse Hermione, evidentemente incapaz de se parar. "E eu tinha
                  razo, no tinha?."

                  "No, eu no penso que voc tem," obstinadamente Harry disse.

                  Ele estava tendo um tempo o suficiente ruim sem precisar do
                  que Hermione dizia; os olhares nos rostos do jogadores do time
                  da Grefindor quando ele tinha lhes falado que no poderia
                  jogar no sbado, foi o pior castigo de tudo. Ele poderia
                  sentir os olhos de Ginny nele, mas no os encontrou; no
                  queria ver decepo ou raiva l. Ele tinha h pouco lhe falado
                  que ela estaria jogando como apanhadora no sbado e aquele
                  Dino Thomas estaria se reunindo ao time como Artilheiro no
                  lugar dela. Talvez, se eles ganhassem, Ginny e Dino fariam as
                  pazes durante a euforia das comemoraes. . . . O pensamento
                  passou por Harry como uma faca fria. . . .

                  "Harry" disse Hermione," como voc ainda tolera aquele
                  Principe depois que ele escreveu aquele feitio-"

                  "Para de falar sobre o livro!" Interrompeu Harry. "O Prncipe
                  s copiou isto na margem! No  como se ele estivesse
                  aconselhando qualquer um para usar o feitio! Tudo que ns
                  sabemos,  que ele estava fazendo uma nota de algo que tinha
                  sido usado contra ele!"

                  "Eu no acredito nisto," disse Hermione. "Voc est realmente
                  o defendendo...-

                  "Eu no estou me defendendo do que fiz!" disse Harry depressa.
                  "Eu queria que no tivesse feito isto, e no  s porque eu
                  tenho uma dzia de detenes. Voc sabe que eu no teria usado
                  um feitio assim, nem mesmo em Malfoy, mas voc no pode
                  culpar o Prncipe, ele no escreveu: experimente isto, 
                  realmente bom-ele estava fazendo notas para si prprio, ele
                  no estava fazendo para um outro qualquer. . . ."

                  "Voc est me falando," disse Hermione," que voc vai voltar
                  e...-?"

                  "E pegar o livro? Sim, eu vou," disse Harry vigorosamente.
                  "Escute, sem o Prncipe eu nunca teria ganhado o Felix
                  Felicis. Eu nunca teria sabido salvar o Ron quando ele estava
                  envenenado, eu nunca teria -"
                  "-adquirido uma reputao brilhante em Poes, ao qual voc
                  no merece," disse Hermione sordidamente.

                  "D um tempo, Hermione!" - disse Gina, e Harry estava to
                  maravilhado, to agradecido, que olhou pra cima. "Pelo som,
                  Malfoy estava tentando usar uma Maldio Imperdovel, voc
                  deveria estar feliz por Harry ter tirado algo bom da manga!"

                  "Bem, claro que eu estou feliz de Harry no ter sido
                  amaldioado!" - disse Hermione, claramente estarrecida. "Mas
                  voc no pode dizer que aquele feitio "Sectumsempra" seja
                  bom, Gina, olhe onde ele o jogou! E eu tenho pensado, vendo o
                  que isso acabou com suas chances no jogo..."

                  "Oh, no comece como se voc entendesse de Quadribol", -
                  escapou Gina, "voc s se atrapalha."

                  Harry e Ron se encararam: Hermione e Gina, que sempre havia se
                  dado muito bem uma com a outra, estavam agora sentadas com os
                  braos cruzados, claramente em direes opostas. Ron olhou
                  nervosamente para Harry, e ento agarrou um livro por acaso e
                  escondeu-se atrs dele. Harry, de alguma maneira, achou que
                  ele sabia que merecia isso, mas sentiu-se inacreditavelmente
                  alegre, mesmo que nenhum deles tenham se falado pelo resto da
                  tarde.


                  Sua alegria porm, durou pouco. Eles teriam de aturar a
                  zombaria da Seleterim no dia seguinte, sem mencionar na raiva
                  dos companheiros da Grefindor, que estavam infelizes porque
                  seu capito havia sido expulso do jogo final da temporada. Na
                  manh de sabado, o que quer que seja que Harry disse a
                  Hermione, Harry teria trocado alegremente todos os Felix
                  Felicis do mundo para estar se encaminhando para a quadra de
                  Quadribol com Ron, Gina e os outros.Era praticamente
                  insuportvel fugir da massa de alunos que corriam em direo
                  ao sol, todos eles vestindo chapus e agitando bandeiras e
                  cartazes - , descer os degraus de pedra e entrar dentro das
                  masmorras onde ouvir os sons da multido era quase impossvel,
                  sabendo tambm que no poderia ouvir um comentrio sequer ou
                  um aplauso ou vaia.

                  "Ah, Potter," disse Snape, quando Harry bateu em sua porta e
                  entrou na desagradvel e familiar sala na qual Snape, que
                  estaria lecionando em outro andar , ainda no havia liberado;
                  era repugnante ver os mesmos seres mortos submersos em poes
                  coloridas distribudas em todas as estantes. Obviamente haviam
                  vrias caixas empilhadas na mesa onde Harry supostamente
                  deveria sentar-se; pela urea, Snape daria um tedioso, difcil
                  e obtuso trabalho para ele.

                  "Sr. Filch estava procurando algum para limpar estes arquivos
                  antigos," disse Snape suavemente. "Eles so as relquias dos
                  malfeitores de Hogwarts e seus castigos. Onde a tinta borrou,
                  ou onde h pedaos de pergaminhos comidos pelos ratos, ns
                  gostaramos que voc copiasse os crimes e punies e, tendo
                  certeza de que eles estejam em ordem alfabtica, colocasse
                  nestas caixas . Voc no est autorizado a usar magia.

                  "Certo, Professor," disse Harry, com tanto desprezo quanto ele
                  poderia pr nas ltimas trs slabas.

                  "Eu pensei que voc poderia comear," disse Snape, com um
                  sorriso malicioso nos lbios, "Nas caixas de numero 1020 a
                  1056. Voc ir encontrar alguns nomes familiares dentro, o que
                  poder aumentar seu interesse no trabalho...Voc ver....."

                  Ele tirou uma carta entre as caixas que estavam no topo e leu:
                  "James Potter e Sirius Black. Apreendidos usando um feitio
                  ilegal em Bertram Aubrey. Aubreys tinha o dobro do tamanho
                  normal. Dupla deteno." Snape riu. "Deve ser muito
                  reconfortante, pensar que eles foram, um recorde
                  permanentemente em nosso arquivos."

                  Harry sentiu a sensao familiar de seu estomago estar
                  borbulhando. Mordendo sua lngua para prevenir uma futura
                  retaliao, ele sentou de frente para as caixas e se encostou
                  em outra.

                  Era, como Harry j previra, o mais chato, e intil trabalho,
                  j feito (como Snape havia planejado). Com a usual pontada no
                  estmago, - o que significava que ele acabara de ler o nome de
                  seu pai ou de seu padrinho, usualmente metidos em diversas
                  confuses, ocasionalmente acompanhados por Remus Lupin e Peter
                  Pettigrew. - enquanto ele copiava todas as suas ofensas e
                  punies, ele queria saber o que estava acontecendo l fora, o
                  jogo j deveria ter comeado . . . Gina como apanhadora contra
                  Cho...

                  Harry olhava de tempos em tempos para o relgio pendurado na
                  parede. Parecia estar se movendo muito mais devagar que um
                  relgio normal ; talvez Snape o tivesse enfeitiado para que
                  ele fosse mais devagar? Ele no poderia estar ali por apenas
                  meia hora... uma hora ... uma hora e meia . . .

                  O estomago de Harry comeou a revirar quando o relgio marcou
                  quinze para o meio dia. Snape, que no falou nada desde que
                  deu a Harry sua tarefa , finalmente se levantou s dez para
                  uma.

                  "Faremos o seguinte," ele disse friamente. "Marque o lugar de
                  onde parou. Voc ir continuar s dez horas no prximo sbado"
                  Sim, senhor.

                  Harry colocou uma carta para marcar de onde havia parado e
                  saiu correndo pela porta antes que Snape pudesse mudar de
                  idia, correndo pelos corredores, apertando os ouvidos para
                  tentar escutar alguma coisa sobre o jogo, mas tudo estava
                  quieto...., j havia terminado.

                  Ele hesitou um momento fora do lotado Salo Principal, depois
                  correu pela escadaria, se Grefindor tivesse ganhado ou
                  perdido , eles usualmente celebravam ou choravam na sua
                  prpria sala comunal.

                  "Quidagis?" ele disse tendencioso para a Mulher Gorda,
                  pensando no que poderia ter dentro.

                  Sua expresso era ilegvel, ela disse: "Voc ver..."

                  E ela virou o quadro.

                  Um som de celebrao eclodiu atrs dela. Harry parou quando as
                  pessoas comearam a gritar atrs dele, ele foi carregado pela
                  multido.

                  "Ns vencemos!" gritou Ron, puxando o para dentro da sala e
                  agitando a Taa de Prata para Harry. "Ns vencemos!
                  Quatrocentos e cinqenta a cento e quarenta! Ns ganhamos!"

                  Harry olhou a sua volta; Gina estava correndo em sua direo;
                  ela tinha um largo sorriso no rosto quando se jogou em seus
                  braos. E sem pensar, sem planejar, sem se preocupar com o

                  fato de ter 50 pessoas em volta .Harry a beijou.

                  Depois de um longo momento - que lhe pareceu mais ou menos uma
                  meia hora - ou possivelmente varias manhs de sol- eles se
                  separaram. A sala estava muito silenciosa. Mas ento vrias
                  pessoas assobiaram e comearam a dar uma srie de risadas
                  nervosas. Harry olhou por cima da cabea de Ginny para ver
                  Dean Thomas segurando um copo quebrado em sua mo, e Romilda
                  Vance olhando como se fosse atirar alguma coisa. Hermione
                  estava radiante, mas Harry estava procurando Rony com os
                  olhos. Finalmente Harry o encontrou, ainda segurando a taa, e
                  com uma expresso apropriada de quem tinha levado uma pancada
                  na cabea. Durante uma frao de segundo eles se olharam, e
                  Rony deu um pequeno aceno com a cabea, que Harry entendeu
                  significar; Bem - se voc quer...
                  A criatura em seu peito rugiu em triunfo, ele sorriu para
                  Ginny e indicou, silenciosamente o lado de fora do buraco do
                  retrato. Um longo passeio pela propriedade parecia
                  conveniente, durante o qual - SE eles tivessem tempo - eles
                  poderiam discutir a partida





                  Captulo 25 - The seer overheard (O Vidente ouvido
                  secretamente)

                  O fato de que Harry Potter estava saindo com Gina Weasley
                  pareceu interessar um grande nmero de pessoas, na maioria
                  garotas; apesar disso Harry sentiu-se feliz pelas fofocas que
                  aconteceram durante algumas semanas. Afinal, era uma boa
                  mudana ser assunto por um motivo que o estava deixando mais
                  feliz do que ele podia se lembrar em longo tempo, ao invs de
                  virar fofoca por estar envolvido em horrveis cenas de magia
                  negra.
                  "Voc pensaria que as pessoas tm assuntos melhores pra
                  fofocar" - disse Gina, enquanto se sentava no cho da sala
                  comunal, encostando-se s pernas de Harry e lendo o Profeta
                  Dirio. "Trs ataques de dementadores em uma semana, e tudo o
                  que Romilda Vane me pergunta  se  verdade que voc tem um
                  Hipogrifo tatuado no peito".
                  Rony e Hermione riram. Harry os ignorou.
                  "O que voc disse pra ela?".
                  "Eu disse que  um Rabo-Crneo Hngaro", falou Gina, virando a
                  pgina do jornal preguiosamente. "Muito mais masculino".
                  "Obrigado" disse Harry, sorrindo. "E o que voc disse pra ela
                  que o Rony tem?".
                  "Um Ursinho Ano, mas no disse onde".
                  Rony olhou zangado enquanto Hermione rolava de rir.
                  "Cuidado!" Ele disse, apontando para Harry e Gina. "S porque
                  eu dei minha permisso no significa que eu no posso
                  retir-la".
                  "Permisso?" Zombou Gina. "Desde quando voc me d permisso
                  pra fazer alguma coisa? De qualquer forma, voc mesmo disse
                  que preferia que fosse Harry ao invs de Michael ou Dino".
                  "Sim, eu prefiro" disse Rony de m vontade. "Contanto que
                  vocs no comecem a se agarrar em pblico".
                  "Seu hipcrita! E voc e Lil, se pegando como enguias em
                  todos os lugares?" - perguntou Gina.
                  Mas a tolerncia de Rony no estava pra ser testada enquanto
                  eles entravam em Junho, e o tempo de Harry e Gina juntos tinha
                  se tornado muito restrito. Os NOMs de Gina estavam se
                  aproximando, portanto ela era forada a revisar as matrias
                  at de noite. Em uma delas, quando Gina foi para a biblioteca
                  e Harry estava sentado perto da janela do salo comunal,
                  supostamente terminando sua lio de Herbologia quando na
                  realidade estava revivendo uma hora particularmente alegre que
                  ele passou perto do lago com Gina na hora do almoo, Hermione
                  se largou no assento entre Harry e Rony com uma expresso
                  positivamente desagradvel.
                  "Quero falar com voc Harry".
                  "Sobre o que?" Disse Harry desconfiado. No dia anterior,
                  Hermione tinha lhe dado uma bronca por distrair Gina quando
                  ela deveria estar se preparando para seus exames.
                  "Sobre o que se autodenomina Prncipe Mestio".
                  "Ah, no isso de novo", ele suspirou. "Deixe isso pra l, por
                  favor?".
                  Ele no tinha se atrevido a voltar  Sala Precisa para retirar
                  o livro, e sua performance em Poes estava sofrvel. (apesar
                  de Slughorn, que aprovava Gina, ter comicamente atribudo isso
                  ao fato de Harry estar doente de amor). Mas Harry estava certo
                  de que Snape ainda no tinha desistido de colocar as mos no
                  livro, e estava determinado a deix-lo onde estava enquanto
                  Snape continuasse observando.
                  "No deixo pra l, no" disse Hermione firmemente, "At voc
                  me escutar. Agora, eu venho tentado encontrar alguma coisa
                  sobre quem teria como hobby inventar feitios obscuros".
                  "Ele no fazia disso um hobby...".
                  "Ele, ele - quem disse que  ele?".
                  "Ns j discutimos isso" disse Harry zangado. "Prncipe,
                  Hermione, Prncipe!".
                  "Certo!" Disse Hermione, com as bochechas vermelhas enquanto
                  puxava um pedao de jornal bem velho de dentro de sua mala e
                  batia na mesa que estava na frente de Harry. "Olhe isso! Olhe
                  esta foto!".
                  Harry pegou o pedao de papel e encarou a foto em movimento,
                  amarelada pela idade. Rony se inclinou para olhar tambm. A
                  foto mostrava uma garota magrinha, por volta dos 15 anos. Ela
                  no era bonita, parecia aflita e mau-humorada ao mesmo tempo,
                  com uma forte expresso e uma pele plida. Embaixo da foto
                  vinha a legenda: Eileen Prince, capit do time de Bexigas de
                  Hogwarts.
                  "E...?" Disse Harry, lendo a curta notcia  qual a figura
                  pertencia. Era uma histria sobre competies intercolegiais.
                  "O nome dela era Eileen Prince. Prince, Harry".
                  Eles se olharam e ento Harry percebeu o que Hermione estava
                  tentando dizer. Ele comeou a rir.
                  "Sem chances".
                  "O qu?".
                  "Voc acha que ela era o Half-Blood...? Ah, fala srio...".
                  "Bom, por que no? Harry, no existem prncipes no mundo dos
                  bruxos. Ou isso  um apelido, um ttulo inventado que algum
                  deu para si mesmo, ou pode ser seu nome de verdade, no pode?
                  Preste ateno! Se, digamos, o pai dela fosse um bruxo com o
                  sobrenome Prince, e sua me fosse mugle, isso a faria o
                  half-blood Prince!".
                  "Sim, muito engenhoso, Hermione...".
                  "Mas faria! Talvez ela tivesse orgulho de ser uma meio
                  Prince!".
                  "Oua, Hermione, eu posso dizer que no  uma garota.
                  Simplesmente posso".
                  "A verdade  que voc no pensa que uma garota pode ter sido
                  esperta suficiente", disse Hermione brava.
                  "Como eu posso ter andado com voc por cinco anos e no pensar
                  que as garotas so espertas?" Disse Harry atormentado. " o
                  jeito que ele escreve. Eu simplesmente sei que o prncipe era
                  um homem. Essa garota no tem nada a ver com isso. Alias, onde
                  voc arranjou isso?".
                  "Na biblioteca". Disse Hermione, previsivelmente. "Tem toda
                  uma coleo de velhos Profetas l em cima. Bom, eu vou
                  encontrar mais sobre Eileen Prince se eu puder".
                  "Divirta-se". Disse Harry irritado.
                  "Eu vou!" Disse Hermione. "E o primeiro lugar que eu irei
                  olhar", disse ela pra Harry, assim que chegou ao buraco do
                  retrato da mulher gorda, " o registro de antigos prmios de
                  Poes!".
                  Harry olhou zangado para ela por um momento, e ento continuou
                  a contemplar o cu que escurecia.
                  "Ela nunca vai superar o fato de que voc se deu melhor que
                  ela em Poes", disse Rony, retornando a sua cpia de 1000
                  ervas mgicas e fungos.
                  "Voc no acha que estou louco, por querer aquele livro de
                  volta, acha?".
                  "Claro que no", disse Rony vigorosamente. "Ele era um gnio,
                  o prncipe. De qualquer forma, sem a dica do bezoar..." Ele
                  passou o dedo pela prpria garganta de maneira significativa,
                  "Eu no estaria aqui pra discutir isso, estaria? Digo, no
                  estou falando que o feitio que voc usou no Malfoy era
                  timo...".
                  "Nem eu", disse Harry rapidamente.
                  "Mas ele se curou bem, no? Ficou de p novamente bem rpido".
                  "Sim", disse Harry; isso era perfeitamente verdade, apesar de
                  que sua conscincia dizia aborrecida: Graas ao Snape...
                  "Voc ainda tem deteno com o Snape nesse sbado?" - Rony
                  continuou.
                  "Sim, e no sbado depois desse, e no outro", disse Harry. "E
                  ele est dizendo agora que se eu no tiver terminado todas as
                  caixas at o fim do perodo, nos continuaremos no ano que
vem".
                  Ele estava achando essas detenes particularmente cansativas
                  porque diminua ainda mais o j limitado tempo que ele podia
                  passar com Gina. De fato, ele vinha imaginando ultimamente que
                  Snape sabia disso, porque ele segurava Harry at mais tarde,
                  em cada sbado, enquanto falava sobre Harry estar perdendo o
                  bom tempo e as diversas oportunidades que este oferecia.
                  Harry foi sacudido dessas amargas reflexes pela chegada de
                  Jimmy Peakes, que estava segurando um pedao de pergaminho.
                  "Obrigado Jimmy... Hei,  do Dumbledore!" Disse Harry
                  excitado, desenrolando o pergaminho e comeando a ler. "Ele
                  quer que eu v at a sala dele o mais rpido possvel!".
                  Eles se encararam.
                  "Caramba", sussurrou Rony, "Voc no acha... ele no
                  encontrou...?".
                  "Melhor eu ir e ver, no?" - disse Harry, levantando.
                  Ele correu para fora da sala comunal e foi at o stimo andar
                  o mais rpido que pode, sem passar por ningum alm de
                  Pirraa, que passava indo  direo oposta, jogando pedaos de
                  giz em Harry de forma costumeira e rindo alto quando se
                  esquivava da azarao defensiva de Harry. Assim que Pirraa
                  foi embora, o corredor ficou em silncio; com apenas 15
                  minutos para o toque de recolher a maioria das pessoas j
                  tinha retornado para seus sales comunais.
                  E ento Harry ouviu um grito e um estampido. Ele parou e
                  escutou.
                  "Como - voc - se - atreve - aaaaaargh!".
                  O barulho estava vindo de um corredor prximo. Harry correu em
                  sua direo, com sua varinha pronta, virou mais um canto e viu
                  a Professora Trelawney estirada no cho, sua cabea coberta
                  por um de seus muitos xales, diversas garrafas de vinho ao
                  lado dela, uma quebrada.
                  "Professora...".
                  Harry se apressou e ajudou a Professora Trelawney a se
                  levantar. Algumas de suas brilhantes contas tinham emaranhado
                  com seus culos. Ela soluou alto, arrumou o cabelo, e se
                  apoiou no brao que Harry ofereceu.
                  "O que aconteceu, professora?".
                  "Voc pode perguntar!" Disse ela numa voz aguda. "Eu estava
                  caminhando por a, meditando sobre alguns obscuros pressgios
                  que eu tive...".
                  Mas Harry no estava prestando muita ateno. Ele tinha
                  acabado de notar onde eles estavam parados.  sua direita
                  tinha a tapearia dos trasgos danantes e a esquerda aquela
                  impenetrvel parede de pedra que guardava... -
                  "Professora, voc estava tentando entrar na Sala Precisa?".
                  "... anunciavam que eu fui autorizada - o qu?".
                  De repente ela pareceu sagaz.
                  "A Sala Precisa", repetiu Harry. "Voc estava tentando entrar
                  l?".
                  "Eu - bem - eu no sabia que os alunos sabiam sobre...".
                  "Nem todos sabem", disse Harry. "Mas o que aconteceu? Voc
                  gritou! Soou como se voc estivesse machucada...".
                  "Bem - eu", disse Professora Trelawney, tirando seu xale e
                  olhando para ele como seus vastos e magnficos olhos. "Eu
                  queria - ah - colocar certos- hum - itens pessoais na Sala..."
                  E ela murmurou algo como "desagradveis acusaes".
                  "Certo", disse Harry, olhando para as garrafas de vinho logo
                  abaixo. "Mas voc no conseguiu entrar e escond-las?".
                  Ele achou isso muito estranho. A sala abriu pra ele, quando
                  ele quis esconder o livro do Half-Blood Prince.
                  "Oh, eu entrei sim", disse Professora Trelawney, encarando a
                  parede. "Mas j havia algum l dentro".
                  "Algum l -? Quem?" Perguntou Harry. "Quem estava l
dentro?".
                  "No tenho nem idia", disse a professora, estranhando a
                  urgncia na voz de Harry. "Eu entrei na sala e ouvi vozes, o
                  que nunca tinha acontecido em todos os meus anos de esconder -
                  de usar a sala, digo eu".
                  "Uma voz? Dizendo o qu?".
                  "Eu no sei, no estava falando nada", disse Trelawney.
                  "Estava... gritando!".
                  "Gritando?".
                  "Alegremente", ela disse, balanando a cabea afirmativamente.
                  Harry a encarou.
                  "Era homem ou mulher?".
                  "Eu diria que era um homem", disse a professora.
                  "E parecia feliz?".
                  "Muito feliz", disse Trelawney desdenhosamente.
                  "Como se estivesse celebrando?".
                  "Definitivamente...".
                  "E ento...?".
                  "E ento eu disse Quem est a?...".
                  "Voc no poderia ter descoberto quem era sem perguntar?" -
                  Perguntou Harry, meio frustrado.
                  "A viso interior", disse a professora com dignidade,
                  esticando seu xale e vrios cordes de contas brilhantes,
                  "est fixada sobre coisas alm do mundano campo das alegres
                  vozes".
                  "Certo", disse Harry de forma hostil. Ele ouvira falar da
                  viso interior da professora com muita freqncia antes. "E a
                  voz disse quem estava l?".
                  "No, no disse", falou a professora. "Tudo escureceu e logo
                  em seguida eu estava sendo arremessada de ponta cabea para
                  fora da sala!".
                  "E voc no previu isso?" Disse Harry, sem conseguir se
conter.
                  "No, eu no previ, como eu disse, estava escuro". Ela parou e
                  fixou os olhos nele suspeitamente.
                  "Eu acho que voc deve contar ao Professor Dumbledore", disse
                  Harry. "Ele deve saber que Malfoy est celebrando - quer
                  dizer, que algum jogou voc para fora da sala".
                  Para sua surpresa, Professora Trelawney o olhou de forma
                  arrogante depois dessa sugesto.
                  "O diretor disse que ele prefere receber menos visitas
                  minhas", disse ela, friamente. "Eu no vou pressionar a minha
                  companhia sobre aqueles que no a valorizam. Se Dumbledore
                  escolhe ignorar os avisos que as cartas mostram...".
                  Sua mo ossuda se fechou de repente em torno do pulso de
Harry.
                  "De novo e mais uma vez, no importa como eu as tire-".
                  E ela puxou uma carta dramaticamente de dentro de seu xale.
                  "A brilhante torre", ela sussurrou. "Calamidade. Desastre.
                  Vindo mais perto todo o tempo...".
                  "Certo", disse Harry novamente. "Bem... Eu ainda acho que voc
                  deve contar ao Dumbledore sobre essa voz e sobre tudo ter
                  escurecido e voc ter sido jogada pra fora da sala...".
                  "Voc acha?" A professora parecia estar considerando o assunto

                  por um instante, mas Harry podia dizer que ela gostou da idia
                  de recontar sua pequena aventura.
                  "Eu estava indo v-lo agora". Disse Harry. Eu tenho uma
                  reunio com ele. Ns podemos ir juntos.
                  "Bom, neste caso", disse a professora com um sorriso. Ela se
                  abaixou, pegou suas garrafas de vinho e as jogou sem cerimnia
                  num grande vaso azul e branco que ficava em um vo ali perto.
                  "Eu sinto falta de lhe ter nas minhas aulas, Harry", disse ela
                  de modo nobre, quando eles comearam a andar juntos. "Voc no
                  tinha muito talento como vidente... mas era um maravilhoso
                  Objeto...".
                  Harry no respondeu. Ele tinha odiado ser o objeto de predio
                  de futuro da professora.
                  "Eu acho que", ela continuou, "que o cavalo - quer dizer, o
                  centauro - no sabe nada de cartomancia. Eu perguntei pra ele
                  - de um vidente para outro - se ele no estava sentindo a
                  vibrao de catstrofes chegando, tambm? Mas ele pareceu me
                  achar quase cmica. Sim, cmica".
                  Sua voz soou meio histrica e Harry sentiu um poderoso bafo de
                  vinho, mesmo com as garrafas de vinho tendo ficado para trs.
                  "Talvez o cavalo tenha ouvido que eu no herdei o dom da minha
                  tetrav. Esses rumores tm sido espalhados pelos invejosos por
                  muitos anos. Voc sabe o que eu digo pra esse tipo de pessoa,
                  Harry? Dumbledore teria me deixado ensinar nessa maravilhosa
                  escola, colocado tanta confiana em mim todos esses anos, se
                  eu no tivesse me provado pra ele?".
                  Harry resmungou algo indistinto.
                  "Eu bem me lembro da minha primeira entrevista com o

                  Dumbledore", continuou Professora Trelawney, em um tom
                  gutural. "Ele estava profundamente impressionado, claro,
                  profundamente impressionado... Eu estava hospedada no Cabea
                  de Javali, que, alis, eu no recomendo - insetos na cama,
                  querido - mas os fundos estavam baixos. Dumbledore fez a
                  cortesia de me chamar no meu quarto da hospedaria. Ele me
                  perguntou... Eu devo confessar que no comeo ele parecia
                  desconfiado com relao  Adivinhao... eu lembro que eu
                  estava comeando a me sentir mal, no tinha comido nada
                  naquele dia... mas ento..."
                  E agora Harry estava prestando ateno, provavelmente pela
                  primeira vez, porque ele sabia o que tinha acontecido ento: a
                  professora tinha feito a profecia que alterou todo o curso da
                  vida dele, a profecia sobre ele e Voldemort.
                  "... mas ento ns fomos bruscamente interrompidos por Severo
                  Snape!".
                  "O qu?!"
                  "Sim, havia um barulho l fora e ento a porta abriu, e l
                  estava aquele estranho barman parado com Snape, que estava
                  dizendo que tinha subido pelo lado errado, apesar de que eu
                  acho que ele estava pretendendo escutar a minha entrevista com
                  Dumbledore - veja, ele mesmo estava procurando um emprego
                  naquele momento, e sem dvidas esperava pegar algumas dicas!
                  Bom, depois disso, sabe, Dumbledore pareceu muito mais
                  disposto para me dar o emprego, e eu no consegui evitar de
                  pensar, Harry, que isso aconteceu porque ele apreciou o rgido
                  contraste entre os meus modestos modos e absoluto talento,
                  comparado com o impulsivo jovem que estava pronto para ouvir
                  pelo buraco da fechadura - Harry, querido?"
                  Ela olhou pra trs, s percebendo agora que Harry no estava
                  mais com ela; ele tinha parado de andar e eles estavam agora a
                  10 passos um do outro.
                  "Harry?" Ela repetiu, incerta.
                  Talvez o rosto dele estivesse branco, para fazer com que ela
                  parecesse to preocupada e assustada. Harry estava parado,
                  chocado, apagando tudo menos a informao que tinha sido
                  escondida dele por tanto tempo...
                  Foi Snape quem ouviu a profecia. Foi Snape quem levou as
                  notcias da profecia para Voldemort. Snape e Pedro Pettigrew
                  mandaram, juntos, Voldemort perseguir Llian, Tiago e seu
                  filho...
                  Nada mais importava para Harry agora.
                  "Harry?" Disse a professora mais uma vez. "Harry - eu achei
                  que ns iramos ver o diretor juntos?".
                  "Voc fica aqui", disse Harry atravs de seus lbios
                  paralisados.
                  "Mas, querido... eu ia contar a ele como eu fui atacada na
                  Sala -".
                  "Voc fica aqui!" Repetiu Harry bravo;
                  Ela pareceu preocupada quando ele passou por ela, virou o
                  canto rumo ao corredor onde ficava a grgula que permitia a
                  entrada no escritrio de Dumbledore. Harry gritou a senha e
                  subiu correndo a escada espiral, trs degraus por vez. Ele
                  espancou a porta, ou invs de bater. E a calma voz respondeu
                  entre depois que Harry j tinha se arremessado pra dentro da
                  sala.
                  Fawkes, a fnix olhou em volta, seus brilhantes olhos pretos
                  vislumbrando o pr do sol pela da janela. Dumbledore estava
                  prximo  janela olhando para os terrenos com uma capa preta
                  de viagem em seus braos.
                  "Bom, Harry, eu prometi que voc poderia vir comigo".
                  Por um momento, ou dois, Harry no entendeu. A conversa com
                  Trelawney tinha tirado todo o resto de sua cabea e seu
                  crebro parecia se mover de forma bem devagar.
                  "Ir... com voc?".
                  "Claro que somente se voc quiser...".
                  "Se eu...".
                  E ento Harry lembrou porque tinha sido chamado, a princpio,
                  para ir ao escritrio de Dumbledore.
                  "Voc achou um? Voc achou um Horcrux?".
                  "Acredito que sim".
                  Raiva e ressentimento comearam a lutar contra o choque e
                  empolgao. Por alguns momentos, Harry no conseguiu falar.
                  " natural sentir medo", disse Dumbledore.
                  "Eu no estou com medo!" Disse Harry de uma vez, e era
                  perfeitamente verdade. Medo era uma emoo que ele no estava
                  sentindo. "Qual Horcrux ? Onde est?".
                  "Eu no tenho certeza de qual  - apesar de que acho que

                  podemos esquecer a cobra - mas eu acredito que est escondido
                  numa caverna a milhares de quilmetros daqui, uma caverna que
                  eu venho tentando localizar por muito tempo: a caverna em que
                  Tom Riddle uma vez aterrorizou duas crianas em uma das
                  viagens anuais de seu orfanato, voc se lembra?".
                  "Sim", disse Harry. "Como est protegido?".
                  "Eu no sei. Eu tenho algumas suspeitas que podem estar
                  completamente erradas", disse Dumbledore hesitante, e ento
                  disse, "Harry eu prometi que voc poderia vir comigo e eu
                  mantenho essa promessa, mas seria muito errado da minha parte
                  no o alertar para o fato de que ser extremamente perigoso".
                  "Eu vou", disse Harry, antes mesmo de Dumbledore terminar de
                  falar. Espumando de raiva de Snape, seu desejo de fazer algo
                  desesperador e arriscado tinha aumentado dez vezes nos ltimos
                  minutos. Aparentemente isso tinha transparecido no rosto de
                  Harry, porque Dumbledore se afastou da janela, e olhou mais de
                  perto para Harry, uma pequena ruga surgindo entre suas
                  sobrancelhas prateadas.
                  "O que aconteceu com voc?".
                  "Nada", mentiu Harry prontamente.
                  "O que te chateou?".
                  "Eu no estou chateado".
                  "Harry, voc nunca foi um bom oclumente".
                  Essa palavra inflamou a fria de Harry.
                  "Snape!" Disse Harry, muito alto, e Fawkes deu um suave grasno
                  atrs deles. "Snape, foi o que aconteceu! Foi ele quem contou
                  para Voldemort sobre a profecia, foi ele, ele ouviu por fora
                  da porta, Trelawney me contou!".
                  A expresso de Dumbledore no mudou, mas Harry percebeu que
                  seu rosto empalideceu, por baixo do reflexo do sol que estava
                  sumindo. Por um longo momento Dumbledore no falou nada.
                  "Quando voc descobriu isso?" Ele perguntou, finalmente.
                  "Agora!" Disse Harry que estava se impedindo de gritar com
                  grande dificuldade. E ento, de repente, ele no conseguiu se
                  conter. "E VOC O DEIXOU ENSINAR AQUI, E ELE DISSE PARA
                  VOLDEMOR IR ATRS DE MINHA ME E MEU PAI!".
                  Respirando com dificuldade como se tivesse lutado, Harry deu
                  as costas para Dumbledore, que at ento no tinha movido um
                  msculo, e passeou pela sala, esfregando os ns de seus dedos
                  e se contendo para no sair quebrando todas as coisas. Ele
                  queria berrar com Dumbledore, mas ao mesmo tempo ele queria ir
                  com ele e tentar destruir o Horcrux; ele queria dizer que
                  Dumbledore era um velho idiota por confiar em Snape, mas
                  estava com medo de que Dumbledore no o levasse se no
                  controlasse sua raiva...
                  "Harry", disse Dumbledore calmamente. "Por favor, me escute".
                  Foi difcil controlar seus nervos para no comear a gritar.
                  Harry parou, mordeu seus lbios e olhou para o rosto de
                  Dumbledore.
                  "O professor Snape cometeu um terrvel...".
                  "No me diga que foi um engano, senhor, ele estava ouvindo
                  atravs da porta!".
                  "Por favor, deixe-me terminar". Dumbledore esperou que Harry
                  acenasse e ento continuou. "Snape cometeu um terrvel erro.
                  Ele ainda era um empregado de Lord Voldemort na noite em que
                  ele ouviu metade da profecia da professora. Naturalmente, ele
                  correu para contar ao seu mestre o que tinha ouvido, porque
                  isso muito o interessava. Mas ele no sabia - ele no tinha
                  como saber - qual garoto Voldemort iria perseguir dali em
                  diante, ou que os pais que ele destruiria em sua saga
                  assassina eram pessoas que ele, Snape, conhecia; que eles eram
                  seus pais".
                  Harry deixou escapar uma risada melanclica.
                  "Ele odiava meu pai como odiava Sirius! Voc no notou,
                  Professor, como as pessoas que Snape odeia tendem a acabar
                  morrendo?".
                  "Voc no tem idia do remorso que Snape sentiu quando ele
                  percebeu como Voldemort tinha interpretado a profecia, Harry.
                  Eu acredito que tenha sido o maior arrependimento da vida dele
                  e razo que fez com que ele voltasse...".
                  "Mas ele  um timo oclumente, no  senhor?" Disse Harry,
                  cuja voz estava tremendo com o esforo para mant-la calma. "E
                  Voldemort no estava convencido de que Snape estava do lado
                  dele, mesmo agora? Professor... como voc pode ter certeza de
                  que Snape est do nosso lado?".
                  Dumbledore no falou nada por um instante. Ele parecia estar
                  tentando organizar sua mente sobre alguma coisa. Enfim ele
                  disse, "Eu tenho certeza. Eu confio completamente em Severo
                  Snape".
                  Harry respirou profundamente por alguns instantes enquanto se
                  esforava para acalmar a si mesmo. Mas no funcionou.
                  "Bom, mas eu no!" Disse ele to alto quanto antes. "Ele est
                  tramando algo com Malfoy agora, bem debaixo de seu nariz, e
                  voc ainda -".
                  "Ns j discutimos isso, Harry", disse Dumbledore e agora ele
                  parecia severo novamente. "Eu j te contei minha viso".
                  "Voc vai deixar a escola hoje  noite e eu aposto que voc
                  nem considerou que Snape e Malfoy podem decidir -"
                  "Fazer o qu?" Perguntou Dumbledore, com suas sobrancelhas
                  levantadas. "O que voc acha que eles esto fazendo,
                  precisamente?".
                  "Eu... eles esto aprontando alguma coisa!" Disse Harry e ele
                  cerrou os punhos enquanto falava. "Professora Trelawney estava
                  na Sala Precisa, tentando esconder suas garrafas de vinho
                  quando ouviu Malfoy comemorando, celebrando! Ele estava
                  tentando fazer algo perigoso l dentro, e se voc me
                  perguntar, ele conseguiu e voc est prestes a sair da escola
                  sem -".
                  "Chega", disse Dumbledore. Ele disse isso calmamente, mas
                  mesmo assim Harry finalmente se calou. Ele sabia que tinha
                  cruzado uma linha invisvel. "Voc acha que alguma vez eu
                  deixei a escola desprotegida durante minhas ausncias esse
                  ano? No deixei. Esta noite, quando eu sair, haver novamente
                  proteo adicional por aqui. Por favor, no sugira que eu no
                  levo a srio  segurana de meus alunos, Harry".
                  "Eu no -" murmurou Harry, um pouco envergonhado, mas
                  Dumbledore o interrompeu.
                  "Eu no quero mais discutir esse assunto".
                  Harry reprimiu sua resposta, com medo de ter ido longe demais,
                  e com isso ter arruinado sua chance de acompanhar Dumbledore,
                  mas este continuou, "Voc gostaria de ir comigo hoje?".
                  "Sim", disse Harry de uma vez.
                  "Muito bem, ento: escute".
                  Dumbledore se levantou por completo.
                  - "Eu te levo comigo com uma condio: que voc obedea
                  qualquer ordem que eu d, sem questionar".
                  "Claro".
                  "Tenha certeza de que me entendeu, Harry. Eu estou dizendo que
                  voc deve obedecer at mesmo ordens como corra, se esconda
                  ou volte. Eu tenho sua palavra?"
                  "Eu - sim, claro".
                  "Se eu falar para voc se esconder, voc se esconder?".
                  "Sim".
                  "Se eu falar pra voc se esconder, voc ir obedecer?".
                  "Sim".
                  "Se eu falar para me deixar, e se salvar, voc far o que eu
                  estarei dizendo?".
                  "Eu -"
                  "Harry?".
                  Eles se olharam por um momento.
                  "Sim senhor".
                  "Muito bem. Ento eu quero que voc v, pegue sua capa e me
                  encontre no Saguo de Entrada em 5 minutos".
                  Dumbledore se virou e olhou para fora da flamejante janela. O
                  sol agora estava vermelho no horizonte. Harry saiu rapidamente
                  do escritrio e desceu a escada espiral. Sua mente estava
                  estranhamente clara. Ele sabia o que fazer.
                  Rony e Hermione estavam sentados juntos na sala comunal quando
                  ele voltou.
                  "O que Dumbledore queria?" - Hermione disse de uma vez.
                  "Harry, voc est bem?" Ela acrescentou ansiosa.
                  "Eu estou bem", disse Harry, passando rapidamente por eles.
                  Ele subiu a escada e entrou no dormitrio, abriu seu malo e
                  tirou o Mapa do Maroto e um par de meias enroladas. Ento ele
                  se apressou a descer as escadas at a sala comunal, derrapando
                  at o lugar onde Rony e Hermione estavam sentados, parecendo
                  atordoados.
                  "Eu no tenho muito tempo", ofegou Harry, "Dumbledore pensa
                  que eu estou pegando minha Capa da Invisibilidade.
Escutem...".
                  Rapidamente ele contou aos dois onde estava indo e porqu. No
                  parou nem mesmo quando Hermione pareceu horrorizada ou quando
                  Rony fez algumas perguntas; eles podiam adivinhar os detalhes
                  por conta prpria, depois.
                  "... ento vocs entendem o que isto significa?" Harry
                  terminou de uma vez. "Dumbledore no estar aqui esta noite,
                  ento Malfoy ter campo livre para o que quer que seja que ele
                  est tramando. No, me escutem!" Ele disse bravo, quando Rony
                  e Hermione deram sinais de que iam interromper. "Eu sei que
                  era Malfoy celebrando na Sala Precisa. Aqui -" Ele jogou o
                  Mapa do Maroto nas mos de Hermione. "Vocs tem que vigiar ele
                  e Snape tambm. Usem qualquer pessoa que vocs conseguirem da
                  AD tambm. Hermione, aqueles galees que usvamos para
                  contanto ainda funcionam, certo? Dumbledore disse que ele
                  colocou proteo extra na escola, mas se Snape estiver
                  envolvido, ele saber que proteo  essa e como evit-la -
                  mas ele no estar esperando que vocs o estejam vigiando,
                  estar?".
                  "Harry -" comeou Hermione, seus olhos cheios de medo.
                  "No tenho tempo para argumentar", disse Harry brevemente.
                  "Peguem isso tambm -" Ele jogou a meia nas mos de Rony.
                  "Obrigado", disse Rony. "Hum - porque eu preciso de meias?".
                  "Voc vai precisar do que est dentro delas,  Felix Felicis.
                  Dividam entre vocs e Gina. Digam tchau a ela por mim. Eu
                  preciso ir, Dumbledore est me esperando -".
                  "No!" Disse Hermione enquanto Rony desenrolava a pequena
                  garrafa com a poo, olhando intimidado. "Ns no queremos,
                  leve voc, pois voc, o que voc estar encarando?".
                  "Eu ficarei bem, estarei com Dumbledore", disse Harry. "Eu
                  quero saber que vocs estaro bem... no olhe assim, Hermione.
                  Vejo vocs depois".
                  E ento ele correu para a sada do salo comunal rumo ao
                  Saguo de Entrada.
                  Dumbledore estava esperando ao lado da porta da frente. Ele se
                  virou enquanto Harry vinha deslizando no degrau mais alto,
                  ofegando alto e sentindo pontadas em um dos lados do corpo.
                  "Eu gostaria que voc vestisse sua capa, por favor", disse
                  Dumbledore, e esperou que Harry tivesse jogado a capa em si
                  antes de dizer, "Muito bem, vamos, ento?".
                  Dumbledore desceu os degraus de pedra, sua capa de viagem
                  balanando no ar de vero. Harry se apressou para ficar ao
                  lado dele, debaixo da capa da invisibilidade, ainda ofegando e
                  suando muito.
                  "Mas o que as pessoas pensaro quando virem o senhor saindo,
                  Professor?" Harry perguntou, pensando em Malfoy e Snape.
                  "Que eu fui at Hogsmeade, beber", disse Dumbledore. "Algumas
                  vezes eu sou cliente de Rosmerta ou visito o Cabea de
                  Javali...  uma boa maneira de disfarar meu verdadeiro
                  destino".
                  Eles seguiram o caminho na passagem no crescente crepsculo. O
                  ar estava cheio de cheiros de grama quente, gua do lago e
                  fumaa de madeira vinda da cabana de Hagrid. Era difcil
                  acreditar que eles estavam indo para algo perigoso e
                  assustador.
                  "Professor", disse Harry calmamente, enquanto os portes
                  apareciam no final do caminho, "ns vamos aparatar?".
                  "Sim", disse Dumbledore. "Voc consegue aparatar agora, no?".
                  "Sim", disse Harry, "mas eu no tenho a licena".
                  Ele sentiu que era melhor ser honesto. E se ele estragasse
                  tudo aparecendo a 100 metros de onde ele deveria aparecer?
                  "No tem problema", disse Dumbledore, "eu posso te ajudar
                  novamente".
                  Eles saram e entraram no deserto caminho para Hogsmeade. A
                  escurido aumentava rpido, e at eles atingirem a estrada 
                  noite j tinha finalmente cado. Luzes brilhavam nas janelas
                  das lojas, e quando se aproximaram do Trs Vassouras eles
                  ouviram um berro rouco.
                  "... e permanea a fora!" Gritou Madame Rosmerta, jogando
                  para fora um bruxo com aparncia suja. "Oh, ol, Alvo... voc
                  saindo to tarde...".
                  "Boa noite, Rosmerta, boa noite... me perdoe, eu estou indo ao
                  Cabea de Javali... No se ofenda, mas eu prefiro uma
                  atmosfera mais quieta hoje..."

                  Um minuto depois eles estavam virando a esquina, para o lado
                  onde ficava o Cabea de Javali, mas no havia nenhum barulho.
                  Contrastando com o Trs Vassouras, o pub parecia estar
                  completamente vazio.
                  "No vai ser necessrio entrar", murmurou Dumbledore, olhando
                  em volta. "Contando que ningum nos veja... agora coloque sua
                  mo em cima do meu brao, Harry. No tem necessidade de se
                  agarrar com muita fora, eu estarei simplesmente te guiando.
                  No trs - um... dois... trs...".
                  Harry girou. De uma vez, veio aquela horrvel sensao de que
                  ele estava sendo espremido em um fino tubo. Ele mal podia
                  respirar, todo o corpo dele estava sendo comprimido, quase
                  ultrapassando o tolervel e ento, justamente quando ele
                  pensou que estava sufocando, as fitas invisveis pareceram
                  abrir, e ele estava parado na gelada escurido, respirando ar
                  fresco e salgado.





                  Captulo 26 - A Caverna

                  Harry podia sentir o cheiro de sal e ouvir a agitao das
                  ondas; uma leve e fria brisa passava pelo seu cabelo enquanto
                  olhava o mar iluminado pela lua e o cu cheio de estrelas. Ele
                  estava numa alta pedra escura, com gua espumando e batendo em
                  baixo dele. Ele olhou para trs. Um enorme penhasco
                  sustentava-se atrs dele, com uma grande queda, preta e sem
                  face. Alguns pedaos grandes de pedras, como a qual Harry e
                  Dumbledore estavam, pareciam como se tivessem cado do
                  penhasco em algum lugar no passado. Era uma escura, difcil
                  viso, o mar e as pedras livres de qualquer rvore, areia ou
                  grama.
                  "O que voc acha?" Perguntou Dumbledore. Ele poderia estar
                  perguntando a opinio de Harry se aquele era um bom lugar para
                  um piquenique, pelo seu tom de voz.
                  "Eles trouxeram as crianas do orfanato para c?" Perguntou
                  Harry, que no poderia imaginar um local menos aconchegante
                  para um passeio.
                  "No aqui, exatamente", disse Dumbledore. "Tem uma vila aqui
                  perto. Eu acredito que os rfos foram trazidos para c para
                  um pouco de brisa marinha e uma viso das ondas. Nenhum mugle
                  poderia alcanar essas rochas a no ser se fosse excelente em
                  escalar, e barcos no podem se aproximar dessas pedras, pois
                  as guas aqui so violentas. Eu acredito que Riddle desceu;
                  magia serviria melhor do que cordas. E ele trouxe duas
                  crianas com ele, provavelmente pelo prazer de aterroriz-las.
                  Eu acho que o passeio sozinho teria servido, no acha?"
                  Harry olhou para cima do penhasco e sentiu calafrios.
                  "Mas o destino dele - e o nosso - fica um pouco mais a frente.
                  Venha."
                  Dumbledore chamou Harry para o canto da pedra onde vrios
                  pedaos pontiagudos faziam uma escada levando para baixo, para
                  a gua e mais prximo ao penhasco. Era uma descida traioeira
                  e Dumbledore, atrapalhado por sua mo machucada, se movia
                  lentamente. As pedras em baixo eram escorregadias. Harry podia
                  sentir jatos de sal frio bater em seu rosto. "Lumus", disse
                  Dumbledore, quando alcanou a pedra mais prxima do penhasco.
                  Mil feixes de luz dourada atingiram a escura superfcie da
                  gua um metro abaixo de onde ele se agachou; a parede preta de
                  pedras a seu lado estava iluminada tambm.
                  "Voc v?" Disse Dumbledore quieto, segurando sua varinha mais
                  alto. Harry viu um buraco no penhasco por onde a gua estava
                  entrando. "Voc no vai reclamar se ficar um pouco molhado?".
                  "No", disse Harry.
                  "Ento tire sua capa da invisibilidade - no precisar dela
                  agora - e vamos entrar na gua". E com a agilidade de um homem
                  muito mais jovem, Dumbledore desceu pela pedra e caiu no mar,
                  comeando a nadar perfeitamente bem, em direo ao espao
                  vazio e escuro na face da rocha, com a varinha entre os
                  dentes. Harry tirou a capa, guardou no bolso e o seguiu. A
                  gua estava gelada; as roupas encharcadas de Harry se mexiam
                  em volta dele e o afundavam. Respirando profundamente e
                  enchendo seus pulmes com o odor de sal e algas, ele se
                  dirigia para a luz cintilante, que ia se movendo para dentro
                  do penhasco. A abertura logo levou para um tnel maior que
                  Harry pensou que se encheria de gua na mar alta. As paredes
                  com musgos estavam menos de um metro separadas e brilhavam
                  como leo quando a luz da varinha de Dumbledore se aproximava.
                  Um pouco depois a passagem virava para a direita, e Harry viu
                  que ia longe para dentro do penhasco. Ele continuou a nadar
                  perto de Dumbledore, a ponta de seus dedos tocando de leve a
                  dura e mida pedra.
                  Ento ele viu Dumbledore sair da gua em frente, seu cabelo
                  cinza e suas roupas escuras brilhando. Quando Harry atingiu o
                  mesmo ponto ele encontrou degraus que levavam a uma grande
                  caverna. Ele os subiu, gua escorrendo de suas roupas
                  encharcadas e saiu da gua, tremendo no ar parado e frio.
                  Dumbledore estava em p no meio da caverna, sua varinha alta
                  enquanto ele andava, examinando as paredes e o teto.
                  "Sim, esse  o lugar", disse Dumbledore.
                  "Como voc sabe?" Harry perguntou num sussurro.
                  "Tem magia conhecida". Dumbledore falou. Harry no sabia dizer
                  se a tremedeira que ele sentia era em relao ao frio ou ao
                  mesmo sentimento da magia. Ele via enquanto Dumbledore
                  continuava a se mexer, evidentemente se concentrando em coisas
                  que Harry no podia ver. "Essa  meramente a antecmara, o
                  salo de entrada", disse Dumbledore depois de um momento. "Ns
                  precisamos penetrar na parte principal... Agora so os
                  obstculos de Lord Voldemort que precisamos passar, no mais
                  sendo os que a natureza fez...".
                  Dumbledore se aproximou da parede da caverna e a acariciou com
                  seus dedos escurecidos, murmurando palavras numa lngua que
                  Harry no compreendia. Duas vezes Dumbledore andou pela
                  caverna, tocando o mximo possvel a spera pedra, parando s
                  vezes, passando seus dedos por pontos especficos, at
                  finalmente parar, sua mo pressionada contra a parede. "Aqui",
                  ele falou. "Ns vamos por aqui. A entrada est fechada". Harry
                  no perguntou como Dumbledore sabia. Ele nunca viu um bruxo
                  descobrir coisas assim, simplesmente olhando e tocando; mas
                  Harry tinha descoberto muito antes que barulhos e fumaa eram

                  mais freqentemente marcas de inaptido do que de experincia.
                  Dumbledore deu um passo para trs e apontou a varinha para a
                  rocha. Por um momento, uma linha apareceu l, brilhando como
                  se tivesse uma forte luz atrs da parede.
                  "Voc con-conseguiu!" Disse Harry rangendo os dentes, mas
                  antes que as palavras tivessem sado de sua boca a linha tinha
                  desaparecido, deixando a pedra plana e slida como antes.
                  Dumbledore olhou ao redor.
                  "Harry, me desculpe, eu esqueci", ele falou; ele apontou a
                  varinha para Harry e imediatamente suas roupas ficaram quentes
                  e secas como se tivessem sido penduradas em frente a chamas de
                  fogo.
                  "Obrigado", disse Harry agradecido, mas Dumbledore tinha
                  voltado sua ateno para a parede slida da caverna. Ele no
                  tentou fazer mais mgica, mas ficou em p olhando para ela
                  intensamente, como se algo extremamente interessante estivesse
                  escrito nela. Harry permaneceu quieto; ele no queria quebrar
                  a concentrao de Dumbledore. Ento, depois de dois slidos
                  minutos, Dumbledore falou baixo, "Ah, certamente no. To
                  deselegante".
                  "O que , Professor?".
                  "Eu penso", disse Dumbledore, colocando sua mo normal dentro
                  da roupa e pegando uma curta faca de prata do tipo que Harry
                  usava para cortar os ingredientes de poes, "que precisamos
                  pagar para passar".
                  "Pagar?" Disse Harry. "Voc tem que dar algo para a porta?".
                  "Sim", disse Dumbledore. "Sangue, se no me engano".
                  "Sangue?".
                  "Falei que era deselegante", disse Dumbledore, que soava
                  desdenhoso, at desapontado, como se Voldemort no chegasse
                  mais ao nvel que Dumbledore esperava. "A idia, como tenho
                  certeza de que Voldemort pensava, era que seu inimigo tivesse
                  que se enfraquecer para entrar. De novo, Lord Voldemort falhou
                  em descobrir que h coisas piores que dores fsicas".
                  "Sim, mas ainda, se voc pode evit-las..." disse Harry, que
                  tinha experimentado dor o suficiente para no querer mais.
                  "s vezes, porm,  inevitvel", disse Dumbledore, puxando a
                  manga da roupa e expondo o antebrao da mo machucada.
                  "Professor!" Protestou Harry, correndo para ele enquanto
                  Dumbledore levantava a faca. "Eu o fao, eu sou -" ele no
                  sabia o que dizer - mais jovem, mais saudvel?
                  Mas Dumbledore meramente sorriu. Houve um brilho de prata e um
                  jorrar de vermelho; a pedra foi coberta com gotas escuras e
                  brilhantes.
                  "Voc  muito gentil, Harry", disse Dumbledore, agora passando
                  a ponta de sua varinha em cima do corte profundo que ele fez
                  no prprio brao, de modo que se fechou imediatamente, assim
                  como Snape fez com Malfoy, "Mas seu sangue vale mais do que o
                  meu. Ah, parece que funcionou, no?" A linha cinza de um arco
                  apareceu na parede de novo, mas dessa vez ela no desapareceu:
                  A rocha molhada de sangue do lado de dentro simplesmente
                  desapareceu, deixando um espao aberto para o que parecia uma
                  total escurido. "Depois de mim, eu acho", disse Dumbledore,
                  enquanto andava pela passagem com Harry atrs, iluminando sua
                  varinha rapidamente enquanto avanavam.
                  Uma estranha luz encontrou os olhos deles: Eles estavam no
                  canto de um grande lago preto, to vasto que Harry no podia
                  enxergar o lado oposto, numa caverna to alta que o teto
                  tambm era impossvel de se ver. Uma luz verde brilhava longe
                  no que parecia ser o centro do lago; estava refletida na gua
                  parada abaixo. O brilho esverdeado e a luz das duas varinhas
                  eram as nicas coisas que quebravam a completa escurido,
                  apesar de que seus raios no penetravam to longe como Harry
                  esperara. A escurido era de alguma maneira mais densa que o
                  normal.
                  "Vamos indo", disse Dumbledore calmamente. "Tenha cuidado para
                  no pisar na gua. Fique perto de mim". Ele comeou a andar ao
                  redor do lago, e Harry o seguiu de perto. Seus passos ecoavam,
                  fazendo sons na estreita rocha que rodeava a gua. Eles
                  andaram e andaram, mas a viso no mudava: de um lado, a
                  parede da caverna, do outro, a aparentemente infinita
                  escurido, no meio da qual havia o brilho esverdeado. Harry
                  achou o lugar e o silncio opressivos, enervantes.
                  "Professor?" Ele disse finalmente. "Voc acha que o Horcrux
                  est aqui?".
                  "Ah, sim", disse Dumbledore. "Sim, eu tenho certeza que est.
                  A questo , como ns o pegaremos?".
                  "Ns no poderamos... no poderamos tentar um feitio
                  Convocatrio?" Harry perguntou, certo de que era uma pergunta
                  estpida. Mas ele queria sair daquele lugar o mais rpido
                  possvel.
                  "Certamente ns poderamos". Disse Dumbledore, parando to
                  repentinamente que Harry quase bateu nele. "Por que voc no
                  tenta?".
                  "Eu? Ah... t..." Harry no esperava por isso, mas clareou a
                  garganta e disse em voz alta, varinha para cima, "Accio
                  Horcrux!".
                  Com um barulho de uma exploso, algo muito grande e plido
                  saiu da gua escura a uns 5 metros deles; antes que Harry
                  pudesse ver o que era, tinha desaparecido de novo num grande
                  mergulho que fez grandes ondas na gua. Harry andou para trs
                  em choque e bateu na parede; seu corao ainda estava em um
                  ritmo acelerado quando se virou para Dumbledore.
                  "O que era aquilo?".
                  "Algo, eu acho, que estava pRonyto para responder se
                  tentssemos pegar o Horcrux".
                  Harry olhou de volta para a gua. A superfcie do lago estava
                  novamente como um vidro preto e brilhante: as ondas sumiram
                  rapidamente; o corao de Harry, porm, ainda corria.
                  "Voc sabia que aquilo ia acontecer, senhor?".
                  "Eu sabia que alguma coisa ia acontecer se fizssemos uma
                  tentativa bvia de por as mos no Horcrux. Foi uma excelente
                  idia, Harry; a maneira mais simples de descobrir o que
                  estamos enfrentando".
                  "Mas ns no sabemos o que era aquela coisa", disse Harry,
                  olhando para a gua sinistramente calma.
                  "O que aquelas coisas so, voc quer dizer", corrigiu
                  Dumbledore. "Eu duvido que tenha apenas uma delas. Vamos
                  continuar?".
                  "Professor?".
                  "Sim, Harry?".
                  "Voc acha que vamos ter que entrar no lago?".
                  "Dentro dele? S se tivermos muito azar."
                  "Voc no acha que o Horcrux est no fundo?".
                  "Ah no... eu acho que o Horcrux est no meio". E Dumbledore
                  apontou para a luz verde no centro do lago.
                  "Ento ns teremos que cruzar o lago para peg-lo?".
                  "Sim, eu acho que sim". Harry no falou mais nada. Seus
                  pensamentos estavam em monstros marinhos, serpentes gigantes,
                  Kappas, e espritos...
                  "Ah", fez Dumbledore, e ele parou novamente; dessa vez, Harry
                  realmente bateu nele; por um momento ele quase caiu na gua e
                  a mo inteira de Dumbledore se fechou no seu brao puxando-o
                  de volta. "Desculpe-me Harry, eu devia ter avisado. Para trs,
                  por favor; eu acho que encontrei o lugar".
                  Harry no fazia idia do que Dumbledore queria dizer; esse
                  pedao de escurido era exatamente igual a todos os outros
                  para ele, mas Dumbledore parecia ter detectado algo especial.
                  Dessa vez sua mo no estava na parede, mas levantada para
                  frente, tocando o ar, como se estivesse esperando encontrar
                  algo invisvel.
                  "Oba!" Disse Dumbledore feliz, segundos depois. Sua mo se
                  fechou no ar sobre algo que Harry no podia ver. Dumbledore se
                  moveu para mais prximo da gua; Harry olhava nervoso enquanto
                  as pontas dos sapatos de Dumbledore chegavam perto da gua.
                  Mantendo sua mo apertando no ar, Dumbledore levantou a
                  varinha com a outra e encostou seu punho com a ponta.
                  Imediatamente uma grossa corrente verde de cobre apareceu,
                  estendendo-se das profundezas das guas at a mo de
                  Dumbledore. Dumbledore encostou de novo na corrente, que
                  comeou a correr pelo seu punho como uma cobra, se amontoando
                  no cho com um barulho metlico que ecoava nas pedras, puxando
                  algo da gua escura. Harry se engasgou quando viu a proa do
                  pequeno barco aparecer na superfcie, brilhando verde como a
                  corrente, e flutuando levemente para o ponto da margem onde
                  estavam Harry e Dumbledore.
                  "Como voc sabia que estava l?" Harry perguntou surpreso.
                  "Mgica sempre deixa traos" disse Dumbledore, enquanto o
                  barco atingia a borda com uma leve batida, "s vezes muito
                  distintos. Eu ensinei Tom Riddle. Eu conheo seu estilo."
                  "Esse... esse barco  seguro?".
                  "Ah... sim, eu acho que sim. Voldemort precisava criar uma
                  maneira de cruzar o lago sem chamar a ateno daquelas
                  criaturas que colocou nele no caso de querer visitar ou
                  remover seu Horcrux".
                  "Ento as coisas na gua no vo fazer nada se o cruzarmos no
                  barco de Voldemort?".
                  "Eu acho que precisamos aceitar o fato que elas vo, em algum
                  momento, perceber que no somos Lord Voldemort. At agora,
                  porm, temos nos sado bem. Elas nos permitiram pegar o
                  barco".
                  "Mas por que elas deixaram?" Perguntou Harry, que no podia
                  livrar-se da imagem de tentculos saindo da gua negra no
                  momento em que eles se afastassem da margem.
                  "Voldemort seria razoavelmente confiante de que ningum,
                  exceto um grande mago, poderia achar o barco", disse
                  Dumbledore. "Eu acho que ele estaria preparado para arriscar o
                  que era, na cabea dele, a improvvel possibilidade de que
                  algum o encontraria, sabendo que ele colocou outros
                  obstculos  frente que somente ele poderia penetrar. Veremos
                  se ele estava certo".
                  Harry olhou para o barco. Era realmente pequeno. "No parece
                  como se tivesse sido feito para duas pessoas. Ser que vai nos
                  agentar? Ser que ns no seremos muito pesados juntos?".
                  Dumbledore riu. "Voldemort no se importava com o peso, mas
                  com a quantidade de poder mgico que cruzasse o lago. Eu
                  prefiro pensar que um encantamento foi colocado no barco de
                  modo que somente um bruxo por vez poderia navegar nele".
                  "Mas ento -?".
                  "Eu no acho que voc conte, Harry: voc  menor de idade e
                  desqualificado. Voldemort nunca esperaria que um garoto de
                  dezesseis anos alcanasse esse lugar: eu acho improvvel que
                  seus poderes sejam contados se comparados aos meus". Essas
                  palavras no ajudaram para levantar a moral de Harry; talvez
                  Dumbledore tivesse percebido, pois continuou, "Um erro de
                  Voldemort, Harry, um erro de Voldemort... Idade  tola e
                  ignorvel quando se subestima a juventude... Agora, voc
                  primeiro e cuidado para no encostar na gua." Dumbledore
                  ficou de lado e Harry entrou com cuidado no barco. Dumbledore
                  entrou tambm, largando a corrente no cho. Eles se apertaram
                  juntos; Harry no podia se sentar confortavelmente, mas
                  agachou-se, seus joelhos juntos no canto do barco, que comeou
                  a se mover imediatamente. No havia som alm do assovio da
                  proa mexendo na gua; movia-se sem a ajuda deles, como se uma
                  corda invisvel estivesse o puxando para a luz no centro. Logo
                  eles no puderam mais ver as paredes da caverna; eles poderiam
                  estar no meio do oceano, exceto pelo fato de no haver ondas.
                  Harry olhou para baixo e viu o reflexo dourado da luz de sua
                  varinha na superfcie preta da gua enquanto passavam. O barco
                  estava fazendo profundas ondas na superfcie lisa do lago...
                  E ento Harry a viu, branca como mrmore, flutuando
                  centmetros abaixo da superfcie. "Professor!" Ele chamou, e
                  sua voz assustada ecoou alta sobre a gua silenciosa.
                  "Harry?".
                  "Eu acho que vi algo na gua - uma mo humana!".
                  "Sim, eu tenho certeza que voc viu", disse Dumbledore
                  calmamente.
                  Harry olhou para a gua, procurando pela mo que sumiu, e um
                  sentimento doentio apareceu na sua garganta.
                  "Ento aquela coisa que pulou da gua-?". Mas Harry sabia a
                  resposta antes que Dumbledore respondesse; a luz da varinha
                  passou por um espao dgua e o mostrou, dessa vez, um homem
                  morto deitado virado para cima centmetros abaixo da
                  superfcie, seus olhos abertos escondidos como que por teias,
                  seus cabelos e roupas se mexendo a seu redor como fumaa. "Tem
                  corpos aqui!" Disse Harry, e sua voz soava muito mais alta que
                  o normal, e diferente da dele.
                  "Sim", disse Dumbledore, "mas ns no precisamos nos preocupar
                  com eles agora".
                  "Agora?" Harry repetiu, tirando os olhos da gua para olhar
                  Dumbledore.
                  "No enquanto esto meramente flutuando pacificamente a
                  embaixo", disse Dumbledore. "No h nada que se temer de um
                  corpo, Harry, no mais do que se a de temer da escurido. Lord
                  Voldemort, que obviamente temia os dois, discorda. Mas
                  novamente ele mostra sua falta de sabedoria.  o desconhecido
                  que tememos quando vemos morte e escurido, nada mais". Harry
                  no disse nada; ele no queria discutir, mas achou a idia de
                  que havia corpos horrvel e, pior, ele no acreditou que eles
                  no eram perigosos.
                  "Mas um deles pulou", ele falou, tentando fazer sua voz to
                  calma e baixa como a de Dumbledore. "Quando eu tentei convocar
                  o Horcrux, um corpo pulou do lago".
                  "Sim", disse Dumbledore. "Eu tenho certeza de que uma vez que
                  peguemos o Horcrux, ns vamos ach-los menos pacficos. Porm,
                  como vrias criaturas que vivem no frio e na escurido, eles
                  temem a luz e o calor, os quais devemos chamar para nos ajudar
                  se tivermos necessidade. Fogo, Harry," Dumbledore completou
                  com um sorriso, respondendo  expresso de dvida de Harry.
                  "Ah... certo..." disse Harry rapidamente. Ele virou sua cabea
                  para olhar o brilho verde no qual o barco continuava a se
                  movimentar. Ele no podia mais fingir que no estava
                  assustado. O grande lago negro, junto com os mortos...
                  Pareciam que fora h horas e horas atrs que ele tinha
                  encontrado a Professora Trelawney, que ele tinha dado o Felix
                  Felicis para Rony e Hermione... Ele de repente queria ter se
                  despedido melhor deles... E ele nem viu Gina...
                  "Quase l", disse Dumbledore feliz. Certamente a luz verde
                  parecia estar crescendo, finalmente, e em minutos o barco
                  parou, batendo gentilmente no que Harry no podia ver de
                  primeira, mas quando levantou sua varinha iluminada viu que
                  chegaram a uma pequena ilha de pedras no centro do lago.
                  "Cuidado para no tocar na gua", disse Dumbledore novamente
                  enquanto Harry saa do barco.
                  A ilha no era maior que o escritrio de Dumbledore, um
                  amontoado de pedras pretas lisas nas quais no havia nada,
                  exceto a fonte daquela luz verde, que parecia muito mais clara
                  se vista de perto. Harry piscou para ela; no comeo, ele achou
                  que fosse um tipo de lmpada, mas ento ele viu que a luz
                  vinha de uma bacia de pedra como a penseira, que estava no
                  topo de um pedestal. Dumbledore aproximou a bacia e Harry o
                  seguiu. Lado a lado, eles a olharam. A bacia estava cheia de
                  um lquido esmeralda que emitia aquele brilho fosforescente.
                  "O que  isso?" Harry perguntou, baixo.
                  "No tenho certeza". Disse Dumbledore. "Porm,  algo mais
                  temvel que sangue e corpos". Dumbledore puxou a manga de sua
                  roupa que estava sobre a mo escurecida e levou as pontas de
                  seus dedos queimados na direo na superfcie da poo.
                  "Senhor, no, no toque -!".
                  "Eu no posso toc-la", disse Dumbledore, sorrindo vagamente.
                  "Est vendo? Eu no posso me aproximar mais do que isso.
                  Tente".
                  Observando, Harry ps sua mo na bacia e tentou tocar na
                  poo. Ele encontrou uma barreira invisvel que o prevenia de
                  chegar a dois centmetros dela. No importando quo forte ele
                  empurrasse, seus dedos s encontravam ar slido e flexvel.
                  "Fora do caminho, por favor, Harry", disse Dumbledore. Ele
                  ergueu a varinha e fez complicados movimentos sobre a
                  superfcie da poo, murmurando sem fazer sons. Nada
                  aconteceu, exceto talvez que a poo tenha ficado mais clara.
                  Harry permaneceu silencioso enquanto Dumbledore trabalhava,
                  mas depois de um tempo Dumbledore guardou a varinha, e Harry
                  achou seguro voltar a falar.
                  "Voc acha que o Horcrux est a, senhor?".
                  "Ah, sim". Dumbledore olhou mais prximo da bacia. Harry viu
                  seu rosto refletido, de cabea para baixo, na lisa superfcie
                  da poo verde. "Mas como alcan-la: Essa poo no pode ser
                  tocada por mos, no pode desaparecer, separar-se, despejar-se
                  ou acabar, nem pode ser transfigurada, encantada ou de alguma
                  forma mudar sua natureza". Quase que inconscientemente,
                  Dumbledore ergueu a varinha novamente, girou-a no ar, e depois
                  pegou a taa de cristal que conjurou do nada. "Eu s posso
                  concluir que essa poo deve ser bebida".
                  "O que?" Disse Harry. "No!".
                  "Sim, eu acho que deve: Somente bebendo-a eu posso esvaziar a
                  bacia para ver o que est no fundo dela".
                  "Mas e se - e se ela te matar?".
                  "Ah, eu duvido que ela funcione assim", disse Dumbledore
                  calmamente. "Lord Voldemort no iria querer matar quem
                  alcanasse essa ilha". Harry no podia acreditar. Era essa
                  mais uma parte maluca da idia de Dumbledore de ver o lado bom
                  em todos?
                  "Senhor", disse Harry, tentando manter sua voz normal,
                  "senhor,  de Voldemort que estamos -".
                  "Me desculpe, Harry; eu devia ter dito, ele no iria querer
                  matar imediatamente a pessoa que chegasse a essa ilha",
                  Dumbledore se corrigiu. "Ele iria querer mant-la viva tempo o
                  suficiente para descobrir como ela conseguiu penetrar to
                  longe em suas defesas e, o mais importante de tudo, por que
                  ela estaria to interessada em esvaziar a bacia. No se
                  esquea de que Voldemort pensa que somente ele sabe sobre seus
                  Horcruxes".
                  Harry tentou falar novamente, mas dessa vez Dumbledore
                  levantou a mo pedindo silncio, observando o liquido
                  esmeralda, evidentemente pensando. "Sem dvida", ele falou,
                  finalmente, "essa poo deve agir de modo a me prevenir de
                  pegar o Horcrux. Pode me paralisar, me fazer esquecer por que
                  estou aqui, me dar tanta dor que eu me distraia, ou me fazer
                  incapaz de outra maneira. Sendo esse o caso, Harry ser o seu
                  dever me manter bebendo, mesmo que voc tenha que jogar a
                  poo na minha protestante boca. Voc entende?".
                  Seus olhos se encontraram acima da bacia, cada rosto plido
                  iluminado com aquela estranha luz verde. Harry no falou nada.
                  Era por isso que ele tinha sido convidado - para forar que
                  Dumbledore bebesse a poo que poderia causar grande dor a
ele?
                  "Voc se lembra", disse Dumbledore, "da condio que eu lhe
                  dei para traz-lo comigo?".
                  Harry hesitou, olhando nos olhos azuis que se tornaram verdes
                  na luz refletida da bacia.
                  "Mas e se -?".
                  "Voc jurou, ou no, que seguiria qualquer comando que eu lhe
                  passasse?".
                  "Sim, mas -".
                  "Eu te avisei, ou no, que poderia haver perigo?".
                  "Sim", disse Harry, "mas -".
                  "Bem, ento", disse Dumbledore, sacudindo sua manga mais uma
                  vez e levantando o clice vazio, "voc tem a minha ordem".
                  "Por que eu no posso beber a poo no seu lugar?" Pediu Harry
                  desesperado.
                  "Por que eu sou muito mais velho, mas esperto e menos
                  valioso", disse Dumbledore. "De uma vez por todas, Harry, eu
                  tenho ou no a sua palavra de que voc vai fazer tudo a seu
                  poder para me manter bebendo?".
                  "No poderia -?".
                  "Eu a tenho?".
                  "Mas -"
                  "A sua palavra, Harry" .
                  "Eu - tudo bem, mas -".
                  Antes que Harry pudesse continuar a protestar, Dumbledore
                  baixou o clice para dentro da poo. Por uma frao de
                  segundo, Harry torceu para que no fosse capaz de tocar a
                  poo com o clice, mas o cristal afundou na superfcie como
                  se nada a impedisse; quando a taa estava cheia, Dumbledore a
                  levou a boca. "Para sua boa sade, Harry".
                  E ele bebeu o copo. Harry assistiu, aterrorizado, suas mos
                  segurando a base da bacia to fortemente que seus dedos
                  estavam brancos.
                  "Professor?" Ele falou ansioso, enquanto Dumbledore abaixava o
                  copo. "Como voc se sente?".
                  Dumbledore balanou a cabea, seus olhos fechados. Harry
                  imaginava se ele estava sofrendo. Dumbledore botou a taa
                  cegamente dentro da bacia, reencheu-a, e bebeu de novo.
                  Em silncio, Dumbledore bebeu trs copos cheios da poo.
                  Ento, no meio do quarto, ele parou e caiu em direo a bacia.
                  Seus olhos ainda estavam abertos, sua respirao pesada.
                  "Professor Dumbledore?" Disse Harry, sua voz estrangulada.
                  "Voc pode me ouvir?".
                  Dumbledore no respondeu. Sua face estava se torcendo como se
                  estivesse profundamente adormecido, mas tendo um terrvel
                  pesadelo. Sua fora para segurar o clice estava indo embora;
                  a poo estava para se derramar. Harry avanou e conseguiu
                  pegar a taa, segurando-a com firmeza. "Professor, o senhor
                  pode me ouvir?" Repetiu alto, sua voz ecoando na caverna.
                  Dumbledore, ofegante, falou numa voz que Harry no reconheceu,
                  pois nunca tinha ouvido Dumbledore to assustado como nesse
                  momento.
                  "Eu no quero... No me faa...".
                  "Voc... Voc no pode parar, Professor", disse Harry. "Voc tem
                  que continuar bebendo, lembra? Voc me disse que tinha que
                  continuar bebendo. Aqui..." Se odiando e detestando o que estava
                  fazendo, Harry forou o clice de volta para a boca de
                  Dumbledore e o virou, para que Dumbledore bebesse o restante
                  da poo.
                  "No", ele berrou, enquanto Harry abaixava o copo de volta
                  para a bacia e reenchia-o. "Eu no quero... Eu no quero... Me
                  deixe ir...".
                  "Est bem, Professor", disse Harry, suas mos tremendo. "Est
                  tudo bem, estou aqui -".
                  "Faa-o parar, faa-o parar" reclamava Dumbledore.
                  "Sim... sim, isso vai faz-lo parar". Mentiu Harry. Ele
                  derramou o contedo do clice na boca aberta de Dumbledore.
                  Dumbledore gritou; o som ecoou pela cmara, atravs do lago
                  negro.
                  "No, no, no, no, no posso, no me faa, eu no quero...".
                  "Est tudo bem Professor, tudo bem!" Disse Harry em voz alta,
                  suas mos tremendo tanto que ele quase no conseguia segurar o
                  sexto clice cheio da poo; a bacia estava na metade agora.
                  "Nada est acontecendo com voc, voc est a salvo, isso no 
                  real, eu juro que no  real - tome isso, agora, tome isso..."
                  E obedientemente, Dumbledore bebia, como se o que Harry
                  oferecia fosse um antdoto, mas quando bebia, caia em cima de
                  seus joelhos, tremendo incontrolavelmente.
                  " tudo minha culpa, minha culpa", ele soluava. "Faa-o
                  parar, eu sei que eu fiz errado, por favor, faa-o parar e eu
                  nunca, nunca mais...".
                  "Isso vai faz-lo parar, Professor", disse Harry, sua foz
                  falhando enquanto ele derramava o stimo copo de poo na boca
                  de Dumbledore.
                  Dumbledore comeou a contrair-se como se torturadores
                  invisveis o rodeassem; sua mo machucada quase derrubou o
                  clice cheio das mos de Harry enquanto ele chorava, "No
                  machuque-os, no machuque-os, por favor, por favor,  tudo
                  minha culpa, machuque-me ao invs deles..."
                  "Aqui, beba isso, beba isso, voc vai ficar bem", disse Harry
                  desesperadamente, e mais uma vez Dumbledore o obedeceu,
                  abrindo a boca mesmo enquanto mantinha os olhos fechados e
                  tremia da cabea aos ps. E agora ele caia para frente,
                  gritando de novo, batendo as mos contra o cho, enquanto
                  Harry enchia o nono copo.
                  "Por favor, por favor, por favor, no... no aquilo, aquilo
                  no, eu farei qualquer coisa...".
                  "Beba, professor, apenas beba...".
                  Dumbledore bebeu como uma criana, mas quando terminou, gritou
                  como se estivesse pegando fogo. "Nada mais, por favor, no
                  quero mais...".
                  Harry pegou uma taa cheia e sentiu o cristal arrastar no
                  fundo da bacia. "Estamos quase l, Professor. Beba isso,
                  beba...".
                  Ele segurou Dumbledore pelos ombros e novamente, Dumbledore
                  bebeu o copo; ento Harry estava em p mais uma vez, enchendo
                  o clice enquanto Dumbledore voltava a gritar mais
                  desesperadamente que nunca, "Eu quero morrer! Eu quero morrer!
                  Faa-o parar, faa-o parar, eu quero morrer!".
                  "Beba isso, Professor. Beba isso...".
                  Dumbledore bebeu, e assim que acabou, gritou "ME MATE!".
                  "Esse - esse ir!" Ofegou Harry. "Beba esse... vai acabar...
                  tudo vai acabar!" Dumbledore bebeu o clice, at a ltima
                  gota, e ento, com um grande soluo, caiu para frente.
                  "No!" Gritou Harry, que tinha se levantado para encher
                  novamente o clice. Porm, ele deixou cair o copo na bacia,
                  foi para o lado de Dumbledore e virou-o sobre suas costas; os
                  culos de Dumbledore estavam torcidos, sua boca aberta, seus
                  olhos fechados. "No!" Disse Harry, mexendo Dumbledore, "no,
                  voc no est morto, voc disse que no era veneno, acorde,
                  acorde - Rennervate!" Ele gritou, sua varinha apontando para o
                  peito de Dumbledore; houve uma forte luz vermelha, mas nada
                  aconteceu "Rennervate - senhor - por favor -".
                  As plpebras de Dumbledore tremularam; O corao de Harry deu
                  um salto, "Senhor, voc est -?".
                  "gua". Resmungou Dumbledore.
                  "gua". Repetiu Harry, "Sim -" Ele se levantou e pegou a taa
                  que deixara cada na bacia; ele mal percebeu a caixa dourada
                  repousando em baixo dela.
                  "Aguamenti!" Ele gritou, encostando no clice com a varinha. O
                  clice se encheu de gua pura; Harry deixou-se cair ao lado de
                  Dumbledore, levantou a cabea dele, e levou o copo a seus
                  lbios - mas estava vazio. Dumbledore resmungou e comeou a
                  ofegar. "Mas eu tinha - espera - Aguamenti!" Disse Harry de
                  novo, apontando a varinha para o clice. De novo, por um
                  segundo, gua apareceu nele, mas ao se aproximar de Dumbledore
                  a gua sumiu novamente. "Senhor, estou tentando, estou
                  tentando!" Disse Harry desesperado, mas ele no acreditava que
                  Dumbledore podia ouvi-lo; ele rolou para seu lado e estava
                  respirando rapidamente como se estivesse agonizando.
                  "Aguamenti - Aguamenti - AGUAMENTI"
                  O clice se encheu e se esvaziou mais uma vez. E agora a
                  respirao de Dumbledore estava falhando. Com seu crebro
                  girando em pnico, Harry sabia, instintivamente, a nica
                  maneira de obter gua, pois Voldemort tinha planejado isto...
                  Ele foi at o canto da rocha e enfiou o clice no lago,
                  trazendo-o para cima cheio de gua gelada que no sumia.
                  "Senhor - aqui!" Harry gritou, e se jogando para frente,
                  derramou a gua sobre o rosto de Dumbledore.
                  Era o melhor que podia fazer, pois o sentimento gelado no seu
                  brao no era da gua fria. Uma mo escorregadia tinha
                  agarrado seu pulso. E a criatura  qual ela pertencia estava
                  puxando-o, devagar, pela rocha. A superfcie do lago no era
                  mais lisa; estava se mexendo, e para todo lugar que olhava,
                  cabeas brancas e mos emergiam da gua negra, homens,
                  mulheres e crianas com olhos molhados e sem viso estavam se
                  movendo em direo  rocha; um exrcito de mortos aparecendo
                  da gua negra.
                  "Petrificus Totalus!" Harry gritou, lutando, para a lisa e
                  mida superfcie da ilha enquanto ele apontava a varinha no
                  Inferius que segurava sua mo. Ele o soltou, caindo para trs
                  na gua, mas muitos outros Inferi estavam subindo para a
                  rocha, suas mos de osso segurando na superfcie escorregadia,
                  seus olhos brancos fixos nele, usando trapos encharcados,
                  rostos molhados cheios de malcia.
                  "Petrificus Totalus" Harry rugiu novamente, dando passos para
                  trs enquanto balanava a varinha pelo ar; seis ou sete
                  caram, mas havia mais vindo para ele. "Impedimenta!
                  Incarcerous!". Alguns deles tropearam, um ou dois presos em
                  cordas, mas aqueles que estavam vindo simplesmente pisavam
                  sobre os corpos cados. Ainda mexendo no ar com sua varinha,
                  Harry gritou, "Sectumsempra! SECTUMSEMPRA!" Mas apesar de
                  cortes aparecerem nos trapos e nas peles geladas, eles no
                  tinham sangue para derramar: eles continuavam a andar, sem
                  sentir, suas mos erguidas diante dele, e enquanto ele se
                  afastava, sentiu braos se fecharem por detrs dele, finos,
                  sem pele, frios como a morte, e seus ps perderam contato com
                  o cho quando eles o levantaram e comearam a carreg-lo,
                  vagarosamente e certamente de volta para a gua onde ele sabia
                  que no haveria soltura, onde ele seria afogado e se tornaria
                  mais um guardio de um fragmento da alma de Voldemort...
                  Mas ento, na escurido, fogo surgiu: vermelho e dourado, um
                  anel de fogo que rodeava a rocha de modo que os Inferi que
                  seguravam to fortemente Harry tropearam e hesitaram; eles
                  no se atreviam a passar pelas chamas para chegar  gua. Eles
                  largaram Harry; ele bateu no cho, escorregou pela rocha e
                  caiu, mexendo seus braos, depois voltando a se levantar,
                  erguendo a varinha e olhando ao redor.
                  Dumbledore estava em p novamente. Plido como qualquer um dos
                  Inferi ao redor deles, mas mais alto que qualquer um tambm, o
                  fogo se refletindo em seus olhos; sua varinha erguida como uma
                  tocha e de sua ponta saam chamas, como um grande lao,
                  circulando todos com calor. Os Inferi batiam-se, tentando
                  cegamente escapar do fogo no qual estavam presos...
                  Dumbledore pegou a caixa do fundo da bacia e guardou-a dentro
                  de sua roupa. Sem falar uma palavra, ele chamou Harry para seu
                  lado. Distrado pelas chamas, os Inferi pareciam no perceber
                  que sua presa estava escapando com Dumbledore, que levava
                  Harry de volta ao barco e o anel de fogo movendo junto a eles,
                  fazendo com que os Inferi os acompanhassem para a borda do
                  lago onde eles desceram agradecidos de volta para a gua
                  escura.
                  Harry, que estava tremendo, pensou por um momento que
                  Dumbledore poderia no ser capaz de entrar no barco; ele
                  tropeou um pouco enquanto tentava; todos os seus esforos
                  pareciam ser em tentar manter o anel de chamas em volta deles.
                  Harry o segurou e o ajudou de a subir no barco. Assim que eles
                  ficaram a salvo apertados dentro dele, ele comeou a se mover
                  de volta pela gua escura, para longe da rocha, ainda envolto
                  pelo anel de fogo, e parecia que os Inferi amontoados na gua
                  no ousavam subir.
                  "Senhor", chamou Harry, "senhor, eu esqueci - sobre o fogo -
                  eles estavam vindo para mim e eu entrei em pnico -".
                  "Compreensvel", murmurou Dumbledore. Harry ficou alarmado ao
                  ouvir quo fraca a voz dele estava.
                  Eles alcanaram a margem com uma leve batida e Harry saiu,
                  depois se virou rapidamente para ajudar Dumbledore. No momento
                  em que Dumbledore alcanou a margem ele descansou a mo da
                  varinha; o anel de fogo sumiu, mas os Inferi no emergiram da
                  gua novamente. O pequeno barco afundou na gua de novo;
                  batendo e arrastando-se, a corrente desceu na gua tambm.
                  Dumbledore deu um longo suspiro e se apoiou contra a parede da
                  caverna.
                  "Eu estou fraco..." ele falou.
                  "No se preocupe, senhor". Disse Harry imediatamente, ansioso
                  sobre a extrema palidez de Dumbledore e sobre seu ar de
                  exausto. "No se preocupe, eu vou nos levar de volta...
                  Apie-se em mim, senhor...".
                  E puxando o brao inteiro de Dumbledore sobre seus ombros,
                  Harry guiou seu diretor de volta ao redor do lago, carregando

                  a maioria do seu peso.
                  "A proteo foi... depois de tudo... bem feita". Disse
                  Dumbledore fracamente. "Um sozinho no conseguiria... Voc fez
                  bem, muito bem, Harry...".
                  "No fale agora". Disse Harry, temendo o quo pesada a voz de
                  Dumbledore havia ficado, o peso que seus ps estavam
                  carregando. "Guarde as suas energias, senhor... Ns logo
                  sairemos daqui...."
                  "A passagem ter se fechado novamente... Minha faca...".
                  "No precisa, eu me cortei na pedra". Disse Harry firmemente.
                  "S me diga onde...".
                  "Aqui...".
                  Harry encostou seu antebrao machucado na pedra: tendo
                  recebido o tributo de sangue, o arco se reabriu
                  instantaneamente. Eles saram da caverna, e Harry ajudou
                  Dumbledore a voltar pela gua gelada do mar que enchia a
                  abertura do penhasco.
                  "Vai ficar tudo bem, senhor". Harry repetia, mais preocupado
                  pelo silncio de Dumbledore do que tinha estado pela sua voz
                  enfraquecida. "Estamos quase l... Eu posso nos Aparatar de
                  volta... No se preocupe...".
                  "Eu no estou preocupado Harry". Disse Dumbledore, sua voz um
                  pouco mais forte apesar da gua gelada. "Eu estou com voc".






Captulo 27: A Torre do Raio-golpeado. (talvez seja O raio na Torre)

Uma vez de volta sob o cu estrelado, Harry levantou Dumbledore ao topo da rocha mais prxima e ento o colocou de p. Encharcado e tremendo, com o peso de Dumbledore
ainda nele, Harry se concentrou como ele jamais tinha feito, o mximo possvel em seu destino: Hogsmeade. Fechando seus olhos, ele agarrou o brao de Dumbledore
to firmemente quanto pde e se colocou adiante daquele sentimento de presso horrvel.
Ele soube que tinha funcionado antes mesmo de abrir os olhos, o cheiro de sal e brisa marinha tinham sumido. Ele e Dumbledore estavam tremendo e gotejando no meio
da escura Rua Alta em Hogsmeade. Por um momento horrvel a imaginao de Harry lhe mostrou mais Inferis que rastejavam em sua direo ao redor das lojas, mas ele
piscou e viu que nada estava se mexendo; tudo estava parado, uma escurido completa  exceo de algumas lmpadas de rua e altas janelas iluminadas.
Ns conseguimos, Professor! Harry sussurrou com dificuldade; de repente ele percebeu algo queimando em seu peito. Ns conseguimos! Ns pegamos o Horcrux!
Dumbledore cambaleou contra ele. Por um momento, Harry pensou que sua inexperiente Aparatao tivesse deixado Dumbledore fora de equilbrio; ento ele viu a face
dele, mais plida e mais mida que j vira sob a luz distante de um poste.
Senhor, est bem?
 J estive melhor,  disse Dumbledore fraco, entretanto os cantos de sua boca se contraram. Aquela poo... No era nada saudvel...
E para o horror de Harry, Dumbledore caiu no cho.
 Senhor...Est tudo bem, senhor, vai ficar bem, no se preocupe.
Ele olhou em volta desesperadamente por ajuda, mas no havia ningum para ser visto e tudo que ele podia pensar era que ele deveria, de alguma maneira, levar Dumbledore
depressa a um hospital.
Ns precisamos chegar at a escola, Senhor... Madame Pomfrey...
No, disse Dumbledore. ... Do Professor Snape que eu preciso... Mas acho que no posso caminhar muito, contudo...
Certo, senhor, escute... Eu vou bater em uma porta, achar um lugar onde voc possa ficar - ento eu posso correr e chegar a Madame...
Severus, disse Dumbledore claramente. Eu preciso de Severus...
Certo ento, Snape - mas vou ter que o deix-lo por um momento assim eu posso...
Antes que Harry pudesse fazer algum movimento, porm, ele ouviu passos de algum correndo. O corao dele saltou: algum tinha visto, algum sabia que eles precisavam
de ajuda - e dando uma olhada ao seu redor viu a Madame Rosmerta que corria rua abaixo no escuro na direo deles com salto alto, cheio dos frufrus, usando um roupo
de seda bordado com drages.
Eu vi vocs aparatando quando estava puxando minhas cortinas do quarto! Oh meu Deus, no pude pensar no que faz... - mas o que tem de errado com Albus?
Ela veio hesitante, enquanto arquejava, e fitou os largos olhos de Dumbledore.
Ele est ferido, disse Harry. Madame Rosmerta, ele pode entrar nos Trs Vassouras enquanto eu vou ate a escola e consigo ajuda para ele?
Voc no pode ate ir ate l sozinho! Voc no percebeu - no o viu?
 Se voc me ajudar a apoi-lo, disse Harry, no a escutando, eu acho que ns podemos coloc-lo l dentro...
O que aconteceu? Perguntou Dumbledore. Rosmerta, o que tem de errado?
A...A Marca Negra, Albus.
E ela apontou para o cu, na direo de Hogwarts. O medo inundou Harry ao som dessas palavras... Ele se virou e olhou.
L estava, se mantendo no cu sobre a escola: o flamejante crnio verde com uma lngua de serpente, a marca que os Comensais da Morte deixavam para trs sempre que
eles tinham entrado em um edifcio... Onde quer que eles tivessem matado...
Quando apareceu? Perguntou Dumbledore, e sua mo apertou dolorosamente o ombro de Harry enquanto ele lutava para ficar em p.
Deve ter sido minutos atrs, no estava l quando coloquei o gato para fora, mas quando eu fui para o andar superior-.
Ns precisamos voltar imediatamente ao castelo,  disse Dumbledore. Rosmerta, e mesmo cambaleando um pouco, ele parecia ter completamente o controle da situao,
ns precisamos de transporte - vassouras-.
Eu tenho algumas atrs no bar, ela disse, parecendo muito amedrontada. Eu devo correr e busc-las?...
No, Harry pode fazer isso.
Harry elevou sua varinha imediatamente.
Accio vassouras da Rosmerta.
Um segundo depois eles ouviram um estrondo alto quando a porta da frente do bar se abriu; duas vassouras tinham sado para a rua, estavam correndo lado a lado e
pararam imveis ao lado de Harry, tremendo ligeiramente, na altura da cintura.
Rosmerta, por favor, envie uma mensagem ao Ministrio,  disse Dumbledore, enquanto ele montava na vassoura mais prxima dele. Pode ser que ningum dentro de Hogwarts
tenha percebido qualquer coisa de errado... Harry, vista sua capa de Invisibilidade.
Harry tirou a sua Capa do bolso e lanou-a sobre si antes de montar sua vassoura; Madame Rosmerta j estava cambaleando de volta ao bar enquanto Harry e Dumbledore
saam fora do cho e subiam para ar.  Quando eles aceleraram em direo ao castelo, Harry olhou lateralmente para Dumbledore, pronto para agarr-lo se ele casse,
mas a viso da Marca Negra parecia ter agido em Dumbledore como um estimulante: ele tinha se curvado baixo sobre a vassoura, com os olhos fixos na Marca, seus longos
cabelos prateados e a barba voavam atrs dele no ar noturno. Harry tambm olhou  frente para o crnio, e o medo inchou dentro dele como uma bolha venenosa, enquanto
comprimia seus pulmes, controlando todo o desconforto de sua mente...
 Quanto tempo eles tinham estado fora? Tinha a sorte de Ron, Hermione e Gina se esgotado? Era um deles que tinha feito a Marca Negra ser fixada em cima da escola,
ou era Neville, ou Luna, ou algum outro scio da AD? E se fosse... Ele que tinha lhes dito que patrulhassem os corredores, ele tinha lhes pedido que deixassem a
segurana de suas camas... Seria ele responsvel, novamente, pela morte de um amigo?
Enquanto eles voavam na escurido, passavam pelo caminho, abaixo, pelo qual eles tinham caminhado mais cedo. Harry ouviu, por cima do assobio do ar noturno em suas
orelhas, que Dumbledore murmura novamente em algum idioma estranho. Ele pensou e entendeu o por que ele sentiu sua vassoura tremer em um momento quando eles voavam
por cima dos muros que delimitavam a escola: Dumbledore estava desfazendo os encantos que ele tinha fixado ao redor do castelo, de forma que eles poderiam entrar
com velocidade. A Marca Negra estava brilhando diretamente sobre a Torre de Astronomia, a mais alta do castelo. Isso significava que a morte tinha acontecido l?
 Dumbledore j tinha cruzado as plataformas e estava desmontando; Harry pousou prximo a ele segundos depois e deu uma olhada em volta.
 As plataformas estavam desertas. A porta para a escada em caracol que conduzia de volta at o castelo estava fechada. No havia sinal de luta, nem briga com morte,
nenhum corpo.
 O que isso significa? Harry perguntou para Dumbledore, enquanto olhava para o crnio verde com o lngua de serpente que se refletia malvadamente sobre eles.  a
Marca realmente? Algum definitivamente foi m... Professor?
No brilho verde escuro da Marca Harry viu Dumbledore apertar seu trax com sua mo enegrecida.
V e desperte Severus,  disse Dumbledore fracamente, mas de maneira clara. Conte a ele o que aconteceu e o traga a mim. No faa mais nada, no fale com ningum
e no remova sua Capa. Eu esperarei aqui.
Mas -
Voc jurou me obedecer, Harry - v!
Harry se apressou para porta que conduzia  escada espiral, mas sua mo s tinha h pouco fechado sobre anel de ferro da porta quando ele ouviu passos correndo do
outro lado. Ele olhou em volta para Dumbledore que gesticulou para ele retroceder. Harry voltou, enquanto puxava sua varinha.
 A porta se abriu violentamente, algum entrou e gritou: Expelliarmus!
O corpo de Harry ficou rgido e imvel imediatamente, e ele se sentiu cair para trs apoiando na parede da Torre, como uma esttua instvel, incapaz de se movimentar
ou falar. Ele no pde entender como tinha acontecido - Expelliarmus no era um encantamento para imobilizar.
Ento, pela luz da Marca, ele viu a varinha de Dumbledore voando em um arco para cima da extremidade das plataformas e ento... Dumbledore imobilizou Harry sem usar
palavras, e o segundo que ele tinha levado para executar o feitio tinha lhe custado a chance de se defender.
Levantando-se contra as plataformas, com a face muito plida, Dumbledore ainda no mostrava nenhum sinal de pnico ou angstia. Ele somente olhou para quem o tinha
desarmado e disse: boa noite, Draco.
Malfoy pisou adiante, enquanto olhava depressa ao redor para conferir se ele e Dumbledore estavam ss. Os olhos dele pararam na segunda vassoura.
Quem mais est aqui?
Essa pergunta eu deveria lhe fazer. Ou voc est agindo s?
Harry viu os olhos plidos de Malfoy encarando Dumbledore por causa do claro esverdeado da Marca.
No. Ele disse. Eu tenho ajuda. H Comensais da Morte aqui em sua escola esta noite.
Bem, bem. Disse Dumbledore, como se Malfoy estivesse mostrando a ele um ambicioso projeto de lio de casa. Realmente muito bom. Voc achou um modo para os deixar
entrar, como o fez?
Sim, disse Malfoy, que estava arquejando. Bem debaixo do seu nariz e voc nunca percebeu!
Engenhoso,  disse Dumbledore. Contudo... Perdoe-me... Onde eles esto agora? Voc parece sem assistncia.
Eles se encontraram com alguns de seus guardas. Esto tendo uma briga l em baixo. Eles no vo demorar... Eu vim na frente. Eu - eu tenho um trabalho para fazer.
Bem, ento, voc tem que seguir com o que voc tem que fazer, meu querido menino, disse Dumbledore suavemente.
Havia silncio. Harry estava preso dentro de seu prprio invisvel e paralisado corpo, enquanto encarava os dois, suas orelhas tentando ouvir os sons da briga distante
dos Comensais da Morte, e em frente a ele, Draco Malfoy fez nada mais que olhar fixo a Albus Dumbledore que, inacreditavelmente, sorriu.
Draco, Draco, voc no  um assassino.
Como voc sabe? Disse Malfoy imediatamente.
Ele parecia perceber o quo infantil suas palavras tinham soado; Harry o viu corar sob a luz esverdeada da Marca.
Voc no sabe do que eu sou capaz,  disse Malfoy vigorosamente, voc no sabe o que eu fiz!
Oh, sim, eu sei, disse Dumbledore suavemente. Voc quase matou Katie Bell e Ronald Weasley. Voc tem tentado, com crescente desespero, me matar todo o ano. Perdoe-me,
Draco, mas elas foram tentativas fracas... To fracas, para ser honesto, que eu duvido se seu corao realmente esteve empenhado...
Esteve sim! Disse Malfoy veementemente. Eu tenho trabalhado nisso o ano todo, e hoje  noite...
Em algum lugar nas profundidades do castelo, debaixo de Harry houve um grito amortecido. Malfoy endureceu e olhou por cima de seu ombro.
Algum est tendo uma briga boa, disse Dumbledore convencionalmente. Mas voc estava dizendo... Sim, como voc planejou introduzir Comensais da Morte em minha escola
que, eu admito, pensei ser impossvel... Como voc fez isso?
Mas Malfoy no disse nada: ele ainda estava escutando tudo aquilo que estava acontecendo abaixo e parecia quase to paralisado quanto Harry.
Talvez voc deva seguir com o trabalho sozinho, sugeriu Dumbledore. E se a sua ajuda foi impedida pelos meus guardas? Talvez voc no tenha percebido, mas h membros
da Ordem da Fnix aqui hoje  noite tambm. E afinal de contas, voc realmente no precisa de ajuda... Estou sem varinha no momento... Eu no posso me defender.
Malfoy somente o encarou.
Eu vejo, disse Dumbledore amavelmente, quando Malfoy nem se moveu nem falou. Voc tem medo de agir at que eles cheguem.
 Eu no tenho medo! Rosnou Malfoy, entretanto ele ainda no tinha feito nenhum movimento para ferir Dumbledore.
 voc que deveria estar assustado!
Mas por que? Eu no acho que voc me matar, Draco. Matar no  to fcil quanto voc inocentemente acredita... Assim enquanto ns esperamos por seus amigos, me
fale... Como voc os contrabandeou para dentro? Parece ter levado muito tempo para calcular como faz-lo.
Malfoy olhou como se ele estivesse lutando contra o desejo de gritar, ou vomitar. Ele respirou varias e fundas vezes, enquanto fitava Dumbledore, com sua varinha
apontando diretamente ao corao dele. Ento, como se ele no pde se controlar, disse, Eu tive que reparar aquele Gabinete que Desaparece quebrado que ningum tinha
usado durante anos. Aquele onde Montague se perdeu no ano passado.
Aaaah..
O suspiro de Dumbledore era quase um gemido. Ele fechou seus olhos por um momento.

Isso foi inteligente... H um par, eu assumo?
O outro est na Borgin & Burkes disse Malfoy e eles tm um tipo de passagem entre eles. Montague me falou que quando ele estava preso no de Hogwarts, ele estava
enrolado em limbo, mas s vezes ele podia ouvir o que acontecia na escola, e s vezes o que estava acontecendo na loja, como se o Gabinete estivesse viajando entre
eles, mas ele no pde fazer ningum ouvi-lo... No fim ele conseguiu Aparatar para fora dele, embora ele no tivesse passado em seu teste. Ele quase morreu, fazendo
isto. Todo o mundo pensou que era realmente uma boa histria, mas eu fui o nico que percebeu o significado -mesmo Borgin no sabia - eu fui o nico que percebeu
que poderia ter um modo de penetrar Hogwarts, pelos Gabinetes se eu consertasse o quebrado.
Muito bom. Murmurou Dumbledore. Assim os Comensais da Morte puderam passar de Borgin e Burkes para a escola e o ajudar... Um plano inteligente, um plano muito inteligente...
E, como voc disse, bem debaixo do meu nariz...
Sim. Disse Malfoy que, grotescamente, parecia criar coragem e confrontar do elogio de Dumbledore. Sim, era!
Mas houve tempos, Dumbledore continuou, em que teve certeza do sucesso reparando o Gabinete, no ? E voc resolveu, julgando mal e cruelmente, me enviar um colar
amaldioado que acabou por alcanar as mos erradas... Envenenando, havia s uma pequena chance que eu poderia beber...
Sim, bem, mas voc no descobriu quem estava por atrs daquela matria-prima, no ? Zombou Malfoy, Dumbledore deslizou um pouco sobre as plataformas, a fora de
suas pernas estavam enfraquecendo aparentemente, e Harry lutou sem resultados, contra o encanto que o mantinha.
De fato, eu sabia. Disse Dumbledore. Eu estava seguro que era voc.
Por que voc no me impediu, ento?
Eu tentei, Draco. Professor Snape tem mantido os olhos em voc sob minhas ordens -
Ele no tem o feito sob suas ordens, ele prometeu a minha me -.
Claro que isso  o que ele lhe contaria, Draco, mas -.
Ele  um agente duplo, seu homem velho e estpido, ele no est trabalhando para voc, voc pensa que ele est!
Ns temos que concordar em diferir nisso, Draco. Acontece que eu confio no Professor Snape -
Bem, voc est perdendo seu controle, ento! Zombou Malfoy. Ele me ofereceu bastante ajuda, querendo toda a glria para ele, querendo um pouco de ao. -O que voc
est fazendo? Voc que fez o colar, estpido poderia ter acabado com tudo - "Mas eu no lhe contei o que estava fazendo na Sala Precisa, ele vai acordar amanh e
tudo estar terminado, ele no ser mais o favorito do Senhor Escuro, ele no ser nada comparado a mim, nada!".
Muito gratificante disse Dumbledore suavemente. Todos ns gostamos de apreciao pelo nosso trabalho duro, claro que... Mas voc deve ter tido um cmplice, afinal
de contas... Algum em Hogsmeade, algum que pde levar o colar  Katie ; o, o, aaaah...
Dumbledore fechou os seus olhos novamente e chacoalhou a cabea como se estivesse a ponto de dormir.
..Claro que... Rosmerta. H quanto tempo ela esta debaixo do encantamento Imperius?
Chegou l afinal, no ? Malfoy escarneceu.
Houve outro grito vindo de baixo, muito mais alto que o ltimo. Malfoy olhou nervosamente para trs novamente e de volta a Dumbledore, que continuou.
Rosmerta, pobrezinha foi forada a se espreitar no prprio banheiro e passar o colar para qualquer estudante de Hogwarts que entrasse no lugar desacompanhado? E
o licor envenenado... Bem, naturalmente, Rosmerta pde envenen-lo para voc antes dela enviar a garrafa a Slughorn, acreditando ser meu presente de Natal... Sim,
muito perfeito... Bem feito... Pobre Filch, claro que no pensou em conferir uma garrafa de Rosmerta... Diga-me, como voc tem se comunicado com Rosmerta? Eu pensei
que ns tnhamos todos os mtodos de comunicao dentro e fora da escola monitorados.
Moedas encantadas, disse Malfoy, como se ele tivesse sido compelido a continuar falando, entretanto a mo de sua varinha estava tremendo bastante. Eu tinha uma e
ela tinha a outra eu podia enviar mensagens a ela -
No  esse o mtodo secreto de comunicao que o grupo que se chamava a Armanda de Dumbledore usou o ano passado? Perguntou Dumbledore. A voz dele estava clara e
socivel, mas Harry o viu deslizar uma polegada abaixo na parede enquanto ele disse isso.
 Sim, eu usei a idia deles, disse Malfoy, com um sorriso amarelo. Eu peguei a idia de envenenar o licor da sangue-ruim Granger, bem, eu a ouvi falando na biblioteca
algo sobre Filch no reconhecer poes...
Por favor, no use essa palavra ofensiva na minha frente. Disse Dumbledore.
Malfoy deu uma risada malvada.
Voc se preocupa quando eu digo "Sangue-ruim?" Quando estou a ponto de te matar?
Sim, eu me importo, disse Dumbledore e Harry viu os ps dele deslizarem um pouco mais no cho enquanto ele lutava para permanecer em p. Mas sobre estar a ponto
de me matar, Draco, voc teve vrios longos minutos. Ns estamos bastante a ss. Eu estou o mais inofensivo que voc poderia ter sonhado em me encontrar e voc ainda
no agiu...
A boca de Malfoy se contorceu involuntariamente, como se ele tivesse provado algo muito amargo.
Agora, sobre esta noite, Dumbledore foi em frente, eu estou um pouco confuso sobre como aconteceu... Voc soube que eu tinha deixado a escola? Mas claro que... Ele
mesmo respondeu sua prpria pergunta,  Rosmerta me viu partindo, ela passou a informao usando sua moeda engenhos, tenho certeza...
Est certo, disse Malfoy. Mas ela disse que voc s estava indo por uma bebida e estaria de volta...
Bem, certamente eu tomei uma bebida... E voltei... Depois de um longo tempo, resmungou Dumbledore.  Ento voc decidiu preparar uma armadilha para mim?

Ns decidimos pr a Marca Negra em cima da Torre para conseguir que voc se apressasse para voltar, ver quem tinha sido morto. Disse Malfoy. E funcionou!
Bem... Sim e no... Disse Dumbledore. Mas posso concluir, ento, que ningum foi assassinado?
Algum est morto disse Malfoy e a voz dele parecia subir uma nota enquanto ele dizia isto. Um dos seus... Eu no sei quem, estava escuro... Eu pisei em cima de
um corpo... Eu tinha que estar esperando aqui quando voc voltasse, s seu grupo da Fnix ficou no caminho...
Sim, eles fazem isso,  disse Dumbledore.
Houve um estrondo e gritos abaixo, mais alto que nunca; soando como se as pessoas estivessem lutando na escadaria em espiral que conduziam para onde Dumbledore,
Malfoy e Harry estavam e o corao de Harry trovejou despercebido no peito invisvel dele... Algum estava morto... Malfoy tinha pisado em cima do corpo... Mas quem
seria?
H pouco tempo, de uma maneira ou de outra,  disse Dumbledore.  Assim nos resta discutir suas opes, Draco.
Minhas opes! Disse Malfoy ruidosamente. Eu estou aqui com minha varinha - eu estou a ponto de mata-lo -
Meu querido menino, voc no me permitiu ter mais nenhuma pretenso sobre isso. Se voc fosse me matar, voc teria feito isto antes, quando voc me desarmou, voc
no teria parado para esta conversa agradvel sobre modos e meios.
Eu no tenho nenhuma opo! Disse Malfoy e ele estava com rosto to mortalmente plido quanto Dumbledore. Eu tenho que fazer isto! Ele me matar! Ele matar minha
famlia inteira!
Eu percebo a dificuldade de sua posio,  disse Dumbledore. Por que outro motivo voc acha que eu no o confrontei antes? Porque eu soube que voc seria assassinado
por Lorde Voldemort se ele percebesse que eu suspeitava.
Malfoy estremeceu ao som do nome.
"Eu no ousei falar com voc sobre esta misso quando eu soube que tinha sido confiada a voc, no caso dele usar Legilimncia contra voc". Continuou Dumbledore.
"Mas agora, afinal, ns podemos falar claramente a um ao outro... Nenhum dano foi causado, voc no feriu ningum, entretanto, voc tem muita sorte que suas vtimas
por engano sobreviveram... eu o posso ajudar, Draco".
"No, voc no pode", disse Malfoy, a mo da varinha muito mal, realmente tremendo. "Ningum pode. Ele me disse que fizesse isto ou ele me mataria. Eu no tenho
nenhuma escolha".
"Venha para o lado certo, Draco, e ns poderemos o esconder mais completamente que voc possa imaginar possvel. E mais, eu posso enviar os membros da Ordem, hoje
 noite,  sua me e esconde-la tambm. Seu pai est seguro, no momento, em Azkaban... quando chegar a hora, ns poderemos o proteger tambm... venha para o lado
certo, Draco... voc no  um assassino..."
Malfoy encarou Dumbledore.
"Mas eu fui muito longe, no fui?" Ele disse lentamente. Eles pensaram que eu morreria na tentativa, mas eu estou aqui... E voc est em meu poder... Eu sou o nico
com uma varinha... Voc est sob minha clemncia...".
"No, Draco". Disse Dumbledore, baixinho.  minha clemncia, e a no sua o que importa agora".
Malfoy no falou. A boca dele estava aberta, a mo da varinha ainda tremendo. Harry pensou ter visto ele a abaixar por uma frao de segundos -
Mas, de repente, passos estavam ressoando pelos degraus e um segundo aps, Malfoy foi empurrado longe quando quatro pessoas vestidas de negro passaram pelo baluarte
de entrada. Ainda paralisado, olhando sem pestanejar, Harry contemplou com terror aos quatro estranhos: parecia que os Comensais da Morte tinham ganhado a batalha
l embaixo.
Um homem de aparncia lupina com uma estranha virada para o lado, olhou de soslaio e deu uma risadinha ofegante.
"Dumbledore acuado!" Ele disse, e virou para uma pequena mulher que parecia sua irm e que estava sorrindo ansiosamente. "Dumbledore sem varinha, Dumbledore sozinho!
Bem feito, Draco, muito bem feito!".
"Boa noite, Amycus", disse Dumbledore calmamente, como se dando boas-vindas ao homem para uma reunio para o ch.  E voc trouxe Alecto tambm... Encantando...
A mulher deu um curto riso furioso.
"Pensa que suas piadinhas o ajudaro na sua hora da morte, ento?" Ela zombou.
"Piadas? No, no, de maneira alguma", respondeu Dumbledore.
"Faa", disse o estranho de p mais prximo a Harry, um grande e musculoso homem com o cabelo grisalho emaranhado e bigode, cujas vestes pretas de Comensal da Morte
pareciam desconfortavelmente apertadas. Ele tinha uma voz como nenhuma outra que Harry alguma vez tivesse ouvido: mais um latido spero que uma voz. Harry poderia
cheirar uma mistura poderosa de sujeira, suor e, estranhamente, de sangue que vinha dele. As mos imundas tinham unhas amareladas h muito tempo.
 voc, Fenrir?  Perguntou Dumbledore.
Isso  certo,  disse o outro, com voz rascante. "Feliz em me ver, Dumbledore?".
"No, eu no posso dizer que eu estou...".
Fenrir Greyback arreganhou e mostrou os dentes pontudos. Sangue gotejava pelo queixo dele e ele lambia os lbios, obscena e lentamente.
"Mas voc sabe como eu gosto de crianas, Dumbledore".
"Eu devo entender que isso leva voc a estar atacando at mesmo agora, sem a lua cheia? Isto  muito incomum... voc desenvolveu um gosto por carne humana que no
pode ser satisfeita apenas uma vez no ms?".
"Correto", disse Greyback.  Est chocado, Dumbledore? Assusta voc?
Bem, eu no posso pretender que no me repugne um pouco, disse Dumbledore.  E, sim, eu estou um pouco chocado que Draco aqui tenha convidado voc, de todas as pessoas,
para a escola onde os amigos dele vivem....
 Eu no fiz,  respirou Malfoy. Ele no estava olhando Greyback; parecia no querer olhar direto para ele.  Eu no sabia que ele viria -
"Eu no perderia uma viagem para Hogwarts, Dumbledore", falou Greyback. No quando h gargantas para serem arrancadas... Delicioso, delicioso...
E ele levou uma unha amarela e passou nos dentes da frente olhando de soslaio para Dumbledore.
"Eu o poderia fazer de aperitivo, Dumbledore...".
"No" disse o quarto Comensal da Morte nitidamente. Ele tinha um rosto pesado e brutal. "Ns temos ordens. Draco  quem far isto. Agora, Draco e depressa".
Malfoy estava mostrando menos resoluo que o normal. Ele olhou terrificado para o rosto de Dumbledore que estava at mais plido e baixo que o habitual, tendo deslizado
para longe e abaixo do baluarte da entrada.
Ele no parece de qualquer maneira perigoso, se voc me perguntar! Disse o homem torto, acompanhando a irm dele que estava rindo ofegante. Olhe para ele - o que
 aconteceu a voc, ento, Dumby?
Oh, resistncia mais fraca, reflexos mais lentos, Amycus, disse Dumbledore. Idade avanada, em resumo... Um dia, talvez, acontecer a voc... Se voc tiver sorte...
O que significa, ento, o que significa?  Gritou o Comensal da Morte, repentinamente violento.  Sempre o mesmo, no , Dumby, falando e no fazendo nada, nada, nem
mesmo sei por que o Lorde das Trevas se est aborrecendo para matar voc! Venha, Draco, faa!.
Mas naquele momento, houve sons renovados de luta abaixo e uma voz gritou,  Eles bloquearam os degraus - Reducto! REDUCTO!
O corao de Harry deu uma parada: ento estes quatro no tinham eliminado toda a oposio, mas meramente furado a briga para o topo da Torre, e, pelo som disso,
criou uma barreira atrs deles -.
Agora, Draco, depressa!  Disse homem brutal furiosamente.
Mas as mos de Malfoy estavam tremendo tanto, que ele mal poderia apontar.
"Eu farei isto" grunhiu Greyback, e se moveu para Dumbledore com as mos estendidas, os dentes  mostra.
Eu disse no! Gritou o brutamontes; houve um flash de luz e o lobisomem foi lanado para trs; ele bateu na parede e cambaleou, parecendo furioso. O corao de Harry
estava martelando to forte que parecia impossvel que ningum pudesse ouvir e saber que estava l, preso pelo feitio de Dumbledore -se ele se s pudesse mover,
ele poderia lanar uma maldio por baixo da capa -.
Draco, faa ou fique contra ns - guinchou a mulher, mas naquele preciso momento a porta para as muralhas foi escancarada mais uma vez e l estava Snape, a varinha
apertada na mo. Com os olhos pretos dele varreu a cena, de Dumbledore que afundou contra a parede aos quatro Comensais da Morte, inclusive o lobisomem enfurecido
e Malfoy.
"Ns temos um problema, Snape" disse Amycus grosseiro, olhos e varinha apontada para Dumbledore, "o menino no parece capaz -".
Mas algum falou o nome de Snape, bastante suavemente.
"Severus...".
O som assustou Harry alm de qualquer coisa que ele tivesse experimentado toda a noite. Pela primeira vez, Dumbledore estava suplicando.
Snape no disse nada, mas caminhou adiante e empurrou Malfoy asperamente para fora. Os trs comensais da morte se retiraram sem uma palavra. At mesmo o lobisomem
pareceu se acovardar.
Snape contemplou por um momento a Dumbledore, e havia resoluo e dio marcadas nas linhas rgidas do rosto dele.
Severus... por favor...".
Snape elevou a varinha e apontou diretamente para Dumbledore.
Avada Kedavra!
Um jato de luz verde saiu da ponta da varinha de Snape e acertou diretamente Dumbledore no peito. O grito de horror de Harry nunca o deixou; silencioso e preso,
ele foi forado a assistir quando Dumbledore foi lanado no ar: durante um segundo onde ele pareceu ficar suspenso em baixo do crnio brilhante, e ento ele caiu
lentamente para trs, como uma grande boneca de trapo, em cima das ameias e longe da vista.






Captulo 28 - O vo do prncipe

Harry sentiu como se estivesse com uma dor muito forte; isso no podia ter acontecido...  No podia ter acontecido...
"Fora daqui, rpido" disse Snape.
Ele agarrou Malfoy pelo pescoo e o empurrou pela porta na frente do resto; Greyback e os irmos musculosos foram atrs, os dois ltimos parecendo muito excitados.
Enquanto desapareciam atravs da porta, Harry percebeu que poderia se mexer novamente. O que o mantinha agora paralisado junto  parede no era mgica, mas horror
e choque.  Jogou a capa da invisibilidade de lado  medida que o ltimo Comensal da Morte a deixar o alto da torre desaparecia atravs da porta.
"Petrificus Totalus!".
O Comensal da Morte endureceu como se fosse algo macio quando teve suas costas atingidas e ele caiu no cho, rgido como um boneco de cera, mas nem tinha atingido
o cho ainda quando Harry saltou sobre ele descendo a escadaria escura.
O terror rasgou o corao de Harry...  Tinha que buscar Dumbledore e tinha que pegar Snape...  De algum modo as duas coisas estavam ligadas...  Ele poderia reverter
o que havia acontecido se tivesse os dois juntos...  Dumbledore no podia ter morrido...
Harry pulou os ltimos dez degraus da escada em espiral e parou onde aterrissou, sua varinha levantada.  Iluminou o corredor que estava cheio de poeira; metade do
teto parecia ter desabado; e parecia ter havido uma batalha terrvel antes dele descer, mas enquanto tentava se perguntar quem lutava com quem, ouviu o grito da
voz odiada, "Est acabado,  hora de ir!" E viu Snape desaparecendo pelo canto no final do  corredor; ele e Malfoy pareciam ter forado caminho atravs dos destroos
da luta.  Enquanto Harry ia atrs deles, um dos lutadores levantou-se dos escombros e atacou-o com agressividade: era o lobisomem, Fenrir. Ele foi para cima de Harry
antes mesmo que Harry pudesse levantar sua varinha: Harry caiu para trs, com o plo opaco e imundo em sua cara, o cheiro de suor e sangue que invadia seu nariz
e boca, e a respirao quente e cobiosa em sua garganta -.
"Petrificus Totalus!".
Harry sentiu Fenrir desabar sobre ele; com um esforo enorme empurrou o lobisomem para o cho quando um jato de luz verde veio voando em sua direo; ele abaixou-se
e correu, a cabea erguida, em direo  luta.  Seus ps pisaram em algo espalhado e escorregadio no cho e ele escorregou: Havia dois corpos l, os rostos para
baixo encontravam-se em uma poa de sangue, mas no havia tempo para investigar.  Harry viu agora o esvoaar de cabelos vermelhos como chamas logo  frente: Gina
estava presa em combate com um empolado Comensal da Morte, Amycus, que lanava um feitio aps o outro nela enquanto ela desviava: Amycus estava tendo um ataque
de riso, apreciando os movimentos dela: "Crucio - Crucio - voc no pode danar para sempre, lindinha-".
"Impedimenta!" Gritou Harry.
Sua azarao acertou Amycus no peito: Ele guinchou de dor como um porco, sendo erguido do cho e batendo na parede oposta, deslizando por ela, e sumindo de vista
atrs de Rony, da professora McGonagall, e de Lupin, cada um duelando com um Comensal da Morte diferente.  Alm deles, Harry viu Tonks lutando com um enorme bruxo
loiro que lanava azaraes que voavam em todos os sentidos, algumas ricocheteavam nas paredes e em torno deles, rachando pedras, e quebrando a janela mais prxima
-.
 "Harry, de onde voc est vindo?" Gina gritou, mas no havia nenhum tempo para responder.  Abaixou sua cabea e correu o mais rpido possvel adiante, evitando
por pouco uma exploso sobre sua cabea, lanando em todos pedaos da parede. Snape no podia escapar, ele precisava alcanar Snape -.
"Peguem eles!" Gritou a professora McGonagall, e Harry vislumbrou um Comensal da Morte, Alecto, indo corredor abaixo com os braos sobre sua cabea, com seu irmo
logo atrs dela. Ele se lanou atrs deles, mas seu p prendeu em algo, e no momento seguinte ele estava entre as pernas de algum. Olhando ao redor, viu Neville
plido, seu rosto redondo virado para o cho.  "Neville,  voc -?".
"Eu estou bem" murmurou Neville, que apertava seu estmago, "Harry... Snape e Malfoy... Passaram correndo...".
"Eu sei, eu estou atrs deles!" Disse Harry, lanando uma azarao no enorme Comensal da Morte loiro que causava a maioria do caos.  O homem deu um uivo de dor quando
o feitio acertou em seu rosto: Ele deu meia-volta, desconcertado, e ento disparou atrs dos dois irmos.  Harry se levantou do cho e comeou a correr ao longo
do corredor, ignorando os estrondos emitidos atrs dele, os gritos dos outros para voltar, e o pedido silencioso das pessoas cadas no cho cujo destino ainda no
conhecia...
Ele derrapou no canto, seus ps estavam banhados em sangue; Snape tinha uma vantagem imensa.  Era possvel que ele j houvesse entrado na Sala Precisa, ou a Ordem
tinha feito barreiras de segurana, para impedir que os Comensais da Morte batessem em retirada? Ele no ouvia nada alm de seus prprios passos, seu prprio corao
disparado enquanto corria ao longo do prximo corredor vazio, mas ento notou uma pegada de sangue que mostrou que ao menos um dos Comensais da Morte fugitivos estava
indo em direo s portas da frente - talvez a Sala Precisa tivesse sido bloqueada completamente.
Ele derrapou em outro canto e uma azarao passou voando por ele; ele mergulhou atrs de uma armadura que explodiu.  Viu os dois irmos descendo as escadas de mrmore
em frente e lanou feitios neles, mas eles meramente bateram em vrios bruxos que usavam peruca em um retrato no patamar da escada, que correram gritando para pinturas
vizinhas.  Enquanto pulava os escombros da armadura, Harry ouviu mais gritos; as pessoas dentro do castelo pareciam ter acordado...
Ele pegou um atalho, esperando alcanar os irmos e chegar perto de Snape e Malfoy, que deviam certamente estar alcanando os terrenos agora.  Lembrando de pular
o degrau defeituoso que desaparecia na escadaria abaixo, ele irrompeu atravs de uma tapearia no p da escada e saiu em um corredor onde estava um grupo de alunos
desnorteados da Uflepufle ainda vestindo seus pijamas.  "Harry! Ns ouvimos um barulho, e algum dizendo algo sobre a Marca Negra -" comeou Ernesto Macmillan.
"Saiam do caminho!" Gritou Harry, empurrando dois meninos de lado enquanto corria para os terrenos e descia o restante da escadaria de mrmore.  As portas de carvalho
da entrada tinham sido abertas com uma exploso, havia manchas de sangue, e diversos estudantes estarrecidos estavam amontoados junto s paredes, um ou dois ainda
estavam congelados com seus braos sobre o rosto. A enorme ampulheta da Grefindor tinha sido quebrada por uma azarao, e os rubis de dentro ainda caiam, com um
barulho alto.
Harry correu atravs do salo de entrada para fora nos terrenos escuros: Ele s podia perceber que trs vultos corriam atravs do gramado, dirigindo-se para os portes
alm dos quais poderiam desaparatar - podia ver, o enorme Comensal da Morte loiro e, de alguma maneira na frente dele, Snape e Malfoy...
O ar frio da noite rasgava os pulmes de Harry; viu um claro de luz distante que mostrou por um momento a silhueta que ele perseguia.  No sabia o que era, mas
continuou a correr, ainda no estava perto o suficiente para ter uma mira boa para lanar um feitio-.
Um outro claro, gritos, jatos de luz, e Harry compreendeu: Hagrid tinha sado de sua cabana e estava tentando parar os Comensais da Morte que escapavam, e embora
cada respirada parecesse destruir seus pulmes e a pontada em seu peito fosse como fogo, Harry apressou-se enquanto uma voz em sua cabea dizia constantemente: Hagrid
no... Hagrid tambm no...
Alguma coisa acertou as costas de Harry duramente e ele caiu para frente, seu rosto colado na terra, e sangue escorrendo de suas narinas: Soube, mesmo enquanto virava,
com sua varinha pronta, que os dois irmos o tinham alcanado usando seu atalho e estavam vindo atrs dele...
"Impedimenta!" Ele gritou enquanto se virava novamente, agachando perto da terra escura, e milagrosamente seu raio bateu em um deles, que tropeou e caiu, fazendo
o outro tropear; Harry ento levantou e correu atrs de Snape.
E agora tinha visto o contorno de Hagrid, iluminado pela luz da lua crescente que fora revelada de repente por trs das nuvens; o enorme Comensal da Morte loiro
lanava feitio atrs de feitio no guarda-caas; mas a grande fora de Hagrid e a pele resistente que tinha herdado de sua me giganta parecia lhe proteger. Snape
e Malfoy, entretanto, estavam correndo ainda; logo estariam alm dos portes, capazes de desaparatar -.
Harry passou voando por Hagrid e seu oponente, mirou as costas de Snape, e gritou, "Estupefaa!" Ele falhou; o jato de luz vermelha passou por cima da cabea de
Snape; Snape gritou, "Corra, Draco!" E se virou.  Alguns metros os separavam, ele e Harry se olharam antes de levantarem suas varinhas simultaneamente.
"Cruc -"
Mas Snape escapou da maldio, arremessando Harry para trs antes que ele pudesse terminar; Harry caiu e levantou-se outra vez quando um enorme Comensal da Morte
atrs dele gritou, "Incndio!" Harry ouviu uma exploso e uma luz alaranjada se esparramou sobre todos eles: A casa de Hagrid estava em chamas.
"Canino est l dentro, seu miservel -!" Gritou Hagrid.
"Cruc -" gritou Harry pela segunda vez, apontando para o vulto a sua frente iluminado pelas labaredas, mas Snape bloqueou o feitio outra vez.  Harry podia v-lo
desdenhando.
"Sem Maldies imperdoveis para voc, Potter!" Ele gritou por cima do barulho das chamas, dos gritos de Hagrid, e do rugido selvagem de Canino preso. "Voc no
tem nem coragem ou habilidade -"
"Incarc-" Harry gritou, mas Snape desviou do feitio apenas tirando o brao devagar.
"Volte para a luta!" Harry gritou para ele.  "Volte para a luta, seu covarde -".
"Voc me chamou de covarde, Potter?" Snape gritou.  "Seu pai nunca me atacou a menos que estivessem em quatro contra um, do que voc o chamaria, eu me pergunto?".
"Stupe -"
"Bloqueado mais uma vez, e o ser vrias outras vezes at que aprenda a manter sua boca calada e sua mente fechada, Potter!" Snape desdenhou, desviando da azarao
mais uma vez.  "Agora vamos!" Ele gritou para o enorme Comensal da Morte atrs de Harry.  " hora de ir, antes que o Ministrio aparea -".
"Impedi -"
Mas antes que pudesse terminar este feitio, uma dor insuportvel atingiu Harry; ele desabou sobre a grama.  Algum estava gritando, ele certamente morreria nesta
agonia, Snape iria tortur-lo  morte ou  loucura.
"No!" Soou a voz de Snape e a dor parou de repente como tinham comeado; Harry estava curvado sobre a grama escura, apertando sua varinha sem flego; em algum lugar
acima de sua cabea Snape gritava, "Voc se esqueceu de nossas ordens? O Potter pertence ao Lord das Trevas - ns devemos deix-lo! Vamos! Vamos!".
E Harry sentiu o cho estremecer embaixo de seu rosto enquanto os irmos e o enorme Comensal da Morte obedeciam, correndo para os portes.  Harry soltou um grito
de raiva: Naquele momento, ele no se importava se iria viver ou morrer.  Levantando-se outra vez, ele cambaleou cegamente em direo a Snape, o homem que agora
odiava tanto quanto odiava Voldemort-.
"Sectum -"
Snape puxou rapidamente sua varinha e o feitio foi repelido mais uma vez; mas Harry estava muito prximo agora e podia ver a cara de Snape claramente: Ele no estava
mais zombando ou rindo de Harry; as chamas que flamejavam mostraram uma cara completamente tomada de raiva. Reunindo todo seu poder de concentrao, Harry pensou,
Levi-.
"No, Potter!" Gritou Snape.  Houve um estrondo muito alto e Harry foi jogado pra trs, caindo na terra dura outra vez; mas desta vez sua varinha escapou de sua
mo.  Ele podia ouvir Hagrid gritando e Canino uivando enquanto Snape se aproximava olhado pra ele ainda cado, desarmado e indefeso como Dumbledore tinha estado.
A cara plida de Snape, iluminada pela cabana que ardia em chamas, emanando dio como antes de amaldioar Dumbledore.
"Voc ousa usar meus prprios feitios contra mim, Potter? Fui eu quem os inventou - Eu, o prncipe mestio! E voc ia usar minhas invenes em mim, como seu pai
imundo, no ia? Eu acho que no... no,".
Harry tinha mergulhado em direo  sua varinha; Snape disparou um feitio e ela voou de seus ps sumindo na escurido, fora de sua vista.
"Mate me ento" disse Harry sem flego, ele no sentia medo algum, mas somente raiva e desprezo.  "Me mate como voc o matou, seu covarde -".
"NO..." gritou Snape, e seu rosto ficou estranho de repente, no era humano, era como se ele estivesse sofrendo tanto quanto o co preso na casa em chamas atrs
deles - "... ME CHAME DE COVARDE!".
E ele fez um movimento como se cortasse o ar: Harry sentiu um brilho quente, alguma coisa parecida com uma chicotada que bateu em seu rosto jogando ele para trs,
no cho.  Luzes piscavam na frente de seus olhos e por um momento ele no conseguiu mais respirar, ento ele ouviu um barulho de asas acima dele e algo enorme ocultou
as estrelas.  Bicuo tinha voado em direo a Snape, que cambaleou para trs enquanto as garras afiadas o cortavam. Harry se sentou, sua cabea ainda rodava por
causa da ltima batida no cho, ele viu Snape correndo o mais rpido que podia, a fera enorme batendo as asas atrs dele guinchando como Harry nunca o tinha ouvido
guinchar-.
Harry se apoiou sobre seus ps, olhando ao redor e se arrastando at sua varinha, esperando comear outra vez a perseguio, mas enquanto seus dedos tateavam a grama,
afastando os galhos, ele soube que estava muito atrasado, e sem dvida, por causa tempo que tinha perdido tentando encontrar sua varinha, ele se virou e viu somente
o hipogrifo cercando os portes.  Snape tinha conseguido desaparatar alm dos limites da escola.
"Hagrid" murmurou Harry, ainda atordoado, olhando ao redor.  "HAGRID?".
Ele cambaleou em direo  cabana que queimava quando uma figura enorme surgiu das chamas carregando Canino em seus ombros.  Com um choro de agradecimento, Harry
afundou-se em seus joelhos; cada membro de seu corpo tremia, seu corpo doa por inteiro, e sua respirao vinha em pontadas dolorosas.
"Est tudo bem com voc, Harry? Est tudo bem? Fale comigo, Harry...".
Hagrid, com todo seu tamanho e sua cara peluda mergulhou em cima de Harry, tampando as estrelas.  Harry podia sentir o cheiro de madeira queimada e de plo de cachorro;
ele estendeu uma mo e se tranqilizou sentindo o corpo vivo de Canino ao seu lado, morno e trmulo.
"Eu estou bem" sussurrou Harry. "E voc?".
"Claro que estou... levaria muito tempo para conseguirem acabar comigo".
Hagrid passou suas mos sob os braos de Harry e o levantou com tal fora que os ps de Harry saram do cho por um momento at que Hagrid o colocasse de p outra
vez.   Ele podia ver o sangue que escorria pelo rosto de Hagrid que saa de um corte profundo embaixo de seu olho, e que inchava rapidamente.
"Ns devemos salvar sua casa" disse Harry, "O feitio Aguamenti...".
"Eu sabia que ia acabar assim" resmungou Hagrid, e ele levantou um fumegante guarda-chuva cor-de-rosa, e com um floreio disse, "Aguamenti!".
Um jato da gua jorrou da ponta do guarda-chuva.  Harry levantou seu brao da varinha, que veio at sua mo, e murmurou "Aguamenti" tambm: Juntos, ele e Hagrid
derramaram gua na casa at que a ltima chama se apagasse.
"No est to mal" disse Hagrid esperanosamente poucos minutos depois, olhando os destroos fumegantes.  "Nada que Dumbledore no seja capaz de arrumar...".
Harry sentiu uma dor queimar em seu estmago ao som desse nome. Em silncio e cheio de sentimentos confusos, o horror surgiu dentro dele.
"Hagrid...".
"Eu estava ocupado com um par de pernas do Bichento quando eu os ouvi vindo" disse Hagrid tristemente, ainda olhando fixamente sua cabana destruda.  "Vo todas
as coisas pro lixo, pobrezinhas...".
"Hagrid...".
"Mas o que aconteceu, Harry? Eu s vi aqueles Comensais da Morte correndo do castelo, mas que inferno Snape estava fazendo com eles? Onde ter ido - estava perseguindo
eles?".
"Ele..." Harry clareou sua garganta; estava seca por causa do pnico e da fumaa. "Hagrid, ele matou...".
"Matou?" Falou Hagrid muito alto, olhando fixamente para Harry.  "Snape matou? Do que voc est falando, Harry?".
"Dumbledore" disse Harry.  "Snape matou... Dumbledore".
Hagrid simplesmente olhou para ele, o pouco de sua cara que estava completamente limpa e que se podia ver parecia no compreender.
"Dumbledore o qu, Harry?".
"Est morto. Snape o matou...".
"No diga isso" disse Hagrid spero. "Snape matou Dumbledore - no seja estpido, Harry. O que fez voc dizer isso?".
"Eu vi acontecer".
"Voc no pode ter visto".
"Eu vi, Hagrid".
Hagrid balanou a cabea; sua expresso era de descrena, e solidariedade, e Harry soube que Hagrid pensava que ele tinha levado uma pancada na cabea, que ele estava
confuso, talvez pelos efeitos de um feitio...
"O que deve ter acontecido  que Dumbledore deve ter dito para Snape ir com os Comensais da Morte" disse Hagrid com segurana.  "Eu suponho que ele foi para manter
seu disfarce. Olha, vamos levar voc de volta para a escola. Vamos, Harry...".
Harry no tentou discutir ou explicar. Ainda estava tremendo incontrolavelmente.  Hagrid logo iria descobrir, muito logo... Enquanto seguiam de volta para o castelo,
Harry viu que muitas janelas estavam iluminadas agora.  Podia imaginar, claramente, as cenas no interior do castelo, as pessoas que deviam estar indo de quarto em
quarto, dizendo umas s outras que os Comensais da Morte tinham estado l, e que a Marca Negra estava brilhando sobre Hogwarts, que algum devia ter sido morto...
As portas de carvalho permaneciam abertas logo  frente deles, a luz se espalhava pra fora, pelo caminho e pelo gramado.  Lentamente, incertas, as pessoas estavam
descendo as escadas, olhando ao redor nervosas e atentas a algum sinal dos Comensais da Morte que tinham fugido noite adentro. Os olhos de Harry, entretanto, estavam
fixos na torre mais alta. Ele imaginou que havia visto uma onda negra se espalhando pela grama, embora estivesse realmente muito afastado para ver qualquer coisa
do tipo.  Mas enquanto olhava fixamente sem palavras para o lugar onde achava que devia estar o corpo de Dumbledore, ele viu as pessoas comearem a vir em sua direo.
"O que vocs esto olhando?" Disse Hagrid, quando ele e Harry se aproximaram da entrada do castelo. Canino se mantinha o mais perto que poderia de seus tornozelos.
"O que est se espalhando pela grama?" Hagrid disse de forma aguda, olhando agora para a alta torre de Astronomia, onde se achava um pequeno grupo de pessoas.  "Est
vendo, Harry? Bem no p da torre? Embaixo de onde a marca... Ai meu Deus... voc no acha que algum foi morto l?".
Hagrid ficou em silncio, com um pensamento aparentemente muito horrvel para diz-lo alto.  Harry andou em volta dele, observando os machucados e a dor em sua face,
e tambm em suas pernas onde os vrios feitios o tinham acertado nessa ltima meia hora, mas por mais incrvel que pudesse parecer ele estava sem expresso alguma,
como se ningum perto dele tivesse sido afetado.  A verdade da qual no se podia escapar era o sentimento terrvel que pressionava seu peito...
Ele e Hagrid andaram, sem pensar, atravs da multido que murmurava para os que estavam na frente, onde os estudantes e os professores mudos haviam aberto uma passagem.
Harry ouviu o gemido de dor e de choque de Hagrid, mas no parou; andou lentamente em frente at o lugar onde Dumbledore estava deitado e agachou-se ao lado dele.
Ele soube que no havia nenhuma esperana no momento em que o Feitio do Corpo Preso que Dumbledore lanou o atingiu, sabia que aquilo havia acontecido porque ele
estava morto, mas ele ainda no estava preparado para v-lo ali, jogado no cho, quebrado: o maior de todos os bruxos que Harry j havia visto, ou havia, conhecido.
Os olhos de Dumbledore estavam fechados; mas pelo ngulo que estavam seus braos e pernas, poderia estar dormido. Harry chegou perto, endireitou os culos de meia-lua
em cima do nariz curvado, e limpou o sangue da boca com sua prpria manga.  Ento olhou para aquele sbio rosto velho e tentou absorver aquela verdade enorme e incompreensvel:
Dumbledore nunca mais iria falar com ele, nunca mais poderia ajud-lo -.
A multido murmurava atrs de Harry.  Aps o que lhe pareceu como um longo tempo, ele percebeu que estava ajoelhado em cima de algo duro e olhou para baixo.
O colar que haviam tentado roubar algumas horas antes tinha cado do bolso de Dumbledore. Ele estava aberto, talvez devido  fora com que havia batido no cho.
E embora no pudesse sentir mais choque, horror ou tristeza do que j sentia, Harry soube, enquanto o recolhia, que havia algo errado.
Virou o colar em suas mos.  No era to grande como o colar que recordava ter visto na Penseira, nem havia nada marcando sua superfcie, nenhum sinal do S gravado
que supunha ser marca de Salazar Slytherin. Alm disso, no havia nada dentro a no ser um pedacinho de pergaminho dobrado em tringulo preso no lugar onde devia
haver um retrato.

Automaticamente, sem realmente pensar no que fazia, Harry retirou o pedao de pergaminho, abriu, e leu graas  luz de muitas varinhas que tinham sido acendidas
agora atrs dele:

Ao Lord das Trevas
Eu sei que eu j terei sido morto quando voc ler isto, mas eu quero que voc saiba que fui eu quem descobriu seu segredo.  Eu roubei o Horcrux real e pretendo destru-lo
assim que puder.
Eu enfrento a morte na esperana de que quando voc se encontrar com seu igual voc ser mortal outra vez.
R.A.B.

Harry no sabia nem se importava com o significado da mensagem. Somente uma coisa importava: Aquilo no era um Horcrux.  Dumbledore tinha se enfraquecido bebendo
aquela poo terrvel para nada.  Harry amassou o pergaminho em sua mo, e seus olhos queimaram em lgrimas enquanto atrs dele Canino comeava a uivar.








Captulo 29 - O Lamento da Fnix


"Venha Aqui"
"No"
"Olhe, no pode ficar aqui, Harry... Venha agora..." "No".
Ele no queria deixar Dumbledore, ele no queria ir a lugar algum. A mo de Hagrid em seu ombro estava tremendo. Ento uma outra voz disse, "Harry, venha".
Uma mo muito menor e mais quente pegou-o e puxou-o pra cima. Ele obedeceu  presso daquilo sem pensar no que era. Somente quando foi puxado para trs cegamente
atravs da multido ele entendeu, por um cheiro de perfume de flores, que era Gina que o conduzia para fora do castelo. As vozes incompreensveis golpeavam-no, choros,
gritos e lamentos cortavam a noite, mas Harry e Gina haviam conseguido, apoiando os passos at o salo principal. Os rostos passavam na viso de Harry, pessoas estavam
vigiando-o, sussurrando, querendo saber, os rubis da Grefindor brilhando no assoalho como gotas de sangue enquanto eles seguiam seu caminho em direo  escadaria
de mrmore.
"Ns estamos indo  ala hospitalar", disse Gina.
"Eu no estou machucado" disse Harry.
"So ordens de McGonagall", disse Gina. "Todos esto l. Ron, Hermione, Lupin e os outros".
"O medo assomou o peito de Harry de novo: Ele havia se esquecido das figuras inertes que havia deixado para trs".
"Gina, quem mais est morto?"
"No se preocupe, no  nenhum de ns".
"Mas e Marca Negra - Malfoy disse que pisou sobre um corpo".
"Ele pisou em Gui, mas est tudo bem, ele est vivo".
Mas havia algo em sua voz que Harry sabia que era de mau agouro.
"Voc tem certeza?".
"Claro que estou certa... Ele s est um pouco mau, e  s. Madame Pomfrey diz que ele no quer mais parecer o mesmo."
A voz de Gina estremeceu um pouco.
"Ns no sabemos quais sero os efeitos colaterais. Quero dizer, Greyback  um lobisomem, mas no estava transformado naquele momento."
"Mas e os outros... havia outros corpos na terra...".
"Neville e Prof Flitwick esto feridos, mas Madame Pomfrey disse que eles ficaro bem". E um Comensal da Morte morreu, ele recebeu um feitio mortal que um gigante
loiro estava soltando para todo lugar. Harry, se ns no tivssemos tomado a sua poo Felix, acho que agora ns estaramos mortos, mas tudo parece faltar-nos apenas.
Eles haviam alcanado a ala hospitalar, Harry viu Neville deitado, aparentemente adormecido, em uma cama perto da porta. Ron, Hermione, Luna, Tonks e Lupin estavam
juntos em volta de outro leito no final da ala. Como o som das portas abrindo, todos olharam. Hermione correu para Harry e o abraou; Lupin foi ao seu encontro,
olhando ansioso.
"Voc est bem Harry?".
"Estou bem... como est Gui?"
"Ningum respondeu". Harry olhou sobre o ombro de Hermione e viu um rosto irreconhecvel deitado no travesseiro de Gui, to ferido e rasgado que ele olhou estranhamente.
Madame Pomfrey tocou sua pele com algum tipo de pomada verde spera. Harry se lembrou de como Snape tinha curado as feridas de Sectusempra de Malfoy facilmente com
sua varinha.
"Voc no pode cur-las com feitios ou algo assim?", perguntou  enfermeira.
"Nenhuma magia vai resolver isto" disse Madame Pomfrey. "Eu tentei de tudo que conheo, mas no h nenhuma cura para mordidas de lobisomem".
"Mas no foi mordido na lua cheia" disse Rony, que estava olhando para o rosto do seu irmo como se ele pudesse de algum jeito cur-lo apenas olhando-o fixamente.
"Greyback no tinha se transformado, ento certamente Gui no vai ser um, um...?".
Ele olhou inseguro para Lupin.
"No, eu no acho que Gui tenha virado um lobisomem", disse Lupin. "Mas isso no quer dizer que no houve contaminao. Essas feridas so amaldioadas.  improvvel
que elas sejam totalmente e.... Gui pode ter algumas caractersticas de lobo de agora em diante.
"Acho que talvez Dumbledore saiba de alguma coisa que possa resolver" disse Rony."Onde est ele?Gui lutou com aqueles manacos na Ordem de Dumbledore, Dumbledore
deve a ele, ele no pode deix-lo neste estado!"
"Ron... Dumbledore est morto" disse Gina.
"No!" Lupin olhou assustado de Gina para Harry, como se Harry pudesse contradiz-la, mas, quando Harry fez sinal negativo, Lupin desmoronou em uma cadeira ao lado
da cama de Gui, com suas mos sobre seu rosto. Harry nunca tinha visto Lupin perder o controle daquele jeito; ele se sentiu como se tivesse invadindo alguma coisa
pessoal. Ele se afastou e olhou pra Rony, trocando, em silncio, um olhar que confirmava o que Gina havia dito.
"Como ele morreu?", sussurrou Tonks. "Como isso aconteceu?"
"Snape o matou", disse Harry. "Eu estava l, eu o vi. Ns chegamos atrs da Torre de Astronomia porque era l  o lugar em que estava a Marca..."
"Dumbledore estava ruim, estava fraco, mas eu acho que ele entendeu que aquilo era uma armadilha quando ouviu passos correndo pela escada. Ele me imobilizou, eu
no podia fazer nada, estava debaixo da Capa da Invisibilidade. Ento Malfoy apareceu na porta e o desarmou."
Hermione levou as mos  boca e Ron gemeu. A boca de Luna estremeceu.
"Mais Comensais da Morte chegaram - e ento Snape - Snape o matou. Com o Avada Kedavra". Harry no pode mover-se.
Madame Pomfrey desatou a chorar. "Ningum deu ateno a ela, a no ser Gina, que sussurrou ". Shh!Escutem!"
Engolindo o choro, Madame Pomfrey levou os dedos  sua boca, seus olhos arregalaram. Em algum lugar fora da escurido, uma Fnix estava cantando de um jeito que
Harry nunca havia ouvido antes: um lamento triste de beleza terrvel. E Harry sentiu, como se j tivesse sentido o som da Fnix antes, que aquela musica estava dentro
dele, no fora: Ela estava, em sua tristeza, transformada magicamente em um som que ecoava atravs das terras e das janelas do castelo.
Quanto tempo eles todos permaneceriam ali, ouvindo, ele no sabe nem porque aquilo pareceu tranqilizar sua dor, ouvir o som de seu luto, ele sentiu como se muito
tempo tivesse passado quando a Prof. McGonagall entrou na ala hospitalar. Como todo o resto, ela sofreu seqelas da recente batalha: havia feridas em seu rosto e
sua tnica estava rasgada.
"Molly e Arthur esto a caminho" ela disse, e o feitio da musica foi quebrado. Todos despertaram como se tivessem estado em transe, tornando a olhar pra Gui, se
no pra fazerem seus olhos mexerem suas cabeas.
"Harry, o que aconteceu? De acordo com Hagrid, voc estava com Prof Dumbledore quando ele... quando aconteceu. Ele disse que Prof. Snape estava envolvido em algo".
"Snape matou Dumbledore!", disse Harry.
Ela olhou fixamente pra ele nesse momento, ento se alarmou; Madame Pomfrey, que pareceu ter desmoronado com ela, correu adiante, conjurando uma cadeira de fino
ar que ofereceu para McGonagall.
"Snape" repetiu McGonagall fracamente, caindo sobre a cadeira. "Ns todos sabamos... mas ele confiou... sempre... Snape....Eu no posso acreditar..."
"Snape era altamente aplicado em Oclumncia", disse Lupin, sua voz incomparavelmente spera. "Eu sempre soube disso".
"Mas Dumbledore jurava que ele estava do nosso lado!", murmurou Tonks. "Eu sempre achei que Dumbledore soubesse qualquer coisa sobre Snape que ns no sabamos..."
"Ele sempre sugeriu que tinha uma sria razo para confiar em Snape" murmurou Prof McGonagall, agora secando seus olhos molhados com um pano. "Eu quero dizer...
com a histria de Snape... claro que era de se espantar....mas Dumbledore me disse claramente que o arrependimento de Snape era verdadeiro. No ouviria uma palavra
contra ele."
"Eu adoraria saber o que Snape disse para convenc-lo", disse Tonks
"Eu sei", disse Harry, e todos tornaram a olhar para ele. "Snape passou a Voldemort a informao que o permitiu perseguir os meus pais. Ento Snape disse a Dumbledore
que no sabia o que estava fazendo, que ele estava realmente arrependido do que tinha feito, arrependido de t-los matado".
Todos o encararam.
"E Dumbledore acreditou nisso?", disse Lupin, desconfiado. "Dumbledore acreditou que Snape sentia muito por Tiago estar morto? Snape odiava Tiago..."
"E ele no achou que minha me valia um maldito tampouco" disse Harry, " Porque ela havia nascido mugle... Sangue-ruim... era como ele a chamava."
Ningum perguntou como Harry soube disso. Todos eles pareciam estar perdidos em um choque terrvel, tentando engolir a monstruosa verdade do que tinha acontecido.
"Isso  tudo culpa minha", disse a Prof McGonagall de repente. Ela pareceu desorientada contorcendo seu pano molhado em suas mos."Minha culpa. Eu mandei Filius
trazer Snape essa noite. Na verdade, pedi para ele vir e ajudar-nos! Se eu no tivesse alertado Snape quanto ao que estava acontecendo ele nunca poderia ter unido
foras com os Comensais da Morte. Eu no acho que ele sabia que eles estavam l antes de Filius ter dito  ele, acho que ele no sabia que eles estavam chegando."
"No  culpa sua Minerva", disse Lupin firmemente. "Ns todos precisvamos de ajuda, estvamos satisfeitos por Snape estar a caminho".
"Ento, quando ele chegou para a batalha, passou para o lado dos Comensais da Morte?", perguntaram Harry, que queria saber mais sobre a duplicidade e traio de
Snape, coletando com ardor mais razes para odi-lo, para jurar vingana.
"Eu no sei realmente como isso aconteceu" disse Prof McGonagall distraidamente. "Isso tudo  to confuso... Dumbledore havia nos dito que ia deixar a escola por
poucas horas e que ficssemos patrulhando os corredores s pra garantir... Remus, Gui e Nymphadora iriam se juntar a ns.... e ento ns patrulhamos.Todos parecamos
calmos.Toda passagem secreta para fora da escola estava coberta.Ns sabamos que ningum poderia entrar voando. H poderosos encantamentos em cada entrada do castelo.Eu
no sei como os comensais da Morte podem ter entrado."
"Eu sei," disse Harry, e explicou, resumidamente, sobre o par de Armrios Invisveis e a trilha mgica que eles haviam feito. "Ento eles entraram atravs da Sala
Precisa".
Quase contra sua vontade, ele olhou para Ron e Hermione, ambos olhavam abatidos.
"Eu estraguei tudo, Harry" disse Ron tristemente. "Ns fizemos como voc nos disse: checamos o Mapa do Maroto e no conseguimos ver Malfoy nele, ento achamos que
ele poderia estar na Sala Precisa. Ento eu, Gina e Neville fomos chec-la... mas Malfoy tinha fugido."
"Ele saiu da sala uma hora depois de comearrmos a procur-lo" disse Gina. "Ele estava sozinho, apertando com fora aquele brao horrvel e enrrugado".
""Sua Mo da Glria" disse Rony " Fornece luz apenas para quem a segura, lembra?"
"De qualquer maneira", Gina continuou "Ele poderia estar vendo se a barra tava limpa para deixar os Comensais da Morte sarem, porque, no momento em que ele nos
viu, jogou alguma coisa no ar e tudo ficou negro como azeviche."
"Poder Peruano de Escurido Instantnea" disse Ron amargamente.
"Ns tentamos de tudo, Lumos, Incndio", disse Gina. "Nada quebraria a escurido". "Tudo que ns pudemos fazer foi tatear a sada para o corredor de novo e, ao mesmo
tampo, ns pudemos ouvir pessoas correndo atrs de ns. Obviamente Malfoy pode ver com aquela coisa na mo e os estava guiando, mas ns no ousamos lanar feitios
ou qualquer coisa no caso de ns colidirmos e, na hora em que chegamos a um corredor iluminado, eles j tinham ido."
"Felizmente" disse Lupin, rouco. "Ron, Gina e Neville se encontraram conosco quase que imediatamente e nos disseram o que tinha acontecido. Ns encontramos os Comensais
da Morte minutos depois, indo a direo  Torre de Astronomia. Malfoy  obviamente no esperava encontrar mais pessoas vigiando;ele pareceu ter esgotado seu suprimento
de Poder da Escurido, de qualquer jeito. Uma luta ocorreu, eles se dispersaram e ns comeamos a persegui-los.Um deles, Gibbon, fugiu e correu para as escadarias
da torre."
"Para conjurar a Marca?", perguntou Harry.
"Ele podia ter feito isso, sim, eles podiam ter planejado aquilo antes de deixar a Sala Precisa," disse Lupin. "Mas eu no acho que Gibbon gostou da idia de ficar
esperando por Dumbledore l sozinho, porque ele voltou correndo e desistiu das escadas para retornar a batalha e lanou um feitio que apenas  me desviou".
"Ento se Ron estivesse vigiando a Sala Precisa com Gina e Neville,"  disse Harry, olhando pra Hermione, "Onde voc estava?".
"Do lado de fora do escritrio de Snape, sim", murmurou Hermione, seus olhos brilhavam com as lgrimas, "com Luna. Ns esperamos por algum tempo e nada aconteceu...
Ns no sabamos o que estava acontecendo l em cima, Ron tinha levado o mapa ------Era quase  meia-noite quando o Prof. Flitwick apareceu correndo atrs de ns
dentro das masmorras. Ele estava gritando sobre Comensais da Morte no castelo. Eu no acho que ele tenha percebido que eu e Luna estvamos l de jeito nenhum, apenas
explodiu seu caminho no escritrio de Snape e ns o ouvimos dizendo que Snape tinha que voltar com ele e ajud-lo, e ento ns ouvimos uma forte pancada e Snape
veio empurrando de dentro de sua sala e ele nos disse e - e"... - "O que?" disse Harry encorajando-a.
"Eu fui to estpida, Harry!", disse Hermione em um berrante sussurro. "Ele disse que o Prof Flitwick havia sofrido um colapso e que ns deveramos ir e cuidar dele
enquanto ele - enquanto ele ia ajudar na batalha contra os Comensais da Morte "- Ela cobriu o rosto por vergonha e continuou a falar entre seus dedos, sua voz estava
abafada."Ns fomos  sala dele ver se podamos ajudar o Prof Flitwick e faz-lo recuperar a conscincia... e, oh, isso  to bvio agora, Snape podia ter estuporado
Flitwick, mas ns no poderamos saber, Harry, ns no sabamos, ns apenas deixamos Snape ir".
"No  culpa sua Hermione", disse Lupin firmemente. "Hermione, se voc no tivesse obedecido Snape, tentando tir-lo do caminho, ele provavelmente teria matado voc
e Luna."
"Depois, ento, ele subiu", disse Harry, que estava vendo Snape correndo para a escadaria de mrmore no seu pensamento, sua capa preta enfunando atrs dele como
sempre, puxando sua varinha de dentro de sua capa enquanto ele subia,  "e ele encontrou o lugar onde vocs todos estavam lutando...".
"Ns estvamos com problemas, estvamos perdendo", disse Tonks em voz baixa. "Gibbon havia sido derrotado, mas o resto dos Comensais da morte parecia disposto a
lutar at a morte. Neville estava machucado; Bill havia sido ferido por Greyback... estava escuro... havia feitios voando para todos os lados... Malfoy havia desaparecido,
ele podia ter parado antes, nos degraus de cima... Ento mais deles correram atrs dele, mas um deles bloqueou a escada atrs deles com algum tipo de feitio...
Neville correu at l e colidiu no ar."
"Nenhum de ns podia continuar prosseguindo," disse Ron, "e aquele Comensal da Morte forte estava atirando maldies para todo lugar, ele estava atingindo as paredes
e dificilmente nos evitava.".
"E ento Snape estava l," disse Tonks." E ento no estava -".
"Eu o vi correndo em direo a ns, mas aquele Comensal da Morte gigante jogou um feitio que me atirou pra trs e eu abaixei a cabea desmaiei e perdi a noo das
coisas", disse Gina.
"Eu o vi passar diretamente pela barreira de feitio, como se ela no estivesse l", disse Lupin. "Eu tentei segui-lo, mas fui jogado para trs, como Neville...".
"Ele podia conhecer um feitio que ns no sabamos", murmurou McGonagall. "Apesar de tudo - Ele era o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas... Eu apenas
supus que ele estava com pressa pra capturar os Comensais da Morte que haviam fugido para a torre...".
"Ele estava",  disse Harry com selvageria. "Mas para ajud-los, no para impedi-los... e eu aposto que ele tinha uma Marca Negra para ultrapassar aquela barreira
- ento, o que aconteceu quando ele voltou?"
"Bem, o grande Comensal da Morte soltou um feitio que fez desabar metade do teto e, alm disso, quebrou o feitio que bloqueava a passagem", disse Lupin. "Ns todos
prosseguimos - aqueles que ainda estavam de p, - e ento Snape e o garoto surgiram de dentro da poeira - obviamente nenhum de ns os atacou".
"Ns os deixamos passar", disse Tonks com uma voz vazia. "Ns achamos que eles estavam caando Comensais da Morte - depois um outro Comensal e Greyback vieram atrs
e ns  lutamos de novo - Eu pensei ter ouvido Snape gritar alguma coisa, mas eu no sei o que " -
"Ele gritou: Acabou".  Disse Harry. "Ele ia fazer o que pretendia".
Todos eles se calaram. O lamento de Fawkes ainda ecoava sobre a escurido dos terrenos l fora. Enquanto a musica soava no ar, instantaneamente, pensamentos indesejveis
surgiram na mente de Harry...Eles j haviam tirado o corpo de Dumbledore do p da torre?O que aconteceria depois? Onde ele jazeria? Ele apertou seu punho em seu
bolso. Ele podia sentir o pequeno pedao de Horcrux frio sobre as pontas de seus dedos da mo direita.
As portas de a ala hospitalar se abriram, fazendo todos se sobresaltarem: o Senhor e a  Sra. Weasley estavam caminhado para a ala, Fleur estava atrs deles, seu
lindo rosto estava aterrorizado.
"Moly - Arthur...", disse a Prof. McGonagall levantando-se e apressando-se para cumpriment-los. "Eu sinto muito".
"Gui" sussurrou Sra. Weasley, deixando a Prof. McGonagall pra trs enquanto mirava o rosto mutilado de Gui. "Oh, Gui".
Lupin e Tonks haviam levantado apressadamente e se afastado para que Senhor E Sra. Weasley pudessem se aproximar da cama. A Sra.Weasley curvou-se sobre seu filho
e levou seus lbios at sua testa sangrenta.
"Voc disse que Greyback  atacou-o,"  perguntou Sr.Weasley  Prof.McGonagall distraidamente. "Mas ele no havia se transformado? O que isso significa? O que vai
acontecer com Gui?"
"Ns ainda no sabemos," disse Prof McGonagall, olhando desamparadamente para Lupin.
"Provavelmente haver alguma contaminao, Arthur," disse Lupin. " um caso estranho, provavelmente o nico.... Ns no sabemos qual ser o comportamento dele quando
acordar...."
A Sra. Weasley pegou a pegajosa pomada de Madame Pomfrey e comeou a passar nas feridas de Gui.
"E Dumbledore?" Disse o senhor Weasley. "Minerva, isso  verdade...? Ele realmente est...?"
Enquanto Prof. Minerva acenava afirmativamente, Harry sentiu Gina se mover perto dele e olhou para ela. Seus olhos, levemente estreitados, estavam fixos em Fleur
, que observava Gui com uma expresso fria no rosto.
"Dumbledore se foi",  sussurrou o Sr. Weasley, mas a Sra. Weasley s tinha atenes para seu filho mais velho; ela comeou a chorar, suas lagrimas caam no rosto
mutilado de Gui.
"Claro que no importa como est sua aparncia... Isso no  r-realmente importante...mas ele era um g-garotinho muito bonito...sempre muito bonito...e ele ia se
casar!"
"Ento, o que voc quer dizer com isso?", disse Fleur, de repente,  e em voz alta. "O que voc quis dizer com ele ia se casar?".
A Sra. Weasley levantou seu rosto coberto de lgrimas, olhando imediatamente. "Bem - s que -"
"Voc acha que Gui no gostaria de  se casar comigo de qualquer maneira?", protestou Fleur. "Voc acha que, por causa dessas mordidas, ele no vai me amar?".
"No, no era isso o que eu -".
"Porque ele vai!", disse Fleur, controlando-se e jogando para trs sua cascata de cabelos prateados. " preciso mais do que um Lobisomem para que Gui deixe de me
amar".
"Bem, sim, tenho certeza", disse Sra Weasley. "Mas eu acho que talvez - dado que ele - ele -".
"Voc achou que eu no ia querer me casar com ele? Ou talvez voc esperasse isso?", disse Fleur, suas narinas se dilatando. "O que importa a aparncia dele? Eu sou
bonita o bastante para ns dois, eu acho! Todas essas feridas mostram que meu noivo  corajoso! Eu fao isso!", ela acrescentou com firmeza, empurrado Sra. Weasley
pro lado e tirando a pomada das mos dela.
A Sra. Weasley  esbarrou em seu marido e viu Fleur limpando as feridas de Gui com uma expresso muito curiosa em seu rosto.. Ningum disse nada; Harry no ousou
se mexer. Como os outros, ele estava esperando pela exploso.
"Nossa grande titia Muriel ", disse a Sra. Weasley, depois de uma longa pausa. "Tinha uma bela grinalda - feita por um duende - que estou certa que eu posso convenc-la
a emprestar pra voc para o casamento. Ela gosta muito de Gui, voc sabe, e ficaria linda em seu cabelo".
"Obrigada", disse Fleur com dignidade. "Eu estou certa de que ficar linda".
Ento, Harry no soube como aconteceu ambas estavam chorando e se abraando. Completamente confuso,  fascinado no meio do mundo tinha ficado louco, ele se virou:
Ron olhou impressionado  e Hermione e Gina trocavam olhares horrorizados.
"Veja!", disse uma voz tensa. Tonks olhou deslumbrada para Lupin. "Ela ainda quer casar com ele, mesmo ele estando com essas mordidas! Ela no se importa!".
" diferente", disse Lupin, mexendo pouco seus lbios e olhando repentinamente tenso."Gui no vai ser um lobisomen por completo. Os dois casos so completamente
- ".
"Mas eu no me importo com nenhum dos dois, no me importo!", disse Tonks, agarrando a capa de Lupin e o chacoalhando."Eu te disse um milho de vezes.."
E o significado do Patrono de Tonks e seu cabelo colorido, a razo dela ter corrido para encontrar Dumbledore quando ouviu rumores de que algum havia sido atacado
por Greyback, tudo  pareceu repentinamente claro para Harry: Tonks no havia se apaixonado por Sirius depois de tudo.
"E eu te disse milhes de vezes", disse Lupin, procurando evitar os olhos dela, olhando fixamente para o cho, "que eu sou muito velho pra voc, muito pobre... muito
perigoso...".
"Eu te disse desde o comeo que voc est colocando obstculos ridculos nisso, Remus", disse a Sra. Weasley sobre o ombro de Fleur, enquanto dava tapinhas nas costas
dela.
"Eu no estou sendo ridculo", disse Lupin firmemente. "Tonks merece algum jovem e inteiro".
"Mas ela quer voc", disse o Sr. Weasley com um pequeno sorriso. "E apesar de tudo, Remus, homens jovens e inteiros no permanecem, necessariamente, assim".
Ele gesticulou tristemente para seu filho, encostando-se ao lado dele.
"Esse no...  o momento para discutir isso", disse Lupin, evitando o olhar de todos enquanto ele olhava em volta distraidamente. "Dumbledore est morto...".
"Dumbledore ficaria feliz que algum soubesse que h algum amor no mundo", disse Prof. McGonagall, de forma direta, enquanto as portas do hospital abriam de novo
e Hagrid entrava.
A parte de seu rosto que no estava encoberta pelo cabelo ou pela barba que estava grande e molhada; Ele estava tremendo e chorando, um grande, e manchado, pano
em suas mos.
"Eu tive... eu tive que fazer isso, Professora" ele engasgou. "Retir-lo. A Prof. Sprout est levando as crianas de volta pra cama. O Prof. Flitwick est repousando,
mas ele disse que vai ficar bem em pouco tempo, e Prof. Slguhorn disse que os representantes do Ministrio foram informados."
"Obrigada, Hagrid", disse a Prof. McGonagall, levantando-se de uma vez e voltando a olhar pro grupo em volta da cama de  Gui. "Eu terei que ver os representantes
do Ministrio, quando eles chegarem aqui. Hagrid, por favor, diga aos diretores das casas - Slughorn pode representar a Seleterim - que eu quero v-los em minha
sala imediatamente. Eu gostaria que voc se juntasse a ns tambm".
Enquanto Hagrid acenava afirmativamente, virou-se, e foi embora, ela olhou pra Harry atrs dela. "Antes de encontr-los, gostaria de falar rapidamente com voc,
Harry. Se voc vier comigo..."
Harry levantou-se, murmurou "Vejo vocs daqui a pouco" para Ron, Hermione e Gina e seguiu a Prof. McGonagall pra fora da ala. Os corredores de fora estavam abandonados
e o nico som que se ouvia era o canto da Fnix. Muito tempo depois, Harry percebeu que eles no estavam indos pra sala da Prof.McGonagall, mas para a sala de Dumbledore
e, depois de um tempo, Harry percebeu que, naturalmente, ela era vice-diretora,...Aparentemente ela era agora a diretora... Ento a sala atrs da grgula agora era
dela.
Em silncio eles subiram  escada em espiral e entraram na sala circular. Ele no sabia o que o esperava: aquela sala havia sido mudada, quem sabe, ou at o corpo
de Dumbledore podia estar descansando l. De fato, pareceu quase exatamente quando ele e Dumbledore tinham deixado-h poucas horas antes: os instrumentos de prata
zumbiam e sopravam nas mesas de pernas finas, a espada da Grefindor na caixa de vidro brilhava ao luar, o Chapu Seletor em uma prateleira debaixo da escrivaninha,
o poleiro de Fawkes estava vazio, ele ainda ressoava seu lamento pelas terras. Um novo retrato havia se juntado  fileira das diretoras e diretores mortos de Hogwarts:
Dumbledore estava descansando sobre uma moldura dourada em cima da mesa, os culos de meia-lua pendurado sobre seu nariz deformado, parecendo tranqilo e despreocupado.
Depois de olhar uma vez o retrato, a Prof. McGonagall fez um estranho movimento enquanto aguava-a, ento se virou contra a mesa pra olhar pra Harry, seu rosto tenso
e levemente enrugado.
"Harry", ela disse, "Eu gostaria de saber o que voc e professor Dumbledore estavam fazendo nessa manh quando voc deixou a escola".
"Eu no posso te dizer, Professora", disse Harry. Ele j esperava a pergunta e tinha sua resposta pronta. Tinha sido aqui, nesta sala, que Dumbledore havia dito
a ele que no deveria confiar o contedo de suas lies para ningum, a no ser Ron e Hermione.
"Harry, isso talvez seja importante", disse a  Prof. McGonagall.
"Isso ", disse Harry "Muito, mas ele no quer que eu diga pra ningum".
Prof. McGonagall olhou furiosamente para ele. "Potter". Harry registrou o novo uso de seu sobrenome."Devido  necessidade do esclarecimento da morte de Professor
Dumbledore, acho que voc pode ver que a situao mudou um pouco - ".
"Eu no acho", disse Harry, dando de ombros. "O Professor Dumbledore no me disse para parar de seguir suas ordens caso ele morresse-mas..."
"H uma coisa que, de qualquer forma, voc deveria saber antes do Ministrio chegar: Madame Rosmerta est sob a Maldio Imperius. Ela estava ajudando Malfoy e os
Comensais da Morte. Isso est relacionado com o colar e o pasto envenenado.
"Rosmerta?", disse a Prof. McGonagall, incrdula. Mas, antes que ela pudesse continuar, houve uma batida na porta atrs deles e a Prof. Sprout, Flitwick, e Slughorn
entraram na sala, seguidos por Hagrid, que ainda estava chorando muito, seu corpo enorme tremendo com sofrimento.
"Snape!", bradou Slughorn, que pareceu muito chocado, plido e suado. "Snape! Eu o ensinei! Pensei que o conhecia!".
Mas, antes que algum pudesse responder - uma voz rgida falou do alto da parede: Um bruxo de rosto plido, com uma pequena franja negra, tinha aparecido na lona
de seu quadro. "Minerva, o ministro vai chegar aqui em alguns segundos, ele vai desaparatar do Ministrio".
"Obrigado, Everaldo" disse a Prof. McGonagall, e se voltou rapidamente para os professores.
"Eu quero contar o que aconteceu em Hogwarts antes que ele chegue", disse ela rapidamente. "Pessoalmente,  no estou certa de que a escola deveria reabrir no ano
que vem. A morte do diretor pelas mos de um dos nossos colegas  um a mancha terrvel na historia de Hogwarts.Isso  terrvel".
"Eu estou certa de que Dumbledore gostaria que a escola fosse aberta", disse a Prof. Sprout. "Eu acho que se um nico aluno queira voltar ento a escola devia permanecer
aberta por aquele aluno".
"Ser que vamos ter algum aluno depois disso?", disse Slughorn, agora limpando suas sobrancelhas suadas com um pano de seda. "Os pais vo querer proteger seus filhos
em casa e eu no os culpo. Pessoalmente,  no acho que ns estejamos em maior perigo em Hogwarts do que em qualquer outro lugar. Mas voc no pode esperar que as
mes pensem a mesma coisa. Elas vo querer manter suas famlias juntas, isso  natural."
"Eu concordo!", disse Prof McGonagall. "E, em todo caso, no  correto dizer que Dumbledore nunca encarou uma situao em que Hogwarts poderia fechar. Quando a Cmara
Secreta reabriu ele considerou o fechamento da escola - e eu posso dizer que o assassinato de Prof. Dumbledore  mais perturbadora pra mim do que um monstro de Seleterim
vivendo nas entranhas do castelo sem ser detectado".
"Ns podemos consultar os responsveis do Ministrio...", disse Prof Flitwick, em sua voz estridente; Ele tinha uma grande escoriao na testa, mas parecia, por
outro lado, ileso pelo seu colapso na sala de Snape. "Ns podemos seguir o protocolo estabelecido. A deciso no deve ser feita precipitadamente".
"Hagrid, voc no disse nada", disse a Prof McGonagall. "Qual a sua opinio: Hogwarts deve permanecer aberta?"
Hagrid, que estava chorando em silencio em seu isolamento, limpou seu rosto durante toda a conversa, e agora  seus olhos vermelhos, inchados, saltados, " Eu no
sei, Professora.. acho que isso tem que ser decidido pelos Chefe das casas e a diretoria..."
"Prof Dumbledore sempre considerou suas opinies", disse a Prof McGonagall com gentileza. "Ento eu tambm considero."
"Bem, por  mim eu ficaria" disse Hagrid, grossas lgrimas ainda escorriam pelos cantos de seus olhos e pingavam em suas barbas embaraadas."Essa  minha casa...
 minha casa desde que eu tinha treze anos. E se h crianas que querem que eu ensine a elas,  isso que vou fazer. Mas... eu no sei...Hogwarts sem Dumbledore....",
ele engoliu em seco e desapareceu atrs de seu pano mais uma vez, e ficou em silencio.
"Muito bem", disse Prof. McGonagall, olhando os terrenos pela janela, checando pra ver se o Ministro estava se aproximando, "ento eu posso concordar com Filius
que a melhor coisa a fazer  consultar os governantes, que tero a deciso final.".
"Agora, enquanto mandamos os estudantes pra casa... h um argumento a favor de fazer isso particularmente cedo do que mais tarde. Ns podemos fazer com que o Expresso
de Hogwarts venha amanh se necessrio -".
"O que faremos sobre o funeral de Dumbledore?", disse Harry, falando finalmente.
"Bem...", disse a Prof. McGonagall, sua voz ficando lenta enquanto tremia. "Eu - eu sei que era o desejo de Dumbledore ser enterrado aqui, em Hogwarts - ".
"Ento isso  o que vai acontecer, no ?", disse Harry ferozmente.
"Se o Ministro achar isso apropriado", disse a Prof. McGonagall. "Nenhum outro diretor ou diretora fez isso - ".
"Nenhum diretor ou diretora de Hogwarts fez tanto por essa escola", rosnou Hagrid.
"Hogwarts deve o lugar de descanso de Dumbledore", disse Prof. Flitwick.
"Certamente", disse Prof. Sprout.
"Ento, nesse caso", disse Harry, "voc no devia escrever para as casas dos estudantes at que o funeral acontea..Eles vo querer dizer... - "
A ltima palavra ficou presa em sua garganta, mas Prof. Sprout completou a sentena com um "Adeus.".
"Bem lembrado" chiou o Prof. Flitwick."Bem lembrado, de fato! Nossos estudantes deviam prestar uma homenagem, isso seria adequado. Ns podemos arranjar transporte
pra casa mais tarde".
"Apoiado", gritou Prof. Sprout.
"Eu suponho... que sim...", disse Slughorn, em uma voz particularmente tremida, enquanto Hagrid soltou um choro emocionado de assentimento.
"Ele est chegando.", disse Prof. McGonagall repentinamente, observando os terrenos l em baixo. "O Ministro... aparentemente. Ele est trazendo uma delegao".
"Eu posso sair Professora?", disse Harry imediatamente.
Ele no queria ver, nem ser interrogado por Rufus Scrimgeour naquela noite.
"Voc pode" disse Prof McGonagall."E rapidamente".
Ela caminhou em direo  porta e segurou-a para ele. Ele se apressou na descida da escadaria em espiral e se afastou pelo corredor deserto; ele tinha deixado sua
Capa da Invisibilidade no alto da Torre de Astronomia, mas isso no importava; no tinha ningum no corredor pra v-lo passar, nem mesmo Filch, Madame Nora, ou Pirraa.
Ele no encontrou uma alma viva at o corredor que levava aos dormitrios da Grefindor.
" verdade?", disse a Mulher Gorda enquanto ele se aproximava. " realmente verdade? Dumbledore - morreu?"
"Sim", disse Harry.
Ela deixou escapar um lamento, sem esperar pela senha, e abriu passagem para deix-lo entrar.
Como Harry suspeitava que seria, a sala comunal estava cheia. A sala se silenciou enquanto ele atravessava o buraco do retrato. Viu Dino e Simas sentados em um grupo
prximo: isso significava que o dormitrio podia estar vazio, ou quase. Sem dizer nada a ningum, sem qualquer olhar, Harry cruzou a sala e foi direto para o dormitrio
dos meninos.
Como Harry imaginara, Ron estava esperando por ele, ainda vestido, sentando em sua cama. Harry sentou em sua prpria cama e por um momento eles se encararam.
"Eles estavam falando sobre o fechamento da escola", disse Harry.
"Lupin disse que eles fechariam" disse Ron.
Houve uma pausa.
"Ento"?", disse Ron, em uma voz muito baixa,  como se achasse que os mveis poderiam escut-lo." Voc descobriu algo? Voc conseguiu??...Um - um Horcrux."
Harry balanou a cabea negativamente. Tudo que tinha acontecido em volta do rio negro parecia um velho pesadelo agora; aquilo realmente havia acontecido h algumas
horas?
"Voc no pegou?", disse Ron desapontado."No estava l?".
"No", disse Harry. "Algum j o tinha levado e deixado um falso no lugar".
"J tinha sido levado -?".
Sem palavras, Harry puxou o Medalho de seu bolso, abriu-o, e deu para Ron. A histria inteira podia esperar.... ela no importava naquela noite... nada importava,
a no ser o fim, o fim da sua aventura sem sentido, o fim da vida de Dumbledore...
"R.A.B." murmurou Ron "Mas o que  isso?".
"No sei", disse Harry , deitando em sua cama totalmente vestido e esperando e olhando inexpressivamente para o teto. Ele no tinha nenhuma curiosidade sobre R.A.B.:
ele duvidou de que teria curiosidade de novo. Enquanto se deitava, percebeu, repentinamente, que as terras haviam silenciado. Fawkes tinha parado de cantar. E ele
estava certo, sem certeza de como sabia daquilo, de que a fnix tinha ido, tinha deixado Hogwarts pra sempre, como Dumbledore tambm tinha deixado a escola, tinha
deixado o mundo...tinha deixado Harry.





                  Captulo 30 - A Tumba Branca





                  Todas as aulas estavam suspensas, todas as provas adiadas.
                  Alguns alunos foram
                  levados de Hogwarts por seus pais nos dias seguintes
                  - as gmeas Patil j tinham
                  ido antes do caf da manh aps a morte de Dumbledore
                  e Zacarias Smith foi
                  acompanhado do castelo por seu arrogante pai. Simas
                  Finnigan,
                  por outro lado,
                  bateu o p que no queria ir para casa com sua me;
                  eles
                  tiveram uma discusso
                  no hall de entrada que s terminou quando ela deixou
                  que ele ficasse para o
                  funeral. Ela achou a muito custo um leito em Hogsmeade,
                  Simas contou a Harry e
                  Rony, j que estavam chovendo magos e bruxas na vila,
                  preparando-se para dar seu
                  adeus a Dumbledore.

                  Alguns alunos mais novos, que nunca tinham visto algo
                  semelhante, ficaram um
                  tanto exaltados quando uma carruagem azul do tamanho
                  de uma casa, puxada por uma
                  dzia de cavalos alados gigantes, surgiu dos cus de
                  tardinha antes do funeral e
                  aterrissou na borda da floresta. Harry observava da
                  janela
                  enquanto uma linda
                  morena gigante desceu os degraus da carruagem e se jogou
                  nos braos de Hagrid.
                  Enquanto isso uma delegao de oficiais do ministrio
                  da magia, incluindo o
                  prprio Ministro da Magia, estava sendo acomodada no
                  castelo. Harry estava
                  deliberadamente evitando contato com qualquer um deles;
                  tinha certeza de que,
                  mais cedo ou mais tarde, pedir-lhe-iam que contasse
                  sobre
                  a ltima excurso de
                  Dumbledore alm dos limites do castelo.

                  Harry, Rony, Hermione e Gina estavam juntos o tempo
                  todo.
                  O tempo bom parecia
                  debochar deles; Harry imaginava como teria sido se Dumbledore
                  no tivesse
                  morrido, e eles tivessem algum tempo juntos no finalzinho
                  do ano, as provas de
                  Gina tinham acabado, o peso do dever de casa tinha acabado...
                  e hora por hora,
                  ele adiava dizer o que ele sabia que devia dizer, fazer
                  o que ele sabia ser a
                  coisa certa a fazer, porque era difcil demais esquecer
                  sua melhor fonte de
                  conforto.

                  Eles visitavam a enfermaria duas vezes por dia: Neville
                  j tinha tido alta, mas
                  Gui ainda estava sob os cuidados de Madame Pomfrey.
                  Suas
                  cicatrizes estavam
                  ainda muito ruins; na verdade, ele agora lembrava um
                  pouco Olho-Tonto Moddy,
                  embora graas a deus com olhos e pernas, mas em personalidade
                  ele ainda era o
                  mesmo de sempre. A nica coisa que parecia ter mudado
                  era que agora ele tinha um
                  gosto por bifes raros.

                  - Que bomm que le vai se casarrr comigo. - disse Fleur
                  contente, arrumando os
                  travesseiros de Gui, - porrrque as brrritnicas cozinhamm
                  demais a carrrne, eu
                  semprre disse.

                  - Acho que vou ter que aceitar que ele vai casar com
                  ela. - suspirou Gina, mais
                  tarde, enquanto ela, Harry, Rony e Hermione estavam
                  sentados
                  na janela da sala
                  comunal da Grefindor.

                  - Ela no  to ruim assim. - disse Harry. - Feia, entretanto.
                  - ele adicionou
                  rapidamente, enquanto Gina levantava suas sobrancelhas
                  e soltava uma gargalhada.

                  - Bem, acho que se a mame consegue, eu consigo.

                  - Mais algum que conhecemos morreu? - Rony perguntou
                  a Hermione, que estava
                  folheando o Profeta Vespertino.

                  Hermione recuou ante a dureza forada na voz dele.

                  - No, - disse ela, dobrando o jornal. - ainda esto
                  procurando Snape, mas nem
                  sinal...

                  - Claro que no, - disse Harry, que ficava irado cada
                  vez que o assunto surgia.
                  - no vo encontrar Snape enquanto no encontrarem Voldemort,
                  e se eles no o
                  acharam em 16 anos...

                  - Eu vou dormir - disse Gina. - No tenho dormido bem
                  desde... bem... dormir um
                  pouco me faria bem.

                  Ela beijou Harry (Rony desviou o olhar), acenou para
                  os outros dois e partiu
                  para o quarto das meninas. Assim que a porta fechou
                  atrs
                  dela, Hermione
                  virou-se para Harry com a maior cara de Hermione que
                  Hermione era capaz de
                  fazer.

                  - Harry, eu descobri algo hoje de manh, na biblioteca...

                  - R. A. B.? - Disse Harry, esticando-se.

                  Ele no se sentiu da maneira como se sentia normalmente
                  antes, empolgado,
                  curioso, morto de vontade de resolver um mistrio; ele
                  simplesmente sabia que a
                  tarefa de descobrir a verdade sobre a Horcrux de verdade
                  tinha que ser
                  completada antes de dar alguns passos a mais no longo
                  e curvo caminho a sua
                  frente, o caminho que ele e Dumbledore tinham arranjado
                  juntos, e no qual ele
                  sabia que teria que caminhar sozinho a partir de ento.
                  Havia ainda pelo menos
                  quatro Horcruxes em algum lugar e cada uma deveria ser
                  encontrada e eliminada
                  antes de haver sequer uma possibilidade de Voldemort
                  ser morto. Ele continuava
                  recitando nomes para si mesmo, como se os listando ele
                  pudesse p-los a seu
                  alcance: "o pingente.., a copa... a cobra... algo sobre
                  Grefindor ou
                  Ravenclow... o pingente... a taa... a cobra...

                  Esse mantra parecia pulsar na cabea de Harry quando
                  ele dormiu aquela noite, e
                  seus sonhos estavam cheios de copas, pingentes e objetos
                  misteriosos que ele no
                  conseguia alcanar, embora Dumbledore prestativamente
                  oferecesse a Harry uma
                  escada que virava cobras no instante em que ele comeava
                  a subir...

                  Ele tinha mostrado a Hermione a nota dentro do pingente
                  na manh aps a morte de
                  Dumbledore, e embora ela no tivesse imediatamente reconhecido
                  as iniciais de um
                  bruxo sobre o qual ela tinha lido, ela vinha visitando
                  a biblioteca um pouco
                  demais para algum que no tinha dever de casa.

                  - No, - ela disse tristemente. - eu tenho tentado,
                  Harry,
                  mas no achei nada...
                  h vrios bruxos conhecidos com essas iniciais: Rosalind
                  Antigone Bungs...
                  Rupert "Axebanger" Brookstanton... mas eles no parece
                  se encaixar. Julgando
                  pela nota nota, a pessoa que roubou a Horcrux conhecia
                  Voldemort, e eu no acho
                  indcio algum de qualquer um dos dois ter tido algo
                  a
                  ver com ele... no, na
                  verdade, ... bem, Snape.

                  Ela ficou nervosa mesmo dizendo o nome de novo.

                  - O que tem ele? - perguntou Harry, recostando-se em
                  sua cadeira.

                  - Bem, eu estava certo sobre a histria do Prncipe
                  Mestio.
                  - ela disse.

                  - Precisa esfregar, Hermione? Como voc acha que estou
                  me sentindo agora?

                  - No, no, Harry, eu no quis dizer isso. - ela acrescentou
                  rapidamente,
                  checando ao redor se no estavam sendo ouvidos. - Eu
                  estava certa sobre Eileen
                  Prince ter tido o livro. Voc sabe, ela era a me do
                  Snape!

                  - Eu achava que ela no era l uma observadora. - disse
                  Rony. Hermione o
                  ignorou.

                  - Eu estava olhando o resto do Profeta e havia um anncio
                  minsculo sobre Eileen
                  Prince se casando com um homem chamado Tobias Snape,
                  e depois algo dizendo que
                  ela tinha dado  luz um...

                  - Assassino. - cuspiu Harry.

                  - Bem... sim. - disse Hermione. - Ento... eu estava
                  certa. Snape deve ter tido
                  orgulho de ter sido "meio-prncipe", entende? Tobias
                  Snape era um mugle pelo
                  que li.

                  - , faz sentido, - disse Harry - ele interpretava o
                  puro-sangue para se dar bem
                  com Lucio Malfoy e o resto deles... ele  justamente
                  como Voldemort. Me bruxa,
                  pai mugle... envergonhado de seus pais, tentando se
                  fazer temido usando as
                  Artes das Trevas, deu a si mesmo um nome forte - Lorde
                  Voldemort - o prncipe
                  mestio - como Dumbledore no percebeu?

                  Ele parou, olhando pela janela. Ele no conseguia evitar
                  pensar sobre a
                  inabalvel confiana de Dumbledore em Snape... mas como
                  Hermione tinha lhe
                  lembrado, ele, Harry, foi levado da mesma maneira...
                  apesar da crescente
                  estranheza dos feitios, ele tinha se recusado a acreditar
                  naquilo sobre o
                  garoto que tinha sido to brilhante, que o tinha ajudado
                  tanto...

                  Ajudado... era quase um pensamento insuportvel agora...

                  - Eu ainda no entendi por que ele no te castigou por
                  usar o livro. - disse
                  Rony. - Ele devia saber de onde voc estava tirando
                  aquilo
                  tudo.

                  - Ele sabia, - disse Harry amargamente. - ele sabia
                  quando
                  eu usei Sectumsempra.
                  Ele no precisava de Legilimncia... ele j devia ter
                  sabido at antes, com
                  Slughom contando como eu era bom e Poes... no devia
                  ver deixado seu livro
                  velho na parte mais baixa do armrio, no ?

                  - Mas por que no te castigou?

                  - Eu no acredito que ele quisesse ser associado quele
                  livro. - disse Hermione.
                  - Eu no acho que Dumbledore teria gostado de saber.
                  E mesmo que Snape fingisse
                  que no era dele, Slughom teria reconhecido a letra
                  dele.
                  De qualquer maneira, o
                  livro foi deixado na sala de aula antiga do Snape, e
                  eu aposto que Dumbledore
                  sabia que a me dele era chamada "Prince".

                  - Eu devia ter mostrado o livro a Dumbledore. - disse
                  Harry. - Todo esse tempo
                  ele vinha me mostrando como Voldemort era maligno quando
                  estava na escola, e eu
                  tinha provas de que Snape era, tambm -

                  - Maligno  uma palavra forte. - Hermione disse.

                  - Voc foi quem no parava de me dizer que o livro era
                  perigoso!

                  - Eu estou dizendo, Harry, que voc est se culpando
                  demais. Eu achava que
                  Prncipe tinha um senso de humor um pouco estranho,
                  mas
                  nunca teria imaginado
                  que ele era um assassino em potencial.

                  - Nenhum de ns teria imaginado que Snape iria... voc
                  sabe. - disse Rony.

                  O silncio caiu entre eles, cada um perdido em seus
                  pensamentos,
                  mas Harry sabia
                  que eles, como ele, estavam pensando sobre a manh seguinte,
                  quando o corpo de
                  Dumbledore seria velado. Harry nunca tinha ido a um
                  funeral
                  antes; no tinha
                  havido ningum a enterrar quando Sirius morreu. Ele
                  no
                  sabia o que esperar e
                  estava um pouco preocupado sobre o que veria, como se
                  sentiria. Ele se
                  perguntava se a morte de Dumbledore seria mais real
                  para
                  ele quando o funeral
                  terminasse. Embora ele tivesse momentos nos quais o
                  horrvel
                  fato ameaava
                  possu-lo, havia espaos de branco nos quais, apesar
                  do fato de que ningum
                  estava falando de nada alm daquilo, ele ainda achava
                  difcil acreditar que
                  Dumbledore tinha morrido. Na verdade ele no tinha,
                  como
                  tinha com Sirius,
                  procurado por algum tipo de revira-volta, alguma maneira
                  de Dumbledore voltar...
                  ele sentia em seu bolso a corrente fria da Horcrux falso,
                  que ele carregava
                  consigo a toda parte, no como um talism, mas um lembrete
                  do que aquilo
                  tinha custado e o que ainda havia a ser feito.

                  Harry levantou-se cedo para arrumar as malas; o Expresso
                  de Hogwarts sairia uma
                  hora aps o funeral. No andar de baixo ele encontrou
                  o clima no hall um pouco
                  para baixo. Todos vestiam seus robes e ningum parecia
                  ter fome. Professora
                  McGonagall tinha deixado a cadeira no meio da mesa dos
                  professores vazia. Na
                  cadeira de Hagrid tambm no havia ningum: Harry achou
                  que talvez ele no
                  estivesse preparado para encarar o caf da manh; mas
                  o lugar de Snape tinha
                  sido preenchido por Rufus Scrimgeour. Harry evitou seus
                  olhos amarelos que
                  observavam o salo; ele tinha a sensao desconfortvel
                  de que era procurado. Ao
                  redor de Scrimgeour Harry viu os cabelos vermelhos de
                  Percy Weasley. Rony no
                  deu sinal de perceber a presena de Percy.

                  Na mesa da Seleterim, Crabbe e Goyle estavam cochichando
                  juntos. Eles eram
                  garotos desajeitos e pareciam estranhamente sozinhos
                  sem a plida e grande
                  presena de Malfoy em volta deles, mandando em tudo
                  
                  sua volta. Harry no tinha
                  pensado muito em Malfoy. Sua animosidade era toda contra
                  Snape, mas ele no
                  tinha esquecido o medo na voz de Malfoy no topo da torre,
                  ou que ele abaixou sua
                  varinha antes que outros Comensais da Morte chegassem.
                  Harry no acreditava que
                  Malfoy poderia ter matado Dumbledore. Ele ainda desprezava
                  Malfoy pela sua
                  paixo cega s Artes das Trevas, mas agora ele tinha
                  um pingo de d misturado
                  com seu dio. Onde, Harry questionava, estaria Malfoy
                  agora, e o que Voldemort
                  estaria fazendo com ele, ameaando-o e a sua famlia
                  de morte?

                  Os pensamentos de Harry foram interrompidos por uma
                  de
                  Gina na sua costela.
                  Professora McGonagall tinha subido e o triste zumbido
                  de luto no Salo morreu
                  completamente.

                  "Est quase na hora", ela disse. "Por favor, sigam os
                  seus Chefes das Casas at
                  os jardins. Grefindor, comigo por favor". Eles formaram
                  uma fila do lado de
                  seus bancos praticamente em silncio. Harry vislumbrou
                  Slughorn na frente da
                  coluna da Seleterim, vestindo um manto magnfico de
                  longas
                  esmeraldas verdes
                  bordadas com prata. Ele nunca tinha visto a Professora
                  Sprout, Chefe da Casa
                  Uflepufle, parecer to pura; no havia um simples remendo
                  no seu chapu, e
                  quando eles alcanaram o Salo de Entrada, eles encontraram
                  Madame Pince ao lado
                  de Filch, ela em um grosso vu preto que descia at
                  seus
                  joelhos, ele em um
                  antigo terno e de gravata, causando a impresso de um
                  cabide. Eles estavam sendo
                  conduzidos, como Harry conseguiu ver quando ele saiu
                  do caminho de pedras da
                  porta da frente, em direo ao lago. O calor do sol
                  acariciava
                  seu rosto
                  enquanto eles seguiam a Professora McGonagall em silncio
                  para um local onde
                  centenas de cadeiras haviam sido colocadas em fileiras.
                  Um corredor
                  levava ao centro delas: havia uma mesa de mrmore posta
                  na frente, todas as
                  cadeiras direcionadas  ela. Era o dia mais bonito do
                  vero.

                  Uma extraordinria diversidade de pessoas j estavam
                  acomodadas em metade das
                  cadeiras: pobres e sbios, velhos e novos. Muitos Harry
                  no reconheceu, mas teve
                  alguns que sim, incluindo membros da Ordem da Fnix:
                  Kingsley Shacklebolt,
                  Olho-Tonto Moody, Tonks, seu cabelo miraculosamente
                  havia
                  retornado para um rosa
                  choque, Remo Lupin, com quem ela parecia estar de mos
                  dadas, Sr e Sra Weasley,
                  Gui ajudado por Fleur e seguido por Fred e George, que
                  estavam vestindo jaquetas
                  de pele de drago preta. Ento, l estava Madame Maxime,
                  que ocupava sozinha
                  duas cadeiras e meia, Tom, o proprietrio do Caldeiro
                  Furado, Arabella Figg, a
                  vizinho mugle de Harry, o baixista cabeludo do grupo
                  bruxo As Esquisitonas, as
                  Esquisitonas, Ernie Frang, motorista do Noitibus Andante,
                  Madame Malkin, da loja
                  de vestimentas do Beco Diagonal, e algumas pessoas que
                  Harry conhecia somente de
                  vista, como o garom do Hog"s Head e a bruxa que puxava
                  o carrinho de ch do
                  Expresso de Hogwarts. Os fantasmas do castelo
                  tambm estavam l, pouco visveis no brilho do sol,
                  discernveis
                  apenas quando
                  se moviam, insubstanciavelmente resplandecendo cintilantes
                  no ar.

                  Harry, Ron, Hermione e Gina procuraram lugares no final
                  da fileira ao lado do
                  lago. As pessoas estavam sussurrando umas s outras;
                  parecia o som de um leve
                  movimento na grama, mas a cano de pssaro estava alta
                  mais longe. A audincia
                  continua a crescer; com um grande e precipitado afeto
                  para ambos, Harry viu
                  Neville sendo ajudado a encontrar um lugar por Luna.
                  Eles eram os nicos da AD
                  que haviam respondido  convocao de Hermione na noite
                  em que Dumbledore
                  morreu, e Harry sabia o porqu: eles eram os que mais
                  haviam perdido com o fim
                  da AD... provavelmente os que checavam suas moedas com
                  frequncia na esperana
                  de que houvesse um outro encontro...

                  Cornelius Fudge passou por eles indo em direo s fileiras
                  da frente, sua
                  expresso miservel, girando seu chapu coco verde como
                  de costume; Harry depois
                  reconheceu Rita Skeeter, que ficou furioso em ver, com
                  uma
                  pena-de-escrita-rpida agarrada na sua mo rubra; e
                  depois,
                  com um perverso
                  golpe de fria, Dolores Umbridge, com uma expresso
                  no
                  convincente de pesar sob
                  sua face de cogumelo, um lao de veludo preto colocado
                  acima de seus cinzentos
                  cabelos enrolados sob a viso do centauro Firenze, que
                  permanecia como um
                  sentinela prximo a margem d"gua, e assim ela logo
                  comeou
                  apressadamente a
                  procurar lugar a uma boa distncia.

                  A equipe de apoio estava sentada ao fundo. Harry podia
                  ver Scrimgeour olhando
                  seriamente e digno na primeira fila com a Professora
                  McGonagall. Ele confabulava
                  se Scrimgeour ou qualquer uma dessas pessoas importantes
                  estava realmente
                  lamentando que Dumbledore se foi e ele esqueceu o seu
                  dio ao Ministro olhando
                  ao redor. Ele no era o nico: muitas cabeas estavam
                  virando, procurando, um
                  pouco alarmadas.

                  - Ali - disse Gina cochichando no ouvido de Harry.

                  E ele os viu claramente iluminados na gua verde pelo
                  sol, movendo-se abaixo da
                  superfcie, lembrando-o horrivelmente do Inferi; um
                  coro
                  de sereianos cantando
                  em uma lngua estranha que ele no entendeu, suas plidas
                  faces onduladas, seus
                  cabelos purpreos transbordando em todas as direes.
                  A msica fez o cabelo na
                  nuca de Harry se arrepiar e isso ainda no era desagradvel.
                  Ela falou muito
                  claramente da perda e do desespero. Conforme ele olhava
                  para as faces selvagens
                  dos cantores, ele tinha o sentimento de que, no final
                  das contas, estavam
                  pesarosos da morte de Dumbledore. Ento Gina acotovelou-o
                  novamente e ele olhou
                  em volta.

                  Hagrid estava caminhando vagorasamente no corredor entre
                  as cadeiras. Ele estava
                  chorando silenciosamente, sua face cintilando com as
                  lgrimas, e em seus braos,
                  escondido em um veludo decorado com lantejoulas e estrelas
                  douradas, aquilo que
                  Harry saiba que era o corpo de Dumbledore. Uma cortante
                  dor cresceu na garganta
                  de Harry com essa viso: por um momento, a msica estranha
                  e o conhecimento de
                  que o corpo de Dumbledore estava to perto pareceram
                  tirar todo o calor do dia.
                  Rony olhou plido e chocado. As lgrimas estavam caindo
                  densamente e rapidamente
                  nas bainhas de Gina e Hermione.

                  Eles no podiam ver com clareza o que estava acontecendo
                  na frente. Hagrid
                  parecia ter posicionado o corpo cuidadosamente em cima
                  da mesa. Agora, ele
                  recuou no corredor, assoando o seu nariz com proclamados
                  e barulhentos sons que
                  extraram olhares escandalizados de alguns, incluindo,
                  Harry viu, Dolores
                  Umbridge... mas Harry sabia que Dumbledore no teria
                  ligado. Ele tentou fazer um
                  sinal amigvel para Hagrid enquanto ele passava, mas
                  os olhos dele estavam to
                  inchados que era um mistrio ele poder ver aonde estava
                  indo. Harry deu uma
                  espiada atrs da fileira que Hagrid estava alcanando
                  e percebeu que, guiando-o
                  para l, vestindo uma jaqueta de calas cada uma do
                  tamanho
                  de uma pequena
                  tenda, era o gigante Grope, seu grande e feio irmo
                  com
                  a cabea arqueada, que
                  docilmente parecia quase humano. Hagrid sentou-se prximo
                  ao seu meio irmo
                  Grope, que duramente saciou Hagrid na cabea, ento
                  as
                  pernas das suas cadeiras
                  afundaram no cho. Harry teve uma compulso momentnea
                  para sorrir.
                  Mas ento, a msica parou novamente e ele prestou ateno
                   frente novamente.

                  Um pequeno homem com chapu de pelos e em vestimentas
                  pretas lisas chegou 
                  frente e ficou parado na frente do corpo de Dumbledore.
                  Harry no conseguia
                  ouvir o que ele estava dizendo. Palavras estranham fluiam
                  de volta para eles em
                  milhares de bolhas. "Nobreza de esprito" ... "contribuio
                  intelectual" ...
                  "gratido de corao" ... isto no tinha muito significado.
                  Pelo que Harry
                  conhecia de Dumbledore, tinha pouco a ver com ele. De
                  repente, ele lembrou das
                  idias de Dumbledore de algumas palavras: "pessoa estpida",
                  "feijozinho de
                  pimenta", "gordura de baleia" e "besliquei", e de novo,
                  teve que suprimir um
                  gracejo ... qual era o problema com eles?

                  Havia um barulho leve de respingos atrs dele e ele
                  viu
                  que os sereianos tinham
                  rompido a superfcie para escutar tambm. Ele lembrou
                  de Dumbledore
                  encolhendo-se na margem d"gua dois anos atrs, prximo
                  de onde Harry estava
                  sentado agora, e conversando em sereis com o Chefe
                  dos
                  Sereianos. Harry pensou
                  onde Dumbledore tinha aprendido sereis. Havia tanto
                  que ele nunca tinha
                  perguntado a ele, tanto que ele deveria ter perguntado...

                  E ento, sem aviso, isto o tomou conta, uma terrvel
                  e completa verdade, mais
                  completa e de modo inegvel do que at agora. Dumbledore
                  estava morto, tinha ido
                  embora ... ele agarrou com tanta fora o gelado medalho
                  em sua mo que
                  machucou-o, mas ele no pode prevenir as lgrimas quentes
                  de carem de seus
                  olhos: ele olhou alm de Gina e os outros olhavam alm
                  do lago, direcionando-se
                   Floresta, como o pequeno homem de preto falava
                  monotonamente...
                  havia
                  movimento entre as rvores. Os centauros vinham trazer
                  para a situao todo o
                  seu respeito. Eles no moverem-se para o espao aberto,
                  mas Harry os viu
                  permanecerem tranquilamente, meio escondidos nas sombras,
                  vendo os bruxos e com
                  seus arcos ao lado. E Harry lembrou da sua primeira
                  e
                  atemorizante viagem pela
                  Floresta, a primeira vez que ele encontrou a coisa que
                  era Voldemort, e como ele
                  o enfrentou e como ele e Dumbledore haviam discutido
                  lutar uma batalha perdida
                  desde ento. Era importante, Dumbledore disse, lutar
                  e lutar e
                  continuar lutando, somente com isso o mau poderia ser
                  mantido sob controle,
                  entretanto quase nunca erradicado...

                  E Harry viu muito claramente sob o sol quente, as pessoas
                  que se preocupavam com
                  ele saudando-o, e estavam na frente dele o tempo todo,
                  um por um, sua me, seu
                  pai, seu padrinho, e finalmente Dumbledore, todos determinados
                  a proteg-lo; mas
                  agora isto estava acabado. Ele no poderia deixar mais
                  ningum ficar entre ele e
                  Voldemort; ele tinha que abandonar para sempre a iluso
                  que ele tinha desde
                  pequeno: que a proteo dos seus pais significava que
                  nada poderia machuc-lo.
                  No havia despertar deste pesadelo, o sussurro confortante
                  na escurido de que
                  eles estava realmente seguro, que tudo estava na sua
                  imaginao; o ltimo e o
                  maior dos seus protetores tinham morrido e ele estava
                  mais sozinho do que nunca.

                  O pequeno homem de preto havia acabado finalmente o
                  discurso
                  e reassumido seu
                  assento. Harry esperava que algum fosse pegar no seu
                  p; ele contava com
                  discursos, provavelmente do Ministro, mas ningum se
                  moveu.

                  Ento vrias pessoas gritaram. Chamas brilhantes e brancas
                  surgiram e envolveram
                  o corpo de Dumbledore e a mesa sobre a qual ele estava:
                  cada vez mais altas e
                  altas elas se levantaram obscurecendo a viso do corpo.
                  A branca fumaa
                  espiralada comps formas estranhas no ar. Harry teve
                  a impresso de que a fumaa
                  formava uma fnix a voar alegre no cu azul, mas o fogo
                  desapareceu em um
                  segundo. Em seu lugar estava uma tumba de mmore branco
                  encerrando o corpo de
                  Dumbledore e a mesa onde ele repousara.

                  Depois de mais alguns segundos outro grito de choque
                  houveram devido a chuva de
                  flechas que rasgaram os ares, e caram distantes da
                  multido.
                  Harry sabia, o
                  tributo dos centauros: viu-os virar as caudas e desaparecerem
                  atrs das frescas
                  rvores. Da mesma forma os sereianos, que mergulharam
                  nas verdes guas do lago e
                  desapareceram de vista.

                  Harry olhou para Gina, Rony e Hermione: a expresso
                  de
                  Rony era confusa, como se
                  a luz do dia o ofuscasse. A face de Hermione parecia
                  um espelho de lgrimas, mas
                  Gina no mais chorava. Ela encontrou o olhar de Harry
                  com aquele mesmo olhar
                  endurecido, da mesma forma que ela o tinha olhado quando
                  o tinha abraado, aps
                  vencer o torneio de quadribol na sua ausncia, e soube,
                  nesse momento, que cada
                  um se compreendia perfeitamente, e que quando contasse
                  o que iria fazer a partir
                  de ento ela no diria "tenha cuidado" ou "no faa
                  isso",
                  mas aceitaria a sua
                  deciso, porqu no esperaria outra coisa, nem mais
                  nem
                  menos, dele. E assim
                  estava preparado para dizer o que sabia que sempre deveria
                  dizer desde que
                  Dumbledore morreu.

                  - "Gina, oua..." falou muito silenciosamente, enquanto
                  a conversa ao redor
                  deles se tornava mais alta. - "Eu no posso mais namorar
                  contigo. Ns temos que
                  parar de nos ver. Ns no podemos ficar juntos".

                  Ela disse, com um estranho sorriso, "Isto por alguma
                  estpida, nobre razo, no
                   isso?"

                  - "Isto  como... como se alguma coisa da vida de outra
                  pessoa, e essas ltimas
                  semanas com voc", disse Harry, "mas eu no posso...
                  no podemos... eu tenho
                  coisas pra fazer sozinho agora."

                  Ela no chorou, apenas olhava para ele.

                  - "Voldemort usa as pessoas mais prximas aos seus inimigos.
                  Ele j te usou uma
                  vez, e justamente porqu voc era a irm de meu melhor
                  amigo. Pense no perigo a
                  que voc estar exposta se continuarmos juntos. Ele
                  saber,
                  ela a encontrar.
                  Ele tentar me pegar atravs de voc."

                  - "E se eu no me importar?" , disse ferozmente Gina.

                  - "Eu me importo", disse Harry. "contigo. Pense no que
                  eu sentiria se eu fosse
                  ao seu funeral ... e por minha culpa..."

                  Ela olhou longe, para o lago, e disse "Eu nunca realmente
                  desisti de voc. No
                  realmente. Sempre esperei... Hermione me disse para
                  seguir
                  com minha vida,
                  talvez sair com outras pessoas, relaxar quando voc
                  estava
                  perto, porque eu
                  nunca era capaz de falar contigo no quarto, lembra-se?
                  E ela pensou que talvez
                  voc iria me notar um pouco mais se eu fosse eu mesma."

                  - "Menina esperta essa Hermione" Harry disse tentando
                  sorrir. "Eu somente queria
                  ter perguntado para voc antes. Ns poderamos ter feito
                  isso h tempos ...
                  meses... anos talvez..."

                  - "Mas, voc estava muito ocupado salvando o mundo mgico",
                  disse Gina, meio
                  rindo. "Bem... eu no posso dizer que eu estou surpresa.
                  Eu sabia que isso
                  poderia acontecer no fim. Eu sei que voc no ser feliz
                  at vencer Voldermort.
                  Talvez por isso que eu goste muito de voc. "

                  Harry no poderia ouvir aquelas coisas, ou sua deciso
                  seria continuar sentado
                  ao lado dela. "Rony", viu que ele estava agora segurando
                  Hermione e acariciando
                  seus cabelos enquanto ela chorava em seu ombro, lgrimas
                  escorrendo ao longo de
                  seu nariz. Com um gesto desalentado, Harry se levantou,
                  deu suas costas para
                  Gina e tumba de Dumbledore e caminhou para perto do
                  lago.
                  Andando a tristeza 
                  muito mais suportvel que permanecendo sentado: somente
                  encontrando as Horcruxes
                  e eliminando Voldemolt ele se sentiria melhor do que
                  aguardar por isso...

                  - "Harry!"

                  Girou. Rufus Scrimgeour estava limpando rapidamente
                  ao
                  redor do banco, andando
                  inclinado em sua vara .

                  - "Eu tenho esperado por uma palavra... voc se importa
                  se eu andar abaixado
                  como voc?

                  - "No", disse Harry indiferentemente e novamente concluindo.

                  - "Harry, isso foi uma tragdia terrvel", disse Scrimgeour
                  pesarosamente. "eu
                  no posso contar-lhe como estou ouvindo isso. Dumbledore
                  era um grande bruxo.
                  Ns tivemos nossos desentendimentos, e voc sabe, mas
                  ningum o conhecia melhor
                  que eu."

                  - "O que voc quer?", perguntou aereamente Harry.

                  Scrimgeour olhou-o irritado mas, como antes, modificou
                  rapidamente sua expresso
                  para uma de pesarosa compreenso.

                  - "Voc est, certamente, desanimado", ele disse "Eu
                  sei que voc era muito
                  ntimo de Dumbledore. Eu acho que voc sempre foi seu
                  aluno favorito. A ligao
                  entre vocs..."

                  - "O que voc quer?", repetiu Harry, voltando a parar.

                  Scrimgeour tambm parou, inclinou-se em sua vara e olhou
                  fixamente para Harry,
                  com expresso irritada agora.

                  - "A palavra era voc quem estava com ele quando ele
                  deixou a escola na noite em
                  que ele morreu?"

                  - "Que palavra?", perguntou Harry.

                  - "Algum estuporou um Comensal da Morte na torre depois
                  que Dumbledore morreu.
                  Havia tambm duas varinhas no local. O Ministro pode
                  juntar

                  dois e dois, Harry."

                  - "Fico feliz em ouvir isso", disse Harry. "Bem, onde
                  eu e Dumbledore estivemos
                  e que fizemos so meus negcios. Eu no quero que todos
                  saibam."

                  - "A lealdade  admirvel, realmente", disse Scrimgeour,
                  que pareceu conter sua
                  irritao com dificuldade, "mas Dumbledore partiu, Harry.
                  Ele partiu."

                  - "Somente ter partido quando no restar na escola
                  mais
                  ningum leal a ele",
                  disse Harry, sorrindo consigo mesmo.

                  - "Meu caro garoto ... Dumbledore no poder retornar
                  do... "

                  - "Eu no estou dizendo que ele possa. Voc no compreenderia.
                  Mas no tenho
                  mais nada a lhe contar."

                  Scrimgeour hesitou, ento disse, e que foi evidentemente
                  um tom supostamente
                  delicado "O Ministrio pode oferecer toda a sorte de
                  proteo, voc sabe, Harry.
                  Eu ficaria muito contente se colocasse um par de Aurores
                  ao seu servio..."

                  Harry riu.

                  - "Voldemort que me matar pessoalmente e seus Aurores
                  no iro par-lo. Muito
                  obrigado pela oferta, mas no, obrigado."

                  - "Ento", disse Scrimgeour, com sua voz fria, "o pedido
                  que eu fiz para voc no
                  Natal..."

                  - "Que pedido? Oh, sim... "aquele em que eu conto para
                  o mundo o grande trabalho
                  que voc est realizando em troca de..."

                  - "... para levantar a moral de todos!", sibilou Scrimgeour.

                  Harry considerou-o por um momento.

                  - "Libere Stan Shunpike ento?"

                  Scrimgeour ficou perigosamente roxo parecendo-se com
                  seu tio Vlter.

                  - "Eu vejo voc ..."

                  - "Completa e completamente um homem de Dumblere", disse
                  Harry. " isso.".

                  Scrimgeour fitou-o por outro momento, ento girou e
                  seguiu
                  seu caminho sem outra
                  palavra. Harry pode ver Percy e o restante da delegao
                  do Ministrio esperando
                  por ele, agrupando-se nervosamente sobre a sombra de
                  Hagrid e Grope, que ainda
                  permaneciam nos mesmos lugares onde estavam sentados.
                  Rony e Hermione, deixaram
                  Scrimgeour passar na direo oposta. Harry girou e voltou
                  a andar lentamente,
                  esperando que eles o alcanassem, o qu aconteceu justamente
                   sombra de uma
                  rvore na qual haviam passados tempos felizes.

                  - "O que Scrimgeour queria?", suspirou Hermione.

                  - "O mesmo que ele queria no Natal", resmungou Harry.
                  "Ele me procurou para
                  obter informaes sobre Dumbledore e para ser o novo
                  garoto propaganda do
                  Ministrio"

                  Rony pareceu esforar-se consigo mesmo por um momento,
                  ento ele disse alto
                  para Hermione "Olha, deixe ir e novamente acertarei
                  Percy!".

                  - "No!", ela disse firmemente, segurando seu brao.

                  - "Isso me faria sentir melhor!".

                  Harry sorriu. Mesmo Hermione deu um pequeno sorriso,
                  mas que se esvaneceu quando
                  olhou para o castelo.

                  - "Eu no posso aceitar a idia de que nunca mais
                  retornarei...",
                  ela disse
                  tristemente. "Como podem fechar Hogwarts?".

                  - "Talvez no queiram.", disse Rony. "Ns no estaremos
                  em perigo menor aqui
                  tanto quanto em nossas casas, estaremos? Todos os lugares
                  so iguais agora. Eu
                  diria at que Hogwarts  mais segura que dentro da casa
                  que qualquer bruxo possa
                  defender. O qu voc acha, Harry?"

                  - "Eu no retornarei mesmo se reabrir", disse Harry.

                  Rony se engasgou, mas Hermione disse tristemente "Eu
                  sabia que voc ia dizer
                  isso. Mas ento o que voc far?".

                  - "Eu vou retornar a casa dos Dursleys por enquanto,
                  porque Dumbledore assim
                  desejou", disse Harry. -"Mas vai ser uma visita curta,
                  e ento terei ido para o
                  bem."

                  - "Ento voc partir e no retornar para a escola?"

                  - "Eu pensei que eu voltaria novamenente para a Toca",
                  murmurou Harry. Mas ele
                  tinha uma idia fixa em sua cabea desde a noite da
                  morte
                  de Dumbledore. "Para
                  mim, isto comeou aqui, tudo isto. E justamente tenho
                  a sensao de que devo
                  partir. E preciso visitar as sepulturas de meus pais,
                  ele desejava isso. E
                  ento...".

                  - "E ento o qu", perguntou Rony.

                  - "Ento eu tenho que encontrar os Horcruxes restantes,
                  no tenho?", disse
                  Harry, seus olhos postos sobre a branca tumba de Dumbledore,
                  que refletiam as
                  guas do outro lado do lago. Isso porque ele me procurou,
                  isso porque ele me
                  falou tudo sobre isso. Se Dumbledore estava certo -
                  e
                  eu tenho certeza que
                  estava - existem ainda quatro deles l fora. Eu preciso
                  encontr-los e
                  destru-los e ento depois eu devo ir de encontro ao
                  stimo pedao da alma de
                  Voldemort, o pedao que ainda permanece em seu corpo,
                  e sou eu que dever
                  encontr-lo para matar. E se eu encontrar Severus Snape
                  ao longo do caminho",
                  acrescentou "tanto melhor para mim, quanto pior para
                  ele".

                  O silncio pesava.

                  A multido estava quase dispersa agora, davam os psames
                  com um largo abrao na
                  figura monumental de Hagrid, cujos suspiros ainda ecoavam
                  atravs das guas.

                  - "Temos que voltar, Harry," disse Rony.

                  - "O qu?"

                  - "para a casa de seu tio e sua tia," disse Rony "e
                  ento iremos contigo, onde
                  quer que voc v."

                  - "No -" disse rapidamente Harry, ele no contava com
                  isso, e ele pensava que
                  eles deviam entender que ele deveria fazer s uma longa
                  e perigosa jornada.

                  - "Voc j nos disse isso," disse Hermione calmamente,
                  "que tinha tempo para ns
                  voltarmos atrs enquanto voc tambm procura. Ns temos
                  tempo, ou no temos?"

                  - "Estaremos contigo pro que der e vier", disse Rony.
                  "mas, amigo, voc deve
                  retornar  minha casa antes que a gente faa outra coisa,
                  juntamente a papai e
                  mame na Toca".

                  - "Porqu?".

                  - "Gui e Fleur vo se casar, lembra?".

                  Harry olhou para ele, paralisado. A idia de qualquer
                  coisa to normal como um
                  casamento parecera incrvel e, entretanto, bela.

                  - "Sim. No devemos faltar!", ele disse finalmente.





                  Sua mo se fechou automaticamente sobre o Horcruxe falso,
                  mas apesar de tudo,
                  apesar da obscuridade e da trajetria que se apresentava
                  diande de si, apesar do
                  encontro final com Voldemort que sabia que poderia estar
                  dali a um ms, a um
                  ano, ou em dez, sentiu seu corao elevar o pensamento
                  de que havia , junto a
                  Rony e Hermione, ainda um dia dourado de paz para apreciar.
